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Manejo da sangria ascendente 1/4 S

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Academic year: 2021

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Caio César Franceschi - VI Ciclo SJRP Novembro 2008 D3

Manejo da Sangria

Ascendente ¼ S

Eng. Agrº Caio Cesar Franceschi Plantações E. Michelin Ltda

Caio César Franceschi - VI Ciclo SJRP Novembro 2008 D3

●SANGRIAS ASCENDENTESSANGRIAS ASCENDENTESSANGRIAS ASCENDENTESSANGRIAS ASCENDENTES

Extração do látex em Hevea sp, utilizando técnicas de gestão e sequências de painéis ascendentes em ¼ S up & down, ¼ S up ou ½ S up.

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Caio César Franceschi - VI Ciclo SJRP Novembro 2008 D3

a) a) a)

a) AberturaAberturaAberturaAbertura::::

Os critérios de abertura inicial da Hevea, além da medida da circunferência, consideram a declividade do corte (angulação) e a altura em relação ao solo.

Esta altura, que varia entre 1,20 a 1,30 m, deve-se ao aspecto ligado a ergonomia para o melhor posicionamento do seringueiro (sangrador).

Ensaios demonstram que as aberturas iniciais em alturas mais baixas (objetivo de abertura precoce) não obtiveram bons resultados em função de :

- menor área de drenagem (limitação pela proximidade do porta enxerto)

- maior necrose de laticíferos

.

Caio César Franceschi - VI Ciclo SJRP Novembro 2008 D3

b) Balanceamento de painéis b) Balanceamento de painéis b) Balanceamento de painéis b) Balanceamento de painéis :

A explotação descendente da casca da seringueira, em diferentes freqüências de sangria (D2, D3, D4, D5,...etc), pode ser realizada de duas maneiras distintas :

-CONTÍNUACONTÍNUACONTÍNUACONTÍNUA : O balanceamento do painel é realizado ao término das extensões dos lados A ou B (respeitando-se um limite ergonômico ou a limitação do nível do solo)

- ALTERNADAALTERNADAALTERNADA : O balanceamento é realizado de forma alternada, ALTERNADA entre os lados A e B, a cada um ou mais anos agrícolas.

Cada sistema tem suas vantagens e desvantagens.

No caso da sangria contínua a produção tem uma maior redução (queda) do que a sangria alternada (sangria contínua no lado “A” = acúmulo de sacarose sobre “B”).

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Caio César Franceschi - VI Ciclo SJRP Novembro 2008 D3

GESTÃO DE PAINÉIS EM HEVEA

GESTÃO DE PAINÉIS EM HEVEA

GESTÃO DE PAINÉIS EM HEVEA

GESTÃO DE PAINÉIS EM HEVEA :

É a adoção de um plano exploratório das cascas da

Hevea, que permite o máximo aproveitamento do

potencial produtivo de látex, dentro de um ciclo de

tempo definido pela seqüências dos anos agrícolas.

Este plano é regulado pelo consumo de casca adequado

a cada freqüência de sangria, bem como pela

escolha do melhor posicionamento dos painéis,

buscando o máximo aproveitamento das áreas de

drenagem e alimentação de sacarose.

Caio César Franceschi - VI Ciclo SJRP Novembro 2008 D3

EXEMPLOS DE PLANO DE GESTÃO (D4 6d/7) :

Sangria

Sangria

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Caio César Franceschi - VI Ciclo SJRP Novembro 2008 D3

PORQUÊ ÃO COMEÇAMOS A SAGRIA DA SERIGUEIRA COM ASCEDETE LOGO AS ABERTURAS IICIAIS ?

Ensaios demonstram que o uso da sangria ascendente no momento da abertura, não resultaram em produções superiores ao da sangria descendente. Ao contrário, a utilização da sangria ascendente após um período de explotação

descendente, de no mínimo 8 anos, tem excelentes resultados em função de:

a) Acúmulo de sacarose (em grandes concentrações) a partir da intersecção das cascas virgem e regenerada para cima;

b) Grande superfície de drenagem e alimentação ( sacarose ); c) A sangria ascendente não tem freio, ou seja não tem limitação.

Em ¼ S up, possibilita produções superiores entre 25% à 40%, em relação à ½ S down ( variável em função da localização do corte e potencial produtivo do clone)

A sangria ascendente permite A sangria ascendente permite A sangria ascendente permite A sangria ascendente permite explorar a parte alta da casca, explorar a parte alta da casca, explorar a parte alta da casca, explorar a parte alta da casca, com altas produtividades, e com altas produtividades, e com altas produtividades, e com altas produtividades, e manter uma boa regeneração da manter uma boa regeneração da manter uma boa regeneração da manter uma boa regeneração da casca baixa, que poderá ser casca baixa, que poderá ser casca baixa, que poderá ser casca baixa, que poderá ser sangrada novamente no futuro. sangrada novamente no futuro. sangrada novamente no futuro. sangrada novamente no futuro.

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Caio César Franceschi - VI Ciclo SJRP Novembro 2008 D3

TIPOS DE SANGRIA ASCENDENTE TIPOS DE SANGRIA ASCENDENTETIPOS DE SANGRIA ASCENDENTE TIPOS DE SANGRIA ASCENDENTE :

¼ S UP & DOWN ¼ S UP ½ S UP 45º 37º 45º 60º

Painel em ¼

S up & down

em 11.o ano

de sangria,

com guias de

declividade e

gestão de

sequências

padrão

MICHELIN

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Caio César Franceschi - VI Ciclo SJRP Novembro 2008 D3

-CONSUMO DE CASCA CONSUMO DE CASCA –––– MEDIÇÃO EM 3 PONTOSCONSUMO DE CASCA CONSUMO DE CASCA MEDIÇÃO EM 3 PONTOSMEDIÇÃO EM 3 PONTOSMEDIÇÃO EM 3 PONTOS

-PROFUNDIDADE DE SANGRIA PROFUNDIDADE DE SANGRIA –––– MEDIÇÃO EM 3 PONTOSPROFUNDIDADE DE SANGRIA PROFUNDIDADE DE SANGRIA MEDIÇÃO EM 3 PONTOSMEDIÇÃO EM 3 PONTOSMEDIÇÃO EM 3 PONTOS

Caio César Franceschi - VI Ciclo SJRP Novembro 2008 D3

-FERIMENTO FERIMENTO –––– MEDIÇÃO DO TAMANHO DO FERIMENTOFERIMENTO FERIMENTO MEDIÇÃO DO TAMANHO DO FERIMENTOMEDIÇÃO DO TAMANHO DO FERIMENTOMEDIÇÃO DO TAMANHO DO FERIMENTO

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Para sangria 1/4S







*Estimulação do corte descendente – uma estimulação sobre duas ascend. *Estimulação dos dois cortes – 1 g por árvore e por estimulação, começando

sempre a aplicação pelo corte ascendente.

*Estimulação do corte ascendente unicamente – 0,8 g por árvore e por estimulação 432 mg Et (12/6) x 4% 270 mg Et (12/6) x 2,5% G 432 mg Et (12/6) x 4% 270 mg Et (12/6) x 2,5% F 432 mg Et (12/6) x 4% 270 mg Et (12/6) x 2,5% E 288 mg Et (8/4) x 4% 180 mg Et (8/4) x 2,5% D 180 mg Et (8/4) x 2,5% 135 mg Et (6/3) x 2,5% C 630 mg Et (14/7) x 5% 356 mg Et (12/6) x 3,3% B 540 mg Et (12/6) x 5% 270 mg Et (12/6) x 2,5% A Sangria ascendente-descendente d/5 ¼ S asc-desc d/5 6d/7 Sangria ascendente-descendente d/4 ¼ S asc-desc d/4 6d/7 Clone

Para sangria 1/4S







*Estimulação do corte ascendente unicamente – 0,8 g por árvore.

480 mg Et 12 x 5% 400 mg Et 10 x 5% G 480 mg Et 12 x 5% 400 mg Et 10 x 5% F 480 mg Et 12 x 5% 400 mg Et 10 x 5% E 320 mg Et 8 x 5% 240 mg Et 6 x 5% D 240 mg Et 6 x 5% 200 mg Et 5 x 5% C 560 mg Et 14 x 5% 480 mg Et 12 x 5% B 480 mg Et 12 x 5% 400 mg Et 10 x 5% A Sangria ascendente d/5 ¼ S asc d/5 6d/7 Sangria ascendente d/4 ¼ S asc d/4 6d/7 Clone

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Caio César Franceschi - VI Ciclo SJRP Novembro 2008 D3

Painel sangrado c/ faca “fechada” Painelsangrado c/ faca “aberta”

S e m r is c o d e p e rd a d e p ro d u ç ã o p o r e s c o rr im e n to C o m r is c o d e p e rd a d e p ro d u ç ã o p o r e s c o rr im e n to

• Obrigado pela atenção !

Eng.

Eng.

Eng.

Eng. Agrº

Agrº

Agrº

Agrº Caio

Caio

Caio Cesar

Caio

Cesar

Cesar Franceschi

Cesar

Franceschi

Franceschi

Franceschi

Gerente Técnico Comercial Regional SP

Gerente Técnico Comercial Regional SP

Gerente Técnico Comercial Regional SP

Gerente Técnico Comercial Regional SP

Plantações E. Michelin

Plantações E. Michelin

Plantações E. Michelin

Plantações E. Michelin –––– Regional São Paulo

Regional São Paulo

Regional São Paulo

Regional São Paulo

Rua Luís Américo de Freitas, 37

Rua Luís Américo de Freitas, 37

Rua Luís Américo de Freitas, 37

Rua Luís Américo de Freitas, 37 –––– sala 07

sala 07

sala 07

sala 07

V.

V.

V.

V. Ercília

Ercília

Ercília

Ercília –––– S. J. Rio Preto

S. J. Rio Preto

S. J. Rio Preto

S. J. Rio Preto –––– SP.

SP.

SP.

SP.

Cel: (17 ) 9611

Cel: (17 ) 9611

Cel: (17 ) 9611

Cel: (17 ) 9611----1962

1962

1962

1962

caio.franceschi

caio.franceschi

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Referências

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