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Higiene escolar

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Academic year: 2021

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(1)

mm FACULDADE DE MEDICINA DO PORTO

FERNANDO ALVES DA ROCHA

HIGIENE KSOQIAR

Dissertagao inaugural

Presidente

Exm.s Prof. Dr. Lopes Martins ' «a- f J K * % A.**".'? *.._ 1

- A 5 J

(2)

1920:-A Ï ' À C U L Ï Ï Â D S

fi-O .

DIC* Hj

(3)

VMT-s

IA ÏÏQ POHTO

Frof • D i r e c t o r Dr. kaxitaiano Au<:uata xv*»ira i.taoi Prof. apor*tapio P r . Álvaro T^ix^x .ato»

V

XX

ta

A na t a a i a a p e r i t i v a . . . ^ r . JU*;UXÏ* ir£»8 H i a t o l * * ­ * l m b r i û I o g i a . . . . B r . A&el dt» Liiaa salaasar

y i s i o i . '1 s « r a r * > ë p # c i a i . , ; D r . Antoni* l^irmacalQBia • • • • «ûr * Jo ■ P a t o l o g i a s e r a i . . . i . .. I u # r w ** ;.> _ a» .• r ^ ^ ...atoaia P a t o l ó g i c a . . « . . • • ï > i » Ai 4e AL . a t . * ff1 P a r a s i t o l o g i a . . . . B r . Car ­■ i . . ' ■ . ' . ' -X V- <*i *•**» - **■ ■■■ :'.,T i * * « * * • ■* * * * * # J É J 2 T * A f i u Q J l l O M V ' I ****^ *; --e i n u r g i c a . . . D r . c & r l û a Aiiróti

OllrU . ­ ...Br.Álvaro T e i x e i r a Baatofli i'*a. . . . . * » . * . u r »Ai.kr<?uo aa Koc.ia x»x.

» L . * . . . » * » . 4 < r . i * • ■ . .» A'.i-i . . . D r . vr> C »­ I D i ( • ' '■: i HI . * . . . • » . Vai^a ( 1 ) D e o a ­ . ♦ . . . « * » • » • . • » • • • * ^ . , W J. './í . ' - . . - í ■ u i u t r i a . , , « . . . .Dr.AJV UV­ . . . . J>G^"' "x o i. ­ático» 1X0 AU ruato Dí *f l") CaaT*^' p r o r . li­ A3 ( g ) c a a , * .: r©í. o r û . s ­ ■ i v t t » Lea toi

(4)

s

í»ar» a p r t i * n t a r o «e&­. *,itío trae­aino <*: . . p a per i f i iâOfito» o b r i

qa* eu ■ "

poi* a pr*t«»B»lo, a<m»n*>8 aaá~X< d# apr*a<»ntar «a t r a t ­ y ^ r f f i t o iticosyatiYfi aa JTCOÍ>­

ama pou­cap f o r ç a s .

$ a nigi^rií» nue c o n s t i t u i os a l l c o r o e a <*& <\ÏHB>

aas}#ut» a saúde # a t r a n q u i l ! ­ i ­povoa, OOJ ,' oa a n ­ ua «çrpriraiaat no lt*taa <x* Ai v e n a l :

anm

EA*A IB

eoapoa» a^o.

Mas #ntr# m* s , ini>i­izsumt*, oa e muitas yezejs d*aprc»KgtfLoH quaiaqupr pr*»êf*ltQa û® aae, r» assim

p a»» t r a t * dp aan#ai5#nto aaa eidad<»H, t i l a ç ' doa a d i f i e i o s ppmiooa P­ p a r t i c u l a r e s , oa art? ­â© a.

(5)

borar »a eoi :O#H 4*»Stlïi •olae, á» c l a s s » f ; □ i >», í*tC i "#r V4»r . u ,

(6)

/ / so fî r*3 ■ ,"-"? .riticrv /

(7)

i. ­ , i X " * j» I ■* trf«» to tc XlPCegHiCU ^ l O G f r i V i V CO i v Ujfl . A ­ I I ­ i l l ÏÀ A M i ¥ ~

(8)

/ ! 7 ï U i i C l O j : içiêacíí PI ., qui» c r i

-to física •

s IB&B d r f'BC<

'lac; o não si»: . í r ^

-

,-lu->fm

(9)

-conrtyj3t«*, ï>alriO, i ti ** . ftrowataç §*s | ,.ctor ; lo t e r r e n o . v ^ : , ' ­ v l I i V i . 0 ■,ir*«no»o tomb?» a a t i n f u z de < . rqu<» portait^ u *PC t,o f á c i l

tPr. ­a, MC< Q por baixo û : cans ­«* a r e i

(10)

' o ti Ivo B 1 1 • •t»níj a* t o aí" e r t o t A or; ■ i íiOB C ,r v '• 1.1 JL L •!■_ * ; * M 4r 3 4 * * * >1 no a#corj . * t t\r J.U* >t# porque 'ÍÍÍ — - — — -— - ■ * ■ -■--*■

(11)

10 *>n%&rÈl, Û0 B o l . •.4e, »a p dí? encontro ás conaioõi1 ií*r o: Os cul» ' t r i c ô iorv 10 , o U9 DU t JPG »**r o r a n i t o , y l ï i sf s u p e r f i c i e l i v r e com uau s c o b r i r

(12)

11 .a-# .a-# cxori' c l a n o in>

(13)

m

­•■jrofii;. i ;o» naît ­i . <»r­

[uí1 consisti» t»is talïuir o «n a 5c ; co­

­âf» a t r ; * w s « a r *» outre i n f o r i e r

Q — r.

$ — j * e.<

(14)

Éâpií 1 3 3 « » r t o - Ai** «» t«»;./Li#r.<.^ur4 do l o c a l o .«.'•nela. e v i t a r . >sci< taâ • v l -AB »:i1 os

(15)

-1 4

. i ■■.

-v-T f í i C i O

(16)

. 3 P

-i o

i ajiajvllio v,­ . . coru'ugO.­ Das q ., i«a os iiiios ?acelar«nj.

A E#e«sanaria ­'

uia f a c t o incontentavc■

"a ua v i s t a LO ?rj.traaos a ft* o ancas aas sacolas | livroa qui*

; , r , ..;.­• e x e r c í c i o 6 d< ti§>»

fcuf» i ... ' 8 c a l a . nag «lo

f a c t o r e s ; oû#r ilu v?, or ­;*ro t» a,;3;:

(17)

I t í I frflQUi no por to aati^fa?. Ao condis 5« l a d o %J%J ^ f " W Í J U ! s o , aa #&qu«»rd ra a 4ir*>ita J £UiO Huatiâo a li >nc*tr» r . escrever ou i

-l a t e r a -l , úivouos se»pr# reeefcê­-la na a i r e e ç i a ,;/u4ateraI esquerua, u qy# *' sec$r# p o s s i r e l ãanAc à ffl©~

o 4 Á. J. ­ ­ <siyuo c^nve nuoa escc­

•ctaaa no caderno a< ■ or;t d<* tiouu o corpo

'Aio t ã

(18)

17 .g viv i; viiuio r i o r e aprp&suta. o xr* ar a tPrappffati ; * ï ¥* Jfc f* ""Ï i -~* M * 4> ïi« * > V.1 ****** 4! ■' ■■•a. l o i .

(19)

balfcos HBcolawf. ..r^a tonifica o organis-O»

agente profilático $ terapêutico, i prevenção e cura prineApalaí»nte aalfOaias úoengaa cutâneasj atrioue-se â ÍUK a fonaafiâo .de pigaentoi cutâneo», cu,

ftcçâo # important lMiaa na fisiologia 4o tegmaentu e*t«tf A fototerapia, tea noj* ua ca&po extenso «n que exer-ce a nua acaao»

luanto ao numéro e dimensões uas janelas aomiti-mos lata fórmula, geraUiaente empregada na iJuiça, que con-siste eia ílar á auperfície envidraçada das janelas usta ex-tensão igual a 1/4 ou pelo minou a 1/5 part* ft* superfície total da gala de aula,

Se a iluminação fica ainda insuficiente devido a condlcSea extrínsecas (como clima onde abundam os nevoei-ros, ruas estreitas, edifícios altos nau proxi ,>s da escola, et O, ) aandacoo construir jaiieiaa cou us ângulos cortados, talíados et; Diael á custa da race extern» aa pa-rede. Podemos ainda recorrer a pintura das paredes COLÍ

tintaa claras, brancas, amareladas ou rosadas, que refieo

i

(20)

l à

ct**ra cow irais mt^i me oe rai. isopom.

Apresentar ;:,adrc­ DOS a .percentagem âe r e ­

fle iguïtau edreë*

Amarelei . . . .40­ •

h'iu'L . . . . *%&■

Ciii*<?nto ciaro .J.n,õ£ Cinzento escuro ,

t-a 1,

• • uïiA­j 1 •#*& tanto &ais nigiénic; nto ­a elevaâaa estiverem mel&s, turque nestas coitàiçSè* a ventilação aerá toais eoupleta e mais prof lente entra­ rá a lus no 1 rtimefï 1 eaeola*

anto a d lut âne là entre u parte inferior c me­ la e Q pavimentei étiverseia as opiiuCi­a,

conveniente, sob o ponto ae via ta ftl£iénioo, que $#aa diatânoia aeja a ;::axor possível; &&a soo 0 ponto ae vista pe ioo, « e n a conveniente que 1 iiatânela foa­

(21)

•* pequena, de &QdO * poder­se descortinar .... *>soola too iiorisontes que itiriaiii au ..;■>■_ essor o enao

dar aos seu» alunos noçSes aõi ­ ,1H

relevo­do solo,­ etc., geju sair oa ,.a.

taj do :­ ; ua ror d « .;j B0^

jsulto forte, remedeia­se este inconveniente i . „ » cor­

tinas ou transparentes qi desenrolar o *,­,,r­

^® '­. .■ prior "i­ oar llu&in&da, *v; , . ,.-..' • ' A 1 ' ■ ' "" ' ■ ■ ­'■' cora ay a n t i g a s ões a ­ O­UOíí t o pas Be a acç So ■ f i r i n s u f i c i e n t e e x i g i r á y o Ua viBsío ~í?v, a. r,ue n f .

(22)

av A3 ' v .1*0 Í i*V? V'i.'; J i t * , . ! . , .■ I

(23)

:

CQlt/CUÇâU

t o p . ûe ox i-ten;

(24)

? .

) ir,

Li

CO i* A . .

.tuia s« nservar auranfc*

a tori: :. ;0a«

. .r eat os inconví»i;, JPÍIOS

usa a u l a . Qual

renova ,a« <*'>**• m e l a s , . ■ • enta

ve?.e r. de» r e c o r r e r a usa v w t t i l a I . *». o

:;­• s»3 opoetau, .'v.­i tlc .lho

s û& pfri­ a.f f # r r o , ,..

ileat a unao a a*JV-t a # oua*JV-tï. 9 u i v e i ao a*JV-t e a*JV-t o .

(25)

s, pou­ i t ù i r os o r i f í c i o » >t ♦.■­xiatir . ir a foi po­s­­ M " sulBB-t i sulBB-t , 8&lsulBB-t;ií'. &gsulBB-t; ; ( ' S i ' i O sulBB-t€»I

do * vd t*»ri •:. .i •­. i . v t r o s tc^aa a eat*», "..à.' tutoo va t e r na aua wcir#j ­puça :aov«»l que,

v'io d. LUS oatavt»ato, viri* a aber a o p o a t a

viûroti pt*rfurad(­ . ifrtafc, rodízio» \é os

v i d r o s i.,araltt»loa ,. : .^tainf* »IQ i n a u f i o l e n t * » porqu« • s t à ­ . conuniiî.tgâo coia a a­tmoattrá por uma s u p e r f i c i e IMI-to l i c i t a d a e irre&ulaárj allia dia ao estando dapeiidentea Seul c o r r e n t e s a é r e a s e n£c Uferenga p e r a t u r a e n t r e o

iQ i n t e r n o *» e x t e r n o , pode» s e r v i r Ut» « e i a ora û» i n t r o d u ­

ção» ura tie extracção cio a r .

0 «elftor da todos OB d i s p o s i t i v o s a e r i a aquele eœ que a renovasào ao ariftosse independente da d i f e r e n ç a d?

(26)

2&

sp*­ ­4 cor,. F a# obt<4:.; por v e n t i l a d o r e s o c t r i ­

Cid&âtt 4» V€»nt i n o a m*» i n f a l i f c n a ^ * , »~

a t«*r iitr.

* £ neaessárii;

•.# 'turn*­ i­not para i s s o de» aparei*©*

■ ' . . . ' . . ' > . . ' - \

11 V I H i

t í u a a ^ n t e r e l a c i o n a d a * s dependent,­ .» at» new ucoapanruir u&a ua o u t r a . ' j>ros? 9sses «par

Uí*s ' ««ira ao aquecimento p*ia e l e c t r i c i ­ dade»

s*­f ,paa«fcente que o ù^iïior » i s ­ .«ento £ aquele qui? ao «M.UUO te&po que for­

(27)

não lanei» nu aala os atua produto» de coiaou*

tritoua por te- \pg c a l o r u n i f o r » * , 'jue a atmosfera (ta aula ** que» nao provoqua dentro

I -oorrantea a é r e a s .

:.lateja dif aqueci:r.ent- fogdea d ktagan d* renovai »ntro ama # i s ao lado ú#sii» pre

caia uc*prí»dtíá o €>it*v:tra rapidamente» a tá»perat a, u ^ r ó p r i a para a ??spin

ifíicu-?? ' i sua ÍVUI .i causando ,. pai, «' Í C ; quo ima» aa poc pe*i.. > &G&P d«> aubu< ,j i

r&torlaa . o o a l o r por to

.os p r e f e r i , Bftftaa i j rro » o cos por uraa a&iaada . o, GU atarão oa q traidoíi de t i j o l o s , -jor qu# aâo laaua conduto ceru ião rápidaaant», conserva; .. ranta i

(28)

í§7

v SiSteSia Of So

inaç&Q i te» vantagens sôtre o anterior' por ser raaia

liapo e aaia cómodo} i s n t e s , ■ ri« ,g at» explosão a qui» «Otá s u j e i t o psla fuga a* ;ás que

possa oar­se por q. ­»r cano conclut or» perigo s de i n t o ­ xicação pels óxido àe carooac [ue se encontra et;

antiaaas no tlusainacSo. S ê'ate no entanto o ro* cesso i vulgarizado, v^ao «» «►cono­

o s i s t s o * ai» aq ,>nto por fo ­otrioi­ daae ê de todo© os qua indioamos o pais preferível p«

sua siais fácil adaptagfto, aais iJ .Po e isento :»

do anterior e nâo ir a ataosferu aa aula* tea «ri­ t e a desvauta^ea â« s*x tro e por isso d< vul­vurl­

**

..queci central vapor de água cir 0 0 a colocados por Dl dos eoainoo e pare­ des ao^íiificio é *•* o oals perfeito s reoor.endado

Mas, COMO o anterior, a*­ r fiïUito

(29)

■fí To ao» êst»B BlBteaaa <3**v. .­...■ . ■ ... para # v i t a r a f o r m ã o uo oxido (X%* c a r b o n o , c a r acid.*»nt r t a i s .,­.­: ; v&zes s# .. P con­ ido 8 .

■:u«r qu#'»«•.<■ í í i t é r i r#ftaOa CLOQ

:rCv»buri a para «*vit • ­ura û■ ■ ' . a . ' i . t o , "/«* s o r n#rv Inauf leíe>i*i . o PXC» ..tes qui V&ZQi

PBfria t»nto qi.;ir*do a :,,­8* is Biptrati

\B

cri-U i S « V

ouço mal .Un­a<ia

(30)

■W K* ■*■■ "■.

pap y â#atiriiiûOM lo ae» c&apeut», ruup s a l n o a ; s a l a s para r^íVi t ó r i o ,,ras ana*» at* ^oa&am

car l a v a t ó r i o ss paru toa a# l a v a r ï v f e i ç ô » e t c .

o u"»v«» sor o o« c o r r e a o r t a <?. escritas pa aaaagam to^os; .lunoa > '

i a da oorj

M toa . i #scolaa d*v* ftatf#r raervioa» ..■o«q it l i a d o s ao a fcrrliiquouoa ôur o i n v e r n o , qwe»r a»

livre»: out roa d#ví ..ira cor*U>r»?s oóaoáaeMWita oa aluno» Î tr$ss ^ » t r o s q

Vi» st*r o naif...

a vai at£ 10 a e t r o a quadrados, #aa cidades o p r e ; o vado dofí terreno» ê um o b s t á c u l o , nas Lidí»ías £ ia f á c i l at» n»uov«*r.

■ racrv 10 entoa o» afins .­.tes e usa­ pouco

(31)

ao

ftiajag, >1« u<» sorota uffl rortlo, t*r

a# s e r v i r pari sola ae> a g r i c u l t u r a oní Qrutnçín

i r i a * fasui i ,o cora o a n ,oo ûc &e

oi" no i"i«*io > JMjruraiî ao 3t*u uruuo snst*r*

;it,al mi instalaçlo a» una escola

, ci«tt»r-f ontci«tt»r-fci«tt»r-fa , v, i.

to J.U-1 uu a . i o . .asa in- &a*

infiltroçu- J i v

t e r m t o a , aos rte.)tectos ao h<

uru, ô> CUÍUJB &? *e>:~ton qua ppis • Êga*» t«»rr«u no.

(32)

31

;;;*»aY«>i qui* m-rvo (It* furu

■»c<?r UiUOtf« ao í : A f l o r a !., A#v»*»nd«r âa xv i tai tfia B( I A{ . r -U M y.-r ■) . ■J 89 i n f i l t r a s ;lo at

(33)

ortscpín tïtO : ! F,51 lorena •s » 1 /*v 1U : qui» # anap.ur w U i concl or i nconv snl *n t <• iwu t ru U Í BB ;e?àna; pa ir© o i c i a o ; tiriió­ . o <i*»

>orq ■açora, o solute i ­.­aceína: r^ v%J \Jk%* * X' iW

"ios.

(34)

Sua inquiri, a e n t r o ­S<UJ ­ma.8 £

r í s ? r 9' ' r ,ia va;

uso corrente*» á ■ cu­» o\ {i"1 XXlQT •

&*rv A cisternas li ■ nicos t»; a x u n o a . I • iltrc

(35)

irá •:" a i a ] reqi4»n ­te SXXKXKXX Î. ^TiviH e a # i * . c i o n a r . . "ÏOS ' i ' ^ p O L r i v i n i A pi*J u ■-«, l J , i . *«.>■ ■u>r c o r ­ a p l i c a r . t e a qu« ' O P Y * a tsacia ? VM»r P ^ ï l w # À \ P \* a i B O i j e e q t t e s ; t o d o s i*at< •*»r iiiti'iaPTitt­ Muninc B4»r i o n o» p o r *îm 3 *ntuo i t a a eua l a v a ­

(36)

cinda í»ut*ir

(37)

AA

ïor **r

(38)

9f :.;,, to,

Individue »# .o » o tronco oonatanraao ria yotigâó v e r t i c a l ai*culo« ^vo trcmco»

ÍCOÇO «» nuoít. banco r.ao t i w r ^neôato ou a» ?at#

fôr . ­, a ... . ": v?r" ■ tronco i

:,cç;to coso, p o t e n c i a s muscm; ^ aclrsa r*~

i>rim.oB em fcr^v*» d ato au iro­e*. >ulta a 3

.... inala *» por

dl» aiatítfiçu i kaaça aiuita­ge v

>,rpo Sobr* ­uloa .

C Ã U d a fkxCi.. '

>at ym apoio r. v i vai C<

o'« qkai» o .

(39)

ito l I t í

sa©} í5t> H Í ' . ' ' ' r e t a ã,& ­limo uvb

UÍfit«Í21Ci<l ■ »H U O i » OltlGfcU « s i . ; i . * V W * !":t *

. e r i o r ^ s ?

■ A cttfejproporyao e n t r e erivujriiníia e suu. incl

V 1 B ­ \ 1 0 S Q.0 «5 ,1 -L A Ti Jf jt O * D i l i a a H»aa et criança» uor de tôdoa £, ai

(40)

39

posaa X$r I /-, ■ ■ 1

G# a * f á c i l BC

tr* d i f í c i l de r*»aolv#r, como o a aodí^os ­ vuXliuB e s c o l a r e » que

• ■' ÛDJ"# »e t ( - - : 0 ,

atruçSo. de UM " I ^Bcolar devemos ter­ wft v i a: nerto rafeiro de regras ir ■• . íveis aaád* e bjm e s t a r dia c r i a n ç a é. derivadas dí* li»:

e f l i í i o l ? IS.

como u macula é fr. unos a** a i f s r

dlVfèfl&fl parte;­, HtaAOftlais ­.­ .aco não p< t u ­ ralmente s#r as isteBiaae. Partindo do p r i n c i p i o qu* o fean­

CO (1­0V^ '.CO f

concordamos m ri»aonnecer COESO po&igâo normal a qua r e u n i r

. ;uint#í! c a r a c t e r e a :

^aaado $ c r i a n ç a e s t i v a r s e n t a d a , oa

T#» pousar eu; aneio aôlsre o aoio ou sôbrv ura a p o i o ; a perna deve e s t a r preperrdicular ao pavimente? a ffltJte de>e*

(41)

asímfcíú f U J I K o w U j C " '.'; i f f , A ; W Í W aluno »? •-TV: r<*c?;o ÍÍ-AO lí ,ia;. o lOfli vert.'

': a#c rio quo : i ao •Bcr<*v*tr, ... iariii no *»riCÔHto cio DlfiCO e

pouco l!*var:ta4ou e aobraaoií oobre o bruço, youfi.

it# ».ôbr#» a *» ne riv aninha, onclo desciam; it»ta-ãe- a n t e r i o r .

iíii-O

viBiiaiB inca in.^ilc r*»cto ôÔtei :'«crivaiii/UWi t#r« tuna m c l i j

apel ; para 15 a SO «ok re o

(42)

41 '

rï®#É8ôatt>.

par ■ tisfaxei a tatti r e q u i n i t o e 6 ZMNÇ irxo

p eu o­ula escola haja nodllcu i d u a s , trfr», guAiru, « dif#r< rite. ,i qui» as c r i a : , ;ejam a i colocada», todo» os »«18 i■ : ■. ■ | * ordem de i d a d e , ©48 pela urílei­; de e s t a t u r a .

AS iMHliâ y i i­œco eâi s ,..;..i a i t ir dev#;'#er igua: & 6 ra La p#j t é ao j e

rundid&ïi l< : WD .... Boiapriiw mo do f e a a ï , « a l a r ­ Í r ­ l ES cotovelo ac

t i á e t r o a de eeparjo d* cada l a d o . 8# ae pozer ; *raves»a ou apoi© para o» p4», deve pô­lo a

■• 'il qui* a c r i a n ç a poaaa a l c a n ç á ­ l o seii. t » r n e c e s s i ­ dade &«'ae chegar k borda de ... AC banco devemos f i x a r m encôato que possa, awparar r .

, da se»a deve f i c a r pout nos a a ..sjtnco •

Q bordo da, . ate f a K O au banco aevexíi e s t a r

(43)

i s ox .."ti» j a r w u i , a *c " b *.' i iitio ,ú «» se» c u r v .: ' ■ j: circular ' •nti. ' s/fri­ '« PO.3 descrever &2£ua l i â B .

(44)

pre a »#• , t u r a ; o *!• forua com o hori; £ susceptível a» variar vinte «? 40 g r a i s , pats G cjttf na

, c ï i a r n d r a «ra #Hcri*ver ?

1er»

o o&r>co e o áaiport» dot ^ s B&C mov#i», -o »#rvir para iiuuvi^ i altura dJjR#re?tïtt..

atod*io BAi*r.:.:-.

Lunoa; o banco

o a»*ent© ' truiar ...

»ts; -ira. **Ï;Î' i circular r i

-ança «ujcorreítar com f&olliaailt

' o âéaoanso pèa t* «Ato,

aso U8ia p#qu«na

As - p#mii:i ao banco

(45)

44

voltado para ol«a • outro cora o v é r t i c e a. x u . um »o»v ^ p f f c j ou n p, .,; c o n t r a o outro» os lado» K io v . i8. o ­ i u l 0 u i ; tiMAr.su ioa m d f i r ­ no oíuto c* o ^ n o r lutío ao outro ,nt a o banco. Gor.pre­ «ia*­«a P»**»it qu», M leva o» 0 triân,íulo que «ust*nta o banco, $ a t e eobtf i» ^mo á*amh »*.­«,

ÏÏIS.ÎB Uã

■ ­" ­ ter*i uo imâo tomar posigSo d i f o r w i t * . conform o banco a ftoaar t

Coi,o nao Dão 0# r á c l l v u l g a r , . .l 0 i « j aXto «UB~ t o • como u nâo 3 p ò ^ # 2 ^ r a « t a t u r a da c r i a i *

ao e n t r a r na i»Bcola i c o n s t r u i r ­ i m » #^r««MUà»*«# u y a

* Ua a a* * » * ° » ' . i B t i t u i . o t i p o . oorrPBpoiiûentea ás

V;u>i;i> " • ­etatttra na p< r, M *BOO1US d^via;. esta U&oàí

(46)

t d o UlUiiO . . . « • • » • » * * ^ I »! *•« 4 » '> v » - j < A 1 1 u r . , . • » . • • » » » » » • ♦ « • « » * « ' « AIturn ao banco ». I 0*86 0,37 0,37 D i f f T i . « 0 , 1 3 ­.ralur baix to l a c a r t e i r a £ O hOîMC B S « l t O 0 , 0 4 0 , 0 4 0 , 0 4 0 * 0 * 0 , 0 4 0 , 0 4 Altura do #:*paiaar..» • ' Distancia to » pal r U t r * . . ir.co • » » » » ró «*»to oa o i r t f i i » para c a ­ r l U U U . * • • » » • » * * • » • Lar­ui c a r t e i r a . , 0*37 0,:

(47)

."-... >rr'h-.\ . L- I ';.nco«

A , "... B&Tiiii r ^ ­;'

v i PI " . . . .­..­ j ­.. .

por ixMQVN&m&ni. ■ .. ai'tprr­^.* ­

... ..itaaoa rf»n toa, 01

■ . l i a

ûo q L« .­ :, && liver Hi

Cenuuva au, u dis t a r , o s<

Q S O ni ­. :■ ■ 1

(48)

47

togaras M p r e ­

ijuali ­s » e *iâ—oo se :UB, banct t,u.i a l u n o .

s­eferiVftia, teejs aa ' . . . to r#lat,lvo

Í» t o r n a r . U a ­1 !

caros

a 8 e i , c av ae »e poa#ar a#.»lôoar Bõore a ;i»ri'ic. ' moo*

mo OH devem truss*» r tk\ xto ;h*pr­

i» o «ic^aoûo . ****** n a i ■ • s i t i o . Berxa, p o r t a n t o , íiíior

j t a r tàiliai

ffit»sa. untagei u< to >ti noa bano<

i s o l a d o s : ( ' tenco #»ta a pouca aiBt<. iXar bala i r * * i * p o s t e ­

r i o r d** í ­ iUí'lw t i v e r de se pôí » p* e de se eenaerv&r nesta posigSo» não o poaerá í ie Ine

(49)

i s s o , i » t # iiicox^Ttxiifatf nl '• cos oancos» l a o l a lo , c o i o ­ p a $£, poô* faza'­lQ tt*§Yian.<io~??­ ­•: .u outro i&âo

. . itra logar oof iclfftit»

r­sti» ; ! oi#nt* ;îos banco», ato •*■ „ > : ■■.. ■ ■ ■ ..­,:.» aei'ia­8<* mviaao ?BI ­i. ~mta: uobiliaSi

cu^a r*ffsa t**n» . , — ­,.­■ » , BOorr<*f to* .. ..­ .. '03ti£Eiar ou a f a s t a r .. \ »erviníio por eofltf*» :r.ru., : eauoa: quando a crv&xiç,.*

e quando Í»I ■ >é. B uot>i. ia deve» »*r

. . .

tr p5r ° ­

. t o .

(50)

48

truc* ma­ ú#8.

asmrírt

?CLi*iel< . llcofl ruidos #ac

"**« »'■* W * í "

eXlTi.il

i l a a a

f r i a » , (Mi servir

(51)

>bi-t>w

l i . * i»HCC: :..H iOZli

Ir<?qu

'ja^sito i not

(52)

I I I .

61

1 ' ■

A s a c o l a raod^rna dtsv© dpsenvoljrer aa . ■. ■ lôVti f jU

iO ­* acuidade d ixitwii,tac t u a i s » .'iit.rí1 ■ ' cu—

escolas fr^qúcíitacu» por alun . ,

aspira ûlzfy% i . a l b u e l a r wrtUiiiï rrftB>

idi&d* «a qu< tctiviuaâ» r # a p l r a t ó r i á £ «XC^SHÍ ? ",&

grand*« i» p o r t a n t o fr<K|á#nt#a parelho ro&pl­* r a t ó r i o a qui? a a or mcio­a xmc LIPÍO

pouco ViViricaxití» v1 pouco pu.ro ce u*iit«* u a** u © « c o l a .

'.otiv idade o*rubral ♦ tásatife grandi» $ n i n t a idade o cÃrefcro v a i aioaentan volu;.^ e os eono» o r a ­

­Ti cui fc ..as osHificadaa; o c é r e b r o , i r e ndííto poráodo da vida da c r i a n ç a uaa F i l i d a ­

(53)

a i âass Mu->i ■. ■ infância e» ;>or pfatroa faoicNe

. . v a i ^ ­ ' 'i' < então, o q ( era >mo*<h»r ■; ... cri—

G a n e s t a s e c n a i ^ o e s , s# for sufcj com ■:: * intele»» if? incpsafintes 2

. ­ l e a v e i , po , por aaaim <Uí*r, I • m# ■ ; por . .ititua?» v i c i o s a s d^v? ■ '" <*r d*

.»'_*a tuUJkUÚ tiiílifí U r C l í S i V d R O u t f

?«rfc*torai';j »& ivoiirii ■ i ­

Ltàjs outras part*! .» Dwi .>ro curar obstar tan sxvel

a *j ■ .'it «

■­6í» nu&a ee ■■■/*• St*; i atestado d.1

": r tcîora senSo LC4 au D

yro »nte, < MK^fsSriû ado r<w«­ se indicado a data da vacinação para o t n . a rev&clJ

(54)

A/it t* a fla si l i o s S o , cievtrá o a l u n o p o r um i \ i c u l t a t i v o glofias » .• ■ dais oiitroij a l u n e s . ri*r aí» é p o r t a û o r c o o u,li [/. lO@ ■. ■ ,; vite* : iB t i j 1 feej­i­g » #aau v#x#e t ã o r; waajri4a nua «»Ht ;X88Í*\V «A. W * X *. .*«i* t 4íí**> 'J.OtíU,tó, c A,a, a I lt# Ûf rpQut­n­ bfc> 9 V / W ■ . i,27v*C U •. .:. « ■

aws; IZBSO I» íxwfti

(55)

54 do t i v e r ceaaaao touu o perigo de Ojofttapinaçâo.

Una ua . 51 v'i,icaa da .. aie •.; : tpoxv : 1 tra o aluno £ a que diz r e s p e i t o aos cuiaadoa

Çodoa os a i a s o professer deverá paonar em r e v i s

-t a os alunoa» ^ji.i.L^iiuJ.nao-'lïwB 0 eb1; idj race» d.o pescoço y aaa aâua, dos capelos e cia roupa e censurando

ou d v* s cuidado a* D?att? jsóâo ã criança, i r i a pouco a pouco

adquirindo o nd'tuto d« aer l i a p a .

: a.o ô BÓ durante a aula que o professor devi» v i -g i a r os seus d i s c í p u l o s ; no deacanço, noa r e c r e i o s ,

lo-nau P o quando as crianças voltada para au; v e continuar a exercer-se a atenção do professor aÔbre o alr.no.

Assist ae evitar&o acidente», t..ulnas e ae potior* vigiar pela moralidade doa aluno»*t especialmente a» a escola for a i ta*

Us doa pr*f#it«MI quf a nigiéne acõnseir.a cor: a máxima i n s t â n c i a e o aoa passeios ao ar l i v r e , levando as crianças ao caiapo • deixando-as s a l t a r , Orincar e c o r r e r 6 vontade : aSo bons como d i s t r a c ç ã o para o e s p í r i t o e

(56)

excelen-SB

t * .

.>. ^vïr s

>r—«0~iiá r.rulr a cri) cota pouco t r a b a l h o s o r , qui» ap< o*e>r

por ÊjBfci* 8K»io ficam IK

•iw

to ;

í0 ,/«,■• r ci í? r&o &

«C4»rcicio

para a iïiai cîi.*voti ontr­ir t< cul,"» t u r a í» .; . cuja v.tri­.ni;tac M* e s c o l h e r a int>ai cu ias f o r ç a » ,

■ o pro»»

t«ii»órí ­ ■ ►riikiro e u xl e a^raaavè* ert*. d<*r 1 ' ^ion.dc» c u l t u r a ; para o oegunao £ uia e x c e l e n t e

r e c u r s o para nâo ?r as ncçSeB d*1 botaaica a u i r j par. .­os á ti ■vi* it. G y., Q ma opt s a» r a a^senvolvprew a força f i á i c t a .

(57)

y u

(Umnaatlc anão &*& airiíU<l«*«

EIÚOCUIGO» r&aafcamit)? . cxtr aionafelli r v o t a , ísoaiíicivX­X^fi o 9

ft t o OS

(58)

Çdi'ti» t u d o : V A Ç O » i l J. i utJ.2!" O tpn a r aa ae^uintí t i u u «.* » s » *. O t / » « U*/ i»H! aqutiei Í 1 0 8 iaX< Ci'* \ A r.o 1 : :?ncia» \ - ' X ~ p « » y 1 ir,í*nc i a , •y i \ • o OS <*' í*'f íHSUí* iVclvÂí,n*rito ao tórax ­ urncLio • ' J U U r i ' O ■ j á a* .Uiicr cosaplioaçâo, qi ^cimflárias »

(59)

se

lin lents, * fx^roiolos que :it*i}envol\ ... l o i

-q classessuperiores os. exercícios metódicos e

a t l ê t i c Q î s i .

0 o professor Jmversio la-ïsstfc, Dr,

îfeumann, aooaaein. o ensino- de canto âa criança» ao» a . í i a cie ae obter o saaior desenvolvimento torácico, especilaoiente

\m maior >nvolv latente aos puiiaSes. .

Deiaaie, o canto incita a-expansão doa sentimento! sai >e'òi&is a m idadea Juvenis, c , . , < is gera-* ç5es nervosas actuais,bera u t i l será lealmente á criança".

Qutroa exercícios as recreio poderiam a.icionar-ae ao canto, | o a ueralfclr o descanso do espirito e a evitar-se asila a sobrecarga cerebral.

" 0 medico I r ;.-ieau eriyax pn-> tarieaaae propria do j »n tsoolar e da sobrecarga

imiela-ctnal, uaj /ronde parte cu rturtoagSeu mórbidas, que afe-ctas as crianças afta escolas,

A sedentarledade caberí <enese de atui t i p los acidentes digestivos e respiratório©, a produção de esta

(60)

-LÛO#H

« t W

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iwir;ii! W i ' f C i C i O

(61)

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i i<

(62)

m ■'■■ 4k ' ■*>: ' ^urift A l * MU* t~o i c e # ti>oria, OÙ ' i o "' i idaeu» -u. ■i.tlÀ^IUi.Q hijl a^xtrx^Ji V

(63)

\? f i s i c ; i P i­ t«»l#CtU­ ■ ; pretext.­.. ' i O éXC*»!. po • ii*iaS r á 3 Yf*TtC 0 8 MC#J c r i a n ç a s . Vil'il . X A. X vj usao ewo

(64)

s i t » QTí QU# B<* Ol Si» OCii ' J l i * i , , ■ # factos meow ■ ?nto

(65)

St

DORNBAS WCOJAflKB TV l

iratareooa ^eate capítulo ..oengas Bfibr* ;. i |

produçllo a escola aeta influência incontestável, >on» irsat*, ou exclusiva.

Si primeira i.u,­;ur citareis» as perturfeugSes da V Í B S O »

que a œiopia ê Biais frequente. ' - i alteração qu desenvolve eiuito raras vezeo . frequência escolar,

quasi swapre durante a vida na escola e poucas vezes depa. dela.

A elevagSo progressiva do número â I ues prove­ nientes das escolas tem siao objecto de aerias e pacientes investi ■ estatísticas uiostraîa que entre crian­ gas que vâo a esoola s m que ■■•eqûentaï.., soo as

priseiras que fornecem qûa fi i todo o número de míopes*

(66)

ãa Tîuropa» Wfa'Lvu­no tramant»» qi»»» aa m

A l t á r i o «aco&ur» o esforço d«* 'duç3o cia v i n t I

pant a ;!8 , as cu1!'.. 9 da ti.... a irltouifiito vie l u z , B&O o u t r o s t a n t o e r a c t o r a a

: ,vur à : i o p i a , prov . a l i a i coligai; ;»xxa&ania» a entr»

da p a r a a a a e o l a , c< . • *• vocaa *& aJ iOi oâo dt^rei­

A3 tuia a u t o r a incrisiinam a iu>radi t a r i f a d a co ct.or praipòndajpanta .apia»

oaraan» nfto axiaU»; oa de miopea naacejn aoaenta eom.lprffaiapoHigcï­:' *::'*;♦ d* Ta­ mo a d l z a r que a ainda a aacoi deaactipanna a papel pr c l p a l perçu* vaa pôr mi jogo i a a a p r e ­

. ,*QZO i c a a » l a ­

aentada ­conduz malta» v#7.#» 01 ­ . e a a o r e s u cenaia^nar­dfw a&pllcadoa ou vo int. 'Atrasa, alunos que na reaj. ,

(67)

o n e a t a s

;ente atua tfxplicafiSo re&llftuda no quadro u >*rta . .ra o c ■ ...Ví.t­ to ­;a¥#á8 qu r outro alun ­, o q

uia c te t yor , " cuja v e r d a d e i r a cauaa . . , .

no ato da inacrigtlo na ei •.•■poia p e r i o d i c a m e n t e , t o r ­ na~»e nece ' ■ «

Beste íuodo tv»ri< .rofes»or t» j.&les égcolares ■., û#" aa'oer .• não devenais, H

do oe­lo» eu ..ar s e r colocados em c­,

m a doença o c u l a r que também se pode r i r nu e s c o l a .

f;< . . a r cl». ; ? o i i v r o dou olno», a convergência ton­ r­ ..'. I ce, que

(68)

o a.ï- ■■ ,or a# ®&rvlx dus &ò õ l n o , d© ep 1*4*2 ando : i no outro. £ ÉBt<? ultimo de^viar-a* ná rátdco.

0 ^atrac-iacio £ du,. 'ti? il.. , ponto de Vi it . iHieo ■

oufce i>ro;;reí>eiv.<­:,i?iit«»,

.. d#8p**r

oaaoa aa duaa

aa cai

uuaís acíiaja— so a uuu, altura uií#r#i

-s* » por consequência, us ûbai

(69)

: > «5

f *r (Vicia

A octivitiiidi» e r v t b r u l dte aluno, a» m

■ ■ ■> Ottulent» auo ouï,

, 0 8 f8Ûi ■■..«. 01 : ■ . - Í - - < QI% »© coas^rv, o ti'i.­po, noter*v(*u a ; o i p r o c a . ,rv,i­í : 10 rr * l - ­'iras ao^neae. î'ura i >ru; f o r ­ atoa

(70)

Wïi gtt# cu* Ttflar ùvdâua a# a< 0 ci O úP 1 a r t a n t o û«?v«»ria a*»r * ■'... ■" .,' J ; W i l f i c i o ; «.ráa te­;' á s doeng&B M C U ­ U O V B . õí»s e x l a t e n t e s • s< ■­îadp, Sí* o «KiiflCiO I ■ ­ <p Lo /» ï­ca, a<* i f i c a r a s oo n i c o , e t '

■criçao e x a c t a expon , . iAuolQMi&erite t

' l a es ûe # ii^vorã * ■ '; «^ den­*­ f a z e r u s a tits

(71)

?Q

« as r t f o n m » quí> j u iiiauee conv« ïïiisrit*».

?Q

Sgual at ^ s t a r . . H alunr. !, i ! 0 8 t#ropfs d* trofealfto # a t ri*pouîio qu# tfltm» dos « x e r c i c i o s f í s i c o s qui* «ce»c;

Cas doença» ; ' , i ï . < ? r * ,.na rs»»#nïja &iratel09& qui»

f#l* i i # x 0 i ? i « i t e u U X A . L i<­' Oi trat>alno8 e e t a t i a t i C ­ O r *

Indioar­liw*~£a i i t>êe Ltí i •- ; . ; , . : ; ,:. . ; • . . . : ■ , ■ . .:. . * £ . . ■ * , : . . - . ■ ■ . . : ■ . . « i ■■■

5H H#JK I i>odt f OQEL&fl : ias eau «as #­» .. • &'#<, O » :-.iktOai t'iUi"1 ï.*'; :.; v ■,:. j ■ ■ . U 1 . i i c a r vu,ïitajosar^nt 1 8­

»#§ e » w . ­ órtoido* ΄ Etat a r i a ainû^ de av« riguar 0? t< I s s a s dl 1 •£$© H0M*adM p#la i n f l u e n c i a do r;ii»io e s c o i a r »

ou ** aigu M û^la» Ê^riaiît dtvidafs a se ;

.;Io do aiuuo» a i d i o t i n z i a s auaa, J . . . . L< '. ;"■ i é d a »

â#t ou la^Sfflo it causai ( ■ Tit# pstrunuai # S» w @ l w . 3 # p 0 l s jrj.aÉ»lru ûissa» Y i z i t n u , i 1 , i'UCG COB­

tiîma­la*­J ou ûua«s *#*•■ por w$s, « iiat a­ 1 ■ - ' ' .i­laa ua ioalor r.'

Pff cinco *»..» cinco arioa o medico vacinara todo. alunos mttímm aaaUi • '«cola d* qualquer ca~

(72)

Ha odaaiSo da adula y lo d* civiy, aluno, t l r a r i notaa do ?s<*u catado actual d* aaád*. C< ir ndo d*poi ->,tas

0bSi»iras3ea oo; - ït^rlorea £pri exc*.!. cwio dê estudar a Víruaaeira iziTluôaoia d t ^«ooàâ, »5bi

(73)

Magi

PROPOSITUS

IA ­ A ûlBpoBiy.lo anato; .< i r t l c i ­­ríiporo­ "ilajp e x p l i c u <id iJUiiB f r o ­v»s A^slocayoei*.

ïtfiIOI*OCLA ­ 1 ■ liA*­

, , I A PATOLÓGICA­ % o OOTIÏK»Cimanto anatonio­ l ó ­

g i c o muito p r e c i s o da ro^i&o a o p e r a r » a *»xtrac­­ ^arcinôicas Bera a e r ^ r e l c i p r o f i c u a .

PATOLOGIA QBHAL ­ O t r a b a i n o i n t e l e c t u a l i n t e n s i v o 3

grande f a c t o r Oa* p e r t u r b a ç õ e s ^.orfeidas ■­. a s c r i a n ç a s ­ a c o l á » .

TERAPÊUTICA ­ m t e a s a l i n o s 1 ­>or c o r r o n t # s exosn­ioticas Ao sangue par», a au, i # l i v r e do m t e a * ! ­

(74)

73

GIfUJBOIA ­ A e x t i r p a "u doa tutoress rios e s t á lndíca4« ijuando puder aer completa »

3ICIMA « . uitenBidaae do» sintomas aa v a r i o l a »

no pirio.io de iïr , nSo de pode i n f e r i r viu.

0.i; ^ 02*;'­ o reeultado de ta i .ração âep«

da» coiidiçoeu do op< I erado ? do . u t e ,xucesao empregado.

IZNK ­ A lluuinaçîtto d e f e i t u o s a de uma eucolã t r a z perturbacoVa ao aparelno v i o u a l .

■■■­IA ­ cíaaoB de opQ.ua deve se o f i l h o para aalvar a mãe.

ode dar­ae a concepção aeai perua de v i r g i n d a d e .

Lopetí a u r t i n » Jáa­ :,0 de

(75)

74

r> A J -it X. '> .■

)0

Referências

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