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1 2 MatrizeseDeterminantes formulário

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Academic year: 2021

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(1)DEFINIÇÃO E QUESTÕES DE LINGUAGEM Define-se o produto cartesiano de dois conjuntos P 1 e P 2 como sendo o conjunto formado pelos pares ordenados Ÿx 1 , x 2  , com x 1  P 1 e x 2  P 2 . P 1 • P 2  Ÿx 1 , x 2   : x i  P i , i  1, 2. MATRIZES E DETERMINANTES DE NÚMEROS REAIS. Matriz de números reais do tipo n • p é toda a aplicação A : £1, 2, . . . , n¤ • £1, 2, . . . , p  v IR que a cada par Ÿi, j  faz corresponder um número real a ij . Usa-se a seguinte tabela para representar A:. – Igualdade: Duas matrizes de M n•p , A  ¡a ij ¢ e B  ¡b ij ¢ dizem-se iguais se e só se a ij  b ij , quaisquer que sejam i  1, 2, . . . , n e j  1, 2, . . . , p. – Submatriz duma matriz A é qualquer matriz que se obtenha de A por supressão de linha(s) e/ou coluna(s). Em particular, cada uma das linhas duma matriz (resp. colunas), pode ser vista, ela própria, como uma matriz; é a chamada matriz linha (resp. matriz coluna). Sendo Li . a 11 a 12 . . . a 1p A. B. E. L2. A. B. B. a n1 a n2 . . . a np José Maria Estrela Graça Salazar ISCAL - Matemática I, 2006/07, turmas CD11, CD12 e FD12. A. 2. 1 2. 1. 2. ,. 0 "1. B. 4. 0 "1 2 0. 0. 1 "1 0 C. ,. 0 "1 2 0. 3. Ln. Por uma questão se simplificação pode representar-se a matriz por A  ¡a ij ¢ n•p ou apenas por A  ¡a ij ¢. O conjunto de todas as matrizes de números reais do tipo n • p designa-se por M n•p ŸIR  ou, mais simplesmente por M n•p .. – Matriz quadrada de ordem n é uma matriz do tipo n • n. – A  M n•n diz-se triangular superior se a ij  0, i  j. Por exemplo,. 0. 0. – A  M n•n diz-se uma matriz triangular inferior se e só se a ij  0, i  j. – Matriz diagonal é uma matriz simultaneamente triangular superior e triangular inferior, ou seja, com a ij  0, i p j. Matriz escalar é a matriz diagonal com a ii  a jj , i, j. Matriz identidade é a matriz escalar em que a ii  1, i  1, 2, . . . , n e representa-se por I n , ou somente I. – Matriz nula é uma matriz com todos os elementos nulos, sendo usuais as seguintes representações: ¡0¢ n•p , ¡0¢, 0 n•p , ou somente 0. – Transposta de A é a matriz que se obtém de A trocando as linhas pelas colunas; representa-se por A T e para A  ¡a ij ¢ n•p , tem-se A T  ¡a ji ¢ p•n .. i  1, 2, . . . n. L1. a 21 a 22 . . . a 2p B. ,. a i1 a i2 . . . a ip. pode ainda considerar-se a seguinte representação de A:. n•p. Analogamente, pode-se representar A por: A . C1 C2 . . . Cp. , n•p. onde C j Ÿj  1, 2, . . . , p  representam as colunas de A.. 1. 2. OPERAÇÕES ALGÉBRICAS. 3. Multiplicação de matrizes Esta operação generaliza o produto interno de vectores em referencial ortornormado. Recorde-se que em IR n se tem: Ÿx 1 , x 2 , . . . , x n  Ÿy 1 , y 2 , . . . , y n    x 1 y 1  x 2 y 2 . . . x n y n. 1. Adição de matrizes Sendo A  ¡a ij ¢ n•p e B  ¡b ij ¢ n•p define-se a soma de A com B: A  B  ¡s ij ¢, com s ij  a ij  b ij , i  1, 2, . . . , n, j  1, 2, . . . , p. Dadas A  ¡a ij ¢ n•p e B  ¡b ij ¢ p•q define-se o produto AB como sendo a matriz de M n•q cujo elemento p ij se obtém da seguinte forma: p ij  a i1 b 1j  a i2 b 2j . . . . a ip b pj. 2. Multiplicação duma matriz por um número real Sendo A  ¡a ij ¢ n•p e )  IR, define-se o produto )A, multiplicando cada elemento de A por ): )A  ¡)a ij ¢ n•p. Somam-se os produtos dos elementos da linha L i de A com os elementos da coluna C j de B ( L i • C j ): coluna j w. Em particular, define-se a subtração de matrizes: sendo A, B  M n•p , A " B  A  Ÿ"1 B. w. linha. Tem-se, por exemplo, A " A  ¡0¢ e 2A  A  A, entre outras propriedades que adiante se referem.. coluna j. i. ¯. B. B. B. B. a i1. a i2. .... a ip. B. B. B. B. .... b 1j. .... .... b 2j. .... B. B. B. b pj. .... .... . .... B. .... p ij. .... .... B. .... .... ª. linha i. – A n•n diz-se simétrica se e só se A  A T . 3. 4. – Em particular, se A é uma matriz quadrada então pode-se fazer o produto de A por si própria que se representa por A 2 . Se n  Z faz sentido falar ainda de A n . – Note-se que o produto de matrizes não é comutativo; por exemplo, sendo A. 1. 2. "1 1. "1 "2. B. ,. "1. 1. "1 2 "1. e C. 1. tem-se "3 0. AB . AC . 0. 3. 4. "1. 2 "1. 1. 1. BA . ;. BC . ;. 1. "2 "1 "1 "4 1 2. – Os produtos CA e CB nem sequer se definem!. 6. "4. "1 1. 1. 0. 5. – A matriz identidade é o único elemento neutro da multiplicação; de facto, se I e I U são neutros na multiplicação então I  I • IU  IU. PROPRIEDADES OPERATÓRIAS ADIÇÃO: 1. A  B  B  A, A, B  M n•m 2. ŸA  B   C  A  ŸB  C , A, B, C  M n•m 3. A  ¡0¢  A, A  M n•m 4. A  Ÿ"A   ¡0¢, A  M n•m. I U é neutro. MULTIPLICAÇÃO POR UM NÚMERO REAL:. MULTIPLICAÇÃO: 1. ŸAB C  AŸBC , A  M n•m , B  M m•p , C  M p•q. – associatividade. 2. AŸB  C   AB  AC, A  M n•m , B, C  M m•p. – distributividade à esquerda. 3. ŸB  C A  BA  CA, B, C  M n•m , A  M m•p. – distributividade à direita. 7. 1. 2. 3. 4.. )ŸA  B   )A  )B, )  IR, A, B  M n•m Ÿ)  * A  )A  *A, ), *  IR, A  M n•m )ŸAB   Ÿ)A B  AŸ)B , )  IR, A  M n•m , B  M m•p Ÿ)* A  )Ÿ*A   *Ÿ)A , ), *  IR, A  M n•m. TRANSPOSIÇÃO: 1. ŸA  B  T  A T  B T , A, B  M n•m 2. ŸAB  T  B T A T , A  M n•m , B  M m•p. 4. A¡0¢  ¡0¢ 7 ¡0¢A  ¡0¢, A  M n•m 5. AI m  A 7 I n A  A, A  M n•m A matriz identidade: I k  ¡- ij ¢ k•k ,. I é neutro. c/. - ij . 1. se. ij. 0. se. ipj. 3. ŸA n   T  ŸA T   n , A  M k•k , n  IN 4. Ÿ)A  T  )A T , A  M n•m 5. I T  I, I 8.

(2) EQUAÇÕES MATRICIAIS: · X  " *) A  *1 C – Em virtude da associatividade da multiplicação, a solução resulta da multiplicação à esquerda por A "1. 1. )A  *X  C, )  IR, *  IR \£0¤ 2. AX  B, A regular · X  A "1 B 3. XA  B, A regular · X  BA. "1. – Analogamente, a solução resulta da multiplicação à direita pela matriz inversa de A. – Definição: Uma matriz quadrada A diz-se regular ou invertível se e só se existe uma matriz, que se representa por A "1 , tal que AA "1  A "1 A  I. – Exemplo 1: Se uma matriz quadrada A tem uma fila nula, por exemplo, L i  ¡0¢, então A não tem inversa; de facto, se existisse B tal que AB  I, então para o elemento - ii de I ter-se-ia:. 1  - ii  L i C i  ¡0¢C i  0 ¦¦ de A. (absurdo!). de B. – Exemplo 2: Se uma matriz quadrada A. tem duas filas proporcionais, por exemplo, L i  )L j. Ÿi p j  então A não tem inversa; de facto, se existisse B tal que AB  I, então para o elemento - ii de I ter-se-ia:. 1  - ii  L i • C i  ) • L j • C i  ) • - ji  ) • 0  0 ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ de A. de B. de B. de A. (absurdo!). – As condições de invertibilidade duma matriz serão adiante estudadas. Surgirão na sequência do conceito de dependência linear e ainda, na sequência da noção de determinante.. Algumas consequências da não comutatividade: – É uma consequência da não comutatividade o facto de não se poder atribuir um significado à expressão BA , mesmo no caso em que A seja uma matriz invertível. A divisão de matrizes não se define. Em geral, BA "1 p A "1 B, o que não acontecia no universo dos números reais. – Sendo A e B duas matrizes quadradas, pode calcular-se ŸA  B  2 . Atendendo à propriedade distributiviva da multiplicação sobre a adição tem-se ŸA  B  2  ŸA  B ŸA  B   A 2  AB  BA  B 2 . Como em geral AB p BA então o quadrado da soma não é igual a A 2  2AB  B 2 . – Analogamente, ŸA  B ŸA " B   A 2 " AB  BA " B 2 em vez de A 2 " B 2 . – Na expressão AB  AC a matriz A é um factor comum à esquerda e logo AB  AC  AŸB  C . Analogamente se uma matriz fôr um factor comum à direita então a expressão pode ser factorizada; BA  CA  ŸB  C A. Na expressão AB  CA, o factor A não pode ser colocado em evidência.. Observações: – A propriedade 1 é óbvia. – Atendendo à lei do contra-recíproco de 2 resulta ainda que filas completas dependentes implicam filas incompletas dependentes. O seguinte exemplo, dá indicações sobre a trivialidade desta afirmação: 5. 2 4 10. 1 2 3. B. ,. 1. As linhas duma matriz dizem-se linearmente dependentes se e só se uma delas é combinação linear das restantes, ou seja, se existem coeficientes ) k  IR tais que: L i  ) 1 L 1  ) 2 L 2 . . . ) i"1 L i"1  ) i1 L i1 . . . ) n L n 2. Chama-se característica duma matriz e representa-se por rŸA , ao número máximo de filas linearmente independentes. Ÿ'  Como é óbvio, também pode ser definida por: rŸA   max rŸB  :. B é submatriz de A ou B  A. Ÿ'  As linhas duma matriz dizem-se linearmente independentes se e só se nenhuma delas é combinação linear das restantes. Definem-se de forma análoga os conceitos de (in)dependência linear para colunas e prova-se que. A  M n•m. que falar de característica de linha e característica de coluna.. 11. contrário, se completarmos as colunas de A a relação de dependência poderá ser ou não ser afectada: A. 1 2. 5. ,. 2 4 10. C. 1 2. 5. 6. ,. 2 4 10 12. – Demonstração de 3: Sendo A  ¡a ij ¢ n•n , com a ij  0 para ) 1 L 1  ) 2 L 2 . . . ) n L n  ¡0¢ 1•n , corresponde o equações lineares (em escada):. D. 1 2. 5. 6. Exercício: Sem efectuar qualquer cálculo, indique a característica das matrizes:. 2 4 10 11. 2. 1. 5. 3 1. 2 ,. 0 "1 5 2. i  j, à equação seguinte sistema de. 0. 0. 1. 3. 0 1 0 ,. 0 "1 1. 3 0. 0. ) 1 a 11  0. 2 1 3 1. ) 1 a 12  ) 2 a 22  0. 0 0 1 1. 0. 0 0 0. 0. 2 1 3 ,. 0 0 0. 2 1 3 1 ,. 0 0 0 2. B. 0 0 1 0 0 0. 0 0 0 0 ,. 0 0 1 1 0 0 1 1. 0 0 0 0 0 0 0 0. ) 1 a 1n  ) 2 a 2n . . . ) n a nn  0. 2 4 6 10. A matriz A é uma matriz de filas incompletas de B e esta tem as filas linearmente dependentes: L 2  2L 1 . Obviamente que em A também se mantém a dependência (por mais colunas que se suprimissem). Ao. Como a 11 é não nulo, resulta da 1ª equação ) 1  0. Substituindo na 2ª equação e atendendo a que a 22 p 0, sai ) 2  0 e, assim sucessivamente até à n " ésima equação, conclui-se que ) i  0, i  1, 2, . . . , n.. 12. 13. OPERAÇÕES DE JACOBI A característica duma matriz não se altera em face das seguintes operações – condensação:. 14. 2. "3. 4. v. 2. "3. 4. 3. 1. 5. 2L 2 "3L 1. 0. 11. "2. "1. 0. "1. 2L 3 L 1. 0. "3. 2. 0. 2. 0. 0. 2. 0. C. O1) Troca de filas paralelas O2) Multiplicar uma fila por um número real não nulo O3) Adicionar a uma fila uma combinação linear das restantes. v. 2. "3. 4. 1. 2. 0. 3. v. 1. 2. 0. 3. 0. 11. "2. 3. 1. 2. "1. L 2 "3L 1. 0. "5. 2. "10. 11L 3 3L 2. 0. 0. 16. 5. 5. 2. 5. L 3 "5L 1. 0. "5. 2. "10. 11L 4 "2L 2. 0. 0. 4. 7. 4. 4. 1. L 4 "7L 1. 0. "10. 4. "20. E. rŸC   3. v. 1. 2. 0. 3. 0. "5. 2. "10. L 3 "L 1. 0. 0. 0. 0. L 4 "2L 1. 0. 0. 0. 0. rŸE   2. Exemplos: A. 2. . 1. B. v. 1. 2. 2L 2 "L 1. 1. 5. 3. 2. v. 5. 3. 2. 2. 2. 0. 5L 2 "2L 1. 0. 4. "4. 4. 0. 1. 5L 3 "4L 1. 0. "12. "3. 15. rŸA   rŸA T  ,. – é igual o número máximo de linhas e de colunas linearmente independentes. Aliás, se assim não fosse, ter-se-ia. 10. Propriedades: 1. As linhas duma matriz são independentes se e só se a única combinação linear nula é a de coeficientes todos nulos 2. Filas incompletas independentes implicam filas completas independentes 3. Toda a matriz triangular de elementos principais não nulos tem filas independentes. 1 2. Definições:. de I. 9. A. DEPENDÊNCIA LINEAR E CARACTERÍSTICA. 0. 1 1. ,. rŸA   2 D. v. L 3 3L 2. 5. 3. 2. 0. 4. "4. 0. 0. "15. ,. 1. 2. 0. "1. "1. 0. 2. 1. 0. 2. 2. 0. 1. 0. 2. "1. L2. v. 1. 2. 0. "1.  L1. 0. 2. 2. 0. 0. 2. 2. 0. 0. "2. 2. 0. L 4 "L 1. v. 1. 2. 0. "1. 0. 2. 2. 0. L 3 "L 2. 0. 0. 0. 0. L 4 L 2. 0. 0. 4. 0. F. 1. 0. 0. 0. 1. 1. 0. 0. 0. 1. 1. 0. 0. 0. 1. 1. ,. rŸF   4. elementos principais não nulos. rŸB   3 rŸD   3. 16. matriz triangular com. 17.

(3) A condensação por linhas da matriz ampliada, ou seja, da matriz. SISTEMAS DE EQUAÇÕES LINEARES A equação matricial AX  B, onde A  ¡a ij ¢ n•p , X . T. x1 x2 . . . xp. T. e B. b1 b2 . . . bn. A|B . a 21 x 1  a 22 x 2 . . . a 2p x p  b 2 B. B. B. B. a 21 a 22 . . . a 2p. b2. B. E. que satifaz a. y. bn. – Se rŸA   rŸA|B   k  p então temos um sistema possível indeterminado com grau de indeterminação GI  p " k. Quer isto dizer que a solução geral pode ser escrita deixando p " k variáveis livres e escrevendo as restantes em função destas. Temos um sistema impossível se e só se rŸA   rŸA|B .. A|B . 2. 2. 1. 2. v. 2. 2. 1. 2. 2. 1. 3. 8. L 2 "L 1. 0. "1. 2. 6. 2. 5. 3. "12. L 3 "L 1. 0. 3. 2. "14. 16. 16. 0. 12. 4L 2 "L 3. 0. "4. 0. 20. 0. 0. 8. 4. 1 ŸL 1 4L 2   16 " 14 L 2 1 8. L3. Resolução do sistema de. x " 2y  3z  0. equações lineares definido por:. 2x " y  4z  3. . 0. 23 4. 0. 1. 0. "5. 0. 0. 1. 1 2. 1 "1. a. 2. 1. 0. 2. "1 b. "1. 1. 1. 1. 3. v. 1. 1. 1. 3. 0. 0. 2. 5. 2. 1. "2. 3. 0. L 2 "L 1. 0. "3. 2. "3. 0. 0. 0. a. b"1. 2. "1. 4. 3. L 3 "L 2 "L 1. 0. 0. 0. 0. 5 " 3 z2 2 z1 3. X. 0. ,. 2. 1. 2. 0. "1. 2. 6. 0. 0. 8. 4. 23 4. 1 2. "5. T. .. 3. Se a matriz completa dum sistema de equações lineares, depois de condensada, fôr. O sistema é possível indeterminado com GI  1. Da 2ª linha resulta "3y  2z  "3 ou seja y  23 z  1. Substituindo na 1ª equação, vem x  Ÿ 23 z  1   z  3 ou seja x  " 53 z  2. Uma solução geral é:. No entanto, é de salientar que para um sistema de n equações lineares a n incógnitas, como o anterior, ou seja, para um sistema definido por AX  B, com A  M n•n e rŸA   n (sistema possível determinado), a condensação da matriz A|B até uma matriz I | X conduz à solução do sistema, que é precisamente a matriz coluna X. Ÿ' . 1. O sistema é possível determinado com solução X . xyz  3. A|B. L 3 3L 2. 2. 20. Observação – outro processo: 2.. v. v. v. 8L 1 "L 3. 19. De notar que ao fim da 2ª passagem de condensação do sistema anterior, da 3ª linha resulta de imediato 8z  4, ou seja z  1/2 e, substituindo este valor na 2ª equação (2ª linha), obtém-se " y  2z  6 · y  2 • 1 " 6  "5 2 Substituindo na 1ª eq. os valores de y e z, obtém-se o valor de x 2x  2 • Ÿ"5   1  2 · x  23 2 4 Isto corresponde à resolução do sistema pelo chamado método misto (adição ordenada  substituição) que, do ponto de vista do cálculo manual, torna mais rápido o cálculo da solução.. 2x  y  3z  8 2x  5y  3z  "12. z. – Se fôr rŸA   rŸA|B   p (número de incógnitas), o sistema é possível determinado (solução única).. 18. 2x  2y  z  2. x. B. B. a n1 a n2 . . . a np. À matriz A chama-se matriz do sistema ou matriz dos coeficientes das incógnitas. X é a matriz das incógnitas e B é a matriz dos termos independentes.. Exemplos: 1. Calcular a matriz X . corresponde à resolução do sistema pelo método de adição ordenada, também conhecido por método de redução. Temos um sistema possível se e só se rŸA   rŸA|B :. a n1 x 1  a n2 x 2 . . . a np x p  b n. À matriz A ampliada de B (coluna dos termos independentes) chama-se matriz ampliada do sistema ou matriz completa do sistema e representa-se por A|B.. b1. B. representa o seguinte sistema de n equações lineares com p incógnitas: a 11 x 1  a 12 x 2 . . . a 1p x p  b 1. a 11 a 12 . . . a 1p. um grau de indeterminação (uma variável livre). z  IR. então têm-se os seguintes casos (discussão): – a p 0 7 b  IR · rŸA   rŸA|B   4 O sistema é possível determinado – a  0 7 b  1 · rŸA   rŸA|B   3 O sistema é possível indeterminado com GI  1 – a  0 7 b p 1 · rŸA   3 p 4  rŸA|B  O sistema é impossível. z. Ÿ'  X é a transformada da coluna B (termos independentes), pelo processo de condensação.. 21. 22. 4. Para qualquer sistema de eqs lineares que seja representado por A|B . 1 "1. a. "1. 0. a. 0. 0. 0. 0. aŸa " 1 . b"1. tem-se a seguinte discussão: – a p 0 7 a p 1 7 b  IR · rŸA   rŸA|B   3 (igual ao nº de incógnitas) O sistema é possível determinado – a  0 7 b  1 · rŸA   rŸA|B   1 O sistema é possível indeterminado com GI  2 – a  0 7 b p 1 · rŸA   1 p rŸA|B   2 Sistema impossível – a  1 7 b  1 · rŸA   rŸA|B   2 Sistema possível indeterminado com GI  1 – a  1 7 b p 1 · rŸA   2 p rŸA|B   3 Sistema impossível. INVERTIBILIDADE Se as filas duma matriz A n•n são linearmente dependentes, ou seja, se uma delas é uma combinação linear das restantes, por exemplo L n  ) 1 L 1  ) 2 L 2 . . . ) n"1 L n"1. Por troca de linhas podemos sempre arranjar a matriz de modo que uma das linhas dependentes seja a L n. então A não é invertível; de facto, se existisse B que fosse inversa de A então seria AB  I n  ¡- ij ¢, com - ii  1, i e - ij  0, i p j. Como - ij se obtém multiplicando a linha L i de A pela coluna C j de B, ter–se-ia: 1  - nn  L n C n  Ÿ) 1 L 1  ) 2 L 2 . . . ) n"1 L n"1   C n  ) 1 L 1 C n  ) 2 L 2 C n . . . ) n"1 L n"1 C n  ) 1 - 1n  ) 2 - 2n . . .  ) n"1 - n"1 n ¦ ¦ 0. 0.  0 (absurdo!). 0. Mais geralmente, tem-se a seguinte propriedade: Ÿ'  Propriedade: A  M n•n é invertível se e só se as suas filas são linearmente independentes, ou seja, se e só se rŸA   n. Ÿ' . 24. 23. Outras propriedades: 1. A inversa duma matriz, quando existe, é única. dem: Se B e C são inversas de A então  BŸAC   ŸBA C B  BI C é inversa de A. A multiplicação é associativa. . IC. 2. Se A é uma matriz invertível e )  IR \ £0¤ então também são invertíveis A T e )A, tendo-se ŸA T   "1  ŸA "1   T e Ÿ)A  "1  )1 A "1 . dem: Atendendo à transposição do produto tem-se: 7 A T ŸA "1   T  ŸA "1 A  T  I T  I ŸA "1   T A T  ŸAA "1   T  I T  I Ÿ)A Ÿ )1 A "1    ) •. 1 ). ŸAA "1    I. 7. Ÿ )1 A "1  Ÿ)A  . 1 ). • )ŸA "1 A   I. 3. Se A e B são matrizes invertíveis então também o são AB e BA tendo-se ŸAB  "1  B "1 A "1 e ŸBA  "1  A "1 B "1 dem: ŸAB ŸB "1 A ."1    AŸBB "1  A "1  AIA "1  AA "1  I ŸB "1 A ."1  ŸAB   B "1 ŸA "1 A B  B "1 IB  B "1 B  I. A 2ª parte da demonstração não será feita aqui.. 25. C. B é inversa de A. 26.

(4) CÁLCULO DA INVERSA DUMA MATRIZ REGULAR. 2. 3 "2. 1 0 0. v. 2. 3. "2. O cálculo pode ser feito por recurso à resolução de sistemas de equações lineares. Calcular a inversa de A  ¡a ij ¢ n•n é resolver AX  I n , com X  ¡x ij ¢ n•n . Resolvem-se os seguintes n sistemas de eqs lineares:. 2. 2. 0. 0 1 0. L 2 "L 1. 0. "1. 2. "4 0. 1. 0 0 1. L 3 2L 1. 0. 6. "3. x 1i. 1. x 2i. Xi . 0. , B1 . B. 0 1. , B2 . B. B. v. 0 0. , . . . , Bn . B. L 3 6L 2. x ni. 0. 0. 1. coluna i de X. coluna 1 de In. coluna 2 de In. coluna 2 de In. v. 3. "2. 1. 0. 0. 9L 1 2L 3. 0. "1. 2. "1. 1. 0. 9L 2 "2L 3. 0. 0. 9. "4. 6. 1. 18. L 1 3L 2. 0. "2. 0. 3. "9 0. "1 "3 "2. 0. 0. "4. 9. 6. x " 2y " z  0 "x  5y  3z  0. 1. 1. 1. 1. v. 1. 1. 1. 1. 1. "2. "1. 0. L 2 "L 1. 0. "3. "2. "1. "1. 5. 3. 0. L 2 L 1. 0. 6. 4. 1. v L 3 2L 1. 1. 1. 1. 1. 0. "3. "2. "1. 1. 0. 0. 0. "1. v 3L 3 7L 2. v. 3L 1 L 2. 1. 1. 1. 0. 0. 0. L 2 "L 1. 0. "3. "2. "1. 1. 0. 1. L 3 2L 1. 0. 7. 5. 2. 0. 1. 0. 1. 3. 0. 0. v. 1. 1. 1. 1. 0. 0. L 1 "L 3. 1. 1. 0. 2. "7. "3. 0. "3. "2. "1. 1. 0. L 2 2L 3. 0. "3. 0. "3. 15. 6. 0. 0. 1. "1. 7. 3. 0. 0. 1. "1. 7. 3. 3. 0. 0. 3. "6. "3. 1. 0. 0. 1. "2. "1. 0. "3. 0. "3. 15. 6. 0. 1. 0. 1. "5. "2. 0. 1. A solução: X  A "1 B . "1. 1 L 3 1 1 " 3 L2. 7. 3. 0. 1. "2. "1. 1. 1. "5. "2. 0. "1. 7. 3 33. "4x  3z  "3. 1. 1 6 1 3 2 3. 1 9 " 49. 0 1 0 0 0 1 I3. " 29. x X. 2 9 1 9. y.  A "1 B . 1 18. z. 0. 0. "1. 1. 1 . 1 "1. 7. 3. "2. 3. "4. 2. 2. 6. 4. 1. "8. 12. 2. "3. 11. . 1 18. "2 "10. A "1. Ÿ' . é equivalente ao seguinte sistema. 2. Considere o seguinte sistema de equações lineares: xyz  1 x " 2y " z  0. ) 1 " 2) 2  5) 3  0. "2x  5y  3z  0. 1. 1. "1. 0. v. 1. 1. "1. 0. 1. "2. 5. 0. L 2 "L 1. 0. "3. 6. 0. 1. "1. 3. 0. L 2 "L 1. 0. "2. 4. 0. v 3L 3 "2L 2. a. Escreva-o usando notação matricial. b. Resolva o sistema por explicitação da matriz das incógnitas. Resolução:. 1. 1. "1. 0. 0. "3. 6. 0. 0. 0. 0. 0. a. Em notação matricial o sistema é definido por AX  B, onde. A. 1. 1. 1. "2 "1. "2 5. x. 1 , X. 1 e B. y z. 3. 0 0. Fazendo, por exemplo, ) 3  1, obtém-se ) 2  2 e ) 1  "1. Conclui-se que "L 1  2L 2  L 3  0, ou seja, L 3  L 1 " 2L 2 .. 3.. 32. — ) p "2 7 *  IR · rŸA   rŸA|B   3 (nº incógnitas) O sistema é possível determinado. Considere o seguinte. xz  1. sistema de equações lineares:. "y  Ÿ)  1 z  * " 1. — )  "2 7 *  0 · rŸA   rŸA|B   2 O sistema é possível indeterminado com GI  1. a. Discuta-o em função dos parâmetro reais ) e *. b. Para )  "2 e *  0 determine uma solução geral.. — )  "2 7 * p 0 · rŸA   2 p rŸA|B   3 O sistema é impossível b. Para os valores indicados o sistema é possível indeterminado. Resolução:. v. 0. " 19. 1 0 0. ")x " 2y  0 1. "1. 6. 31. v. 5. "4. 9. 2x  2y  1. de equações lineares definido por:. 29. b. Cálculo da matriz inversa de A: "2. 0. Por exemplo, considere-se o sistema. )1  )2 " )3  0. 30. 1. 0. Da 2ª equação resulta "3) 2  6) 3  0, ou seja ) 2  2) 3 . Substituindo na 1ª equação, obtém-se ) 1  2) 3 " ) 3  0, ou seja, ) 1  ") 3 .. Como rŸA   2 p 3  rŸA|B , conclui-se que o sistema é impossível.. "2. "1 "3 "2. Pode então verificar-se que resolver Ÿ'  corresponde a condensar a matriz A T ampliada da matriz nula ¡0¢ 3•1 :. Resolução: a.. 0. 2. ) 1 " ) 2  3) 3  0. a. Mostre que o sistema é impossível. b. Sendo A a matriz do sistema, escreva, se possível, uma linha como combinação linear das restantes.. 0. 12. "9 0. 1 L 18 1 " 19 L 2 1 L 9 3. "4. 0. xyz  1. 1. 1. 0. v. b. A equação ) 1 L 1  ) 2 L 2  ) 3 L 3  0 de equações lineares:. 1. Considere o seguinte sistema de eqs lineares:. 1. 18 27 0. 28. EXERCÍCIOS. 1. Se o sistema de equações lineares definido por AX  B é tal que A é uma matriz invertível então AX  B é equivalente a X  A "1 B. Isto prova que o sistema tem solução única – sistema possível determinado.. 0 1. 2x  3y " 2z  2. v. 2. 27. 1. 2. Como a matriz do sistema é a matriz do exemplo anterior, tem-se:. Uma vez que os sistemas têm em comum a matriz A então podemos resolvê-los todos de uma só vez! Considera-se a matriz A ampliada com cada uma das B i , ou seja, ampliada com a matriz identidade. Condensa-se A|I até uma matriz I|X, obtendo-se a matriz X  A "1 (ver observação da pág 21). Segue-se um exemplo de cálculo da matriz inversa:. A|B . Resolução de sistemas por recurso à matriz inversa. 0 0. I3. A. AX 1  B 1 , AX 2  B 2 , . . . , AX n  B n onde. 1. "1 1 0. "). a.. "2. 0. v. 0 L1. 1. 0. 1. 1. 0. "1. )1. *"1. v. 1. 0. 1. L 2 )L 1. 0. "2. ). ). 0. "1. )1. *"1. 1. x. 1 L2. v 2L 3 "L 2. 34. 0. 1. 1. "). "2. 0. 0. 0. "1. )1. *"1. 1. 0. 1. 1. 0. "2. ). ). 0. 0. )2. 2* " 2 " ). 1. 0. 1. 1. 0. "2. "2. "2. 0. 0. 0. 0. 2ª equação: "2y " 2z  "2 · y  1 " z 1ª equação: x  z  1 · x  1 " z Solução geral: X . T. 1"z. 1"z 35. z. ,. z  IR.

(5) DETERMINANTES DE MATRIZES QUADRADAS É possível definir uma função linear que associa a cada matriz quadrada um único número real, chamado determinante de A, que se representa por |A| ou detŸA  e com as seguintes propriedades fundamentais (axiomas): AX1. Decomposição: Se existe )  IR tal que L i  )L Ui  L UUi então: L1. L1. B Li. L1. B. B. L Ui. ). B. . Ln. Ln. UU. 1. O3) Por uma questão de simplicação de escrita soma-se à última linha uma combinação linear das restantes:. a 11 a 12. L2. a 21 a 22. L n"1. a 11.  a111. .  a111. O3  L 2 "a 21 L 1.  ) 1 L 1  ) 2 L 2 . . . ) n"1 L n"1. a 12. L1. L1. L1. L1. L2. L2. L2. L2. L2. . . . ) n"1. B. B. . B. L n"1. L n"1. L n"1. L n"1. L n"1. Ln. L1. L2. L n"1. Ln. a 12. 0. a 11 a 22 " a 12 a 21. 0. 0. 4. Omite-se a demonstração de a  e c . Quanto a b  é uma consequência 1 . de a ; de facto, |A||A "1 |  |AA "1 |  |I|  1, donde |A "1 |  |A| 40. REGRA DE CRAMER. EXERCÍCIOS. O sistema de n equações lineares a n incógnitas definido por AX  B é possível determinado se e só se |A| p 0. O valor de cada variável x i pode obter-se dividindo por |A| o valor do determinante da matriz que se obtém de A substituindo a sua coluna i pela coluna dos termos independentes: coluna i w. B. B. 1. O cálculo do determinante duma matriz 4 • 4, por dois processos: a) Usando apenas condensação: 2. 2. 1. 1. . 3. "1. "2. 2. 1 2•2. 2. 2. 1. 1. 2L 2 "3L 1. 0. "8. "7. 1. . 1 2•2•8•2. 2. 2. 1. 1. 0. "8. "7. 1. C. b1. C. a 1n. 2. 1. 0. 2. L 3 "L 1. 0. "1. "1. 1. 8L 3 "L 2. 0. 0. "1. 7. E. B. B. B. "5. 1. 4. 3. 2L 4 5L 1. 0. 12. 13. 11. 2L 4 3L 2. 0. 0. 5. 25. bi. C. a in. B. B. B. E. B. a n1. C. bn. C. a nn. . B Lj. . B. B. . B. B. B. Li. Lj. Li. B. B. B. B. . 1 2•2•8•2. A. L4.  5L 3. 2. 2. 1. 1. 0. "8. "7. 1. 0. 0. "1. 7. 0. 0. 0. 60. 43. 0 ŸAX2 . B. Li.  0, donde. B. B. Lj. B. Lj. . B. . B. AX1.  Li. Lj. ". B. B. Lj. Li. Lj. Li. B. B. B. B. – Definição: Menor complementar do elemento a ij de A é o determinante da matriz que se obtém de A por supressão da sua linha i e da sua coluna j. Designa-se por |A ij |.. O determinante duma matriz é igual à soma dos produtos dos elementos duma fila pelos respectivos complementos algébricos.. APLICAÇÃO AO CÁLCULO DA INVERSA – Propriedades: Ÿi  A adjŸA   |A|I, A  M n•n 1 Ÿii  Se A é regular então A "1  |A| adjŸA . b) Usando condensação e teorema de Laplace:. B. 42. L j L i. 41. a 11. xi . . B. AX1. L j L i. TEOREMA DE LAPLACE. 3. Designando por B a matriz triangular que se obtém de A por efeito da condensação, podemos afirmar que |B|  )|A|, com ) p 0. Pelo AX3, A é invertível se só se |B| p 0 (os elementos principais de B são todos não nulos) e como ) p 0, isto é equivalente a ter-se |A| p 0.. 39. C. . B. AX2. – Definição: Chama-se matriz adjunta de A à transposta da matriz que se obtém de A, substituindo cada a ij pelo seu complemento algébrico a ij .. a 11.  a 11 a 22 " a 12 a 21. L1. a i1. B Lj. – Definição: Chama-se complemento algébrico do elemento a ij de A a: a ij  Ÿ"1  ij |A ij |.. a 11 a 21 a 11 a 22. AX3 . 0. B Lj. 38. O2 . AX1. ) 2. B Li. Daqui resulta. 2. Se ambos os elementos da 1ª coluna são nulos então o determinante é nulo, bem como a expressão a 11 a 22 " a 12 a 21  0a 22 " a 12 0  0. Se a 11 p 0 então. L1. B. B. B Li. 37. 1. O2) É um caso particular do axioma 1 (multilinearidade) – fazer L i  0..  )1. B Lj. Li. 4. Determinante de produtos, inversas e transpostas: a) |AB|  |A||B| 1 b) Se A é regular então |A "1 |  |A|. 36. B. B Li. c) |A T |  |A|. Em consequência, demonstram-se ainda as seguintes propriedades:. . 0 . B L i L j. 3. Matrizes regulares: Só é nulo o determinante duma matriz com filas linearmente dependentes, ou seja, A é regular se e só se |A| p 0.. AX2. Anulação: É nulo o determinante duma matriz com 2 linhas iguais. AX3. Matrizes triangulares: O determinante é igual ao produto dos elementos da diagonal principal.. Ln.  a 11 a 22 " a 12 a 21. a 21 a 22. Demonstrações: 1. O1) Atendendo aos axiomas 1 e 2 tem-se:. 0 ŸAX2 . B. Ln. a 11 a 12. 2. Se A  M 2•2 então |A| . L UUi. B. 1. Efeito das Operações de Jacobi: O1) O determinante muda de sinal por troca de quaisquer 2 filas paralelas. O2) Multiplicando uma fila por um número o valor do determinante vem multiplicado por esse número. O3) O determinante não se altera se somarmos a uma fila uma combinação linear das restantes.. . 2 • Ÿ"8  • Ÿ"1  • 60  15 2•2•8•2. 2. 2. 1. 1. . 3. "1. "2. 2. 2. 1. 0. "5. 1. 4. . 1 2•2. 2. 2. 1. 1. 2L 2 "3L 1. 0. "8. "7. 1. 2. L 3 "L 1. 0. "1. "1. 1. 3. 2L 4 5L 1. 0. 12. 13. 11. 2Ÿ"1  11 2•2•8•2. Teorema de Laplace aplicado à 1ª coluna. . "8. "7. 1. 0. "1. 7. 0. 5. 25. . . 1 2•2•8•2. 2. 2. 1. 1. 0. "8. "7. 1. 8L 3 "L 2. 0. 0. "1. 7. 2L 4 3L 2. 0. 0. 5. 25. Ÿ"8 Ÿ"1  11 2•8•2. Teorema de Laplace aplicado à 1ª coluna. "1 • Ÿ"25 " 35   15 2•2. 44. "1. 7. 5. 25.

(6) 2 "2 2 2. Seja A . 0 2. 2 "2 2 b) Pela alínea a). 1. 0 2. 1 "1 0 a 11 Ÿ"1  11. Resolução: a). a 21 Ÿ"1  21. . 0 2. 1 2. 2 "2 2. 1. 1 "1 0. 2L 3 "L 1. 0 2. 1. 0 0. "2. 1 2. . •2. 2 1.  "4 p 0. 0 "2. a 31 Ÿ"1  31. Como o |A|  "4 p 0, conclui-se que as suas filas são linearmente independentes, pelo que é invertível.. ¯ C3¬ C2. 2. 1. "1. 0. "2. 2. "1. 0. "2. 2. 2. 1. 1; a 12  Ÿ"1  12. . . . "2; a 22  Ÿ"1  22. "6; a 32  Ÿ"1  32. 1. "2 "6. 1. "2 "2. "2. 0. AdjŸA  . 2. b) i. Para a  0,. 2. 2a. "1. b. ¯. 2. 2a. "1. b. "4. "1 " 3a. "3. 1. L 2 2L 1. 0. "1  a. "5. 1  2b. "2. "1. L 3 L 1. "1. "2  2a. 0. ¯. 2. "1. 2a. b. 0. "5. "1  a. 1  2b. 0. "2. "2  2a. "1  b. 5L 3 "2L 1. "2. a 11 Ÿ"1  11. "1  b. 2. "1. 2a. b. 0. "5. "1  a. 1  2b. 0. 0. "8  8a. "7  b. a 21 Ÿ"1  21. a 31 Ÿ"1  31. 0. 1. 1. 0. 2. 2. 1. 0. 2. 2. 0. 1. – a  1 7 b  7 « rŸA   rŸA|B   2. Sistema Possível Indeterminado, com GI  1. – a  1 7 b p 7 « rŸA   2 p 3  rŸA|B .. y. "1. 1. "3. "2 "1 "1 | A |. . "1. "3. "2. "1. 0. "1. "2. 1. 0. "1. "1. "3. A. 1 2. 2. 0. "1. 0. 1. "5. L 3 L 1. 0 "1 "2. 2 • Ÿ"1  11 . 1. "5. "1 "2. "16. "1. . 1. 2a. "4. "1. "3. "2. "1. 0 "2  5a "7. "2. L 3 2L 1. 0 "2  2a "2. 0. "2  5a "7 "2  2a "2.  "10  4a. detŸA " I 3    detŸI 3   · "10  4a  1 · a  11 4 51. "2. 1. "1. 2. "2. 0. 2. . 0. . 4. "3 "1. "2.  "1; a 32  Ÿ"1  32. "5 T. Assim, AdjŸA   ¡a ij ¢ . 2. "1. "2. "1. 2. "1. "4. "3. a) Discutir, em função dos parâmetros reais a e b, o sistema de equações lineares definido por AX  B. b) Sendo a  b  0: i. Calcular AdjŸA . ii. Usar a alínea anterior para resolver AX  B. iii. Utilizando a Regra de Cramer, confirmar o valor de y obtido na alínea anterior. c) Determinar os valores de a para os quais detŸA " I 3    detŸI 3  .. 0 "1.  2;. a 13  Ÿ"1  13.  "4; a 23  Ÿ"1  23. a 33  Ÿ"1  33.  10;. "4 "2. "1. 6. |A| . "2. 2. 0. "2. "2. 2. 0. "1. 0. "1. . 2. 0. "1. "1. "3. L 2 2L 1. 0. "1. "5. L 3 L 1. 0. "2 4. "4. 2 "4. "1. "2. "4 10. 6. 4. Teorema. .  7 8. d. d"1. 1 2. 0. 1. 2a. 2b. 2c. "2. A. ".  "2. 1 16. "5 "1. XA B". 1 16. "2. 5 " 16. " 18. 2. "4 10. 6. 4. 1 8 3 8. 1 4 " 14. 2. "1. 2.  4, calcular. 1. 1. b. 0. 1. c. 2. 1. « AX 1. d " 12. d. d"1. 1 2. 0. 1. 2a. 2b. 2c. d. d. d. . 1 2. 0. 1. 2a. 2b. 2c. " 0. 2. "4 10. 1. 6. 4. "2. "1. AX 1 e multiplicação de L 2 por 2. Multiplicação de L 3 por 12. Transpondo |A||A T |. . 0. d 2. «. «d. «d. "1. 1 2. 0. 1. 2a. 2b. 2c. 0. 52. ". "2. "2. ". "14 6. 1. 1. 1. 0. 2. 2a. 2b. 2c. 1. 1. 1. 1. 0. 2. a. b. c. 1. 1. a. 1. 0. b. 1. 2. c. 1. 4. 4. 4. 4 C 1 —C 3. «. "d. a. 1. 1. b. 0. 1. c. 2. 1. 4«. 53. 3 " 16. 3 1 16. 4. " 12. "5. "2. 1 16 " 58 1 8. 50. a. "1. "2. "1. "5 "1. Resolução: Note-se que d p 0, uma vez que, caso contrário, o determinante teria que ser 0 em vez de 4.. decomposição do determinante. 2 • Ÿ"1  11. de Laplace. Logo,. "1. 2. 2. d" 2. 1 "1. z. 47. "4. a 22  Ÿ"1  22.  2;. "1. L 2 4L 1.  1 • Ÿ"1  11. 2. "2. "1. 4. Utilizando apenas as propriedades dos determinantes e sabendo que. "4 "2 " 3a "3 "2. . "2. b e B. y. b) ii. A solução do sistema obtém-se do facto de, para matrizes 1 AdjŸA , há que invertíveis, se ter AX  B · X  A "1 B. Como A "1  |A| calcular o valor do determinante de A:.  "5; a 12  Ÿ"1  12. 1. "16. 2a. "1. x X. ;. 3 2 1 2. 1 2 1 2. " 14. 2. 1. "1. 2a. "4 "1 " 3a "3. 49. L 2 2L 1. 1. "2; a 33  Ÿ"1  33. . A "1 . ,. "2. c) Cálculo de detŸA " I 3  : detŸA " I 3   . "2; a 23  Ÿ"1  23. . 0. "1. 0. Sistema Impossível.. b) iii. Regra de Cramer para calcular o valor de y: 0. a 13  Ÿ"1  13. 4. 48. 2.  1;. " 14. – a p 1 7 b  IR « rŸA   3  rŸA|B . Sistema Possível Determinado.. "4. 3. Sejam A . 46. Resolução: a) Condensando a matriz completa do sistema ¡A|B¢:. "2. AdjŸA   " 14 AdjŸA . "2. 45. ¡A|B¢ . 1 |A|. 1 "1 0. a) Verificar que as linhas de A são linearmente independentes. b) Recorrendo a determinantes, calcular A "1 .. 2 "2 2. 2  "4. Logo A "1 . 1. a. 1. 1. b. 0. 1. c. 2. 1.  " 4d. . 7 8 " 38.  "16.

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