• Nenhum resultado encontrado

Rev. esc. enferm. USP vol.23 número3

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2018

Share "Rev. esc. enferm. USP vol.23 número3"

Copied!
1
0
0

Texto

(1)

E D I T O R I A L

A Comissão de Publicações sente-se gratificada por apresentar este fascícu-lo, encerrando o volume 23 de 1989 da Revista da Escola de Enfermagem da USP (REEUSP).

Tentamos cumprir com o nosso objetivo que é o de ser um veículo de disse-minação de conhecimentos, onde o saber e o fazer individual estão sendo descen-tralizados, possibilitando dessa forma, o desenvolvimento da prática da enferma-gem.

Tentamos, assim, contribuir para a busca de caminhos para as ações de en-fermagem e para a construção do seu saber.

Consideramos também, que os trabalhos editados por esta Revista mostraram o enfermeiro atuante, refletindo sobre sua prática profissional e compromissado com a saúde da população brasileira.

Gostaríamos ainda de agradecer a todos que direta ou indiretamente vem colaborando para o êxito desta revista, demonstrando confiança e apoio ao nosso trabalho.

Para finalizar, desejamos a todos um ano de 1990 onde se possibilite ao ci-dadão brasileiro viver condignamente e que nós, enfermeiros, possamos exercer a profissão em melhores condições de trabalho, definindo e ampliando nosso espaço profissional.

Comissão de Publicações

Referências

Documentos relacionados

(Miroeografa- do). Considerações sobre rooming-in. Porto Alegre, União Social Camiliana, 1980. Teaching as function of nursing. Teaching function of the nursing practitioner.

h) iatrogenia da equipe de saúde antes do parto e após o mesmo ao não estimular o aleitamento natural.. As condições "rurais" (família extensa; jornada de trabalho

Diante disto podemos afirmar que há espaço para a participação real e positiva do enfermeiro na área de oftalmologia, sendo o Núcleo de Prevenção da Cegueira na FCM-UNICAMP, no

A con- duta oficial do Ministério da Educação e Cultura (MEC) através do Programa do Livro Didático para o Ensino Fundamental (PLIDEF), parece contribuir para esta situação 1 4.

Foi consta- tado preponderância de interações da área neutra (85,4%) sobre as demais: po- sitiva (8,4%)''e negativa (6,1%), confirmando a existência de um padrão no com- portamento

Área II - prescrições e evoluções de enfermagem: nesta área é proposta uma análise de cada uma das prescrições e evoluções realizadas durante a internação, para

Em relação ao paciente laringectomizado, a sua reação ao impacto da primei- ra visão do estorna se refletirá em suas reações posteriores, facilitando ou dificul- tando a

Antes de responder a estas perguntas norteadoras são necessárias algumas considerações. São três os aspectos experimentados na etapa preliminar do estu-.. do e que gostaria