CENTRO DE
- VIVÊNCIA -
PARA IDOSOS
Do que se trata?
Centro de Vivência para idosos é um centro diurno, não permanente, cujo a dinâmica funcional se estrutura em torno das a vidades reflexivas, cria vas, expressivas, produ vas e preven vas.
Este espaço possui hospedagem es lo creche, onde o idoso recebe todos os cuidados e assistência necessária com a supervisão de profissionais durante todo o dia e retornando ao convívio de seus familiares no final do dia.
Qual é o objetivo do Centro?
O Centro de Vivência para idosos tem como obje vo promover saúde mental e sica. Preservando e es mulando as capacidades remanescentes e auxiliando na reabilitação sica e psicológica. Sendo assim, o Centro contara com espaços para fisioterapia, hidroterapia, academia, atendimento médico diversos, acompanhamento psicológico, a vidades sociais, culturais e recreações diversas. Desta madeira auxiliando os usuários no desenvolvimento sico e na reintegração social, evitando o isolamento e incapacidade e conseqüentemente o ingresso do idoso em ins tuições asilares.
Quem utilizara o espaço?
O espaço terá capacidade de abrigar de 60 a 70 idosos com idade a par r de 65 anos, independentes ou semi-dependentes, que vivem em sua casa ou na casa de familiares e que por diferentes mo vos não podem ou não querem permanecer todo o dia em seus domicílios.
Diretrizes:
· Trazer uma nova modalidade de serviço ao idoso para a cidade de Tubarão
· Valorizar a população idosa oferecendo um espaço adequado as usas necessidades
· Projetar um edi cio que siga as normas NBR 9050 · Promover a integração social
· Desenvolver a vidades sócio terapêu cas · Auxiliar no desenvolvimento sico e mental · Proporcionar o contato com a natureza
Acesso:
O município de Tubarão possui acessos em várias direções. Sendo o principal através da rodovia federal BR 101 que adentra a cidade pelos trevos Norte, Principal e Sul. E pelas rodovias estaduais SC- 370 que ligando Tubarão ao Planalto Serrano e a SC-390 que liga Tubarão a Pedras Grandes e Orleans. Ainda havendo acessos alterna vos via Rua Silvio Burego, através do Bairro Monte Castelo – ao sul.
As vias de acesso ao terreno se faz principalmente pela Av. Marcolino Mar ns Cabral sendo a principal avenida da cidade, seguindo para a rua São Luiz. Sendo possível também u lizar vias como a rua conselheiro Mafra. Manoel Antunes corra, Pedro Zapelini e a ac Visconde de Barbacena dando acesso a área da proposta.
EDIFÍCIO HILEA
Imagem 02: Edificio Hiléa ( Fonte: Site Aflalogasperini)
A escolha do referencial baseia-se no programa de necessidades amplo que abrange domicilio, saúde e lazer, havendo assim uma integração extensa entre o interior e o exterior. Outro fator importante é o princípio pelo qual foi definido o projeto, manter o idoso inserido em uma área urbana assim evitando o sen mento de isoladamente. Além de facilitar a relação dos internos com a família, evitando grandes deslocamentos.
Elderly Care Campus Mayerhof
A escolha deste referencial foi feita tendo em conta que possui caracterís cas domiciliares deixando para traz o desenho hospitalar. A proposta do projeto é garan r acessibilidade total ao usuário e facilitar o acesso a todos os ambientes . Neste projeto a funcionalidade e caráter domés co se fundem em um ambiente novo, onde a interação social, a segurança e a integração das pessoas com necessidades diferentes estão no centro das atenções.
Imagem 03: Elderly Care Campus Mayerhof (Fonte: Site Archdaily)
Centro Geriátrico Santa Rita
Legenda Legenda 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. Acesso Principal
Recepção / Café/ S. Jogos
Consultórios Médicos/ Ambulatório Suítes/ S. Estar/ Plantão
Administração/ S. Estar
Atelier/ Academia/ Piscina Coberta Refeitório/ S. Estar Serviços Praça Seca Palco ao ar livre Horta Jardim Sensorial Espelho d'água Salão Mul uso Estacionamento Estacionamento
Carga e Descarga/ Acesso funcionários Entrada p/ ambulância
Bosque
Projetos Referenciais:
Partido Projetual:
Imagem 04: Hospital Geriátrico Santa Rita (Fonte: Site Archdaily)
Legenda
R. São João
Av. Marechal Deodoro R. Pedro Nicolade
Av. Marcolino Mar ns Cabral Av. Patricio Lima
R. Januario Alves Garcia R. Padre Geraldo Spetman Av. Presidente Tancredo Neves R. Chile
R. São Luiz Terreno Farol Shopping
Hospital Nossa Senhora Da Conceição Arena Mul uso de Tubarão
Clinica Provida Prefeitura de Tubarão Acesso Sul Acesso Principal Acesso Norte SC 440 SC 438
Imagem 01: Mapa Tubarão (Fonte: Google Earth)
Imagem 06: Perspec va do volume inicial (Fonte: desenvolvido pelo acadêmico) Imagem 07: Perspec va do volume inicial (Fonte: desenvolvido pelo acadêmico)
Imagem 09: Planta Pav. Sup. S/ Esc. (Fonte: desenvolvido pelo acadêmico)
Programa de necessidades:
TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO II
CENTRO DE VIVÊNCIA PARA IDOSOS
ARQUITETURA E URBANISMO
ALUNA: CRISTINE FERNANDES LEMOS
PROF. ORIENTADOR: ARQ. MARIA MATILDE VILLEGA
01/06
Imagem 08: Planta Baixa Térreo S/ Esc. (Fonte: desenvolvido pelo acadêmico)
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Imagem 06: Implantação (Fonte: desenvolvido pelo acadêmico)
Conceito :
A palavra lar vem de “lares” nome relacionado aos deuses romanos protetores das casas, que significa “local onde se acende o fogo”, sendo considerado sagrado, o fogo era permanente nas habitações romanas. Assim a palavra lar surge da corruptela da palavra lareira.
A lareira primi va que em períodos remotos era o elemento central da casa, onde seus habitantes se reúnem em entorno do fogo. Para Carnielo Miguel (2002) de um modo figura vo, as chamas servem como um manto que aquece e une a todos num mesmo instante. Havendo assim um estreitamento de laços, sensação de segurança, conforto e calma. Deste modo, o lar torna se onde o coração e a mente habitam, tal como hoje ainda acontece.
Visando a integração e a apropriação dos indivíduos com o espaço. Será u lizando elementos que “aqueçam” o ambiente, proporcionando uma sensação de familiaridade, criando uma atmosfera aconchegante, calorosa e agradável. Afastando o aspecto hospitalar caracterís co das ins tuições deste gênero. Havendo assim, a humanização da edificação e proporcionando o contato dos usuários com o ambiente exterior, sendo projetado ambientes e elementos constru vos que o mizem esta integração.
Lar
Visando a integração e a apropriação dos indivíduos com o espaço. Será u lizando elementos que “aqueçam” o ambiente, proporcionando uma sensação de fa m i l i a r i d a d e , c r i a n d o u m a atmosfera aconchegante, calorosa e agradável. Afastando o aspecto hospitalar caracterís co das ins tuições deste gênero. Havendo assim, a humanização da edificação e proporcionando o contato dos usuários com o ambiente exterior, sendo projetado ambientes e e l e m e nto s co n st r u vo s q u e o mizem esta integração.
Sua escolha se dá ao fato de que o projeto foi desenvolvido para não possuir caracterís cas hospitalares, criando assim uma atmosfera tranqüila, sendo que todos os quartos possuem acesso direto ao grande jardim interno, através do mesmo se pode ter acessos diretos as áreas comuns. O projeto foi elaborado buscando dar aos usuários autonomia sica, segurança psíquica e respeito a privacidade individual.
TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO II
CENTRO DE VIVÊNCIA PARA IDOSOS
ARQUITETURA E URBANISMO
ALUNA: CRISTINE FERNANDES LEMOS
PROF. ORIENTADOR: ARQ. MARIA MATILDE VILLEGA
02/06
05 10 15 20
Implantação e Cobertura
Esc: 1/250 00
Detalhe 01: Corte do Telhado Esc: S. Escala
Detalhe 02: Laje Jardim Esc: 1/20
Imagem 10: Perspec va (Fonte: desenvolvido pelo acadêmico)
A implantação foi desenvolvida seguindo a ideia de que a área interna do lote fosse reservada das demais áreas, sendo assim, o formato em 'V' da edificação possibilita que o mesmo abrace o interior do lote tornando esta área, acessível apenas a usuários e visitantes, trazendo a este local tranquilidade e privacidade.
TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO II
CENTRO DE VIVÊNCIA PARA IDOSOS
ARQUITETURA E URBANISMO
ALUNA: CRISTINE FERNANDES LEMOS
PROF. ORIENTADOR: ARQ. MARIA MATILDE VILLEGA
03/06
Planta Baixa - Pav. Térreo Esc: 1/150
Detalhe 04: Floreira Interna Esc: 1/20
Detalhe 03: Área de Transferência do Elevador Hidráulico Esc: 1/50
Imagem 11: Perspec va da edificação(Fonte: desenvolvido pelo acadêmico)
Imagem 12: Perspec va da edificação(Fonte: desenvolvido pelo acadêmico)
Fachada Frontal Esc: 1/150 Entrada Serviços Entrada Principal Entrada Serviços Saída Urgência/Emergência
O Centro de Vivência para idosos contara com diversas blocos, sendo que estes mesmos serão O centro de vivencia para idosos contara com diversas blocos, sendo que estes mesmos serão conectados entre si, esta ligação, permi rá aos usuários facilidade de uso e de mobilidade. Com esta conexão entre os blocos conseguintemente haverá a união dos diferentes serviços, ocasionando assim eficiência e na prestação de serviços.
O acesso ao interior do complexo é feito através do bloco principal junto a recepção, sendo o mesmo responsável por distribuir e conduzir os usuário e visitantes aos diversos blocos do Centro de Vivência.
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CENTRO DE VIVÊNCIA PARA IDOSOS
ARQUITETURA E URBANISMO
ALUNA: CRISTINE FERNANDES LEMOS
PROF. ORIENTADOR: ARQ. MARIA MATILDE VILLEGA
04/06
Corte GG Esc: 1/175
Corte HH Esc: 1/200
Imagem 13: Entrada principal (Fonte: desenvolvido pelo acadêmico) Imagem 14: Entrada para subsolo (Fonte: desenvolvido pelo acadêmico)
Detalhe 08: Floreira Externa Esc: 1/50
Detalhe 06: Detalhe Brises Externos Esc: 1/20
Detalhe 07: Fixação dos Brises Externos Esc: 1/50
Detalhe 05: Brise Externo Esc: 1/50
Ver detalhe 06
Ver detalhe 07
Planta Baixa - Pav. Superior Esc: 1/175
Fachada Posterior Esc: 1/175
Pergolado de Madeira (Canela)
O Centro de Vivencia contara com um Setor de Acolhimento, sendo este um espaço reservado, des nado a hospedagem de usuários por um curto período de tempo, este bloco contara com dez suítes com salas de estar reservadas dos demais blocos. E para melhor segurança e cuidado contara também com plantão 24hs.
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ARQUITETURA E URBANISMO
ALUNA: CRISTINE FERNANDES LEMOS
PROF. ORIENTADOR: ARQ. MARIA MATILDE VILLEGA
05/06
Planta Baixa - Subsolo Esc: 1/175
Fachada L. Esquerda Esc: 1/175
Detalhe 11: Escada do Hall de Entrada Esc: 1/50
Detalhe 12: Corte AA Esc: 1/50
Detalhe 13: Degraus
Esc: 1/20 Detalhe 14: Janela Garagem
Esc: 1/50
Ver detalhe 13
Imagem 15: Bloco laser(Fonte: desenvolvido pelo acadêmico)
Imagem 16: Vista Interna(Fonte: desenvolvido pelo acadêmico)
Corte BB Esc: 1/175 Fachada L. Direita Esc: 1/175 Corte AA Esc: 1/175
Brise Madeira (Canela)
TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO II
CENTRO DE VIVÊNCIA PARA IDOSOS
ARQUITETURA E URBANISMO
ALUNA: CRISTINE FERNANDES LEMOS
PROF. ORIENTADOR: ARQ. MARIA MATILDE VILLEGA
06/06
Corte II Esc: 1/175 Corte JJ Esc: 1/175 Corte CC Esc: 1/175 Corte EE Esc: 1/175 Corte FF Esc: 1/200
Detalhe 4: Brise do Bloco de Laser Esc: 1/50
Detalhe 4: Brise do Bloco de Laser Esc: 1/50
Imagem 20: Vista Frontal (Fonte: desenvolvido pelo acadêmico) Imagem 21: Vista Posterior (Fonte: desenvolvido pelo acadêmico)
Imagem 18: Vista Pá o Interno 2 (Fonte: desenvolvido pelo acadêmico)
Imagem 19: Vista Pá o Interno 3 (Fonte: desenvolvido pelo acadêmico) Imagem 17: Vista Pá o Interno 1 (Fonte: desenvolvido pelo acadêmico)
Fachada Interna L. Esquerda Esc: 1/175
Multiuso - Fachada L. Esquerda
Esc: 1/175 Multiuso - Fachada PosteriorEsc: 1/175
Multiuso - Fachada L. Direita Esc: 1/175
Multiuso - Fachada Frontal Esc: 1/175
Corte DD Esc: 1/175
O salão mul uso foi projetado separado do complexo para evitar a entrada de pessoas estranhas no interior da ins tuição, com isso, esse espaço poderá receber diversos pos de eventos, sem afetar a ro na e nem rando a privacidade dos demais usuários.