B O L E T I M I N F O R M A T I V O D A E S C O L A D E D I R E I T O D E S Ã O P A U L O D A F U N D A Ç Ã O G E T U L I O V A R G A S
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: RICARDO YAZBEK PROFERIU PALESTRA DE ENCERRAMENTO DO CURSO DE DIREITO IMOBILIÁRIODO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO EXECUTIVA DA DIREITO GV
: VINÍCIUS CARVALHO PALESTROU NA AULA DE ENCERRAMENTO DO CURSO DE DIREITO ECONÔMICO DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO EXECUTIVA DA DIREITO GV : COORDENADORIA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS
PROMOVE CURSOS DE CURTA DURAÇÃO
: RICARDO YAZBEK PROFERIU PALESTRA DE ENCERRAMENTO DO CURSO DE DIREITO IMOBILIÁRIO DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO EXECUTIVA DA DIREITO GV
Ricardo Yazbek, membro nato da Fiabci/Brasil (Capítulo brasileiro da Federação Internacional das Profissões Imobiliárias) e vice-presidente e membro do Conselho Consultivo nato do Secovi-SP, maior sindicato do setor imobiliário da América Latina, fez uma palestra na DIREI- TO GV, marcando o encerramento das aulas do Pós- GVlawem Negócios Imobiliários, curso coordenado pelos professores Ricardo Lacaz e Rafael Vanzella.
Apresentado por Ricardo Lacaz como um dos pioneiros e um dos mais importantes nomes da indústria imobiliária do país, Yazbek trouxe um panorama do setor industrial para uma plateia formada por advogados e engenheiros.
Atualmente, esse setor é formado por quase 80 mil empre- sas, que realizaram incorporações, obras e serviços da ordem de R$ 259 bilhões, empregando 2,5 milhões de pessoas (dados de 2010).
“O cenário internacional mais favorável, o fortalecimen- to da demanda interna, a elevação da renda familiar e a maior oferta de crédito explicam a forte expansão da indústria”, explicou o executivo. Segundo o IBGE, o PIB da construção cresceu 11,6% em 2010, contra a expan- são de 7,5% da indústria em geral.
Esse crescimento também trouxe novos desafios e complexidades ao setor, o que tornou imprescindível a
atuação dos advogados. “O advogado se tornou essen- cial para o setor, especialmente para nós, engenheiros, que estamos acostumados a pensar de maneira exata. O Direito ensina a pensar de uma nova forma”, complementou.
: VINÍCIUS CARVALHO PALESTROU NA AULA DE ENCERRAMENTO DO CURSO DE DIREITO ECONÔMICO DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO EXECUTIVA DA DIREITO GV
Vinícius Carvalho, que recentemente assumiu a presidên- cia do Novo Cade (Conselho de Administração da Defesa Econômica), proferiu palestra no encerramento da pós- graduação em Direito Econômico do Programa de Educação Executiva da DIREITO GV, coordenada pelo pro- fessor Mario Schapiro.
Carvalho estruturou a sua exposição nos seguintes tópi- cos: (a) pressupostos gerais que configuram uma políti- ca de defesa da concorrência; (b) as variáveis que se devem levar em conta na definição dessas políticas e como elas interagem com outras instâncias políticas e econômicas; (c) qual o impacto do controle de concen- tração na estruturação do órgão; e (d) uma agenda pre- liminar dos principais compromissos do Super Cade.
No caso da evolução das políticas de defesa da concor- rência, Vinícius Carvalho apontou três modelos. O primei- ro se configura por uma mudança de cultura e da política da defesa da concorrência, que é imposta de cima pra baixo, como ocorreu na transição da antiga URSS para a Rússia.
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O segundo modelo parte da adoção e busca por um padrão de melhores práticas, como ocorre atualmente no Marrocos, que se inspirou no modelo francês. Já o terceiro se caracteriza pela experimentação institucional, como ocorreu nos Estados Unidos.
A questão das melhores práticas surgiu de uma agen- da global pautada por organismos internacionais como a OCDE e a ICN, tendo como características a presen- ça de um instituto com independência, mandato e orça- mento próprios, dotado de mecanismos de controle de concentração, e a associação de livre concorrência e livre mercado.
“Há um falso pressuposto na concepção de livre con- corrência e livre mercado”, apontou Carvalho durante a exposição. “Nenhum país do mundo deixou de ter empresas estatais, uma política de defesa de concorrên- cia e uma política industrial. O grande erro foi achar que a introdução de uma agenda de política de concorrên- cia seria suficiente para uma reforma de mercado, o que não ocorreu.”
Para Carvalho, a formulação de uma política de concor- rência no Brasil obedeceu a variáveis que são próprias da dinâmica nacional, tais como o padrão brasileiro de intervenção do Estado na economia, o modelo de finan- ciamento das empresas brasileiras, muito menos calca- do no mercado de capitais (se comparado ao modelo americano) e mais dependente de bancos de fomento, como o BNDES; e a influência do direito administrativo
brasileiro e do próprio Ministério Público na atuação do cerceamento de crimes contra a ordem econômica.
: COORDENADORIA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS PROMOVE CURSOS DE CURTA DURAÇÃO
A Coordenadoria de Relações Internacionais da DIREITO GV divulgou o calendário de cursos de curta duração do segundo semestre, em que professores estrangeiros irão ministrar algumas aulas.
Os cursos são semanais e voltados para os alunos do Global Law Program, do Mestrado e também abertos aos alunos de graduação. A organização fica por conta da pro- fessora Maria Lúcia Pádua Lima.
O primeiro curso abordou a Suprema Corte Americana e foi ministrado pela professora Mary Pat Treuthart, da Gonzaga Law School, entre os dias 13 e 17 de agosto.
Entre os dias 20 e 24 do mesmo mês, Ruohong Chen, da Beijing Foreigh Studies University, ministrou aulas sobre ambiente legal de negócios na China.
Entre os dias 1º e 5 de outubro, a Escola receberá Jens Damman, da Universidade do Texas, que dará um curso de curta duração sobre Direito dos Negócios Compara- do. No mesmo mês, entre os dias 22 e 26, será a vez de Jayanth Krishnan, da Indiana Law School, ministrar aulas sobre Direito Comparado. Para encerrar o ciclo, Morag Goodwin, da Tilburg School, ministrará curso sobre Direitos Humanos e Desenvolvimento, entre os dias 5 e 9 de novembro.
1 DE JULHO
: O professor do Pós-GVlawRoberto Soares
Garcia publicou um artigo na Folha de S.Paulo analisando a questão da delação premiada.
4 DE JULHO
: O professor Caio Mario da Silva Pereira Neto publicou um artigo no jornal Valor Econômico, escrito em coautoria com Mateus Piva Adami, debatendo os aspectos legais do leilão da tecnologia 4G.
: A revista Isto É publicou uma matéria sobre os desafios do crime organizado com a participação do pesquisador Guaracy Mingardi.
: O jornal do Commercio do RJ publicou uma nota sobre os comentários a respeito do ICJBrasil feitos pelo cientista político Antonio Lavareda em seu programa na Band News.
6 DE JULHO
: A abertura para as inscrições do Vestibular 2013 da DIREITO GV foi objeto de nota dos seguintes sites:
- Estadão.com;
- Migalhas;
- UOL;
: DIREITO GV NA MÍDIA
- BOL;
- G1
: Guaracy Mingardi analisou a retirada de PMs das ruas em reportagem da Folha de S.Paulo.
A matéria foi replicada no UOL, no Último Segundo e no BOL.
11 DE JULHO
: O Brasil Econômico ouviu a professora Viviane Muller Prado, que comentou sobre a escolha do novo presidente da CVM.
: Yuri Carajelescov falou ao jornal das 18h da Bandnews sobre a cassação do senador Demóstenes Torres. CLIQUE AQUIpara ver a matéria
: O site Migalhas divulgou o lançamento do curso de direito imobiliário, do Programa de Educação Executiva da DIREITO GV.
14 DE JULHO
: Guaracy Mingardi comentou, na Folha de S.Paulo e no Jornal do Commercio de Pernambuco, sobre confrontos envolvendo a PM.
17 DE JULHO
: O professor Ronaldo Porto Macedo Jr. foi um dos entrevistadores do filósofo Roberto
Mangabeira Unger no programa Roda Viva, da TV Cultura.
18 DE JULHO
: O professor Salem Nasser concedeu entrevista à rádio CBN sobre os conflitos envolvendo a Síria.
19 DE JULHO
: O professor Salem Nasser publicou um artigo na Folha de S.Paulo sobre os conflitos na Síria, que foi republicado no UOL e no BOL.CLIQUE AQUIpara ler a matéria
: O início das inscrições para o Mestrado Acadêmico em Direito e Desenvolvimento foi divulgado pelo site Migalhas e pelo IG.
24 DE JULHO
: O professor Francisco Satiro comentou sobre a nomeação de Leonardo Pereira para a presidência da CVM.
25 DE JULHO
: O professor Oscar Vilhena Vieira comentou no Jornal da Cultura sobre a resistência dos órgãos públicos a cumprir a Lei de Acesso à Informação.
CLIQUE AQUIpara ver a matéria
26 DE JULHO
: Guaracy Mingardi comentou, no Terra, sobre o nível de violência registrado em junho.
27 DE JULHO
: O professor Oscar Vilhena Vieira participou do Entre Aspas para falar sobre questões relacionadas a Segurança Pública.CLIQUE AQUI para ver a matéria
: A professora Maíra Rocha Machado falou ao Jornal da Cultura sobre o custo do prisioneiro no Brasil. CLIQUE AQUIpara ver a matéria
29 DE JULHO
: A DIREITO GV e o grupo O Estado de S.Paulo firmaram uma parceria para cobrir integralmente o julgamento da Ação Penal 470, que julga os réus acusados no caso do Mensalão. CLIQUE AQUI para ler a matéria
: Análisis de las normativas internacionales sobre la transferencia de tecnología: incidencia en Cuba Liudmila Morán Martínez
Este artículo refiere el análisis sobre la transferencia de tec- nología en el seno de varias organizaciones internaciona- les desde la perspectiva del derecho de la propiedad industrial. Se muestran los esfuerzos que se han realiza- do en el ámbito internacional por lograr un instrumento mul- tilateral con fuerza jurídica obligatoria sobre los aspectos de transferencia de tecnología, que ha quedado reducido a un mínimo grupo de disposiciones contenidas en el acuerdo sobre los ADPIC. Asimismo, se realiza un análisis crítico de las ventajas de este conjunto de normas para los países en desarrollo, y su contribución a la promoción de la innovación tecnológica y a la transferencia y difusión de la tecnología. En este artículo también se valora la trans- ferencia de tecnología desde dos vertientes: la perspecti- va legislativa y el punto de vista práctico, a partir de un diagnóstico que se realizó con la finalidad de analizar el nivel de conocimiento entre los negociadores que se invo- lucran en este tipo de negocios. Por último, también se determina si las condiciones que se establecen en este tipo de contratos son favorables para el desarrollo tecnológi- co y económico cubano.
: Unidade na diversidade: os fundamentos do Direito Cosmopolita e sua função no estabelecimento de uma moeda mundial
Fernando dos Santos Lopes
Este artigo objetiva verificar se é possível e como é pos- sível utilizar o Direito Cosmopolita para reconstruir a atual ordem mundial segundo princípios de justiça, de modo a alcançar a paz perpétua e eliminar a pobreza. Serão expostos os fundamentos do direito cosmopolita, contras- tando-os com as relações de poder vigentes no âmbito internacional que são caracterizadas como de interdepen- dência assimétrica. Partindo-se da premissa de que as sociedades contemporâneas podem ser compreendidas como sistemas que oscilam entre a cooperação e o con- flito, serão analisadas as estruturas institucionais subja- centes a essa tensão social, com destaque para o funcionamento do sistema monetário internacional. Após a identificação dos fatores institucionais causadores do conflito e da pobreza, analisaremos a proposta oferecida por keynes, em Bretton Woods, de criação de uma moeda mundial de reserva. Isso será feito com o intuito de cons- tatar se essa proposta se adequa aos fundamentos do Direito Cosmopolita no sentido de ser um meio de elimi- nar a injustiça, retirando, por conseguinte, o principal óbice para o atingimento da paz.
: : REVISTA DIREITO GV INDICA
EXPEDIENTE JOSÉ RODRIGO RODRIGUEZ COORDENADOR DE PUBLICAÇÕES BRUNO BORTOLI BRIGATTO EDIÇÃO ULTRAVIOLETA DESIGN PROJETO GRÁFICO