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DELIBERAÇÕES APROVADAS EM MINUTA E PARA EFEITOS IMEDIATOS

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Academic year: 2021

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DELIBERAÇÕES APROVADAS EM MINUTA E PARA EFEITOS IMEDIATOS (Nos termos do nº3 do artº 92º do Decreto-Lei nº 169/99, de 18/09) --- Reunião de 8 de Julho de 2008 --- --- CANDIDATURA AO PROGRAMA CASA MELHOR – 6ª EDI-ÇÃO (deliberação nº211/2008):- Presente uma carta

de Paulo Alexandre Santos Beirão, residente na Rua do Ribeiro, nº42, freguesia de Fermelã, deste concelho, solicitando, na qualidade de candidato ao Programa acima mencionado, uma reapreciação do seu processo, face ao aumento do número de pes-soas no seu agregado familiar, com o nascimento de mais um filho. Presente também a informação nº218/2008, de 27 de Junho corrente, da Técnica Superior de Serviço Social, Virgínia Costa, sobre este assunto. Considerando o teor da informação atrás referida, a Câmara Municipal deliberou por unanimidade admitir a candidatura apresentada e aprovar a comparticipação referida naquela infor-mação. ---

--- PEDIDOS DE PARECER AO ABRIGO DO ARTº 54º DA LEI Nº91/95, DE 2 DE SETEMBRO, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS LEIS NºS 165/99, DE 14 DE SETEMBRO E 64/03, DE 23 DE AGOSTO: ---

--- 1) Requerimento nº1694/08 (deliberação nº213/ /2008):- Presente um requerimento de José Manuel

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Grouno Valente e Outros, residente na Rua das Espartidouras, nº55, freguesia de Válega, conce-lho de Ovar, solicitando, na qualidade de comproprietários e ao abrigo da legislação acima referida, emissão de parecer para efeitos de constituição de compropriedade, de um prédio inscrito na matriz predial rústica da freguesia de Avanca sob o artigo número 8083 e descrito na Conservatória do Registo Predial de Estarreja sob o nº01379/180693-Avanca, que pretendem adquirir por herança (por escritura pública de habilitação e partilha), bem como o parecer do Chefe da Divisão de Planeamento e Urbanismo, sobre este assunto e que a seguir se transcreve: “…Atento o disposto no parecer jurídico nºDSAJAL 175/07 da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regio-nal (CCDRC), de 2007-08-07, a necessidade de parecer favorável da Câmara para “(…) A cele-bração de quaisquer actos ou negócios jurídicos

entre vivos de que possa vir a resultar a

constituição de compropriedade ou a ampliação do

número de compartes de prédios rústicos (…)”, a

que se refere o nº1 do Artº 54º da Lei nº91/95, de 02-09, na redacção da Lei nº64/2003, de 23-08, não encontrará aplicabilidade no presente caso,

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pois é do entendimento da ilustre jurista da CCDRC “(…) que a partilha extrajudicial da herança é um negócio mortis causa por ter na sua origem a morte do de cujus (…)” e que só são objecto de parecer da Câmara Municipal, os actos ou negócios jurídicos inter vivos. Segundo o mesmo parecer, a Direcção Geral dos Registos e do Notariado (DGRN) não comunga, contudo, deste entendimento jurídico, pois considera “(…) que a partilha extrajudicial é um negócio jurídico entre vivos por entender que “o negócio jurídico que a tem por fim exclusivo (a partilha) é um negócio jurídico entre vivos”. (…)” Neste contexto, isto é, estando a partilha extraju-dicial da herança incluída no âmbito de aplicação do nº2 do Artº 54º do supra citado diploma legal, o necessário parecer da Câmara Municipal só pode ser desfavorável, com fundamento em que, o acto ou negócio visa ou dele resulta parcelamento físico em violação do regime legal de loteamentos urbanos, nomeadamente pela exiguidade da quota ideal a transmitir para qualquer rendibilidade económica não urbana. Ora, fazendo-se fé na localização indicada pelos requerentes nas plantas que acompanham a solicitação, o prédio em

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questão localiza-se, de acordo com a Planta de Ordenamento do Plano Director Municipal (PDM), na Classe de Espaço Florestal – Existente (fora do perímetro urbano), onde não poderão ocorrer operações de loteamento urbano, sob pena de violar a regra de localização prevista no Artº 41º Regime Jurídico de Urbanização e Edificação (RJUE). Nestes termos, face ao reduzido nº de compartes e considerando ainda, o disposto no parecer jurídico nº195.12/2004 da Divisão Administrativa e Jurídica, julga-se que não haverá inconveniente à constituição de regime de compropriedade, para fins de escritura pública de habilitação e partilha, desde que, este acto ou negócio não vise, nem dele resulte o parcelamento físico do prédio em questão, nas condições previstas no nº2 do Artº 54º do mesmo diploma legal acima mencionado. Face aos diferentes entendimentos jurídicos atrás expostos, respecti-vamente sufragados, pela CCDRC e DGRN, submete-se à consideração da Exma. Câmara Municipal a eventual emissão de parecer favorável.” Atendendo ao parecer atrás reproduzido, a Câmara Municipal deliberou por unanimidade emitir parecer favo-rável. ---

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--- 2) Requerimento nº1695/08 (deliberação nº214/ /2008):- Presente outro requerimento de José

Manuel Grouno Valente e Outros, residente na Rua das Espartidouras, nº55, freguesia de Válega, concelho de Ovar, solicitando, na qualidade de comproprietários e ao abrigo da legislação acima referida, emissão de parecer para efeitos de constituição de compropriedade, de um prédio inscrito na matriz predial rústica da freguesia de Avanca sob o artigo número 8084 e descrito na Conservatória do Registo Predial de Estarreja sob o nº01455/281093-Avanca, que pretendem adquirir por herança (por escritura pública de habilitação e partilha), bem como o parecer do Chefe da Divisão de Planeamento e Urbanismo, sobre este assunto e que a seguir se transcreve: “…Atento o disposto no parecer jurídico nºDSAJAL 175/07 da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regio-nal (CCDRC), de 2007-08-07, a necessidade de parecer favorável da Câmara para “(…) A celebra-ção de quaisquer actos ou negócios jurídicos entre vivos de que possa vir a resultar a consti-tuição de compropriedade ou a ampliação do número de compartes de prédios rústicos (…)”, a que se refere o nº1 do Artº 54º da Lei nº91/95, de 02-

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/09, na redacção da Lei nº64/2003, de 23-08, não encontrará aplicabilidade no presente caso, pois é do entendimento da ilustre jurista da CCDRC “(…) que a partilha extrajudicial da herança é um negócio mortis causa por ter na sua origem a morte do de cujus (…)” e que só são objecto de parecer da Câmara Municipal, os actos ou negócios jurídicos inter vivos. Segundo o mesmo parecer, a Direcção Geral dos Registos e do Notariado (DGRN) não comunga, contudo, deste entendimento jurí-dico, pois considera “(…) que a partilha extraju-dicial é um negócio jurídico entre vivos por entender que “o negócio jurídico que a tem por fim exclusivo (a partilha) é um negócio jurídico entre vivos”. (…)” Neste contexto, isto é, estando a partilha extrajudicial da herança incluída no âmbito de aplicação do nº2 do Artº 54º do supra citado diploma legal, o necessário parecer da Câmara Municipal só pode ser desfavorável, com fundamento em que, o acto ou negócio visa ou dele resulta parcelamento físico em violação do regime legal de loteamentos urbanos, nomeadamente pela exiguidade da quota ideal a transmitir para qualquer rendibilidade económica não urbana. Ora, fazendo-se fé na

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loca-lização indicada pelos requerentes nas plantas que acompanham a solicitação, o prédio em questão localiza-se, de acordo com a Planta de Ordena-mento do Plano Director Municipal (PDM), na Clas-se de Espaço Florestal – Existente (fora do perí-metro urbano), onde não poderão ocorrer operações de loteamento urbano, sob pena de violar a regra de localização prevista no Artº 41º Regime Jurídico de Urbanização e Edificação (RJUE). Nestes termos, face ao reduzido nº de compartes e considerando ainda, o disposto no parecer jurí-dico nº195.12/2004 da Divisão Administrativa e Jurídica, julga-se que não haverá inconveniente à constituição de regime de compropriedade, para fins de escritura pública de habilitação e partilha, desde que, este acto ou negócio não vise, nem dele resulte o parcelamento físico do prédio em questão, nas condições previstas no nº2 do Artº 54º do mesmo diploma legal acima mencionado. Face aos diferentes entendimentos jurídicos atrás expostos, respectivamente sufra-gados, pela CCDRC e DGRN, submete-se à conside-ração da Exma. Câmara Municipal a eventual emissão de parecer favorável.” Atendendo ao pare-cer atrás reproduzido, a Câmara Municipal delibe-

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