Análise de Sistemas
JOÃO JORGE DA CUNHA
Do Instituto de Estudos Avançados do Centro de Programação e Inform ática
~ t : r . r * » •+ * J
1. Introdução. — 2. Normas práticas. — 3. Fluxogramas. 4. Gabaritos de fluxogramas. — 5. Roteiro. 6. Anexos: I Diagrama de blocos representativos de um projeto de sistema (Fe deração Nacional dos Bancos). II — Fluxograma de sistema. III — Fluxograma de processamento. IV — Fluxograma de programa. V Programa gerador de relatórios elaborado por alúno do Curso de Âriálisé do Instituto de Estüdos Avançados. VI Definições e conceitos.
in t r o d u ç ã o
Chama-se análise de sistemas à metodologia científica Çue permite o exame racional de estruturas informáticas, obje- uvando o aperfeiçoamento de seu desempenho.
A preocupação do homem com o tempo e com o conhe- C|mento (inform ação) foi sempre dom inante. Enquanto, porem, 0 conhecim ento aumentou de modo a se ter ameaça de um 6s*ado entrópico, o tempo continua do mesmo tamanho^ DaJ ® construção das máquinas ou sistemas que, pela rapidez de [fação aos estím ulos originados do homem e pela capaciaaae Pràticamente ilim itada de armazenar informações,
possibiiita-o aprpossibiiita-oveitam entpossibiiita-o dêsse imenspossibiiita-o esfpossibiiita-orçpossibiiita-o intelectual npossibiiita-o empo disponível e invariável.
A análise dêsses sistemas informáticos é feita em várias aPas, conforme aparece na figura 1, as setas indicando o pr°cesso interativo da análise.
Figu ra 1 — Processo* do Análise de Sistemas
Dois dos cinco elementos da figura serão discutidos resu midamente: definição do problema e seleção de objetivos.
A definição do problema é um ponto crítico. Um en dimento vago da situação impede uma análise objetiva, qüentemente, o que parece ser um problema é realmente sintoma de algum problema menos óbvio.
A importância da seleção de objetivos pode não ser ev^ dente por si mesma. Há dois diferentes tipos de objetivo> • relacionado com o sistema físico e o relacionado com os cu a qualidade e a velocidade de operação.
A compatibilidade com outros sistemas, sua
para futuras exigências, a extensão do tempo na qual o si s deve ser usado, estão incluídos no segundo tipo de 0 ! terna e devem ser estabelecidos antes que os parâmetros do si físico sejam determinados.
O objetivo fundamental da análise é a im p la n ta ç a o ^ um nôvo sistema, cabendo ao analista argumentar que, outras vantagens menores, o nôvo sistema:
a) possibilitará diminuição de custos; b) aumentará a produtividade;
c) será mais eficiente.
preO' Em atendimento aos objetivos o analista deverá s Q^ e- cupar, no projeto do nôvo sistema, com os cinco Ms: m
NORMAS PRATICAS Os objetivos podem ser alcançados através da aplicação das seguintes normas práticas:
1) Escreva os objetivos. Isto permite que o pensamento fique claro e que outras pessoas tomem conhecimento do que 0 analista está pensando.
2) O analista deve distinguir, cuidadosamento, os fins dos ^eios. Por exemplo, o controle de documentos é um fim, mas 0 formulário que permite êsse contrôle é um meio.
3) O analista deve realizar testes de consistência. Al- 9uns dos objetivos selecionados deverão ser modificados por falta de consistência. Por exemplo: diminuição de custos nos dois primeiros anos de funcionamento do nôvo sistema.
4) O analista deve realizar vários testes para verificar se as idéias expostas estão completas. Por exemplo: mesa-re- donda com os administradores do sistema.
5) o analista deve comprovar a viabilidade dos objetivos 0rmulados. Será provável conseguir aquilo que se está objeti vando? Os objetivos foram escalonados numa seqüência de Prioridades?
6) O analista deve se prevenir contra incertezas. Deve Usar um fator marginal nas suas estimativas. Por exemplo, se ^ dos objetivos é aumentar o volume de serviços, deve ser
ernbrado que a demanda tem um limite.
7) o analista deve distinguir as questões lógicas de ques- °es de valor, isto é, deve estar certo de que conhece o que
Possível conhecer. Não deve usar dados imprecisos quando 0r Possível obter dados exatos.
8) o analista deve objetivar ainda: (1) tornar fácil o aces-o daces-o usuáriaces-o aaces-o sistema; (2) taces-ornar fácil aces-o usaces-o daces-o sistema; ^ ) tornar fácil a operação do sistema; (4) estabelecer regime de
° nfiança entre o pessoal do sistema.
A seleção de objetivos é realmente fundamental em tôda ^álise. Se o analista seleciona os objetivos corretamente, mas ap encontra as soluções corretas, certamente subotimizou sua °lução. é um êrro fàcilmente corrigível, utilizando-se outra So|Ução.
Se, por outro lado, o analista não selecionou os objetivos que deveriam refletir o que desejaria fazer, resolveu o pi-0' blema erradamente, apesar de ser boa a solução dada.
FLUXOGRAMAS Ao analisar o sistema existente e ao projetar o nôvo sis tema, o analista precisa desenhar fluxogramas.
Os fluxogramas são representações simbólicas dos ele mentos de um processo e das relações entre êsses elemento arrumados de uma forma padronizada, a fim de facilitar a co municação. Sua função é expor o padrão do fíuxo de trabain ou o processo de maneira tal que o usuário pode percebe ràpidamente todo o processo.
Adotando a terminologia da semiótica, diríamos que fluxo grama é uma linguagem analógica de caráter icônico.
Os fluxogramas têm muitas vantagens, sendo que a mais importante é a simplicidade, quando comparados com u narrativa do mesmo processo. Numa narrativa os tópicos s tratados um de cada vez. É muito confuso tentar descre em forma narrativa diferentes ações Ocorrendo simultane mente. Com um fluxograma, pelo contrário, pode-se indicar acontecimentos paralelos sem dificuldade. O usuário pode dicar sua atenção a um detalhe do diagrama, sem ser distrai por descrições não pertinentes.
Algumas normas práticas são apresentadas a seguir pa]j® desenhar fluxogramas de sistemas: comece com um slS esquemático, contendo poucos detalhes; detalhe ós proce ^ complexos; examine as entradas de modo a estar cer o que compreehdeu as diferentes peças de entrada exlS:enCjeu análise, a seguir, as. saídas e esteja certo de que as ente e que são aquelas que você deseja que o sistema de fatc' ” duza. Esquematize as entradas e saídas para determin fluxos de cada uma. Você pode seguir as entradas atrav ^ processos numa direção ou traçar as saídas em direção ^ trária. A maioria das análises envolve uma combinaça ^ Q ambos os procedimentos. Em cada caso, entretanto, voc n0 terminar com uma compreensão do fluxo dêsses eiemen trada sistema. Em geral, é preferível seguir cada espécie de e r através de suas terminações e então seguir outra e asSma_ O diante, até que você possa combiná-las tôdas no diagr3 g se- conhecimento dos gabaritos de fluxogramas apresentado guir é indispensável nos trabalhos de análise de sistema
GABARITOS DE FLUXOGRAMAS: Há 4 diferentes tipos de símbolos usados em fluxogramas:
a) símbolos gerais, que podem ser usados para descrever, Virtüal- fnente, qualquer sistema, esteja ou não relacionado com o computador.
a.1 — Processamento
Um grupo de instrução que anunciam uma função de processamento de programa.
a. 2 — Entrada/Saída
Qualquer função de um dispositivo de entrada/salda (fornecendo informações para processamento, gravação, Posicionamento da fita, etc.).
□
a
a .3 — Linhas de fluxo
indicam os sentidos dos fluxos.
a. 4 — Decisão
Símbolo utilizado para indicar a possibilidade de ^esvlós para diversos outros pontos do programa, de acôrdo com situações variáveis.
O
a .5 ■— Anotação
Inclusão de uma aplicação adicional. |
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t>) símbolos específicos.
b.1 — Documento
Documentos e relatórios de tôdas as variedades.
b .2 — Operação de teclado
b.3 — Arranjo seqüencial, Intercalação
Uma operação em processamento de classificação ou Intercalação.
b .4 — Memória fora de linha
Memória fora de linha, em fichas, cartões, fitas mag néticas ou perfuradas.
b .5 — Fita transmissora
Uma fita de máquina de somar ou de prova.
V
□Observação: Os símbolos descritos até agora não têm, n e c e s s à r i a m e n t e , relacionamento com o processamento de dados ou computadores. O 9 po de símbolos descritos a seguir, entretanto, pertencem às opei-3? de processamento de dados.
c.1 — Cartão perfurado
Tôdas as variedades de cartão perfurado. Ç
c . 2 — Fita magnética
(~)
Componente de armazenamento de dados.
c . 3 — Acesso aleatório de disco ou tambor j
J
c .4 — Fita perfuradaFita de papel ou plástico.
c . 5 — Teclado em linha
Informação fornecida ou recebida de ou por um computador, utilizando um dispositivo.
c. 6 — Exibição
c . 7 — .Operação manual
Uma operação manual fora de linha, sem Intervenção
de dispositivos eletromecânlcos.
O
c . 8 — Operação auxiliar
Uma operação de máquina que suplem enta a função
Principal de processam ento. I— '
c . 9 — Modificação de programa
Uma Instrução ou grupos de Instruções que modi- /
ficam o programa.
---c. 10 — Processo pré-definido
Um grupo de operações nôo incluídas no diagram a / v
da blocos. '___ /
c. 11 — Ligação de comunicações
Uma transm issão autom ática de inform ação, entre lo-
cai* diferentes, através de linhas de com unicação. ' —
Além dos sím bolos já descritos, há um pequeno grupo de símbolos Çue auxiliam a com preensôo do diagram a, tanto para o autor com o para ° u,ras pessoas:
d.1 — Conector (de operação)
Uma entrada ou uma salda de ou para uma outra Parte do diagram a em blocos.
d -2 — Conector de página
Uma conexão utilizada para in d ica r uma entrada ou a da de ou para outra página de diagram a.
d . 3 — Direção de fluxos
A direção do fluxo de dados ou de processamento.
d -4 — Terminai
0 ponto de Inicio, térm in o ou interrupção de um Pr°3rama.
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ROTEIRO
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-Para se realizar uma análise de sistema é necessário, in r cialmente, elaborar um roteiro padrão. Existem muitos dêsses roteiros e o que apresentamos a seguir é resultante de diversos seminários realizados pela Federação Nacional dos Bancos.
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r o t e ir o p a d r ã o
rintro dução . :
Planejamento de sistemas. Objetivos do planejamento.
' Fases principais do estágio de planejamento de sistemas. I — A fase preparatória
1. Definição do projeto e. .autorização de estudo. 2. Organização do projeto:
À. Estruturação do comitê de assessoríâ e da equipe do projeto.
B. Método de trabalho da equipe do projeto.
C. Seminários técnicos de processamento de dados-II — Fase de investigação inicial
1. Objetivos.
2. Introdução ao planejamento de sistemas.
3- Passos a serem seguidos durante a investigação in‘c‘ A. Elaboração e distribuição de formulários e quest' nários.
oSsam B. Orientação dos níveis gerenciais para que P q S formular adequadamente suas necessidades e preeric
formulários próprios. •>
-C. Desenvolvimento independente de novas idéias sistemas pela equipe do projeto.
E. Seleção de áreas de aplicação para futuro desenvol- virriento do sistema.
F. Estabelecimento inicial de prioridades. III — Fase de estudos preliminares
1. Introdução. 2. Retrospecto.
3. Determinação dos limites do projeto. A. Revisão e resumo das conclusões.
B. Identificação das áreas-problema.
_ C. Estabelecimento dos requisitos básicos de informa- Çao.
4. Identificação preliminar dos benefícios. 5. Descrição dos objetivos.
6. Elaboração de um plano de trabalho para a fase de p ar>ejamento detalhado de sistemas.
A. Identificação das tarefas individuais a serem cumpri-Organização do trabalho de planejamento de sistemas. C. Identificação dos recursos humanos e materiais a se- ^ alocados.
D. Estruturação do esquema de desenvolvimento do pro-Alocação de recursos humanos.
Definição de responsabilidades.
çari)G- Determinação dos custos estimados e dos ajustes or-p0 . ^ Revisão final dos resultados obtidos na fase II e com-
'Ção de um resumo de nível gerencial.
^ — Fase de planejamento detalhado de sistemas. 1 • Introdução e objetivos.
2- Levantamento dos sistemas vigentes.
Utopia ^ ons*ruÇ®° c*a arquitetura dos sistemas substitutivos Postog Especificação geral dos programas dos sistemas
pro-5. Definição da configuração do equipamento recomen dado.
6. Processo de escolha do equipamento.
A. Estabelecimento de critérios de avaliação de equipa mento.
B. Elaboração da documentação de sistemas.
C. Elaboração e expedição de cartas-convites aos fabn cantes de equipamentos.
D. Avaliação das propostas apresentadas.
E. Elaboração e estudo de contrato com o fornecedor. 7. Definição dos recursos humanos, materiais e organi zacionais disponíveis.
8. Estimativa de viabilidade econômica do projeto. 9. Estrutura final do esquema completo de desenv°lvl mento do projeto e estimativa de seus custos e orçamento
10. Revisão geral e preparo de um relatório conclusiv 11. Apresentação e discussão final do projeto.
12. Encerramento dos trabalhos da equipe do projeto-a n e x o s
Dada a natureza introdutória dêste trabalho cons'.d^ a^ido o interêsse na divulgação de alguns documentos que te urs0s- utilizados pelo Instituto de Estudos Avançados em seus
Os documentos que aparecem aqui sob o título de a
são os seguintes: ^e
I — Diagrama de blocos, representativo de um proíet sistema (Federação Nacional dos Bancos).
II — Fluxograma de sistema.
III — Fluxograma de processamento.
IV — Fluxograma de programa.
aiu-V — Programa gerador de relatórios, e,abor? c,°nCados’ no do Curso de Análise do Instituto de Estudos Ava
SEQ.
OBJETIVO RESPONSABIL. DIAGRAMA. DE BLOCOS
Obter decisão Iniclál e .designar o. diretor responsável
Designar ó líder do projeto, seus au- xiliares e a composição do comitê de assessoria 4 •
Estabelecer’ procedimento e normas de trabalho
Prover a gerência de conhecimen tos básicos de P .D .
Obter informações iniciais
Direção do banco* Diretor respoosá- vel do projeto . Diretor responsá vel e lider do projeto .Líder do projeto Líder do projeto e analistas
SEQ. OBJETIVO
10
Auxílio aos gerentes e mais sistema- tização no registro das informações
Definir idéias independentes com ba se em conhecimentos técnicos de O & M e P.D .
Consolidar e avaliar as informações obtidas e idéias independentes
Escolha das áreas para futuro desen volvimento
Fixar primeiras idéias sôbre priori dades RESPONSABIL. Analistas Líder do projeto e analistas Líder do projeto e analistas Diretor responsá vel, líder do pro jeto e comitê de assessoriá Líder do projeto e analistas DIAGRAMA DE BLOCOS Orientação dos níveis gerenciais Desenvolvimen to independen te de novas idéias • Consolidação e avaliação de informações Seleção de áreas de aplicação Estabel to inic priori ecimen- ial de dades
12 Delimitar mais precisamente os tra
balhos
Analistas
14
Identificação dos benòfícios globais do projeto *
Revisão dos objetivos, sistema a sis tema
Elaborar o esquema de trabalho da fase subseqüente
Revisão da matéria obtida até esta data Líder do projeto’ e analistas Líder do projeto e analistas Líder do projeto, analistas e equipes auxí- liares Diretor responsá vel, líder do pro jeto e comitê de
17 Verificar o funcionamento dos atuais sistemas
t8 . Construção do fluxograma dos siste mas propostos, lay-outs de E/S, volumes e projeções.'Primeiro es tabelecimento da configuração do.
equipamento
19 Çonfirmáção »do diagnóstico da con- ■ figuração do equipamento
20 Definição, da configuração obtida
21 ; Determinar o tipo è çustos do equi pamento Analistas e equi pes internas auxiliares * Líder dò projeto • e analistas. * .Analistas Líder do projeto Analistas Diretor responsá vel, líder do pro jeto e analistas •Levantamento dos sistemas vigentes Construção da arquitetura ‘ dos novos sistemas Especificação geral dos- ■•programa? 'Definição da configuração do equipamento Processo de . escolha de equipamento
FÔ LH A 0 E DADOS FÔLHA DE DADOS PARA ATUAUZAÇAO D A D O S PROGRAMA L IS T I DE CLASSIFICAÇÃO E INTERCALAÇÃO p r o g r a m a d e A T U A LIZ A Ç Ã O LISTAGEM OOS NOMES DAS R E V IS T A S DADOS PROGRAMA L IS I BI DE IN T E R C A L A Ç Ã O DAS B IB L IO T E C A S LIS TA G E M DOS RESULTADOS DE L IS T IB I FLUXOGRAMA DE SISTEMA
FL U XO G R AM A DE P R O C E S S A M E N TO
FILE
CALCULATION
DESCRIPTION
ANEXO IV
FLUXOGRAMA DE PROGRAMA Etapas
1) Antes do 19 registro ser lido, o programa prepara e irT1Prime qualquer informação de cabeçalho que aparecerá na ^ Página do relatório. Depois o programa prepara e imprime qualquer informação-detalhe ou de cabeçalho não condicionada Pe|o "overflow” de página.
2) O programa testa a condição de indicadores ON e OFF. um dêles estiver ON o serviço pára.
3) o programa testa a condição de fim de arquivo (End of ^e)- Êste teste determina se o último registro foi processado.
4) Se não ocorreu um fim de arquivo, o programa lê nôvo re9istro seguinte.
5) Começando com a 1? especificação da fôlha de Input, ° Pr°grama identifica o tipo de registro que foi lido. Quando o ..lp0 de registro foi identificado um “ Resulting Indicator se h9a o n.
6) Se uma quebra de controle ocorreu, um ou mais indi ç^o re s (LI, L2, etc.) se ligam e o programa vai para a etapa
So contrário, o programa segue etapa 7.
Neste instante, o computador testa a condição de deV^ 0w" de Pagina. Se um canal 12 foi sentido, o indica or
°verflow” fica ON.
R) Quando um dado é lido, todos os dados do registro sao CarÜ^a^0s temPoràriamente. Agora o programa move es e rontP° S de dados especificados na fôlha “ Input para uma ie
.e ^ rea de memória. Esta nova área guarda sòmen e o ° s que serão usados depois para cálculos de saída.
9) Se cálculos em tempo de detalhe foram especificados, êles são feitos. Êsses cálculos são feitos na ordem em due foram apresentados nas especificações. Após os cálculos terem sido computados, o programa processa registros-detalhe e ca beçalho. O programa continua a processar registros-detalhe, um de cada vez, até que todos os registros tenham sido lidos ou uma quebra de controle ocorra.
10) Se ocorre uma quebra de controle, os cálculos em tempo de total são feitos.
11) Após os cálculos terem sido feitos, o programa faz com que tôdas as linhas de total para aquêle indicador de níve de controle que estiver ON sejam impressas ou perfuradas.
12) Se o indicador de último registro estiver OFF, o Pr° grama deve testar “ overflow” de página (etapa 7). Se o in 1 cador de último registro estiver ON, o computador deve para • As conclusões a serem tiradas do fluxograma são as se guintes:
a) Os cálculos são feitos antes das linhas de saída serem produzidas.
b) Os dados de um registro que motivaram uma quebg_ de controle não são usados até que totais para o grupo rior sejam computados e produzidos como saída.
c) Um indicador de parada, se estiver ON, pára o cor^ | e tador após todo o processamento de complementação daq registro.
COMEÇAR p r o c e ss a r REGISTROS DETALHADOS ECABEÇALHOS LJGAR INDICADORES U - L9 * LR INTRODUZIR REGISTROS OETERMINE TIPO REGISTRO IMPRIMA PERFURE TOTAL COMPLETE 0 TEMPO TOTAL DE CALCULO INDICADOR LR s_ "ON" ? / QUEBRA DE CONTROLE IMPRIMA LINHAS OVERFLOW OVER F L O W ' DE PAGINA? «EMOVA CAMPOS OE DADOS PA*A DIFERENTES AREAS MEMÓRIA COMPLETE TEMPO DETALHE CÁLCULOS COMPUTADOS FLUXOGRAMA DE PROGRAMA
t S ! ! S S ! 5 t » : S S s n S ü t i ! l í 4 i l S Í S S 5 í S S í S !! S 5 S “ s * 5 S i : : i i : * ; í s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s s f í í í í í l s s l l s o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o z z Z z í o o o o o o o o o o z z z z z z z z z z o o - z a < o z ar < UJ u ar tu W í- I « < O - N 10 O * z H >- H o — ~ N « o « a n * * « « « « > > (0 «-■ < z a o a u ui ►- a < r o * i W UJ <• > H _J o < “ 8 bJ Q. O o a < o « o X < < a or o o m «/> a ►-o < ►-o ►-o a -J ar a a uj < uj * * o a u. u. U. Cl o o o o o o o o « ti ~ N n « m <o n O O o o o o o <M N N « N NN O o o o o o o n * m <o n « o o o 0 o ° ° ° O 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 ° ° , « « * £ S ® 2 - ) 5 ’ ! S S . - s s * PO HT O ^
DEFINIÇÕES E CONCEITOS A Análise: Uma investigação metodológica de um problema e a separação do problema em unidades relativamente menores, Para posterior estudo detalhado. Processo de julgamento huma- n°. que pode ser alcançado com auxílio de computador e que f®sulta em avaliação, solução de problemas e descoberta, contri buindo, também, para a adaptação e progresso em sistemas objeto 17
Análise de Sistemas: As etapas ou operações envolvidas ri° estudo das características de um problema.
O exame de uma atividade, procedimento, método, técnica empreendimento para analisar operações existentes e deter- ^'Har como êles podem ser melhor realizados.1
Acurada: Forma correta da saída de um sistema de infor- mação. ■
.. Analista de Sistemas: O analista de sistemas é um especia-
'sta responsável pela idealização do sistema, pelo fluxograma ® Programa, pela idealização do sistema avançado ou pe a uministração de programas. Um analista típico deve ter um Urrfculo equivalente ao de um engenheiro com 3 ou mais anos ,.® exPeriência como programador avançado. Deve possuir ha i- ades em programação e ser capaz de projetar um programa d0rn recursos próprios ou em colaboração com outros analistas
e sistemas ou engenheiros.
Pessoa especializada em definir e desenvolver técnicas p ra a solução de um problema. Especialmente as técnicas
ara soluções em máquinas eletrônicas.
Arquivo: Uma coleção ordenada de informação direciona °*e acôrdo com alguns objetivos.19
riacj ^ r7rani 0: Disposição de dados numa ordem predetermi o
nh0 ,^ a'xa Preta: Um sistema cujos trabalhos atuais não são co at v'd° S e cujo comportamento somente pode ser es
es dos valores de entrada e saída.20
dos Canal: Um meio de comunicação para tran®m's®?J? i^ ijn a - çgf. entre dois ou mais pontos. Também chamados linha, g
Comunicação: O fluxo da informação de um ponto (a or'" gem) a outro (o receptor).7
Compatibilidade: Característica de computadores pela qual um computador pode aceitar e processar dados por outro computador sem conversão ou modificação de código.
Compatibilidade: Significa a habilidade de expandir o.sjf.1®] ma, sem ter que mudar as características das unidades indivi duais. 20
Configuração: Um grupo de máquinas que são i n t e r c o n e c
tadas e são programadas para funcionar como um sistema. Cibernética: Estudo da comunicação e controle em máqui nas e organismos vivos. Teoria do controle e da comunicação n máquina e no anim al.28
Cultura cibernética: É um sistema cibernético com re9r?^ internas, elementos humanos, o homem na curva de realizaç e valores variáveis e com petitivos.6
D
Distribuição do tempo (time-Sharing): Torna possível a c e s s o
direto simultâneo a um banco de dados. 19
Um método de operação em que os serviços do cor!!^g, tador são distribuídos por vários usuários para diferentes ^ lidades ao mesmo tempo, pelo menos aparentemente. Se que o computador seja utilizado para cada usuário em seq cia, a grande velocidade do computador faz com que se p que os usuários estão todos usando-o simultâneamente.
Diferencial semântica: Uma escala de medição de a t i t u d e
Diagnóstico de Sistemas: Além de testar um
individual, o diagnóstico de sistemas utiliza o sistema inte agse. modo semelhante ao seu curso operacional. Os p r o g r a m a s _
melhando-se aos programas operacionais serão usados in ferência aos programas sistemáticos que exigem esque gicos. Isto detectará, normalmente, falhas de funcionam sistema, mas não isolará os componentes das falhas.
Documento: Qualquer instrumento contendo registro )r|for- dos, não importando sua forma física ou característica ■ mação grupada e registrada, capaz de ser manuseada e ^
Documentação: A preparação, manuseio e d i s t r i b u i Ç
Descritor: Uma palavra ou combinação de palavras usadas Para descrever um conceito num documento ou outro material 'nformativo.
E Enderêço: Uma representação codificada dá destinação de dados ou de seu terminal de origem. Terminais múltiplos numa 'inha de comunicação, por exemplo, devem ter um único ende- rêço. 12
Estudos de Sistemas: O processo detalhado de determinar ürn sistema ou um conjunto de procedimentos para usar um computador para definir funções ou operações e estabelecer esPecificações a serem usadas para a seleção do equipamento adequado às necessidades específicas.
Eficiênc!a da Informação: A relação da atual entropia ne gativa com a entropia máxima, usando o mesmo conjunto de Sl9nos. 21
. Entropia: Uma mensagem de desordem ou de improbabili-
ade do próximo estado. A entropia tende sempre a crescer e é axima onde a seqüência de eventos é completamente impre- Qizívei. 21
q A informação não disponível num grupo de documentos. O au de desorganização numa configuração informacional. 19 ^ A mensuração da desordem num sistema. Um sistema ten-
Para o estabelecimento de uma distribuição uniforme de sua Sj®r9ia. Assim, no máximo de entropia tudo é uniforme e o
tenia não contém inform ação.20
Medida da energia não disponível num sistema termodinâ- c° fechado.
teoria informação, medida da quant ade de in- ^ação numa mensagem.
ga . Men°s precisamente, sinônimo da tendência para a desor- l2aÇão e a desordem em qualquer sistema o b je to .J8
p0 ^'c iê n c ia do Sistema: A probabilidade de que o sistema W 89 alcançar com êxito uma demanda operacional num dado
P° quando operado sob condições específicas. 1
Sq eficiência do sistema (E) é uma medida da extensão que reQir esPerar de um sistema para alcançar um conjunto de flènc'Sitos específicos. É uma função da disponib.lidade, depen-
F Fluxograma de Sistema: Representação gráfica do s'síerT!g no qual as informações fornecidas por um documento —- ' on — são transformadas em documentos finais.
Fluxo de Informação: A rota da informação (documento^ dados, feed-back, estatísticas, etc.,) enquanto desempenha s função de controle do ambiente manufaturado. 30
índice: Uma lis ta de referência ordenada, re la tiv a ao c teúdo de um arquivo ou documento, juntamente com <;ha'(eS|je- notações de referência para identificação ou lo c a liz a ç ã o daq les conteúdos.
Informação: Dado registrado, classificado, organizado, retè cionado ou interpretado dentro de um contexto ajustável a significado.
O significado atribuído ao dado por c o n v e n ç õ e s co nh e cidas. 2
Dado processado e avaliado, especialmente c o m o d e riva d
de uma coleção de documentos ou outros registros g ra fic ■ Conhecimento ou instrução adquiridos pelo receptor atrav de dado processado.7
Conhecimento de forma fatual, usualmente obtido de ^ tros, ou de qualquer dos vários meios de armazenamen . nado disponível por comunicação ou uso. 40
L Logon: A unidade para expressar a quantidade de 'p res- mação estrutural, diferente de METRON, a unidade para
sar a quantidade de informação métrica. 21 .
Média: Veículo para comunicação de idéias. ~° g0
Medium: A substância física sôbre a qual os dado ^ 7 registrados, tais como fita magnética, cartões p e rfu ra > ^
Mensagem: Conjunto de palavras, símbolos, imp
tricos ou furos, objetivando fornecer informação, ^açâ0
Modo de Apresentação: O modo pelo qual umf J jjn a . 1 de saída é apresentada para uso humano ou de maq
O Off-Line: Fora de circuito. Em telegrafia, fitas de papei fre qüentemente são perfuradas “ off line” e então transmitidas, usando o transmissor da fita de papel. 1112
On-Line: Diretamente no circuito. Em telegrafia, transmitir diretamente na linha antes que, por exemplo, seja perfurada a
lía para transmissão posterior. 11 12
. Operação de equipamento de E/S sob o controle direto da CP do com putador.7
P
P rogram ado re s: Êsses especialistas são responsáveis pela
p.rogramação e codificação de fluxogramas. Um programador 'Pico deve ter instrução equivalente ao 2? ciclo, com 1 ou mais n°s de experiência em programação, tanto em linguagem cien-
lca como comercial.
. P rogram ado re s a va n ça d o s: São especialistas capazes de
^esenvolver programas avançados, nivelando-se aos analistas e sistemas, principiantes.
. P rojeto de Sistema: O projeto de alguma combinação ho-
çi^^jnáquina, a fim de executar um conjunto de tarefas opera i s necessitadas.
P rojetar (design): Organizar mentalmente. Conceber como
Sen *0c*0 (um sistema). Inventar. O processo interativo para de- volver sistemas de engenharia desde que os recursos sejam Azados de acôrdo com os objetivos desejados.
R
Pele vâ n cia : (Precisão): A percentagem daqueles itens que
tfari recuPerados e que são relevantes para o requisitante. Num ciona SÍStema’ re*evanc'a e rePetiÇão são inversamente prepar
os ^ ecu p e ra çã o (Retrieval): A operação de recuperar energia
s6| UrP objeto prèviamente estocado. Recuperação envolve 1 cac~Ça° de um ou mais loci no qual há objetos usáveis: - a apli- egtg9? energia ao objeto ou objetos para determinar seu
0 e 3 perceber a energia apresentada pelo objeto. 21 d0 ^ 6a l’m e n ta çã o (feed-back): O reflexo de um sinal,
indican-resultado da ação, de modo a determinar futuras ações. -° Orjge^ eversã° parcial dos efeitos de um dado processo às suas
A parte de um sistema de comunicação que vai do recep tor à origem da mensagem.
Controle do sistema pela saída do sistema, isto é, um controle autocorrigível ou autocompensável . 7
Parte de uma volta do sistema que, automaticamente, traz de volta informação sôbre a condição sob co n tro le .28 ^
Informação obtida próximo ou no fim de um sistema que então, usada para modificar a entrada para o sistema, de ^ a ajustar a quantidade, a qualidade, etc., da informaça saída.30
Sistema: Uma coleção ordenada de fatos r e l a c i o n a d o s por
interação regular. Uma coleção organizada (de homens, nn nas, etc.) e os métodos requeridos p a ra alcançar um o d j _ e s p e c ífic o . O exame de uma atividade c o n s id e ra n d o -s e
cessos, métodos e técnicas a serem utilizados nessa ativi Para se determinar o que deve ser conseguido e como as rações necessárias podem ser realizadas.
Sistema adaptativo: Um sistema adaptativo c o n t i n u a a ^
cançar seus objetivos diante de um amb ente em muta^ntoS.6 da deterioração na performance de alguns de seus e le m e
Sistema comp!exo: É definido como um sistema comp de conjuntos de subsistemas interconectados.6 5
S:stema (outros conceitos): Um arranjo regular ou ° r q
de componentes ou partes numa série ou todo conegCeSsá- interrelacionado; uma série ou grupo de componentes n
rios a alguma operação.21 ^
Um agregado ou conjunto de objetos unidos de ^ ^ forma de interdependência ou interação local; um 9rup.e ^odo versas unidades combinadas natural ou artificialmente' sQ errt a formar um todo integral e funcionar, operar ou mo de uníssono e, freqüentemente, em obediência a alguma ^ sjSte- controle; um todo orgânico ou organizado; o univers ,
ma solar, o sistema nervoso. mecâ'
Um sistema é uma coleção de elementos humanos c0[T1urn nicos integrados para alcançar um desejado obJ L energia pela manipulação e controle de materiais, informaç >
e pessoas. p0r
É possível pensar em sistemas como caractegjS avaf1?3’ seus objetivos ou por seus elementos ou pela s u a rn ^ ^ c0n' da tecnologia. Assim, tem-se sistemas de cornando^
A combinação de dois ou mais subsistemas ou conjunto equipamentos geralmente separados fisicamente quando em °Peração (p. ex„ aviões com todos os seus subsistemas elétri cos, eletrônicos, hidráulicos e pneumáticos).1
Sistema é uma coleção de diversos elementos em intera- Ção e que funcionam (comunicam-se com um ambiente espe- C|fico para processar informação de modo a alcançar um ou ^ais objetivos desejados). A realimentação é essencial. Alguns e seus "inputs” podem ser estocásticos e uma parte de seu arnbiente pode ser competitiva.®
_ Uma coleção de partes unidas de alguma forma de intera- ^ao re9ulada, um todo organizado. 19
Uma coleção de operações consecutivas e procedimentos equeridos para cumprir um objetivo específico numa atividade,
r9anização ou ambiente.
t Um conjunto de objetos unidos para formar uma unidade ncional. Qualquer conjunto de objetos ou eventos relaciona is , inclusive a organização coletiva de informações que pos- m am: os meios de adquirir, armazenar, transmitir, controlar ou timSrn° Processar tais informações; tudo em relação, mas dis- ria H ambiente externo no qual o comportamento e a histo-
d0 sistema-objeto são envolvidos.
Síntese de Sistemas: O planejamento de procedimentos pa-
Sa resolver um problema. Isso pode envolver, entre outras coi- talh 3 ana^se do problema, a preparação do fluxograma, o de- arT1ento, a experimentação, o desenvolvimento de sub-roti- de ' a. al°cação de espaços de armazenagem, a especificaçao tad9ráfi-cos entrada e saída e a incorporação de um compu- 0r nôvo num sistema de processamento de dados completo.
S alários:
Se9uint Sa^ r'os nos Sistemas de Informação dos EUA são os
a) A n a lista s:
1 • Especializado: US$ 3 0 0,00/semana 2. Experimentado: US$ 2 0 0,0 0/semana 3 - Principiante: US$ 1 50,0 0/semana
k) P ro g ra m a d o r:
Especializado: US$ 2 0 0,0 0/semana 2- Experimentado: US$ 120,0 0/semana 3 - Principiante: US$ 9 5,0 0/semana
c) Programadores com responsabilidades gerenciais: US$ 370,00/semana
d) Operador:
1. Especializado: US$ 128,00/semana 2. Principiante: US$ 88,00/semana 3. Tabulador:
Supervisor: US$ 150,00/semana
Supervisor-especializado: US$ 2 8 0,0 0/semana Principiante: US$ 88,00/semana
e) Perfurador:
1. Especializado: US$ 200,00/semana 2. Supervisor: US$ 123,00/semana
.3. Principiante: US$ 6 6,0 0/semana ^
Transmissão: O movimento de dados de um Ponío. mado origem para um ou mais pontos chamados recep
tanto por meios físicos como elétricos. 7 ^
Tratamento do sistema: Uma metodologia de s0,u^.°u se- problema que envolve uma análise do s is te m a atual e s ^ qüentemente, um projeto melhorado de um nôvo s is te m a .
Terminal: Qualquer dispositivo capaz de enviar e /o u reCQS
ber informação através de um canal de comunicaÇ^jC3das meios pelos quais as decisões do sistema são c o m u n je, ao ambiente que é afetado pelo mesmo. Uma 9ra , ^ mDres- dade de terminais tem sido construída, incluindo teie
soras, teclados especiais, dispositivos luminosos, tuD
dicos, unidades de radar, telefones, e tc .11 e 12 dados Um ponto numa rêde de comunicação no qual os
podem entrar ou sair. ^ a.
Um dispositivo de E/S destinado a receber ou de dos originais, como parte de um sistema de tran orruJnica' dados. Equipamento destinado a pôr o usuário em c cornpu- ção com um computador. Usualmente afastado d c0tT1pU' tador, junto ao usuário; requer programa e s p e c ia l n
tador'T 30 adas P°r
Thesaurus: Um léxico onde as palavras são 9rl^ a0u idéias; um agrupamento ou classificação de s in ô n im rrT1jn o ló ' se sinônimos; um conjunto de equivalentes c la s s e s
Um conjunto de palavras definindo a linguagem do usuário de um sistema de informação, geralmente associado com uma fista de sinônimos, a lista de freqüência de palavras e um con junto de regras associadas.
U
U topia: é um sistema cujos elementos são humanos, inclu
sive no processo de realimentação.8
V
V ia b ilid a d e : Viabilidade é a probabilidade de que o sis tema ou subsistemas operem da maneira desejada quando °Perado no ambiente encontrado. Viabilidade se relaciona ^°m a p e rfo rm a n ce do sistema. Se certas partes do sistema ^alham, a p e rfo rm a n c e projetada não é obtida. A degradação Pode ser parcial, quando, então, eventos de p e rfo rm a n ce s par la is são obtidos; quando a degradação é total, os eventos de
Perform ances são inteiramente insatisfatórios, a menos que
c°rreções de falhas sejam aplicadas. A viabilidade é, também, Relacionada com o custo: com p e rfo rm a n ce s reduzidas, devido a baixa viabilidade, há necessidade de se adicionar fatores de
C U S t 0 . 2 3
Viabilidade (probabilidade) e possibilidade são conceitos se confundem, mas, viabilidade é definida como a proba lidade de que um sistema se comporte como esperado para a Uração da missão, dado que o sistema esteja, inicialmente, no stado de partida. Para um sistema com ciclos já realizados, qual a média de tempo ocioso é muito menor do que a . edia do tempo de uso, a média de tempo de reparo deve ser ^mada muito abaixo da média de tempo ocioso ou os reparos , ao poderão ser feitos sem significativamente decrescer a
via-1 lc*ade do sistem a.83
A viabilidade é a probabilidade de um dispositivo realizar ri ,as finalidades adequadamente pelo período de tempo reque- . o,_ sob as condições de operação encontradas. Portanto, a viabilidade pode ser definida como a medida da atuação de '•'ternas com ê x ito .18
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