REGULAMENTO INTERNO 2013/2017 1/101
Índice
INTRODUÇÃO ... 6
PARTE I - DEFINIÇÃO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO ... 7
Artigo 1.º - Definição ... 7
Artigo 2.º - Âmbito de aplicação ... 7
Artigo 3.º - Escola Sede ... 7
Artigo 4.º - Oferta formativa ... 8
PARTE II – REGIME de ADMINISTRAÇÃO e GESTÃO do AGRUPAMENTO ... 8
Artigo 5.º - Administração e Gestão ... 8
SECÇÃO I - CONSELHO GERAL ... 8
Artigo 6.º - Definição ... 8
Artigo 7.º - Composição ... 8
Artigo 8.º - Competências ... 9
Artigo 9.º - Designação de Representantes ... 10
Artigo 10.º - Processo eleitoral ... 11
Artigo 11.º - Constituição das mesas da assembleia eleitoral ... 12
Artigo 12.º - Eleição do presidente do conselho geral... 12
Artigo 13.º - Funcionamento do Conselho geral ... 13
Artigo 14.º - Mandato ... 13
SECÇÃO II – DIRETOR ... 13
Artigo 15.º - Diretor ... 13
Artigo 16.º - Subdiretor e adjuntos do diretor ... 13
Artigo 17.º - Competências ... 14
Artigo 18.º - Recrutamento ... 15
Artigo 19.º - Abertura do procedimento concursal ... 16
Artigo 20.º - Eleição ... 17
Artigo 21.º - Posse ... 17
Artigo 22.º - Mandato ... 17
Artigo 23.º - Redução da componente letiva para exercício de cargos ... 18
Artigo 24.º - Assessorias da Direção ... 19
SECÇÃO III - CONSELHO PEDAGÓGICO ... 19
Artigo 25.º - Conselho Pedagógico ... 19
Artigo 26.º - Composição ... 19
Artigo 27.º - Recrutamento ... 19
Artigo 28.º - Mandato ... 19
Artigo 29.º - Competências ... 20
Artigo 30.º - Funcionamento ... 21
Artigo 31.º - Secção de avaliação do desempenho docente... 22
SECÇÃO IV - CONSELHO ADMINISTRATIVO ... 22
Artigo 32.º - Conselho Administrativo ... 22
Artigo 33.º - Composição ... 22
Artigo 34.º - Competências ... 23
Artigo 35.º - Funcionamento ... 23
PARTE III - COORDENAÇÃO DE ESTABELECIMENTO ... 23
Artigo 36.º - Coordenador ... 23
Artigo 37.º - Competências ... 23
PARTE IV - ORGANIZAÇÃO PEDAGÓGICA e ESTRUTURAS DE COORDENAÇÃO E DE SUPERVISÃO ... 24
Artigo 39.º - Articulação e gestão curricular ... 24
Artigo 40.º - Departamentos curriculares ... 25
Artigo 41.º - Competências dos departamentos ... 26
Artigo 42.º - Competências dos coordenadores de departamento ... 27
Artigo 43.º - Funcionamento dos departamentos curriculares ... 28
CONSELHOS DE DISCIPLINA /ÁREAS DISCIPLINARES/ANO ... 28
Artigo 44.º - Conselhos de disciplina /áreas disciplinares/ano ... 28
Artigo 45.º - Composição ... 28
Artigo 46.º - Coordenação ... 29
Artigo 47.º - Competências ... 29
Artigo 48.º - Competências dos coordenadores ... 30
Artigo 49.º - Funcionamento do Conselhos de disciplina /área disciplinar/ano ... 30
ORGANIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DA TURMA E GRUPO DE ALUNOS ... 30
Artigo 50.º - Organização das atividades de turma ... 30
Artigo 51.º - Competências dos conselhos de turma e dos professores titulares de
turma ... 31
Artigo 52.º - Competências dos educadores de infância ... 32
Artigo 53.º - Competências do diretor de turma ... 32
Artigo 54.º - Funcionamento de conselho de turma ... 33
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA DE CADA ANO, CICLO OU CURSO ... 34
Artigo 55º - Conselhos de ano e de diretores de turma/cursos profissionais ... 34
Artigo 56º - Competências dos conselhos de diretores de turma e conselhos de ano 34
Artigo 57º - Funcionamento dos conselhos ano e de diretores de turma ... 34
Artigo 58º - Competências dos coordenadores dos conselhos de ano e de diretores de
turma ... 35
CURSOS PROFISSIONALMENTE QUALIFICANTES ... 35
Artigo 59.º - Coordenação dos cursos profissionalmente qualificantes ... 35
Artigo 60.º - O coordenador dos cursos profissionais ... 35
Artigo 61.º - Conselho de coordenação dos cursos profissionais ... 36
Artigo 62.º - Competências ... 36
Artigo 63.º - Diretor de curso ... 36
Artigo 64.º - Competências ... 36
Artigo 65.º - Composição das equipas pedagógicas ... 37
Artigo 66.º - Competências ... 38
Artigo 67.º - Funcionamento das equipas pedagógicas ... 38
Artigo 68.º - Competências dos conselhos de turma ... 38
Artigo 69.º - Competências do diretor de turma ... 39
Artigo 70.º - Competências do professor/formador ... 39
Artigo 71.º - Assiduidade do Professor/ Formador ... 40
Artigo 72.º - Mecanismos de permuta, substituição e reposição ... 40
Outras ESTRUTURAS DE COORDENAÇÃO ... 41
Artigo 73.º - Coordenação do Plano Tecnológico de Educação (PTE) ... 41
Artigo 74.º - Competências ... 41
Artigo 75.º - Segurança ... 41
Artigo 76.º - Competências do coordenador de segurança ... 42
Artigo 77.º - Diretor de Instalações ... 42
Artigo 78.º - Competências ... 42
Artigo 79.º - Mandato ... 43
REGULAMENTO INTERNO 2013/2017 3/101
Artigo 80º - Objetivos e competências ... 43
Artigo 81º - Serviços de ação social escolar ... 43
PARTE VI – SERVIÇOS TÉCNICO-PEDAGÓGICOS ... 43
Artigo 82º - Objetivos e constituição ... 43
Artigo 83º - Âmbito e objetivos ... 44
Artigo 84º - Composição ... 44
Artigo 85º - Competências do coordenador do serviço de apoio educativo ... 44
Artigo 86º - Competências dos docentes de apoio educativo ... 44
Artigo 87º - Âmbito e objetivos ... 45
Artigo 88º - Composição ... 45
Artigo 89º - Competências do serviço de educação especial ... 45
Artigo 90º - Competências do coordenador do serviço de educação especial ... 46
Artigo 91º - Competências dos docentes de educação especial ... 46
Artigo 92º - Âmbito e objetivos ... 47
Artigo 93º - Composição ... 47
Artigo 94º - Autonomia ... 47
Artigo 95º - Competências ... 47
Artigo 96º - Funcionamento ... 49
Artigo 97º - Aspetos gerais ... 49
Artigo 98º - Objetivos gerais ... 49
Artigo 99º - Competências do professor bibliotecário ... 50
Artigo 100º - Competências dos elementos da equipa da biblioteca ... 51
Artigo 101º - Competências dos professores colaboradores das BE ... 51
Artigo 102º - Funcionamento das BE ... 51
Artigo 103º - Serviço de empréstimo interbibliotecas ... 52
Artigo 104º - Funcionamento ... 53
Artigo 105º - Objetivos da sala de estudo ... 53
PARTE VII – AULAS / ATIVIDADES ... 54
AULAS……….54
Artigo 106º - Aspetos genéricos ... 54
Artigo 107º - Ocupação plena dos tempos escolares dos alunos ... 55
Artigo 108º - Aulas de apoio ... 55
Artigo 109º - Aulas de Educação Física ... 56
Artigo 110º - Aulas nas salas de informática / sala TIC ... 57
Artigo 111º - Aulas no laboratório de Informática ... 57
Artigo112º - Aulas no exterior ... 57
ATIVIDADES ... 58
Artigo 113º - Visitas de estudo ... 58
Artigo 114º - Atividades de enriquecimento curricular ... 59
Artigo 115º - Atividades de enriquecimento curricular no 1º Ciclo (AEC) ... 59
Artigo 116º - Atividades nos 2º, 3º ciclos e secundário ... 60
Artigo 117º - Clubes/Atividades ... 60
ATIVIDADES DE APOIO À FAMÍLIA ... 60
Artigo 118º - Aspetos Gerais ... 60
Artigo 119º - Funcionamento ... 61
PARTE VIII – COMUNIDADE EDUCATIVA ... 61
Artigo 120º - Direitos Gerais da Comunidade Educativa ... 61
Artigo 121º - Deveres gerais da Comunidade Educativa ... 62
Artigo 122º - Valores nacionais e cultura de cidadania ... 62
Artigo 123º - Direitos do Aluno ... 62
Artigo124º - Representação dos Alunos ... 64
Artigo 125º - Reuniões de Turma ... 64
Artigo 126º - Deveres do Aluno ... 65
Artigo 127º - Faltas ... 66
Artigo 128º - Natureza das Faltas ... 66
Artigo 129º - Justificação ... 67
Artigo 130º - Injustificação ... 68
Artigo 131º - Excesso grave de faltas ... 68
Artigo 132º - Efeitos da Ultrapassagem do Limite de Faltas ... 68
Artigo 133º - Medidas de recuperação e integração ... 69
Artigo 134º - Incumprimento ou ineficácia das Medidas ... 70
DISCIPLINA ... 70
Artigo 135º - Qualificação de Infração disciplinar ... 70
Artigo 136º - Participação da Infração ... 70
Artigo 137º - Finalidades de Medidas (Corretivas e Disciplinares Sancionatórias) .. 71
Artigo 138º - Determinação da Medida Disciplinar ... 71
Artigo 139º - Medidas Corretivas ... 71
Artigo 140º - Tarefas e Atividades de Integração Escolar ... 72
Artigo 141º - Medidas disciplinares sancionatórias ... 73
Artigo 142º - Cumulação de medidas disciplinares ... 74
Artigo 143º - Tramitação do procedimento disciplinar ... 74
Artigo 144º - Celeridade do procedimento disciplinar ... 75
Artigo 145º - Suspensão preventiva do aluno ... 76
Artigo 146º - Decisão final do procedimento disciplinar ... 77
Artigo 147º - Execução das medidas corretivas e disciplinares sancionatórias ... 77
Artigo 148º - Recursos à decisão da aplicação da medida disciplinar ... 78
Artigo 149º - Salvaguarda da convivência escolar ... 78
Artigo 150º - Intervenção dos pais e encarregados de educação ... 78
Artigo 151º - Responsabilidade civil e criminal ... 78
AVALIAÇÃO DOS ALUNOS ... 79
Artigo 152º - Aspetos gerais da avaliação ... 79
Artigo 153º - Efeitos da avaliação sumativa – casos particulares ... 79
Artigo 154º - Testes de avaliação ... 80
Artigo 155º - Mérito escolar ... 80
Artigo 156º - Avaliação de candidaturas ... 80
Artigo 157º - Atribuição de menções ... 80
Artigo 158º - Divulgação ... 81
SECÇÃO II – PESSOAL DOCENTE ... 81
Artigo 159º - Direitos profissionais ... 81
Artigo 160º - Direito de participação no processo educativo ... 81
Artigo 161º - Direito à formação e informação para o exercício da função educativa82
Artigo 162º - Direito ao apoio técnico, material e documental ... 82
Artigo 163º - Direito à segurança na atividade profissional ... 82
Artigo 164º - Direito à consideração e à colaboração da comunidade educativa ... 82
Artigo 165º - Deveres Gerais ... 82
Artigo 166º - Deveres para com os alunos ... 83
Artigo 167º - Deveres para com a escola e os outros docentes ... 84
REGULAMENTO INTERNO 2013/2017 5/101
SECÇÃO III – PESSOAL NÃO DOCENTE ... 85
Artigo 169º - Constituição ... 85
Artigo 170º - Direitos gerais ... 85
Artigo 171º - Direitos específicos ... 86
Artigo 172º - Deveres gerais... 86
Artigo 173º - Deveres específicos ... 87
Artigo 174º - Regime disciplinar ... 87
SECÇÃO IV – PAIS e ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO ... 87
Artigo 175º - Direitos dos pais e encarregados de educação dos alunos ... 87
Artigo 176º - Deveres dos pais e encarregados de educação dos alunos... 88
Artigo 177º - Representante dos pais e encarregados de educação dos alunos ... 89
Artigo 178º - Associações de Pais e Encarregados de Educação ... 89
Artigo 179º - Direitos gerais das Associações de Pais e Encarregados de Educação 89
Artigo 180º - Competências das Associações de Pais e Encarregados de Educação . 90
PARTE IX - ESPAÇOS E SERVIÇOS ... 90Artigo 181º - Aspetos gerais ... 90
ACESSO aos ESPAÇOS/SERVIÇOS ... 90
Artigo 182º - Entrada nos estabelecimentos de ensino ... 90
Artigo 183º - Cartão eletrónico de identificação ... 91
ESPAÇOS ... 92
Artigo 184º - Desportivos descobertos ... 92
Artigo 185º - Recreios ... 92
Artigo 186º - Polivalente ... 93
Artigo 187º - Cantinas e refeitórios ... 93
Artigo 188º - Bufete ... 94
Artigo 189º - Reprografia/Loja escolar ... 94
Artigo 190º - Papelaria/Loja Escolar ... 94
SERVIÇOS ... 95
Artigo 191º - Telefones ... 95
Artigo 192º - Primeiros socorros ... 95
Artigo 193º - Cacifos ... 95
Utilização de OUTROS ESPAÇOS ... 96
Artigo 194º - Afixação de trabalhos ... 96
Artigo 195º - Divulgação da informação ... 96
Artigo 196º - Direito à imagem ... 97
PARTE X - DISPOSIÇÕES FINAIS ... 98
Artigo 197º - Regimentos/Regulamentos ... 98
Artigo 198º - Omissões ... 98
Artigo 199º - Revisão do regulamento interno ... 99
INTRODUÇÃO
O regulamento interno, enquanto instrumento normativo da autonomia do agrupa-mento, prevê e garante as regras de convivência que assegurem o cumprimento dos objetivos do projeto educativo, a harmonia das relações interpessoais e a integração social, o pleno de-senvolvimento físico, intelectual e cívico dos alunos, a preservação da segurança destes e do património do agrupamento e dos restantes membros da comunidade educativa, assim como a realização profissional e pessoal dos docentes e não docentes.
1. O regulamento interno tem por objeto:
a) O desenvolvimento do disposto na Lei nº 51/2012, de 5 de setembro (Estatuto do Aluno e Ética Escolar) e demais legislação de caráter estatutário;
b) A adequação à realidade do agrupamento das regras de convivência e de resolução de conflitos na respetiva comunidade educativa;
c) As regras e procedimentos a observar em matéria de delegação das competências do diretor, nos restantes membros do órgão de administração e gestão ou no con-selho de turma.
2. No desenvolvimento do disposto na alínea b) do número anterior, o regulamento in-terno pode dispor, entre outras matérias, quanto:
a) Aos direitos e deveres dos alunos inerentes à especificidade da vivência escolar; b) À utilização das instalações e dos equipamentos;
c) Ao acesso às instalações e espaços escolares;
d) Ao reconhecimento e à valorização do mérito, da dedicação e do esforço no traba-lho escolar, bem como do desempenho de ações meritórias em favor da comuni-dade em que o aluno está inserido ou da sociecomuni-dade em geral, praticadas no agru-pamento ou fora dele.
3. Elaboração do regulamento interno:
O regulamento interno é elaborado nos termos do regime de autonomia, administração e ges-tão dos estabelecimentos da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, aprova-do pelo Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22 de abril, na sua redação atual, devenaprova-do nessa elabora-ção participar a comunidade escolar, em especial através do funcionamento do conselho geral.
4. Divulgação do regulamento interno:
a) O regulamento interno é publicitado no Portal do agrupamento e na escola sede, em local visível e adequado, sendo fornecido gratuitamente ao aluno um extrato na parte que a ele diz respeito, quando inicia a frequência da escola e sempre que o regulamento seja objeto de atualização.
b) Os pais e/ou encarregados de educação devem, no ato da matrícula, nos termos da alínea k) do n.º 2 do artigo 43.º do Estatuto do Aluno, conhecer o regulamento interno do agrupamento e subscrever, fazendo subscrever igualmente os seus fi-lhos e/ou educandos, declaração anual, em duplicado, de aceitação do mesmo re-gulamento e de compromisso ativo quanto ao seu cumprimento integral.
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PARTE I - DEFINIÇÃO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO
Artigo 1.º - Definição
O presente regulamento interno define, de acordo com os princípios estabelecidos no regime de autonomia, administração e gestão, Decreto-Lei nº 75/2008 de 22 de abril, alterado pelo Decreto-Lei n.º 224/2009 de 11 de Setembro e pelo Decreto-Lei n.º 137/2012 de 2 de julho, o funcionamento do agrupamento de escolas da Maia (de ora em diante apenas desig-nado por agrupamento).
Artigo 2.º - Âmbito de aplicação
1. O presente regulamento interno aplica-se em todos os estabelecimentos de educação e ensino que compõem o agrupamento, definindo a configuração específica dos ór-gãos de direção, administração e gestão e das estruturas intermédias de orientação educativa, bem como o conjunto de normas de convivência que permitam a participa-ção de todos e de cada um na comunidade educativa.
2. O presente regulamento aplica-se aos órgãos de direção, administração e gestão, às estruturas de orientação educativa, aos docentes, ao pessoal não docente, aos alunos, aos pais e encarregados de educação, ao município e outras entidades cooptadas pelo Conselho geral e a todos os utentes dos espaços e instalações escolares do agrupa-mento.
3. O agrupamento situa-se no concelho da Maia e dele fazem parte os seguintes estabe-lecimentos:
Artigo 3.º - Escola Sede A escola sede do agrupamento é a escola secundária da Maia.
IDENTIFICAÇÃO MORADA
Escola Secundária da Maia Avenida Luís de Camões 4470 - 194 Maia
Escola Básica dos 2º e 3º ciclos de Gueifães
Avenida Comendador Carlos Ferreira da Silva 4470 - 030 Maia
Escola EB1/JI nº 1 de Gueifães
Centro Escolar de Gueifães/Vermoim Rua José Manuel dos Santos Leite 4470 - 795 Maia
Escola EB1/JI nº 2 de Gueifães Rua Dr. António José d´Almeida 4470 - 017 Maia
Escola EB1/JI de Azenha Nova Rua Heróis do Ultramar 4470 - 057 Maia
Artigo 4.º - Oferta formativa 1. Em termos de oferta formativa, o agrupamento oferece:
a) Educação pré-escolar;
b) Cursos regulares do ensino básico (1º, 2º e 3º ciclos); c) Cursos científicos e humanísticos do ensino secundário; d) Cursos profissionalmente qualificantes – profissionais. PARTE II – REGIME de ADMINISTRAÇÃO e GESTÃO do AGRUPAMENTO
Artigo 5.º - Administração e Gestão
1. A administração e gestão do agrupamento são asseguradas por órgãos próprios, aos quais cabe cumprir e fazer cumprir os princípios e objetivos referidos nos artigos 3.º, 4.º e 5.º do Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de abril, na redação que lhe foi dada pelo Decreto-Lei nº 137/2012, de 2 de julho.
2. Os órgãos de administração e gestão do agrupamento são os seguintes: a) Conselho geral;
b) Diretor;
c) Conselho Pedagógico; d) Conselho Administrativo. SECÇÃO I - CONSELHO GERAL
Artigo 6.º - Definição
1. O Conselho geral é o órgão de direção estratégica responsável pela definição das li-nhas orientadoras da atividade do agrupamento, assegurando a participação e repre-sentação da comunidade educativa, nos termos e para os efeitos do nº 4 do art. 48.º da Lei de Bases do Sistema Educativo.
2. Sem prejuízo do disposto no número anterior, a articulação com o município faz-se ainda através das câmaras municipais no respeito pelas competências dos conselhos municipais de educação, estabelecidos pelo Decreto-Lei n.º 7/2003, de 15 de janeiro.
Artigo 7.º - Composição 1. O conselho geral tem a seguinte composição:
a) 8 representantes do pessoal docente;
b) 5 representantes dos pais e encarregados de educação; c) 2 representantes do pessoal não docente;
d) 1 representante dos alunos maior de 16 anos; e) 3 representantes do município;
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2. O diretor participa nas reuniões do conselho geral, sem direito a voto. Artigo 8.º - Competências
1. Ao conselho geral compete:
a) Eleger o respetivo presidente, de entre os seus membros. § Os representantes dos alunos não são elegíveis.
b) Eleger o diretor;
c) Aprovar o projeto educativo e acompanhar e avaliar a sua execução; d) Aprovar o regulamento interno do agrupamento de escolas;
e) Aprovar os planos anual e plurianual de atividades;
f) Apreciar os relatórios periódicos e aprovar o relatório final de execução do plano anual de atividades;
g) Aprovar as propostas de contratos de autonomia;
h) Definir as linhas orientadoras para a elaboração do orçamento;
i) Definir as linhas orientadoras do planeamento e execução, pelo diretor, das ativi-dades no domínio da ação social escolar;
j) Aprovar o relatório de contas de gerência;
k) Apreciar os resultados do processo de autoavaliação;
l) Pronunciar-se sobre os critérios de organização dos horários; m) Acompanhar a ação dos demais órgãos de administração e gestão; n) Promover o relacionamento com a comunidade educativa;
o) Definir os critérios para a participação da escola em atividades pedagógicas, cientí-ficas, culturais e desportivas;
p) Dirigir recomendações aos restantes órgãos, tendo em vista o desenvolvimento do projeto educativo e o cumprimento do plano anual de atividades;
q) Participar, nos termos definidos em diploma próprio, no processo de avaliação do desempenho do diretor;
r) Decidir os recursos que lhe são dirigidos; s) Aprovar o mapa de férias do diretor;
t) Emitir parecer sobre os moldes de inclusão da educação sexual no projeto educati-vo, após ouvir as associações de pais, estudantes, professores e outros profissio-nais.
2. No desempenho das suas competências, o conselho geral tem a faculdade de requerer aos restantes órgãos as informações necessárias para realizar eficazmente o acompa-nhamento e a avaliação do funcionamento do agrupamento de escolas as quais lhe deverão ser facultadas.
3. O conselho geral pode constituir no seu seio uma comissão permanente, na qual pode delegar as competências de acompanhamento da atividade do agrupamento entre as suas reuniões ordinárias.
4. A comissão permanente constitui-se como uma fração do conselho geral, respeitada a proporcionalidade dos corpos que nele têm representação.
Artigo 9.º - Designação de Representantes
1. Os representantes dos alunos, do pessoal docente e do pessoal não docente são elei-tos por distinelei-tos corpos eleitorais, constituídos, respetivamente, pelos alunos do 3º ci-clo e do ensino secundário, pelo pessoal docente e pelo pessoal não docente em exer-cício efetivo de funções no agrupamento.
2. Os representantes dos pais e encarregados de educação são eleitos em assembleia ge-ral de pais e encarregados de educação do agrupamento de escolas, sob proposta das associações de pais e encarregados de educação.
3. Os representantes do município são designados pela câmara municipal, podendo esta delegar tal competência na(s) junta(s) de freguesia(s).
4. Os representantes ao conselho geral devem ser indicados, impreterivelmente, até 30 dias antes da cessação do mandato do conselho geral em exercício de funções, à exce-ção dos representantes da comunidade local.
5. Os representantes da comunidade local, quando se trate de individualidades ou repre-sentantes de atividades de carácter económico, social, cultural e científico, são coop-tados pelos demais membros.
6. Os representantes da comunidade local, quando se trate de representantes de insti-tuições ou organizações são indicados pelas mesmas.
7. Para efeitos de designação dos representantes da comunidade local, os demais mem-bros do conselho geral, em reunião especialmente convocada pelo presidente do con-selho geral cessante, cooptam as individualidades ou escolhem as instituições e orga-nizações, as quais devem indicar os seus representantes no prazo de 10 dias.
8. Os representantes referidos nos números 5 e 6 devem ser cooptados ou indicados 15 dias após a 1ª reunião de conselho geral.
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Artigo 10.º - Processo eleitoral
1. Os representantes referidos no número 1 do artigo anterior candidatam-se à eleição, constituídos em listas separadas.
2. As listas de candidatura são apresentadas em impressos próprios, disponíveis nos ser-viços administrativos do agrupamento.
3. Os candidatos só poderão fazer parte de uma única lista.
4. As listas devem conter a indicação dos candidatos a membros efetivos, em número igual ao dos respetivos representantes no conselho geral, bem como dos candidatos a membros suplentes.
5. As listas do pessoal docente devem indicar, obrigatoriamente, o nome, a categoria, o nível, o ciclo de ensino e a assinatura dos candidatos, a qual determina a aceitação da candidatura.
6. As listas do pessoal docente devem integrar representantes dos diferentes níveis e ci-clos de ensino.
7. As listas dos candidatos não docentes devem conter obrigatoriamente o nome, a cate-goria e a assinatura dos candidatos, a qual determina a aceitação da candidatura. 8. As listas dos representantes dos alunos circunscrevem-se aos alunos maiores de 16
anos.
9. As listas de candidatos são dirigidas ao presidente do conselho geral e são entregues, em envelope fechado, nos serviços administrativos.
10. A cada lista, por corpo, será atribuída uma letra, por ordem alfabética, de acordo com a ordem de chegada.
11. O conselho geral ou a sua comissão permanente analisará a regularidade dos proces-sos de candidatura, devendo registar em ata e comunicar, por escrito, ao primeiro candidato as irregularidades detetadas.
12. As irregularidades detetadas podem ser corrigidas no prazo de 24 horas.
13. Cada lista poderá indicar até dois representantes para acompanhamento do processo eleitoral e do escrutínio.
14. A assembleia eleitoral é convocada pelo presidente em exercício, com antecedência mínima de 20 dias.
15. As convocatórias da assembleia eleitoral são afixadas nos painéis próprios que se en-contram nas salas do pessoal docente, na sala do pessoal não docente e nos átrios de todos os edifícios escolares do agrupamento.
16. As convocatórias mencionarão as normas práticas do processo eleitoral, prazos de en-trega, locais de afixação das listas, hora e local do escrutínio, prazos para afixação de resultados e para entrega das atas.
17. O processo eleitoral realiza-se por sufrágio secreto e presencial.
18. As urnas manter-se-ão abertas por um período de 7 horas, a menos que tenham vota-do tovota-dos os eleitores antes da hora prevista para o encerramento das urnas.
19. A conversão de votos em mandatos faz-se de acordo com o método de representação proporcional da média mais alta de Hondt.
20. A abertura das urnas será efetuada perante a respetiva assembleia eleitoral, lavrando-se ata que lavrando-será assinada pelos elementos da mesa e, eventualmente, pelos reprelavrando-sen- represen-tantes das listas candidatas.
21. Os resultados do ato eleitoral são afixados, logo após o escrutínio, nos mesmos locais onde antes tinham sido afixadas as listas concorrentes.
22. As contestações ou impugnações terão de ser apresentadas ao presidente do conselho geral nos dois dias úteis seguintes ao da afixação dos resultados.
23. Os resultados do processo eleitoral para o conselho geral produzem efeitos após co-municação ao Diretor-geral da Administração Escolar.
Artigo 11.º - Constituição das mesas da assembleia eleitoral
1. A mesa da assembleia eleitoral do pessoal docente será constituída por três elemen-tos, um presidente e dois secretários, eleitos em reunião geral do pessoal docente do agrupamento.
2. A mesa da assembleia eleitoral do pessoal não docente será constituída por três ele-mentos, um presidente e dois secretários, eleitos em reunião geral do pessoal não do-cente do agrupamento.
3. A mesa da assembleia eleitoral dos alunos será constituída por três elementos, um presidente e dois secretários, eleitos entre os delegados das turmas.
4. Os elementos da mesa poderão constituir turnos, de modo a assegurar a normalidade do ato eleitoral.
5. As mesas eleitorais funcionarão em 2 secções (uma na escola eb 2/3 de Gueifães e ou-tra na escola secundária da Maia).
Artigo 12.º - Eleição do presidente do conselho geral
1. O presidente é eleito, por escrutínio secreto, por maioria absoluta dos votos dos membros do conselho geral em efetividade de funções.
2. Se nenhum dos candidatos obtiver maioria absoluta, proceder-se-á imediatamente a segundo sufrágio, ao qual concorrem apenas os dois candidatos mais votados que não tenham retirado a candidatura.
REGULAMENTO INTERNO 2013/2017 13/101
Artigo 13.º - Funcionamento do Conselho geral
1. O conselho geral reúne ordinariamente uma vez por trimestre e extraordinariamente sempre que convocado pelo respetivo presidente, por sua iniciativa, a requerimento de um terço dos seus membros em efetividade de funções ou por solicitação do dire-tor.
2. As reuniões ordinárias são realizadas nos dias e horas previamente deliberados pelo órgão.
3. Na falta da deliberação referida no número anterior, compete ao presidente a fixação do dia e da hora da reunião.
Artigo 14.º - Mandato
1. O mandato dos membros do conselho geral tem a duração de 4 anos, sem prejuízo do disposto nos números seguintes.
2. O mandato dos representantes dos pais e encarregados de educação e dos alunos tem a duração de dois anos escolares.
3. Os membros do conselho geral são substituídos no exercício do cargo se, entretanto, perderem a qualidade que determinou a respetiva eleição ou designação.
4. Os membros do conselho geral podem, por motivos devidamente justificados, solicitar ao conselho geral a cessação ou suspensão do seu mandato.
5. O pedido de cessação ou suspensão do mandato, se apresentado por um representan-te das associações de pais e encarregados de educação, deve ser acompanhado pelo parecer das entidades que o designaram.
6. As vagas resultantes da cessação ou suspensão do mandato dos membros eleitos são preenchidas pelo primeiro candidato não eleito, segundo a respetiva ordem de prece-dência, da lista a que pertencia o titular do mandato.
SECÇÃO II – DIRETOR
Artigo 15.º - Diretor
O diretor é o órgão de administração e gestão do agrupamento de escolas nas áreas pedagógica, cultural, administrativa, financeira e patrimonial.
Artigo 16.º - Subdiretor e adjuntos do diretor
1. O diretor é coadjuvado no exercício das suas funções por um subdiretor e por um a três adjuntos.
2. O número de adjuntos do diretor é fixado em função da dimensão do agrupamento de escolas e da complexidade e diversidade da sua oferta educativa, nomeadamente dos níveis e ciclos de ensino e das tipologias de cursos que lecciona.
3. Os critérios de fixação do número de adjuntos do diretor são estabelecidos por despa-cho do membro do Governo responsável pela área da educação.
Artigo 17.º - Competências
1. Compete ao diretor submeter à aprovação do conselho geral o projeto educativo ela-borado pelo conselho pedagógico.
2. Ouvido o conselho pedagógico, compete também ao diretor: a) Elaborar e submeter à aprovação do conselho geral:
i) As alterações ao regulamento interno; ii) Os planos anual e plurianual de atividades; iii) O relatório anual de atividades;
iv) As propostas de celebração de contratos de autonomia.
b) Aprovar o plano de formação e de atualização do pessoal docente e não docente, ouvido também, no último caso, o município.
3. No ato de apresentação ao conselho geral, o diretor faz acompanhar os documentos, referidos na alínea a) do número anterior, dos pareceres do conselho pedagógico. 4. Sem prejuízo das competências que lhe sejam cometidas por lei ou pelo regulamento
interno, no plano da gestão pedagógica, cultural, administrativa, financeira e patrimo-nial, compete ao diretor, em especial:
a) Definir o regime de funcionamento do agrupamento de escolas;
b) Elaborar o projeto de orçamento, em conformidade com as linhas orientadoras de-finidas pelo conselho geral;
c) Superintender na constituição de turmas e na elaboração de horários; d) Distribuir o serviço docente e não docente;
e) Designar os coordenadores de escola ou estabelecimento de educação pré-escolar;
f) Propor os candidatos ao cargo de coordenador de departamento curricular nos termos definidos no n.º 5 do artigo 43.º Decreto-Lei nº 137/2012, de 2 de julho, e designar os diretores de turma;
g) Planear e assegurar a execução das atividades no domínio da ação social escolar, em conformidade com as linhas orientadoras definidas pelo conselho geral; h) Gerir as instalações, espaços e equipamentos, bem como os outros recursos
edu-cativos;
i) Estabelecer protocolos e celebrar acordos de cooperação ou de associação com outras escolas e instituições de formação, autarquias e coletividades, em confor-midade com os critérios definidos pelo conselho geral nos termos da alínea o) do n.º 1 do artigo 13.º do Decreto-Lei nº 137/2012 de 2 de julho;
j) Proceder à seleção e recrutamento do pessoal docente, nos termos dos regimes legais aplicáveis;
REGULAMENTO INTERNO 2013/2017 15/101
k) Assegurar as condições necessárias à realização da avaliação do desempenho do pessoal docente e não docente, nos termos da legislação aplicável;
l) Dirigir superiormente os serviços administrativos, técnicos e técnico-pedagógicos. 5. Compete ainda ao diretor:
a) Representar a escola;
b) Exercer o poder hierárquico em relação ao pessoal docente e não docente; c) Exercer o poder disciplinar em relação aos alunos;
d) Intervir nos termos da lei no processo de avaliação de desempenho do pessoal do-cente;
e) Proceder à avaliação de desempenho do pessoal não docente.
6. O diretor exerce ainda as competências que lhe forem delegadas pela administração educativa e pela câmara municipal.
7. O diretor pode delegar e subdelegar no subdiretor, nos adjuntos ou nos coordenado-res de escola ou de estabelecimento de educação pré -escolar as competências referi-das nos números anteriores, com exceção da prevista da alínea d) do n.º 5.
8. Nas suas faltas e impedimentos, o diretor é substituído pelo subdiretor. Artigo 18.º - Recrutamento
1. O diretor é eleito pelo conselho geral.
2. Para recrutamento do diretor, desenvolve-se um procedimento concursal, prévio à eleição, nos termos do artigo seguinte.
3. Podem ser opositores ao procedimento concursal referido no número anterior docen-tes de carreira do ensino público ou professores profissionalizados com contrato por tempo indeterminado do ensino particular e cooperativo, em ambos os casos com, pe-lo menos, cinco anos de serviço e qualificação para o exercício de funções de adminis-tração e gestão escolar, nos termos do número seguinte.
4. Consideram-se qualificados para o exercício de funções de administração e gestão es-colar os docentes que preencham uma das seguintes condições:
a) Sejam detentores de habilitação específica para o efeito, nos termos das alíneas b) e c) do n.º 1 do artigo 56.º do Estatuto da Carreira Docente dos Educadores de In-fância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário;
b) Possuam experiência correspondente a, pelo menos, um mandato completo no exercício dos cargos de diretor, subdiretor ou adjunto do diretor, presidente ou vi-ce-presidente do conselho executivo, diretor executivo ou adjunto do diretor exe-cutivo ou membro do conselho diretivo e/ou exeexe-cutivo, nos termos dos regimes aprovados respetivamente pelo Decreto-Lei nº 137/2012, de 2 de julho, pelo De-creto-Lei n.º 115 -A/98, de 4 de maio, alterado pelo DeDe-creto-Lei n.º 75/2008, de 22
de abril, pela Lei n.º 24/99, de 22 de abril, pelo Decreto -Lei n.º 172/91, de 10 de maio, e pelo Decreto-Lei n.º 769 -A/76, de 23 de outubro;
c) Possuam experiência de, pelo menos, três anos como diretor ou diretor pedagógi-co de estabelecimento do ensino particular e pedagógi-cooperativo;
d) Possuam currículo relevante na área da gestão e administração escolar, como tal considerado, em votação secreta, pela maioria dos membros da comissão prevista no n.º 4, do artigo 22.º do Decreto-Lei nº 137/2012, de 2 de julho.
5. As candidaturas apresentadas por docentes com o perfil a que se referem as alíneas b), c) e d) do número anterior só são consideradas na inexistência ou na insuficiência, por não preenchimento de requisitos legais de admissão ao concurso, das candidatu-ras que reúnam os requisitos previstos na alínea a) do número anterior (O disposto no presente número só é aplicável a procedimentos concursais abertos após o final do ano escolar de 2014/2015).
6. O subdiretor e os adjuntos são nomeados pelo diretor de entre os docentes de carreira que contem pelo menos cinco anos de serviço e se encontrem em exercício de funções no agrupamento de escolas.
Artigo 19.º - Abertura do procedimento concursal
1. O procedimento concursal é aberto no agrupamento de escolas por aviso publicitado do seguinte modo:
a) Em local apropriado das instalações do agrupamento;
b) Na página eletrónica da escola sede do agrupamento e na do serviço competente do Ministério de Educação e Ciência;
c) Por aviso publicado na 2.ª série do Diário da República e divulgado em órgão de imprensa de expansão nacional, através de anúncio que contenha referência ao Diário da República em que o referido aviso se encontra publicado.
2. No ato de apresentação da sua candidatura, os candidatos fazem entrega do seu
curri-culum vitae e de um projeto de intervenção no agrupamento.
3. Com o objetivo de proceder à apreciação das candidaturas, o conselho geral incumbe a sua comissão permanente ou uma comissão especialmente designada para o efeito de elaborar um relatório de avaliação.
4. Para efeitos da avaliação das candidaturas, a comissão referida no número anterior considera obrigatoriamente:
a) A análise do curriculum vitae de cada candidato, designadamente para efeitos de apreciação da sua relevância para o exercício das funções de diretor e do seu méri-to;
b) A análise do projeto de intervenção no agrupamento;
REGULAMENTO INTERNO 2013/2017 17/101
Artigo 20.º - Eleição
1. O conselho geral procede à discussão e apreciação do relatório referido no artigo ante-rior, podendo na sequência dessa apreciação decidir proceder à audição dos candida-tos.
2. Após a discussão e apreciação do relatório e a eventual audição dos candidatos, o con-selho geral procede à eleição do diretor, considerando-se eleito o candidato que obte-nha maioria absoluta dos votos dos membros do conselho geral em efetividade de funções.
3. No caso de o candidato ou de nenhum dos candidatos sair vencedor, nos termos do número anterior, o conselho geral reúne novamente, no prazo máximo de cinco dias úteis, para proceder a novo escrutínio, ao qual são admitidos, consoante o caso, o candidato único ou os dois candidatos mais votados na primeira eleição, sendo consi-derado eleito aquele que obtiver maior número de votos favoráveis, desde que em número não inferior a um terço dos membros do conselho geral em efetividade de funções.
4. Sempre que o candidato, no caso de ser único, ou o candidato mais votado, nos res-tantes casos, não obtenha, na votação a que se refere o número anterior, o número mínimo de votos nele estabelecido, é o facto comunicado ao serviço competente do Ministério da Educação e Ciência, para os efeitos previstos no artigo 66.º do Decreto– lei nº 137/2012, de 2 de julho.
5. O resultado da eleição do diretor é homologado pelo Diretor-geral da Administração Escolar nos 10 dias úteis posteriores à sua comunicação pelo presidente do conselho geral, considerando-se após esse prazo tacitamente homologado.
6. A recusa de homologação apenas pode fundamentar-se na violação da lei ou dos regu-lamentos, designadamente do procedimento eleitoral.
Artigo 21.º - Posse
1. O diretor toma posse perante o conselho geral nos 30 dias subsequentes à homologa-ção dos resultados eleitorais pelo Diretor-geral da Administrahomologa-ção Escolar, nos termos do n.º 5 do artigo anterior.
2. O diretor designa o subdiretor e os seus adjuntos no prazo máximo de 30 dias após a sua tomada de posse.
3. O subdiretor e os adjuntos do diretor tomam posse nos 30 dias subsequentes à sua designação pelo diretor.
Artigo 22.º - Mandato 1. O mandato do diretor tem a duração de quatro anos.
2. Até 60 dias antes do termo do mandato do diretor, o conselho geral delibera sobre a recondução do diretor ou a abertura do procedimento concursal tendo em vista a rea-lização de nova eleição.
3. A decisão de recondução do diretor é tomada por maioria absoluta dos membros do conselho geral em efetividade de funções, não sendo permitida a sua recondução para um terceiro mandato consecutivo.
4. Não é permitida a eleição para um quinto mandato consecutivo ou durante o quadrié-nio imediatamente subsequente ao termo do quarto mandato consecutivo.
5. Não sendo ou não podendo ser aprovada a recondução do diretor de acordo com o disposto nos números anteriores, abre-se o procedimento concursal tendo em vista a eleição do diretor, nos termos do artigo 17.º do regulamento interno.
6. O mandato do diretor pode cessar:
a) A requerimento do interessado, dirigido ao Diretor-geral da Administração Escolar, com a antecedência mínima de 45 dias, fundamentado em motivos devidamente justificados;
b) No final do ano escolar, por deliberação do conselho geral, aprovada por maioria de dois terços dos membros em efetividade de funções, em caso de manifesta de-sadequação da respetiva gestão, fundada em factos comprovados e informações, devidamente fundamentadas, apresentados por qualquer membro do conselho geral;
c) Na sequência de processo disciplinar que tenha concluído pela aplicação de sanção disciplinar de cessação da comissão de serviço, nos termos da lei.
7. A cessação do mandato do diretor determina a abertura de um novo procedimento concursal.
8. Os mandatos do subdiretor e dos adjuntos têm a duração de quatro anos e cessam com o mandato do diretor.
9. Sem prejuízo do disposto no número anterior, e salvaguardadas as situações previstas nos artigos 35.º e 66.º do Decreto–Lei nº 137/2012, de 2 de julho, quando a cessação do mandato do diretor ocorra antes do termo do período para o qual foi eleito, o sub-diretor e os adjuntos asseguram a administração e gestão do agrupamento de escolas até à tomada de posse do novo diretor, devendo o respetivo processo de recrutamen-to estar concluído no prazo máximo de 90 dias.
10. Não sendo possível adotar a solução prevista no número anterior e não sendo aplicá-vel o disposto no artigo 35.º do Decreto–Lei nº 137/2012, de 2 de julho, a gestão do agrupamento de escolas é assegurada nos termos estabelecidos no artigo 66.º do refe-rido decreto-lei.
11. O subdiretor e os adjuntos podem ser exonerados a todo o tempo por decisão funda-mentada do diretor.
Artigo 23.º - Redução da componente letiva para exercício de cargos
1. O diretor está dispensado da prestação de serviço letivo, sem prejuízo de, por sua ini-ciativa, o poder prestar na disciplina ou área curricular para a qual possua qualificação profissional.
REGULAMENTO INTERNO 2013/2017 19/101
2. O subdiretor e os adjuntos do diretor têm direito à redução da componente letiva fi-xada por despacho governamental.
Artigo 24.º - Assessorias da Direção
1. Para apoio à atividade do diretor e mediante proposta deste, o conselho geral pode autorizar a constituição de assessorias técnico-pedagógicas, para as quais são designa-dos docentes em exercício de funções no agrupamento de escolas.
2. Os critérios para a constituição e dotação das assessorias referidas no número anterior são definidos por despacho governamental, em função da população escolar e do tipo e regime de funcionamento do agrupamento.
3. As competências atribuídas aos assessores serão definidas pelo diretor. SECÇÃO III - CONSELHO PEDAGÓGICO
Artigo 25.º - Conselho Pedagógico
O conselho pedagógico é o órgão de coordenação e supervisão pedagógica e orienta-ção educativa do agrupamento de escolas, nomeadamente nos domínios pedagógico-didático, da orientação e acompanhamento dos alunos e da formação inicial e contínua do pessoal docente.
Artigo 26.º - Composição
1. O conselho pedagógico, formado por 17 membros, tem a seguinte composição: a) O diretor;
b) O coordenador de cada um dos oito departamentos curriculares dos 2º e 3º ciclos, do ensino secundário;
c) O coordenador do departamento curricular da educação pré-escolar; d) O coordenador do departamento curricular do 1º ciclo;
e) O coordenador dos diretores de turma do 2º ciclo;
f) O coordenador de cada um dos dois conselhos de diretores de turma do 3º ciclo; g) O coordenador dos diretores de turma do ensino secundário dos Cursos Científicos
e Humanísticos (CCH);
h) O coordenador dos cursos profissionalmente qualificantes; i) O coordenador da educação especial.
2. O diretor é, por inerência, presidente do conselho pedagógico. Artigo 27.º - Recrutamento
1. Os coordenadores de departamento são eleitos pelo respetivo departamento, de en-tre uma lista de três docentes, propostos pelo diretor para o exercício do cargo nos termos definidos pelo artigo 43.º do Decreto-Lei n.º 137/2012.
2. Os restantes membros do conselho pedagógico são designados pelo diretor. Artigo 28.º - Mandato
1. O mandato dos membros do conselho pedagógico tem a duração de quatro anos leti-vos e cessa com o mandato do diretor.
2. Os membros do conselho pedagógico podem ser exonerados a todo o tempo por des-pacho fundamentado do diretor.
a) No caso dos coordenadores de departamento, a exoneração obriga à consulta do respetivo departamento.
Artigo 29.º - Competências
1. Sem prejuízo das competências que lhe sejam cometidas por lei, ao conselho pedagó-gico compete:
a) Elaborar a proposta de projeto educativo a submeter pelo diretor ao conselho ge-ral;
b) Apresentar propostas para a elaboração do regulamento interno e dos planos anual e plurianual de atividades e emitir parecer sobre os respetivos projetos; c) Emitir parecer sobre as propostas de celebração de contratos de autonomia; d) Elaborar e aprovar o plano de formação e de atualização do pessoal docente; e) Definir critérios gerais nos domínios da informação e da orientação escolar e
voca-cional, do acompanhamento pedagógico e da avaliação dos alunos;
f) Propor aos órgãos competentes a criação de áreas disciplinares ou disciplinas de conteúdo regional e local, bem como as respetivas estruturas programáticas; g) Definir princípios gerais nos domínios da articulação e diversificação curricular, dos
apoios e complementos educativos e das modalidades especiais de educação esco-lar;
h) Adotar os manuais escolares, ouvidos os departamentos curriculares;
i) Propor o desenvolvimento de experiências de inovação pedagógica e de formação no âmbito do agrupamento de escolas e em articulação com instituições ou esta-belecimentos do ensino superior vocacionados para a formação e para a investiga-ção;
j) Promover e apoiar iniciativas de natureza formativa e cultural;
k) Definir os critérios gerais a que deve obedecer a elaboração dos horários dos alu-nos;
l) Aprovar critérios de distribuição do tempo resultante do indicador de eficácia edu-cativa (EFI), designadamente em:
- disciplinas com menor sucesso escolar, quer através do mecanismo de au-mento da carga curricular, quer através de estratégias de apoio;
- regime de coadjuvação dentro da sala de aula;
- apoio a grupo de alunos, tanto no sentido de ultrapassar dificuldades de aprendizagem como de potenciar o desenvolvimento da mesma;
m) Emitir parecer sobre a organização dos tempos escolares atribuídos à oferta com-plementar;
REGULAMENTO INTERNO 2013/2017 21/101
n) Emitir parecer sobre as atividades a desenvolver na componente não letiva dos horários dos professores;
o) Definir os requisitos para a contratação de pessoal docente, de acordo com o dis-posto na legislação aplicável;
p) Propor mecanismos de avaliação dos desempenhos organizacionais e dos docen-tes, bem como da aprendizagem dos alunos, credíveis e orientados para a melho-ria da qualidade do serviço de educação prestado e dos resultados das aprendiza-gens;
q) Participar, nos termos regulamentados em diploma próprio, no processo de avali-ação do desempenho do pessoal docente;
r) Eleger os quatro docentes que integram a secção de avaliação do desempenho do-cente (SADD);
s) Aprovar os programas educativos individuais elaborados para os alunos com ne-cessidades educativas especiais;
t) Aprovar, no final do ano letivo, os relatórios referentes aos alunos com necessida-des educativas especiais;
u) Definir os termos de realização das atividades de recuperação da aprendizagem a aplicar aos alunos que excedam o limite de faltas injustificadas;
v) Proceder ao acompanhamento e avaliação da execução das suas deliberações e recomendações;
w) Aprovar as propostas de Informação-Prova de Equivalência à Frequência de cada disciplina dos ensinos básico geral e secundário.
Artigo 30.º - Funcionamento
O conselho pedagógico reúne, ordinariamente, uma vez por mês e, extraordinaria-mente, sempre que seja convocado pelo respetivo presidente, por sua iniciativa, a requeri-mento de um terço dos seus membros em efetividade de funções ou sempre que um pedi-do de parecer pedi-do conselho geral ou pedi-do diretor o justifique.
1. O conselho pedagógico pode criar comissões especializadas com o objetivo de garan-tir eficácia no seu funcionamento e no exercício das suas competências.
2. Participarão nas reuniões do conselho pedagógico, sem direito a voto, a coordenadora do serviço de psicologia e orientação (SPO), coordenadores de conselhos de ano/disciplina, coordenadores de estabelecimento, o coordenador das bibliotecas/CRE ou outros docentes que exerçam cargos de coordenação de projectos, sempre que convocados pelo diretor.
3. Participarão nas reuniões do conselho pedagógico, sem direito a voto, representantes das associações de pais e encarregados de educação, representantes do pessoal não docente e/ou representantes dos alunos, sempre que convidados pelo diretor.
Artigo 31.º - Secção de avaliação do desempenho docente
1. A secção de avaliação do desempenho docente do conselho pedagógico é constituída pelo diretor que preside e por quatro docentes eleitos de entre os membros do conse-lho.
2. Uma vez eleita, a SADD tem funcionamento autónomo.
3. Compete à secção de avaliação do desempenho docente do conselho pedagógico: a) Aplicar o sistema de avaliação do desempenho tendo em consideração,
designa-damente, o projeto educativo do agrupamento de escolas e o serviço distribuído ao docente;
b) Calendarizar os procedimentos de avaliação;
c) Conceber e publicitar o instrumento de registo e avaliação do desenvolvimento das atividades realizadas pelos avaliados nas dimensões científica e pedagógica, participação na escola e relação com a comunidade, formação contínua e desen-volvimento profissional;
d) Acompanhar e avaliar todo o processo;
e) Aprovar a classificação final harmonizando as propostas dos avaliadores e garan-tindo a aplicação das percentagens de diferenciação dos desempenhos;
f) Apreciar e decidir as reclamações, nos processos em que atribui a classificação fi-nal;
g) Aprovar o plano de formação, proposto pelo avaliador, quando é atribuída a men-ção de insuficiente ao avaliado.
SECÇÃO IV - CONSELHO ADMINISTRATIVO
Artigo 32.º - Conselho Administrativo
O conselho administrativo é o órgão deliberativo em matéria administrativo-financeira do agrupamento de escolas, nos termos da legislação em vigor.
Artigo 33.º - Composição O conselho administrativo tem a seguinte composição:
a) O diretor, que preside;
b) O subdiretor ou um dos adjuntos do diretor, por ele designado para o efeito; c) O chefe dos serviços de administração escolar, ou quem o substitua.
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Artigo 34.º - Competências
Sem prejuízo das competências que lhe sejam cometidas por lei, compete ao conselho admi-nistrativo:
a) Aprovar o projeto de orçamento anual, em conformidade com as linhas orientado-ras definidas pelo conselho geral;
b) Elaborar o relatório de contas de gerência;
c) Autorizar a realização de despesas e o respetivo pagamento, fiscalizar a cobrança de receitas e verificar a legalidade da gestão financeira;
d) Zelar pela atualização do cadastro patrimonial. Artigo 35.º - Funcionamento
O conselho administrativo reúne ordinariamente uma vez por mês e extraordinariamente sempre que o presidente o convoque, por sua iniciativa ou a requerimento de qualquer dos restantes membros.
PARTE III - COORDENAÇÃO DE ESTABELECIMENTO
Artigo 36.º - Coordenador
1. A coordenação de cada estabelecimento do agrupamento é assegurada por um coor-denador.
2. A escola secundária da Maia não tem coordenador, porque neste estabelecimento funciona a sede do agrupamento.
3. O coordenador é designado pelo diretor, de entre os professores em exercício efetivo de funções na escola ou no estabelecimento de educação pré-escolar.
4. O mandato do coordenador de estabelecimento tem a duração de quatro anos e cessa com o mandato do diretor.
5. O coordenador de estabelecimento pode ser exonerado a todo o tempo por despacho fundamentado do diretor.
Artigo 37.º - Competências Compete ao coordenador de estabelecimento:
a) Coordenar as atividades educativas, em articulação com o diretor;
b) Cumprir e fazer cumprir as decisões do diretor e exercer as competências que por este lhe forem delegadas;
c) Transmitir as informações relativas ao pessoal docente e não docente e aos alu-nos;
d) Promover e incentivar a participação dos pais e encarregados de educação, dos in-teresses locais e da autarquia nas atividades educativas;
PARTE IV - ORGANIZAÇÃO PEDAGÓGICA e ESTRUTURAS DE COORDENAÇÃO E DE SUPERVI-SÃO
Artigo 38.º - Estruturas de coordenação educativa e de supervisão pedagógica 1. Com vista ao desenvolvimento do projeto educativo e no sentido de assegurar a
coor-denação, supervisão e acompanhamento das atividades escolares, de promover o tra-balho colaborativo e de realizar a avaliação de desempenho do pessoal docente, são fixadas neste regulamento as estruturas que colaboram com o conselho pedagógico e com o diretor.
2. A constituição de estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica visa, nomeadamente:
a) A articulação e gestão curricular na aplicação do currículo nacional e dos progra-mas e orientações curriculares e programáticas definidas a nível nacional, bem como o desenvolvimento de componentes curriculares por iniciativa do agrupa-mento de escolas;
b) A organização, o acompanhamento e a avaliação das atividades de turma ou grupo de alunos;
c) A coordenação pedagógica de cada ano, ciclo ou curso; d) A avaliação de desempenho do pessoal docente.
3. As estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica são: a) Departamentos curriculares e suas subestruturas;
b) Conselhos de turma;
c) Conselhos de diretores de turma do 2º ciclo, do 3º ciclo e do ensino secundário CCH;
d) Conselho de diretores de turma e de curso dos cursos profissionalmente qualifi-cantes;
e) Secção de avaliação do desempenho docente (SADD).
4. São subestruturas dos departamentos curriculares os conselhos de área disciplinar no caso da escola secundária, os conselhos de disciplina no caso da escola eb 2/3, e os conselhos de ano no caso do 1º ciclo.
Artigo 39.º - Articulação e gestão curricular
1. A articulação e gestão curricular devem promover a cooperação entre os docentes do agrupamento, procurando adequar o currículo às necessidades específicas dos alunos. 2. A articulação e gestão curricular são asseguradas por departamentos curriculares nos
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Artigo 40.º - Departamentos curriculares
1. Os departamentos curriculares do agrupamento bem como os grupos de recrutamen-to e áreas/grupos disciplinares que os constituem são:
DEPARTAMENTOS ÁREAS/GRUPOS DISCIPLINARES
GRUPOS de RECRUTAMENTO
Educação pré-escolar 100
1º Ciclo 110
Ciências Sociais e Humanas da Secção da escola secundária Economia/Contabilidade/Secretariado História/EMRC Geografia Filosofia 430; 530 (antigo 12º C) 400; 290 420 410
Ciências Sociais e Humanas da Secção da
eb 2/3 de Gueifães
Português e Estudos Sociais/História
(todos os docentes recrutados para este gru-po e que não estejam incluídos no departa-mento de Línguas) História Geografia EMRC 200 400 420 290 Expressões da Secção da escola secundária
Artes Visuais/ Educação Tecnológica Educação Física 600; 530 (antigo 12º E) 620 Expressões da Secção da eb 2/3 de Gueifães Educação Visual Educação Tecnológica Educação Musical Artes Visuais Educação Tecnológica Educação Física Educação Física Educação Especial 1 Educação Especial 2 Educação Especial 3 240 240 250 600 530 260 620 910 920 930 Línguas da Secção da escola secundária Português/Francês/Espanhol Inglês/Alemão 300; 320 330 Línguas da Secção da eb 2/3 de Gueifães
Português e Estudos Sociais/História
(exclusivamente os docentes recrutados com formação superior em línguas)
Português e Francês Português e Inglês Português Francês Inglês 200 210 220 300 320 330 Matemática e Ciências Experimentais da Secção da escola secundária Matemática Física e Química Biologia e Geologia Informática Educação Tecnológica/Eletrotecnia 500 510 520 550 540; 530 (antigos 3º e 12ºB) Matemática e Ciências Experimentais da Secção da eb 2/3 de Gueifães
Matemática e Ciências da Natureza Matemática Física e Química Biologia e Geologia Informática 230 500 510 520 550
2. Os docentes dos grupos de recrutamento de Educação Especial (910, 920, 930), inte-grados no departamento de Expressões da secção da escola eb 2/3, para efeitos exclu-sivos de avaliação de desempenho, farão parte da estrutura dos serviços técnico-pedagógicos de Educação Especial autónoma do departamento.
Artigo 41.º - Competências dos departamentos
1. Sem prejuízo das competências que lhe sejam cometidas por lei, ao departamento cur-ricular compete:
a) Proceder à planificação anual do trabalho do departamento;
b) Planificar e adequar à realidade do agrupamento de escolas a aplicação dos planos de estudo estabelecidos a nível nacional;
c) Avaliar o grau de cumprimento dos programas;
d) Elaborar e aplicar medidas de reforço no domínio das didáticas específicas das dis-ciplinas;
e) Assegurar, de forma articulada com outras estruturas de orientação educativa do agrupamento, a adoção de metodologias específicas destinadas ao desenvolvi-mento quer dos planos de estudo quer das componentes de âmbito local do currí-culo;
f) Assegurar, no pré-escolar, de forma articulada com outras estruturas de orienta-ção educativa do agrupamento, a adoorienta-ção de metodologias específicas destinadas ao desenvolvimento da criança;
g) Assegurar a coordenação de procedimentos e formas de atuação no domínio da aplicação de estratégias de diferenciação pedagógica;
h) Assegurar a coordenação de procedimentos e formas de atuação no domínio da avaliação das aprendizagens;
i) Apresentar propostas para a definição de critérios de avaliação; j) Analisar os resultados escolares dos alunos;
k) Analisar a relação entre a avaliação interna e externa dos alunos;
l) Propor medidas destinadas a melhorar as aprendizagens e a prevenir a exclusão; m) Elaborar propostas curriculares diversificadas, em função da especificidade de
grupos de alunos;
n) Analisar e refletir sobre as práticas educativas e o seu contexto; o) Identificar necessidades de formação dos docentes;
p) Colaborar com o conselho pedagógico e o diretor na construção do projeto educa-tivo do agrupamento e na reformulação do regulamento interno;
REGULAMENTO INTERNO 2013/2017 27/101
q) Colaborar com o conselho pedagógico e o diretor na elaboração, implementação e avaliação do plano anual de atividades;
r) Emitir parecer sobre a distribuição do tempo resultante do indicador de eficácia educativa (EFI) designadamente em:
- disciplinas com menor sucesso escolar, quer através do mecanismo de aumento da carga curricular, quer através de estratégias de apoio; - regime de coadjuvação dentro da sala de aula;
- apoio a grupo de alunos, tanto no sentido de ultrapassar dificuldades de aprendizagem como de potenciar o desenvolvimento da mesma.
s) Sugerir formas de organização e gestão dos espaços e equipamentos;
t) Colaborar na inventariação do material didático afetado ao departamento e apre-sentar propostas de material a adquirir;
u) Definir, implementar e avaliar, no pré-escolar, formas de supervisão das atividades da componente de apoio à família (CAF);
v) Definir, implementar e avaliar, no 1º ciclo, formas de supervisão das atividades do serviço de apoio à família (SAF);
w) Definir, implementar e avaliar, no 1º ciclo, formas de supervisão das atividades de enriquecimento curricular (AEC).
2. O Departamento Curricular do 1º ciclo configura o conselho de docentes do 1º ciclo, designação recuperada pelo artigo 14.º do despacho-normativo nº24-A/2012, pelo que assume as competências aí definidas no âmbito da avaliação dos alunos.
Artigo 42.º - Competências dos coordenadores de departamento
1. Sem prejuízo das competências que lhe sejam cometidas por lei, ao coordenador do departamento curricular compete:
a) Apresentar a proposta do plano anual de trabalho do departamento;
b) Assegurar a implementação e avaliação do plano anual de trabalho do departa-mento;
c) Coordenar a prática científico-pedagógica dos docentes das disciplinas, áreas dis-ciplinares ou nível de ensino, consoante os casos;
d) Promover a troca de experiências e a cooperação entre os docentes que integram o departamento curricular;
e) Assegurar a coordenação das orientações curriculares e dos programas de estudo, promovendo a adequação dos seus objetivos e conteúdos à situação concreta do agrupamento de escolas;
f) Instituir mecanismos de articulação curricular horizontal e vertical, entre as disci-plinas do departamento e entre estas e outras;
g) Promover a articulação com outras estruturas ou serviços do agrupamento, com vista ao desenvolvimento de estratégias de diferenciação pedagógica;
h) Instituir mecanismos que visem a análise dos resultados dos alunos;
i) Propor ao conselho pedagógico a adoção de medidas destinadas a melhorar as aprendizagens dos alunos;
j) Cooperar na elaboração, desenvolvimento e avaliação dos instrumentos de auto-nomia do agrupamento de escolas;
k) Promover a realização de atividades de investigação, reflexão e de estudo, visando a melhoria da qualidade das práticas educativas;
l) Assegurar a atualização e arquivo de toda a documentação relativa ao departa-mento;
m) Assegurar a atualização do inventário do material didático afetado ao departa-mento;
n) Intervir no processo de avaliação de desempenho dos docentes dos grupos de re-crutamento do seu departamento:
I .Designar os avaliadores internos do seu departamento;
Ii .Coordenar e supervisionar o trabalho desenvolvido pelos avaliadores inter-nos;
iii. Avaliar os avaliadores internos do seu departamento. Artigo 43.º - Funcionamento dos departamentos curriculares
1. Os departamentos curriculares reúnem, ordinariamente, antes do início do ano letivo e pelo menos uma vez por período e, extraordinariamente, sempre que sejam convo-cados pelo respetivo coordenador, por sua iniciativa, a requerimento de um terço dos seus membros em efetividade de funções ou a requerimento da maioria absoluta dos coordenadores de áreas/grupos disciplinares/ano que integram o departamento, ou ainda, por indicação do diretor ou do conselho pedagógico.
2. O departamento pode reunir em plenário ou em comissão de trabalho constituída pe-los coordenadores das áreas/grupos disciplinares/ano.
3. Na medida do possível, as reuniões e respetivas ordens de trabalhos dos diversos de-partamentos são uniformizadas, devendo, para tal, os coordenadores de departamen-to concertar formas de atuação, após as reuniões do conselho pedagógico.
4. Os departamentos afins da escola secundária e da escola eb 2/3 podem reunir conjun-tamente por indicação do diretor, do conselho pedagógico, ou por indicação dos res-petivos coordenadores de departamento após autorização do diretor.
a) A reunião é convocada pelo diretor, conduzida pelos dois coordenadores e presi-dida pelo coordenador indicado pelo diretor.
CONSELHOS DE DISCIPLINA /ÁREAS DISCIPLINARES/ANO
Artigo 44.º - Conselhos de disciplina /áreas disciplinares/ano
1. Na dependência do departamento do 1º ciclo, funcionam os conselhos de ano: conse-lho do 1º ano, conseconse-lho do 2º ano, conseconse-lho do 3º ano e conseconse-lho do 4º ano.
2. Na dependência dos departamentos curriculares, funcionam os Conselhos de discipli-na/áreas disciplinares discriminados no artigo referente aos departamentos curricula-res.
Artigo 45.º - Composição
1. O conselho de disciplina é formado por todos os professores que lecionam a disciplina, no 2º ciclo ou no 3º ciclo.
REGULAMENTO INTERNO 2013/2017 29/101
2. O conselho de área disciplinar é formado por todos os professores do 3º ciclo e ensino secundário que lecionam as disciplinas integrantes da área disciplinar.
3. O conselho de ano, no 1º ciclo, é constituído por todos os professores titulares de turmas com alunos que frequentam esse ano de escolaridade.
Artigo 46.º - Coordenação
1. Os conselhos de disciplina/área disciplinar são coordenados por um professor desig-nado pelo diretor, depois de ouvir o coordedesig-nador de departamento.
2. O mandato dos coordenadores dos conselhos de disciplina/área disciplinar tem a du-ração de quatro anos letivos e termina com o mandato do diretor.
3. Os conselhos de ano são coordenados por um professor designado pelo diretor, depois de ouvir o coordenador de departamento.
4. O mandato dos coordenadores dos conselhos de ano tem a duração de um ano letivo. 5. Os coordenadores dos conselhos de disciplina/área disciplinar/ano podem ser
exone-rados a todo o tempo por despacho fundamentado do diretor.
Artigo 47.º - Competências
1. No âmbito da disciplina/área disciplinar/ano, compete aos conselhos de discipli-na/área disciplinar/ano:
a) Apresentar propostas para a elaboração do plano anual de atividades;
b) Implementar e avaliar as atividades e projetos previstos no plano anual de ativida-des;
c) Apresentar propostas para o plano de formação de docentes;
d) Apresentar propostas para a definição de critérios de avaliação dos alunos; e) Planificar as unidades didáticas e proceder a reajustes, sempre que necessário; f) Avaliar o grau de cumprimento da planificação didática e do programa;
g) Analisar e refletir sobre as práticas educativas e o seu contexto;
h) Coordenar procedimentos e formas de atuação no domínio da aplicação de estra-tégias de diferenciação pedagógica;
i) Coordenar procedimentos e formas de atuação no domínio da avaliação das aprendizagens;
j) Propor, implementar e avaliar medidas de apoio educativo; k) Analisar os resultados escolares dos alunos;
l) Apresentar propostas para a melhoria dos resultados escolares dos alunos; m) Analisar a relação entre a avaliação externa e a interna;
n) Colaborar na inventariação do material didático da disciplina e apresentar propos-tas de material a adquirir;
o) Apreciar, selecionar e propor os manuais escolares a adotar. 2. Compete ainda aos conselhos de ano:
a) Cooperar com os serviços de apoio educativo na gestão adequada de recursos e na adoção de medidas pedagógicas destinadas a melhorar as aprendizagens;