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3 Protocolos de Roteamento

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Academic year: 2021

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(1)

Roteamento IP

(2)

Roteiro

 Roteamento Estático

 Roteamento Dinâmico:

◦ Vetor de Distância

 RIP

 IGRP

◦ Link State

 OSPF

◦ Híbrido

(3)

Roteamento IP

• Existem três tipos de roteamento:

– Estático;

– Dinâmico;

– Default.

• O encaminhamento de pacotes entre redes

diferentes é feita através da

TABELA DE

(4)

Distância Administrativa

• É uma métrica que indica a confiabilidade de uma

rota ou mais rotas para um destino.

• É representada por um número inteiro entre 0 e

255.

(5)

Distância Administrativa

Tipo de Entrada na Tabela

Distância Administrativa Padrão

Interface diretamente conectada

0

Rota estática

1

Sumário do EIGRP

5

BGP Externo

20

EIGRP

90

IGRP

100

OSPF

110

IS-IS

115

RIP

120

EIGRP Externo

170

(6)

Roteamento Estático

• É o processo de criação de tabelas de rotas

manualmente.

• Vatagens:

– Redução do consumo de CPU;

– Não há consumo de banda com informações trocadas

entre os protocolos de roteamento.

(7)

Roteamento Estático

 A sintaxe para se configurar rotas estáticas é:

◦ ip route [rede de destino] [máscara]

[interface de saída ou IP do próximo

salto] [distância administrativa

]

◦ Exemplo: ip route 10.81.14.0 255.255.255.0 serial 0/1

 As redes diretamente conectadas ao roteador são incluídas

automaticamente à tabela de roteamento (

ROTAS

(8)
(9)
(10)

Roteamento Default

 Roteamento default é usado no envio de pacotes para

redes que não se encontrem na tabela de roteamento.

 Em geral são usadas em redes stub, ou seja, redes que

possuem apenas um interface de saída.

 Uma combinação de roteamento default com

roteamento dinâmico ou estático é possível, onde o

roteamento estático é usado em último caso.

(11)

Roteamento Default

• Se existir uma rota mais específica que a

default está terá preferência.

• Por esse motivo rotas default são conhecidas

como “rotas de último recurso” (last resort

gateway).

(12)
(13)

Roteamento Dinâmico

• Vantagens:

– Simplifica o gerenciamento da rede;

– Viável em redes de grande porte.

• Desvantagens

– Os protocolos utilizam largura de banda ;

– Consome recursos de CPU;

(14)

Protocolos de Roteamento

• Existem três classes de protocolos de

roteamento:

• Vetor de distância (RIP e IGRP);

• Link State (OSPF);

(15)
(16)

Vetor de Distância

• Utilizam a distância em saltos (hops) para

definir o melhor caminho.

• Caminhos com menor número de saltos

indicam qual é a melhor rota.

(17)

Vetor de Distância

 Enviam as tabelas de roteamento completas para

os roteadores vizinhos.

 No caso de se ter mais de um caminho para uma

rede de destino, a distância administrativa (AD) é

o primeiro parâmetro a ser analisado.

 Se os valores das ADs forem iguais, os protocolos

vetor de distância utilizam a contagem de saltos

(18)

Vetor de Distância

• Se o protocolo Vetor de Distância tiver mais de

um caminho com o mesmo número de saltos ele

realizará o balanceamento de carga distribuído

(round-robin load balance) entre os caminhos.

• Nota: O RIP pode realizar balanceamento de

(19)

Vetor de Distância

(20)

RIP

(21)

RIP

 Características:

 Envia a tabela de roteamento completa para todas as

interfaces a cada 30s;

 Utiliza a contagem de saltos como métrica;

 Limita a contagem máxima de saltos a 15. Inviável em redes

de grande porte com muitos roteadores;

(22)

RIP - limitações

• O RIP tem um desempenho ruim por propagar

broadcasts, inclusive para interfaces indevidas.

• O broadcast é enviado até para a interface

A

B

Broadcast

Broadcast

(23)

RIP - limitações

• Durante 30s o roteador A enviará pacotes para B,

entendendo que a rede 192.168.30.0 é

alcançável.

A

B

Broadcast

Broadcast

(24)

Loops

• Devido a propagação de broadcasts a

atualização das tabelas de roteamento podem

ocorrer de forma inconsistente.

(25)

Loops

• A rede 5 ficou inalcançável por algum motivo

e esta informação é propagada do router E

para A.

(26)

Quantidade limite de saltos

• Um exemplo é o protocolo RIP que limita a 15

saltos o encaminhamento de um pacote na

rede.

• É uma técnica que sozinha não inibe

completamente os loops.

(27)
(28)
(29)

Route Poisoning

( Envenenamento de rota)

 Insere na sua tabela de roteamento o valor 16 (no

caso do RIP) para a rede se tornar inalcançável.

(30)

Triggered update

(Atualização Instantânea)

• Quando uma rota falha, não espere pela

próxima atualização periódica.

• Envie uma atualização instantânea, listando a

rota envenenada.

(31)

Configurando o RIP

• Router# conf t

• Router(config)# router rip

(32)
(33)

RIPv2

RIPv1

RIPv2

Tipo

Vetor de Distância

Vetor de Distância

Métrica

Cont. de saltos (máx. 15)

Cont. de saltos (máx. 15)

Anúncios

Classful

Classless

VLSM

NÃO

SIM

Redes descontíguas

NÃO

SIM

Autenticação

NÃO

SIM

Propagação

Periódica (broadcast)

Periódica (multicast 224.0.0.9)

(34)
(35)

Configurando RIPv2

• Router# conf t

• Router(config)# router rip

• Router(config-router)#

version 2

(36)

IGRP

(37)

• Proprietário da Cisco;

• Contagem máxima de saltos = 255;

• Utiliza largura de banda e atraso como

métricas;

(38)

IGRP

• Não suporta:

–VLSM

–CIDR

(39)

IGRP

Temporizadores:

 Route Update: intervalo de 90s entre as atualizações

regulares.

 Route Invalid: intervalo de 270s antes de um roteador

determinar que uma rota tornou-se inválida.

 Holddown: informa aos roteadores para reter mudanças

durante 280s, em rotas recém desativadas.

(40)

IGRP

• Configurando IGRP:

– Router# conf t

– Router(config)# router igrp

10

(nº do Sist. Autônomo)

– Router(config-router)# network 172.16.0.0

(41)
(42)

Link State

• Conhecido como: caminho mais curto antes (Shortest Path

First).

• Protocolo aberto, exemplo: OSPF.

• Funciona com três diferentes tabelas:

– Tabela de vizinhança;

• Hello OSPF

• Multicast (224.0.0.5)

(43)

OSPF

(44)

OSPF

• Pensado para implementação em grandes redes;

• Atualização das tabelas via multicast;

• Atualizações incrementais (ex: uma nova rede foi

detectada, apenas a informação adicional será

propagada).

(45)

Elementos chave do OSPF

• RID (Router ID)

• Tabela de vizinhos

• Banco de dados Link State (LSDB)

• Área OSPF

(46)
(47)

Router ID (RID)

• Os RIDs do OSPF são números de 32 bits

escritos na forma decimal.

• Identificam cada roteador de forma única.

• Podem ter seu valor atribuído manualmente

(48)

Router ID (RID)

Passo 1. Se o comando OSPF “router-id rid”

estiver configurado, esse valor é utilizado como RID

(manualmente).

Passo 2. Se qualquer interface loopback tiver um

endereço IP configurado e estiver up/up

(ativo/ativo), o roteador escolhe o endereço IP mais

alto entre as interfaces loopback.

(49)
(50)

Vizinhos OSPF

• É um roteador que pode trocar informações

de roteamento utilizando OSPF.

• Os vizinhos podem ser dinamicamente

descobertos através de mensagens Hello

OSPF.

(51)

Hello OSPF

• Através das mensagens Hello são enviados:

– O Router ID (RID), incluindo O DR e BDR.

– O ID da área.

– A periodicidade Hello (10 seg) redes broadcast.

– O dead interval (40 seg) redes broadcast.

– A prioridade do roteador.

– Lista de vizinhos que o roteador de envio já

conhece.

(52)

Hello OSPF

• O roteador envia pacotes Hello através de

multicast (224.0.0.5) a cada interface

(53)

Hello OSPF

• Assim que o roteador vê seu próprio RID em um

Hello recebido, ele acredita que uma comunicação

two-way

(nos dois sentidos) foi estabelecida com

(54)

ESTADO DO VIZINHO

SIGNIFICADO

DOWN

Um vizinho conhecido não é mais

alcançável, muitas vezes por causa

de uma falha em uma interface

subjacente.

INIT

Estado intermediário em que um Hello

proveniente do vizinho foi

escutado, mas esse Hello não apresenta o

RID do roteador como já tendo sido visto.

TWO-WAY

O vizinho enviou um Hello que apresenta

o RID do roteador local na lista de

roteadores vistos, indicando também que

todas as verificações do vizinho foram

aprovadas.

(55)

Conhecendo um vizinho

• O primeiro Hello com "Seen [null]“ significa que R1 ainda não

enxergou nenhum vizinho.

(56)

Estados entre vizinhos OSPF

• O comando mais comum para apresentar os

vizinhos e os estados é show ip ospf

neighbor.

• Ao entender os estados OSPF entre vizinhos,

pode-se determinar se um vizinho OSPF está

funcionando normalmente ou não.

(57)
(58)

LSDB (Link State Data Base)

• Os roteadores OSPF trocam o conteúdo (LSA)

de seus LSDBs de forma que ambos os

vizinhos tenham uma cópia exata do mesmo

LSDB ao final do processo.

• Este processo é fundamental no

funcionamento dos protocolos de roteamento

link-state - > convergência.

(59)

LSDB (Link State Data Base)

• Passo 1

– Com base no tipo de interface OSPF, os roteadores

podem ou não eleger em conjunto um DR e um

BDR.

• Passo 2

– Para cada par de roteadores troca o conteúdo de

seus respectivos LSDBs.

• Passo 3

(60)
(61)

Área OSPF

 O protocolo OSPF permite hierarquização de uma rede

através da divisão em diversas áreas.

 A área 0 (zero) deve sempre existir em rede OSPF com mais

de uma área. Essa área é conhecida como backbone area.

 Os roteadores que compõem a área zero devem ter

capacidade adequada.

(62)

Área OSPF

• Para interconectar uma área que não está

diretamente conectada à área zero, deve-se usar

o virtual-link.

• O tráfego entre áreas diferentes é realizado pelo

Area Border Router – ABR

.

(63)
(64)

Vantagens do projeto

de áreas do OSPF

• Um menor LSDB por área requer menos

memória.

• O roteador requer menos ciclos de CPU para

processar o menor LSDB por área melhorando o

tempo de convergência.

(65)

Router DR e BDR

O roteador DR (Designated Route) existe para

concentrar as informações de atualizações da

rede.

A eleição do DR só ocorre em redes de

múltiplo acesso:

◦ com broadcast (ex: Ethernet)

(66)

Eleição DR e BDR

• O roteador que envia o Hello com a definição de

prioridade do OSPF mais alta se toma o DR.

• Se dois ou mais roteadores empatam com relação à

definição de prioridade mais alta, o roteador que

envia o Hello com o RlD mais alto ganha.

• Nem sempre é o caso, mas normalmente o roteador

que possui a segunda prioridade mais alta se torna o

(67)

Eleição DR e BDR

• Uma definição de prioridade em 0 (zero) significa

que o roteador não participa da eleição do DR ou

BDR.

• O intervalo de valores da prioridade que permitem

que um roteador seja candidato vai de 1 a 255.

• Se um novo e melhor candidato surgir depois que o

DR ou o BDR tiverem sido eleitos, o novo candidato

(68)

Router DR e BDR

Nota: as atualizações OSPF

ocorrem via multicast.

a) 224.0.0.5: multicast

enviados para todos os

roteadores OSPF.

b) 224.0.0.6: multicast

enviado para todos os

roteadores DR.

A

B

(69)

Árvore SPF (SPF Tree)

 Dentro de uma área OSPF cada roteador calcula o

melhor caminho para todas as redes pertencentes à

mesma área.

 Este cálculo é baseado:

 informações da base de dados topológica

 Algoritmo SPF (Shortest Path First).

 Cada roteador constrói uma árvore, onde ele é o

router raiz e todas as outras redes são os galhos

(70)

Árvore SPF (SPF Tree)

• O custo de cada caminho da árvore OSPF é

dado pelo somatório dos custos das interfaces

de saída.

• O custo é calculado pela equação:

– Custo = 10

8

/ largura de banda.

(71)

Balanceamento de carga

• Por padrão faz o balanceamento de até 4 links

com custos iguais.

• Esse valor padrão pode ser alterado para 16

links balanceados com custos iguais.

(72)

Configurando OSPF

• Modelo:

• Router(config)#router ospf [

ID do Processo OSPF

]

• Router(config-router)#network [rede] [wildcard mask] area [número

decimal ou formato IP]

• Exemplo:

• Router(config)#router ospf 10 → (

ID Processo OSPF

)

• Router(config-router)#network 192.168.10.0

0.0.0.255

area 0

• Observações:

– O ID do processo é irrelevante, onde pode ter valor diferente em todos os

roteadores OSPF.

(73)

Comparativo:

Link State x Vetor distância.

RIPv1 (120) RIPv2 (120) IGRP (100) OSPF (110) Tipo Vetor de Distância Vetor de Distância Vetor de Distância LINK STATE Métrica Cont. de saltos Cont. de saltos LARGURA DE BANDA LARGURA DE BANDA Limite Saltos (máx. 15) 15 255 N/A

Anúncios Classful Classless Classful Classless

VLSM NÃO SIM NÃO SIM

Autenticação NÃO SIM NÃO SIM

Propagação Periódica (broadcast) Periódica (multicast 224.0.0.9) Periódica (broadcast) Sob demanda (multicast 224.0.0.5)

(74)

EIGRP

(75)

Protocolo Híbrido - EIGRP

 Tem características dos protocolos Vetor de Distância e

Link /state.

 Exemplo: EIGRP.

 Limitação de 224 saltos.

(76)

Protocolo Híbrido - EIGRP

• Características:

– Vetor distância: atualiza as tabelas de roteamento

com a propagação das redes e dos custos para

acançá-las.

– Link State: envia atualizações para os roteadores

vizinhos somente quando há alterações na rede.

(77)

EIGRP

 Suporta múltiplos protocolos de camada 3 (IP, IPX,

Apple Talk), enquanto o OSPF suporta apenas IP;

 É um protocolo classless e suporta VLSM;

 Suporta sumarização e redes não-contíguas;

 Convergência mais rápida que a do OSPF;

 Utiliza o DUAL (Diffusion Update Algorithm), que inibe

loops e é eficiente.

(78)

EIGRP

 Consome menos largura de banda, pois não tem

atualizações periódicas, só propaga informações

quando há mudança na topologia.

 Utiliza multicast (224.0.0.10).

 Distância administrativa padrão do EIGRP é 90.

 Faz balanceamento de cargas com links de custos

(79)

EIGRP

• O EIGRP segue três passos para poder

adicionar rotas na tabela de roteamento IP:

– Descoberta de vizinhos

– Troca de topologia

(80)
(81)

Vizinhos EIGRP

• Para que roteadores EIGRP sejam considerados

vizinhos se faz necessário:

– Endereço IP de origem usado pelo Hello do vizinho deve

estar na mesma sub-rede;

– Os roteadores se encontram dentro do mesmo AS;

– Ambos possuírem os parâmetros K idênticos.

(82)

Vizinhos EIGRP

• Não é mais um vizinho EIGRP se não receber

Hellos pelo número de segundos definidos

pelo Hold Timer do EIGRP.

– Hello Interval

• nonbroadcast multiaccess (NBMA):

60s

• Broadcast:

5s

(83)

Diferenças do OSPF

• É mais simples do que a do OSPF –

convergência mais rápida.

• Não possui o conceito de estar totalmente

adjacente como no OSPF.

(84)
(85)

EIGRP

 O EIGRP usa uma métrica composta baseada, por default, na banda

e no delay.

 Métrica = [K1 * Largura de banda + (K2 * Largura de banda)/256 –

carga) + K3 * Delay] * [K5/(confiabilidade + K4)]

◦ Os valores constantes padrão são K1 = K3 = 1 e K2 = K4 = K5 = 0,

portanto.

◦ Largura de banda para EIGRP = (10000000/menor largura de

banda)*256

(86)

EIGRP

• Assumindo apenas a banda e o delay a

(87)
(88)

EIGRP - Cenário 1

Métrica = (10.000.000 / Menor Banda kbps) * 256 + [(delay A → B) + (delay B → C) + (delay C → D)] * 256

Métrica = (10.000.000 / 64) * 256 + [6000] * 256

Métrica = 40.000.000 + 1.536.000

(89)

EIGRP – Cenário 2

Métrica = (10.000.000 / Menor Banda kbps) * 256 + [(delay A → X) + (delay X → Y) + (delay Y → Z) + (delay Z → D] * 256

Métrica = (10.000.000 / 256) * 256 + [8000] * 256

Métrica = 10.000.000 + 2.048.000

(90)
(91)

O Algoritmo Dual

 O DUAL(Diffusing Update Algorithm) é o algoritmo

usado pelo EIGRP.

 Seleciona informações que serão armazenadas na

Tabela de Topologia.

 Usa as informações de distância, conhecidas como

métricas

, para selecionar um caminho eficiente sem

loops para cada destino e insere essa opção na tabela

de roteamento.

(92)

O Algoritmo Dual

• AD (Advertised Distance):

métrica reportada

por um vizinho, também chamada Reported

Distance (RD).

– Exemplo:

• 10 é o AD reportado por B para A.

• 10 é o AD reportado por C para A.

• 30 é o AD reportado por D para A.

• Feasible Distance (FD):

métrica total do

melhor caminho.

– Exemplo:

• 20 é a métrica total do caminho A-B-E (FD).

• 25 é a métrica total do caminho A-C-E.

(93)

O Algoritmo Dual

• O DUAL define as rotas como:

– Loop (não estarão na Tab. Topologia)

– Loop Free (estarão na Tab. Topologia)

• Critério:

– Caminho loop: AD > FD

– Caminho loop free: FD > AD

• Exemplo:

• C pode alcançar E com um custo de 10 (AD) < 20 (FD), dessa forma este

caminho é

loop-free

.

(94)

Successor e Feasible Successors

 Successor

: Este roteador tem o menor custo para um

destino.

◦ Pode haver múltiplos sucessores se eles tiverem o mesmo

FD.

◦ Por default, no máximo 04 sucessores podem ser

adicionados na tabela de roteamento.

(95)

EIGRP

• Para ser uma feasible successor o roteador deve ter um AD

menor que o FD da rota sucessora corrente.

(96)

Tabelas do EIGRP

• Contém 3 tipos de tabela:

– Tabela de Vizinhos

– Tabela de Topologia

– Tabela de Roteamento

(97)

Tabela de Vizinhos

• Lista de todos os roteadores diretamente

conectados executando EIGRP.

(98)

Tabela de Topologia

• Lista de todas as rotas aprendidas de cada

vizinho EIGRP.

(99)

Tabela de Roteamento

• Lista de todas as melhores rotas da Tabela de

Topologia.

(100)
(101)

EIGRP Load Balance

• Rotas com métricas iguais são instaladas na

tabela de roteamento (load-balance com

custos iguais).

(102)
(103)
(104)
(105)
(106)
(107)

Outros comandos

• Show ip eigrp interfaces

– Exibe informações de EIGRP para cada interface.

• Debug eigrp packet

– mostra a transmissão e o recebimento de pacotes

EIGRP.

Referências

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