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07 ASSOCIA~AO DOS AROUIVISTAS BRASILEIROS

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07

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

ASSOCIA~AO

DOS

AROUIVISTAS

BRASILEIROS

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

Praça da Repúbllca, 26

-

Centro

-

ZC-14

(endereço provlsórlo)

-

Tel.: 252-2338

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

20.000-

RIO DE JANEIRO, GB

-

BRASIL

D i n t o r l i Biênio 1873-1975

Pnsldonte: José Pedro Pinto Espose1

Vim-Preridonte: Fernando Campos Salinas

1.O Socmtlrio: Marly dos Santos

2.O Socntlrio: Marina A. F. de Sant'Ana 1.O Tosouroiro: Wilma Schaefer Corrêa 2.O T.rouroiro: Maria de Espana Igleslas

Conuiho DeliberaUvo

Presidente: Lourdes Costa e Souza Astrêa Moraes e Castro

Helena Corrêa Machado Raul do Rêgo Lima Maria Lulza S. Dannemann Marilena Leite Paes Jose Honório Rodrlgues Rlta Drummond

Myrtes da Silva Ferrelra

Suplentes

Gilda Nunes Pinto Celita Perelra Gondim Regina Alves Vieira Martha Maria Gonçalves Otilia de Araújo

Maria Amélia Porto Mlgueis

Conselho Fiscal

Deusdedlt L. de OIIveira

Jose Paes de Barros Geraldo Martinelll

suplentes

Mllton Machado

Josê Lima de Carvalho

arquivo & administração, Rio

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

de

Janeiro,

ção dos Arquivistas Brasileiros, 19- Vol. 1 - ri.' O - out. 1972

-

Associa-

Rio de Janeiro, 1972

-

V. ilustr. quadrimestral

"6rgão oficial da Associação dos Arquivistas Bra-

1 . Associação dos Arqulvistas Brasileiros, sileiros".

(4)

administraçáo

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

revista técnica de circulaçao dirigida

V , 2

-

N.0

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

3 --DEZEMBRO 1974

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

publicação da

Associação dos Arquivistas Brasileiros

Redaçao

Praça d a Republica. 26

-

Centro - ZC-14 Diretora Respomável

Maria de Ia E. de Espaiia lgiesles

Diretora Tbcnica hhariiena Lelte Paes

Secretaria

Courdes Costa

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

e Souza

Colaboram nemta e d i d o

Astréa de Moraes e Castro Eynani Valter Ribeiro Regina Alves Vieira Ivette Missick Guaraná

Producao. Arte. Editoria e

Planejamento Gráfico

P i i maiíy comunicação visual

'z'Rua Senador Dantas. 118 conj. 1413

7@

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

O00 - RIO DE JANEIRO GB - BRASIL

20 O00 - R I O DE JANEIRO G B

Equipe

Fernando Luiz Campos Guimarães Marcio R u i 2 Schiavo

Composição e impressão

Cia. Brasileira de Artes. Gráficas Rua do Riachuelo, 128 - RIO, GB

correspondéncia: arquivo 8 administraçBo praça da república, 26

-

Centro

-

ZC-14

20

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

O00

-

RIO DE JANEIRO, GB

-

BRASIL

~

os artigos assinados são de responsablildade dos colaboradores e não expressam

necessariamente o pensamento da associaçao

.

Permitida a reprodução de artigos desta revista desde que seja cltada a fonte. periodicidade: quadrimestral

pr6xima edição. abril 1975 distribuição: aab

desejamos permuta deseamos permuta nous desirons echarige

(5)

O Arquivo Nacional do Brasil, por uma dessas ironias que as circuns-

tâncias preparam, tem sua sede na cidade do Rio de Janeiro, justamente na

praça da

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

REPUBLICA,

esquina da rua da

CONSTITUIÇAO.

Infelizmente essa privilegiada situação física não tem a devida confor-

midade em termos de providências, de rjecursos, de compreensão pois

constando de certa forma da

CONSTITUIÇAO

é praticamente ignorado pela

REPUBLICA.

Assim já se manifestava

o

Diretor do Arquivo Nacional em seu relatório

de

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

1899:

“Creação este archivo da Constituição de 1824, teve

o

seu primeiro

Regulamento a 2 de janeiro de 1838, sendo então Ministro do Imperio

Bernardo Pereira de Vasconcellos.

Em sessenta annos de existencia, Exm. Sr.,

os

Poderes Publicos não

têm prestado a devida attenção ao Archivo Publico.

Não é pois, de admirar que

o

vulgo pela maior parte ignore mesmo qual

o

localem que funcciona o Arcnivo,e tenha de seus funccionarios a ideade que

são encarregados de afugentar as traças, e espanar a poeira dos papeis

velhos entregues a sua guarda.

A boa

ordem necessaria nos archivos é para assim dizer

o

instrumento, e

o preparo para grandes trabalhos de interesse nacional.

Os archivos

são

uma necessidade evidente de toda ordem social,

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

são

elles o unico meio de garantir a perduração de actos publicos, de assegurar-

Ihes a execução com

o

andar dos tempos, emfim de ligar de modo

ininterrompido a cadeia dos principios ou dasobrigações que0 passado lega

ao presente, ou que

o

presente lega ao futuro.

Se

assim é e deve ser considerada esta instituição, como explicar

o

desamparo,

o

descuramento que tem havido por esta repartição?”

As mesmas palavras informam igual perplexidade a nos surpreender

ainda hoje.

Quanto falta para que

o

nosso Arquivo Nacional ascenda a uma posição

compatível a sua importância e com ela as atividades e uma consciência

arquivística ampla em todo

o

país.

Nossa luta, conseguiu despertar jovens vocações

e

decididos defensores

do arquivo no Brasil

e

será continuada. Também mantida

até que surjam as

medidas preconizadas, necessárias ao bem da pátria.

Cada um deve se esforçar pelo engrandecimento de sua terra, insistindo

nesse ideal em seu trabalho

e

exercício profissional, apesar da incom

preensão ou indiferença dos que não realizam, protelam

e

atrapalham.

Confiar que um dia, por fim, teremos um conveniente Sistema Nacional

de Arquivos a demonstrar, aqui também, a maturidade e desenvolvimento de

uma nação.

(6)
(7)
(8)

[O CURSO SUPERIOR DE ARQUIVO

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

t

SUA IMPLANTAÇÃO NA ASSOCIAÇÃO DE

ENSINO UNIFICADO DO DISTRITO FEDERAL (A.E.U.D.F )

I

O Curso de Graduação em Arquivologia, de que resultará o diploma de Bacharel, desti-

.

na-se

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

a formação de profissionais para o

exército das atividades técnicasecientíficas de Arquivo, no setor público e privado. O Curso de Arquivologia proporcionará a habilitação geral previstaem lei, para Arqui- vos de Custódia e Arquivos Correntes. O Curso de Arquivologia, incluindo o primeiro ciclo e estágio profissional supervisionado, compreenderá cento e trinta e cinco crédi- tos, ou duas mil duzentas e trinta horas- aula, cuja execução se fará em pelo menos sete e no máximo quatorze semestres le tivos.

PRIMEIRO CICLO

O 1 . O ciclo incluirá obrigatoriamente as

disciplinas: DF-10l Metodologia Científica; D E 4 1 Economia I; DO201 Administração I; DG301 Contabilidade I; DF-102 Sacie lcgia I; DF-110 Língua Portuguesa; DF-108 Estudos de Problemas Brasileiros I; DF-111 Educação Física; DJ-501 Introdução ao Es- tudo do Direito; DF-109 Estudo de Proble mas Brasileiros II; W 2 0 2 Administração II; DD710 Introdução a ComunicaçZO-313 Matemática I; DG302 Contabilidade II; D D 711 Introdução ao Estudo de História; DF- 111 Educação Física. Oaluno integralizaráo mínimo prefixado de quarenta e dois crédi- tos, na forma indicada nos itens 2 e 3 do Anexo n.O 1.

CICLO PROFISSIONAL

O Ciclo profissional compreenderá disci- plinas e atividades regulares, indicadas na lista de Oferta de Disciplinas, por períodos que integram este Anexo. No Ciclo Profis- sional exigir-seá o estudo das disciDiinas: DD701 Arquivo I; DD707 História Adminis- trativa;Econômic&e Social do Brasil I; D D

705 Documentação I;

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

DJ-503

Instituições de

Direito (Público e Privado); DG317 Estatís- tica I; DD712 Língua Estrangeira (inglês) I; DF-111 Educação Física; DD702 Arquivo II; DD708 História Aaministrativa,EconÔmicae Social do Brasil II; DD706 Documentação II; DCHO6 Organização e Métodos I; DD713 Língua Estrangeira (Inglês) li; DF-111 Edu- cação Física; D D i W Arquivo llk'DD716 Paleografiae Diplomática I; CD709 História da Civilização Moderna e Contemporânea; DD715 Notariado; DD714 Língua Estran- geira (Inglês) 111;. Do204 Teoria de Sistema;

'

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

8

DF-111 Educação Física; DD704 Arquivo

IV; DD717 Paleografia e Diplomática; DO-

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

208 Processamento de Dados; DD718 R e

prografia (com ênfase em Microfilmagem); DF-111 Educação Física; Estágio.

Para as disciplinas I, II, 111 e IV, exigir-seá trinta horas-aula práticas de Arquivos Cor- rentes, de Cust6dia, Especiais e Técnicas ou Cimtíficos de acordo com cada caso. Será sempre obrigatória, sob a forma de estágio profissional supervisionado, a prá- tica das atividades correspondentes a habi- litados em Arquivologia, com a duração

de

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

210 horas-aula ou 7 créditos.

A Educação Física desportiva e recreativa

integraráas atividades regulares dos alunos até a conclusão dos respectivos cursos, ressalvados os casos de participação facul- tativa, conforme o art. 40 do Regimento e seus parágrafos.

DISCIPLINAS COMPLEMENTARES

O aluno deverá seguir

as

disciplinas e ativi- dades como obrigatórias nos itens 4,5,6,7,8 e 9 e escolher exclusivamente, entre as seguintes disci pl i nas complemen tares para substituir

as

180 horas-aula, no caso do aluno ser dispensado da Educação Física: DF-106 Psicologia I; DF-107 Psicologia II; DP-608 Psicologia da Educação III; DO221 Psicologia aplicada a Administração; DP- 614 Didática; DP-615 Didática II; DF-104 Filosofia I;' DP-601 História da Educação I; W 2 0 7 Organização e Métodos II; DE-103 Sociologia II; DE-402 Economia II; DE-= Economia Brasileira; Do220 Sociologia aplicada á Administração, até completar o número mínimo de cento e trinta e cinco créditos previstos para a graduação. Nos termos do art. 23 do Regimento, o aluno deverá matricular-<e em disciplinas correspondentes e pelo menos doze, não mais do que vinte e quatro créditos, por período letivo em regime semestral, despre 'zandese o limite mínimo, quando as disci- plinas pleiteadas forem

as

últimas neces- sárias a conclusão do curso.

A coordenação didáticecientífica do curso de Arquivologia, cabera ao respectivo Co-

legiado do Curso, organizado nos termos do

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

art.

13 do Regimento, definindese, como unidade predominante, o Departamento de Documentação.

JUSTIFICATIVA

A justificativa desta Entidade para solicitar do Conselho Federal de Educação a autori-

zação de implantação e funcionamento do Curso Superior de Arquivo está toda ela baseada no brilhante Parecer do Relator Conselheiro Vicente Sobrifio Porto, quando foi aprovado, por unanimidade, o Currículo Mínimo do mesmo Curso.

Quem lê o citado Parecer, fruto de aprofun- dado e criterioso estudo da matéria, sente da organização de tal curso, não só em Brasília como em universidades de outros pontos do País.

A documentação administrativa, em seu período ativo e corrente, carece de pessoal habilitado que controle sua produção,

a-

companhe a tramitação, guarde e informe, com eficiência. A política de avaliação dos papéis, assunto dos mais sérios em arqui- vologia, tem sido descurada e grande parte do documentário brasi!airq, eliminado in- discriminadamente.

DOCUMENTAÇÃO ARQUIVISTICA

Nossas repartições públicas ou empresas privadas produzem documentos e depois os amontoam em depósitos, para depois elimi- nhlos como o objetivo de desocupar espa- ços.. . Experiências anteriores não servem de subsídios para as posteriores, pois não se têm meios de recuperar as informações contidas nos documentos

...

Programadores e analistas não realizarão o grande projeto da informação sem a as- sistência continua de arquivologistas. Quanto aos arquivos de custódia, realmente retratam um Brasil que não preserva sua história, cujo povo aprende, nas escolas, a história deturpada, romanceada, Compilada. O documentário brasileiro se acha em fase de deterioração e em grande parte, desco- nhecido. Genealogistas, economistas, his- toriógrafos, sociólogos e outros cientistas precisariam das fontes Iimpasdosoriginais. A Associação de Ensino Unificado do Dis- trito Federal, se propõe a ajudar no desen- volvimento do Brasil, criando "Knowhow" que possibilite a reestruturação dos serviços de documentação arquivística, como "back- ground" das nossas administrações e na salvação da nossa história.

Currículo, seu anexo e justificativa fazem parte do Processo que será apreciado pelo Conselho Federal de Educação. É previsto

para

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

março

vindouro, o início do curso.

O Curso Superior de Arquivo está sendo implantado na Associação de Ensino Unifi-

cadodo Distrito Federal-A.E.U.D.F. - s o b a -coordenação de Astréa de Moraes e Castro.

(9)

CURRíCULO PROPOSTO,.

Código

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

DF-1 O1 DE-401 Do-201 DG301 DF-102 DF-11 O DF-1 08 DF-1 1 1

1. O

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

CICLO

1. O Período

Discipltna

METODOLOGI A CI ENTí FICA ECONOMIA I

ADMINIsTRAÇÃO I CONTABILIDADE I SOCIOLOGIA I LINGUA PORTUGUESA

ESTUDOS DE PROBLEMAS BRASILEIROS I EDUCAÇÃO FíSICA cr 4 2 2 2 4 2 1 2

h a

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

60

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

30

30

30

30

60

30

30

DJ-5ol DF-1 O9 Do-202 DD71 O DG313 DG302 DD711 DF-111

,2. O Período

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO ESTUDO DE PROBLEMAS BRASILEIROS II ADMINISTRAÇÃO II

INTRODUÇÃO A COMUNICAÇÃO MATEMÁTICA I

CONTABILIDADE II

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTÓRIA EDUCAÇÃO FíSICA 60 30

30

60

60

30

60

30

~~ CICLO PROFISSIONAL

3. o Período

-

DD701 ARQUIVO I 4 60

DD707 HISTÓRIA ADMINISTRATIVA, ECONÕMICA E SOCIAL DO

BRASIL I 4 60 DD711

DD705 DOCUMENTAÇÃO I 4 60

-

DJ-503 INSTITUIÇÕES DE DIREITO (PÚBLICO E PRIVADO) 4 60

-

DD712 LíNGUA ESTRANGEIRA (INGLÊS) I 4 60

-

DF-111 EDUCAÇÃO FíSICA 1 30

-

üC-317 ESTATISTICA I 4 60 DG313

L

4. o Período

DD702 ARQUIVO II 4

DO BRASIL II 4

DD706 DOCUMENTAÇÃO II 4

D0.206 ORGANIZAÇÃO E MÉTODOS I 4

DD713 LíNGUA ESTRANGEIRA (INGLÊS) II 4

DF-111 EDUCAÇÃO FíSICA 1

DD708 HISTÓRIA ADMINISTRATIVA, ECONÕMICA E SOCIAL

60

60

60

60

60

30 DD701 DD707 DD705 Do202 DD712

5. O Período

DD703 ARQUIVO 111

DD-709

DD715 NOTARIADO

DD714 LíNGUA ESTRANGEIRA (INGLÊS) 111 Do-204 TEORIA DE SISTEMA

DF-111 EDUCAÇÃO FíSICA

~ ~ 7 1 6 PALEOGRAFIA E DIPLOMÁTICA I

HISTÓRIA DA CIVILIZAÇÃO MODERNA E CONTEMPORÃNEA

4 4 1

60

60

60

60

60 60 30 DD702 DD711 DD711 m-501 m-503 DD713 00202

-

6.

O Período

DD704 ARQUIVO IV 4 60 DD703

DD-717 PALEOGRAFIA E DIPLOMÁTICA II 4 60 DD716

DO

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

2Ob PROCESSAMENTO DE DADOS 4 60 Do-204

DD718 REPROGRAFIA (.com ênfase em Microfilmagem) 2 30 DD705

1

30

4

-

20

-

DF-111 EDUCAÇÃO FíSICA

..

(10)

Jomo

o

arquivo é a

nemória da empresa

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

I

primeira coisa

á

ser feita

é

saber se realmente

o

arquivo

2stá em bom funcionamento.

Jm

diagnóstico nesse

sentido poderá ser feito

iendo-se

o

que

o

arquivo

:ontém.

Analisar

o

volume,

o

tipo de

ilocumentos,

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

a

quantidade em

Zada pasta e a

qualidade do material de

arquivamento. Essa análise já

indica em linhas gerais se

o

funcionamento do arquivo não

passa de um estado de

coisas, que necessite

passar por um processo de

reorganização

Para se obter resultado objetivo

e imparcial, de modo

que preferências pessoais

e preconceitos não

interfiram no diagnóstico

deve-se situar bem

o

sistema e

os equipamentos.

Os

sistemas constituem-se nos

métodos básicos de

arquivamentos

que devem ser determinados

com cópias e eficiência.

Os

equipamentos comandam a

organização de arquivos

e sua escolha deve

ser constituída de adequação

para a qual vai ser empregada.

Quando uma empresa

constata que há uma

contradição entre

o

arquivo e

as várias atividades da mesma

o recurso é organizá-lo.

Em rápido exame, tudo isso

pode ser executado por

técnicos especializaaos.

Poderão ser efetuados

levantamentos, projetando-se

uma organização apropriada

i m p I an tando-se

treinando-se

o

pessoal e

determinando-se os

equipamentos adequados.

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

A ORGANIZAÇAO RUF

S . A .

possui

essa equipe técnica

que na autenticidade do

seu trabalho, -pode

estabelecer

os critérios para

organização de um arquivo.

LeQantamentos de dados

definição sobre roteiros

elaboração de projetos

supervisão de

implantação, determinação da

periodicidade de permanência

dos documentos

treinamento de pessoal,

são as

atribuições principais do

Departamento Técnico de

A

rq u i va m en to

Comunicação e Planejamento

da

ORGANIZAÇAO R U F .

Dentre

essas atribuições

procura-se estabelecer os

equipamentos

RUF

adequados

aos diferentes tipos de

empresa.

Pasta Vetro-AAobil

Vetro-Laterál

:aixas de arquivo inativo

iuaisquer um

dos

modetos, fazem parte dos

rquipamentos, cujo

Zonjunto de atributos

dentificam sua boa qualidade.

Entre as características

dessas qualidades se

sobressaem

:

a )

b)

quanto

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

A

segurança

c) quanto

A

economia

quanto

ao

usÓ

e duração

Para obtenção desse resultado

torna-se

i

mpresci nd ível

examinar a matéria-prima

desses equipamentos para se

conseguir o melhor e o mais

baixo custo do trabalho

3aí a razão

de se afirmar que

um bom sistema e bom material

no arquivo, comandará

a rotina administrativa

de uma empresa

disciplinando

os

próprios funcionários.

Para maiores detalhes

solicite a visita de uma

técnica do Departamento

Técnico de Arquivamento

Com u n

i

cacho

e Planeiamento da

ORGANIZAÇAO RUF

S . A .

pelo telefone 224-3022

ramal 241

Rio de Janeiro

Equipamento para Escritonos

(11)
(12)

“àllndia” “Lesbos”, ou “Lisb&’,

“elementos”, ou “atimentos”, etc.

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

cabe

também aofilólogo, quando confrontado com citações latinas ou bíblicas divergentes namesma linha, optar por um texto ou outro, como o mais fiel. Tendo examinado o autógrafo de Vieira e se conscientizado de como ele trabalhava, isto é, emendando, corrigindo, fazendo acri?scimos e supressões na mesma folha de papel, pode o filólogo, com autoridade,

conjeturar

se,

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

mesmo havendo consenso

nos códices, determinada linha não estará deslocada, por uma falha do amauense encarregado de passar a limpo texto tão embaralhado. Abaixo, temos um exemplo brilhante do trabalho do Professor Besselaar. Nos códices e edições, lemos: “Para se avaliar a esperança, há-se de medir o futuro, e não éesteo futuro da minha História.

São Paulo, aquele filósofo do terceiro Céu desafiando todasascriaturas, eentreelas os tempos, dividiu os futuros em dois futuros: Neque instantis, neque futura. Um futuro que está longo e outro futuro que esta petto; um futuro que há de vir e outro futuro que jávem; um futuro que muito tempo hádeserfuturo-Nequefutura-e outro futuro que brevemente há de ser presente: Nque instante.

Besseliar corrige os textos todos, por conjectura, transferindo a frase “e não é este o futuro de minha História”,, do primeiro parágrafo acima, para a antepenúltima linha, depois de “Neque futura”ficand0 a leituracomo segue: “Um futuro que muito tempo há de ser futuro-“Nequefutura” (enáoéesfeo futuro da minha História)

-

e outro futuro que brevemente há de ser presente: “Neque instantia”. Este segundo futuro é o da minha História (...)”.

Umaoutraverificação do filólogo dá-se no campo das interpelações. No caso de Vieira, conhecendo os conflitos desse Autor com a Inquisição, justamente por causado

texto do livro que examinamos, o Professor

Bessé-,

pode explicar porque muitas

cópias omitem citações de Bandm, autor

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

das

“Trov?s”, condenadas pelo Santo Ofício, por conterem a profecia de um milenarismo luso-cêntrico, isto é, de um reinado de Cristo por mil anos, naTerra, através do Rei de Portugal.

Esta,

em

breves paiavras, a lição do

Professor Besselaar quanto ao

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

método

f ilológico.

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

92

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

2

-

EDIÇÃO DE TEXTO HISTORICO

Uma segunda parte do Seminário encerrou.resposta a pergunta: “Como fazer uma edição críticade texto histórico?” Aqui, mais umavezo Professor Besselaar valeu-se de sua experiência na edição da “História do Futuro”, do Padre Antônio vieira.

Itens mnsfitutivos da

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

Edição Critica.

7) Prefácio

2) Siglas e Abreviaturas

3) Bibliografia 4) Introdução

5) O Texfo 6) Aparato Crítico

7) Comentário

8) índices

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

7) Prefacio

O pref.ácioéitem facultativo. Dáa idéia geral da obra e é o local para os agradecimentos.

2) Siglas e Abreviafuras

São as convenções adotadas. A regra, aqui, é: coerência absoluta e uniformidade.

Este segunddfuturo é o daminhaHistória,( . . . ) ’ I

HF

=

Históriado Futuro VIEIRA

AUG.

Def. = Defesa, um dos livros de Vieira. sc.

=

scilicef (isto é)

cett.

=

ceteri (os outros) codd.

=

códices (os códices)

om. edd.

= omitidoemtodasasedições.

conj. minha

=

conjeturaminha cons.

=

consenso.

(autores, sempre em capital)

3) Bibliografia

üevevir no início ou no fim.

E

indispensável. Na HF, contém8 subdivisões:

a) Obras de Antônio Vieira b) Edições da Bíblia

c) Padres da Igreja (50 d.C.

-

1 3 0 )

d) Autores modernos

-

I p l AnMnio Vieiral

e) Autores clássicos

f) AutorescontemporâneosIdo editor/

1700-1 974

1 20&1700

~ g) Repertórios, EnciclopWas e Dicionários

Nesse ítem,

cabe

um esclarecimento sobre o que seja repertório. Um dos repertórios citados na Edição Críticada Históriado Futuro é o de Sommervogel, publicado em onzevolumes, equecontéma lista alfabética de todos os autores jesuítas e a minuciosa descrição de cada uma de suas obras. Isso é repertório.

4) Introdução

A introdução pode subfrlituipo prefácio. discussão introdutória do assunto. Tudo o que com ele se relaciona e nada mais. No nosso caso, todas as coisas relacionadas com a História do Futuro têm que ser estudadas com uma bibliografia exaustiva. Uma regra áurea é saber mais do que se escreve. O contrário disso, sem

menosprezo, se chama jornalismo, isto é, exposição não profunda do assunto. Também sedeve evitar subjetivismo no tratamento dos autores, isto é, deve-se tratar com igualdade a amigos e inimigos. Evitar os clichês.

Na Introdução da História do Futuro, por exemplo, o Professor Besselaar diz tudo o que se relaciona com a história dos manuscritos, com a história das edições e os critérios adotados na preparação do texto.

Admitemse notas explicativas nessa parte do livro. M a s sempre ao pé da página e nuncanofinal docapitulooudolivro, para explicar ao leitor como o autor chegou a esta ou aquela conclusão e facilitar ao leitor

o controle do que ele diz.

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

assim se

promove e só assim pode progedir a ciência.

a

5) O Texto

As linhas devem vir numeradas de cinco em cinco, utilizandese o número cinco e seus múltiplos. Cada linha deve ter mais ou menos o mesmo número de toques para serem publicadas de forma a poderem receber na página impressa o número de linha datilografada.

D

(13)
(14)

Hagar Espanha Gomes, presidente do

IBBD,

vem prestigiando nossa revista com sua vaiio-

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

sa

colaboração. Profissional das mais com*

tentes, professora da Universidade Federal

Fluminense, culta, inteligente, combativa e

entusiasmada, sua atuação têm sido marcada

pelas

posições de vanguarda que defende,

sempre demonstrando amplo e fundado des-

rtínio ante

os

problemas com que se defron-

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

Como

o

desenwolwimento. da

matria arqui wística. no Brasil?

Há um lento desenvolvimento,

apesar

de estudos sérios

e

bem

fundamentados de planos na-

cionais. Acreditamos, contudo,

que

o

Governo se volte para

essa

matéria, a médio prazo, como con-

sequência do desenvolvimento

econômico. Como

se sabe,

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

as

ati-

vidades de interesse cultural

são

sempre prejudicadas porque a

PK?sSãO

para

o

desenvolvimen-

to

tecnol9ico

é

maior.

No caso

da

Arquivístim, entretanto, esse atra-

so é

gmvíssimo,

pois

as p r d e

que Vêm ocorrendo

são

irreparaveis

I4

Que notícias nos da sobre a Confe

rência Intergo wernamental sobre

Sistemas Nacionais de Infor-

mação?

-

Em

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

1971

a UNESCO realizou

a

Conferência do UNISIST que visava

a criação de um Sistema Mundial

de Informação Científica. Este pro-

grama, entretanto, visava a grupos

de cientistas de países desenvd-

vidos e, em diversas reuniões das

sesshs

preparatórias, e mesmo

durante a Conferência,

os

paises

menos desenvolvidos considera-

ramse sem condições de usufruir

dos benefícios do UNISIST. E m b

ra

a UNESCO não tenha organia

do, em 1974, a Conferência sobre

Sistemas Nacionais como decor-

rência daquelas inquietaçhs, pa-

rece-nos que ela pode fornecer

aqueles países a assistência n e

cessária para elevar seus níveis

operacionais

e

poder participar do

UNISIST. Mais interessante, ainda,

no programa recémproposto

é

que

ele engloba não apenas sistemas

de informação científica,

mas

p r e

ocupa-se, igualmente com a inclu-

são

de agências de informação ne-

cessárias ao estudante, ao homem

comum, ao administrador, ao his-

toriador, etc. Este

e

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

um dos aspec-

tos mais significativos do progra-

ma, para

o

qual deve atentar

o

Governo. História, Ciência, Tecno-

Iogia devem merecer todos uma

parcela de apoio governamental

se

se

pretende um desenvolvimento

i

n

tegrado,

eq

u i I

i

brado.

Que papel acredita estar destinado

aos Arquivos na Documentaçáo

Científica?

-

Arquivo, no Brasil, tem uma

conotação ampla: tanto significa

um Arquivo Histórico como a

documentação de uma empresa.

Observa-se, por exemplo, nos

documentos da UNESCO, que

o

termo Arquivo ,é aplicado para

os

Arquivos Históricos. Sem uma ter-

minologia estabelecida, ficam sem

saber com que significadop temo

foi empregado aqui.

Considera viável a integração no

ciclo básico uniwersitário, dos es-

tudos ara formação dos profis-

sionakpde documentação?

-

Consideramos viável e indis-

pensável que essa integração se

dê. Afinal de contas, se arquivo e

‘biblioteca

são

agências de infor-

mação, devehaver um núcleo co-

mum a

ser

explorado de maneira

una.

Que acha a respeito do panorama

bibliográfico de Arquiwos

no

Brasil?

-

A década de 70 está mostran-

do um grande desenvolvimento bi-

bliográfico nessa área. Falta, en-

tretanto, um órgão que se encar-

regue do controle bibliográfico, no

caso

indispensável, pela ausência

de núcleos produtores de i n f o m

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

ção

sobre

o

assunto

e,

conseqüen-

temente, de produção dispersa.0

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

(15)
(16)

iidministración

de

Urchiuos

16

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

por

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

I‘miik

13.

Evaiis,

profcsor

a g r c p d o

d e liistoriu,

l h c ~ h c l i c ~ I i i

L

I I

ivcisi

I

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

y,

l\‘a

SI1

i

11;: l( 1 11,

11.

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

c.

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

Se

e.tn»linan

_i) se

contrasiati

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

10s

conce[)/os c l s i r o s

-y

tnoder!ios

de aúrninisfrarióri

de

arctiiaos

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

cn

10s

paises oiigloaniericarios

y

se iiidican

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

10s ir

a ~ ~ c J r r i ~ a c ~ o ~ i r s

1

adicalcs

p c

s i f r f

Ia

pro

f f -

sión de

arctiirepo.

Hace cerca de dicz anos, Sir Hilary Jenkinson, en su última obra literaria, deplo-

raba “esa forma de hcrejía”, que pretende, que

e1

archivero “moderno” necesita

ordenar

10s

archivos de manera que rcspondan mejor

a

sus requerimientos”,

y

hasta Ilegó a proponer que “esa dcfinición pudiesc ser modificada eii cada país

según

sus

necesidades particulares”. Sir Hilary pronunció estas palabras, como

presidente de la British Society of Ar.chivists, cuando mostrándose exponente

ilustrc de

10

que puede llamarse la escuela “clásica” de la administración de

archivos, disipó toda duda sobre su reconocido “impenitente conservadurismo”.

Para prevenir 10s “males” q u e predi,jo causaría csa política liberal, pidió enérgi-

cainentc a

10s

archiveros de1 mundo eiitero que se mantuvieran “firmemente

adliciidos a unos pocos priiicipios fundameiitales e inmutables -0rígeiics

básicos

y

priiicipios básicos que decidan en último término

10

que el archivero puede

y

no

puede hacer”. Proclamó categóricamente estos orígenes

y principios como

“acuniulación natural (opucsta a compilación artificial), base administrativa,

piescrvación esencial de Ias referencias,

...

custodia; y

...

posibilidad de esa

definición a documentos de todo género y fecha”. Afiadía en cuanto

a

Ia defiiiición

dc

10s

archivos “modifíquela si quiere y como quici-a, pero a coiidicióii de qiic no

se alteren en medida alguna esos cinco elcmentos

l ” .

Sir Hilary se ocupó luego de 10s problcinas que plantea la “índole de

10s

archivos

niodcrnos” -su

“enorme

y actualmente inevitable masa”, la “duplicación o Ia

multiplicación que son resultado de Ias facilidades que ofrcce Ia maquinaria

moderna a gentes perezosas o indiferentes; y luego Ia dudosa calidad de la ma)-or

parte de

10s

materiales utilizados; por último la necesidad de una cierta eliniina-

ción con Ia consiguiente selección”. Quitó valor a muchas de Ias características.

de

10s

archivos modernos pues que sólo sirven para crear en e1 pcrsoiial de archivos

problemas de locales, plantilla

y

restauraciones, como “cuestiones de aplicación

práctica que se haii de resolver a medida que se plantean, y que varían según

las circunstancias”. Pero respecto a Ia eliminación y a la selección, se niantuvo

intraiisigente. Citando

10s

dos “estudios” de

10s registros departamentales pro-

puestos por e1 Comité Grigg, hizo observar que “ninguiio de

10s

procediniicntos

de poda son en realidad tarea de archiveio”.

Y

asociándose a

Ia

idea de Sir

Tho-

mas Hardy, dijo que

“la

funci6n de 1os.conservadores de archivos sigue siendo

aún

Ia

de conservarlos2”.

La única concesión importante que estaba dispuesto

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

a

hacer este archivero,

e1 más influyente de su generación, se refería

a

10s archivos modernos no oficinles,

esos

“restos de documentales de actividades que

no

tienen raíces en e1 pasado, y

que son enteramente producto de nuestro tiempo”. Para archivos como estos

recientemente crcados por sociedades

o

instituciones científicas, industrialcs y aún

comerciales, propus0 depósitos “especializados” y “jirchivcros especializados”.

A

su juicio, este nuevo tipo de archivcros debería, antes de llegar a

ser

un vcrda-

der0 archivero, recibir la formación de un especialista en ciencias en vez d e un

humanista, para poder poseer uii conocixniento técnico de Ias actividadcs docu-

mentadas en

10s

registros. Sir Hilary reconocía que e1 archivcro especializado no

tiene neeesidad de “paleografía, ni de mucha historia, ni tampoco de latín

medieval o de francés”; pero debería “formar parte de ia profesión de nrciiivero

tal como

se practica en todas.partes”; debería adquirir “por

10

mcnos

un conoci-

miento básico, y estar enterado de

Ia índole,

10s

requisitos y las coiidiciones

de

su

profesicjn”. Tcrminando de exam’fnar “Ias vidas paralclas dcl archivero especiaii-

zado

Y

de1 archivero general”, Sir Iiilary sefia16 “como una cucstióii de vcrdadcra e

inmediata importancia, que

e1

archivero cspccializado

...

e s d sieiido una rcalidad;

que

descamas

que

así

sea y que coopere con nosotros; y que quizá seria bucno

formular dcsde ahora

...

Ias condiciones que harán posible

y

fccunda

t s a

coopcra-

ción3”.

D

t

. .

i

(17)
(18)
(19)

actividades modernas referentes a 10s archivos,

y

a las relaciones prácticas-entre.

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

10s

nuevos métodos de administración de 10s arcliivos y de manejo de

10s

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

rcgistros.

Sus conocimieiitos no superados por nadie, y su profunda comprensión de

10

que

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

es un archivo, de su naturaleza, su administración y su utilización, tanto en e1

pasado como en e1 presente, se lian ido difundiendo’ poco a poco hasta constituir

u u v u

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

%

;<

$

c c c

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

6

5

3 6 m - 6 â

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

<

2

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

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5 5

3

4

2

3

4

a

a

a

A

C;

2

2

5

i

i

CONCLUI PAG. 21

(20)

Rdministración

de

Urchiuos

1’20

5

La

“herejía”

que

movió a Jenkinson

a

reafirmar tan vigorosamciitc

sus

clásicas

ideas sobre administración d e

10s

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

archivos

-a

lanzarse a “dar u n paseo”

a

sus

“caballos de batalla” como

é1 10s

Ilarnaba- fue la ac,eptación cada vez mayor q u e

adquirió Ia obra de1 Dr. Theodore,

R.

Schellenberg,

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

Modern

archiues:

principies

and

teclzniqites, publicada unos anos antes. Schellenberg, cuyo fallecimiento ocurrido

hace unos meses privó a la comunidad d e

10s

archiveros de uno d e sus principales

tcorizantes, es autor d e u n manual de1 archivero moderno que no

só10

vuelve

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

a

definir

10s

archivos y pide a

10s

archiveros d e otros países q u e hagan

10

mismo

siguieiido sus necesidades particulares

4,

sino que además recaba para e1 archivero

la faciiltad de decidir en último término sobre

Ia

supresión d e 10s registros

moderiios, seleccioiiando 10s que han d e

ser conservados

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

s.

Pero hay algo tan importante como e1 punto d e vista particular d e esta escuela

moderna con la que jamás quis0 Jenkinson tener trato alguno; e1 de1 “manejo d e

registros” (records management), a

Ia

que Schellenberg dedica e n cambio

10

más

sustantivo de Ias tres partes cn que dividió su manual6. En su contexto, la novedad

de

Ia

tesis de Schelleiiberg es que un programa de manejo d e registros bien desen-

vuelto -y

empleo

Ia

expresión más común-

que busque economía

y

eficacia e n

Ia

constitución de 10s registros, en su conservación . y en su acoiidicionamicnto,

cs

requisito previo esencial d e una buena administración d e 10s archivos modernos.

Las

tres cucstiones planteadas por Jenkinson -1a

definición

y

alcance de1 término

archivos, la ensefianza y

Ia

formación d e 10s archiveros,

y

e1 papel de1 .archivero

en la adquisición de sus materiales-

ademis de1 problema de las relaciones entre

e1 archivero y

e1

funcionario encargado d e

10s

registros, son

10s

principales con-

trastes entre la escuela c l k i c a y

Ia

escuela modernade administracióii d e archivos.

U n resumen dcl. desenvolvimiento d e estos roblemas

,

nos facilita también l a

archivero.

A

pcsar de insistir la uniforinidad doctrinal

dc

LIII modo

pnco corrientc -por

10

incnos

p i r n 111:

ing1t.s y un amcricano- se piicdc dccir <iiic,Iciikiiison

y S ( : l - r ~ l l ~ ~ -

berg

rcflcjm cn

s u s

obras gran parte d c su conocimiciilo práctico dc 10s ~trcliivix

,

a1 niisiiio

tieiiipo,

d e

10s

gobicriios

a 10s

que

scrvíaii con tanta disiiiici6ii.

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

Y

enkiiisoii, qtic poscía

uii

valioso patriinoiiio d c docuniciitos d e la cdnd inçdin,

experio

y

coiiipctcri te cn lingüística y

eii

cicncias históricas auxiliares,

y

hercdcro

d e tina iradición jurídica d e ncutrnlidad oficial

y

d e custodia no intcrruinpida,

hizo lns riiciios coiicesioncs posiblcs a Ias exiçcncias d e 10s registros modernos.

De

todos iiiodos,

su

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

Maiiual

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

of arcliiiie adniiiiisirahri

y

otr:is dc

sus

ollras, auiiqiie

no

est&i

hoy

de1 todo adaptadas

cn

sus

dctallcs a

Ias

iiccesidades habituales,

sigucii sicrido iniiy útiics para

Ia

forniacih de archivcros, de todas partes porque

coii ellos tcndrán una idea clara de su patrinionio cultural

y

d e

10s

ideales d e

Su

profesión

7.

Por

cl contrario Scliellenberg no efectiió un prolongado estudio

de

10s

registros

jurídicos mcdicvalcs ni de

10s

sistemas cciitralcs dc registro. ,Producto

&e

Ia escuela

americana, con diploma superior d e historia, pasó a formar parte de1 personal

d e 10s Arcliivos Kacionales rccientemente creados,

y

pudo así aportar

sus

fundos conocimientos y su experiencia única. La primem actividad esenciar::

10s

.Archivos Kacionales consisti6 en localizar e identificar unos dos milloncs d e

metros ciibicos de documentos de 10s rcgistros federales

?x

se

habían ido acuinu-

lando durnrrte

iin

siglo y medio en Wáshington y en todo.

e1

territorio de1

país.

La necesidad de encontrar criterios y procedirnientos para evaluar y ordenar no

só10 d e este cúmulo de documentos, sino tanibién

10

de

10s

depósitos que se fueron

acumulando

cn

10s

dos decenios iiimediatos, que excedíaii de trescientos mil metros

cúbicos, contribuyeron de un modo positivo a forjar Ias ideas d e Schellenberg

sobre la índole de

10s

archivos modernos sobre e1 requisito inevitable d e Ia “elimi-

nación” y Ia “selección” y sobre e1 importante papel que e1 inanejo d e registro

han de dcscrnpeiiar para facilitar esta tarca. La ncccsidad ulterior d e estab!ecer

un coiitrol niatcrial e intelectual de 10s registros modernos que no estaban “orde-

nados” y no

eran

fáciles de clasifcar con pautas clásicas, contribiiyeroii directa-

mente a estabfeccr ias prácticas deFordenamiento” colectivo

y de

Ia

“descripción”

colcctiva, cuyas bases teóricas expoiie Schellenberg con graii convicción

8.

Dc

todo esto se dcduce que Ias ideas d e Schellenlxrg,

10

mismo que Ias d e Jenkinson,

acerca de

Ia

índole d e 10s arcliivos in’odcriios y d e Ias funciones peculiares de1

archivero, tenían profundas raíccs en Ia expcricncia. Si, e11 ocasiones, sus trabajos

no tienen mucho en cuenta Ias realidades ni las necnidadcs d e 10s depósitos no

gubernamcntales d e menor importancia, es cierto, sin embargo, q u e h a n ejercido

Una influencia d e caráctcr inte&nac.iori

comprensión de las transformaciones radica

P

es que sufre

hoy

la profesión

de

_I 8

i. ,,h

.

_-

.

(21)

Rdministracián de

Urchiuos

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

aJ

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

=

O

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

ul

# ‘

zr

I

...

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

quiera

que

se encucntren.

N o

hay resumcii que pucdri siistituir a1 dctciiido estudio

directo d e esas normas que podrán hacer

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

10s

arcliiveros

y

10s

administradores d e

10s

archivos en ejercicio

Zf

De todo

10

dicho se desprende con evidencia Ia ainplitud y

Ia

índole de

10s

cambios furidamciitales que esI3n produciéndose en la adininistración de

10s

archivos. Si hay mucho nuevo, se

h a

conservado tanibién mucho de

10

antiguo,

y ello muestra su valor.

La

síntesis resultante es necesariamente pragmática e n

su doctrina y flcxiblc cn

siis

aplicaciones. Las tcorías quc ya no responden a la

realidad han d e ser iiimcdiatamcntc modificadas, y a este principio se han ajustado

las defiiiiciones y hasta las pricticas. En Ias circunstancias en que sc mueven

e1

Estado

y Ia

socicdad cada vez más orientados hacia la idea de1 scrvicio, e1 moderno

archivcro público se h a visto frccucntcnicnte obligado a justificar y a rcforzar su

programa reuiiiendo

10s

arcliivos privados,

10s

documcntos personales,

y

Ias

colecciones artificiales, 10s fragmentos y partes dcsperdigadas de Ias compilacioiies

documentales que sólo clasifícanse como manuscritos históricos.

E1

archivero

moderno aumenta y encarece

e1

valor de la referencia y Ia investigación

de

sus

fondos d e archivo.

A

Ias adquisicioncs aplica, según ias circunstaiicias, Ias técnicas

d e su profesión, pero

a1

misino tiempo mentiene Ia integridad de sus archivos

oficiales e n 10 que ataiie

a

su procedencia y orden origiiiario. Reconociendo

todo esto, e1

Dr.

Lamb,

a1

estudiar

e1

“papel variado que dcsernpeiia e1 archivero”

cscribe: “Naturalmeiite,

Ia

transformación fundamental es que e1 archivero

h a dejado d e scr primordialmente un custodio -un conservador-

y

se

lia

conver-

tido en colector d e documeiitos registrados y de manuscritos.

Su

papel ha dejado

d e ser primordialmente pasivo, para convertirse en dinámico

y

activo”

2?

Como e1 arcliivero moderno tiene que evaluar

10s

registros

y

seleccionar

10s

que posen valor duradero, debe sentir algo más que un interés pasajero

or

ci

i i i n i i r l j ~

tlc

10s

rcgislros.

ncl)c

r~xx~1mccr

quc todo

10 q u e

1i;iccii

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

o

Iiaii

~ ~ 10s d

fiiiiiioiinrios

w riic;ii,qdos

tlc

1~1s

registros afcctard diiccta o.iiidirccta-

nientc a1

f i i t i i r o

d e

10s

arcliivos. Scrían cn.cf‘ccto, 10s funcionnrios cncargados

de

10s

reçistros.qiiieiies

dctcrrninaráii cada vez

niAs

1;i

calidad clc nucstros archivos,

Ia

calidad e11 cl sentido d e

quc la

docuinentación sea completa y adccriada,

su integridad (incluida

1a

eliniinación d e

10s

materiales inútiles),

y

su acccsi:

bilidad

o

SII

posibilidad dc servir para

fines

de refcrcncia e invcstigacióii.

Los

funcionarios eiicar

ados

d e 10s registros dctcrniinarán en un sentido rcal

y

de1 éxito.

de

sus esfucrzos dependerá que sca fiicil o difícil evaliinr

10s

registros

p a r a su ordciinmiciito

y

selcccionarlos para su ciistodia; que rcsiilte fhcil

o

difícil

sii

coiiscrvación material y su acondicioiiaiiii’eiito y descripcibn así conio

su acccsibilidad

y

ut.ilización.-

E1

iritcrCs de1 aicliivcro modciiio por e1 ninncjo

d e registros

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

es

pucs n o só10 legítimo sino tainbiéii esencial

’4

Y

como

e1

niaiicjo

d e 10s registros forma cacla & a más parte intcgihiitc

dc

10s

metodos dc Ia niodciiin

gestión administrativa

y

eniplco de máquinas calcuiadoras como instrunicnto

de gcstión, cl archivcro modcrrio ha de conoccr bicn esos nuevos proccdimieiitos

y

d e esas nucvas teciiicas si ha d e deseinpcfiar hicn

sii

fuiición escncial a1 scrvicio

de

la institiición a Ia que pcrtenece.

Por

último, e1 archivero d e hoy e n dia ticnc

en

rcalidad la libcrtad dc hacer

una sclección entre

10s

conceptos clásicos

y

niodcriios

de su profcsión. Si 10s

archivos han d e seguir iespondiendo a 10s iiiterescs

y

iicccsidades dc Ia socicdad

coiitcinporánea, han d e adaptar sus criterios

y

prdeticas

a

esos intercses y necc-

sidadcs. Ezristcii ya muclias priicbas de que así succclc,

y

entre las más cstimu-

lantcs está Ia de que, correspondicndo a Ia iniciativa clc

10s

principalcs archivos,

está

siendo revisado

y

modernizado

e1

problema vital d c Ia enserianza

y

Ia for-

macióii

‘‘

‘Os

arehiveros2~

BoZ. Unesco Bibl., vol. XXIV, n.0 5, septiembre-octubre de 1970

objetivo

Ia

índole

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trabajo d e

10s

arcliiveros en

10s

arcliivos modernos, piies

e e i o e e e e e e e e e e e o e e o e o o e e ~ e e e e e e o e e e e e o b e e o e e e e ’ e e e e ~ e e e e e e o o o e e e e e o o e e ~ e e

21. Véase de iin modo especial Ernst POSXER, Some aspects of archival dcvelopment since the French Revolution, Atneriran arcliicirt, vol. 3 , July 1940, p. 159-172, que ha sido recditado con ot-3 obrar

suyas y una lista de sus publicociones en Ken Rlunden. ed., Arrhiucr

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ond t k c pirblic infcrert : ~ C k C t c d

essajs by Ermt Pornn, Washington, D.C., Public Affairs Press, 1967.

22. Ernst

POSSER,

Atnericon Siate Arckicvs, Chicago-London, University of Chicago P*% 196.4- V b f e especialmente “Standards for state nrciiival agencies”, p. 349-367.

23. L.WE. The ciiaiiging role of the archivist, op. cit., p. 4.

24. Frank B. Evms, Archirists and recordS^%Snagers:, variations on a themc, Atmriran arcliieist, vol. 3 0 ,

January 1967, p. 57-58.

‘25. Via& cspecialmentc Rog-er i-I. ELLIS, The Britisii archivist and his training, Socicty of Xrcliivists,

Jouraial, vol. 3, n06, October 1967, p. 265-271, y VijnlTCiioxleL, Les problèmeç du personnel scicnti. fique des-Arch&&J.e France, Garette dcs~omhives. n.& n.O 6& 1968;~p. zj5-26o. ,. , .

(22)
(23)
(24)
(25)

Isencão

I

zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

de

Imposto

Sobre a Renda

ESTADO DA GUANABARA

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DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL NA GUANABARA

Processo n

.

O

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: 071 301 069/ 74

Interessada: ASSOCIAÇÃO DOS ARQUI- VISTAS BRASILEIROS

Endereço: Praça Tiradentes,

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83 s/303A

C. G.C. : 42.1 53.79! /O01

Imposto sobre a Renda. Pessoa Ju- rídica. Sociedade civil de carater cultural sem fins lucrativos. Pedido de reconhecimento de isenção. Art. 25 do R.I.R. Deferimento.

Visto e examinado o presente processo em’ que é solicitado o reconhecimento do direi- to de isenção do imposto sobre a renda, completado no art. 25 de Regulamento para

a cobrança e fiscalização do Imposto sobre a Renda, aprovado pelo Decreto n.O 58.400,

de 10 de maio de 1966, e

CONSIDERANDO que a requerente apresen- tou a documentação a que se refere a art. 31, através’da qual demostra preencher as condições exigidas no art. 25 do Regula- mento antes mencionado;

CONSIDERANDO o parecer de fls., que aprovo;

RESOLVO reconhecer a peticionária o direi-

(#

to de isenção do imposto sobre a renda, condicionada a continuidade desse favor

a

fiscal as exigências da Portaria Ministerial -

=

GE337, de 2.9.1969 e da Instrução Norma-

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0

tiva SRF-2, de 12.9.69.

,=

W s e ciência a interessada, fornecendo-lhe cópia desta decisão, anotese e arquivese.

b

A 3.a Inspetoria da Receita para os devidos

Q

fins.

Original assinado pelo Delegado

Página

7 Antecedentes y estructura de1 Boletín Interamericano de Archivos.

11 Programa archivistico de Ia OEA

4

Boletin

7

15. Carta de 10s Archivos Americanos. 27. Asistencia técnica y económica de 1 .a

I II

m

e

OEA a 10s archivos latinoamericanos.

30. Seminario Multinacional sobre Planifi-

-

cacion y Reorganización de Archivos Na-

cionales.

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i

Boletin lnteramericano de Archivos. v. 1

-

Córdoba, Facultad de Filosofia y Huma- nidades, 1974-

Editado pelo Centro Interamericano de For- mación de Archiveros, na Escuela de Archi- veros da Universidad Nacional de Cordoba, Argentina, sob a direção do Dr. Aurelio Tanodi.

A orientação geral do Boletim é notada- mente arquivística ao tratar os temas da matéria e os afins, em seu aspecto, infor- mativo e formativo. Suas páginas deverão conter informações sobre arquivos ameri- canos, tanto históricos como administrati- vos, públicos e privados, seu estado atual e seu desenvolvimento sobre reuniões, con- gressos, jornadas, etc. problemas de pes- soal e sua formação, associaçóes arquivís- ticas, estatutos profissionais, informações bibliográficas, em resumo tudo quanto pos-

sa

interessar ao arquivista. Não

e

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matéria do

Boletima publicaçãodeariigosde pesquisa histórica, de textos documentais, de catá- logos ou indices de documentos.

Este primeiro volume se refere as Organi- zações interamericanas e internacionais que mantém e coordenam as atividades arqui- vísticas e as reuniões quetrataram temas de Arquivos.

Transcrevemos o Sumário para melhor to- mada de conhecimento do conteúdo deste primeiro número:

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U

39. Comité de Archivos de1 Instituto Pana- mericano de Geografia e História. 47. Consejo Internacional de Archivos, por Charles Kecskemeti.

59. Resoluciones y recomendaciones de 10s Congressos Internacionales de Archivos 74. Los Archivos en 10s países en vía de desarrollo, por Aurelio Tanodi.

83. Primeira Reunión Interamericana sobre Archivos.

103. Primer Congreso Centroamericano de Archivistas.

106. Conferencia sobre Archivos de1 Caribe. 111. Simposio sobre Ia “Función de 10s Archivos y de Ia Paleografia en Ias Investi- gaci ones”

.

115. Primer Congreso Bolivariano sobre Archivos.

120. Seminario sobre Archivos en Ottawa. 125. Seminario Interamericano sobre Ia In- tegración de 10s Servicios de Información de Archivos, Bibliotecas y Centros de Doeu- mentación en América Latina y el Caribe. 133. Oficina de EducaciÓn Iberoamericana. 134. 111 Jornadas Bibliotecológicas y Archi- vológicas de Venezuela.

136. I Congresso Brasileiro de Arquivologia.

139. Jornadas Argentinas.

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145. La fundación de1 Archivo General de Ia Provincia de Buenos Aires (182l), por Julio César González

151. Archivo General de Ia Nación Argenti- na, por Zulema Carracedo Bosch de Prieto 161. Para que nos conozcamos mejor. 169. Noticias.

179. Noticias de Espana, por Vicenta Cortés Alonso.

183. Bibliografia, por Manuel Vázquez 199, Direcciones archivisticas y afines.

.

Referências

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