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RITUAL DO SIMBOLISMO MAÇÔNICO
APRENDIZ-MAÇOM
R∴ E∴ A∴ A∴
Administração:
Jordão Abreu da Silva Júnior – Grão-Mestre
Período 2009/2012
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A.B.R.L.S. Mestres do Universo n° 6
Oriente do Amazonas
Subordinaba ao Grande Oriente Maçônico Misto Regular do Rio Grande do Sul
ÍNDICE
O Aprendiz (figura) Loja de Aprendiz (figura)
Da Maçonaria --- Do Templo --- Plano do Templo (figura)
Da Sala dos Passos Perdidos --- Do Átrio --- Da Câmara de Reflexões, --- Dos Oficiais de uma Loja Maçônica --- Dos Títulos, Distinções e Trajes --- Dos Visitantes --- Festas --- Preparação do Templo --- Composição da Loja --- Cargos em Loja --- Apresentação de Expediente --- Apresentação da Ordem do Dia --- Manifestação em Loja --- Cobertura do Templo --- Entrada dos Retardatários ---
Saída do Templo --- Fechamento do Templo --- Circulação em Loja --- Uso do Bastão --- Uso do Malhete --- Cadeia de União --- Palavra Semestral --- Livro da Lei --- Pavilhão Nacional --- Palavra a Bem da Ordem --- Postura em Loja --- Uso das Espadas --- Ordem dos Trabalhos --- Entrada do Templo ---
DA SESSÃO RITUALÍSTICA
Abertura dos Trabalhos --- Leitura da Ata --- Expediente --- Bolsa de Propostas e Informações, --- Ordem do Dia ---
Tronco de Solidariedade --- Saudação aos Visitantes --- Palavra a Bem da Ordem --- Encerramento dos Trabalhos, --- Suspensão dos Trabalhos para Recreação --- Filiação --- Regularização --- Iniciação --- Preparação do Candidato --- Ritual de Iniciação --- Painel da Loja de Aprendiz (figura)
Primeira Instrução --- Segunda Instrução --- Terceira Instrução --- Quarta Instrução --- Quinta Instrução --- Banquete ---
AUG. BEN. RES. LOJ. SIMB. MESTRES DO
UNIVERSO N
° 6Termo de Responsabilidade do Obreiro. Ritual Número: ________
O presente exemplar do Ritual do Grau de Aprendiz-
Maçom é destinado ao uso pessoal do
Irm∴_____________________________________________ ,
Iniciado aos _____ dias do mês de ___________________ do
ano de _____ (E∴V∴). No ato da assinatura o Irmão assume, livre e conscientemente, inteira e total responsabilidade por sua guarda, competindo-lhe zelar pelo seu estado de conservação e mantê-lo, sempre, em lugar seguro e fora do alcance de tantos quantos não possam ou não devam deitar-lhe a vista, bem como o compromisso de devolvê-lo à sua Loja, caso se desligue da Grande Loja Maçônica do Estado de Goiás.
Or∴ de _______________________________________,
______ / _______ /_________ (E∴ V∴).
______________________________
Rit:.
Esc:.
Ant:.
e Ac:.
COLUNAS ZODIACAIS – LITERATURA
SIGNOS DO ZODÍACO
Nº SÍGNO ELEMENTO PLANETA
a Áries Fogo Marte
b Touro Terra Vênus
c Gêmeos Ar Mercúrio
d Câncer Água Lua
e Leão Fogo Sol
f Virgem Terra Mercúrio
g Libra Ar Vênus
h Escorpião Água Marte
i Sagitário Fogo Júpiter
J Capricórnio Terra Saturno
k Aquário Ar Saturno
l Peixes Água Júpiter
Carneiro Touro Gêmeos Câncer Leão Virgem
ORDENS DE ARQUITETURA DAS COLUNAS
PLANO DO TETO
DA MAÇONARIA
A Maçonaria tem sido definida por vários modos. As mais correntes definições são:
I- A Ordem Maçônica é uma associação de homens sábios e virtuosos que se consideram irmãos entre si e cujo fim é viver em perfeita igualdade, intimamente unidos por laços de recíproca estima, confiança e amizade, estimulando-se uns aos outros na prática das virtudes.
II- É um sistema de Moral, velado por alegorias e ilustrado por símbolos.
Embora imperfeitas, essas definições nos dão a convicção de que a Ordem Maçônica foi sempre, e deve continuar a ser, a UNIÃO consciente de homens inteligentes, virtuosos, desinteressados, generosos e devotados. Irmãos livres e iguais, ligados por deveres de fraternidade, para se prestarem mútua assistência, e concorrerem, pelo exemplo e pela prática das virtudes, para esclarecer os homens e prepará- los para a emancipação progressiva e pacífica da Humanidade.
É, pois, um sistema e uma escola, não só de moral como de filosofia social e espiritual, reveladas por alegorias, e ensinadas por símbolos, guiando seus adeptos à prática e ao aperfeiçoamento dos mais elevados deveres do homem- cidadão, patriota e soldado.
Apesar de seus nobres e sublimes fins, a Maçonaria foi entre nós, como entre alguns povos, muito desvirtuada, pois, abrindo despreocupadamente suas portas, deixou pela falta de escrúpulo na seleção de seus iniciandos, que seus Templos fossem invadidos por uma multidão heterogênea que, aos poucos, esquecida ou alheia aos fins sociais, foi lentamente se transformando em sociedade de auxílios e elogios mútuos, com inclinação para a ação política militante, regida por princípios
de mortalidade barata e movimentada por interesses inconfessáveis.
O objetivo do Rito Escocês Antigo e Aceito, em todo o mundo e, principalmente no Brasil, é restabelecer a Maçonaria em seu antigo e verdadeiro caráter de Apostolado da mais Alta Moralidade, da prática das Virtudes, da Liberdade debaixo da Lei, da Igualdade, segundo o mérito, com subordinação e disciplina, e da Fraternidade com deveres mútuos, ampliando o limite das faculdades morais e infundindo, nos usos e nos costumes da sociedade civil, os sãos princípios da filosofia humanitária.
Para o Rito Escocês Antigo e Aceito, a Maçonaria é o progresso contínuo, por ensinamentos em uma série de graus, visando, por iniciações sucessivas, incutir no íntimo dos homens a LUZ CELESTIAL, ESPIRITUAL E DIVINA, que, afugentando os baixos sentimentos de materialidade, de sensualidade e de mundanismo e invocando sempre o Grande Arquiteto do Universo, os tornem dignos de si mesmos, da Família, da Pátria e da Humanidade.
O nosso Rito declara como Princípios Fundamentais: 1. A Maçonaria proclama, como sempre proclamou desde a sua origem, a existência de um Princípio Criador, sob a denominação de Grande Arquiteto do Universo;
2. A Maçonaria não impõe nenhum limite à livre investigação da Verdade, e é para garantir a todos essa liberdade que ela exige de todos a maior tolerância;
3. A Maçonaria é, portanto, acessível aos homens de todas as classes sociais e de todas as crenças religiosas e políticas;
4. A Maçonaria proíbe, em suas Oficinas, toda e qualquer discussão sobre matéria político-partidária ou sectarismo religioso; recebe profanos, quaisquer que sejam as suas opiniões políticas e religiosas, pobres, embora livres e de bons costumes.
5. A Maçonaria tem por fim combater a ignorância em todas as suas modalidades; é uma escola mútua que impõe este programa: obedecer às leis do país; viver sob os ditames da honra; praticar a justiça; amar o próximo; trabalhar incessantemente pela felicidade do gênero humano e conseguir a sua emancipação progressiva e pacifica.
A par desta DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS, a Maçonaria proclama, também, as seguintes doutrinas, sobre as quais se apoia:
- Para elevar o homem aos próprios olhos e torná-lo digno de sua missão sobre a Terra, a Maçonaria erige em dogma que o Grande Arquiteto do Universo deu ao mesmo, como o mais precioso dos bens, a liberdade, patrimônio de toda a Humanidade, a cintilação celeste que nenhum poder tem o direito de obscurecer ou de apagar, e que é a fonte de todos os sentimentos de honra e de dignidade.
- Desde a preparação do primeiro grau até a obtenção do mais elevado grau da Maçonaria a condição primordial, sem a qual nada se concede ao aspirante, é uma reputação de honra ilibada e de probidade incontestada.
- Àquele para quem a religião é o consolo supremo, a Maçonaria diz: “Cultiva a tua religião ininterruptamente, segue as inspirações de tua consciência; a Maçonaria não é uma religião, não professa um culto; quer a instrução leiga; sua doutrina se condensa toda nesta máxima: AMA A TEU PRÓXIMO”.
- Àquele que, com razão, teme as discussões político- partidárias, a Maçonaria diz: “Eu condeno qualquer debate, qualquer discussão em minhas reuniões; serve, fiel e devotadamente, à tua Pátria, e não te pedirei contas de tuas crenças políticas; o amor a Pátria é perfeitamente compatível com a prática de todas as virtudes; a minha Moral é a mais pura, pois se funda sobre a primeira das virtudes: A SOLIDARIEDADE HUMANA”.
- O verdadeiro Maçom pratica o Bem e leva a sua solicitude aos infelizes, quaisquer que sejam, na medida de suas forças. O Maçom deve, pois, repelir, com sinceridade e desprezo, o egoísmo e a imoralidade.
Os ensinamentos maçônicos induzem seus adeptos a dedicarem-se à felicidade de seus semelhantes, não porque a razão e a justiça lhes imponham esse dever, mas porque esse sentimento de solidariedade é a qualidade inata que os fez filhos do Universo e amigos de todos os homens, fiéis observadores da Lei de Amor e Simpatia que Deus estabeleceu no Planeta.
DO TEMPLO MAÇÔNICO
O Templo tem a forma de um retângulo, no Ocidente, e de um quadrado no Oriente. Este é separado daquele por uma grade – a Grade do Oriente – e tem o soalho mais elevado, para onde se sobe por quatro degraus baixos. No meio da Grade do Oriente, há uma passagem de largura proporcional ao comprimento, composta de pequenas Colunas de 1 m a 1,3 m, encimadas por uma barra horizontal.
A entrada principal do Templo fica no Ocidente.
Pavimento de Mosaico, composto de losangos alternadamente brancos e pretos, cercados pela orla denteada. Nos extremos dos eixos principais do Mosaico ficam as letras correspondentes aos quatro pontos cardeais.
No eixo do Templo, próximo ao fundo do Oriente, fica, em um estrado de três pequenos degraus, o Altar, destinado ao Venerável Mestre, de forma triangular ou retangular, onde repousam uma espada desembainhada, um malhete, objetos de escrita e um candelabro de três luzes. De cada lado da cadeira do Venerável Mestre haverá uma cadeira e uma Coluna de ordem compósita, ligadas estas por um arco, do meio do qual penderá um triangulo eqüilátero, em cujo centro estará, suspensa por arames invisíveis, a letra hebraica Iod. Por Sobre o Altar, um dossel triangular ou retangular de damasco azul celeste, com franjas brancas.
Um pouco à frente do Altar do Venerável, fica o Altar dos Perfumes, formado por uma Coluna tosca, curta e truncada, onde haverá uma trípode e vasilhame contendo perfumes a serem queimados.
Entre a entrada principal e o Norte fica o Altar das Abluções, onde descansa o Mar de Bronze.
No Oriente, de cada lado e pouco à frente do Trono, fica uma mesa e um assento, à direita, para o Orador, à esquerda, para o Secretário. Fora do Oriente, próximo à grade, e na mesma linha das mesas precedentes, ficam, à direita, uma mesa igual para o Tesoureiro e, à esquerda, outra para o Chanceler.
Todas as mesas e Altares deverão ser revestidos de cortinas bordadas com franjas e orlas de galão, pendidas até o chão.
Nas faces das cortinas dos Altares das três Luzes, existirão bordados ou pintados, no centro: um Esquadro
(Venerável), um Nível (1º Vigilante) e um Prumo (2º Vigilante).
No eixo do Templo, próximo à Grade do Oriente, fica o Altar dos Juramentos, sem, entretanto, impedir a passagem de uma para outra parte do Templo. Este Altar tem a forma de prisma triangular, de cerca de 1m de altura, com 0,66 m de cada face, tendo, como tampo, uma chapa dourada, com chamas ou chifres de bronze, ou de latão, em cada ângulo. Sobre este Altar ficam: o Livro da Lei, um Esquadro, com as pontas voltadas para o Oriente, e um Compasso aberto em 60º, com as pontas voltadas para o Ocidente e por sob as do Esquadro. Nos lados do Oriente, Sul e Norte deste Altar, fica acesa uma vela de cera amarela, colocada em castiçal de 1 metro e 12 cm de altura.
Para chegar ao Trono do Venerável Mestre é necessário subir sete degraus, por quatro e três. Os quatro primeiros representam Força, Trabalho, Ciência e Virtude. Os três do Trono são Pureza, Luz e Verdade.
Entre a Grade do Oriente e o Altar dos Juramentos ficará exposto o Painel da Loja.
Entre o assento das três Luzes da Loja e as paredes deverá existir espaço bastante para a passagem de uma pessoa.
De cada lado da entrada do Templo, fica uma Coluna, de altura proporcional à porta. Estas Colunas são encimadas por capitéis, com sete ordens de malhas entrelaçadas. Rematando os capitéis, duas ordens de romãs ao redor das malhas. A Coluna da direita chama-se J e a da esquerda B.
Na mesa do Tesoureiro, onde haverá duas luzes, ficam, além do necessário à escrita, a Bolsa de Solidariedade e, nas sessões de iniciação, os atributos destinados ao iniciando. Na
do Secretário, onde também haverá duas luzes, ficam o Livro de Atas e a Bolsa de Propostas e Informações. Na do Chanceler, ficam o registro dos Obreiros do Quadro e dos visitantes e a caixa dos escrutínios.
As paredes do Templo devem ter a cor azul celeste. Em volta da parede, junto ao teto, uma corda com 81 nós, cujas pontas penderão aos lados da entrada principal. O teto do Templo representa o céu. Do lado do Oriente, um pouco à frente do Trono, o Sol; por sobre os Altares dos 1º e 2º Vigilantes, respectivamente, a Lua e uma Estrela de Cinco Pontas. Estes emblemas poderão ser pintados ou em relevo, ou então, pendentes do teto.
No centro do teto, três estrelas da constelação de Orion. Entre estas e o nordeste, ficam as Plêiades, Hyadas e Aldebaran. A meio caminho entre Orion e o noroeste, fica Régulus, de Leão; ao norte, a Ursa Maior; a noroeste, Arcturus (em vermelho); a Leste, a Spica da Virgem; a Oeste, Antares; ao Sul, Fomalhaut; no Oriente, Júpiter; no Ocidente, Venus; Mercúrio junto ao Sol e Saturno, com seus Satélites, próximo a Orion.
As Estrelas principais são: 3 de Orion, 5 de Hiadas e 7 das Pleades e Ursa Maior. As Estrelas chamadas reais são: Aldebaran, Arcturus, Regulus, Antares e Fomalhaut.
O Estandarte da Loja fica ao Sul, no topo da grade do Oriente, e a Bandeira Nacional, ao Norte no outro topo da grade.
No Ocidente, aos lados Norte e Sul do corpo do Templo, estendem-se fileiras de assentos, denominadas Coluna do Norte e Coluna do Sul. A primeira fileira, junto à parede é constituída de bancos que se destinam, no Norte, aos
Aprendizes, no Sul, aos Companheiros. À frente dos bancos, em ambos os lados, há cadeiras ou poltronas para serem ocupadas pelos Mestres. No Oriente, junto às paredes laterais e do fundo, existem lugares reservados às autoridades maçônicas.
O Altar do 1º Vigilante fica na Coluna do Norte, à esquerda e um pouco à frente da Coluna B, sobre um estrado de dois degraus. O Altar do 2° Vigilante fica à meia distância entre a Coluna J e a Grade do Oriente, sobre um estrado de um degrau. Ambos tem a forma triangular, e sobre eles se encontram um candelabro de três luzes, um malhete e uma pequena Coluna (dórica, 1º Vigilante; coríntia, 2° Vigilante).
anexo.
QUADRO DA LOJA
(PLANTA DO TEMPLO)01 --- Venerável-Mestre
02 --- Maior autoridade presente 03 --- Ex Venerável 04 --- 1º Vigilante 05 --- 2° Vigilante 06 --- Orador 07 --- Secretário 08 --- Tesoureiro 09 --- Chanceler 10 --- M∴ de CCer∴ 11 --- Hospitaleiro 12 --- 1º Diácono 13 --- 2º Diácono 14 --- Porta Bandeira 15 --- Porta Estandarte 16 --- Porta Espada 17 --- 1º Experto 18 --- 2º Experto 19 --- Guarda do Templo 20 --- Cobridor 21 --- M∴ Arquiteto 22 --- Bibliotecário 23 --- Mestre de Banquetes
24 --- Mestre de Harmonia A --- Altar dos Perfumes B --- Col∴”B”
C --- Altar dos Juramentos D --- P∴ B∴
E --- P∴ C∴
F --- Altar das Abluções G --- Painel simbólico
H --- Pira (Altar das purificações) I --- Prancheta da Loja
J--- Coluna “J”
K --- Carta Constitutiva L --- Pavilhão Nacional
M --- Estátua de Minerva (Sabedoria) N --- Ex Ven∴
O --- Estandarte P --- CCol∴ Toscanas
Q --- Estátua de Hércules (Força R --- Estátua de Vênus (Beleza)
O novo iniciado senta-se na bancada da Coluna Norte, próximo ao lugar do Arquiteto, pois, sendo costume inaugurar os trabalhos de construção dos edifícios Sagrados com a colocação de uma pedra no seu ângulo nordeste, fica ele colocado nesse lugar para, simbolicamente, representar essa pedra, sobre a qual se deve apoiar uma superestrutura perfeita, em todas as suas partes, e honrosa para o construtor, que é ele próprio.
DAS JÓIAS
Venerável Mestre Um Esquadro, com o vértice voltado para cima.
Ex-Venerável Um Esquadro, ostentando entre os ramos um retângulo suspenso com a representação gráfica do Postulado 47 de Euclides. 1º Vigilante Um Nível Maçônico
2o Vigilante Um Prumo Maçônico
Orador Um Livro Aberto sobre um fundo radiante Secretário Duas Penas Cruzadas
Tesoureiro Uma Chave
Chanceler Um Timbre
M∴Cerimônias Uma Régua
Hospitaleiro Uma Bolsa
1o Diácono Uma Pomba inscrita em um triângulo
2o Diácono Uma Pomba Livre
1o Experto Um Punhal
2o Experto Um Punhal
G∴do Templo Duas Espadas cruzadas
Cobridor Um Alfanje
Porta Bandeira Uma Bandeira Porta-Estandarte Um Estandarte
Porta-Espada Uma Espada
M∴de Harmonia Uma Lira
M∴Arquiteto Um Maço e um Cinzel cruzados Historiador Um Livro aberto com uma pena sobreposta Bibliotecário
Ver∴ Credenciais Inst∴ Litúrgico
Ven∴Mestre Ex-Ven∴ 1º Vigilante 2° Vigilante Orador
Secretário Tesoureiro Chanceler M∴CCer∴ Hospitaleir
o
1º Diácono 2º Diácono 1º Experto 2º Experto G∴Templo
Cobridor Bandeira Porta Porta Espada Estandarte Porta Mestre de Harmonia
Mestre de
SIMBOLISMO DA MARCHA DO APRENDIZ
Iniciada na porta do Temp∴, a march∴do Apr∴ é feita em direção única, do Oc∴para o Or∴, no eixo da Loj∴, por três passos completos e sucessivos.
Os passos da March∴do Apr∴têm íntima ligação com os três primeiros signos do zodíaco, representados pelas três primeiras colunas zodiacais, colocadas ao Norte: Áries, Touro e Gêmeos. Esses três signos zodiacais sofrem influência de três notáveis planetas do mundo sideral: Marte, Vênus e Mercúrio.
Assim, o primeiro passo da March∴do Apr∴ denomina-se LUTA, sabido que o Carneiro é animal símbolo do ardor, da coragem, representando as disposições do Apr∴ para os conhecimentos de seu Grau. Áries recebe a influência de Marte, deus mitológico da guerra.
Dando o primeiro passo, o Apr∴defronta-se com o Segundo signo do zodíaco, ou seja, Touro símbolo da força, do trabalho e da Perseverança, tal como deve ser o Maçom. Touro recebe a influência de Vênus, com sua luz branca e suave, indicando que o Apr∴ deve trabalhar com prudência, mas sem temor. O segundo passo, chama-se PERSEVERANÇA.
No terceiro passo, está o Apr∴ frente ao terceiro signo zodiacal: Gêmeos , símbolo da União, da fraternidade. Gêmeos sofre a influência de Mercúrio, o planeta mais próximo do Sol, recebendo por isso forte luz e calor. O terceiro passo recebe o nome de
símbolo da amizade que deve unir os Maçons. Dado o terceiro passo, o Apr∴ chega vitorioso dos esforços que empregou, mais distanciado das trevas e iniqüidades da sociedade profana.
DA SALA DOS PASSOS PERDIDOS
Na frente do Templo deve existir uma ante-sala, a Sala dos Passos Perdidos, tão confortável quanto possível, para a recepção dos visitantes e permanência dos Obreiros. Seu mobiliário será adequado às posses da Loja. Sobre uma mesa, nesta sala, ficam os livros de Obreiros e de registro dos visitantes, onde todos deverão gravar seu “ne varietur”.
DO ÁTRIO
Entre a Sala dos Passos Perdidos e o Templo, haverá
um compartimento - o Átrio - com três portas: uma para a sala
dos Passos Perdidos, outra para a Câmara de reflexões e a terceira para o Templo. No Átrio ficarão guardadas as “estrelas” e as espadas destinadas à recepção das autoridades maçônicas e uma cadeira onde tem assento o Cobridor.
DA CÂMARA DE REFLEXÕES
A Câmara de Reflexões é o local onde se recolhe o profano antes de sua iniciação. Nesta não deve penetrar a luz exterior, devendo ser somente iluminada por lâmpada fosca. Suas paredes são de cor preta, com emblemas fúnebres em branco. Na parede por sobre a mesa, destinada à escrita do testamento e onde haverá papel, tinta e caneta e uma campainha, estão pintados em branco um galo e uma ampulheta, tendo por baixo as palavras VIGILÂNCIA -
PERSEVERANÇA. Ao lado esquerdo da mesa, na parede,
pintado um esqueleto humano. Espalhadas pelas paredes, em tinta branca, estarão às seguintes inscrições:
“Se a curiosidade aqui te conduz, retira-te”
“Se tens receio de que descubram teus defeitos, não estarás bem entre nós”.
“Se és apegado às distinções humanas, retira-te, pois aqui não as reconhecemos”.
“Se fores dissimulado, serás descoberto” “Se tens medo, não vás adiante”.
“Deus julga os justos e os pecadores”. “Somos pó e ao pó tornaremos”.
DOS TÍTULOS, DISTINÇÕES E TRAJES
O presidente tem o tratamento de Venerável Mestre e os demais dignitários são, indistinta e simplesmente intitulados “Irmãos”, sendo absolutamente proibido, a quem quer que seja, título ou designação que expressamente não estejam determinados nos Rituais. Também não se conhecem graus superiores ao de Mestre Maçom.
TRAJES
O Traje maçônico é terno preto, camisa social branca de mangas, gravata preta, meias e sapatos pretos. Nas Sessões Magnas é exigido, ainda, o uso de luvas brancas.
Nas Sessões Econômicas, estritamente aos Mestres Maçons, admite-se o uso de “balandrau”, de cor preta, comprimento até os sapatos, mangas largas e compridas, colarinho fechado até o pescoço, calça, meias e sapatos pretos. O balandrau não poderá conter quaisquer inscrições, distintivos ou emblemas.
trará à cabeça um chapéu preto, com as abas voltadas para baixo.
A insígnia do Aprendiz é um avental de pele branca, ou material similar, quadrangular, medindo 40 cm X 40 cm, com abeta triangular, preso à cintura por cordões ou fita de seda branca. A abeta estará sempre levantada.
Nas Sessões da Loja todos os Obreiros deverão usar seus aventais e demais paramentos dos graus simbólicos que possuírem. Os oficiais usarão colares de fitas de dez centímetros de largura, terminando em ponta sobre o peito, com a jóia do cargo. As três Luzes (Venerável, 1º e 2º Vigilantes) usarão punhos de seda orlados de galão, tendo na face externa, bordados, o atributo do respectivo cargo.
É terminantemente proibido o uso de paramentos dos Altos Corpos Filosóficos ou qualquer insígnia que não seja atinente à Maçonaria Simbólica
Os paramentos e demais insígnias devem ser colocados e retirados na Sala dos Passos Perdidos, sendo terminantemente proibida a realização de tais procedimentos no interior do Templo.
DOS VISITANTES
Todo o maçom regular tem o direito de visitar as Lojas regulares, obedientes às Grandes Lojas do Brasil e Potências amigas, sujeitando-se, porém, às prescrições do trolhamento e às disposições disciplinares estabelecidas pelas Lojas visitadas, em cujo livro de registro de visitantes gravarão seu ne varietur, depois de apresentarem os documentos de sua regularidade maçônica. Em sessão, sentar-se-ão nos lugares que lhes forem indicados pelo Mestre de Cerimônias.
feitas aos visitantes as seguintes perguntas, entre Colunas, depois da saudação às Luzes:
VEN∴ Sois Maçom?
VIS∴ M∴I∴C∴T∴M∴R∴
VEN∴ De onde vindes?
VIS∴ De uma Loja de São João, Justa e Perfeita.
VEN∴ Que trazeis?
VIS∴ Amizade, paz e votos de prosperidade a todos
os Irmãos.
VEN∴ Nada mais trazeis?
VIS∴ O Venerável-Mestre de minha Loja
v∴s∴p∴t∴v∴t∴.
VEN∴ Que se faz em vossa Loja?
VIS∴ Levantam-se templos à virtude e cavam-se
masmorras ao vício.
VEN∴ Que vindes fazer aqui?
VIS∴
Vencer minhas paixões, submeter minha vontade e fazer novos progressos na Maçonaria, estreitando os laços de amizade que nos unem como verdadeiros Irmãos.
VEN∴ Que desejais?
VIS∴ Um lugar entre vós.
VEN∴ Este vos é concedido. Irmão Mestre de Cerimônias, conduzi nosso Irmão ao lugar que lhe compete.
Só devem ser admitidos como visitantes irmãos que exibam sua documentação de regularidade e que se mostrem,
pelo trolhamento, perfeitos conhecedores dos S∴ T∴ P∴ etc., salvo se forem conhecidos, pelo menos, de um obreiro que por eles se responsabilize.
Convém lembrar que é no Grau de Aprendiz que deve haver todo o rigor, pois os mistificadores são neste Grau em
maior quantidade.
Quando o irmão visitante for conhecido e haja visitado a Loja, poderá entrar conjuntamente com os demais membros da Loja.
FESTAS
Além dos dias festivos, prescritos pelos regulamentos das Grandes Lojas e das Lojas, todos os membros devem se reunir em banquetes maçônicos nos dias 24 de junho, nascimento de São João Batista, e 27 de dezembro, nascimento de São João Evangelista.
Havendo impedimento sério, o banquete poderá ser realizado em outro dia próximo a data.
PREPARAÇÃO DO TEMPLO
O Arquiteto Decorador é o responsável pela ornamentação do Templo, antes do início dos trabalhos, cabendo-lhe a distribuição, nos respectivos lugares, dos Malhetes, da Carta Constitutiva, das Bolsas, do Painel, do Livro da Lei, enfim, de todos os instrumentos necessários à realização da Sessão.
Deve ainda fazer o acendimento das Luzes do Templo e de todos os candelabros nos Altares; providenciar incenso para a aromatiz, antes do início dos trabalhos.
O Mestre de Harmonia deve deixar preparado antecipadamente todos os instrumentos e trilhas sonoras que serão utilizadas na Sessão.
Após as providências do Arquiteto Decorador e do Mestre de Harmonia, o Mestre de Cerimônias deverá verificar se tudo está de acordo para o cerimonial que será realizado.
Mestre de Harmonia, sob qualquer pretexto, poderá ingressar no Templo antes do início da Sessão.
Em Loja de Aprendiz Maçom, o Templo deve permanecer iluminado durante toda a Sessão, tanto no Oriente quanto no Ocidente, desde a entrada até a saída definitiva dos Obreiros, não sendo permitido, em hipótese alguma, o uso de efeitos luminosos durante o desenvolvimento ritualístico dos trabalhos, uma vez que tais procedimentos contrariam os princípios litúrgicos recomendados aos ensinamentos do 1º Grau.
Em Sessões Econômicas, Sob o Dossel devem estar somente o Trono e duas cadeiras uma de cada lado.
Em Sessões Magnas, sob o Dossel, devem estar colocadas cadeiras suficientes para acomodar as autoridades.
Senta-se à direita do Trono a maior autoridade presente.
DOS ASSENTOS NO ORIENTE
À direita do Altar do Ven∴ M∴ sentam-se as autoridades maçônicas; à esquerda, os Mestres instalados.
COMPOSIÇÃO DA LOJA
Na Sala dos Passos Perdidos, o Mestre de Cerimônias distribui os Cargos e Colares correspondentes, bem como designa Irmãos para ocuparem os cargos porventura vagos.
Quando estiverem presentes Mestres Maçons da Loja, os Companheiros e Aprendizes Maçons não deverão ocupar cargos.
O Venerável Mestre será substituído, na sua falta ou impedimento, na ordem de nomeação, pelos seguintes membros: 1º Vig∴, 2º Vig∴, Ex-Ven∴ mais moderno.
Excetuam-se as sessões Magnas de Iniciação, Elevação e Exaltação, nas quais o Venerável Mestre só poderá ser substituído por Mestre Instalado.
Na ausência dos Vigilantes de ofício, quem os substituem são os Expertos.
CARGOS EM LOJA
Nas reuniões das Lojas, as Luzes devem ser obrigatoriamente preenchidas por Mestres Maçons.
Os Vigilantes são responsáveis pela disciplina e ordem em suas Colunas, competindo-lhes anunciar, cumprir e fazer cumprir as ordens do Venerável Mestre.
O Orador é o principal responsável pelo fiel cumprimento das disposições legais, competindo-lhe, entre outras, as seguintes atribuições: saudar os visitantes, ler os Decretos do Grão-Mestre, solicitar a palavra para ser esclarecido, em qualquer fase da discussão, pedir adiamento da votação de qualquer matéria em debate e apresentar as conclusões sobre toda matéria em debate.
O Orador não poderá discutir a matéria em debate, sem transferir o cargo ao substituto legal, ou, na falta, a quem o Venerável designar, só voltando a ocupar o cargo depois de votada a matéria em discussão.
APRESENTAÇÃO DA ORDEM DO DIA
Toda e qualquer matéria só poderá ser incluída na Ordem do Dia após expressa autorização do Venerável Mestre, sendo o Secretário o responsável pela organização dos assuntos a serem apresentados.
formalidades de pedido e só poderá ser usada por cinco minutos, prorrogados, a critério do Venerável Mestre, por mais três minutos, no máximo.
Ao fazer uso da palavra, o Obreiro não poderá:
a) desviar-se da questão em debate; b) falar sobre matéria vencida; c) usar linguagem imprópria;
d) ultrapassar o tempo a que tem direito; e) fazer ataques pessoais.
O Obreiro que manifestar o desejo de falar, contrariando disposição regulamentar, depois de advertido, será convidado a silenciar-se. Se apesar dessa advertência insistir em falar, o Venerável Mestre poderá mandá-lo cobrir o Templo.
Ninguém poderá falar mais de uma vez sobre a matéria em debate, exceto os autores das propostas, os relatores das Comissões e o Orador, nos casos em que se fizer necessário.
Quando do encaminhamento da votação e nas conclusões do Orador, não são permitidos apartes.
Os assuntos tratados na Ordem do Dia não poderão ser retomados na Palavra a Bem da Ordem em Geral e do Quadro em Particular, sob pena de o Obreiro infrator ter a palavra cassada pelo Venerável Mestre.
MANIFESTAÇÕES EM LOJA
sendo correto, em hipótese alguma, estalar os dedos ou roçar os pés no chão.
O termo “pela ordem” refere-se ao pedido da palavra para ponderar sobre a preterição dos procedimentos ritualísticos.
O pedido da palavra “pela ordem” será feito diretamente ao Venerável Mestre, devendo o Obreiro solicitante aguardar a autorização de pé e à ordem.
Não poderão fazer uso da prerrogativa acima citada os Aprendizes e Companheiros.
O pedido da Palavra entre Colunas poderá ser concedido pelo Venerável Mestre, desde que solicitado antes da abertura dos trabalhos, sendo obrigatório levar ao conhecimento do Venerável Mestre o assunto que será tratado pelo Obreiro, respeitando-se o Grau dos Irmãos envolvidos na situação.
O Obreiro que fizer uso da Palavra entre Colunas, falará de pé e à ordem, e não poderá ser interrompido por apartes, ficando o mesmo responsável pelo seu procedimento e passível de processo maçônico, caso haja extrapolado em sua fala.
COBERTURA DO TEMPLO
O Obreiro que solicitar cobrir temporariamente o Templo deve, depois de autorizado, retirar-se pelo lado Sul do Ocidente, seguindo a ritualística de circulação.
Ao retornar ao Templo, o Obreiro entra normalmente sem necessidade de saudar as Luzes.
recebendo permissão para isso, deve sair seguindo a ritualística de circulação pelo lado Sul do Ocidente, posicionar-se entre Colunas, de pé e à ordem, depositar o óbolo na Bolsa, prestar o juramento, fazer a saudação e retirar-se.
ENTRADA DOS RETARDATÁRIOS
Não será permitido o ingresso de qualquer Irmão, durante a Cerimônia de Abertura dos Trabalhos.
O retardatário deverá dar a “Batida Maçônica” e aguardar. Como resposta, o Guarda do Templo dará uma batida com o punho da sua espada, e, no momento oportuno, tendo o cuidado para não interromper nenhum procedimento ritualístico, anuncia: “Irmão 1º Vigilante, maçonicamente batem à porta do Templo”. O 1º Vigilante comunica ao Venerável Mestre, que solicitará ao Cobridor ou (caso este esteja fora do Templo) o Mestre de Cerimônias para verificar quem é o retardatário. Caberá ao Venerável autorizar ou não o ingresso do retardatário. Em caso positivo, a entrada deverá ser obrigatoriamente com formalidade.
Caso o retardatário não seja Irmão do Quadro, deverão ser aplicados os critérios estabelecidos no item “Da Entrada dos Visitantes”.
Estando entre Colunas, o retardatário aguardará autorização do Venerável Mestre para apor seu nome no Livro de Presenças e ocupar o seu lugar.
Quando os cargos de Loja estiverem sendo ocupados por Companheiros e Aprendizes Maçons, a critério do Venerável Mestre, deverão ser exercidos, pela ordem hierárquica, por Mestres Maçons retardatários do Quadro da Loja.
Nenhum retardatário, mesmo sendo o titular do cargo, poderá solicitar o seu lugar, quando este estiver sendo preenchido por um Mestre Maçom.
Não é permitido ao Mestre de Cerimônias circular com o Livro de Presenças durante a Sessão para obter assinaturas dos retardatários, que deverão fazê-lo, obrigatoriamente, quando adentrarem o Templo, junto ao Chanceler.
Em hipótese alguma será permitido o ingresso de retardatário após a circulação da B∴ de PP∴ e IInf∴
SAÍDA DO TEMPLO
A saída do Templo será, obrigatoriamente, em ordem inversa à da entrada, conduzida pelo Mestre de Cerimônias, respeitando o mais completo silêncio. Somente na Sala dos Passos Perdidos serão retirados os paramentos e as insígnias.
Nas Sessões em que se fizerem presentes autoridades maçônicas, a saída obedecerá à seguinte ordem: Autoridades, Venerável, Vigilantes, Mestres Instalados e Dignidades, Oficiais, Mestres, Companheiros, Aprendizes e, por últimos, os Irmãos Mestre de Harmonia, Guarda do Templo e Cobridor.
Nenhum Irmão deverá retirar-se do Templo antes do encerramento dos trabalhos. Em casos excepcionais, solicitará ao Vigilante de sua Coluna, ou ao Venerável (caso se encontre no Oriente) e aguardará autorização do Venerável Mestre. O Irmão só poderá cobrir o Templo definitivamente após depositar o seu óbolo na Bolsa para o Tronco de Solidariedade e prestar o seu juramento de sigilo, entre Colunas.
FECHAMENTO DO TEMPLO
Somente após a saída de todos, os Irmãos Guarda do Templo, Mestre de Harmonia e Arquiteto retornarão ao Templo, para apagar as luzes, desligar os equipamentos eletrônicos e sistema de refrigeração, recolher os utensílios e demais materiais e, por último, fechar o Templo.
CIRCULAÇÃO
A circulação em Loja aberta deverá ser,
obrigatoriamente, em sentido dextrocêntrico, ou seja,
conservando-se o lado direito do corpo voltado para o centro do Templo.
No Oriente, a circulação será em torno do Altar dos Perfumes, passando-se por trás do Trono; no Ocidente, em
torno do Altar dos Juramentos.
A circulação deve ser feita em passos naturais, pausadamente, sem pressa e sem o Sinal de Ordem.
Circulando no Ocidente ou no Oriente, sempre que cruzar o Eixo do Templo, o Obreiro deverá fazer a saudação. Caso esteja portando o bastão ou qualquer outro instrumento que lhe impeça fazer o sinal de ordem, deverá parar e fazer a saudação com um leve meneio da cabeça.
A transmissão da P∴ S∴ se fará conforme a seguir: o 1º Diác∴ passa por trás do Trono, sobe os degraus pelo lado esquerdo do Altar, saúda o Ven∴ Mestre, que, após corresponder à saudação, transmite-lhe a P∴ S∴, começando pelo o∴ e∴ Recebida a P∴ S∴, o 1º Diác∴ vai levá-la ao 1º Vig∴, passando por trás do Altar, sobe os degraus pelo lado esquerdo, transmite-lhe a P∴ S∴, da mesma forma que a recebeu, e se dirige ao Norte do Altar dos Juramentos. O 1º Vig∴, com as mesmas formalidades, transmite a P∴ S∴ ao 2º Diác∴ que, por sua vez, vai levá-la ao 2º Vig∴, com as mesmas formalidades que a recebeu. Em seguida vai postar-se ao Sul do Altar dos JJur∴
A movimentação nos degraus deve ser feita
naturalmente, sem a necessidade de paradas e junção dos pés. Toda abordagem ao Venerável Mestre deve ser feita somente pelo seu lado esquerdo.
Durante a circulação da Bolsa de Propostas e Informações ou do Tronco de Solidariedade, será obedecida a seguinte hierarquia: Venerável Mestre e demais membros sob o dossel; 1º e 2º VVig∴; Orador, Secretário e demais irmãos
com assento no Oriente, começando pelo lado direito do Altar; Oficiais e Mestres; Companheiros e Aprendizes.
Obs.: os Companheiros e Aprendizes investidos de cargos equiparam-se, hierarquicamente, aos Oficiais.
BASTÃO
O Bastão é o instrumento de trabalho do Mestre de Cerimônias e dos Diáconos. Deve ser empunhado sempre com a mão direita, punho para frente, e antebraço na horizontal e o braço colado ao corpo, formando uma esquadria.
O Mestre de Cerimônias deve portar o Bastão sempre que estiver desempenhando suas funções ritualísticas ou cumprindo determinação do Venerável Mestre.
Os Diáconos devem portar o Bastão na abertura e fechamento dos trabalhos.
O Bastão não pode ser usado para a execução de sinais, nem passado para a mão esquerda.
MALHETE
O MALHETE, confeccionado em madeira, simboliza o poder de decisão e a força. É o instrumento de trabalho das Luzes da Loja, devendo ser empunhado sempre com a mão direita. É utilizado pelas Luzes para executar baterias; conceder, pedir e retirar a palavra; chamar a atenção dos Obreiros e outros procedimentos ritualísticos. Em hipótese alguma poderá ser usado para a execução de sinais ou saudação. O sinal de aprovação ou juramento deve ser feito com a mão direita, na forma convencional, repousando-se o Malhete sobre o Altar.
Malhete sobre o peito, direcionando-o para o ombro esquerdo.
CADEIA DE UNIÃO
A Cadeia de União é uma tradição maçônica que consiste em formar um círculo em torno do Altar dos Juramentos com os membros regulares e ativos da Loja. Simboliza a universalidade da Ordem e tem o dom de aproximar os corações, ao mesmo tempo em que desperta na consciência de cada um o sentimento da solidariedade.
Além da comunicação da Pal∴ Sem∴, a Cadeia de União pode ser usada, também, para formação de corrente de pensamento em prol de pessoas necessitadas, principalmente de Irmãos, através de preces dirigidas ao G∴A∴D∴U∴
FORMAÇÃO DA CADEIA DE UNIÃO
A formação da Cadeia de União será, sempre, ao final dos trabalhos, logo após os Obreiros prestarem o juramento.
Nas ocasiões em que for comunicada a Palavra Semestral, será vedada a participação dos Irmãos visitantes, que, neste caso, serão convidados a cobrir o Templo, pelo Mestre de Cerimônias.
São os seguintes os passos para a sua formação:
Em formação circular, o Venerável-Mestre posiciona-se no Ocidente, sobre o eixo imaginário do Templo, de costas para o Oriente e frente para o Altar dos Juramentos, ladeado pelo Orador, à sua direita, e pelo Secretário, à sua esquerda. À sua frente, no ponto diametralmente oposto, estará o Mestre de Cerimônias, ladeado pelo 1º Vigilante, ao Norte, e pelo 2º Vigilante, ao Sul.
1- Os membros da Loja dão-se mutuamente as mãos, cruzando os braços, o direito sobre o esquerdo, os
calcanhares unidos, tocando com as pontas dos pés as pontas dos pés dos que estiverem ao seu lado.
PALAVRA SEMESTRAL
A Palavra Semestral é estabelecida pela nossa Potência a qual somos jurisdicionados, que a comunica a todas as Grandes Lojas Brasil, sendo renovada semestralmente. Sua transmissão às Lojas é feita pela Grande Loja, por meio de Prancha, em escrita cifrada através do alfabeto maçônico.
Deve ser transmitida somente aos Irmãos do quadro da Loja, em Cadeia de União, e deve ser exigida dos Visitantes para apurar sua regularidade.
A Palavra Semestral, quando pedida para atestar Regularidade, deve ser pronunciada pelo Maçom, inserida em uma frase aleatória.
Os Irmãos faltosos devem solicitar ao Venerável Mestre a Palavra Semestral, antes de adentrar ao Templo, a qual será transmitida no Oriente, no ouvido do Obreiro.
COMUNICAÇÃO DA PALAVRA SEMESTRAL
1. Depois de formada a Cadeia de União, O Ven∴ Mestre comunica a Pal∴ Sem∴, em voz baixa, aos ouvidos do Orador e do Secretário, os quais, por sua vez e da mesma forma, transmitem-na ao Irmão que lhes fica imediatamente ao lado e, assim, sucessivamente até chegar ao Mestre de Cerimônias. Este, depois de recebê-la pelos dois lados, sai de seu lugar, unindo as mãos e os pés dos Vigilantes, e, circulando pelo lado externo à Cadeia, vai levá-la ao Venerável-Mestre, proferindo-a em cada um dos ouvidos deste, tal como a recebeu, tanto pela direita como pela esquerda, e retorna ao seu lugar.
2. Estando correta a Pal∴ Sem∴, o Ven∴ Mestre anuncia:
“A Pal∴ Sem∴ está correta. Conservemo-la em
segredo, como penhor da nossa regularidade”.
2- Em seguida, todos, elevando e abaixando os braços, sem flexionarem as pernas, exclamarão três vezes: “SAÚDE! SABEDORIA! SEGURANÇA!”
3- Desfeita a Cadeia de União, o Mestre de
Cerimônias incinera a Prancha em que fora comunicada a Pal∴ Sem∴ Os demais Irmãos retornam aos seus lugares, de forma silenciosa, permanecendo de pé, sem estarem à ordem, até que sejam convidados a se retirarem, pelo Mestre de Cerimônias.
Nota: Não coincidindo as palavras recebidas pelo Ven∴ Mestre, repete-se o ato, quantas vezes forem necessárias, até que a palavra esteja correta.
LIVRO DA LEI
O Livro da Lei é o Livro Sagrado de cada religião, onde os adeptos julgam existir as verdades pregadas por seus profetas. Assim, o juramento deve ser prestado sobre o Livro Sagrado da crença do iniciado, pois, pelos princípios básicos da Maçonaria, deve haver o máximo respeito à crença religiosa de cada um.
Apesar de ser um país laico, o Brasil possui uma população predominantemente cristã. Por esta razão as Grandes Lojas do Brasil adotam a Bíblia Sagrada como Livro da Lei, sendo obrigatória, na abertura dos trabalhos ritualísticos, em Loja de Aprendiz, a leitura do Salmo 133 (versão hebraica) ou 132 (versão latina), Cânticos 1, 2 e 3.
A leitura do Livro da Lei será feita após a transmissão da Palavra Sagrada pelo mais moderno dos Ex-VVen∴ ou, em sua falta, pelo Ir. Experto.
PAVILHÃO NACIONAL
A Bandeira Nacional, por ser o símbolo maior de nosso País, deve ingressar no Templo sempre após a entrada de todas as autoridades e sair em primeiro lugar.
Será introduzida no Templo solenemente nas Sessões Magnas, sendo conduzida pelo Irmão Porta-Bandeira, calçado com luvas brancas, acompanhado pelo Mestre de Cerimônias e da Guarda de Honra.
Parado, o Porta-Bandeira manterá a Bandeira Nacional na posição vertical, altiva, ereta e imponente, segurando seu mastro com a mão direita acima e a mão esquerda abaixo.
Em movimento, o Porta-Bandeira manterá o Pavilhão Nacional repousado em seu ombro direito, segurando seu mastro com a mão direita acima e a mão esquerda abaixo.
A Guarda de Honra será formada por dois Mestres armados de espada.
Ao entrar no Templo, o Porta-Bandeira se posiciona entre Colunas, acompanhado do Mestre de Cerimônias e da Guarda de Honra, para a execução do Hino Nacional Brasileiro, que será reproduzido por inteiro.
Durante a execução do Hino, o Pavilhão Nacional permanecerá perfilado. O Mestre de Cerimônias se posicionará atrás do Porta-Bandeira, formando um triângulo com os demais membros da Guarda de Honra, que terão suas espadas em posição de saudação (braço direito estendido para frente e
para baixo, a espada no prolongamento do braço, braço esquerdo caído ao longo do corpo).
Após a execução do Hino, o Porta-Bandeira volta a Bandeira ao ombro direito e dirige-se ao Oriente, acompanhado pela Guarda de Honra.
Ao chegarem à Grade do Oriente, o Mestre de Cerimônias e os Membros da Guarda de Honra param e aguardam autorização do Venerável, para retornarem aos seus lugares.
Chegando ao Oriente, o Porta-Bandeira coloca a Bandeira à direita do Trono, junto à Grade do Oriente e aguarda determinação do Ven∴. Mestre para retornar ao seu lugar.
A retirada do Pavilhão Nacional será sempre feita após as conclusões do Orador. Neste momento, o Venerável Mestre solicitará ao Mestre de Cerimônias que providencie a Guarda de Honra para saudação à Bandeira.
A Saudação será feita, obrigatoriamente, pelo Orador, obedecendo-se aos seguintes procedimentos:
1- O Porta-Bandeira segura o Pavilhão Nacional em posição perfilada, à direita do Trono, de frente para o Ocidente, não muito próximo da Grade, a fim de permitir que o Orador possa se posicionar diante da Bandeira, sem necessidade de descer ao Ocidente.
2- Os membros da Guarda de Honra, com suas espadas em posição de saudação, ficam lado a lado, ao norte do Ocidente, de frente para o Oriente, próximo à Grade do Oriente, formando um triângulo com o Mestre de Cerimônias, que estará à frente, voltado para o Oriente.
3- O Orador, sem sair do Oriente, posiciona-se diante da Bandeira, e faz a saudação, de pé e à ordem, exceto nos casos em que for necessária a leitura de um texto.
4- Após a saudação, o Orador retorna ao seu lugar;
permanecendo de pé e à ordem.
5- Os membros da Guarda de Honra voltam suas espadas à posição perfilada e aguardam, juntamente com o Mestre de Cerimônias, a passagem do Porta-Bandeira.
6- O Porta-Bandeira conduz o Pavilhão Nacional para fora do Templo, pelo lado Sul, acompanhado pelo Mestre de Cerimônias e pela Guarda de Honra, sob os acordes da primeira estrofe do Hino à Bandeira.
7- O Mestre de Cerimônias e a Guarda de Honra acompanham o Pavilhão Nacional até o Átrio e retorna ao Templo juntamente com o Porta-Bandeira.
Obs.: O Porta-Bandeira deverá imprimir à marcha um ritmo cadenciado, de tal forma que a sua chegada à porta de saída seja coincidente com o término da primeira estrofe do Hino à Bandeira.
PALAVRA A BEM DA ORDEM
A Palavra à Bem da Ordem em Geral e do Quadro em Particular só pode ser usada para comunicações de assuntos de interesse geral da Ordem Maçônica, em particular da Loja ou do Obreiro, sendo proibida qualquer referência a assuntos tratados na Ordem do Dia.
A Palavra poderá retornar, por deferência especial do Venerável Mestre, a pedido do Orador, para esclarecimentos ou saneamento de dúvidas.
Quando do retorno da Palavra, a mesma circulará novamente na mesma ordem.
É proibido ao Obreiro passar de uma para outra Coluna para fazer uso da Palavra.
O Obreiro pedirá a palavra por meio do Vigilante da sua coluna, com uma palmada, e aguardará, de pé e à ordem, a autorização do mesmo.
Autorizado o uso da Palavra, o Obreiro deverá, obrigatoriamente, fazer as saudações às Luzes, usar as expressões verbais e os tratamentos constantes dos Rituais, não ultrapassando o tempo de três minutos.
O Obreiro que, por deferência do Venerável Mestre, for autorizado a falar sem estar à ordem, só poderá ficar à vontade depois que fizer a saudação às Luzes e demais Irmãos.
No Oriente, a saudação deve ser dirigida somente a maior autoridade presente sob o Dossel, pois está implícito que quando saudado a maior autoridade todos que ali se encontram também o estão. Da mesma forma, nas Colunas do Norte e Sul com a saudação aos Vigilantes.
O Vigilante é sempre o último de sua Coluna a fazer o uso da Palavra, e deverá pedi-la com um golpe de Malhete e ela lhe será concedida da mesma forma, pelo venerável Mestre. No Oriente, o Venerável Mestre é o último a usar a Palavra, exceto quando estiver presente o Grão-Mestre, ou outra autoridade a qual tenha transferido a presidência dos trabalhos.
Falarão sentados o Venerável Mestre e demais Obreiros sob o Dossel; os Vigilantes; o Secretário, na leitura da Ata e da Prancha; o Orador, nas conclusões e esclarecimentos sobre a legislação pertinente aos assuntos passíveis de discussão e votação na Ordem do Dia
Nas Sessões Magnas, a Palavra será obrigatoriamente sobre o Ato realizado, com exceção dos comunicados relevantes, que deverão ser feitos exclusivamente pelo Venerável Mestre.
POSTURA EM LOJA
Sentado - O Obreiro deverá permanecer com o tronco
do seu corpo ereto encostado no respaldo da cadeira, a parte inferior das pernas alinhadas na vertical com a planta dos pés inteiramente posta no piso. As mãos deverão estar apoiadas sobre as coxas, o antebraço junto ao corpo. É proibido o cruzamento das pernas, braços e o abrigo dos pés sob a cadeira.
Em pé - O Obreiro deve manter o corpo ereto, altivo,
respeitando-se rigorosamente o Esquadro, o Nível e o Prumo. Desta forma, podem ser realizados, os Sinais e Saudações que jamais podem ser feitos por quem esteja sentado, andando ou portando instrumentos de trabalho (Malhetes, Bastões, Espadas, Livros, etc.).
Sinal de aprovação - Faz-se estendendo o braço direito
para frente, em linha reta, a palma da mão voltada para baixo, com os dedos unidos.
Sinal de agradecimento - Procede-se da mesma forma
que o Sinal de Aprovação.
Sinal de abstenção - O Obreiro deve ficar de pé e á
ordem. Este Sinal aplica-se para os Irmãos que não estiveram na Sessão do qual foi feita a leitura da Ata, uma vez que não podem votar sobre sua redação.
Sinal de satisfação - Faz-se quando o Venerável Mestre
pergunta se os Irmãos estão satisfeitos. Todos devem bater com a palma da mão direita sobre o Avental (na coxa).
Pedindo a palavra – Faz-se através de uma palma,
ficando o Obreiro imediatamente de pé e à ordem, posição em que aguardará a autorização para falar.
Portando a Bolsa - O Mestre de Cerimônias e o
Hospitaleiro encaminham-se para entre Colunas segurando a Bolsa com ambas as mãos, na altura da cintura, do lado esquerdo do corpo, introduzindo os dedos polegar e indicador para mantê-la aberta. Após autorização do Venerável, fazem a circulação conforme prescrito no Ritual.
USO DAS ESPADAS
Perfilado - A Espada, nesta posição, deve ser
empunhada pela mão direita, braço ligeiramente curvo, cotovelo para trás, punho da espada colado ao quadril, lâmina encostada ao ombro, braço esquerdo caído ao longo do corpo, mão aberta, dorso da mão voltado para frente.
Sentado - Nesta posição, a Espada deve ser empunhada
com a mão direita, estando o dedo polegar para cima, a lâmina ao lado direito da perna direita, por fora, com a ponta apoiada no solo. A mão esquerda espalmada deverá descansar sobre a coxa.
Abóbada de Aço – Trata-se de um cerimonial usado
para se tributar honras exclusivamente às Autoridades Maçônicas. É composta de nove Irmãos portando espadas, dispostos em duas alas, sendo cinco no lado Norte, posicionados na direção da Coluna B, e quatro no lado Sul, posicionados na direção da Coluna J. Os quatro primeiros pares ficarão frente a frente e a nona espada posicionada sozinha no lado Norte.
A Espada é empunhada pela mão direita, polegar para cima, braço estendido, dirigido para o alto, em frente, cruzando com o Irmão que está à sua frente; o braço esquerdo caído ao longo do corpo, mão esquerda aberta e o dorso da mão voltado para frente.
As espadas cruzadas não podem se tocar. A formação da Abóbada de Aço, por si só, já constitui a homenagem prestada, sendo, portanto, proibido o "tinir" das espadas.
Saudação ao Pavilhão Nacional – A saudação é feita
empunhando a espada com a mão direita, polegar para cima, braço estendido para frente e para baixo e a Espada seguindo o prolongamento do braço. O braço esquerdo deve ficar caído ao longo do corpo, mão aberta e o dorso da mão voltado para frente.
Guarda do Templo e Cobridor (sentados) – Terão
suas espadas sobre as coxas com o punho voltado para o lado direito.
Guarda do Templo e Cobridor (em pé) – Utilizarão o
mesmo procedimento da posição perfilado.
Na Recepção de Iniciando - Nesta posição, a Espada
deve ser empunhada pela mão esquerda, polegar para cima, braço estendido para frente, formando um ângulo de 90º com o corpo, com a Espada seguindo o prolongamento do braço. O braço direito deve ficar caído ao longo do corpo.
Espada Flamejante - Constitui-se num dos mais
importantes símbolos maçônicos. Representa a Espada de Fogo dos Querubins, sendo de uso exclusivo do Venerável Mestre. Não é uma arma, mas, sim, um Instrumento de Transmissão. Deve ser conduzida pelo Irmão Porta-Espada, dentro do escrínio, para ser apresentada ao Venerável Mestre, no momento da Consagração, que a empunhará com a mão esquerda.
Jamais deve ser tocada por um Irmão, nem mesmo pelo Porta-Espada. E deve ser conduzida obrigatoriamente por um Mestre Instalado.
Em Loja aberta, ficará sobre o escrínio, à frente do Venerável Mestre.
ORDEM DOS TRABALHOS
A ordem a ser observada, rigorosamente, nos trabalhos de uma Loja simbólica é a seguinte:
1. Abertura Ritualística 2. Leitura e Votação da Ata 3. Expediente
4. Entrada dos Visitantes
5. Bolsa de Propostas e Informações 6. Ordem do Dia
7. Tronco de Solidariedade 8. Saudação aos Visitantes 9. Palavra a Bem da Ordem 10. Conclusões do Orador
11. Saudação e Retirada do Pavilhão Nacional 12. Saída Formal das Autoridades
13. Encerramento Ritualístico 14. Cadeia de União
DA ENTRADA DO TEMPLO
Ninguém terá ingresso no Templo, qualquer que seja o pretexto, antes da hora fixada, salvo os Irmãos que tiverem de prepará-lo para as cerimônias.
À hora fixada, o Ir∴ M∴ CCer∴, depois de estarem todos os presentes devidamente revestidos de suas insígnias e trajados conforme o Ritual, formará uma dupla fila na seguinte ordem:
1. Aprendizes pelo lado Norte e Companheiros pelo lado Sul;
3. Os Oficiais, cada um pelo lado da sua respectiva Coluna;
4. Os Mestres Visitantes; 5. Dignidades;
6. Os Mestres Instalados;
7. Os Vigilantes, cada um pelo lado de sua Coluna; 8. O Venerável Mestre, ladeado pelos Vigilantes.
Organizada a fila dupla, o Mestre de Cerimônias, pondo-se à frente do préstito, dará entrada ao Guarda do Templo e ao Mestre de Harmonia. Em seguida, com o Bastão, dará uma única pancada na porta. O Guarda do Templo, sem responder à batida, abrirá a porta, permanecendo perfilado junto à Coluna J de frente para a Coluna B.
O Mestre de Cerimônias, junto à Coluna B, de frente
para a Coluna J, fará a chamada dos Obreiros, conforme a seguir: Aprendizes, Companheiros, Mestres sem Cargo, Oficiais, Mestres visitantes, Dignidades, Mestres Instalados, Vigilantes e Venerável Mestre.
Os Aprendizes e Companheiros, quando estiverem ocupando cargos, deverão ingressar no Templo em conjunto com os Oficiais, posicionando-se nos lugares em que exercerão os seus respectivos cargos.
Nota: estando presente o Grão-Mestre, ou outra autoridade, a quem caberá presidir os trabalhos, a entrada deverá ser realizada conforme os procedimentos estabelecidos pelo Ritual Especial.
adentrando ao Templo, tanto pelo lado Norte, quanto pelo lado Sul, dirigindo-se diretamente aos seus lugares, conservando-se em pé, sem estar à ordem, voltados para o eixo do Templo.
Os Oficiais e Mestres Instalados que tem assento no Oriente aguardarão a passagem do Venerável Mestre, para depois segui-lo, conservando-se em pé sem estar à ordem, voltados para o eixo do Templo.
Não poderão ingressar no Templo os Irmãos que não estiverem devidamente trajados e revestidos de suas insígnias.
Durante a marcha poderá ser reproduzida uma pauta musical com cântico apropriado.
Na passagem do Venerável Mestre, o Mestre de Cerimônias o acompanhará ao Trono.
Após a entrada do Venerável, o Guarda do Templo fecha a porta do Templo e toma o seu lugar.
ABERTURA DOS TRABALHOS
O Mestre de Cerimônias, depois de acompanhar o Venerável ao Trono, dirige-se para entre Colunas, verifica se todos os Obreiros estão em seus lugares devidamente paramentados e anuncia: “Os lugares estão preenchidos, Venerável Mestre”. O Venerável dá um golpe de malhete e todos se sentam. O Mestre de Cerimônias dirige-se ao seu lugar.
VEN∴ - (!) Em Loja, meus IIr∴
Loja?
l ° VIG∴- Verificar se o Templo está coberto. VEN∴ - Certificai-vos disso, meu Ir∴
l º VIG∴- Ir∴ G∴ do Templo, cumpri vosso dever.
O Ir∴ G∴ do Templo, de espada em punho, entreabre a porta, verifica se o Cobr∴ está a postos, fecha a porta, e dá, na mesma, com o punho da espada, a bateria, que será repetida pelo Cobr∴
G∴ TEMP∴- Ir∴ l º Vig∴, o Templo está coberto. 1 º VIG∴- O Templo está coberto, Ven∴ Mestre.
1º VIG∴ - Verificar se todos os presentes são Maçons. VEN∴ - Fazei esta verificação.
1º VIG∴- (!) De pé e à ordem, meus Irmãos de ambas as CCol∴
Todos os que se encontram no Ocidente ficam de pé e à ordem, voltados para o Oriente. Os IIr∴ que se acham no Oriente permanecem sentados. O Ir∴ 1º Vigilante desce do seu Altar e percorre as Colunas. Terminada a verificação, anuncia:
1º VIG∴- Ven∴ Mestre, todos os presentes, em ambas as CCol∴, pelo sinal que fazem, são Maçons,
VEN∴ - (!)
Todos que se encontram no Oriente levantam-se e ficam à ordem
VEN∴ - Também os do Oriente.
VEN∴- (!) Sentemo-nos, meus IIr∴ (Pausa.)
- Ir∴ Orad∴, que se torna preciso para abertura dos nossos trabalhos?
ORAD∴- Que estejam presentes no mínimo sete IIr∴, dos quais pelo menos três Mestres, e que todos estejam revestidos de suas insígnias.
VEN∴ - Ir∴ Sec∴, há número legal?
VEN∴ - Ir∴ M∴ CCer∴, a Loja está composta?
M∴ CCER∴- (De pé e à ordem) - Sim, Ven∴ Mestre, os cargos estão preenchidos e todos os presentes acham-se revestidos conforme o uso da Ordem . (Saúda e senta-se.)
VEN∴ - Qual é o vosso lugar, Ir∴ 2º Diác∴?
2° DIÁC∴- (De pé e à ordem) À direita do Altar do Ir∴ 1º Vig∴
VEN∴ - Para que, meu Ir∴?
2º DIÁC∴- Para ser o executor e transmissor de suas ordens e velar para que os IIr∴ se conservem nas CCol∴, com o devido respeito, disciplina e ordem.
VEN∴ - Onde tem assento o Ir∴ 1° Diác∴?
2º DIÁC∴- À direita e abaixo do sólio, Ven∴ Mestre.
(Saúda e senta-se.)
VEN∴ - Para que ocupais esse lugar, Ir∴1º Diác∴? 1º DIÁC∴- (De pé e à ordem) Para transmitir vossas ordens ao Ir∴ 1º Vig∴ e a todos os Dignitários e Oficiais, a fim de que os trabalhos se executem com ordem e perfeição.
VEN ∴- Onde tem assento o Ir∴ 2º Vig∴?
1º DIÁC∴- Ao Sul, Ven∴ Mestre. (Saúda e senta-se.) VEN∴ - Para que ocupais esse lugar, Ir∴ 2º Vig∴? 2º VIG∴- Para melhor observar o Sol em seu meridiano, chamar os Obreiros para o trabalho e mandá-los à recreação, a fim de que os trabalhos prossigam com ordem e exatidão.
VEN∴ - Onde tem assento o Ir∴ 1° Vig∴? 2º VIG∴- No Ocidente, Ven∴Mestre.
VEN∴ - Para que ocupais esse lugar, Ir∴ 1° Vig∴? 1º VIG∴- Assim como o Sol se oculta no Ocidente para terminar o dia, assim aqui tenho assento para fechar a Loja, pagar os Obreiros e despedi-los contentes e satisfeitos.
VEN∴- Para que o Ven∴ Mestre senta-se no Oriente? 1º VIG∴ - Assim como o Sol nasce no Oriente para fazer sua carreira e iniciar o dia, assim aí fica o Ven∴ Mestre para abrir a Loja, dirigir-lhe os trabalhos e esclarecê-la com as luzes de sua Sabedoria nos assuntos de nossa Sublime Instituição.
VEN∴ - Para que nos reunimos aqui, Ir∴ 1º Vig∴? 1º VIG∴ - Para combater a tirania, a ignorância, os preconceitos e os erros, e glorificar o Direito, a Justiça e a Verdade; para promover o bem estar da Pátria e da humanidade, levantando templos à virtude e cavando masmorras ao vício.
VEN∴ - O que é a Maçonaria, Ir∴ Chanceler?
CHANC∴ - (De pé e à ordem) Uma Instituição que tem por objetivo tornar feliz a Humanidade pelo amor, pelo
aperfeiçoamento dos costumes, pela tolerância, pela igualdade e pelo respeito à autoridade e à crença de cada um.
VEN∴ - Ela é regional?
CHANC∴ - Não, Ven∴ Mestre, ela é universal e suas Oficinas espalham-se por todos os recantos da terra, sem preconceito de fronteiras e de raças. (Saúda e senta-se.)
VEN∴ - Sois Maçom, Ir∴1º Vig∴? 1º VIG∴- M∴Ι∴C∴T∴M∴R∴
VEN∴- Durante que tempo devemos trabalhar como Aprendizes Maçons?
1º VIG∴- Do meio dia à meia noite. VEN∴- Que horas são, Ir∴ 2º Vig∴? 2º VIG∴- Meio dia em ponto, Ven∴Mestre. VEN∴ - (! -! -!)
1° VIG∴- (! -! -!) 2º VIG∴ - (! -! -!)