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Relatório do Estágio Supervisionado de Supervisão Escolar.

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Academic year: 2021

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(1)

ADE

D

[ FORM ACAO DE FROFES

RTAMENTO DE EDUCACAO ^ B T V

A M P U S V - C A J A Z E

^

l a f o r i o d a s

j d a s n o e n s i n o d e : j °

H A B I L I T

sen v o l *

P

E

R t 0 110*6

cencei pMsihili$a$es, Irase-la,

wtaamaqao o po~lcts concreta mume em p.rauca

> ae future na meo pLe^^^^^c^esponoes' M f ) A § para fcva ae ms

R 0 L L 0

M A V

E S T A R I i# T £ f ^ ^

(2)

U n i v e r s i d a & e P e d e r a l da F a r a f b a Centre de Formaeao d^ P r o f e s e o r e s Campus 7

Departamento de ^ducacao e l e t r a s Cure o: Pe da^o £ia

H a b i l i t a g a o : J u p e r v i s a o •ecolar C r i e n t a d o r a e : I£aria S i l v a n y P i n t o

M a r i a I l b a n i s a Cones . I s t a ^ i a r i a : Anamaria A l v e s de Q u e i r o c a

Campc de P s t a ^ l o : .-.'ceo l a de 12 Grau " P r a n c i . C a r l o s de T a s c o n c e l o s "

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HATJfilC A ESUS "Senhor, t u t a n a s i d o nosso r e f a ^ i o de £sra ao em geragao. A t i e l e v o a minha alma. D a r - t e - e i f r a c a s , senhor, Peus meu, de todo c o r a g a o , e ^ l o r i f i c a r e i p a r a sempre o t e u nome. P o l e t u I s _ra:-:de e apenas m a r a v i l h a s . So t u es Deus!" Salmos

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U L'DICATCfelA

Dedico a minha mae, a metis i r m a o o e a to&os que d i r e t o ou i n d i r e -amente me a j u d a r a m no i t i n e r a r i o de mens e s t u d o s , com a c e r t e s a de ne HOJE t o d o e e s t a r i a m testemunhando mais esoa v i t o r i a na minha v i d a .

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POfflA

E tempo de i r .

C u l t i v a r no t e u c o r a g a o , uma eangao de amor,

que embriague t e u s i n s t i n t o s t e dando nova emogao.

S tempo de r e e o n h e c e r a a l v o r a d a ,

e s t e n d e r t u a s maos p a r a pessoas abandonadas.

t tempo de e e r r a r a~ c o r r e n t e s

que t e mantem preso a e e t e mundo de f a n t a s i a s e a l u a i n a g o e s .

J5 tempo de e n t e n d e r t u a v i d a

que comecou com o £rito da t u a mae.

E tempo de d e s e n v o l v e r e s t a s e n s i b i l i d a d e que t e e p e c u l i a r . 3 tempo de s o c o r r e r , de l a n g a r t e u g r i t o en f a v o r doe o p r i m i d o s . 5 tempo de o l h a r e s t r e l a s , de r e f l e t i r ! ]£ tempo de v e r que e s t i s t e urn p o e t a d e n t r o de voce.

6 tempo de v e r que a g l o r i a dos homens e s t a na pas, na harmonia e n t r e os seus.

E tempo de desarmar as c r i a n g a s ,

e nae ou:.s maos colocarmos una f l o r . i -Tempo.

P o i s . . . se nae t e lembras do tempo, "3ntao es m u i t o esquecido

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I - Intro&ue.ao I I - D e s e n v o l v i m e n t o I I I - Conelusao 17- Anexos A- A n a l i s e da Observa$ao em e a l a de a u l a 3- Pianos de A u l a Z- l e c n i c a e e ou r e c u r e o e d i d a t i c o s

(7)

i:"T?x-::acSo

C E s t a g i o 3 u p e r v i s i o n a d o de 3 u p e r v i s a o E s e o l a r , a u x i l i a ao f u t u -r o p -r o f e s s i o n a l no desempenho do s e u t -r a b a l h o , p o i s e d e s t e , que i remos p o r eni p r a t i e a t o d c s cs oonhecimentos a d q u i r i d o s d u r a n t e o c u r -so.

Terminado o E s t a g i o de -^edacogia , H a b i l i t a c a o em 3 u p e r v i s ~ o £e-c o l a r , iremos a g o r a r e l a t a r t o d a s as a t i v i d a d e s r e a l i z a d a s na f a s e 1 de observagao, atuagao como p r o f e s s o r a e como s u p e r v i s o r a na 'Lscola de 12 G-rau F r a n c i s c o C a r l o s de Vasconeelos.

Bste e d u c a n d a r i o que nos acfolheu com boa r e c e p t i v i d a d e p a r a a ' r e a l i s a g a o de noe .as a t i v i d a d e s . ITao nos s e r v i r a m apenas co:..o i n s t r u mento de observagao mas com t o d o r e s p e i t o e d i g n i d a d e de quern busca-v a e s p e r i e n c i a s p a r a o f o r t a l e c i m e n t o da nos a formaeao p r o f i s s i o n a l como tambem, d a r uma c o n t r i b u i c a o p a r a a "ISscola " no s e n t i d o de p r o mover a t i v i d a es que v i e s s e m d e s p e r t a r renovagao, dinamismo p a r a e

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.: . nillT-jIjTOEgTO

Comegamos o e s t a g i o coin a f a c e de o b s e r v a c a o , n Us c o l a de I f i Crau F r a n c i s c o C a r l o s de V a s c o n e e l o s , l o c a l i z a d a no b a i n o da E s t a -gao - Sousa - Pb, novamente fomos ben; r e c e b i d a s o que nos f a c i l i t o u1 f a z e r mm observacao espontanea.

C p r e d i o Sseola e p r o p r i o e o g r a t i de cdnservaeao da mesma e r e s u a v e l , una vez que as c l a s s e s sac pequenas e e s c u r a s sen d a r c o n d i -goes de n e l a p e n e t r a r l a s s o l a r e a r , f i c a n d o a s s i m d e s c o n f o r t a v e i s ; sao ao tedo q u a t r o ( 0 4 ) s a l a s de a u l a que sao ocupadas nos d o i s t u r -nos. Kao o f e r e e e s a l a de e s t u d o , quadra de e s p o r t e s , nem p a t i c

que o c a s i o n a i n q u i e t a ^ a o e f a d i g a nos a l u n o s .

Quanto a c a r g a h o r a r i a e de q u a t r o ( 0 1 ) h o r a s d i a r i a s da se~unda a s e x t a - f e i r a .

No g e r a l s e n t i m o s os f u n c i o n a r i o s , p r o f e s .ores e d i r e t o r a ben e n t r o s a d o s , o que p r o p o r c i o n a boas c o n d i g o e s no d i a - a - d i a da E s c o l a .

Para n o s , f o i g r a t i f i c a n t e a t u a r na s a l a de a u l a que observance pudemos t r a b a l h a r e arjudar aos a l u n o s que n e c e s s i t a v a m de m a i o r a s -s i -s t e n c i a p a r a m e l h o r a r a aprendizagem.

As m a i o r e s d i f i c u l d a d e s que encontramos f o r a m : l e i t u r a , i n t e r -p r e t a g a o e o-peragoes, u t i l i z a m o s maneiras c l a r a s e o b r j e t i v a s de ex-p l i c a r com a f i n a l i d a d e de a t e n d e r as n e c e s s i d a d e s de cada u n .

Criamos o m u r a l , que s e r v i u como ponto p r i m o r d i a l p a r a deeper -t a r i n -t e r e s s e e compromisso nos a l u n o s a f a z e r e m suae a -t i v i d a d e s com m a i o r i n t u z i a m o s e dedicagao• Kb a u r a l colocamos as redagoes, dese -nhos e d i t a d o s mais o r ^ n i z a d o s e c r i a t i v o s .

Comemoramos o d i a das c r i a n g a s com anirnagao e a l e g r i a , f o i uma f e s t i n h a d i v e r t i d a , a c o n t e c e u no p r e d i o da m a g o n a r i a , onde houve c a n t i c e s , p o e s i a s , dangas e d e s f i l e de q u a t r o a l u n a s r e p r e s e n t a n d o as q u a t r o estagoes do ano. 3m s e g u i d a f e i s e r / i d o urn l a n c h e a t o d e s os p r e s e n t e s . Confeccionamos a l g u n s c a r t a z e s que s e r V i r a m de i n c e n t i v o ' e oraamentagao do p r e d i o .

Como p r o f e s e r a , podemos v e r e s e n t i r que a nossa educagao d e i -xa m u i t o a d e s e j a r , p e l a na e l a b o r a g a o dos l i v r o s - t e x t c s , f a l t a de

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m a t e r i a l d i d a t i c o , f a l t a de entegragao da f a m e l i a com a e s c c l a , expo-s i g a o de f a t e expo-s r e a i expo-s de cada um. H p r <eieo que cade, edacador p a r a e verja que a nossa educacao -eve s e r s e t r u t u r a d a de maneira que a t e n d a ' as n e c e s s i d a d e s dos a l u n o s s m o s t r e as r e a l i d a d e s de eaua um.

Quando estavamos na f a s e de atuaeao como p r o f e s s o r a vimos que cs a l u n o s t i n h a m d i f i c u l d a d e s q u a n t o a e s c r e v e r p a l a v . a s d i f e c e e s ; entae nos resolvemos f a s e r um c a d e m o de o r t o g r a f i a , onde e l e s e s c r e v i a m pa l a v r a c desconhecidas e procuravam no d i c i o s a r i o o s i ^ i i f i c a d o das nes mas.

Pizemos a r e u n i a o com os p r o f e s s o r e s , onde e x p l i e a m o s p a r a e l e s como s e r i a a. noe~a p r o p o s t a de t r a b a l h o na moments de atuagao como su p e r v i s o r a , f a l a m o s da a t u a l educacao, o compromisso de p r o f e s s o r , en-f i n , en-f o i m u i t o bom.

Procuramos sempre o r i e n t a r os p r o f e s s o r e s a t r a v e s de s e x t o s a me U i o r compreenderem os o b j e t i v o e r e a i s da educagao, os proclemas s ne-c e s s i d a d e s das ne-c r i a e i e a s , promover o a p e r f eigoame._to p r o f e s s i o n a l da e s c o l a e suas a t i v i d a d e s , e s t i m u l a n d o o d e s e n v o l v i m e n t o dos p r o f e s s o r e s em e x e r c e c i o , a d i a g n o e t i e a r as d i f i c u l d a d e s dos a l u n o s na a p r e n -dizagem com p o s - e v e i e e o l u . o e s .

Elaboramos tambem a c a i x a de l e i t u r a , f i x a s e g r a v u r a s , que po -dem s e r usados da s e q u i n t o n a n e i r a : umdia p o r semana o p r o f e s s o r l e v a as c a i x a s , as f i x a s e as g r a v u r a s p a r a a s a l a de a u l a , d i s t r i b u i os l i v r o s e t r a b a l h a com o b j e t i v i d a d e e e l a r e z a p a r a a d q u i r i r um bom a-p e r f e i g o a m e n t o na l e i t u r a .

Montamos o organograma com t o d o s os r e q . s l z i bos e x i s t e n t e s na es-c o l a .

Trabalhamos i n c a n s a v e l m e n t e p a r a t e n t a r amenisa^r os problemao em l e i t u r a , l e v a n d o metcdos que f a v o r e c e s s e m uma boa p a r t i c i p a g a o dos a-l u n o s p a r a s u r g i m e n t o de uma boa aprendizagem.

Apes a l g u n s trabeJJios r e a l i z a d o s v e r i f i e a m o s que a a p r e n d i z a g e m1 m e l l i o r o u b a s t a n t e , os a l u n o s se m o s t r a r a m bem i n t e r e s s e d o s , as p r o f e s s o r a s se empenharam m u i t o , c o n t r i b u i n d e a s s i m , p a r a a aprendizagem da turma. P.speramos ^ue e ~ t e t r a b a l A o nao pare e s i m p r o - — i g a , com as a r mas do o t i m i s m o , da coragem, da f r a t e r n i d a d e .

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S e n t i m o - n o s g r a t i f i c a d a s com o b r a b a l h o desempenha&o n a p r i m e i r a f a s e . A. e x p e r i e n c i a a d q u i r i d a f o i p a r a n o s muito i m p o r t a n t e e p o r d c -m a i s p r o v e i t o s a , a p e e a r do te-mpo (Iter s i d e i n s u f i c i e n t e , pore-m s e r v i u '

como ponto de p a r t i d a p a r a a i n o v a e a o da educagao p r o p r l a m e n t e d i t a , f a z e n d o n o s c r e r em uma n o v a E s c o l a , a e s c o l a eentre.de. n a s n e c e s s i d a -d e s -do a l u n o , on-de t o -d o s r e a l i z e m um t r a b a l h o -de c o n s c i e n t i s a g a o , que nao n o s deixemos l e v a r p e l o desanimo e s i n , p e l o e s p i r i t o de l a t a em b u s c a de uma e d u c a c a o l i b e r t a d o r a e c o n s c i e n t i z a d o r a .

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COITOLUsAC

Consideramos v a l i d o o E s t a g i o , p o i s a t r a v e s d e s t e t i v e m o s uma a-mostragem da d i n a m i c a de S u p e r v i s a o E s c o l a r , adqu.irin.do c o n f i a n g a

pa-r a um bom desempenho no nos so t pa-r a b a l h o como p pa-r o f i e s i o n a i e .

Quanto a o r i e n t a g a o p a r a o B s t a g i o , podemos d i s e r que ::ao f o i dee n e l h o r e s , d e v i d o a e x i s t e n c i a da grave que v e i o d i s t a n c i a r e s t a g i a r i -ae e o r i e n t a d o r a e do r e f e r i d o e s t a g i o , m-ae apesa... de t u d o nao nos d a i xamos v e n e e r p e l o desanimo e proeuramos r e a l i s a r um t r a b a l h o de a c o r -do com ae noeeae p o e e i b i l i d a d e s .

Contamos c o n o a p o i o t o t a l da S s c o l a p a r a observagao e desempenho de ncesas t a r e f a s , c u j a a e e i t a g a o m u i t o nos e n r i q u e c e u em termos do e x p e r i e n c i a s p r o f i s s i o n a i s e r e l a c i o n a m e n t o humane.

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(13)

P I T T A E E O:J.: A 7 A:: l 0 _ I M A 2A' ' - - ' - A

1 - Plane rj amen t o da a u l a :

Cs p i a n o s de a u l a sao f l e x r v e i s , podendo s e r m o d i f i e a d o s de a c o r -dc c o n as n e c e s s i d a d e s dos a l u n o s , f a c i l i t a n d o a s s i m , um bom desempenho p a r a s u g i r m e n t o de um t r a b a l h o v o l t a d o p a r a o humano, c o n s c i e n t i

-z a d o r e p a r a a bos. qualadade de apredi-zagem dos a l u n o s •

2- Besempenho do p r o f e s s o r no d o m i n i o do conteudo t r a b a l h a d o :

0 p r o f e s s o r tern um bon d o m i n i o en t r a n s m i t i r aos a l u n o s o que de-s e j a , e um p r o f e de-s de-s o r de-s e g u r o , c o m p r o m i t i d o e c o n de-s c i e n c e do que deve fa., z e r p a r a a j u d a r as c r i a n g a s que p r e c i s a m de urns m e l h o r educacao.

3- Relac ionamento p r o f e s s o r - a l u n o :

l a um bom n i v e l de e n v o l v i m e n t o e n t r e p r o f e s s o r e a l u n o , em sua' t o t a l i d a d e ha compreensao e r e s p e i t o mutuo, o que f a c i l i t a m u i t o t o d o o processo e d u c a t i v e

4- P a r t i c i p a g a o do a l u n o d u r a n t e a a u l a :

Sentimos que a i n d a tern a l u n o s que f i c a n com medo de p e r g u n t a r , ef

f a l a r d u r a n t e a a u l a , achando que o p r o f e s s o r e o c h e f e m a i o r . A m a i o r i a q u e s t i o n a debate e o p i n a com f a c i l i d e . d e . S* boa a p a r t i c i p a

-gao dos a l u n o s d u r a n t e a a u l a .

5- M e t o d o l o g i a u t i l i z a d a p e l o p r o f e s s o r :

A m e t o d o l o g i a usada p e l o p r o f e s s o r e r a e l a r a e o b g e t i v a , f a c i l i

-tando um bom desempenho" p a r a a aprendizagem dos a l u n o s .

Eao a c o n t e c i a uma a u l a mais m o t i v a d a d e v i d o a i n e x i s t e n c i a de ma-t e r i a l d i d a ma-t i c o .

6- . S x i s t e n c i a e uso do l i v r o - t e x t o :

0 l i v r o - t e x t o e adotado e usado em p r i m e i r a mao nao gostamos da m a n e i r a que e l e e a t i l i z a d o d e v i d o a f a l t a de r e f l e x a o e c o n s c i e n t i z a

(14)

7- E x i s t e n c i a de a l u n o s p r o b l e m a t i c o s em s a l a de a u l a :

sao e x i s t e a l u n o s p r o b l e m a t i c os , tern a l u n o s com d e f i c i e n c i a s ma aprendizagem, d e v i d o a ma a l i m e n t a g a o e f a l i a de ass i s t e n c i a em casa.

3- "Tivel de aprendizagem dos a l u n o s :

C n a v e l de aprendizagem dos a l u n o s e bom, p e l o l u c e n t i v o e com -promisso do p r o f e s s o r .

9- Preocupaeao em a v a l i a r a aprendizagem dos a l u n o s :

Os a l u n o s sao a v a l i a d o s a t r a v e s do proeesso c o n t i n u e , p e l a p a r t i c i p a g a o , compromisso, o r g a n i z a e a o e aprendizagem.

(15)

np - 1*3 i n o<r

0BJBT1Y0S

i " 1 '

» —, .

j OTODOLOOIA j AVALIAjSO 1 . I d e n t i f i c a r s u b s t a n t i v o s c omum, . S u b s t a n t i v o s. | . Tixposic-ao o r a l sobre

f —

. ,

1 . S x e r c i c i o o r a l . p r o p r i o , a b s t r a t o , c o l e t i v o , p r i _ m i t i v o , d e r i v a d o , s i m p l e s e eom-p o s t c . I - P r o p r i o i —CJomum - P r i m i t i v e 1 I o a s s u n t o . i • U t i l i z a c a o do quadro de g i n . 1 .Perguatas o r a i s . i , • E x e r c i e i o e s c r i t o . .Empregar noxr.es p r o p r i o s e co - - D e r i v a d o mans em f r a s e s . - A b s t r a t o -Simples

1

.Peeonheeer nomes que i n d i c a n

-Oomposto c o l e g a o .

. I d e n t i f i c a r que os nomes v a r i a m • Genero, numero e eA «*u •Elaboraeao de f r a s e s • E x e r c i e i o o r a l . | em gene r o , numero e g r a u . do s s u b s t a n t i v o s. .Gravuras, apre s e n t a n do g e n e r o , numero e g r a u do s u b s t a n t i v o . i i | 1

!

.Prabalho em grupo. |

;

• I d e n t i f i c a r p a l a v r a s que i n d i -• . A d j e t i v o s 1 !

• Expos i 9 a o o r a l

— I

j

. x e r c i c i o o r a l . j cam q u a l i d a d e ou e^tado dos s e

-r e s . • " J t i l i z a r p a l a v r a s que expressao q u a l i d a d e s . I i - P r i m i t i v e -Perivo.de -Simples -Oomposto .Quadro de g i s . . S s e r i t a e . l e i t u r a do as ;j u n t o . j | i

1

j . P e r g u t i t a s i n d i d i - j d u a l s . i

!

. Exe r c i c i o e sc r i t o . I 1 I . I d e n t i f i c a r as p a l a v r a s do g r a u » i . O-enoro, numero e g r a u i >

f

T

• Texto mimeografado 1

1

i t I \ dos a d . j e t i v o s a t r a v e s de t e x t o s .

- t

g r a u i >

f

T

e x p l o r a n d o o a s s u n t o . 1 j 1 \

(16)

C3JAII7C3 nr> TT'n •i'T7Y*- ECHOIC 0-1.1 &v i TiT is r ' n

. L e r FAZENDO a PONTUAGAO c o r r e t a . j .LEITURAG.

! ~0 p a s s a r o , o r e l o g i o • D e s p e r t a r o senso e r i t i e o . j

•Comparer cads t e x t o cam a sua 1 j r e a l i d a d e . e o e s p e l h o . - D e s t i n o s . ~ S i m p l i c i d a . d e , F e l i c i dade. i . L e i t u r a s i l e n c i o s a . I 1 T H I . L e i t u r a o r a l que8 -I t i o n a n d o o a s s u n t o 1 t r a b a l h a d o .

•Cartazes com deee -nno. 1 .Conversa i n f o r m a l . I . l e i t u r a o r a l . .Dramat iza„ao. . A u t o m a t i z a r a e s c r i t a das p a l a v r a e e s i n a i s de pontuacao t r a n s -mi t i d e s o r a i m e n t s . • ."Ditados. ~ D i t a d o - c o _ d a . - D i t a d o - r e l a m p a ^ o • U t i l i z a g a o do d i t a do adequado a n e c e s -side.de do momento. .Composigao. • V e r i f i c a g a o dos d i -t a d o s para eaber se a e s c r i t a e a aeen tuaeao estao e o r r e -t a s

j

m . E f e t u a r com c l a r e z a a a d i g a o . .Oalc u l a r ad i gao. •Adigao. .Probler.ias de a d i g a o . . U t i l i z a g a o de f i x a -c.has e p a l i t o o . . I n t e r p r e c a g a o e r e -solugao de problemas de a u i g a o . . A x e r c i c i o s e s c r i t o s 1

I

-Efetuando operagoes » Resolvendo p r o b l e -mas.

j

. I d e n t i f i c a r si s u b t r a g a o como ope ragao i n v e r s e da a d i g a o . .ououragao • P r o b l e n a s subtrags.o • . U t i l i z e , ao de tarn -pas e p a l i t o s . 1

. , . ., !

. E x e r c i c i o s e s c r i t o s \ .Trabalho en g r u p o .

(17)

03J^TIT03 j C O ^ f e G i METODOLOGIA *T |\ —* A T T .1 r 'T/^ . C a l c u l a r s u b t r g a o . . I n t e r p r e t a g a o e reso l u g a o de problemas de s u b t r a g a o . ! I .Re s o l v e r s i t u a g o e s p r a t i c as -que envo Ivam mul 1 1 p i i c a g ao.

. M u l t i p l i c a g a o . . U t i l i z a g a o de dese-nhos. •Resolugao de m u l t i -p l i c a g a o . . x e r c i e i o e s c n t o . 1 «Chamar os a l u n o s ao quedro. 1

I

. E f e t u a r a d i v i s a o de q u a l q u e r 1 numero n a t o r a l . . D i v i s a o . • U t i l i z a g a o de tampas e desenlios. •Resolugao de d i v i -i soes. 1 1 • E x e r c i e i o e s c r i t o ' s o b r e o as .unto em e s t u d o . • I d e n t i f i c a r m u l t i p l o e d i v i s o r1 . M u l t i p l o s e D i v i s o r e s . • U t i l i z a g a o do quadro ! .Percuntas o r a i s e de um numero. de g i z , e x p l i c a n d o so b r e o a s s u n t o e n f o c o . e s c r i t a s sobre o a; s u n t o .

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- • -- -' LG - ->A C?>I.':.-A A

L i z e s que s o u O f u t u r e :

ITao me desampares no p r e s e n t e .

l a z e s que s o u a esperanca da paz: •"So me i n d u e as a g u e r r a .

D i s e s que eou a promessa DO bem: Kao me c o n f i e s ao m a l .

Dises que s o u a l u z dos t e n s o l l i o s : 3ao me abandonee ae t r e v a s .

ITao espero somente o t e u pao: Da-me l u z e e n t e n d i m e n t o .

•ao d o s e i o t a o so a f e s t a do t e u c a r i n h o : ASPLICO-te amor com que me eduques.

ITao de rogo apenas b r i n q u e d o s :

Peeo-te bone exemplos e boas p a l a v r a s . ITao s o u s i m p l e s ornamento do t e n caminho:

Sou alguem que b a t e e t u a PORTA em nome de De us.

inisina-me o t r a b a l h o e a h u m i l d a d e , o devotamento e o perdao.

Compadece-te DE mim

e o r i e n t a - M E p a r a o que s e j a BOM e JUSTE.

Corrige-me ENQUANTO e tempo, a i n d a que eu s o f r a .

(23)

Cosine de P a r i e s

Ajuda-ne a g o r a , p a r a que eu t e a u x i l i e d e p o i s .

Mao me r e l e g u e s ao e s q u e c i m e n t o , nem me condenes a i g n o r a n c i a on a cruelde.de.

Venho ao e n c o n t r o de t u e a s p i r a e a o , de t e u e o n v i v i o , de t u a o b r a ... Em t u a companhia e s t o u na c o n d i c a o da a r g i l a na mae do o l e i r o .

Koje sou s e m e n t e i r a , f r a g i l i d a e, promessa... Amanha porem s e r e i t u a p r o p r i a r e a l i z a g a o .

C o r r i j e — m e com amor, quando a sombra do e r r o envolver-me o cami-nho p a r a que a e o n f i a n c a nab me abandone.

Proteja-me c o n t r a o m a l .

Ensina-me a d e s c o b r i r o pern onde e s t i v e r .

ITao me a f a s t e s de Deus e ajudame a c o n s e r v a r o amor e o r e s p e i -t o que devo as pessoas, aos a n i m a i s e as c o i s a s que me cercam.

ITao me negues t u a boa vontar.de, t e u e a r i r d i e e t u a p a o i e n c i a . Tenho t a n t a necessidade do t e u coragao, q u a n t o a p l a n t i n h a p r e -c i s e da ague p a r a p r o s p e r a r e v i v e r .

Ba-me t u a bonde.de e d a r t e - e i cooperagao.

(24)

A D : I : A

Mexe, remexe, procure- mais nao ve j o . A p u l g a fazendo eocegas, a q u i no meu c a b e l o . Mexe, remexe, e t c . . . A p u l g a fazendo cocogas a q u i no e o t o v e l o . ™exe, remexe, e t c . . . A p u l g a fazendo eocegas a q u i no t o r n o z e l c . Mexe, remexe, e t c . . .

A pulga. fazendo eocegas no meu c o r p i n h o i n t e i r o Mexe, r e n e x e , e t c . . .

A p u l g a fazendo eocegas a q u i no n e u t r a z e i r o .

E u p e r d i o do, da minha v i o l a .

Da minha v i o l a , eu p e r d i o do. D o r m i r e m u i t o bom, e m u i t o bom. IS* bom camarada, e bom camarada. E1 bom, e bom e bom ( b i s ) .

Eu p e r d i o r e , da minha v i o l a . D a — Hemar e m u i t o b o m — — — — — idingau e m u i t o bom- — — — — D a l a r e m u i t o b o m — — — — — 0 s o l e m u i t o b o m — — — — — l a v a r e m u i t o b o m — — — — — 3 i l e n c i o e m u i t o b o m — — — — .

(25)

DHAgAC DO ".'"IC ' • [0 Senhor J e s u s , verdade e m e s t r e da nossa v i d a , t o r n n i - n o s a b e r t o s e d i s p o n i v e i s a nossos e n s i n a m e n t o s . A j u d a i - n o s a c a m i n h a r j u n t o s , educando-nos mutuamente, na l i b e r d a d e e no amor, en&uaxrto l u t a m o s , p a r a s u p e r a r as i n j u s t i c e s s c o n s t r u i r uma s o c i e d a d e f r a t e r a a . Dai acs p r o f i o s i o n a i s da educacao

coragem e e r i a t i v i d a d e en seu t r a b a l h o . Concede!, Senhor, q_ue a aeao e d u c a t i v e , em nossa P a t r i a , cada vez m a i s , a n u n c i e e r e a l i s e nosso Reino. A b r a o o s . Anamaria C o r r i n h a

(26)

i siTURA IJOPOBI ATITA

o c r j g i g T j i r f f c

C o n s t i t u i g a o e a l e i m a i o r que d e t e r m i n a os d i r e i t o s e d e v e r e s de um povo.

Cada p a i s tem sua e o n e t i t u i g a o . ITos b r a s i l e i r o s t e n c s a no;. ,a ' c o n s t i t u i g a o . I a c o n s t i t u i g a o n a c i o n a l .

Todos os d i r e i t o s que o Iionem tem a emprego, e s c o l a , m o r a d i a , sau de, a l i m e n t a g a o e t e r r a e s t a o m u i t o bem e ^ c r i t o em noe. a c o n s t i t u i g a o .

ISxistem m u i t a e pessoas sem escola,-sem m o r a d i a , sem sau.de, sem a-l i m e n t a g a o , sem t e r r a e sem enprego. ...' p r e c i s e que a nossa c o n s t i t u i cao nao f i q u e a p e n a s e s c r i t a nos p a p e i s , nao a d i a n t a ! 0 que v a i me-l h o r a r mesmo e o campr:ume:ite da me-l e i .

Tamos l u t a r em p r o l de uma CCI73TIsU±ITs1 v o l t a d a p a r a o d i r e i t o de t o d o s .

(27)
(28)

\ fj—5 —fjjj J^gJTTfl

A) L o c a l - E s c o l a de 12 C-rau F r a n c i s c o C a r l o s d ae vasconceaos.

jj j j a w a — Sv_- — j_u ..>uxcx— i p • w j j aio J_O « _ > u i i •

L? U F P B \ CAMPUS V

C) R e s p o n s a v e i s - M a r i a do S o c o r r o Benevenuto P i n t o Anamaria A l v e s de Q u e i r o g a .

D) Determinagaes dos o b g e t i v o s :

- I n f o r m e r a nosea p r o p o e t a de t r a b a l h o na atuagao como s u p e r v i s o r ( a >

E) P a r t i c i p a n t e s : P r e - e s t a g i a r i a s e p r o f e s s o r e s .

P) Assuntos a serem d i s c u t i d o s :

- Compromisso dos p r o f e s s o r e s con a educagao;

- P a r t i c i p a g a o dos p r o f e s s o r e s / R e l a c i o n a m e n t o p r o f e s s o r A e s t a g i a - ' r i c

- Estudo de um t e x t o : Que chamado e e s t e ? ( A u t o r d e s c o n h e c i d o ) .

G) M e t o d o l o g i a A p l i c a d a : - d i s c u s s a o ;

- l e i t u r a de r e f l e x a o ; - t e e n i e a c a d e i r a v a z i a .

II) Conclusoes e/ ou Sugestoes:

f ****

Concluimos que a nossa r e u n i a o f o i de v a l o r c o n s t r u t i v o p a r a cada membro p a r t i c i p a n t e , t r a z e n d o a cada um o conh.ee i m e n t o da nossa a t u a g a o1

como G u p e r v i s o r a , o que pretendxamos de cada p r o f e s o r . I ) B i b l i o g r a f i a c o n s u l t a d a :

Texto e l a b e r a d o no campus. ( A u t o r d e s c o n l i e c i d o )

A v a l i a e a o da r e u n i a o : P o i f e i t a uma a v a l i a g u n t a s , c o n v e r s e s e o p i n i o e s .

(29)

LJQasi 4 L

——-I

( i

(30)

ITos chegamos ao f i n a l do nosso e s t a g i o , queremos a g r a d e c e r a t o -dos que fasem a E s c o l a P r a n c i s c o C a r l o s de V a s c o n c e l o s , p e l o a p o i o e i n c e n t i v o a ::6s d e p o s i i a d o s .

Sentimonos g r a t i f i c a d a s com o c a r i n h o e a ateneao dada p o r v o ces. E t u d o que a q u i aprendemos e vimos pretendemos c o l o c a r em p r a -t i c a na nossa v i d a p r o f i s s i o n a l . A nossa m a i o r admiracao p o r v o c e s ' f o i : a l u t a e o e s f o r e o c o n s t a n t e p o r uma boa a p r e n d i z a g e m , a eompre ensao p a r a com os a l u n o s e a i n t e g r a c a o e n t r e v o c e s p r o f e s s o r e s . descobrimos que numa e s c o l a ziada node s e r g e n e r a l i z a d o e s i m g l o b a l ! sado. So a s s i m a c r e d i t a m o s numa. v e r d a d e i r a educacao e i s c a q u i j a e s t a p l a n t a d o •

A t o d o s v o c e s os nossos PARA3$N5, c a r i n h o , admiracao e g r a t i d a o .

M u i t o O b r i g a d a .

Anamaria

(31)

"Ouvimos, de r e p e n t e , um son d i f e r e n t e . E eomegou a d i s c u s s a o . - 2 ' bem da n a v i c .

- Kao. E' j a m a n t a . - Uina l a n e h a . . .

1 houvs a t e quern, como e R o b e r t o , g a r a n t i a que e r a um b o i . . . B r i n q u e i com e l e s e d i s s s :

- C b a r u l h o f o i um so. Voces e que I h e s deram as mais divers:.:-, i n t e r p r e t a g o e s .

Tamos v e r se chegamos a um acordo e descobrimos a verdade ? Fomos e descobrimos e r a um a p i t o de f a b r i c a . . . "

Ge nao fossemos j u n t o s p r o c u r a r saber o que e r a , a t e ago re, e s -t a r i a m o s -t o d o s com a p r o p r i a o p i n i a o e -t o d o s e r r a d o s , e x c e -t o c Marcos que a c h a r a s e r a p i t o de f a b r i c a. I"a EBXJOkQ%C a c o n t e c e c mesmo. Todos ouvem o chamado, mas porque t o d o s querem s a b e r , 1

sem ao menos i n v e s t i g a r , e e s t u d a r que nao se chega a um a c o r -do sobre que chama-do e e s t e ! e s t e que t o d o s ouvem.

2 as.^im fasemos na m a i o r i a das v e s e s , EDUCAQXO, fasemes PLA"""--JAMENTO e propormos 0-J?cd.O'JJjOZ apenas p o r acliismo.

(32)

AS A A Ty - . DC

gggscBj :;ro

Agnes Snyder

As e r i a n g a s n e c e s s i t a m de tempo p a r a e r e s c e r : Vo c e nao po de a p r e e e a r o c r e s c imen t o humano. Ale e l e n t o e e i l e n c i o e o ,

s i l e n c i o s o e l e n t o

como o c r e s c i m e n t o da a r v o r e .

Somente gpuando enae r a i z e s ee aprofundan., aprofundam-se na t e r r a que a a l i n e n t a , sua p r o p r i a t e r r a ,

seu p r o p r i o s o l o

e s t e n d e r a o sens g a l h o s

come e x t e n s a e a p r o p r i a t e r r a .

Toda c r i a n g a t e n seu p r o p r i o padrao de e r e s c i m La m u i t o s p a d r o e ^ no c r e s c i m e n t o humaxio,

v a r i a d o s na sua e s t r u t u r a e na sua c o n t e x t u r a ,

como os d i f e r e n t e s t i p o s de a r v o r e s .

domente q_uando suas r a i s e s se a p r o f u n d a n , aprofundam-se na t e r r a que a a l i n e n t a , sua p r o p r i a t e r r a , seu p r o p r i o s o l o modelaram seu d e s e n v o l v i n e n t o , em graga ou em f o r g a , em e e l e s a ou p r o f u n d i d a d e , c padrao de seu p r o p r i o e o r i g i n a l d e s e n v o l v i n e n t o . As c r i a n g a s crescem a t r a v e e dc o r i e n t a l o e s na s o l u g a o de sens p r e p r i o s problemas:

(33)

A marcha e o padrao de ereseamento humano sao a l i m e n t a d o s na t e r r a , no s o l o , na t e r r a a e o l h e d o r a , no s o l e r i e o , e reunem f o r g a s

quando as r a i z e s se aprofundam sempre mais p a r a a f o n t e

de sua p r o p r i a v i d a , em sua p r o p r i a t e r r a e em seu p r o p r i o s o l o *

Referências

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