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rev. educ. fis. vol.17 número1

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Academic year: 2018

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Motriz, Rio Claro, v.17, n.1, p.223-223, jan./mar. 2011

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Motriz, Rio Claro, v.17, n.1, p.223-223, jan./mar. 2011

Resumo de Dissertação de Mestrado

Efeitos da Temperatura e do Volume de Água Ingerido no Desempenho

durante 40 km de Ciclismo com Intensidade Autorregulada no Calor

Moisés Vieira de Carvalho

Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, UFMG-Universidade

Federal de Minas Gerais, Departamento de Esportes, Laboratório de Fisiologia do

Exercício, Belo Horizonte, MG, Brasil.

O objetivo do presente estudo foi verificar os efeitos da temperatura e do volume de água ingerido no desempenho durante 40 km de ciclismo com intensidade auto-regulada no calor (35ºC e 60% Umidade Relativa do Ar). Dez atletas do sexo masculino (25,5 ± 1 anos; 68,99 ± 2,7 kg; 173,0 ± 0,02 cm, 67,20 ± 1,82 mL.kg-1.min -1

) foram submetidos a quatro situações experimentais. As temperaturas da água testadas foram 10ºC e 37ºC. Em AL10 e AL37 a ingestão ocorreu de forma ad libitum, sendo registrado o volume e o momento no qual cada alíquota foi consumida. Nas duas últimas situações (PRO10 e PRO37), os voluntários reproduziram o mesmo padrão de ingestão de AL10 e AL37, porém de maneira invertida. Não foram observadas diferenças no tempo total de exercício e nos tempos parciais (TP) a cada 8 km entre as situações experimentais (p>0,05). Porém, considerando-se a média global das quatro situações, o TP24-32km foi maior que o TP0-8km. A potência, cadência e velocidade média não foram influenciadas pela temperatura da água. Entretanto, a potência foi maior quando os voluntários consumiram menor volume de água, correspondente ao volume ad libitum 37ºC (p=0,008). Ao longo do exercício não foram identificados efeitos de tratamento sobre a concentração sanguínea de glicose e lactato, freqüência cardíaca, percepção subjetiva do esforço, temperatura retal, taxa de sudorese, taxa de acúmulo de calor, osmolalidade plasmática e variação percentual do volume plasmático. A efetividade dessa técnica de resfriamento corporal não alterou o desempenho e o nível de estresse termorregulatório, cardiovascular e metabólico durante exercício de intensidade autorregulada no calor.

Palavras-chaves: Temperatura da água, Volume ingerido, Desempenho, Ciclismo, Intensidade autorregulada.

Orientador: Emerson Silami-Garcia

Carvalho, M.V. Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Mestre em Ciências do Esporte UFMG – Belo Horizonte/MG.

e-mail: [email protected]

Motriz. Revista de Educação Física. UNESP, Rio Claro, SP, Brasil - eISSN: 1980-6574 - está licenciada sob Creative Commons - Atribuição 3.0

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