mm FACULDADE DE MEDICINA DO PORTO
FERNANDO ALVES DA ROCHA
HIGIENE KSOQIAR
Dissertagao inaugural
Presidente
Exm.s Prof. Dr. Lopes Martins ' «a- f J K * % A.**".'? *.._ 1
- A 5 J
1920:-A Ï ' À C U L Ï Ï Â D S
fi-O .
DIC* Hj
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IA ÏÏQ POHTO
Frof • D i r e c t o r Dr. kaxitaiano Au<:uata xv*»ira i.taoi Prof. apor*tapio P r . Álvaro T^ix^x .ato»
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A na t a a i a a p e r i t i v a . . . ^ r . JU*;UXÏ* ir£»8 H i a t o l * * * l m b r i û I o g i a . . . . B r . A&el dt» Liiaa salaasar
y i s i o i . '1 s « r a r * > ë p # c i a i . , ; D r . Antoni* l^irmacalQBia • • • • «ûr * Jo ■ P a t o l o g i a s e r a i . . . i . .. I u # r w ** ;.> _ a» .• r ^ ^ ...atoaia P a t o l ó g i c a . . « . . • • ï > i » Ai 4e AL . a t . * ff1 P a r a s i t o l o g i a . . . . B r . Car ■ i . . ' ■ . ' . ' -X V- <*i *•**» - **■ ■■■ :'.,T i * * « * * • ■* * * * * # J É J 2 T * A f i u Q J l l O M V ' I ****^ *; --e i n u r g i c a . . . D r . c & r l û a Aiiróti
OllrU . ...Br.Álvaro T e i x e i r a Baatofli i'*a. . . . . * » . * . u r »Ai.kr<?uo aa Koc.ia x»x.
» L . * . . . » * » . 4 < r . i * • ■ . .» A'.i-i . . . D r . vr> C » I D i ( • ' '■: i HI . * . . . • » . Vai^a ( 1 ) D e o a . ♦ . . . « * » • » • . • » • • • * ^ . , W J. './í . ' - . . - í ■ u i u t r i a . , , « . . . .Dr.AJV UV . . . . J>G^"' "x o i. ático» 1X0 AU ruato Dí *f l") CaaT*^' p r o r . li A3 ( g ) c a a , * .: r©í. o r û . s ■ i v t t » Lea toi
s
í»ar» a p r t i * n t a r o «e&. *,itío traeaino <*: . . p a per i f i iâOfito» o b r i
qa* eu ■ "
poi* a pr*t«»B»lo, a<m»n*>8 aaá~X< d# apr*a<»ntar «a t r a t y ^ r f f i t o iticosyatiYfi aa JTCOÍ>
ama poucap f o r ç a s .
$ a nigi^rií» nue c o n s t i t u i os a l l c o r o e a <*& <\ÏHB>
aas}#ut» a saúde # a t r a n q u i l ! i povoa, OOJ ,' oa a n ua «çrpriraiaat no lt*taa <x* Ai v e n a l :
anm
EA*A IBeoapoa» a^o.
Mas #ntr# m* s , ini>iizsumt*, oa e muitas yezejs d*aprc»KgtfLoH quaiaqupr pr*»êf*ltQa û® aae, r» assim
p a»» t r a t * dp aan#ai5#nto aaa eidad<»H, t i l a ç ' doa a d i f i e i o s ppmiooa P p a r t i c u l a r e s , oa art? â© a.
borar »a eoi :O#H 4*»Stlïi •olae, á» c l a s s » f ; □ i >», í*tC i "#r V4»r . u ,
/ / so fî r*3 ■ ,"-"? • .riticrv /
i. , i X " * j» I ■* trf«» to tc XlPCegHiCU ^ l O G f r i V i V CO i v Ujfl . A I I i l l ÏÀ A M i ¥ ~
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-to física •
s IB&B d r f'BC<'lac; o não si»: . í r ^
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-conrtyj3t«*, ï>alriO, i ti ** . ftrowataç §*s | ,.ctor ; lo t e r r e n o . v ^ : , ' v l I i V i . 0 ■,ir*«no»o tomb?» a a t i n f u z de < . rqu<» portait^ u *PC t,o f á c i l
tPr. a, MC< Q por baixo û : cans «* a r e i
' o ti Ivo B 1 1 • •t»níj a* t o aí" e r t o t A or; ■ i íiOB C ,r v '• 1.1 JL L •!■_ * ; * M 4r 3 4 * * * >1 no a#corj . * t t\r J.U* >t# porque 'ÍÍÍ — - — — -— - ■ * ■ -■--*■
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"a ua v i s t a LO ?rj.traaos a ft* o ancas aas sacolas | livroa qui*
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fcuf» i ... ' 8 c a l a . nag «lo
f a c t o r e s ; oû#r ilu v?, or ;*ro t» a,;3;:
I t í I frflQUi no por to aati^fa?. Ao condis 5« l a d o %J%J ^ f " W Í J U ! s o , aa #&qu«»rd ra a 4ir*>ita J £UiO Huatiâo a li >nc*tr» r . escrever ou i
-l a t e r a -l , úivouos se»pr# reeefcê-la na a i r e e ç i a ,;/u4ateraI esquerua, u qy# *' sec$r# p o s s i r e l ãanAc à ffl©~
o 4 Á. J. <siyuo c^nve nuoa escc
•ctaaa no caderno a< ■ or;t d<* tiouu o corpo
'Aio t ã
17 .g viv i; viiuio r i o r e aprp&suta. o xr* ar a tPrappffati ; * ï ¥* Jfc f* ""Ï i -~* M * 4> ïi« * > V.1 ****** 4! ■' ■■•a. l o i .
balfcos HBcolawf. ..r^a tonifica o organis-O»
agente profilático $ terapêutico, i prevenção e cura prineApalaí»nte aalfOaias úoengaa cutâneasj atrioue-se â ÍUK a fonaafiâo .de pigaentoi cutâneo», cu,
ftcçâo # important lMiaa na fisiologia 4o tegmaentu e*t«tf A fototerapia, tea noj* ua ca&po extenso «n que exer-ce a nua acaao»
luanto ao numéro e dimensões uas janelas aomiti-mos lata fórmula, geraUiaente empregada na iJuiça, que con-siste eia ílar á auperfície envidraçada das janelas usta ex-tensão igual a 1/4 ou pelo minou a 1/5 part* ft* superfície total da gala de aula,
Se a iluminação fica ainda insuficiente devido a condlcSea extrínsecas (como clima onde abundam os nevoei-ros, ruas estreitas, edifícios altos nau proxi ,>s da escola, et O, ) aandacoo construir jaiieiaa cou us ângulos cortados, talíados et; Diael á custa da race extern» aa pa-rede. Podemos ainda recorrer a pintura das paredes COLÍ
tintaa claras, brancas, amareladas ou rosadas, que refieo
i
l à
ct**ra cow irais mt^i me oe rai. isopom.
Apresentar ;:,adrc DOS a .percentagem âe r e
fle iguïtau edreë*
Amarelei . . . .40 •
h'iu'L . . . . *%&■
Ciii*<?nto ciaro .J.n,õ£ Cinzento escuro ,
t-a 1,
• • uïiAj 1 •#*& tanto &ais nigiénic; nto a elevaâaa estiverem mel&s, turque nestas coitàiçSè* a ventilação aerá toais eoupleta e mais prof lente entra rá a lus no 1 rtimefï 1 eaeola*
anto a d lut âne là entre u parte inferior c me la e Q pavimentei étiverseia as opiiuCia,
conveniente, sob o ponto ae via ta ftl£iénioo, que $#aa diatânoia aeja a ;::axor possível; &&a soo 0 ponto ae vista pe ioo, « e n a conveniente que 1 iiatânela foa
•* pequena, de &QdO * poderse descortinar .... *>soola too iiorisontes que itiriaiii au ..;■>■_ essor o enao
dar aos seu» alunos noçSes aõi ,1H
relevodo solo, etc., geju sair oa ,.a.
taj do : ; ua ror d « .;j B0^
jsulto forte, remedeiase este inconveniente i . „ » cor
tinas ou transparentes qi desenrolar o *,,,r
^® '. .■ prior "i oar llu&in&da, *v; , . ,.-..' • ' A 1 ' ■ ' "" ' ■ ■ '■' cora ay a n t i g a s ões a OUOíí t o pas Be a acç So ■ f i r i n s u f i c i e n t e e x i g i r á y o Ua viBsío ~í?v, a. r,ue n f .
av A3 ' v .1*0 Í i*V? V'i.'; J i t * , . ! . , .■ I
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CQlt/CUÇâU
t o p . ûe ox i-ten;
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.tuia s« nservar auranfc*
a tori: :. ;0a«
. .r eat os inconví»i;, JPÍIOS
usa a u l a . Qual
renova ,a« <*'>**• m e l a s , . ■ • enta
ve?.e r. de» r e c o r r e r a usa v w t t i l a I . *». o
:;• s»3 opoetau, .'v.i tlc .lho
s û& pfri a.f f # r r o , ,..
ileat a unao a a*JV-t a # oua*JV-tï. 9 u i v e i ao a*JV-t e a*JV-t o .
s, pou i t ù i r os o r i f í c i o » >t ♦.■xiatir . ir a foi pos M " sulBB-t i sulBB-t , 8&lsulBB-t;ií'. &gsulBB-t; ; ( ' S i ' i O sulBB-t€»I
do * vd t*»ri •:. .i •. i . v t r o s tc^aa a eat*», "..à.' tutoo va t e r na aua wcir#j puça :aov«»l que,
v'io d. LUS oatavt»ato, viri* a aber a o p o a t a
viûroti pt*rfurad( . ifrtafc, rodízio» \é os
v i d r o s i.,araltt»loa ,. : .^tainf* »IQ i n a u f i o l e n t * » porqu« • s t à . conuniiî.tgâo coia a atmoattrá por uma s u p e r f i c i e IMI-to l i c i t a d a e irre&ulaárj allia dia ao estando dapeiidentea Seul c o r r e n t e s a é r e a s e n£c Uferenga p e r a t u r a e n t r e o
iQ i n t e r n o *» e x t e r n o , pode» s e r v i r Ut» « e i a ora û» i n t r o d u
ção» ura tie extracção cio a r .
0 «elftor da todos OB d i s p o s i t i v o s a e r i a aquele eœ que a renovasào ao ariftosse independente da d i f e r e n ç a d?
2&
sp* 4 cor,. F a# obt<4:.; por v e n t i l a d o r e s o c t r i
Cid&âtt 4» V€»nt i n o a m*» i n f a l i f c n a ^ * , »~
a t«*r iitr.
* £ neaessárii;
•.# 'turn* inot para i s s o de» aparei*©*
■ ' . . ■ ■ ■ . ' . . ' ■ > . . ' - \
11 V I H i
t í u a a ^ n t e r e l a c i o n a d a * s dependent, .» at» new ucoapanruir u&a ua o u t r a . ' j>ros? 9sses «par
Uí*s ' ««ira ao aquecimento p*ia e l e c t r i c i dade»
s*f ,paa«fcente que o ù^iïior » i s .«ento £ aquele qui? ao «M.UUO te&po que for
não lanei» nu aala os atua produto» de coiaou*
tritoua por te- \pg c a l o r u n i f o r » * , 'jue a atmosfera (ta aula ** que» nao provoqua dentro
I -oorrantea a é r e a s .
:.lateja dif aqueci:r.ent- fogdea d ktagan d* renovai »ntro ama # i s ao lado ú#sii» pre
caia uc*prí»dtíá o €>it*v:tra rapidamente» a tá»perat a, u ^ r ó p r i a para a ??spin
ifíicu-?? ' i sua ÍVUI .i causando ,. pai, «' Í C ; quo ima» aa poc pe*i.. > &G&P d«> aubu< ,j i
r&torlaa . o o a l o r por to
.os p r e f e r i , Bftftaa i j rro » o cos por uraa a&iaada . o, GU atarão oa q traidoíi de t i j o l o s , -jor qu# aâo laaua conduto ceru ião rápidaaant», conserva; .. ranta i
í§7
v SiSteSia Of So
inaç&Q i te» vantagens sôtre o anterior' por ser raaia
liapo e aaia cómodo} i s n t e s , ■ ri« ,g at» explosão a qui» «Otá s u j e i t o psla fuga a* ;ás que
possa oarse por q. »r cano conclut or» perigo s de i n t o xicação pels óxido àe carooac [ue se encontra et;
antiaaas no tlusainacSo. S ê'ate no entanto o ro* cesso i vulgarizado, v^ao «» «►cono
o s i s t s o * ai» aq ,>nto por fo otrioi daae ê de todo© os qua indioamos o pais preferível p«
sua siais fácil adaptagfto, aais iJ .Po e isento :»
do anterior e nâo ir a ataosferu aa aula* tea «ri t e a desvauta^ea â« s*x tro e por isso d< vulvurl
**
..queci central vapor de água cir 0 0 a colocados por Dl dos eoainoo e pare des ao^íiificio é *•* o oals perfeito s reoor.endado
Mas, COMO o anterior, a* r fiïUito
■fí To ao» êst»B BlBteaaa <3**v. ....■ . ■ ... para # v i t a r a f o r m ã o uo oxido (X%* c a r b o n o , c a r acid.*»nt r t a i s .,.: ; v&zes s# .. P con ido 8 .
■:u«r qu#'»«•.<■ í í i t é r i r#ftaOa CLOQ
:rCv»buri a para «*vit • ura û■ ■ ' . a . ' i . t o , "/«* s o r n#rv Inauf leíe>i*i . o PXC» ..tes qui V&ZQi
PBfria t»nto qi.;ir*do a :,,8* is Biptrati
\B
cri-U i S « V
ouço mal .Una<ia
■W K* ■*■■ "■.
pap y â#atiriiiûOM lo ae» c&apeut», ruup s a l n o a ; s a l a s para r^íVi t ó r i o ,,ras ana*» at* ^oa&am
car l a v a t ó r i o ss paru toa a# l a v a r ï v f e i ç ô » e t c .
o u"»v«» sor o o« c o r r e a o r t a <?. escritas pa aaaagam to^os; .lunoa > '
i a da oorj
M toa . i #scolaa d*v* ftatf#r raervioa» ..■o«q it l i a d o s ao a fcrrliiquouoa ôur o i n v e r n o , qwe»r a»
livre»: out roa d#ví ..ira cor*U>r»?s oóaoáaeMWita oa aluno» Î tr$ss ^ » t r o s q
Vi» st*r o naif...
a vai at£ 10 a e t r o a quadrados, #aa cidades o p r e ; o vado dofí terreno» ê um o b s t á c u l o , nas Lidí»ías £ ia f á c i l at» n»uov«*r.
■ racrv 10 entoa o» afins ..tes e usa pouco
ao
ftiajag, >1« u<» sorota uffl rortlo, t*r
a# s e r v i r pari sola ae> a g r i c u l t u r a oní Qrutnçín
i r i a * fasui i ,o cora o a n ,oo ûc &e
oi" no i"i«*io > JMjruraiî ao 3t*u uruuo snst*r*
;it,al mi instalaçlo a» una escola
, ci«tt»r-f ontci«tt»r-fci«tt»r-fa , v, i.
to J.U-1 uu a . i o . .asa in- &a*
infiltroçu- J i v
t e r m t o a , aos rte.)tectos ao h<
uru, ô> CUÍUJB &? *e>:~ton qua ppis • Êga*» t«»rr«u no.
31
;;;*»aY«>i qui* m-rvo (It* furu
■ ■»c<?r UiUOtf« ao í : A f l o r a !., A#v»*»nd«r âa xv i tai tfia B( I A{ . r -U M y.-r ■) . ■J 89 i n f i l t r a s ;lo at
ortscpín tïtO : ! F,51 lorena •s » 1 /*v 1U : qui» # anap.ur w U i concl or i nconv snl *n t <• iwu t ru U Í BB ;e?àna; pa ir© o i c i a o ; tiriió . o <i*»
>orq ■açora, o solute i .aceína: r^ v%J \Jk%* * X' iW
"ios.
Sua inquiri, a e n t r o S<UJ ma.8 £
r í s ? r 9' ' r ,ia va;
uso corrente*» á ■ cu» o\ {i"1 XXlQT •
&*rv A cisternas li ■ nicos t»; a x u n o a . I • iltrc
irá •:" a i a ] reqi4»n te SXXKXKXX Î. ^TiviH e a # i * . c i o n a r . . "ÏOS ' i ' ^ p O L r i v i n i A pi*J u ■-«, l J , i . *«.>■ ■u>r c o r a p l i c a r . t e a qu« ' O P Y * a tsacia ? VM»r P ^ ï l w # À \ P \* a i B O i j e e q t t e s ; t o d o s i*at< •*»r iiiti'iaPTitt Muninc B4»r i o n o» p o r *îm 3 *ntuo i t a a eua l a v a
cinda í»ut*ir
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9f :.;,, to,
Individue »# .o » o tronco oonatanraao ria yotigâó v e r t i c a l ai*culo« ^vo trcmco»
ÍCOÇO «» nuoít. banco r.ao t i w r ^neôato ou a» ?at#
fôr . , a ... . ": v?r" ■ tronco i
:,cç;to coso, p o t e n c i a s muscm; ^ aclrsa r*~
i>rim.oB em fcr^v*» d ato au iroe*. >ulta a 3
.... inala *» por
dl» aiatítfiçu i kaaça aiuitage v
>,rpo Sobr* uloa .
C Ã U d a fkxCi.. '
>at ym apoio r. v i vai C<
o'« qkai» o .
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UÍfit«Í21Ci<l ■ »H U O i » OltlGfcU « s i . ; i . * V W * !":t *
. e r i o r ^ s ?
■ A cttfejproporyao e n t r e erivujriiníia e suu. incl
V 1 B \ 1 0 S Q.0 «5 ,1 -L A Ti Jf jt O * D i l i a a H»aa et criança» uor de tôdoa £, ai
39
posaa X$r I /-, ■ ■ 1
G# a * f á c i l BC
tr* d i f í c i l de r*»aolv#r, como o a aodí^os vuXliuB e s c o l a r e » que
• ■' ÛDJ"# »e t ( - - : 0 ,
atruçSo. de UM " I ^Bcolar devemos ter wft v i a: nerto rafeiro de regras ir ■• . íveis aaád* e bjm e s t a r dia c r i a n ç a é. derivadas dí* li»:
e f l i í i o l ? IS.
como u macula é fr. unos a** a i f s r
dlVfèfl&fl parte;, HtaAOftlais . .aco não p< t u ralmente s#r as isteBiaae. Partindo do p r i n c i p i o qu* o fean
CO (10V^ '.CO f
concordamos m ri»aonnecer COESO po&igâo normal a qua r e u n i r
. ;uint#í! c a r a c t e r e a :
^aaado $ c r i a n ç a e s t i v a r s e n t a d a , oa
T#» pousar eu; aneio aôlsre o aoio ou sôbrv ura a p o i o ; a perna deve e s t a r preperrdicular ao pavimente? a ffltJte de>e*
asímfcíú f U J I K o w U j C " '.'; i f f , A ; W Í W aluno »? •-TV: r<*c?;o ÍÍ-AO lí ,ia;. o lOfli vert.'
': a#c rio quo : i ao •Bcr<*v*tr, ... iariii no *»riCÔHto cio DlfiCO e
pouco l!*var:ta4ou e aobraaoií oobre o bruço, youfi.
it# ».ôbr#» a *» ne riv aninha, onclo desciam; it»ta-ãe- a n t e r i o r .
iíii-O
viBiiaiB inca in.^ilc r*»cto ôÔtei :'«crivaiii/UWi t#r« tuna m c l i j
apel ; para 15 a SO «ok re o
41 '
rï®#É8ôatt>.
par ■ tisfaxei a tatti r e q u i n i t o e 6 ZMNÇ irxo
p eu oula escola haja nodllcu i d u a s , trfr», guAiru, « dif#r< rite. ,i qui» as c r i a : , ;ejam a i colocada», todo» os »«18 i■ : ■. ■ | * ordem de i d a d e , ©48 pela urílei; de e s t a t u r a .
AS iMHliâ y i iœco eâi s ,..;..i a i t ir dev#;'#er igua: & 6 ra La p#j t é ao j e
rundid&ïi l< : WD .... Boiapriiw mo do f e a a ï , « a l a r Í r l ES cotovelo ac
t i á e t r o a de eeparjo d* cada l a d o . 8# ae pozer ; *raves»a ou apoi© para o» p4», deve pôlo a
■• 'il qui* a c r i a n ç a poaaa a l c a n ç á l o seii. t » r n e c e s s i dade &«'ae chegar k borda de ... AC banco devemos f i x a r m encôato que possa, awparar r .
, da se»a deve f i c a r pout nos a a ..sjtnco •
Q bordo da, . ate f a K O au banco aevexíi e s t a r
i s ox .."ti» j a r w u i , a *c " b *.' i iitio ,ú «» se» c u r v .: ' ■ j: circular ' •nti. ' s/fri '« PO.3 descrever &2£ua l i â B .
pre a »#• , t u r a ; o *!• forua com o hori; £ susceptível a» variar vinte «? 40 g r a i s , pats G cjttf na
, c ï i a r n d r a «ra #Hcri*ver ?
1er»
o o&r>co e o áaiport» dot ^ s B&C mov#i», -o »#rvir para iiuuvi^ i altura dJjR#re?tïtt..
atod*io BAi*r.:.:-.
Lunoa; o banco
o a»*ent© ' truiar ...
»ts; -ira. **Ï;Î' i circular r i
-ança «ujcorreítar com f&olliaailt
' o âéaoanso pèa t* «Ato,
aso U8ia p#qu«na
t«
As - p#mii:i ao banco
44
voltado para ol«a • outro cora o v é r t i c e a. x u . um »o»v ^ p f f c j ou n p, .,; c o n t r a o outro» os lado» K io v . i8. o i u l 0 u i ; tiMAr.su ioa m d f i r no oíuto c* o ^ n o r lutío ao outro ,nt a o banco. Gor.pre «ia*«a P»**»it qu», M leva o» 0 triân,íulo que «ust*nta o banco, $ a t e eobtf i» ^mo á*amh »*.«,
ÏÏIS.ÎB Uã
■ " ter*i uo imâo tomar posigSo d i f o r w i t * . conform o banco a ftoaar t
Coi,o nao Dão 0# r á c l l v u l g a r , . .l 0 i « j aXto «UB~ t o • como u nâo 3 p ò ^ # 2 ^ r a « t a t u r a da c r i a i *
ao e n t r a r na i»Bcola i c o n s t r u i r i m » #^r««MUà»*«# u y a
* Ua a a* * » * ° » ' . i B t i t u i . o t i p o . oorrPBpoiiûentea ás
V;u>i;i> " • etatttra na p< r, M *BOO1US d^via;. esta U&oàí
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A , "... B&Tiiii r ^ ;'
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por ixMQVN&m&ni. ■ .. ai'tprr^.*
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Cenuuva au, u dis t a r , o s<
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47
togaras M p r e
ijuali s » e *iâ—oo se :UB, banct t,u.i a l u n o .
seferiVftia, teejs aa ' . . . to r#lat,lvo
Í» t o r n a r . U a 1 !
caros
a 8 e i , c av ae »e poa#ar a#.»lôoar Bõore a ;i»ri'ic. ' moo*
mo OH devem truss*» r tk\ xto ;h*pr
i» o «ic^aoûo . ****** n a i ■ • s i t i o . Berxa, p o r t a n t o , íiíior
j t a r tàiliai
ffit»sa. untagei u< to >ti noa bano<
i s o l a d o s : ( ' tenco #»ta a pouca aiBt<. iXar bala i r * * i * p o s t e
r i o r d** í iUí'lw t i v e r de se pôí » p* e de se eenaerv&r nesta posigSo» não o poaerá í ie Ine
■
i s s o , i » t # iiicox^Ttxiifatf nl '• cos oancos» l a o l a lo , c o i o p a $£, poô* faza'lQ tt*§Yian.<io~?? •: .u outro i&âo
. . itra logar oof iclfftit»
rsti» ; ! oi#nt* ;îos banco», ato •*■ „ > : ■■.. ■ ■ ■ ..,:.» aei'ia8<* mviaao ?BI i. ~mta: uobiliaSi
cu^a r*ffsa t**n» . , — ,.■ » , BOorr<*f to* .. .. .. '03ti£Eiar ou a f a s t a r .. \ »erviníio por eofltf*» :r.ru., : eauoa: quando a crv&xiç,.*
e quando Í»I ■ >é. B uot>i. ia deve» »*r
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escolas fr^qúcíitacu» por alun . ,
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idi&d* «a qu< tctiviuaâ» r # a p l r a t ó r i á £ «XC^SHÍ ? ",&
grand*« i» p o r t a n t o fr<K|á#nt#a parelho ro&pl* r a t ó r i o a qui? a a or mcioa xmc LIPÍO
pouco ViViricaxití» v1 pouco pu.ro ce u*iit«* u a** u © « c o l a .
'.otiv idade o*rubral ♦ tásatife grandi» $ n i n t a idade o cÃrefcro v a i aioaentan volu;.^ e os eono» o r a
Ti cui fc ..as osHificadaa; o c é r e b r o , i r e ndííto poráodo da vida da c r i a n ç a uaa F i l i d a
a i âass Mu->i ■. ■ infância e» ;>or pfatroa faoicNe
. . v a i ^ ' 'i' < então, o q ( era >mo*<h»r ■; ... cri—
G a n e s t a s e c n a i ^ o e s , s# for sufcj com ■:: * intele»» if? incpsafintes 2
. l e a v e i , po , por aaaim <Uí*r, I • m# ■ ; por . .ititua?» v i c i o s a s d^v? ■ '" <*r d*
.»'_*a tuUJkUÚ tiiílifí U r C l í S i V d R O u t f
?«rfc*torai';j »& ivoiirii ■ i
Ltàjs outras part*! .» Dwi .>ro curar obstar tan sxvel
a *j ■ .'it «
■6í» nu&a ee ■■■/*• St*; i atestado d.1
": r tcîora senSo LC4 au D
yro »nte, < MK^fsSriû ado r<w« se indicado a data da vacinação para o t n . a rev&clJ
A/it t* a fla si l i o s S o , cievtrá o a l u n o p o r um i \ i c u l t a t i v o glofias » .• ■ dais oiitroij a l u n e s . ri*r aí» é p o r t a û o r c o o u,li [/. lO@ ■. ■ ,; vite* : iB t i j 1 feejig » #aau v#x#e t ã o r; waajri4a nua «»Ht ;X88Í*\V «A. W * X *. .*«i* t 4íí**> 'J.OtíU,tó, c A,a, a I lt# Ûf rpQutn bfc> 9 V / W ■ . i,27v*C U •. .:. « ■
aws; IZBSO I» íxwfti
54 do t i v e r ceaaaao touu o perigo de Ojofttapinaçâo.
Una ua . 51 v'i,icaa da .. aie •.; : tpoxv : 1 tra o aluno £ a que diz r e s p e i t o aos cuiaadoa
Çodoa os a i a s o professer deverá paonar em r e v i s
-t a os alunoa» ^ji.i.L^iiuJ.nao-'lïwB 0 eb1; idj race» d.o pescoço y aaa aâua, dos capelos e cia roupa e censurando
ou d v* s cuidado a* D?att? jsóâo ã criança, i r i a pouco a pouco
adquirindo o nd'tuto d« aer l i a p a .
: a.o ô BÓ durante a aula que o professor devi» v i -g i a r os seus d i s c í p u l o s ; no deacanço, noa r e c r e i o s ,
lo-nau P o quando as crianças voltada para au; v e continuar a exercer-se a atenção do professor aÔbre o alr.no.
Assist ae evitar&o acidente», t..ulnas e ae potior* vigiar pela moralidade doa aluno»*t especialmente a» a escola for a i ta*
Us doa pr*f#it«MI quf a nigiéne acõnseir.a cor: a máxima i n s t â n c i a e o aoa passeios ao ar l i v r e , levando as crianças ao caiapo • deixando-as s a l t a r , Orincar e c o r r e r 6 vontade : aSo bons como d i s t r a c ç ã o para o e s p í r i t o e
excelen-SB
t * .
.>. ^vïr s
>r—«0~iiá r.rulr a cri) cota pouco t r a b a l h o s o r , qui» ap< o*e>r
por ÊjBfci* 8K»io ficam IK
•iw
to ;
í0 ,/«,■• r ci í? r&o &
«C4»rcicio
para a iïiai cîi.*voti ontrir t< cul,"» t u r a í» .; . cuja v.tri.ni;tac M* e s c o l h e r a int>ai cu ias f o r ç a » ,
■ o pro»»
t«ii»órí ■ ►riikiro e u xl e a^raaavè* ert*. d<*r 1 ' ^ion.dc» c u l t u r a ; para o oegunao £ uia e x c e l e n t e
r e c u r s o para nâo ?r as ncçSeB d*1 botaaica a u i r j par. .os á ti ■vi* it. G y., Q ma opt s a» r a a^senvolvprew a força f i á i c t a .
y u
(Umnaatlc anão &*& airiíU<l«*«
EIÚOCUIGO» r&aafcamit)? . cxtr aionafelli r v o t a , ísoaiíicivXX^fi o 9
ft t o OS
Çdi'ti» t u d o : V A Ç O » i l J. i utJ.2!" O tpn a r aa ae^uintí t i u u «.* » s » *. O t / » « U*/ i»H! aqutiei Í 1 0 8 iaX< Ci'* \ A r.o 1 : :?ncia» \ - ' X ~ p « » y 1 ir,í*nc i a , •y i \ • o OS <*' í*'f íHSUí* iVclvÂí,n*rito ao tórax urncLio • ' J U U r i ' O ■ j á a* .Uiicr cosaplioaçâo, qi ^cimflárias »
se
lin lents, * fx^roiolos que :it*i}envol\ ... l o i-q classessuperiores os. exercícios metódicos e
a t l ê t i c Q î s i .
0 o professor Jmversio la-ïsstfc, Dr,
îfeumann, aooaaein. o ensino- de canto âa criança» ao» a . í i a cie ae obter o saaior desenvolvimento torácico, especilaoiente
\m maior >nvolv latente aos puiiaSes. .
Deiaaie, o canto incita a-expansão doa sentimento! sai >e'òi&is a m idadea Juvenis, c , . , < is gera-* ç5es nervosas actuais,bera u t i l será lealmente á criança".
Qutroa exercícios as recreio poderiam a.icionar-ae ao canto, | o a ueralfclr o descanso do espirito e a evitar-se asila a sobrecarga cerebral.
" 0 medico I r ;.-ieau eriyax pn-> tarieaaae propria do j »n tsoolar e da sobrecarga
imiela-ctnal, uaj /ronde parte cu rturtoagSeu mórbidas, que afe-ctas as crianças afta escolas,
A sedentarledade caberí <enese de atui t i p los acidentes digestivos e respiratório©, a produção de esta
-LÛO#H
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iwir;ii! W i ' f C i C i O
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m ■'■■ 4k ' ■*>: ' ^urift A l * MU* t~o i c e # ti>oria, OÙ ' i o "' i idaeu» -u. ■i.tlÀ^IUi.Q hijl a^xtrx^Ji V
\? f i s i c ; i P i t«»l#CtU ■ ; pretext... ' i O éXC*»!. po • ii*iaS r á 3 Yf*TtC 0 8 MC#J c r i a n ç a s . Vil'il . X A. X vj usao ewo
s i t » QTí QU# B<* Ol Si» OCii ' J l i * i , , ■ # factos meow ■ ?nto
St
DORNBAS WCOJAflKB TV l
iratareooa ^eate capítulo ..oengas Bfibr* ;. i |
produçllo a escola aeta influência incontestável, >on» irsat*, ou exclusiva.
Si primeira i.u,;ur citareis» as perturfeugSes da V Í B S O »
que a œiopia ê Biais frequente. ' - i alteração qu desenvolve eiuito raras vezeo . frequência escolar,
quasi swapre durante a vida na escola e poucas vezes depa. dela.
A elevagSo progressiva do número â I ues prove nientes das escolas tem siao objecto de aerias e pacientes investi ■ estatísticas uiostraîa que entre crian gas que vâo a esoola s m que ■■•eqûentaï.., soo as
priseiras que fornecem qûa fi i todo o número de míopes*
ãa Tîuropa» Wfa'Lvuno tramant»» qi»»» aa m
A l t á r i o «aco&ur» o esforço d«* 'duç3o cia v i n t I
pant a ;!8 , as cu1!'.. 9 da ti.... a irltouifiito vie l u z , B&O o u t r o s t a n t o e r a c t o r a a
: ,vur à : i o p i a , prov . a l i a i coligai; ;»xxa&ania» a entr»
da p a r a a a a e o l a , c< . • *• vocaa *& aJ iOi oâo dt^rei
A3 tuia a u t o r a incrisiinam a iu>radi t a r i f a d a co ct.or praipòndajpanta .apia»
oaraan» nfto axiaU»; oa de miopea naacejn aoaenta eom.lprffaiapoHigcï:' *::'*;♦ d* Ta mo a d l z a r que a ainda a aacoi deaactipanna a papel pr c l p a l perçu* vaa pôr mi jogo i a a a p r e
. ,*QZO i c a a » l a
aentada conduz malta» v#7.#» 01 . e a a o r e s u cenaia^nardfw a&pllcadoa ou vo int. 'Atrasa, alunos que na reaj. ,
o n e a t a s
;ente atua tfxplicafiSo re&llftuda no quadro u >*rta . .ra o c ■ ...Ví.t to ;a¥#á8 qu r outro alun , o q
uia c te t yor , " cuja v e r d a d e i r a cauaa . . , .
no ato da inacrigtlo na ei •.•■poia p e r i o d i c a m e n t e , t o r na~»e nece ' ■ «
Beste íuodo tv»ri< .rofes»or t» j.&les égcolares ■., û#" aa'oer .• não devenais, H
do oelo» eu ..ar s e r colocados em c,
m a doença o c u l a r que também se pode r i r nu e s c o l a .
f;< . . a r cl». ; ? o i i v r o dou olno», a convergência ton r ..'. I ce, que
o a.ï- ■■ ,or a# ®&rvlx dus &ò õ l n o , d© ep 1*4*2 ando : i no outro. £ ÉBt<? ultimo de^viar-a* ná rátdco.
0 ^atrac-iacio £ du,. 'ti? il.. , ponto de Vi it . iHieo ■
oufce i>ro;;reí>eiv.<:,i?iit«»,
.. d#8p**r
oaaoa aa duaa
aa cai
uuaís acíiaja— so a uuu, altura uií#r#i
-s* » por consequência, us ûbai
: > «5
f *r (Vicia
A octivitiiidi» e r v t b r u l dte aluno, a» m
■ ■ ■> Ottulent» auo ouï,
, 0 8 f8Ûi ■■..«. 01 : ■ . - Í - - < QI% »© coas^rv, o ti'i.po, noter*v(*u a ; o i p r o c a . ,rv,ií : 10 rr * l - 'iras ao^neae. î'ura i >ru; f o r atoa
Wïi gtt# cu* Ttflar ùvdâua a# a< 0 ci O úP 1 a r t a n t o û«?v«»ria a*»r * ■'... ■" .,' J ; W i l f i c i o ; «.ráa te;' á s doeng&B M C U U O V B . õí»s e x l a t e n t e s • s< ■îadp, Sí* o «KiiflCiO I ■ <p Lo /» ïca, a<* i f i c a r a s oo n i c o , e t '
■criçao e x a c t a expon , . iAuolQMi&erite t
' l a es ûe # ii^vorã * ■ '; «^ den* f a z e r u s a tits
?Q
« as r t f o n m » quí> j u iiiauee conv« ïïiisrit*».
?Q
Sgual at ^ s t a r . . H alunr. !, i ! 0 8 t#ropfs d* trofealfto # a t ri*pouîio qu# tfltm» dos « x e r c i c i o s f í s i c o s qui* «ce»c; •
Cas doença» ; ' , i ï . < ? r * ,.na rs»»#nïja &iratel09& qui»
f#l* i i # x 0 i ? i « i t e u U X A . L i<' Oi trat>alno8 e e t a t i a t i C O r *
Indioarliw*~£a i i t>êe Ltí i •- ; . ; , . : ; ,:. . ; • . . . : ■ , ■ . .:. . * £ . . ■ * , : . . - . ■ ■ . . : ■ . . « i ■■■
5H H#JK I i>odt f OQEL&fl : ias eau «as #» .. • &'#<, O » :-.iktOai t'iUi"1 ï.*'; :.; v ■,:. j ■ ■ . U 1 . i i c a r vu,ïitajosar^nt 1 8
»#§ e » w . órtoido* ΄ Etat a r i a ainû^ de av« riguar 0? t< I s s a s dl 1 •£$© H0M*adM p#la i n f l u e n c i a do r;ii»io e s c o i a r »
ou ** aigu M û^la» Ê^riaiît dtvidafs a se ;
.;Io do aiuuo» a i d i o t i n z i a s auaa, J . . . . L< '. ;"■ i é d a »
â#t ou la^Sfflo it causai ( ■ Tit# pstrunuai # S» w @ l w . 3 # p 0 l s jrj.aÉ»lru ûissa» Y i z i t n u , i 1 , i'UCG COB
tiîmala*J ou ûua«s *#*•■ por w$s, « iiat a 1 ■ - ' ' .ilaa ua ioalor r.'
Pff cinco *»..» cinco arioa o medico vacinara todo. alunos mttímm aaaUi • '«cola d* qualquer ca~
Ha odaaiSo da adula y lo d* civiy, aluno, t l r a r i notaa do ?s<*u catado actual d* aaád*. C< ir ndo d*poi ->,tas
0bSi»iras3ea oo; - ït^rlorea £pri exc*.!. cwio dê estudar a Víruaaeira iziTluôaoia d t ^«ooàâ, »5bi
Magi
PROPOSITUS
IA A ûlBpoBiy.lo anato; .< i r t l c i ríiporo "ilajp e x p l i c u <id iJUiiB f r o v»s A^slocayoei*.
ïtfiIOI*OCLA 1 ■ liA*
, , I A PATOLÓGICA % o OOTIÏK»Cimanto anatonio l ó
g i c o muito p r e c i s o da ro^i&o a o p e r a r » a *»xtrac ^arcinôicas Bera a e r ^ r e l c i p r o f i c u a .
PATOLOGIA QBHAL O t r a b a i n o i n t e l e c t u a l i n t e n s i v o 3
grande f a c t o r Oa* p e r t u r b a ç õ e s ^.orfeidas ■. a s c r i a n ç a s a c o l á » .
TERAPÊUTICA m t e a s a l i n o s 1 >or c o r r o n t # s exosnioticas Ao sangue par», a au, i # l i v r e do m t e a * !
73
GIfUJBOIA A e x t i r p a "u doa tutoress rios e s t á lndíca4« ijuando puder aer completa »
3ICIMA « . uitenBidaae do» sintomas aa v a r i o l a »
no pirio.io de iïr , nSo de pode i n f e r i r viu.
0.i; ^ 02*;' o reeultado de ta i .ração âep«
da» coiidiçoeu do op< I erado ? do . u t e ,xucesao empregado.
IZNK A lluuinaçîtto d e f e i t u o s a de uma eucolã t r a z perturbacoVa ao aparelno v i o u a l .
■■■IA cíaaoB de opQ.ua deve se o f i l h o para aalvar a mãe.
ode darae a concepção aeai perua de v i r g i n d a d e .
Lopetí a u r t i n » Jáa :,0 de
74
r> A J -it X. '> .■
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