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ASPECTOS DA SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL SOB A ÓTICA DA LOGÍSTICA. J. G. VANTINE Campinas, 10 de Novembro de 2010

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(1)

ASPECTOS DA SUSTENTABILIDADE

AMBIENTAL SOB A ÓTICA DA

LOGÍSTICA

J. G. VANTINE

1

J. G. VANTINE

(2)

GASES DE EFEITO ESTUFA

2

(3)

GEE POR SETOR

3

(4)

EMISSÕES DE

4

(5)

EMISSÕES DE

5

(6)

Art. 14, § 1º - Lei 6938/81:

“ Sem obstar a aplicação das penalidades previstas neste artigo, é

LEGISLAÇÃO

o poluidor obrigado, independentemente da existência de

culpa, a indenizar ou reparar os danos causados ao meio ambiente

e a terceiros, afetados por sua atividade. (...) ”

(7)

•As multas – Decreto nº 6.514 de 22/07/2008)

Art.62 – Causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que

resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que

provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da

LEGISLAÇÃO

provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da

biodiversidade:

 Multa de R$ 5.000,00 (Cinco Mil Reais) a R$ 50.000.000,00

(Cinqüenta Milhões de Reais).

 § 1º - Incorre nas mesmas penas, quem:

 I - Tornar uma área urbana ou rural, imprópria para ocupação humana;  V – Lançar resíduos sólidos, líquidos ou gasosos ou detritos,

7

 V – Lançar resíduos sólidos, líquidos ou gasosos ou detritos, óleos ou substâncias oleosas em desacordo com as exigências estabelecidas em leis ou atos normativos; e

 VI – Deixar de dar destinação ambientalmente adequada a produtos, subprodutos, embalagens, resíduos ou substâncias, quando assim determinar a Lei ou Ato normativo.

(8)



Art.56

Produzir, processar, embalar, importar, exportar,

comercializar, fornecer, transportar, armazenar, guardar,

LEGISLAÇÃO

comercializar, fornecer, transportar, armazenar, guardar,

ter em depósito ou usar

produto ou substância tóxica,

perigosa ou nociva à saúde humana ou ao meio ambiente,

em desacordo com as exigências estabelecidas em leis ou

nos seus regulamentos:

.

Pena

reclusão

de

1

(um)

a

4

(quatro)

anos

e

multa.

8

§ 1º - Nas mesmas penas incorre quem abandona os produtos

ou substâncias referidos no caput, ou os utiliza em desacordo com

as normas de segurança.

(9)

Artigo 15 da Lei Nº 6938/81, com redação dada pela Lei nº 7804/89

 Art.15

O poluidor que expuser a perigo a incolumidade humana, animal, vegetal

ou estiver tomando mais grave situação de perigo existente, fica sujeito

LEGISLAÇÃO

ou estiver tomando mais grave situação de perigo existente, fica sujeito à pena de reclusão de 1(um) a 3(três) anos e multa de 100 (cem) a

1.000 (mil) MVR .

§ 1º - A pena e aumentada até o dobro se:

I – Resultar: .

a) dano irreversível á fauna, à flora e ao meio ambiente; b) lesão corporal grave; .

II – a poluição é decorrente de atividade industrial ou de transporte;

9

II – a poluição é decorrente de atividade industrial ou de transporte; .

III – o crime é praticado durante a noite, em domingo ou em feriado.

.

§ 2º - Incorre no mesmo crime a autoridade competente que deixar de promover as medidas tendentes a impedir a prática das condutas acima

(10)

Lei nº 12.305 , de 02 de agosto de 2010

LEGISLAÇÃO

Institui a Política Nacional de Resíduos

Sólidos

Decreto nº 7.404, de 23 de dezembro de

2010

10

(11)

MATRIZ DE TRANSPORTES

Matriz de Transportes é distribuição de toda a

produção de transportes de um país ou estado

entre os vários modos de transportes, produção

entre os vários modos de transportes, produção

esta medida em toneladas transportadas por

quilometro útil percorrido.

13% 4% Rodoviário Ferroviário 11 58% 25% Aquaviário Dutoviário e Aéreo Fonte: CEVA

(12)

PNLT - 2025

12

(13)

PNLT - 2015

13

(14)

PNLT - 2007

14

(15)

A influência da população

MATRIZ DE TRANSPORTE

C

re

sc

im

en

to

da

Z

on

a

U

rban

a

População PIB Faixa de 100 km 94 milhões 55 % Faixa de 200 km 120 milhões 65 % Faixa de 400 Km 150 milhões 80 %

PIB x População

15

C

re

sc

im

en

to

da

Z

on

a

U

rban

a

Brasil 191 milhões 100 % 84,4% da população é urbana Fonte: CEVA

(16)

Malhas ferroviárias operadas pela iniciativa privada - 28.228 km

TFC - CONCESSÕES

Transnordestina Logística - TLSA EFVM - Estrada de Ferro Vitória a Minas EFC - Estrada de Ferro Carajás

FCA - Ferrovia Centro - Atlântica

Processo de Desestatização: 1996 a 1999 11 Malhas concedidas à iniciativa privada

16

ALL

- América Latina Logística Malha Sul

FTC - Ferrovia Tereza Cristina MRS Logística

Tramo Norte da Ferrovia Norte Sul

ALL

- América Latina Logística Malha Oeste

ALL

ALL - América Latina Logística Malha Norte

- América Latina Logística Malha Paulista

(17)

Trecho da Norte Sul

GARGALO FERROVIÁRIO

ALL - Malha Oeste ALL - Malha Norte

17

FCA - Ferrovia Centro - Atlântica

- Malha Sul

MRS - Logística

“Gargalo” Operacional

ALL

ALL- Malhas Paulista / Norte / Oeste

(18)

272.808

A quantidade de contêineres transportados em 2010 teve queda de 9,5% em relação ao realizado em 2009. 273.000 Quantidade de Contêineres (TEU’s)

TFC – CONCESSÕES - 2010

3.459 189.049 205.371 10.131 59.805 78.777 99.053 106.699 135.768 159.184 220.050 265.349 272.808 246.869 (TEU’s) 18

O Transporte Intermodal nas ferrovias cresceu mais de 71 vezes desde a desestatização até o ano de 2010.

Como principais entraves ao crescimento do Transporte Intermodal, destacam-se o Sistema Tributário e as condições de acesso ferroviário aos Portos.

2005 1997

3.459

2006

1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2007 2008 2009

Fonte:AssociadasANTF

2010

2011

Projeção da quantidade de Contêineres transportados pelas concessionárias em 2011

(19)

Produção Ferroviária

Os investimentos privados promoveram um aumento de 104,1% na produção

ferroviária nacional, comparando o realizado de 1997 com 2010, além obter 5,65% de Taxa de Crescimento Médio Anual (CAGR).

TFC – CONCESSÕES - 2010

Produção Ferroviária (bilhões de TKU) Carga Geral Crescimento de 116% Minérios de Ferro e Carvão Mineral Crescimento de 68% 1997 - 2009 280,1 202,5 27 31,7 32,2 35,7 40,2 42,5 44,4 47,4 56, 1 137,2 138,9 153,9 161,8 167,7 181,5 221,2 141,5 232,3 48,6 207,5 49,9 257,4 206,7 63,9 270,7 58,3 243,4 185,2 104,1 % 315,1 19

Nota: TKU = Tonelada Quilômetro Útil Transportada CAGR: Compound Annual Growth Rate

Fonte: ANTT e Associadas ANTF

Total da Produção 280,1 Bilhões de TKU Crescimento de 15,1% frente ao realizado em 2009. 2010 2005 110,2 109,8 121,7 136,1 155,1 27 31,7 32,2 35,7 1997 1998 1999 200 0 2001 200 2 2003 200 4 165,1 118,2 106,7 125,3 2006 183, 6 2007 2008 2009 185,2 2010

Projeção da Produção das concessionárias para 2011

201 1

(20)

Índice de Eficiência Energética

O transporte ferroviário é ecologicamente correto...

Trem Bicombustível - Vale

TFC – CONCESSÕES - 2010

1999 - 2010

Redução de 19,92%

Índice de Eficiência Energética (Litros de Diesel por Mil TKU)

5,31 4,41 4,27 5,12 5,08 5,04 4,90 4,79 4,62 4,55 4,24 4,25 20 2005 - 2010 Redução de 7,87%

Fonte: Associadas ANTF

2005

1999 2000 2001 2002 2003 2004 2006 2007 2008 2009 2010

Em 1999 eram necessários 5,31 litros de diesel/ Mil TKU e hoje precisa de 4,25 litros de diesel/ Mil TKU, ou seja, uma economia de mais de 1 litro para cada 1.000 TKUs, que é equivalente a uma redução de 296 milhões de litros de diesel para realizar o serviço de 280,09 Bilhões de TKU em 2010.

(21)

EMISSÃO POLUENTES - EURO

(22)

EMISSÃO POLUENTES - EURO

(23)

EMISSÃO POLUENTES - EURO

(24)

EMISSÃO POLUENTES - EURO

(25)

EMISSÃO POLUENTES - EURO

(26)

EMISSÃO POLUENTES - EURO

(27)

EMISSÃO POLUENTES - EURO

(28)

EMISSÃO POLUENTES - EURO

(29)

EMISSÃO POLUENTES - EURO

(30)

EMISSÃO POLUENTES - EURO

(31)

CADEIA DE VALOR

CASE ALCOA

(32)

Diálogo com as Partes Interessadas Transparência & Responsabilidade

CADEIA DE VALOR

CASE ALCOA

Partes Interessadas & Responsabilidade

DESENVOLVIMENTO LOCAL E REGIONAL

GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS

ESTRATÉGIA DAS RELAÇÕES DE TRABALHO

CADEIA DE VALOR

32

ACESSO E USO EFICIENTE DE ENERGIA

GESTÃO AMBIENTAL DE RESÍDUOS, EFLUENTES E EMISSÕES

(33)

O que é? Por que fazer? Como fazer?

CADEIA DE VALOR

CASE ALCOA

• Práticas

de

gestão e

relacionamento com

fornecedores

que

considerem

aspectos

econômicos, sociais e ambientais, contribuindo

para a incorporação da sustentabilidade na

cadeia de valor da empresa.

33

cadeia de valor da empresa.

(34)

Alcoa

Sustentável

CADEIA DE VALOR

CASE ALCOA

Acesso e Uso Eficiente de Conservação dos Recursos Naturais e Gestão Ambiental de Resíduos, Efluentes e Desenvolvimento Local e Regional Cadeia de Valor (Clientes e Fornecedores)

Sustentável

34 Eficiente de Energia Recursos Naturais e da Biodiversidade Resíduos, Efluentes e Emissões

(35)



Demandas atuais e futuras de clientes;

O que é? Por que fazer? Como fazer?

CADEIA DE VALOR

CASE ALCOA



Demandas atuais e futuras de clientes;



Licença para operar;



Custos com multas e processos judiciais;



Riscos com reputação e imagem;



Compromissos voluntários já assumidos;

35

Compromissos voluntários já assumidos;



Adequação as mudanças de legislação atuais e

futuras;

(36)

CASE DHL – GREEN LOGISTICS

(37)

CASE DHL – GREEN LOGISTICS

(38)

CASE DHL – GREEN LOGISTICS

(39)

CASE DHL – GREEN LOGISTICS

(40)

CASE DHL – GREEN LOGISTICS

(41)

CASE DHL – GREEN LOGISTICS

(42)

CABOTAGEM – CASE LOGIN

MALHA LOGÍSTICA

Extensa malha cobrindo as regiões mais importantes do Brasil e da Argentina, que representam cerca de 80% do PIB nacional.

Legenda do mapa: Terminais Intermodais Terminal Portuário Trem Expresso 42 Trem Expresso Serviço Log-In Rio Serviço Amazonas Serviço Atlântico Sul Escritórios Comerciais

(43)

Excluindo-se o desmatamento da Amazônia e outros biomas, o setor de transportes é o principal responsável por emissões de CO2no Brasil, devido à destacada ineficiência ambiental do modal rodoviário:

CABOTAGEM – CASE LOGIN

Ferroviário 1% Aquaviário 4% Aéreo 7% Residências 6% Outros 9% Energia 10% Transporte38%

Emissões brasileiras de CO2por setor de atividade(1) Emissões brasileiras de CO

2 por modal de transporte

43 Rodoviário

88%

Indústrias 37%

(44)

 Tomando-se como base a rota rodoviária Louveira-SP x Camaçari-BA e comparando-a com o porta-porta da navegação, observamos uma redução de 6,58ton de CO2eq por cntr que:

CABOTAGEM – CASE LOGIN

CO2eq por cntr que:

 Para serem neutralizadas precisariam de 26 árvores por 20 anos;

 Custaria no mercado, R$316,37  Impacto de 12,65 R$/ton 44 ROTAS Total de Emissões (tCO2e) Total de árvores a serem plantadas Custo de Neutralização R$/Ton 1 (tCO2e) 1 (Árvores) 1 (R$ M.A.) 1 7,35 29,44 R$ 14,13 0,00 0,00 0,00 2 0,77 3,08 R$ 1,48 -6,58 -26,36 -316,37

(45)

Transportes ferroviário e aquaviário brasileiros possuem potencial significativo de crescimento em comparação a países desenvolvidos com escala comparável

Matriz de Transporte de Diferentes Países1

CABOTAGEM – CASE LOGIN

Matriz de Transporte de Diferentes Países1

81% 50% 43% 43% 8% 50% 50% 53% 32% 58% 71% 11% 13% 25% 17% 19% 37% 4% Ferroviário Rodoviário Aquaviário 45 2

Nota: 1. Não considera oleodutos e transporte aéreo; 2. Exclui o transporte de minério de ferro fonte: CIA Factbook 2007; Ministério dos Transportes; ANTT

25%

10% 37%

(46)

VISÃO GOV. SÃO PAULO

Transporte de Cargas no ESP – ano 2000

Demanda (t)

60% 80% 100%

Divisão modal (t.km)

60% 80% 100% 46 0% 20% 40%

Carga Geral Energéticos Minerais

Agrícolas Agroindustriais

0% 20% 40%

Rodovia Ferrovia Hidrovia

Cabotagem Dutovia Aerovia

(47)

VISÃO GOV. SÃO PAULO

(48)

VISÃO GOV. SÃO PAULO

RODOVIAS Pista Simples Pista Dupla Vicinal FERROVIAS Bitola Larga Bitola Estreita 48 Bitola Mista DUTOVIA HIDROVIA AEROPORTO PORTOS Fonte: ARTESP

(49)

O GRANDE DESAFIO:COMO

MUDAR ESSA MATRIZ ?

49

(50)

A Marca da Logística

50

Referências

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