Determine o
Determine o
tr
traço
aço por saco
por saco de
de ci
cime
mento
nto
para se
para se obter um concr
obter um concreto de
eto de
f
f cccckk=
=2
20
0
M
MPa
Pa
(200 kgf/cm2
(200 kgf/cm
2))..
Considere que:
Considere que:
1.
1. o
o ci
cim
me
ento
nto se
será
rá
medido em peso
medido em peso
;;
2.
2. os
os ag
agrreg
egados
ados serão
serão
medidos em volume
medidos em volume
;;
3. haverá
3. haverá
correção da quantidade de água
correção da quantidade de água
em
em ffunção da um
unção da umiidade
dade da a
da arei
reia,
a,
si
sim
mpl
plesm
esmente e
ente esti
stim
mad
ada;
a;
4.
4. o
o adensa
adensam
mento
ento será
será
manual
manual
;;
5.
5. o ci
o cim
me
ento
nto uti
utilliizad
zado se
o será
rá o
o
CP 32
CP 32
com massa específica real D
com massa específica real Dcc =
= 31
3150
50
kg/m
kg/m3
3;;
6.
6. o a
o agre
grega
gado m
do miiúd
údo uti
o utilliizad
zado se
o será
rá a
a
areia quartoza média
areia quartoza média
, , com a
com as seg
s segui
uintes
ntes
características físicas:
características físicas:
. massa específica real D
. massa específica real Daa=
= 2650 k
2650 kg/
g/m
m3
3;;
. mass
. massa
a espe
especí
cíffiica a
ca aparen
parente d
te daa=
= 1500 k
1500 kg/
g/m
m3
3;;
. . umi
umidade h =
dade h = 5%;
5%;
.
. iincha
ncham
me
ento I
nto I =
= 25%.
25%.
7.
7. o a
o agrega
gregado
do graúd
graúdo u
o uti
tilliizado
zado se
será
rá um
uma
a m
miistura
stura de
de
brita 1 e 2
brita 1 e 2
, com as
, com as
seguintes características físicas:
seguintes características físicas:
- brita 1
- brita 1
. massa específica real D
. massa específica real Db
b1
1=
=2650 kg/
2650 kg/m
m3
3;;
. mass
. massa
a espe
especí
cíffiica a
ca aparen
parente d
te db
b1
1=
= 1450 k
1450 kg/
g/m
m3
3..
- brita 2
- brita 2
. massa específica real D
. massa específica real Db
b2
2=
=2650 kg/
2650 kg/m
m3
3;;
. mass
RESOLUÇÃO
1) Determinação da tensão de dosagem (f
cc28)
Sejam:f cck=resistência característica do concreto à compressão aos 28 dias de idade; f cc28=resistência média de dosagem do concreto aos 28 dias de idade.
Estatisticamente, tem-se (Figura 1):
FIGURA 1
Então:f cc28 = f cck+1,65.Sd, onde Sd (desvio padrão) depende do controle de qualidade da obra (NB1).
Observação:
Controle de qualidade excelente Sd=4,0 MPa; Controle de qualidade bom Sd=5,5 MPa; Controle de qualidade razoável Sd=7,0 MPa.
Resistência à compressão do concreto (MPa)
10 20 30 40 50 F r e q u ê n c i a d e o c o r r ê n c i a ( % ) 10 30 20 40 50 5 f cck3 f cck2 f cck1 Logo: f cc28=20+1,65x7 f cc28=31,55 MPa.
2) Determinação do fator água/cimento (x)
Define-se fator água/cimento como:x =Pag. Pc Sendo: x =fator água/cimento; Pag=peso de água; Pc=peso de cimento.
A resistência do concreto, fundamentalmente, depende de seu fator água/cimento. Quanto mais baixo o fator água/cimento maior a resistência do concreto.
ABRAMS pesquisou a relação entre
x
ef
cc28, a qual é representada na Figura 2 seguinte, para as categorias de cimento especificadas pela Norma Brasileira.Curvas de Abrams
10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8fator água / cimento (x =Pag/ Pcim)
CP 40 CP 32 CP 25
FIGURA 2
Para o nosso problema, teremos: 51 , 0 32 55 , 31 28 x CP cimento MPa f cc .
Logo, para um saco de cimento (50 kg), vem: x P P P P k ag c ag ag 0 51 50 25 5 , , g.
3) Determinação da quantidade de agregados
A trabalhabilidade do concreto é função das características dos agregados miúdo e graúdo.
3.1) Determinação da relação água/materiais secos (A%)
A P P P ag c m % Sendo:
A% =relação água/materiais secos; Pag=peso de água;
Pc=peso de cimento;
Pm=peso de agregados (areia +pedra).
A Tabela 1 (NB1), fornece valores de A%, que conduzem a trabalhabilidades adequadas, em função da natureza, da granulometria dos agregados e do tipo de adensamento.
TABELA 1
Agregado
Adensamento
Observações
Manual
Vibratório
Seixo
8% 7%*
Brita
9% 8%**
*
Valores da tabela para:- agregado graúdo =brita 1 +brita 2; - agregado miúdo =areia natural.
**
Se:- brita 1 somar 0,5%; - brita 2 diminuir 0,5%; - areia artificial somar 1%
Então, para A% =9%, vem:
A P P P P P k ag c m m m % 0 09, 25 5, 50 233 g
3.2) Determinação da quantidade de areia e brita
A Tabela 2 (NB1), fornece a relação entre a quantidade de agregado graúdo e miúdo, para obtenção de uma trabalhabilidade adequada, em função do tipo do agregado e das condições de adensamento.
TABELA 2
Agregado
% de areia
Observação
Graúdo
Fina
Média
Grossa
Seixo
30 35 40*
Brita
40 45 50**
*
Os valores constantes da tabela referem-se a adensamento vibratório.**
Para adensamento, manual somar 4%.Para o problema em questão temos: % de areia =45%+4% =49% Logo, o peso de areia (Pa) será: Pa=0,49x233 Pa=114 kg. E o peso de pedra (Pp) será: Pp=0,51x233 Pp=119 kg.
Como se está usando brita 1 e brita 2, vem: Pb1=59,5 kg e Pb2=59,5 kg.
Tem-se pois, já calculado, o
traço em peso por saco de cimento
, ou seja: - 1 saco de cimento (50kg);- 114 kg de areia seca; - 59,5 kg de brita 1; - 59,5 kg de brita 2; - 25,5 l de água.
4) Determinação do traço por kg de cimento
O traço por saco de cimento é:- 50 kg de cimento : 114 kg de areia : 119 kg de pedra.
5) Correção da quantidade de água
O traço determinado anteriormente vale para a areia seca. Como a areia tem 5% de umidade, carreia água para o concreto, alterando seu fator água cimento e, consequentemente, sua resistência.
Define-se umidade (h) como: h P P . P h s s Então: 0 05 114 114 120 , Ph P k h g.
Logo, o peso de água carreado com a areia (Paa) será de: Paa=Ph-Ps Paa=6 kg =6 l.
O traço corrigido, em função da umidade será: - 1 saco de cimento (50 kg);
- 120 kg de areia úmida; - 59,5 kg de brita 1; - 59,5 kg de brita 2; - 19,5 l de água.
6) Determinação do traço em volume
Na obra é mais prático medir os agregados (areia e pedra) em volume do que em peso. A conversão de peso para volume é feita em função da massa específica aparente dos agregados.
6.1) Determinação do volume de areia seca
Define-se massa específica da areia seca como:
d P .
V
a as
as
Em que:
da=massa específica aparente da areia seca; Pas=peso da areia seca;
Vas=volume de areia seca. Logo:
1500 114 0 076 3 76
6.2) Determinação do volume de areia úmida (Vah)
Devido à agua aderente aos grãos de areia, esta sofre o fenômeno do inchamento, apresentando variação no seu volume.
Define-se inchamento (I) como:
I V V V ah as as Logo, tem-se: 0 25 76 76 95 , Vah V l ah .
6.3) Determinação do volume de brita 1
L 41 V m 041 , 0 V V 5 , 59 1450 V P d b1 3 b1 1 b 1 b 1 b 1 b
6.4) Determinação do volume de brita 2
L 42 V m 042 , 0 V V 5 , 59 1420 V P d b2 3 b2 2 b 2 b 2 b 2 b
Tem-se, então, o traço em volume: - 1 saco de cimento (50 kg); - 95 l de areia úmida (5%); - 41 l de brita 1;
- 42 l de brita 2; - 19,5 l de água.
EXERCÍCI O II
Considerando o traço determinado no
Exercício I
, calcule o consumo dos
materiais (cimento, areia e pedra) por m³ de concreto pronto.
RESOLUÇÃO
1) Determinação do consumo de cimento
Prova-se que: C D a D p D x c a p 1000 1 Em que:C =consumo de cimento por m³ de concreto pronto;
Dc, Dae Dp=massa específica real do cimento, areia e pedra, respectivamente, em (kg/dm3);
a =kg de areia por kg de cimento; p =kg de pedra por kg de cimento; x =kg de água por kg de cimento. Logo: 3 / 386 51 , 0 65 , 2 38 , 2 65 , 2 28 , 2 15 , 3 1 1000 m kg C C
2) Determinação do consumo de areia úmida
Cimento Areia
50 kg 120 kg
386 kg Pa
Pa=926 kg.
3) Determinação do consumo de brita 1 e brita 2
Cimento brita 1
50 kg 59,5
386 kg Pb1
Pb1=459 kg. Idem para brita 2.
Logo:
EXERCÍCIO II I
Considerando o
traço por saco de cimento
determinado no
Exercício I
,
dimensione as padiolas para medição da areia e da brita.
RESOLUÇÃO
As padiolas possuem base fixa e altura variável. As dimensões da base são de 0,35m x 0,35m e a altura varia em função do volume de agregado a ser medido. Recomenda-se que a altura da padiola não exceda 0,35 m a fim de facilitar o manuseio do operário na obra, não as tornando extremamente pesadas.
FIGURA 3
Para o exemplo em questão as padiolas ficam assim dimensionadas:
a) Padiola de Areia
V = (l1x l2) x h m l m l m litros V 35 , 0 35 , 0 095 , 0 95 2 1 3Substituindo-se os valores na equação, tem-se:
m h m m m h h m m m 0,78 35 , 0 35 , 0 095 , 0 ) 35 , 0 35 , 0 ( 095 , 0 3 3
A altura excede o valor estipulado, que é de no máximo0,35 m, pode-se então dividir
b) Padiola de Brita 1
V = (l1x l2) x h m l m l m litros V 35 , 0 35 , 0 041 , 0 41 2 1 3Substituindo-se os valores na equação, tem-se:
m h m m m h h m m m 0,33 35 , 0 35 , 0 041 , 0 ) 35 , 0 35 , 0 ( 041 , 0 3 3
A altura encontrada atende a altura recomendada, podendo ser usada uma padiola de brita 1.
c) Padiola de Brita 2
V = (l1x l2) x h m l m l m litros V 35 , 0 35 , 0 042 , 0 42 2 1 3Substituindo-se os valores na equação, tem-se:
m h m m m h h m m m 0,34 35 , 0 35 , 0 042 , 0 ) 35 , 0 35 , 0 ( 042 , 0 3 3
A altura encontrada atende a altura recomendada, por este motivo a altura final pode ser de0,34 m,usando-se somente uma padiola de brita 2.
d) Medição do traço
- 1 saco de cimento;- 3 padiolas de 0,35m x 0,35m x 0,26m de areia; - 1 padiola de 0,35m x 0,35m x 0,33m de brita 1; - 1 padiola de 0,35m x 0,35m x 0,34m de brita 2.