A síntese neo clássica: IS/LM
• O modelo IS LM é derivado dos trabalhos de
Hicks (1937) e Hansen (1949, 1953). Este
modelo apresentou um elevada influência no
direcionamento das políticas econômicas até
meados da década de 1960;
• Em princípios da década de 50, surgiu um
amplo
consenso
na
macroeconomia
que,
Modelo IS LM BP
•
A curva BP representa os pares (Y, i)
que satisfazem a condição de equilíbrio
externo (equilíbrio de BP)
→
Saldo BP
= Saldo Transações Correntes + Saldo
Capitais Autônomos = zero;
•
Ponto acima de BP representam
superávits no Balanço de Pagamentos
(BP>0) e pontos abaixo de BP
Modelo IS LM BP
• A curva BP é dada pela seguinte relação:
• Os sinais abaixo das variáveis indicam a
relação com BP.
−
+
=
− +
+ +
Modelo IS LM BP
• A inclinação da curva BP
→
vai depender do
grau de mobilidade dos capitais, isto é, vai
depender da forma como os capitais respondem
a variações nas taxas de juros.
• Uma inclinação maior (+ vertical)
→
reflete
menor atratividade da economia em relação aos
capitais internacionais
→
é preciso subir muito
os juros para garantir o equilíbrio do BP.
Modelo IS LM BP
A inclinação da BP depende:
• da Elasticidade dos capitais internacionais em
relação às taxas de juros (aversão ao risco,
liquidez
internacional)
→
quanto
maior
a
Elasticidade, mais horizontal será a BP
• da propensão marginal a importar (m)
→
quanto
maior
m,
maior
a
deterioração
do
saldo
transações
correntes
decorrente
de
uma
elevação da renda
→
o que irá requerer uma
Modelo IS LM BP
• Uma BP horizontal se aplica a uma economia
de pequeno porte e que se financia no mercado
internacional às taxas de juros vigentes no
mercado internacional;
• Neste caso, qualquer pequena diferença entre
a taxa de juros interna e externa provoca
profundos movimentos de capitais.
• Uma BP positivamente inclinada se aplica a
uma
pequena
economia
com
mobilidade
Modelo IS LM BP
• Uma BP positivamente inclinada também se
aplica a uma economia de grande porte com
plena mobilidade de capitais (que é capaz de
afetar as taxas de juros internacionais);
• Tanto
a
renda
quanto
a
taxa
de
juros
apresentam um papel importante no equilíbrio
de BP;
• Um
aumento
na
renda
provoca
uma
deterioração
das
transações,
elevando
a
Modelo IS LM BP
• Os recursos podem ser financiados de 2 formas:
1. Para o caso de uma grande economia, a
maior
demanda
por
moeda
estrangeira
pressiona a taxa de juros internacional o que
obriga ao país aumentar a taxa de juros
domésticas;
Modelo IS LM BP
Modelo IS LM BP
Sem
mobilidade de capitais
Mobilidade imperfeita de capitais em pequena
economia
Plena Mobilidade de capitais déficit
déficit
déficit superávit
superávit
Modelo IS LM BP
déficit superávit
OBS: A BP positivamente inclinada também se aplica a uma grande economia com perfeita Mobilidade de Capitais.
Modelo IS LM BP
Deslocamentos da BP
• Uma depreciação cambial provoca um aumento nas
exportações (X) e queda nas importações (Q), há um
superávit comercial. Para eliminar este superávit, a taxa
de juros deve cair para os investidores saírem – BP
desloca para direita;
• Um aumento na renda externa aumenta as exportações,
gerando um superávit na balança comercial. Para uma
mesma taxa de juros, a renda aumenta (as importações
aumentam) – BP desloca para direita.
Modelo IS LM BP
• Economia sem mobilidade de capitais
• É o caso de uma economia que não tem acesso
ao mercado de capitais internacionais, portanto,
não
há
movimentação
de
capitais
internacionais.
• Nesta situação: o saldo de capitais autônomos é
zero e a condição de equilíbrio do BP se dá
quando as contas de transações correntes
Modelo IS LM BP
• Considerando que são dados a taxa de câmbio
e a renda internacional, as exportações se
tornam uma variável exógena e as importações
são função crescente da renda (
);
• Com
e
, então em equilíbrio:
Políticas Econômicas no modelo IS LM BP
sem mobilidade de capitais
• Deve ser levado em consideração dois casos:
– Câmbio Flutuante – a taxa de câmbio se ajusta para
garantir a igualdade entre a oferta e a demanda de
divisas;
– Câmbio Fixo – o Banco Central intervém no mercado
de câmbio, vendendo moeda estrangeira quando há
pressões para desvalorização cambial e comprando
moeda
estrangeira
quando
há
pressões
para
Políticas Econômicas no modelo IS LM BP
sem mobilidade de capitais
Em E temos o
Equilíbrio
simultâneo
nos
mercados
de
bens, monetário
e externo.
Y Y1
i1
i LM
IS E
Efeitos de uma Política Monetária
Expansionista (com câmbio fixo)
Y Y
i1
i LM
1
IS 1
BP
LM2
Y i2
Equilíbrio inicial 1 Y=DA, MD= M/P,BP=0
Política Monetária Expansionista: ↑M → ↑M/P→ M/P>MD→ ↓i
↓i → ↑I → ↑DA → DA>Y → ↑Y Ponto 2 – Equilíbrio interno e Desequilíbrio Externo (BP<0):
↑Y → ↑Q → ↑demanda por moeda estrangeira → pressão para ↑ taxa de câmbio
Intervenção do Banco Central: BC compra moeda doméstica → ↓M → ↓M/P → M/P<MD→ ↑i
↑i → ↓I → ↓DA → DA<Y → ↓Y
Efeitos de uma Política Fiscal Expansionista
(com câmbio fixo)
Y Y1 i1 i LM1 IS1 BP IS2 Y2 i2 1 2 3 LM2 A B
Ponto 1 Equilíbrio inicial interno e externo: Y=D MD=M/P BP=0 Política Fiscal Expansionista: ↑G → ↑DA→ DA>Y → ↑Y ↑Y → ↑MD→ MD >M/P → ↑i IS se desloca para a direita.
Ponto 2 – Equilíbrio Interno e Desequilíbrio Externo (BP<0): ↑Y→↑Q→↑demanda por moeda estrangeira → pressão para ↑ taxa de câmbio.
i3
BC compra moeda doméstica (vende moeda estrangeira) ↓M → ↓M/P→ M/P<MD → ↑ i
Efeitos de uma Desvalorização Cambial
Y Y1 i1 i LM1 IS1 BP1 IS2 Y2 i2 1 2 3 LM2 A BPonto 1 Equilíbrio inicial interno e externo: Y=DA MD=M/P
BP=0
Política Cambial:
↑E → ↑ X → ↑ NX → BP se desloca para a direita
↑ NX → ↑DA→ DA>Y → ↑Y ↑Y → ↑MD→ MD >M/P → ↑i IS se desloca para a direita.
Se o deslocamento da IS é menor do que BP, temos um superávit em BP.
i3
BP2
C
PME: Câmbio Flutuante
Y Y1 i1 i LM1 IS1 BP1 IS2 Y2 i2 1 2 3 LM2 A BEquilíbrio inicial interno e externo: Y=DA MD=M/P BP=0
Política Monetária Expansionista: ↑M → ↑M/P→ M/P> → ↓i
↓i → ↑I → ↑DA → DA>Y → ↑Y LM se desloca para a direita.
Ponto 2 – equilíbrio interno e Desequilíbrio Externo (BP<0):
↑Y → ↑Q → déficit em BP
Isto pressiona uma desvalorização cambial
↑E→ ↑X → ↑NX → ↑DA→ DA>Y →↑Y ↑Y → ↑ → >M/P → ↑i
Isto desloca tanto IS quanto BP para a direita.
i3
BP2
B
PME: Câmbio Flutuante
Y Y1 i1 i LM 1 IS1 BP1 IS2 Y2 i2 1 2 3 A B i3 BP3 IS3 BPonto 1 Equilíbrio inicial interno e externo: Y=DA MD=M/P BP=0
Política Fiscal Expansionista: ↑G → ↑DA→ DA>Y → ↑Y ↑Y → ↑MD→ MD >M/P → ↑i IS se desloca para a direita. Ponto 2 – Equilíbrio Interno e Desequilíbrio Externo (BP<0): ↑Y → ↑Q → ↑demanda por moeda estrangeira → pressão para ↑ taxa de câmbio
Políticas em IS LM BP com Perfeita
Mobilidade de Capitais
Em
E
temos
o
Equilíbrio simultâneo
nos
mercados
de
bens,
monetário
e
externo.
Com
mobilidade
perfeita
de
capitais
BP somente irá se
mover
se
houver
mudanças na taxa de
juros internacional
Y Y1
I1= i*
i LM
IS E
PME com câmbio fixo e Perfeita Mobilidade
de Capitais
Y Y
i*=i1
i LM
1
IS 1
BP
LM2
3
Y 2
A
B i2
Equilíbrio inicial 1:
Y=DA, MD= M/P,BP=0
↑M → ↑M/P→ M/P>MD→ ↓i ↓i → ↑I → ↑DA → DA>Y → ↑Y Ponto 2 – Equilíbrio interno e Desequilíbrio Externo (BP<0): ↑Y → ↑Q → ↑demanda por moeda estrangeira → pressão para ↑ taxa de câmbio.
PFE com câmbio fixo e Perfeita Mobilidade
de Capitais
Y Y1 i*=i1 i LM 1 IS1 1 BP LM2 3 Y2 2 A B i2Equilíbrio inicial 1:
Y=DA, MD= M/P,BP=0 ↑G → ↑DA→ DA>Y → ↑Y ↑Y → ↑MD→ MD >M/P → ↑i IS se desloca para a direita. Ponto 2 – Equilíbrio Interno e Desequilíbrio Externo (BP>0): ↑Y → ↑Q → ↑demanda por moeda estrangeira → pressão para ↑ taxa de câmbio;
↑i → i2>i* → entrada de capitais → ↑demanda por moeda nacional → pressão para queda na taxa de câmbio.
PFE com câmbio fixo e Perfeita Mobilidade
de Capitais
Y Y
i*=i1
i LM
1
IS1 1
BP LM2
3
Y 2
A B
i2
IS2
PME com câmbio flutuante e Perfeita
Mobilidade de Capitais
Y Y1
i*=i1
i LM
1
IS1 1
BP LM2
3
Y2 2
A
B
i2 IS
2
Equilíbrio inicial 1:
Y=DA, MD= M/P,BP=0
↑M → ↑M/P→ M/P>MD→ ↓i ↓i → ↑I → ↑DA → DA>Y → ↑Y Ponto 2 – Equilíbrio interno e Desequilíbrio Externo (BP<0): ↑Y → ↑Q → ↑demanda por moeda estrangeira
i2< i* → saída de capitais → ↑demanda por moeda estrangeira → pressão para ↑
taxa de câmbio.
PFE com câmbio flutuante e Perfeita
Mobilidade de Capitais
Y Y
i*=i1
i LM
1
IS1 1
BP 3
Y 2
A B
i2
IS2
Equilíbrio inicial 1:
Y=DA, MD= M/P,BP=0 ↑G → ↑DA→ DA>Y → ↑Y ↑Y → ↑MD→ MD >M/P → ↑i IS se desloca para a direita. Ponto 2 – Equilíbrio Interno e Desequilíbrio Externo (BP>0): ↑Y → ↑Q → ↑demanda por moeda estrangeira → pressão para ↑ taxa de câmbio;
PFE com câmbio flutuante e Perfeita
Mobilidade de Capitais
Y Y1
i*=i1
i LM
1
IS1 1
BP 3
Y2 2
A B
i2
IS2
Como BP>0, a entrada de capitais mais do que compensou o aumento das importações. Com câmbio flutuante, há uma apreciação cambial:
↓ E→ ↓X → ↓NX → ↓DA→ DA<Y → ↓Y
Modelo IS LM BP com mobilidade
imperfeita de capitais
Observa se que LM é
mais inclinada do que
BP. A seguir veremos
o caso em que LM é
menos
inclinada.
A
inclinação
leva
a
diferentes efeitos de
política fiscal.
i
Y LM
BP
PME com câmbio fixo e Mobilidade
Imperfeita de Capitais
Y Y1
i1
i LM
1
IS 1
BP LM2
3
Y2 2
A
B i2
Equilíbrio inicial 1:
Y=DA, MD= M/P,BP=0
↑M → ↑M/P→ M/P>MD→ ↓i ↓i → ↑I → ↑DA → DA>Y → ↑Y Ponto 2 – Equilíbrio interno e Desequilíbrio Externo (BP<0): ↑Y → ↑Q → ↑demanda por moeda estrangeira → pressão para ↑ taxa de câmbio.
PME com câmbio fixo e Mobilidade
Imperfeita de Capitais
Y Y
i1
i LM
1
IS 1
BP LM2
3
Y 2
A
B i2
PFE com câmbio fixo e Mobilidade
Imperfeita de Capitais
Y Y1
i1
i LM
1
IS1 1
BP LM2 3
Y2 2
A B
i2
Equilíbrio inicial 1:
Y=DA, MD= M/P,BP=0 ↑G → ↑DA→ DA>Y → ↑Y ↑Y → ↑MD→ MD >M/P → ↑i IS se desloca para a direita. Ponto 2 – Equilíbrio Interno e Desequilíbrio Externo (BP>0): ↑Y → ↑Q → ↑demanda por moeda estrangeira → pressão para ↑ taxa de câmbio;
↑i → i2>i1 → entrada de capitais → ↑demanda por moeda nacional → pressão para queda na taxa de câmbio.
PFE com câmbio fixo e Mobilidade
Imperfeita de Capitais
Y Y
i1
i LM
1
IS1 1
BP LM2
3
Y 2
A B
i2
Intervenção do Banco Central: O Banco Central Compra moeda estrangeira (vende moeda doméstica): ↑M → ↑M/P→ M/P>MD→ ↓i ↓i → ↑I → ↑DA → DA>Y → ↑Y LM se desloca para baixo até o ponto 3.
IS2
PME com câmbio flutuante e Mobilidade
Imperfeita de Capitais
Y Y1
i*=i1
i LM
1
IS1
1 BP1
LM2
3
Y2 2
A
B
i2 IS2
Equilíbrio inicial 1:
Y=DA, MD= M/P,BP=0
↑M → ↑M/P→ M/P>MD→ ↓i ↓i → ↑I → ↑DA → DA>Y → ↑Y Ponto 2 – Equilíbrio interno e Desequilíbrio Externo (BP<0): ↑Y → ↑Q → ↑demanda por moeda estrangeira
i2< i1 → saída de capitais → ↑demanda por moeda estrangeira → pressão para ↑
taxa de câmbio.
PME com câmbio flutuante e Mobilidade
Imperfeita de Capitais
Y Y
i*=i1
i LM
1
IS1
1 BP1
LM2
3
Y 2
A
B
i2 IS2
Com Câmbio flutuante, há uma depreciação cambial ↑E→ ↑X → ↑NX → ↑DA→ DA>Y → ↑Y
↑Y → ↑ MD→MD >M/P → ↑i Isto desloca a IS para a direita e a BP para baixo até o Ponto 3.
PFE com câmbio flutuante e Mobilidade
Imperfeita de Capitais
Y Y1 i1 i LM 1 IS1 1 BP1 3 Y2 2 A B i2 IS2
Equilíbrio inicial 1:
Y=DA, MD= M/P,BP=0 ↑G → ↑DA→ DA>Y → ↑Y ↑Y → ↑MD→ MD >M/P → ↑i IS se desloca para a direita. Ponto 2 – Equilíbrio Interno e Desequilíbrio Externo (BP>0): ↑Y → ↑Q → ↑demanda por moeda estrangeira → pressão para ↑ taxa de câmbio;
↑i → i2>i1 → entrada de capitais → ↑demanda por moeda nacional → pressão para queda na taxa de câmbio.
BP2 B
PFE com câmbio flutuante e Mobilidade
Imperfeita de Capitais
Y Y
i1
i LM
1
IS1 1
BP1 3
Y 2
A B
i2
IS2
Como BP>0, a entrada de capitais mais do que compensou o aumento das importações. Com câmbio flutuante, há uma apreciação cambial:
↓E→↓X→↓NX→↓DA→DA<Y → ↓Y
↓Y→↓ →MD<M/P→↓i
Isto desloca a IS para a esquerda e a BP para cima até o Ponto 3.
BP2 B
IS LM BP
Com uma BP mais inclinada do que a LM,
os efeitos de política monetária continuam
os mesmos, mas há mudanças quanto
aos efeitos de política fiscal.
PFE com câmbio fixo e Mobilidade
Imperfeita de Capitais
Y Y1
i1 i
LM1
IS1 1
BP
LM2 3
Y2 2
A B
i2
Equilíbrio inicial 1:
Y=DA, MD= M/P,BP=0 ↑G → ↑DA→ DA>Y → ↑Y ↑Y → ↑MD→ MD >M/P → ↑i IS se desloca para a direita. Ponto 2 – Equilíbrio Interno e Desequilíbrio Externo (BP<0): ↑Y → ↑Q → ↑demanda por moeda estrangeira → pressão para ↑ taxa de câmbio;
↑i → i2>i1 → entrada de capitais → ↑demanda por moeda nacional → pressão para queda na taxa de
PFE com câmbio fixo e Mobilidade
Imperfeita de Capitais
Y Y1
i1 i
LM1
IS1 1
BP
LM2 3
Y2 2
A B
i2
Intervenção do Banco Central: BC compra moeda doméstica → ↓M → ↓M/P → M/P<MD→ ↑i
↑i → ↓I → ↓DA → DA<Y → ↓Y LM volta ao nível inicial (ponto1).
PFE com câmbio flutuante e Mobilidade
Imperfeita de Capitais
Y Y i1 i LM IS1 1 BP1 3 Y 2 A B i2 IS2
Equilíbrio inicial 1:
Y=DA, MD= M/P,BP=0 ↑G → ↑DA→ DA>Y → ↑Y ↑Y → ↑MD→ MD >M/P → ↑i IS se desloca para a direita. Ponto 2 – Equilíbrio Interno e Desequilíbrio Externo (BP<0): ↑Y → ↑Q → ↑demanda por moeda estrangeira → pressão para ↑ taxa de câmbio;
↑i → i2>i1 → entrada de capitais → ↑demanda por moeda nacional → pressão
BP2 B
PFE com câmbio flutuante e Mobilidade
Imperfeita de Capitais
Y Y1
i1 i
LM
IS1 1
BP1
3
Y2 2
A
B i2
IS2
Como BP<0, o aumento das importações mais do que compensou a entrada de capitais. Com câmbio flutuante, há uma depreciação cambial:
↑E→↑X→↑NX→↑DA→DA<Y →↑Y
↑ Y→ ↑ MD→MD<M/P→ ↑ i Isto desloca a IS para a direita e a BP para baixo até o Ponto 3.
BP2 B
Abordagem Mundell Fleming
Original
• Considerando uma curva LM que não depende
da taxa de câmbio, temos:
• Já a IS é positivamente relacionada à taxa de
câmbio porque uma desvalorização cambial
provoca um aumento nas exportações:
( )
=
(
−
π
ε
)
Abordagem Mundell Fleming
Original
Há Perfeita Mobilidade de Capitais
LM E
IS
Y
IS é positivamente inclinada porque uma depreciação cambial provoca a um
aumento na renda
doméstica. (E é a taxa de câmbio real)
Obs: a taxa de câmbio é uma
unidade de moeda
estrangeira expressa em moeda nacional.
Efeitos de uma Política Fiscal
com Câmbio Flutuante
LM E
IS1
Y IS2
1
2
A
B
IS desloca para direita e a taxa de câmbio aprecia.
Efeitos de uma Política Fiscal
com Câmbio Fixo
LM1 E
IS1
Y IS2
1
2
A B
IS desloca para direita e há uma pressão para uma apreciação cambial (ponto 2).
O BC intervém, vende moeda doméstica, LM se desloca para a direita. Equilíbrio final (ponto 3)
E