A BAIXO A SSINADO E M ANDATO DE O RDEM C ONSTITUCIONAL
AO PODER LEGISLATIVO, CONGRESSO NACIONAL:
CÂMERA DOS DEPUTADOS
Nos, brasileiros abaixo assinados de posse deste mandato constitucional, indignados, aviltados e vilipendiados por esse Estado de Direito Brasileiro, arcaico e ultrapassado, que rege a nossa constituição e nossa democracia, mas ao mesmo tempo, a minimiza e deixa a sociedade a mercê de uma ditadura politica espúria, em face do mesmo conter brechas não tampadas ao longo de todo esse tempo. Brechas essas que permitem continuadamente as infiltrações da lama trazida pela contumaz e corrosiva corrupção, para dentro das nossas casas representativas.
Corrupção essa não contida com o devido rigor em detrimento aos anseios prementes da sociedade brasileira, em face da mesma ser permanentemente acobertada por esse sistema contemporizador de improbidades administrativas. Corrupção essa que habita e se assenta vergonhosamente dentro dos três poderes constituído da União: Legislativo, Executivo e Judiciário.
Em face dessas verdades escancaradas aos olhos de toda a sociedade, mais os execráveis desvios de conduta e falta de caráter de nossos constituintes políticos, solicitamos através deste mandato e ordem constitucional a imediata implantação do Estado de Direito Pleno, afim de que ele produza rapidamente os seus objetivos, bem como tenha a sua aplicabilidade imediata nas eleições de 2014. Este abaixo assinado é embasado nos argumentos plausíveis e relevantes a seguir. Argumentos esses que fizeram com que nos agíssemos e redigíssemos esse documento, considerando que ele é um aprimoramento da Lei da Ficha Limpa, bem como, mais abrangente. Considerando que a Ficha Limpa, em face de muita brecha, permitiu que muitos cometedores desses crimes retornassem ao seu covil, amparados e protegidos, que foram, por esse esdruxulo e vergonhoso Estado de Direito. Entendemos também que qualquer outra reforma, nesse sentido, de iniciativa do Congresso Nacional não passará sem passar pela aprovação deste, considerando que esta PAC é mais impactante e de imediato combate a essa obstaculadora e infringente de qualquer Estado de Direito Verdadeiro, haja visto, o nosso. Vil, mentiroso e de conluio permanente com essa mal feitora e igualmente ignóbil corrupção. Entendemos também que não faz sentido a aprovação deste poderoso instrumento de sabedoria popular sem as suas consequências vitais e seus inconvenientes, em decorrência do próprio corretivo a que o ato se propõe objetivar, entre eles, a devolução do Congresso Nacional livre e desimpedido de quaisquer constituinte residente a partir do ato consumado e aprovado, para que possamos de livre arbítrio colocar novos congressistas sem vicio, sem mancha e sem mácula , nas eleições de 2014. A principio não era de nossa intenção permitir que os atuais congressistas se recandidatassem, considerando que essa restrição esta bem clara no artigo de nº 15 deste ato normativo. Abrimos mão da radicalização e consentimos essa exceção, desde que se encaixem e atendam o artigo de exceções citado no artigo17.
Portanto. Senhores congressista, de princípio e antes de qualquer coisa, é preciso entender que as duas correntes de manifestação civil (Avenida Brasil e Av. Brasil Via Internet) por um Brasil livre da ditadura politica marcada, representada e sustentada pela corrupção
durante todo esse tempo (25 anos), após a devolução pelos militares em 1988 a esses mesmos transgressores civis e adeptos dessa maquiavélica e corrosiva deturpadora de caráter que é a corrupção, haja visto, que o golpe militar foi motivado propriamente dito por dois fatores essenciais: O primeiro: para conter a entrega do Brasil por esses ditos e inconsequentes arbitraristas de poder, travestidos de democratas, ao regime comunista. O segundo: a corrupção propriamente dita por eles praticada. De volta ao poder iniciaram e voltaram a dirigir o Brasil movidos a base da algoz corrupção, a começar pelo governo Color de Mello, deposto da presidência por bandidagem especificas dos praticantes desse crime. Esse maculador da democracia amparado pela ditadura politica vigente volta a vida pública e hoje está assentado na casa que se tornou habitat e símbolo da corrupção, o Congresso Nacional (senado e câmera federal). Ali assentados passaram a ditar a desordem constitucional e democrática legislando em causa própria, embasada na ditadura protecionista de interesses e favorecimentos mútuos.
Concomunados passaram a minimizar a democracia já enfraquecida nos seus valores, por um Estado de Direito Brasileiro ultrapassado, de onde tiraram proveito para dar sustentação aos seus atos de improbidades administrativas. Sabedores ou não sabedores de que os fundamentos desse estado de direito é embasado no Estado Maior do Direito Universal, a democracia. Se isso que está acontecendo no país é uma conspiração. É uma conspiração Pro-Brasil, tão pouco Pro-Militar nem Pro-Comunistas. Considerando que o brasileiro é um povo libertino, prefere ser massacrado democraticamente, que ter a sua liberdade de expressão, de ir e vir, ser cerceada e contida por um regime ditadorial militarista como é o comunismo. Regime esse inimigo contumaz da liberdade, bem como, saturado e superado. Estamos lutando para sermos uma potência mundial de fato e de direito no quesito democracia, queremos ser o primeiro a adotar a uma democracia retumbante não contida e retrógada com é a nossa, bem como, a serviço de interesses pessoais, de políticos e partidos. Que diga os pensadores, cientistas e estudiosos do Estado de Direito Universal e Contemporâneo, se o nossa a muito tempo não nós deixa a desejar. O futuro do Brasil está na mão da dotação desse estado não comtemporarizador da anti politica partidária marcada pela corrupção. A muito tempo que o povo já clama pelo Estado de Direito Pleno, através da famosa frase: Quero Justiça ou Queremos Justiça, considerando que nessa hora de aflição não clamamos, nem pelo poder executivo, tão pouco pelo poder legislativo, clamamos sim, pelo poder mais representativo da sociedade o Poder Judiciário, considerando que na maioria dos casos, os culpados por essa clemência são em conjunto os omissos poder legislativo e o executivo, o primeiro que não faz tal lei, e se a faz o executivo não a pratica. Dai clamar o Poder Judiciário nessas horas de aflição. De onde se conclui que essas manifestações nada mais são do que o clamor por esse ESTADO DE DIREITO PLENO.
Estado esse que é mais salutar e mais protetor das garantias individuais e constitucionais.
Estado esse que declara, e terá o Poder Judiciário, como principal garantia, abrigo, sentinela, e protetor da cidadania brasileira. Queremos com a aprovação deste mandato popular ter a garantia de que não mais coloquemos dentro dessas casas, falsos políticos, mas verdadeiros políticos. Não queremos mais que qualquer casa representativa da sociedade seja maculada, mas liberta e protegida permanentemente de tais transgressores. Considerando que o Estado de Direito Pleno é um passo para a dotação do Estado de Direito Pleno e Privativo.
Abaixo os fundamentos básicos e iniciais desse ato normativo. A PEC-PEC, ou seja, POPULAR EMENDA DA CIDADANIA, ou ainda, PROPOSTA EXTERMINADORA DA CORRUPÇÃO.
NOTA: É preciso esclarecer de imediato, que os artigos que rezam este documento foram desenvolvidos e escritos de forma aleatória e sem regra oficial de elaboração. Dai cada artigo conter a palavra ou palavras que objetivam o seu teor principal, bem como, a explicação do seu objetivo e metas.
ESTADO DE DIREITO PLENO
PRINCÍPIO - O Estado de Direito Pleno, preconiza como principal ADJETIVO para a sua sustentação e substância, a hombridade. Logo, no Estado de Direito Pleno há uma inversão de valores, de comando e de poder. O Poder judiciário não ficará mais subordinado aos caprichos e ditames do legislativo e executivo. Ditames estes ao qual é submetido no estado de direito vigente. Pelo contrário, o Estado de Direito Pleno liberta o judiciário dessa submissão arcaica e o faz submeter as suas diretrizes os Poderes Legislativo e Executivo, que ficam sobre a sua jurisprudência de fato e de direito quanto aos critérios de formação partidária e outros fatores políticos negativos advindos do exercício da função pública, e que enseje a sua intervenção, entre os quais, atos de improbidades administrativas cometidas pelos dois poderes Essa inversão de poderes autoriza também o Poder Judiciário fortalecer mais esse estado de direito com as suas próprias leis que por via entender fazê-las para a sua modernização e sua sustentação plena. Tais poderes nesse sentido não podem tirar dos dois outros poderes constituídos a sua independência e soberania quanto as suas prerrogativas institucionais.
Preconizar.
Artigo 01 - O judiciário deve constituir um foro exclusivo para julgar crimes cometidos por políticos. Também mover ações a partir de denuncias públicas envolvendo partidos e partidários em exercício de função pública, acionando a Policia Federal, caso esta não seja feita por suas assessorias, como promotoria e procuradoria geral da união. Deverá estabelecer normas para que apenas um recurso seja feito, ou seja, na própria estância ou numa superior, nunca numa terceira. Acabar também com a prescrição de crimes de quaisquer natureza, inclusive crimes retroativos a data deste mandato popular, bem como estabelecer e dar prioridades para crimes de natureza politicas, dai o foro especial. Quanto a fiscalização dos três poderes, nenhum ficara imune dessa ação por parte dos demais. Assim sendo, o judiciário fiscaliza o executivo. o executivo o legislativo e o legislativo o judiciário. O Estado de Direito Pleno é flexível, em sendo flexível sua leis e suas reformas constitucionais não podem ficar subordinadas nem ser de exclusividade do poder legislativo sim dos três poderes. Todos terão o dever de aprimorá-los para melhor e assim se fazer uma verdadeira cidadania, uma verdadeira soberania e uma verdadeira constituição democrática. Considerando que deixar na atual conjuntura as reformas sobre a competência de um poder, isso se constitui em ditadura não liberdade institucional. Dentro dessa reforma:
- Sustar de imediato:
01-O PRINCÍPIO DA ANUALIDADE
02- AMPLIAR OS ASSUNTOS DA LEI DE INICIATIVA POPULAR, PARA QUE ESTA E OUTRAS POSSAM SE FAZER VALER.
02- ACABAR COM A PENA DE 30 ANOS E AUMENTÁ-LA PARA O MÍNIMO DE 100 ANOS SEM DIREITO A ATENUAÇÃO
03- ACABAR COM PRIVILÉGIOS E DESIGUALDADE PENAL ENTRE POLÍTICOS, PESSOAS COM FORMAÇÃO DE NÍVEL SUPERIOR E CIDADÃOS COMUNS. Crime é crime e criminoso não deve ter regalias nem privilégios. Cadeia é para penalizar, não para recuperar. Dai a o investimento de imediato na civilidade que é citada no artigo de nª 20.
Artigo 02 - Não será mais de competência do executivo indicar as vagas deixadas por juízes em todas as estâncias do judiciário, tão pouco do procurador geral da união e da policia federal sim o Conselho Nacional de Justiça, através de mecanismos e critérios mais justos, práticos e desburocratizante. A aprovação dos candidatos não será mais submetida a avaliação do poder legislativo, mas do próprio Conselho Nacional de Justiça. Com essa medida, o poder maior da representatividade brasileira, preconiza a sua independência dos dois poderes.
Se alguns cargos e indicações de natureza jurídica fora esquecida nesta menção deverá imediatamente ser repassada para o judiciário.
Artigo 03 - Dentro dessa subordinação pautada nos valores reais da democracia contemporânea. Caberá ao STF (Supremo Tribunal Federal) redigir as leis, regras e normas sobre as quais seus subordinados terão que se encaixar politicamente para ocupar cargos representativos eleitoreiros. Principalmente os critérios aos quais terá que se submeter aquele cidadão que quer formar um partido.
Artigo 04 - Diz a regra do Direito Pleno que é de competência do Judiciário, mais precisamente do TSE: Tribunal Superior Eleitoral redigir o novo estatuto nacional partidário e autônomo. Estatuto esse que tem a obrigação de barrar na sua raiz a entrada de sujeitos pervertidos, facciosos e tendenciosos dentro dos partidos, ou seja, os falsos políticos e adeptos da corrupção. Dentro dessa nova filosofia de formação de partidos, não é o partido que se faz partido, conclamando o cidadão a ele se filiar, sim, o próprio cidadão através de requerimento endereçado ao STE. Quem quiser se filiar a esse partido terá que pedir ao TSE a sua filiação ao pretendido partido. Portanto é o TSE quem vai dizer se esse sujeito é digno de compor um partido já avaliado e constituído pelo STE. Se ele for digno dessa filiação, o TSE libera e autoriza. Essa regra é valida para o mentor ou mentores da criação do partido. Com isso a responsabilidade é do TSE que acertou ou errou em colocar numa entidade representativa da sociedade e da democracia, um bom cidadão (ilibado) ou um mau cidadão (inilibado), desprovido de hombridade. Se for um mau cidadão, é de competência do TSE, imediatamente excluí-lo e retirá-lo definitivamente da vida politica, cassando os seus direitos políticos. Isso vai de encontro aos anseios da sociedade, quanto aos descréditos atribuídos a todos os partidos existente no Brasil. Sem exceção todos tem a marca da corrupção como o calo maior desse descredito. Hipocritamente e demagogicamente, membros de partidos, tem a petulância de pronunciar tal inverdade quando se referem a corrupção. Dai dizer-se. Olha quem fala!
Artigo 05 - Essa mudança de competência e transferência de direitos é radical e substancial para a democracia, considerando que não vai ser mais os políticos que vão cassar nem impedir que um membro ativo do seu partido, ou seja, um parlamentar canastrão continue desmoralizando e abusando da sociedade. Essas prerrogativas de cassação de mandatos,
expulsão de partidos e cassação de direitos políticos por tempo indeterminado serão de competência exclusiva do Poder Judiciário, considerando que quem admite um politico é quem demite também.
Artigo 06 - Para que essa normatização seja duradoura no sentido de conter os abusos de poderes partidários e anticonstitucionais, é necessário descassar (libertar) o titulo de eleitor e priorizá-lo como documento principal a ser apresentado nas eleições, ficando em segundo plano os demais, bem como, tornar (fazer valer) de imediato a validade do voto nulo como um indicativo desse descontentamento, dando a ele o seu devido valor constitucional, afim de que produza o efeito desejado e interfira nos seus resultados, ou seja, invalidar uma eleição, quando este for a maioria.
Artigo 07 - Dentro desse imediatismo, unificar as eleições para todos os mandatos já nas eleições de 2014, ficando a critério do TSE optar por mandato de 04, 05 anos, com direito a reeleição.
Artigo 08 - Para aprimorar e modernizar o sistema eleitoral fica o TSE autorizado a desenvolver um Sistema Eleitoral Virtual, via internet. Não mais através de urna. Isto significa dizer que após a eleição de 2014, as demais que se sucederem já deverão ser votadas pelo voto apenas virtual, ou seja, através do computador. O site deverá conter mecanismos que não permitam ao mesmo, ser fraudado, ter brecha afim de não permitir que um mesmo eleitor vote mais de uma vez. Fazer uma Lei, rigorosa, com cadeia para aqueles que transgredirem a eleição com esse crime. Incrementar esse Site com dispositivos e aplicativos que contenha a plataforma do candidato, com áudio e vídeo em forma de propaganda. Dentre as vantagens de Site ele vai servir para consultas, como, plebiscito, referendos e outras consultas desse porte. Que este voto, seja secreto até o momento em que o eleitor precisará revelar seu candidato para formalizar uma ação de crime eleitoral por ele cometido. Lembrando que essa forma virtual de encaminhar dados secretos e sigilosos já é feito através da Declaração de Imposto de Renda. Sem contar com outros sistemas virtuais que usam a internet para tais fins de caráter institucional ou privado. Dentro deste contexto de aprimoração da democracia através da informática, fica também o poder de mando estabelecer futuramente desde que achar que o eleitor já esta o suficiente politizado para não ser mais obrigado a votar, considerando que tal medida é um desejo do eleitor. Certamente este deixará de fazer isso, porque esta PEC irá ao seu encontro e seus anseios aspirações objetivos e em retribuição a essa conquista não deixará de votar.
Artigo 09 - O STE não permitirá que partidos e candidatos façam propagandas enganosas nem consentira que façam promessas vãs que não sãos de sua competência.
Permitira apenas que continuem falando do repetitivo e trivial discurso: vamos lutar pela melhoria da saúde, da segurança, da educação, do transporte e etc., bem como, das palavras da vez: SUSTENTÁVEL E SUSTENTABILIDADE. O TSE deverá pedir uma copia de todas as propagandas partidárias, para analisá-las e punir com a cassação as promessas que não foram feitas nem iniciadas a partir do inicio do mandato do promessador mentiroso. Não dá refresco, nem poupar políticos mentirosos, se for o caso cassá-los e mandá-los para a cadeia por crime de persuasão e alusão partidária. Também será do STE indicar o substituto do constituído, através de um filiado de outro partido como punição ao partido traidor.
Artigo 10 - No caso de cassação de políticos ligados ao poder executivo e legislativo caberá, ao STF, indicar o interventor temporário até uma nova eleição. E dependo da gravidade, convocar uma nova eleição imediatamente, principalmente do Presidente da Republica.
Portanto é o Poder Judiciário quem vai ser a SENTINELA permanente dessa iniciante mega democracia alimentada pelo Estado de Direito Pleno em atendimento e respeito a nossa constituição e a sociedade brasileira. Essa reforma constitucional não é ditadura, tão pouco, comunista e racionaria. É evolução e conquista. Caberá ao partido indicar os suplentes a cargos do legislativo na chapa, os quis ocuparão a vacância, quando estes forem chamados para assumir outra funções constitucionais. Caso a vacância for por crime de ordem institucional o suplente será do outro partido, mais precisamente aquele cujo titular fora o mais votado.
Artigo 11 = Fica abolida e não será permitida a aliança partidária, tanto nas eleições como nas casas representativas, para aprovações de projetos, emendas e leis, considerando que as alianças é o poder pelo poder a todo custo, considerando que as alianças foram e são uma hipocrisia e uma demagogia em face de ela unir o sujo ao mal lavado. Os projetos do executivo quando da sua elaboração deverá conter um representante de cada partido para acompanhar essa elaboração na teoria e na prática aprovados, durante a sua elaboração já deverá conter um membro de cada partido para digerir e acompanhar a sua conclusão na vigência do mandato e substabelecer, se for caso, para outro membro continue acompanhando o projeto se este continuar sendo executado no 02º mandato e assim sucessivamente. Em vez de impedir o partido deve se incluído e todos se responsabilizarem pelo tal. O legislativo não pode se constituir obstáculo para o executivo colocar em prática aquilo que ele acha viável para o progresso do Brasil. Sim, fiscalizar, cobrar e denunciar as improbidades ocorridas na execução de tais serviços. Os três poderes deverão se unir para achar uma formula constitucional mais correta de operacionalidade para o executivo, afim de que, este, possa desenvolver seus projetos com mais segurança, bem como, torná-los plenamente confiáveis e executáveis. Não vetados.
Artigo 12 - Caberá ao poder de mando, intimar o executivo que este faça e execute com clareza e firmeza todas as atribuições que são de sua competência de executor, principalmente a criação, construção e operacionalidade de equipamentos urbanos. No Estado de Direito Pleno não será permitido mais pelos três poderes a construção do famigerado
ELEFANTE BRANCO. Será considerado ELEFANTE BRANCO: Obras superfaturadas, obras cartelizadas, obras inacabadas e paralisadas, obras sem cronogramas, obras iniciadas em fins de mandato, obras sem verbas suficientes para terminá-las e etc. Será considerado também elefante branco: materiais, produtos, equipamentos, moveis, remédios, papeis de expediente e etc, não usados e utilizados para os seus devidos fins. Caso isso aconteça os responsáveis serão processados, sentenciados e presos, seus bens confiscados, bem como, terão seus direitos cassados definitivamente.
Artigo 13 - Com o novo congresso saneado este deverá de imediato limpar e sanear a si próprio, acabando com excessos, mordomias, privilégios, regalias, e outros de caráter abusivos que diminuem a credibilidade do parlamento e afrontam a sociedade. Saneamento este extensivo a estrutura da máquina administrativa do congresso, do senado e da câmera federal.
Este mesmo saneamento deverá ser feito pelas câmeras estaduais e municipais. Esses adjetivos estruturais contraproducentes existentes nos três poderes e que maculam a sociedade deverá ser feito também pelo executivo e judiciário.
Artigo 14 – Candidatura. Quanto aos candidatos estes deverão no mínimo ter estudo, formação e conhecimento de atributos do 02º grau, para evitar que se repitam as incongruências eleitorais já conhecidas e eleitas por esse estado de direito. Isso impede sermos representados por analfabetos. Considerando que analfabeto é parece figurante, aparece, mas não participa.
Artigo 15 - Este artigo de nº 15 é bastante controvertido por ser o mais drástico e incisivo nos seus fundamentos. Combativo e exigente que é de imediato, pelo fato dele poder inibir ou barrar pessoas comprometidas com o sistema vigente no que diz respeito ao caráter e conduta. Isso significa dizer que a formação de um partido não poderá ser feita, nem alojar dentro de si, políticos e cidadãos pecadores e de rabo preso no regime atual. Esse barração é extensiva tanto para quem se corrompeu como para os coniventes com esse desvio de conduta e improbidades administrativas lesivas a sociedade, a constituição e a democracia, inclusive membros e filiados de tais partidos, considerando que o ESTADO DE DIREITO PLENO é
RETROATIVO, *IMPRESCRITO, CORRETIVO E IMEDIATISTA. Isso significa dizer que este, não tira a liberdade, mas não permite, não tolera e pune de imediato a improbidade de quem conviveu ou convive atualmente com esses desvios de caretear políticos, ou seja, se não são, mas são coniventes. Quem pecou, pecou. Quem prevaricou, prevaricou. Quem casuismotou, casuismotou. Quem compactuou, compactuou. Quem coniviençiou, coniviençiou. Quem calou, calou, e assim por diante. O podre politico não está restrito apenas ao vândalo, mas aqueles que consentiram o vandalismo politico, convivem e aceita essa convivência, bem como, não se manifesta. Considerando também que o ESTADO DE DIREITO PLENO não é, nem vai ser casa de correção de desvio de conduta e de caráter politico. O imediatismo da implantação e aplicação deste sistema, antes da eleição de 2014, vai confrontar e atingir de imediato os partidos existente, 30 partidos, que terão que ser enquadrar 100% no estatuto regularizador de partidos. Isto significa dizer que as eleições de 2014 já será embasadas e pautadas nessa reforma constitucional e apartidária. Considerando que até as eleições de 2014, há bastante tempo para o judiciário digerir esse novo conceito constitucional e fazer valer a sua autonomia inquerido os partidos existentes e aqueles que querem se registrar que procurem imediatamente a se encaixar dentro dos ditames do Estado de Direito Pleno. Isso significa dizer que muitos partidos e lideres partidários sucumbirão definitivamente da vida pública brasileira e não poderão mais filiar-se, se eleger e se reeleger. Atingirá de imediato as pretensões da atual presidência da república e do PT e a maioria dos congressistas. Não é isso que queremos a muito tempo! Assim sendo, se essa principal reivindicação apartidária for consumada, teremos em 2014 a mais autentica eleição democrática realizada no Brasil.
*IMPRESCRITO: A partir da implantação deste mandato os crimes de quaisquer naturezas ficam imprescritos e deverão ser julgados e apenados, dando prioridade para os crimes de cunho políticos, ou seja, do colarinho branco.
Artigo 16 - Em face das exigências contidas no artigo 15 e para que as eleições de 2014 não venha sofrer solução de continuidade e de constitucionalidade fica estabelecido que a partir da aprovação desta emenda constitucional a permissão, admissão e dotação do candidato autônomo e apartidário o direito de candidatar-se a todos os cargos constituídos. Só poderão fazer esse pedido cidadãos que nunca se filiaram a quaisquer partidos, considerando que um filiado é um produto do meio e os meios não são confiáveis. Considerando que produto e meio são partes do sistema corruptivo e retrógado que motivaram esta reforma.
Artigo 17 - Abrindo as EXCEÇÕES, e para que estes objetivos não sejam freados e não venha também sofrer solução de continuidade, fica estabelecido que todos os detentores de cargos públicos de cunho eleitoreiros que queiram se reeleger, terão que se afastar dos seus respectivos partidos, não se filiar a outro que por ventura venha a se formar, e pedir e reconquistar o seu mandato de volta com autonomia, mais precisamente como candidato autônomo. Desde que se encaixem nas exigências que reza o artigo 15. Essas exceções, sem exceções é para todos os cargos, tanto do legislativo como do executivo, ou seja, vereadores, prefeitos, governadores, deputados estaduais, deputados federais. senadores e presidente. Ao fazerem o pedido deverão citar na petição que são candidatos a reeleição, mesmo que essa reeleição não seja para o mesmo cargo detentor, ou seja, um deputado estadual que se candidata a deputado federal.
Artigo 18 - Considerando que os cargos de senadores e deputados federais são veiculados e de interesses da união, não dos estados, desde que este candidato opte pela alternativa de representar o seu estado de origem e a união, considerando que na eleição de 1990 Sarney em sendo maranhense se candidatou e se reelegeu pelo estado do Amapá. Essa autonomia já passa a valer na eleição de 2014. Assim sendo esses candidatos, podem ser votados e eleitos pelos eleitores de todo o pais. Isto significa dizer que um eleitor do norte pode votar num candidato do sul e vice versa. Quanto a suplência dos senadores, será de competência do partido indicar um filiado que deve constar na chapa de votação. Essa mesma regra é valida para candidatos autônomos, ou seja, indicar na chapa o seu substituto, desde que passe pelo crivo do artigo de nº 15.
Artigo 19 - Os partidos não serão mais criados a revelia da sociedade, quando criados passarão a ser instituições de fato e de direito e pertencerão a união e a sociedade.
Divergentes na sua filosofia politica, mas imbuídos de fortalecer a democracia. E se for o caso retroceder, se for ocaso avançar nessa permanente aprimoração democrática.
Artigo 20 - Fica também estabelecido que a partir da aprovação desta reforma e das eleições de 2014 todas as instituições de educação e ensino publico, bem como, privado, deverão incluir o estudo da politização e da civilidade como matérias, permanentes e obrigatórias. Matérias estas que deverão ser colocadas no currículo escolar a partir do primeiro ano do ensino do 01º grau e se estenda até o ensino superior afim de que, a primeira, com os seus fundamentos produza os efeitos desejados quando da votação e escolha do seu constituinte, considerando que os primeiros passos para o uso e aplicação da politização são as urnas, através do seu principal fundamento, a razão, ou seja, votar sempre com a razão nunca com a emoção, considerando que voto da emoção é motivado pela despolitização. Quanto a civilidade está vai de encontro ao decadente dever familiar de que educação se aprende em casa. É preciso reverter esta situação dizendo que educação se aprende na escola.
Considerando que a educação cívica e política é fundamental para o banimentos de atos que agridem a sociedade, entre eles, a corrupção, o vandalismo, as invasões e quebra do patrimônio da pessoa físicas e jurídicas e etc. O objetivo da civilidade e da politização é fortalecer e dar subsídios para o fortalecimento do estado de direito pleno. Não podemos ficar mais a mercê da prática de incivilidade e da despolitização praticadas por nossos constituídos.
Artigo 21- Faz sentido agora e já, implantar esse Estado, antes que os conservadores continuem se protegendo através da casuística lei da PEC-37 (A Protetora Estatal da
Corrupção). Mais uma lei protecionista advinda e amparada pela outra chamada de legislar em causa própria. A lei que permite que eles não sejam incomodados nem fiscalizados pelos seus atos corruptivos, através dos nossos legítimos representantes e protetores judiciais constituídos para isso, como são os promotores e os procuradores gerais da união. Com essa lei eles estão dizendo para toda a sociedade brasileira aquela famosa frase: “OS INCOMODADOS QUE SE MUDEM”. Isso é um acinte a sociedade brasileira, considerando que essa a lei só dá mais legitimidade a corrupção. Temos que reagir a essa petulância através da implantação imediata do Estado de Direito Pleno. Com esse estado de direito, concretizado nós vamos reverter a petulante frase, dizendo a eles – os incomodados que se mudem – o Brasil não comporta mais esses pequenos grupos e igualmente minimizadores da democracia. É sob o comando desses avessos, a mesma, que a nossa democracia não avança. Eles não querem avanço, mas retrocessos. A Pec-37 é um retrocesso constitucional e mais um ato de afrontamento a reforma constitucional que precisa de imediato ser feita
Artigo 22 - Com essa mudança finalmente teremos uma representação constitucional mais condizente com a atual conjuntura, bem como, um Congresso Nacional mais respeitado e digno de confiança. Confiança e respeito esses, extensivos aos governadores, prefeitos, deputados, senadores, vereadores e assessores, em todos os pontos de vista politico e democrático, consequentemente essa confiança será estendida aos partidos e que vença a eleição o mais sincero e digno da representatividade democrática. Não esquecendo que num futuro bem próximo os países terão que adotar o sistema preconizado pelo avançado Estado de Direito Pleno e Privativo a partir da construção da Cidadania do Futuro, que consiste em fomentar os abrigados dessa avançada forma democrática de gerenciamento social.
Nestes Termos.
Pede Deferimento.
Brasil; ______/_______/2013
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Brasileiros abaixo assinados