• Nenhum resultado encontrado

Plano da Qualidade CENTRO PAROQUIAL CUNHA BAIXA. 2.ª Fase Acabamentos - Reconstrução e Ampliação de Edifício Destinado a Lar de Idosos em Abrunhosa

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Plano da Qualidade CENTRO PAROQUIAL CUNHA BAIXA. 2.ª Fase Acabamentos - Reconstrução e Ampliação de Edifício Destinado a Lar de Idosos em Abrunhosa"

Copied!
23
0
0

Texto

(1)

Plano da Qualidade

Revisão nº Obra:

“ 2.ª Fase Acabamentos - Reconstrução e Ampliação de Edifício Destinado a Lar de Idosos em Abrunhosa”

CENTRO PAROQUIAL CUNHA BAIXA

Elaborado: Data: Aprovado: Data:

(2)

PQ / 0 P Q

2

ÍNDICE

ÍNDICE ... 2 1 - Introdução ... 4 1.1 Objectivo e Introdução ... 4 2 – Âmbito ... 4 3 – Estrutura Documental ... 4 4 – Modelo de Gestão ... 5

5 – Os processos da Gestão e as suas Interações ... 6

5.1 – Interação dos Processos ... 6

5.2 – Responsabilidades dos Processos ... 7

5.3 – Processos ... 7

6 – Responsabilidade da Direcção de Obra ... 8

6.1 – Comprometimento da Gestão ... 8

6.2 – Focalização no cliente ... 8

6.3 – Política da Qualidade ... 8

6.4 – Objectivos da Qualidade ... 9

6.5 – Organograma e Funções e Responsabilidades ... 9

7 – Gestão de Recursos ... 9

7.1 – Materiais e Serviços ... 9

7.1.1 – Aprovação dos Materiais ... 10

7.1.2 – Recepção dos Materiais em Obra e Armazenamento ... 10

7.1.3 – Serviços Subcontratados ... 10

7.2 – Recursos Humanos ... 10

7.2.1 – Formação ... 11

7.3 – Equipamentos / Máquinas ... 11

7.4 – Infra-estruturas e Ambiente de trabalho ... 11

8 – Execução da empreitada... 12

8.1 – Caracterização da Obra ... 12

8.2 – Planeamento da Execução da Obra ... 14

(3)

PQ / 0 P

Q

3

8.3.1 – Comunicação com o Cliente ... 15

8.4 – Concepção e Desenvolvimento ... 15

8.5 – Avaliação e Selecção de Fornecedores ... 15

8.6 – Controlo da Execução da Obra ... 15

8.6.1 – Laboratório de Controlo de Qualidade ... 16

8.6.2 – Inspecções, Amostragem e Ensaios ... 16

8.6.3 – Processos Especiais ... 16

8.6.4 – Validação dos Processos de Produção ... 17

8.6.5 – Identificação e Rastreabilidade ... 17

8.6.6 – Propriedade do Cliente ... 17

8.6.7 – Preservação dos Materiais a Incorporar e dos Trabalhos da Empreitada ... 17

8.6.7.1 – Recepção Provisória ... 18

8.6.7.2 – Recepção Definitiva ... 18

8.7 – Controlo dos Equipamentos de Medição e Monitorização (EMM’s) ... 18

9 – Medição, Análise e Melhoria ... 18

9.1 – Generalidades ... 18

9.2 – Monitorização e Medição ... 19

9.2.1 – Satisfação do Cliente... 19

9.2.2 – Auditorias Internas ... 19

9.2.3 – Medição e Monitorização dos Processos ... 19

9.2.4 – Monitorização e Medição do Produto ... 19

9.3 – Controlo de Não Conformidades e de Produto Não conforme ... 20

9.4 – Análise de Dados ... 20

9.5 – Melhoria Contínua ... 20

9.5.1 – Acções Correctivas e Preventivas ... 21

(4)

PQ / 0 P

Q

4

1 - Introdução

1.1 Objectivo e Introdução

O presente Plano da Qualidade é um documento que estabelece para a realização de obras as regras relativas ao planeamento, execução, monitorização, avaliação e melhoria do mesmo. Serve ainda para descrever a forma como a Embeiral garante o cumprimento dos requisitos dos clientes, legais e normativos em vigor para a realização de obras.

O presente Plano foi elaborado em conformidade com a Norma NP EN 9001:2008 referencial normativo em vigor para a Gestão da Qualidade, como tal a sua organização reflecte em parte este documento.

A identificação dos requisitos a cumprir na execução de obras, relativas ao controlo de documentos, de arquivo, controlo do planeamento e funcionamento com os restantes processos da empresa pode ser directamente estabelecida no Plano, ou este pode remeter para outros documentos do sistema como sejam procedimentos, instruções de trabalho, planos de inspecção e ensaio, etc.

O PQ deve ter um carácter dinâmico e ajustado às necessidades, desta forma encontra-se organizado num dossier, composto por capítulos correspondentes aos diferentes temas interessados, devendo-se rever os diferentes anexos sempre que necessário.

2 – Âmbito

Este documento é aplicável às obras a executar pela Embeiral, nele estão incluídas as actividades desenvolvidas desde a fase de preparação e planeamento de obra, até à recepção provisória.

Poderão ser desenvolvidos Planos da Qualidade específicos para determinadas obras, cujas características assim o determinem, em situações de requisitos contratuais, obras em consórcio ou noutro regime de associação de empresas.

3 – Estrutura Documental

Este ponto sustenta o sistema documentado da qualidade da EMBEIRAL, e está hierarquizado

(5)

PQ / 0 P

Q

5

4 – Modelo de Gestão

O Modelo de Gestão adotado pela EMBEIRAL baseia-se em dois princípios fundamentais: • Abordagem por processos;

• Implementação de uma metodologia de Melhoria Continua ciclo do PDCA, do desempenho dos Processos e da Organização, de acordo com o esquema da figura abaixo:

O Grupo Embeiral adota uma abordagem por processos, como princípio de Gestão da Qualidade, identificando os seus processos e respetiva sequência e interação tendo em vista o funcionamento eficaz e a melhoria contínua da sua organização.

D O C U M E N T O S E X T E R N O S Política e Objetivos da Organização Procedimentos de Gestão

Instruções de Trabalho e Outros Documentos da Qualidade

Impressos / Registos Processos Manual da Organização Manual de Funções

(6)

PQ / 0 P

Q

6

5 – Os processos da Gestão e as suas Interações

5.1 – Interação dos Processos

PROCESSOS DE GESTÃO G1 – Gestão S2 – Gestão Recursos Humanos

PROCESSOS DE REALIZAÇÃO DO PRODUTO

Requisito /Necessidades dos Clientes, Leis, Normas, Fornecedores, Ambiente Externo Satisfação do Cliente PROCESSOS DE SUPORTE S3 – Gestão do Equipamento R2 – Comercial R3 – Construção R1 – Aquisição R4 – Betão Pronto R5 – Misturas Betuminosas R6 – Pedreiras PROCESSOS DE MEDIÇÂO M1 – Medição Relações Externas Relações Internas R8 – Cedência de meios humanos R7 – Conceção e desenvolvimento

(7)

PQ / 0 P

Q

7

5.2 – Responsabilidades dos Processos

Departamento Processo Gestão de Topo Dep. Qualidade Dep.

Produção Dep. Comercial

Dep. Adm./ Financeiro

Requisitos da Norma ISO 9001 Gestão – G1      4, 5, 6, 7 e 8 Medição – M1      6.3; 6.4; 7.5; 7.6 Gestão Recursos Humanos – S2      5.1; 6.1; 6.2;6.4 Gestão do Equipamento – S3      6.3; 6.4; 7.5; 7.6 Aquisição – R1      7.4, 8.3 Comercial – R2      5.2; 7.1; 7.2; 7.5; 8.2; 8.3 Construção – R3      7.1; 7.2; 7.5;7.6;8 Betão Pronto – R4      7.1; 7.2;7.3, 7.5;7.6;8 Misturas Betuminosas – R5      7.1; 7.2; 7.3, 7.5;7.6;8 Pedreira – R6      7.1; 7.2; 7.5;7.6;8 R7 – Conceção e desenvolvimento      7.3.

R8 – Cedência de meios humanos      7.1; 7.2; 7.5;7.6, 8

 Responsabilidade  Envolvimento

5.3 – Processos

G1 – GESTÃO M1 – MEDIÇÃO R1 – AQUISIÇÃO R2 – COMERCIAL R3 – CONSTRUÇÃO R4 – BETÃO PRONTO R5 – MISTURAS BETUMINOSAS R6 – PEDREIRAS

(8)

PQ / 0 P

Q

8

R7 – CONCEÇÃO E DESENVOLVIMENTO

R8 – CEDÊNCIA DE MEIOS HUMANOS S2 – RECURSOS HUMANOS

S3 – GESTÃO DE INFRA-ESTRUTURAS

Estes são os processos envolvidos na gestão da qualidade e que têm de ser vistos em conjunto. A sua aplicação tem por suporte um conjunto de verificações e registos para os processos mais envolvidos nomeadamente R1, R2, R3 e S3.

6 – Responsabilidade da Direcção de Obra

6.1 – Comprometimento da Gestão

A Direcção Técnica da empreitada responsabiliza-se pela revisão, implementação e funcionamento do Sistema de Gestão da Qualidade. Fomentará a manutenção da conformidade dos trabalhos inerentes à empreitada, tendo em conta as especificações do contrato, adequando o Plano da Qualidade à realidade de obra e promovendo a sua melhoria contínua, para tal:

• É comunicada aos colaboradores da Embeiral a importância de se cumprir com os requisitos expressos pelo Dono de obra;

• É estabelecida a política de qualidade;

• São estabelecidos objectivos para a obra com vista à melhoria contínua dos processos que levam à execução da obra;

• É assegurada a disponibilidade de recursos para atingir a concretização dos objectivos definidos.

Os pontos que se seguem concretizam a forma como o comprometimento da Direcção Técnica referido é implementado por toda a estrutura da obra.

6.2 – Focalização no cliente

A Direcção Técnica da empreitada assegura o cumprimento dos requisitos estatutários e regulamentares aplicáveis, bem como das necessidades e expectativas do Dono de Obra definidas no Caderno de Encargos e demais peças de projecto e acompanhadas em reuniões de obra.

6.3 – Política da Qualidade

A Política da Qualidade da Embeiral SA definida pela administração estabelece os princípios segundo os quais a empresa rege a sua actuação, estabelecendo um claro comprometimento para com a satisfação das expectativas e requisitos do cliente.

A Política da Qualidade é difundida a todos os trabalhadores em obra através da sua afixação em lugar visível do(s) estaleiro(s) e divulgação em acções de formação/informação.

(9)

PQ / 0 P

Q

9

6.4 – Objectivos da Qualidade

A Direcção de Obra planeia a Qualidade tendo em vista gerir da melhor forma os recursos disponíveis para o cumprimento dos requisitos da obra, expressos no Caderno de Encargos e demais peças de projecto.

Os objectivos da Qualidade são definidos em conformidade com a Política da Qualidade da Embeiral, SA e aprovados pela Administração da Embeiral.

Os objectivos devem ser sempre analisados, com base em indicadores e autos de medição, atendendo ao real desenvolvimento da obra.

Os objectivos e respectivo acompanhamento deve estar registada em ata ou noutra documentação específica a criar.

6.5 – Organograma e Funções e Responsabilidades

A organização da empreitada está definida no organograma funcional e hierárquico da empreitada e as competências nos currículos enviados que suportam as funções.

Sempre que se justifiquem alterações à estrutura organizacional, o organograma é revisto devendo ser submetido à aprovação da Fiscalização. Deve também ser afixado em local visível do estaleiro.

Existirá em obra uma lista de siglas e assinaturas das funções relevantes no âmbito do Sistema da Qualidade.

7 – Gestão de Recursos

A afectação de recursos humanos e materiais à obra, apresentada na proposta adjudicada e revista para a fase de obra em articulação com o planeamento dos trabalhos, encontra-se adequada à realização da empreitada e aos objectivos da Qualidade da obra, sendo que os recursos em obra são permanentemente avaliados quanto à sua adequação para cumprimento dos objectivos propostos, sendo revistos pela Direcção técnica da empreitada sempre que tal se justifique.

7.1 – Materiais e Serviços

O objectivo deste ponto é o de garantir que os materiais e serviços comprados estão em conformidade com os requisitos especificados pelo cliente, sendo aplicável aos fornecedores de serviços ou materiais cujo fornecimento afecta a execução da empreitada e sua Qualidade. Todos os materiais a empregar devem obedecer às especificações constantes do Caderno de Encargos, às normas portuguesas em vigor ou, na falta destas às existentes na Comunidade Europeia, documentos de homologação de laboratórios oficiais, e demais regulamentos em vigor.

A aquisição de materiais ou serviços é efectuada de acordo com os seguintes Procedimentos/Documentos aplicáveis:

R1 – Aquisição.

R1 I01 – Avaliação e Seleção de Fornecedores. R1 I02 – Inspeção de Receção

(10)

PQ / 0

P

Q

1

0

7.1.1 – Aprovação dos Materiais

Os materiais têm que ser sujeitos a aprovação por parte da Fiscalização/ Dono de Obra, para tal o Diretor Técnico ou o Adjunto de Diretor Técnico, deve solicitar a aprovação do material mediante o envio de um pedido de aprovação de materiais, que deve ser acompanhado da documentação técnica aplicável, incluindo certificados de conformidade, boletins de controlo de qualidade ou estudos de caracterização consoante aplicável.

7.1.2 – Recepção dos Materiais em Obra e Armazenamento

A avaliação da conformidade dos materiais ou outros produtos aprovisionados para com os requisitos estabelecidos é efectuada aquando da recepção dos mesmos em obra, devendo esta inspecção ocorrer de acordo com a confrontação dos materiais constantes dos documentos que acompanham a entrega, com os materiais efectivamente entregues. Após confirmação o responsável procede à assinatura/rúbrica acompanhada da data em que ocorre a receção.

Após a sua recepção, os materiais são armazenados no estaleiro ou nas frentes de obra, em zonas definidas para o efeito compatíveis com a natureza dos materiais em causa. O armazenamento deverá ser efectuado, sempre que possível por lotes, por origens ou por data de entrada no estaleiro, conforme aplicável e garantindo sempre a acessibilidade aos mesmos. Caso se detectem materiais que estejam não conformes para com os requisitos estabelecidos estes devem ser claramente identificados através da metodologia descrita no ponto 9.3 Controlo de Não conformidades e Produto Não conforme.

Sempre que aplicável, os materiais recepcionados devem ser acompanhados dos Certificados de origem e de Qualidade de fabrico, que comprovem as especificações do fabricante e as constantes do Caderno de Encargos, em alguns casos pode ser necessário a existência de amostras padrão. Os certificados de Qualidade dos materiais deverão ser entregues à fiscalização juntamente com o boletim de receção de materiais.

7.1.3 – Serviços Subcontratados

Todas as subempreitadas devem ser objecto de contrato, a elaborar nos termos do disposto no artigo 384º do Decreto-Lei n.º 18/2008, de 29 de Janeiro, devendo existir a cópia do contrato no arquivo da obra.

Os subcontratados têm que cumprir o disposto no Sistema da Qualidade da Embeiral SA.

7.2 – Recursos Humanos

A EMBEIRAL procurou que os colaboradores que interferem directamente com a Qualidade da empreitada possuam as competências fundamentadas em adequados níveis de experiência no desempenho de actividades semelhantes e correctos níveis de formação. Qualificações especiais que sejam requeridas, como por exemplo Certificação de Aptidão de condutores manobradores, são identificadas e documentadas no sistema.

Os meios humanos afectos à obra são os necessários á execução da obra de acordo com o Plano de Trabalhos e os objectivos para definidos.

(11)

PQ / 0 P Q

1

1

7.2.1 – Formação

Aquando do planeamento dos trabalhos o Director Técnico prevê os meios humanos a afectar à sua execução, bem como a formação necessária correspondente.

As lacunas que se observem na formação dos colaboradores ou a integração de novos colaboradores envolvidos nas actividades relevantes da Qualidade serão eliminadas mediante acções de formação ou informação “on the job”. O reconhecimento de necessidades de formação pode ainda provir de acções correctivas ou preventivas.

As acções de formação serão planeadas de forma a serem implementadas sem causar constrangimentos ao normal funcionamento dos trabalhos em obra e serão mantidos os registos da formação em obra.

Deverá ser realizada uma avaliação da eficácia da formação efectuada aos colaboradores em obra, a efectuar pela equipa de Engenharia e/ou a de Qualidade em obra, devendo esta avaliação ser registada.

7.3 – Equipamentos / Máquinas

Na fase de preparação de obra, o Director Técnico da empreitada elabora um plano de equipamento, que contem as necessidades de equipamento com respectiva previsão de entrada e saída em obra. O Director Técnico revê as necessidades de equipamento sempre que necessário e em consonância com o Plano de Trabalhos e objectivos definidos para a obra.

Para os equipamentos, é mantida uma listagem de equipamentos em obra e registos que atestam a sua adequação às normas e legislação em vigor, que visam garantir a sua conformidade, nomeadamente quanto aos princípios legislativos de circulação rodoviária e as prescrições dos fabricantes do equipamento:

• Certificação de Conformidade das máquinas;

• Plano de manutenção das máquinas e respectivos registos.

Esta documentação é parte integrante do Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no trabalho, sendo os registos correspondentes da responsabilidade do técnico de segurança. Os equipamentos podem pertencer à Embeiral SA ou serem subcontratados.

7.4 – Infra-estruturas e Ambiente de trabalho

A Embeiral SA dispõe de instalações fixas e permanentes em Viseu, no estaleiro de Travanca de Bodiosa, cuja estrutura servirá de apoio à presente empreitada.

Existirá em obra um estaleiro que contempla zonas de escritório, parque de materiais, parque de resíduos e parque de ligeiros e pesados.

Atendendo a que será implementado em obra um sistema de Gestão da Segurança e Saúde (SGSS), as condições de trabalho, em termos de ergonomia, de prevenção dos riscos associados aos trabalhos e estaleiro a desenvolver, serão abrangidas por este sistema, que se traduz no Plano de Segurança e Saúde e respectivos desenvolvimentos.

(12)

PQ / 0 P Q

1

2

8 – Execução da empreitada

8.1 – Caracterização da Obra

Pretende-se com a reconstrução e ampliação do edifício existente, criar instalações adequadas de apoio à terceira idade e que permitam aumentar os serviços prestados à comunidade onde está inserida. Na presente proposta procurou-se a requalificação do existente, mantendo a traça original do edifício e a sua ampliação com uma imagem mais contemporânea. Respeitaram-se os alinhamentos estabelecidos e a continuidade. A opção pela cobertura plana na totalidade do edifício resultou de questões técnicas relacionadas com condicionamentos térmicos e acústicos.

Para além dos fatores referidos que se tiveram em conta no desenvolvimento da proposta, importa também ressalvar que o cumprimento das normas técnicas aplicáveis a este tipo de empreendimento tiveram evidentemente um grande peso na conceção e organização dos espaços.

Apesar das condicionantes estruturais, toda a organização espacial do edifício pretende ser clara e fluida, criando-se espaços interiores que se relacionem diretamente com a envolvente/paisagem exterior.

O edifício insere-se no aglomerado urbano da povoação de Abrunhosa do Mato, servido de fáceis acessos.

(13)

PQ / 0

P

Q

1

3

A empreitada consiste na execução dos seguintes trabalhos, de acordo com o mapa de quantidades: 2.1.1.1. Subempreiteiros Artigo 1- 2- 3- 5- 6- 7- 8- 9- 10-

12-DESIGNAÇÃO DOS TRABALHOS

REDE DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA REDE DE ÁGUAS RESIDUAIS REDE DE DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS

REDE DE VENTILAÇÃO NATURAL REDE DE INCÊNDIO DEMOLIÇÕES ARQUITECTURA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS TELECOMUNICAÇÕES REDE DE GÁS INSTALAÇÕES MECÂNICAS

(14)

PQ / 0

P

Q

1

4

8.2 – Planeamento da Execução da Obra

Os diversos trabalhos que constituem a empreitada são cuidadosamente planeados pelo Director Técnico, que procura rentabilizar os recursos humanos e materiais disponíveis de forma consistente com os requisitos dos outros processos do Sistema da Qualidade.

A preparação de obra é efectivada, entre outras acções definidas no documento referido, pela documentação abaixo mencionada:

• Plano de Trabalhos; • Plano de Mão-de-obra; • Plano de Equipamento; • Cronograma Financeiro;

Os desvios em relação ao previsto são analisados em reuniões internas e em reuniões com o Dono de Obra ou seu representante, sendo que, caso existam alterações ao previsto, estas devem ser justificadas e elaborada nova versão do Plano de trabalhos e documentos associados.

8.3 – Gestão dos Requisitos do Cliente

O estudo dos requisitos do cliente foi objecto de análise antes da adjudicação, de modo a assegurar que estes se encontram adequadamente documentados e que a EMBEIRAL tem a capacidade de os cumprir.

Os requisitos do cliente encontram-se identificados nos seguintes documentos: • Peças de projecto

• Caderno de encargos

• Documentação jurídica associada

Para além destes requisitos, são também considerados os requisitos do Cliente não expressos no Caderno de Encargos (CE), mas que se revelam necessários à boa Qualidade da obra, pelo que são tidos em consideração através da comunicação estabelecida com o Dono de Obra/Fiscalização.

Quaisquer inexactidões, divergências ou lacunas de informação são identificadas e formalmente resolvidas com o dono de obra ou seus representantes, de forma a obter uma clara definição do projecto. São mantidos registos destas revisões, como cartas, faxes e atas de reuniões.

As adaptações que possam existir aos requisitos do projecto derivadas de condicionalismos da obra, resultantes da execução concreta dos trabalhos e, sobretudo os que se revelem necessários à ultrapassagem de imprevistos são transmitidas ao Dono de Obra/Fiscalização para validação.

A EMBEIRAL, através do Director Técnico, assegura que:

• Os novos requisitos se encontram perfeitamente estabelecidos; • Possui recursos para o cumprimento dos mesmos;

(15)

PQ / 0

P

Q

1

5

• Os seus colaboradores, sobretudo aqueles com responsabilidades na Qualidade,

entendem claramente os novos requisitos. 8.3.1 – Comunicação com o Cliente

Na sequência do referido anteriormente, a comunicação com o cliente é assegurada através das relações estabelecidas com a Fiscalização e por um conjunto de documentos e práticas com os quais é evidenciada e assegurada a comunicação em causa.

Desta forma a Embeiral tem dispositivos que lhe permitem avaliar de forma constante a satisfação do cliente, destacando-se:

• Contactos diários com a Fiscalização ou sempre que esta entenda necessários; • Reuniões periódicas com a Fiscalização, com actas das mesmas;

• Validação por parte do dono de Obra/Fiscalização da documentação do Sistema da Qualidade, particularmente aqueles relacionados com as actividades de medição e monitorização.

• Eventuais reclamações do cliente (este tipo assume uma importância privilegiada - ver ponto 9.2.1)

8.4 – Concepção e Desenvolvimento

A concepção foi desenvolvida pelo Dono de Obra, resultando nas peças de projecto e Caderno de Encargos, para execução pela EMBEIRAL.

A EMBEIRAL pode interferir neste processo através de solicitação ao Dono de Obra de alteração ao projecto, aos materiais a aplicar ou aos processos construtivos. As alterações ao projecto associam-se à competência e experiência do corpo técnico de obra, na medida em que este ao estudar e preparar a empreitada, pode verificar a necessidade de modificar determinado requisito do projecto, atendendo ao desempenho estrutural e funcional esperado, sem prejuízo da obtenção das características finais especificadas para a obra.

Face às necessidades de alterações, a Direcção Técnica propõe novos

requisitos/características ao Dono de obra ou seu representante para aprovação.

8.5 – Avaliação e Selecção de Fornecedores

A qualificação preliminar é feita para os novos fornecedores ou os que não forneçam a mais de 2 anos. A qualificação periódica é feita com base nos dados históricos da qualidade dos produtos recebidos e do cumprimento dos prazos de entrega definidos. A metodologia encontra-se descrita no R1 I01 do Sistema de Gestão de Qualidade da empresa.

8.6 – Controlo da Execução da Obra

A EMBEIRAL realiza os trabalhos que constituem a empreitada de forma controlada, sendo a execução das actividades assegurada essencialmente por:

• Estudo detalhado e preparação/planeamento da obra

• Utilização de equipamento adequado e mão de obra qualificada

• Implementação de Planos de Inspecção e Ensaio para os principais trabalhos a controlar

(16)

PQ / 0

P

Q

1

6

• Utilização de Equipamentos de Medição e Monitorização controlados

• Assistência após recepção provisória, decorrente das disposições contratuais.

Diariamente é efectuado pelo Encarregado/Engenheiro, consoante aplicável, o registo das actividades efectuadas em obra com a respectiva localização e identificação da actividade, indicação da realização de ensaios laboratoriais ou medições topográficas, indicação da existência de trabalhos realizados por subcontratados bem como outros acontecimentos considerados relevantes (ex. recepção de materiais, paragens na obra, etc.).

8.6.1 – Laboratório de Controlo de Qualidade

O Laboratório de controlo de Qualidade que dará apoio à presente empreitada será o Laboratório da Embeiral SA, localizado nas instalações de Penalva do Castelo.

O laboratório encontra-se dotado dos meios humanos e materiais necessários à realização dos ensaios correntes de controlo de qualidade a solos, agregados e misturas betuminosas.

Os equipamentos de ensaio são devidamente controlados de acordo com o disposto no ponto 8.7. Controlo dos Equipamentos de Medição e Monitorização (EMM’s), existindo no laboratório uma pasta que contem o cadastro do equipamento, ou seja, Ficha do equipamento, manual de instruções quando aplicável, ficha de manutenção se aplicável, cópia do último certificado de calibração e respectiva validação.

Ensaios especiais para os quais o laboratório não esteja habilitado serão efectuados com recurso a laboratórios externos certificados ou oficiais.

8.6.2 – Inspecções, Amostragem e Ensaios

O controlo da execução dos trabalhos e materiais encontra-se formalizado nos Planos de Inspecções e Ensaios (PIE) específicos para cada tipo de trabalho.

Todos os planos de inspecção e ensaio e registos associados são submetidos à apreciação do Dono da Obra antes de se iniciar qualquer trabalho.

O PIE estabelece de uma forma detalhada as tarefas de medição e/ou monitorização, indicando explicitamente quais as características a controlar, o método de avaliação da característica (inspecção visual, ensaio laboratorial), especificações e tolerâncias (critério de aceitação), amostragem, responsabilidade por realizar a inspecção e impresso/registo a elaborar.

Se é detectada alguma anomalia, esta é corrigida de imediato ou dá origem ao preenchimento de uma Folha de Constatação.

8.6.3 – Processos Especiais

Consideram-se processos especiais todos aqueles que só podem ser objecto de inspecções e ensaios após a execução da actividade, ou seja só após cerca de 12h é que podem existir resultados que permitam averiguar a conformidade do efectuado.

Analisando as actividades a realizar em obra e atendendo a esta definição, consideram-se processos especiais o seguinte:

(17)

PQ / 0

P

Q

1

7

• Betão estrutural, uma vez que apenas aos 28 dias é possível realizar a análise de

conformidade. A análise de conformidade do Betão será efectuada de acordo com a Norma de referência em vigor para a empreitada.

Nestes casos, a validação das actividades é realizada à posteriori, sendo os resultados obtidos submetidos à apreciação da Fiscalização.

8.6.4 – Validação dos Processos de Produção

Todos os trabalhos devem ser avaliados internamente antes de serem sujeitos à aprovação da Fiscalização, essa avaliação deverá ser efectuada:

• Analisando os resultados de inspecções e ensaios face ao preconizado na documentação de referência;

• Inspeccionando as frentes de obra;

• Verificando certificados relativos a materiais recepcionados em obra; • Outra metodologia aplicável.

Após a validação interna de trabalhos em curso, estes devem ser sujeitos a aprovação pela Fiscalização, para tal são submetidos à apreciação da Fiscalização resultados de inspecções e ensaios, certificados de materiais, etc.

O mesmo processo de aprovação por parte do Dono de Obra, deve ocorrer para os trabalhos já concluídos, em que a Fiscalização deve realizar o processo de aceitação dessa frente ou local de obra, de acordo com os requisitos de projeto e demais documentações do Sistema da Qualidade.

8.6.5 – Identificação e Rastreabilidade

O objectivo deste ponto é o de determinar quais os produtos /materiais a que são exigidos requisitos de identificação e rastreabilidade, para estabelecer os meios que determinam a sua identificação e localização, assim com a de todos os lotes ou fracções.

A rastreabilidade é efectuada através da análise dos registos do SGQ, uma vez que através destes podemos evidenciar quais os materiais aplicados (para alguns dos materiais conseguimos igualmente saber o seu lote de fabrico) e localização da aplicação, bem como os ensaios efectuados a trabalhos já executados (ex. Controlo de compactação) indicam claramente a localização do ensaio.

8.6.6 – Propriedade do Cliente

Este ponto da Norma não é aplicável à presente empreitada.

8.6.7 – Preservação dos Materiais a Incorporar e dos Trabalhos da Empreitada O objectivo deste ponto é o de estabelecer metodologias de manuseamento, armazenamento e preservação de materiais, de forma a garantir que o nível de Qualidade se mantém. Estabelece-se ainda como é efectuada a preservação dos trabalhos da empreitada.

Os materiais e equipamentos devem ser manuseados de forma a manter as suas características, tendo por base as instruções dos seus fabricantes ou regras de boa prática aplicáveis.

(18)

PQ / 0

P

Q

1

8

Enquanto a obra não for entregue ao dono de obra, a EMBEIRAL responsabiliza-se pela sua perfeita manutenção e preservação.

À medida que partes de obra forem sendo entregues pela EMBEIRAL ao dono de obra, esta cessará a sua responsabilidade pela preservação do produto.

8.6.7.1 – Recepção Provisória

Assim que a obra esteja concluída ou que, por força do contrato, parte ou partes dela possam ou devam ser recebidas separadamente, a Direcção Técnica solicitará ao Dono da Obra a realização da vistoria para o efeito da recepção provisória, nos termos do Decreto-Lei n.º 18/2008, de 29 de Janeiro.

O auto de recepção provisória de obra formaliza o processo de entrega da obra ao cliente, sendo a Embeiral responsável pela garantia de Qualidade da obra durante o prazo contratual de garantia.

Na conclusão da obra, a Embeiral fornecerá, na recepção provisória, ao Dono de Obra, em suporte de papel e/ou informático, conforme este vier a definir, toda a documentação relevante do âmbito do SGQ da obra, incluindo todos os registos que comprovam a qualidade de execução da obra.

8.6.7.2 – Recepção Definitiva

Durante o prazo de garantia a Embeiral SA é responsável por efectuar as substituições de materiais ou equipamentos e a executar todos os trabalhos de reparação indispensáveis para assegurar a perfeição e uso normal da obra nas condições previstas, desde que sejam da sua responsabilidade.

A recepção definitiva ocorre quando finda o prazo contratual de garantia, estando formalizada no Auto de Recepção definitiva, caso tenham ocorrido recepções parcelares o prazo de garantia é igualmente aplicável a cada uma das partes da obra que tenham sido recepcionadas.

8.7 – Controlo dos Equipamentos de Medição e Monitorização (EMM’s)

A Embeiral controla os seus dispositivos de medição e monitorização (com base no M1 P02) de forma a garantir que os resultados de inspecções e ensaios por si realizadas são rigorosos. A documentação relativa aos EMM’s do empreiteiro e subcontratados em obra é requerido o controlo idêntico ao efectuado pela EMBEIRAL aos seus EMM. Desta forma é solicitada a entrega dos registos de calibração/verificação e de aceitação do equipamento face ao uso.

9 – Medição, Análise e Melhoria

9.1 – Generalidades

A EMBEIRAL realiza a empreitada planeando a sua actividades de inspecções e ensaio através dos PIE’s elaborados em concordância com o Caderno de Encargos e demais documentação de projecto.

O sistema de Qualidade está continuamente sujeito a melhorias, sejam estas de iniciativa da EMBEIRAL ou da Fiscalização, de forma a torná-lo mais eficaz.

(19)

PQ / 0 P Q

1

9

9.2 – Monitorização e Medição

9.2.1 – Satisfação do Cliente

A avaliação da satisfação do Cliente é de grande importância para a EMBEIRAL, pois a sua opinião e percepção do funcionamento da obra e da Qualidade dos Trabalhos desenvolvidos, por permite melhorar os serviços prestados.

A avaliação da satisfação do dono de obra poderá ser percepcionada ao longo da obra, através de contactos com a Fiscalização, reuniões periódicas ou eventuais reclamações, e também através da análise das Não conformidades abertas pela Fiscalização ou Dono de Obra.

9.2.2 – Auditorias Internas

O objectivo das auditorias internas é o de verificar se as actividades relativas à Qualidade se efectuam conforme os requisitos especificados na documentação referida no presente documento, com vista à satisfação dos requisitos definidos pelo Cliente.

Podem ser submetidas a auditorias internas todas as actividades descritas no Plano da Qualidade.

O Gestor da Qualidade da Obra informará o Dono da Obra da realização de auditorias internas ou a subcontratados, mediante o envio do Plano de Auditoria no mínimo com cinco dias úteis de antecedência, para que caso este deseje acompanhe a auditoria.

9.2.3 – Medição e Monitorização dos Processos

A avaliação da capacidade dos processos para garantir continuamente a satisfação dos objectivos propostos para o empreendimento é realizada através da realização de reuniões internas e com a Fiscalização, dos resultados das auditorias, da análise dos resultados das várias inspecções e ensaios e também da análise dos objectivos da Qualidade definidos. 9.2.4 – Monitorização e Medição do Produto

O objectivo deste capítulo é o de definir métodos para as operações e elementos de construção passíveis de inspecções e ensaios, de forma a possibilitar o registo da verificação do cumprimento dos objectivos especificados para os mesmos e no âmbito das actividades relacionadas com o âmbito do presente plano.

A importância deste capítulo reside na necessidade da EMBEIRAL poder assegurar que a execução da empreitada está conforme o preconizado no projecto. Assim, seguidamente à inspecção à recepção de materiais existem as inspecções de trabalhos em curso e já executados, preconizados nos Planos de Inspecção e Ensaio.

Na fase final dos trabalhos é verificada a conformidade de todos os elementos construídos, registando-se as deficiências em ata de reunião. Após a rectificação de eventuais anomalias, a EMBEIRAL pode propor ao Dono de Obra a recepção provisória a obra ou partes de obra (se aplicável).

(20)

PQ / 0

P

Q

2

0

9.3 – Controlo de Não Conformidades e de Produto Não conforme

Sempre que no decurso de inspecções e ensaios ou de outras acções sejam identificados desvios ou anomalias em relação aos requisitos estabelecidos na documentação do SGQ, será aplicada a metodologia descrita no procedimento M1 P01.

Caso se detectem materiais não conformes com os requisitos estabelecidos deve-se eliminar o risco da sua incorporação indevida na obra, assim deverá ser adoptada uma das metodologias abaixo descritas consoante aplicável:

• Identificação física do material não conforme através de: o Inscrição das letras NC a vermelho;

o Isolamento com recurso a fita sinalizadora; o Outro método aplicável.

• Separação física do material não conforme (sempre possível).

Todas as anomalias e acções relacionadas com não conformidades ficam registadas em impresso próprio, para que sejam adequadamente tratadas. Desta forma, garante-se uma relação sustentada das situações, minimizando-se a futura ocorrência de situações idênticas.

9.4 – Análise de Dados

Os dados gerados pelo sistema de gestão da qualidade implementado são analisados pela equipa de Engenharia e de Qualidade em obra, tendo em vista a análise de tendência para consequente melhoria da forma de proceder. Constituem exemplos de dados gerados, os seguintes:

• Dados decorrentes da análise de não conformidades;

• Avaliação do cumprimento dos objectivos definidos para a obra; • Relatórios de auditorias internas;

• Avaliação da satisfação do cliente.

9.5 – Melhoria Contínua

O objectivo deste ponto é o de estabelecer o modo como a EMBEIRAL prevê garantir continuamente a melhoria dos seus processos.

A melhoria contínua é um fundamento constante do sistema da Qualidade, sendo assegurada com o recurso aos seguintes elementos:

• Manutenção da validade da política da Qualidade; • Análise e controlo dos objectivos da Qualidade • Análise de dados

(21)

PQ / 0

P

Q

2

1

9.5.1 – Acções Correctivas e Preventivas

As acções correctivas são decorrentes da análise das causas associadas às Não Conformidades detectadas, sendo propostas, implementadas e analisadas, conforme descrito no procedimento M1 P01.

As acções preventivas decorrem da experiência da empresa e do próprio corpo técnico da obra, que estabelecem acções que visam prevenir problemas e falhas que usualmente surgem no decurso de determinado processo.

10 – Anexos

Anexo ao presente Plano de Qualidade encontram-se um conjunto de documentos directamente associados à implementação do Sistema de Gestão da Qualidade na Obra. Os tipos de documentos contidos nos diversos anexos estão listados no índice da capa de anexo, sendo o conteúdo de cada anexo descrito na respectiva folha identificadora do anexo. Desta forma garante-se o estado de actualização de cada documento em anexo de forma independente da actualização do corpo principal deste Plano da Qualidade.

Sempre que surjam ou sejam eliminados documentos com aplicações no Processo em causa, a capa de anexo será revista em conformidade criando-se ou eliminando-se folhas identificadoras de anexo.

DOCUMENTAÇÃO EMBEIRAL

(Política da Qualidade / Certificados Embeiral)

1

DOCUMENTAÇÃO EMPREITADA

(Organograma da Empreitada / Lista de Rubricas/ Manual de funções)

2

IMPRESSOS

(Modelos da Fiscalização e/ou Impressos Embeiral)

3

PROGRAMA DE TRABALHOS, Mão-de-obra, EQUIPAMENTOS, CRONOGRAMA

FINANCEIRO 4

ATAS REUNIÃO 5

PLANOS INSPEÇÃO ENSAIO (PIE) 6

PROJETO DE EXECUÇÃO 7

MATERIAIS

(Pedidos de Aprovação Materiais / Encomendas / Boletins Recepção Materiais / Registo de recepção de materiais / certificados /declaração desempenho)

(22)

PQ / 0 P Q

2

2

CONTROLO DE BETÃO 9

EQUIPAMENTOS DE MONITORIZAÇÃO E MEDIÇÃO (EMM) 10

FORMAÇÃO

(Registos da Formação em Qualidade)

11

NÃO CONFORMIDADES 12

OUTROS REGISTOS

(Registo de Equipamentos, Contrato subempreiteiro, controlo de obra)

(23)

PQ / 0

P

Q

2

3

Lista de Atualizações, Correções e Revisões

Referências

Documentos relacionados

In this study clay mineral assemblages, combined with other palaeoenvironmental data, were studied in a core recovered from the outer sector of the Ria de Vigo, a temperate

Dessa forma, a partir da perspectiva teórica do sociólogo francês Pierre Bourdieu, o presente trabalho busca compreender como a lógica produtivista introduzida no campo

Este capítulo tem uma abordagem mais prática, serão descritos alguns pontos necessários à instalação dos componentes vistos em teoria, ou seja, neste ponto

Em diagnóstico sócio-econômico realizado no estuário do rio Amazonas, no Estado do Amapá, foi detectado que a renda bruta das famílias daquela área correspondia, em

Figura 93 – Variação do perfil da intensidade de amônia formada durante a introdução de H2 na mistura gasosa, obtida na configuração de superfície para diferentes materiais

nesta nossa modesta obra O sonho e os sonhos analisa- mos o sono e sua importância para o corpo e sobretudo para a alma que, nas horas de repouso da matéria, liberta-se parcialmente

O objetivo do curso foi oportunizar aos participantes, um contato direto com as plantas nativas do Cerrado para identificação de espécies com potencial

d) independentemente dos registros contábeis cabíveis, nas notas explicativas aos balanços da sociedade - conforme determinado pelo item XVI do Título 4 do Capítulo II