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AULAS / ATIVIDADES

No documento Agrupamento de Escolas da Maia (páginas 55-62)

Artigo 106º - Aspetos genéricos

1. Na educação pré-escolar, as atividades letivas desenvolvem-se das 9h às 12h e das 13h30min às 15h30min. Após o início das atividades, os pais e encarregados de educa- ção das crianças da educação pré-escolar devem entregar a criança a uma auxiliar que a conduzirá à respetiva sala.

2. No 1º ciclo, quando se verifique flexibilização de horário por forma a adaptá-lo às con- dições de realização das atividades curriculares e de enriquecimento curricular, as ati- vidades letivas poder-se-ão desenvolver das 9:00h às 12:00h e das 13h30m às 17h30m.

3. Na escola básica dos 2º e 3º ciclos de Gueifães, as atividades letivas desenvolvem-se no seguinte horário: turno da manhã – das 8h15min às 13h13min; turno da tarde – das 13h30min às 18h30min. Em cada um dos turnos, haverá dois intervalos, sendo, no tur- no da manhã, um de 18 e outro de 10 minutos e, no turno da tarde, um de 10 e outro de 17 minutos.

4. Na escola secundária da Maia, as atividades letivas desenvolvem-se no seguinte horá- rio: turno da manhã – das 8h25min às 13h20min; turno da tarde – das 13h35min às 18h30min. Haverá dois intervalos, sendo um de 15 e outro de 10 minutos, no turno da manhã, e um de 10 e outro de 15 minutos, no turno da tarde.

5. As aulas terão a duração prevista na legislação em vigor.

6. O início e fim de cada aula serão assinalados por um toque de campainha.

7. O professor é sempre o primeiro a entrar e o último a sair da sala de aula, exceto nos jardins de infância onde as crianças aguardam na sala, devidamente acompanhadas pelas auxiliares, a chegada das educadoras.

8. Nas escolas eb 2/3 e secundária, os alunos entram e saem da sala pela porta exterior, salvo nos dias de chuva em que poderão usar as portas interiores, depois de devida- mente autorizados pelo professor.

9. Os alunos só podem sair da sala quando autorizados pelo professor, depois de este ve- rificar que a sala se encontra limpa e arrumada.

10. Quando, no início da aula, o aluno verificar que o seu mobiliário está danificado, deve participar imediatamente ao professor ou ao funcionário, sob pena de poder vir a ser responsabilizado pelos danos causados.

11. Não é permitida a permanência dos alunos na sala de aula, durante os intervalos, sem a presença do professor.

12. Salvo por motivos excecionais, o professor não deverá abandonar a sala no decorrer da aula, sem que previamente tenha tomado todas as medidas necessárias à manu- tenção da ordem.

13. Salvo em casos especiais a analisar adrede, o professor não deve permitir a saída de alunos no decorrer da aula. Do mesmo modo, não concederá dispensa de aulas ou de parte delas.

REGULAMENTO INTERNO 2013/2017 55/101

14. Em caso de atraso ou ausência do professor, o aluno só pode abandonar o local da au- la depois de avisado pelo funcionário.

15. Qualquer atividade a realizar na escola carece de autorização prévia da direção, de- vendo esta ser preferencialmente informada com dez dias de antecedência.

Artigo 107º - Ocupação plena dos tempos escolares dos alunos

1. Na educação pré-escolar, em caso de ausência do educador por um período até cinco dias, as crianças, acompanhadas pelo assistente operacional, realizarão atividades su- pervisionadas por outro educador ou, não sendo possível, pelo coordenador do esta- belecimento.

2. Não sendo possível ocupar as crianças nos termos anteriormente estabelecidos, serão as mesmas distribuídas pelas outras salas do jardim de infância.

3. Nos 1º, 2º e 3º ciclos, sempre que se verifique a ausência de um professor, a sua subs- tituição é efetuada de acordo com as normas seguintes:

No 1º ciclo, preferencialmente pelo:

a) professor do grupo de recrutamento, professor de apoio educativo ou coordena- dor de estabelecimento (sem turma atribuída);

b) Caso seja impossível a substituição pelos elementos supracitados, os alunos são distribuídos, na medida do possível, pelas outras salas do estabelecimento de ensi- no.

Nos 2º e 3º ciclos, a ausência de um professor é colmatada de acordo com a seguinte ordem de prioridade:

a) permuta entre docentes do mesmo conselho de turma;

b) permuta/substituição entre docentes do mesmo grupo de recrutamento.

4. O docente que assegure a ocupação dos alunos deve registar, no sumário, as ativida- des realizadas e as faltas dos alunos.

5. As atividades curriculares e de enriquecimento são de caráter obrigatório para todos os alunos.

Artigo 108º - Aulas de apoio

1. As aulas de apoio visam colmatar dificuldades manifestadas pelos alunos durante o processo de aprendizagem.

2. Compete ao professor titular de turma ou ao conselho de turma, por proposta do pro- fessor da disciplina, indicar os alunos que precisam de apoio.

3. No 1º ciclo, estas aulas são lecionadas por docentes de apoio educativo ou pelo pro- fessor titular de turma preferencialmente durante o tempo da área não disciplinar de estudo acompanhado e apoio ao estudo.

4. Nos 2º e 3º ciclos, as aulas de apoio deverão ser lecionadas prioritariamente:

a) pelo docente que leciona a disciplina ao aluno, no tempo que lhe é destinado para atividades de apoio educativo e de enriquecimento e complemento curricular;

b) por um docente devidamente habilitado para lecionar a disciplina com insuficiência de tempos letivos;

c) por outros docentes devidamente habilitados para lecionar a disciplina.

5. As aulas de apoio educativo deverão ser atribuídas de acordo com as seguintes priori- dades:

a) alunos com necessidades educativas especiais;

b) alunos cuja língua materna não é a portuguesa e com menor nível de proficiência na língua portuguesa;

c) alunos com plano de acompanhamento pedagógico individual (PAPI) em que se re- comende apoio a Português e/ou a Matemática;

d) outros alunos.

6. Os alunos que, durante as aulas curriculares, manifestem comportamentos perturba- dores do seu normal funcionamento ou que reiteradamente demonstrem desinteresse pela aprendizagem ou falta de empenho na realização dos trabalhos não deverão ser propostos para as aulas de apoio educativo ou de recuperação.

7. Serão excluídos das aulas de apoio os alunos que: a) faltem injustificadamente a mais de três aulas; b) perturbem o seu normal funcionamento;

c) manifestem desinteresse pelas atividades que lhes são propostas.

8. Compete ao professor titular de turma ou ao professor da disciplina comunicar ao en- carregado de educação a data do início e o horário do apoio, bem como a eventual ex- clusão do apoio e os motivos que a fundamentam.

9. A exclusão referida no número anterior, sendo decidida pelo professor da disciplina, deve ser comunicada previamente ao diretor de turma.

10. No ensino secundário, os alunos deverão ser responsabilizados pela superação das su- as dificuldades e, de uma forma mais autónoma, procurar o professor da disciplina sempre que dele precisarem. Os alunos deverão recorrer à sala de estudo, onde en- contrarão ajuda sempre que entenderem oportuno.

Artigo 109º - Aulas de Educação Física

1. As aulas de educação física desenvolvem-se, em regra, nos espaços desportivos. 2. Os alunos devem levar para a aula o equipamento que lhes for indicado, transportan-

do-o num saco apropriado.

3. Para entrar nos recintos desportivos fechados é obrigatório o uso de sapatilhas bem limpas.

4. A entrada nos recintos desportivos fechados deve ser feita ordeiramente.

5. Os alunos só podem entrar nos recintos desportivos acompanhados pelo respetivo professor.

6. Qualquer equipamento desportivo do pavilhão não pode ser utilizado sem autorização do professor.

7. Durante a aula, o aluno autorizado a sair ou a entrar no espaço em que ela decorre de- ve fazê-lo sem perturbar as aulas que decorram nos outros espaços.

REGULAMENTO INTERNO 2013/2017 57/101

8. Nas aulas, os alunos devem colaborar com o professor na preparação e arrumação do material e equipamento utilizados.

9. Os alunos devem tomar banho no final de cada aula.

10. Nos vestiários, os alunos devem respeitar os lugares dos colegas e não podem mexer nos objetos pessoais de outros.

11. Nos balneários, os alunos devem aguardar a sua vez para tomar banho, tendo o maior cuidado com os equipamentos e utensílios. Devem conservar as instalações em bom estado e em boas condições de higiene e limpeza. Devem fechar bem as torneiras de- pois do banho.

12. No início da aula, na escola eb 2/3 e na escola secundária, os objetos de valor devem ser recolhidos no saco dos valores por um aluno da turma mandatado para o efeito, de preferência um dos seus representantes. Só este aluno poderá, no final da aula, levan- tar o saco de valores e distribuir os objetos que nele se encontram.

13. Não poderá ser imputada ao agrupamento qualquer responsabilidade pelo desapare- cimento de bens dos alunos ou pelos danos que naqueles possam ser causados. 14. Os alunos que, por razões clínicas devidamente atestadas, sejam dispensados da parte

prática da disciplina de educação física devem, como os outros alunos, trazer sapati- lhas, bem limpas, para a aula.

Artigo 110º - Aulas nas salas de informática / sala TIC

1. As salas de informática da escola secundária da Maia e sala das tecnologias de infor- mação e comunicação (TIC), na eb2/3, destinam-se, prioritariamente, às disciplinas que necessitem de recursos informáticos.

2. Para além das aulas referidas no número anterior, podem também realizar-se outras, caso haja disponibilidade de salas.

3. Os alunos só podem utilizar o computador que lhe tenha sido indicado pelo professor. 4. O regulamento das salas de informática encontra-se afixado e deve ser rigorosamente

cumprido.

5. Os danos causados por incumprimento das normas regulamentares serão da respon- sabilidade do infrator, que terá de suportar todos os custos das reparações a efetuar.

Artigo 111º - Aulas no laboratório de Informática

1. No laboratório de informática da escola eb1/JI de Gueifães e centro escolar Guei- fães/Vermoim desenvolvem-se as atividades de enriquecimento curricular de informá- tica e atividades no âmbito de desenvolvimento das competências em TIC.

2. Anualmente será definido e afixado o horário de ocupação do laboratório, de acordo com o número anterior.

Artigo112º - Aulas no exterior

1. Consideram-se aulas no exterior aquelas que se realizam fora dos espaços previamen- te definidos, mas no interior do recinto escolar.

2. A realização de aulas no exterior deve ser solicitada antecipadamente ao diretor ou ao coordenador de estabelecimento, no caso das eb1/JI.

3. A realização das aulas no exterior não pode perturbar o funcionamento das outras au- las ou atividades.

4. A participação dos alunos nestas aulas não carece de comunicação ao encarregado de educação nem da sua autorização.

ATIVIDADES

Artigo 113º - Visitas de estudo

1. As visitas de estudo são atividades com objetivos pedagógicos bem definidos, equipa- radas a aulas, realizadas fora do espaço físico da escola e que decorrem do plano de atividades do agrupamento ou planos de atividades das turmas.

2. As visitas de estudo, sendo atividades curriculares, deverão ser programadas no início do ano letivo e integradas no plano anual de atividades do agrupamento e nos proje- tos das turmas.

3. A realização de visitas de estudo não previstas no plano anual de atividades ou nos projetos de turma carece de aprovação do diretor.

4. As visitas de estudo são obrigatórias para todas as crianças e alunos envolvidos na ati- vidade, exceto se, expressamente, não for concedida autorização pelo encarregado de educação, nos termos dos n.ºs 7 e 10.

5. A participação da criança ou aluno na visita de estudo carece de autorização do encar- regado de educação.

6. As visitas de estudo serão comunicadas ao encarregado de educação, pelo educa- dor/professor titular de turma/ diretor de turma ou pelo professor da disciplina orga- nizadora com, pelo menos, cinco dias úteis de antecedência.

7. A comunicação é feita em modelo próprio, cujo destacável, que funciona como com- provativo de tomada de conhecimento e autorização (ou não), deve ser devolvido no prazo máximo de dois dias ao educador/professor titular de turma/diretor de turma ou ao professor, consoante o caso.

8. Poderá ser solicitada ao encarregado de educação comparticipação financeira para a realização da visita de estudo.

9. A comparticipação referida no número anterior, quando destinada a transporte, não será devolvida no caso da criança/aluno não comparecer.

10. O encarregado de educação que não autorize o seu educando a participar na visita de estudo deverá mencionar, no modelo anteriormente referido, quais as razões da sua decisão.

11. As crianças ou os alunos que revelem comportamentos suscetíveis de prejudicar os objetivos da visita de estudo ou de causar perturbação durante a mesma podem ser impedidos de participar na atividade pelo diretor, por sua iniciativa, ou mediante pro- posta do educador/professor titular da turma/diretor de turma ou do professor da dis- ciplina.

REGULAMENTO INTERNO 2013/2017 59/101

12. Durante as visitas de estudo, as crianças/alunos devem cumprir as regras estabelecidas e as orientações dadas pelos educadores/professores ou pelos responsáveis do local da visita.

13. Os professores acompanhantes são responsáveis pela verificação e cumprimento das normas de segurança legalmente estipuladas, designadamente as que se referem ao transporte de crianças/alunos e ao atravessamento da via pública.

14. O aluno subsidiado que falte a uma visita de estudo, devidamente autorizada pelo res- petivo encarregado de educação, e que não justifique comprovadamente essa falta, deve pagar o respetivo custo na sua totalidade.

Artigo 114º - Atividades de enriquecimento curricular

1. As atividades de enriquecimento curricular são atividades de natureza lúdica, cultural e formativa.

2. Devem ser pedagogicamente ricas e complementares da aquisição de competências básicas, consonantes com os objetivos definidos no projeto educativo do agrupamen- to, devendo constar do respetivo plano de atividades.

3. Os horários das atividades de enriquecimento curricular são definidos anualmente e divulgados aos encarregados de educação no início do ano letivo.

4. As atividades de enriquecimento curricular são de inscrição facultativa. 5. Estas atividades estão cobertas pelo seguro escolar.

Artigo 115º - Atividades de enriquecimento curricular no 1º Ciclo (AEC)

1. As atividades de enriquecimento curricular, no 1º ciclo do ensino básico, visam garan- tir que os tempos de permanência dos alunos na escola, para além das atividades leti- vas, são pedagogicamente ricos e complementares das aprendizagens associadas à aquisição das competências básicas.

2. O tipo de oferta de atividades de enriquecimento curricular é definido entre a Câmara Municipal da Maia, na qualidade de entidade promotora, o diretor do agrupamento e as associações de pais, mediante a celebração de um acordo de colaboração, devendo incluir, entre outras, o apoio ao estudo e o ensino do inglês.

3. A entidade promotora, Câmara Municipal da Maia, é a responsável pela atividade dos técnicos necessários para a realização das atividades.

4. A planificação das atividades deve envolver obrigatoriamente os professores titulares de turma, mobilizando-se os recursos humanos, técnico-pedagógicos e de espaços, existentes no conjunto de escolas do agrupamento.

5. Compete aos professores titulares de turma assegurar a supervisão pedagógica das AEC, tendo em vista garantir a qualidade das atividades, bem como a articulação com as atividades curriculares.

6. A planificação das atividades de enriquecimento curricular no 1º ciclo do ensino básico deve ser comunicada aos encarregados de educação no início do ano letivo.

7. A atividade de apoio ao estudo é assegurada pelo professor titular de turma, exceto no caso dos docentes que desempenhem cargos que ocupem a componente não letiva do seu horário.

8. As atividades de apoio ao estudo, quando não sejam realizadas pelo professor titular de turma, são asseguradas por um docente de apoio educativo.

Artigo 116º - Atividades nos 2º, 3º ciclos e secundário

As atividades de enriquecimento curricular, nos 2º e 3º ciclos e ensino secundário são defini- das anualmente, podendo desenvolver-se sob a forma de clubes ou atividades.

Artigo 117º - Clubes/Atividades

1. A implementação de clubes e outras atividades não curriculares tem como objetivo a formação integral e a realização pessoal do aluno, estando em conformidade com os recursos da escola e as linhas orientadoras do projeto educativo.

2. Os clubes/ atividades serão definidos anualmente, sob proposta de professores, indi- vidualmente ou em grupo, a apresentar ao diretor, no final de cada ano letivo.

3. Na proposta referida no número anterior, devem os proponentes indicar os objetivos, as atividades a desenvolver, os recursos necessários, o número previsível de alunos, o orçamento estimado e, se possível, o horário de funcionamento.

4. Compete ao diretor decidir sobre a criação ou manutenção dos clubes, tendo em conta os recursos disponíveis e o parecer do conselho pedagógico.

5. O professor responsável pelo clube deverá apresentar ao coordenador das atividades não curriculares, no final de cada período letivo, um relatório da atividade desenvolvi- da.

ATIVIDADES DE APOIO À FAMÍLIA

Artigo 118º - Aspetos Gerais

1. As atividades de apoio à família, na educação pré-escolar e no 1º ciclo, traduzem-se na prestação de um conjunto de serviços para além da componente educativa, que visam adaptar os tempos de permanência dos alunos na escola às necessidades das famílias. 2. As atividades de apoio à família são:

a) na educação pré escolar, a Componente de Apoio à Família (CAF) constituída pelos serviços de acolhimento, refeições, prolongamento e ainda pelos períodos de inter- rupção das atividades educativas;

b) no 1º ciclo, o Serviço de Apoio à Família (SAF), constituído pelos serviços de acolhi- mento, refeições, prolongamento de horário e ainda pelos períodos de interrupção das atividades letivas.

3. De modo a usufruir dos serviços da CAF e do SAF, com exceção da refeição escolar, as famílias obrigam-se a demonstrar e a justificar a sua necessidade de acordo com os normativos aprovados pela Câmara Municipal.

4. A supervisão da CAF e do SAF é, respetivamente, da responsabilidade dos educadores responsáveis pelo grupo e professores titulares de turma.

5. Compete ao município assegurar a afetação de animadores socioculturais/professores das AEC e pessoal não docente necessários à realização da CAF e do SAF.

6. A frequência das Atividades de apoio à família (CAF e SAF) só é válida mediante inscri- ção, sendo a renovação anual de carácter obrigatório.

REGULAMENTO INTERNO 2013/2017 61/101

7. O custo da CAF e do SAF é comparticipado pela família, de acordo com as suas condi- ções socioeconómicas e segundo normas aprovadas pela Câmara Municipal.

Artigo 119º - Funcionamento

1. Durante os períodos letivos o horário de funcionamento das componentes de acolhi- mento e de prolongamento da CAF e do SAF são os seguintes:

a) Acolhimento - das 7h30min às 9h b) Prolongamento - das 17h30min às 19h.

2. Nas interrupções letivas e no mês de julho, a CAF e o SAF funcionam das 7h30min às 19h, incluindo o período da refeição.

3. O horário definido nos números anteriores pode ser alterado por motivos fundamen- tados.

4. Compete aos educadores titulares de grupo (na educação pré escolar) e professores ti- tulares de turma (no caso do 1º ciclo) zelar pela supervisão pedagógica e acompanha- mento da execução das atividades da CAF e do SAF, a qual contempla os seguintes as- petos:

a) Programação das atividades;

b) Acompanhamento das atividades através de reuniões com os respetivos dinamizado- res;

c) Avaliação da sua realização;

d) Reuniões com os encarregados de educação;

5. As regras de funcionamento das atividades da CAF e do SAF serão definidas anualmen- te, de acordo com a planificação efetuada e os recursos disponíveis em cada estabele- cimento.

6. As regras referidas no número anterior devem ser comunicadas aos encarregados de educação, que ficam obrigados ao seu cumprimento.

No documento Agrupamento de Escolas da Maia (páginas 55-62)

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