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Introducao Redes Opticas Aula 02

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Academic year: 2021

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Módulo I – Introdução a Redes

Ópticas (Aula 02)

Rodrigo Choji de Freitas

(

[email protected]

)

Abril / 2011

(2)

• Classificação das redes ópticas.

• Gerações de redes ópticas.

Roteiro da aula de hoje

• Elementos que compõem os sistemas de

comunicações ópticas.

(3)

• Opacas

• Transparentes (totalmente ópticas)

Classificação de Redes Ópticas

(4)

• Rede Óptica Opaca

– O sinal é regenerado em todos os nós intermediários do lightpath, entre os nós origem e destino.

Classificação de Redes Ópticas

– Para que haja regeneração é preciso converter o sinal óptico em sinal elétrico (O-E-O).

– Vantagens: não há acúmulo de degradação do sinal

óptico ao longo do caminho (QoT aceitável); conversão de λλλλ.

(5)

• Rede Óptica Opaca

– Desvantagens: custo elevado, limitação na taxa de transmissão.

Classificação de Redes Ópticas

– Regeneradores 3R: amplificam; formatam e re-temporizam o pulso óptico.

– Em determinados casos, uma rede óptica opaca pode se tornar inviável.

(6)

• Rede Óptica Opaca

Classificação de Redes Ópticas

λ λ λ λ5 λ λλ λ5 λλλλ5 Regeneração em: 8, 6, 0, 5 e 4 λ λλ λ5 λ λ λ λ5 λλλλ5

(7)

• Rede Óptica Transparente

– Transportam os sinais ópticos da origem ao destino,

sem necessidade de conversão O-E-O.

Classificação de Redes Ópticas

– Vantagens com relação às opacas: economia de energia, menor custo, maior taxa de transmissão.

– Desvantagens: uso mais ineficiente dos comprimentos de onda, acúmulo de degradação de sinal.

(8)

• Rede Óptica Transparente

– As redes transparentes são consideradas a solução mais

confiável e econômica para atingir altas taxas de

transmissão com baixo custo.

Classificação de Redes Ópticas

transmissão com baixo custo.

– 2 desafios: projetar algoritmos RWA eficientes e obter OSNR (Optical Signal-to-Noise Rate) aceitável para cada sinal óptico no nó-destino.

(9)

• Rede Óptica Transparente

Classificação de Redes Ópticas

λ λ λ λ5 λ λλ λ5 λλλλ5

Não há regerenação do sinal óptico em nenhum dos nós!

λ λλ λ5 λ λ λ λ5 λλλλ5

(10)

• Rede Óptica Translúcida

– Composição de redes opacas e transparentes.

Classificação de Redes Ópticas

– Um sinal que entra em algum nó pode passar pela parte transparente ou pela parte opaca.

– Sinais degradados são candidatos a passar pela parte opaca e serem regenerados.

(11)

• Rede Óptica Translúcida

– Vantagens: baixo custo de conversão de λλλλ e

regeneração do sinal.

Classificação de Redes Ópticas

– Alvos de pesquisa, hoje: roteamento em redes translúcidas e escolha de nós translúcidos.

(12)

• Rede Óptica Translúcida

– (Ilhas de Transparência)

(13)

• Rede Óptica Translúcida

– Regeneração esparsa (distribuída)

Classificação de Redes Ópticas

• Nós opacos distribuídos (regeneração obrigatória).

(14)

• 1a. Geração

– Fibra óptica utilizada somente como meio de

transmissão, em substituição ao cabos metálicos.

– Todas as funções de processamento, regeneração,

Geração das Redes Ópticas

– Todas as funções de processamento, regeneração,

comutação e roteamento (“inteligência” da rede) eram realizadas no domínio elétrico.

(15)

• 2a. Geração

– Busca pelo aumento da capacidade de transmissão da fibra óptica.

– Incorporação de funções de comutação e roteamento

Geração das Redes Ópticas

– Incorporação de funções de comutação e roteamento

no domínio óptico.

– Queda no custo de equipamentos (regeneradores).

– Transmissão baseada na multiplexação do sinal óptico WDM (Wavelength Division Multiplexing).

(16)

• 2a. Geração

– WDM (Wavelength Division Multiplexing)

• WDM é uma técnica que permite que múltiplos sinais

ópticos, de diferentes comprimentos de onda, sejam

Geração das Redes Ópticas

ópticos, de diferentes comprimentos de onda, sejam

multiplexados em uma única fibra.

• Mesmo princípio da FDM (Frequency Division Multiplexing).

• Vários sinais são transmitidos usando diferentes portadoras, ocupando partes que não se sobrepõem no espectro de

(17)

• 2a. Geração

– WDM (Wavelength Division Multiplexing)

(18)

• 2a. Geração

– WDM (Wavelength Division Multiplexing)

(19)

• 3a. Geração

– Tecnologias de roteamento e comutação por pacotes.

Geração das Redes Ópticas

– GMPLS (Generalized Multiprotocol Label Switching)

• Nova tecnologia IP

• Pode incluir uma diversidade de tráfego: FDM, TDM, WDM etc.

(20)
(21)

• Fibra Óptica

– Guias de onda de forma cilíndrica feitas de SiO2 (vidro).

– Tem 2 regiões: núcleo e casca

(22)

• Fibra Óptica

– Multimodo

• Permite a propagação da luz em diversos modos (caminhos).

(23)

• Fibra Óptica

– Multimodo

• Dispersão intermodal: cada modo se propaga com velocidade diferente, alargando o pulso ao longo da propagação.

(24)

• Fibra Óptica

– Monomodo

• Apenas um modo se propaga na fibra.

Elementos de Sistemas Ópticos

(25)

• Fibra Óptica (penalidades)

– Perdas por curvatura

• Pode ocorrer “vazamento” de luz para a casca da fibra.

Elementos de Sistemas Ópticos

• As perdas devem ser de no máximo < 0,01dB. Para isso, o raio de curvatura deve ser > 4cm

(26)

• Fibra Óptica (penalidades)

– Dispersão Cromática ou Dispersão por Velocidade de Grupo (GVD)

• Causa alargamento temporal dos pulsos ópticos e interferência intersimbólica.

Elementos de Sistemas Ópticos

(27)

• Fibra Óptica (penalidades)

– PMD (Dispersão por Modo de Polarização)

• Principal causa: irregularidades no núcleo da fibra.

Elementos de Sistemas Ópticos

• Microcurvaturas, stress mecânico, torções e mudanças de temperatura, também provocam PMD.

(28)

• Fibra Óptica (penalidades)

– PMD (Dispersão por Modo de Polarização)

(29)

• Fibra Óptica (Efeitos Não-Lineares)

– Variação no índice de refração.

Elementos de Sistemas Ópticos

– (i) Auto-modulação de fase (SPM)

– (ii) Modulação de fase cruzada (XPM) – (iii) Mistura de Quatro Ondas (FWM)

(30)

• Fibra Óptica (Efeitos Não-Lineares)

– Auto-modulação de fase (SPM)

• A intensidade do pulso modula a si próprio.

Elementos de Sistemas Ópticos

• Causa o aparecimento de novas frequências e a varredura em frequência (chirp) nos pulsos ópticos.

(31)

• Fibra Óptica (Efeitos Não-Lineares)

– Auto-modulação de fase (SPM)

• Chirping

(32)

• Fibra Óptica (Efeitos Não-Lineares)

– Modulação de fase cruzada (XPM)

• Similar à SPM.

Elementos de Sistemas Ópticos

• Um pulso modula outros pulsos.

(33)

• Fibra Óptica (Efeitos Não-Lineares)

– Mistura de Quatro Ondas (FWM)

• A interação entre 3 ondas, de frequências ωωωω1, ωωωω2 e ωωωω3,

gera uma quarta onda de frequência

Elementos de Sistemas Ópticos

gera uma quarta onda de frequência ω

ωω ω

4 = ωωωω1 ±±±± ωωωω2 ±±±± ωωωω3

• Se ωωωω4 coincidir com a frequência de um canal de

(34)
(35)

• Transmissores

– Convertem o sinal elétrico contendo os bits de informação em sinal óptico para transmissão na fibra.

Elementos de Sistemas Ópticos

fibra.

– Executam as funções de:

• Codificação • Modulação

(36)

• Modulador

(37)

• Amplificadores Ópticos

– Compensam perdas ao longo do enlace (amplificador de linha)

Elementos de Sistemas Ópticos

– Ou aumentam o nível de sinal antes da inserção na linha (booster), ou antes da recepção

(38)

• Multiplexadores (MUX)

– Agregam os vários canais WDM, vindos de diferentes fontes, em uma única fibra, para transmissão.

Elementos de Sistemas Ópticos

transmissão.

(39)
(40)

• Receptores

– Convertem o sinal óptico transmitido na fibra em sinal elétrico com os bits de informação.

Elementos de Sistemas Ópticos

– Executa funções de:

• Pré-amplificação óptica. • Fotodeteção.

(41)

• Demultiplexadores (DEMUX)

– Desempenham papel oposto dos MUXs.

Elementos de Sistemas Ópticos

(42)

• Deixar nome para solicitar entrada na EST, nos

dias 21 e 22 de abril.

Avisos

• Ler texto sobre proteção e restauração (a ser

enviado).

• Começar a estudar e/ou revisar C++ (Sugestão:

livro de C++ do Deitel).

(43)

• Sobrevivência em redes ópticas (proteção e

restauração)

Próxima aula (15/4, às

16h30)

• Conceitos de roteamento e alocação de

comprimentos de onda

(44)

Módulo I – Introdução a Redes

Ópticas

Rodrigo Choji de Freitas

(

[email protected]

)

Referências

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