Palha
Bagaço
Açúcar
Etanol
Bioeletricidade
Melaço
Cana-de-Açúcar
Caldo
Tecnologia atual
Tecnologia em
desenvolvimento
Biogás
Vinhaça
Conceitos de mercado de bioeletricidade
• Venda do excedente de energia elétrica ao SIN (Sistema Interligado Nacional) • Necessidade real surgiu em 2001, com o risco de apagão
• Curto prazo para instalação de novas fontes geradoras (média de 2 a 3 anos)
• A eletricidade produzida através do bagaço representa hoje 7% de todas as fontes instaladas, com capacidade de 9.339 MW. Próximo da potência da UHE Furnas, 2ª maior, com 9.665MW
Furnas (2ª maior) 9.665 MW
Conceitos de mercado de bioeletricidade
• No ano de 2013 evitou a emissão de 7,5 milhões de toneladas de CO2
• A bioeletricidade fornecida à rede economizou 7% da água nos reservatórios das Regiões Sudeste/Centro-Oeste
• Equivalente a ter atendido 8 milhões de residências no ano inteiro
0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 126 143 366 503 670 1002 1133 1381 1720*
22%
25%
Fonte: UNICA (2014), a partir de dados de CCEE (2014). *Previsão da UNICA (2014). **Com base nas emissões de 2012.
Projeção bioeletricidade ofertada ao SIN (2005 a 2014, em MW médios)
1/3 da geração de Belo Monte 13% da geração de Itaipu (2011) 45% do consumo de energia da cidade
USINA
COMERCIALIZAÇÃO AO SIN
ACR
(Ambiente de
contratação
regulada)
ACL
(Ambiente de
contratação livre)
• O leilão se tornou a porta de entrada para a bioeletricidade no sistema.
• Desde 2005 foram realizados 17 leilões dos quais as usinas de açúcar e álcool venderam em 11 deles. O total vendido é de 1,56 GW médio
• O fator médio de exportação de energia de acordo com a EPE é de 77,87 kWh / t de cana processada.
LEILÃO
UF Geração Total (GWh) Consumo Próprio EE (GWh) Vendas para o mercado (GWh) Número de usinas com vendas ao mercado RO 5 AC 6 AM 6 RR PA 6 AP TO 5 MA 19 PI 18 CE 24 RN 80 60 20 2 PB 189 163 27 1 PE 727 596 131 7 AL 657 506 152 10 SE 44 33 11 2 BA 73 54 19 1 MG 1.769 929 840 16 ES 82 70 12 1 RJ 36 36 SP 10.692 4.903 5.789 70 PR 1.248 745 503 6 SC RS 13 13 MS 1.284 636 648 5 MT 220 151 69 2 GO 1.300 746 554 6 DF Total 18.502 9.728 8.774 129
Fonte: UNICA e MME (2011).
30% das usinas do
país
4.158
8.610
15.287
0 5.000 10.000 15.000 20.000 2010/11 2015/16 2020/21 s a fr a MW médio mais de três Belo Monte em energia ou duas Itaipu em capacidade instalada Realizado 2013: só 1.720 MW médios8,4 mil MWm (com bagaço) (mais palha)
2013
• Criação de um produto térmico (bioeletricidade, gás natural e carvão mineral concorrendo sem eólicas diretamente nos Leilões A-5).
• Projetos de bioeletricidade contratados em 2013 ainda representaram a continuação dos greenfields de 2008/09/10 e/ou tiveram aumento da moagem sustentando o projeto de cogeração.
• Preço-teto aumentou em torno de 30% comparativamente ao A-5 de 2012. Mas ainda muito distante de estimular o investimento consolidado em bioeletricidade.
Volume de bioeletricidade da cana comercializado nos leilões regulados, por ano de venda, 2005 a 2013 (MW médios)
Fo n te : UNI CA, a par ti r de CCE E ( 2013 ).
Fo n te : E PE ( 20 14 ). MW/ano +6.300
Temos espaço para todas as renováveis. Precisamos de UMA POLÍTICA DE LONGO
PRAZO ADEQUADA PARA AS FONTES RENOVÁVEIS! 3000 Demais 2000 Eol 1000 500 Bio PCH
+6.300
MW/ano
? ? ? ? 500 MW ? 1.000 MW ? 2.000 MW ? 3.000 MW ? Precisamos de umaItaipu a cada 2,2 anos
BIOELETRICIDADE
1) Os leilões de energia tem como
objetivo fomentar a modernização das
instalações de cogeração
2) Aumentar a eficiência da conversão
de energia de biomassa
3) Gerar excedentes para o SIN
Fonte: CTC (2010).
Amostra: 128 indústrias / 285 caldeiras. Estados de SP, PR, GO, ES, AL, MG, PE, MS
Idades das Caldeiras
O PROBLEMA
Bioeletricidade X Outras fontes
Impossibilidade de cumprir
princípios da isonomia e da
competitividade.
1) Fósseis competindo com
fósseis
2) Escalas diferentes
3) Contratos finais, cláusulas
e financiamento
diferenciados
4) Benefícios fiscais e
momento tecnológico
diferente
5) Impacto diferenciado do
câmbio
Cana-de-açúcar: uma visão energética
• A produção de energia elétrica por bagaço de cana representa 82% de todas fontes de biomassa
• Traz benefícios do ponto ambiental, com redução de queimadas e emissão de CO2 • Estudos para viabilizar a queima da palha e pontas da cana
• Comparada com hidrelétrica (também renovável) o impacto ao meio ambiente é muitas vezes inferior devido áreas alagadas, desapropriação de terras, etc.
Bagaço de Cana 9.339 Licor Negro 1.530 Madeira 428 Biogás 81 Casca de Arroz 36 11.414 Total Biomassa (MW)
1/3 Caldo da cana
1/3 Bagaço 276 kg
50% umidade
1/3 Palha 165kg
15% umidade
608x10³ kcal
598x10³ kcal
512x10³ kcal
1.718x10³kcal
Cana-de-açúcar: uma visão energética
• 1 barril de petróleo = 1386 x 103 kcal • 1 ton de cana = 1,2 barril de petróleo
• Petrobras produziu em 2013: 1,93 milhão de bpd (diminuição de 2,5% em relação a 2012) • Safra 2013-2014: 694 mi ton cana (aumento 12% em relação a 2012)
• Apenas no centro-sul foram esmagadas 596,2 mi ton cana = 715,2 mi barris de petróleo por ano • Representa 1,96 mi barris de petróleo por dia
Potencial adicional de biomassa de 30% a 65% (em massa base seca)
140 kg de açúcar 280 kg de bagaço (50% umidade)
280 kg palha (50% umidade)
2.300 2.100 2.100 0,35 BEP TOTAL 6.5001 tonelada de cana (COLMOS) Energia (MJ) Biomassa Disponível e Energia da Palha
Objetivo
Disponibilizar biomassa adicional, em quantidades significativas, às indústrias sucroalcooleiras/biorrefinarias de forma sustentável e economicamente viável.
Mercado de bagaço instável - OSCILAÇÕES DE OFERTA E PREÇO Tendência de escassez
Os valores atuais variam (preço por tonelada base úmida 50%):
R$100/t (Us. Sta. Adélia) R$60/t (Us. Sta. Maria) R$22/t (Us. São Martinho/2012) 3 Preço Bagaço R$120/t (Nordeste)
Biomassa Disponível e Energia da Palha
Processamento da palha para 4 mercados
Geração de Utilidades –
Outras agroindústrias
Péletes
Etanol 2G
Energia Elétrica
MercadosEquipamentos Agrícolas
Fonte: CTC 2013
Planta de Demonstração Industrial
Fonte: CTC 2013
Planta de Demonstração Industrial
Futuro: o que esperar...
• Aproveitando a palha da cana e as pontas, a exportação de energia pode atingir a marca de 22.000 MW (equivalente a duas Itaipu), o que representará cerca de 20% da matriz elétrica brasileira.
• O Protocolo Agroambiental do Estado de São Paulo, firmado em 2007, prevê o fim da prática da queima nas áreas onde já é possível a colheita mecanizada em 2014, e nas áreas em que não existe tecnologia adequada para a mecanização para 2017. Fonte: ÚNICA (2014), em www.unica.com.br/protocolo-agroambiental/
• Considerando a projeção de crescimento médio do Brasil de 3,5% o risco de um apagão é grande:
Fonte: PDE 2022 (2014), Elaboração EPE
Fonte: PDE 2022 (2014), Elaboração EPE
Energia contratada x potencial de exportação de eletricidade gerada por bagaço
• Para atingir estas capacidades de exportação de energia, serão necessários ajustes a serem feitos pelo poder público que viabilizem e atraiam investimentos no setor
Futuro: o que esperar...
• São três os problemas centrais a serem equacionados:
Definição de critérios econômicos para uma valoração adequada dessa forma de energia (níveis de preços, metodologia única, justa e transparente para leilões, separação em classes de biomassa por bagaço de cana de outras fontes como eólicas, etc.)
As dificuldades de acesso e conexão das centrais às redes elétricas A outorga difícil e morosa do licenciamento ambiental dos projetos.
• A otimização energética de uma indústria sucroalcooleira depende de fatores como: Classe do vapor das caldeiras (pressão e temperatura)
Tipo de tecnologia utilizada nos acionamentos dos equipamentos do preparo de cana, moenda e bombas (turbinas e/ou motores).
Estudo de caso: Usina Coruripe filial Iturama (MG)
PRIMEIRA USINA DO SETOR SUCROENERGÉTICO A SE CONECTAR À REDE
CEM IG
Estudo de caso: Usina Coruripe filial Iturama (MG)
Classe do Vapor das Caldeiras:
Atualmente, as principais classes de vapor em uso nas usinas brasileiras (e que serão consideradas nesta apresentação) são:
• Foram desenvolvidos 8 balanços, adotando-se para cada um deles, os critérios mostrados na tabela a seguir: • Todos os balanços apresentam a mesma produção de açúcar e álcool, variando tão somente a quantidade de
energia gerada e exportada.
Estudo de caso: Usina Coruripe filial Iturama (MG)
Pressão
[bar (a)]
Temperatura
[°C]
Entalpia
[kJ/kg]
Entropia
[kJ/kg.°C]
22
300
3018,42
6,72
43
400
3209,20
6,73
65
480
3369,03
6,78
520
3465,15
6,90
85
480
3343,07
6,63
520
3443,21
6,76
Critérios Utilizados nos Cálculos:
Estudo de caso: Usina Coruripe filial Iturama (MG)
Pressão do
Vapor
[bar (a)]
Balanço
Temp. do
Vapor
[°C]
Consumo
Específico
Processo
[kg vapor/t.c]
Tipo
Acionamento
Preparo e
Moenda
22
B1
300
550,00
Turbinas
B2
300
410,00
Turbinas
43
B3
400
410,00
Turbinas
B4
400
410,00
Motores
65
B5
480
410,00
Motores
B6
520
410,00
Motores
85
B7
480
410,00
Motores
B8
520
410,00
Motores
Estudo de caso: Usina Coruripe filial Iturama (MG)
DADOS DE ENTRADA
Cana Moída na Safra - ton
3.000.000
Cana Moída por Dia - tcd
15.000
Tempo Aproveitável de Moagem
88,00%
ART % Cana
16,00%
Fibra % Cana
12,50%
Eficiência de Recuperação de ART % ART da Cana
88,00%
% do ART Recuperado para Produção de Álcool
50,00%
% de Álcool Hidratado Produzido
0,00%
Pol % Açúcar
99,80%
Início da Safra
10-abr
Estudo de caso: Usina Coruripe filial Iturama (MG)
Determinação da Quantidade Disponível de Vapor:
Cálculo da produção específica de vapor da caldeira (kg de vapor gerado / kg de bagaço queimado):
Gerador elétrico Turbina de contrapressão
~
Caldeira
Redutor de velocidade Processo IndustrialEstudo de caso: Usina Coruripe filial Iturama (MG)
Determinação da Quantidade Disponível de Vapor:
Cálculo da produção específica de vapor da caldeira (kg de vapor gerado / kg de bagaço queimado):
Pressão do Vapor [bar (a)] Temp. do Vapor [°C] Umidade Bagaço [%] Temp. da Água [°C] Eficiência Caldeira [%] Produção Específica [Kgv / kgb] 22 300 50,00 105,00 78,00 2,27 300 50,00 115,00 78,00 2,31 43 400 50,00 115,00 87,00 2,40 65 480 50,00 115,00 87,00 2,26 520 50,00 115,00 87,00 2,19 85 480 50,00 115,00 87,00 2,28 520 50,00 115,00 87,00 2,21
Estudo de caso: Usina Coruripe filial Iturama (MG)
Determinação da Quantidade Disponível de Vapor:
Quantidade de vapor disponível para cada balanço:
Pressão
Vapor
[bar (a)]
Balanço
Temp.
Vapor
[°C]
Produção
Específica
[Kgv / kgbag]
Vapor
Disponível
[kg vapor/ t.c.]
22
B1
300
2,27
539,37
B2
300
2,31
548,37
43
B3
400
2,40
568,85
B4
400
2,40
568,85
65
B5
480
2,26
537,35
B6
520
2,19
520,03
85
B7
480
2,28
542,23
B8
520
2,21
523,88
Estudo de caso: Usina Coruripe filial Iturama (MG)
Consumo de Vapor nas Turbinas de Contrapressão:
Foram considerados os seguintes tipos de acionamentos:
Pressão
Vapor
[bar (a)]
Balanço
Temp.
Vapor
[°C]
Tipo
Acionamento
Preparo
Tipo
Acionamento
Moenda
Tipo
Acionamento
Geradores
22
B1
300
Turbinas
Turbinas
Turbinas
B2
300
Turbinas
Turbinas
Turbinas
43
B3
400
Turbinas
Turbinas
Turbinas
B4
400
Motores
Motores
Turbinas
65
B5
480
Motores
Motores
Turbinas
B6
520
Motores
Motores
Turbinas
85
B7
480
Motores
Motores
Turbinas
Estudo de caso: Usina Coruripe filial Iturama (MG)
Estudo de caso: Usina Coruripe filial Iturama (MG)
Consumo de Vapor nas Turbinas de Contrapressão:
Consumos específicos de vapor nas turbinas de contrapressão:
Pressão
Vapor
[bar (a)]
Balanços
Temp.
Vapor
[°C]
CE
Preparo
[kg vapor / kW]CE
Moenda
[kg vapor / kW]CE
Geradores
[kg vapor / kW]22
B1
300
13,53
14,66
12,00
B2
300
13,53
14,66
12,00
43
B3
400
8,85
9,53
7,21
B4
400
0,00
0,00
7,21
65
B5
480
0,00
0,00
5,81
B6
520
0,00
0,00
5,47
85
B7
480
0,00
0,00
5,56
B8
520
0,00
0,00
5,24
Estudo de caso: Usina Coruripe filial Iturama (MG)
Consumo de Vapor nas Turbinas de Contrapressão:
Consumo de energia elétrica pela indústria:
Consumo Específico de Energia Elétrica pela Indústria (kW/t.c.)
Acionamentos
Moenda e
Preparo
com Turbinas
Moenda e
Preparo
com Motores
Preparo de Cana
-
6,71
Moenda
-
8,50
Motores / Equipamentos de Processo
17,50
17,50
Consumo Específico Total
17,50
32,71
Estudo de caso: Usina Coruripe filial Iturama (MG)
Consumo de Vapor nas Turbinas de Contrapressão:
Vapor consumido nas turbinas de contrapressão:
Pressão do Vapor [bar (a)] Balanço Temp. do Vapor [°C] Consumo de Vapor Preparo + Moenda [kg/h] Geradores Cons. Próprio [kg/h] Total [kg/h]
22
B1
300
134.630
131.292
265.922
B2
300
134.630
131.292
265.922
43
B3
400
87.738
78.863
166.601
B4
400
- 147.418
147.418
65
B5
480
- 118.712
118.712
B6
520
- 111.936
111.936
85
B7
480
- 113.658
113.658
B8
520
- 107.187
107.187
Estudo de caso: Usina Coruripe filial Iturama (MG)
Estudo de caso: Usina Coruripe filial Iturama (MG)
Disponibilidade de Energia para Exportar em Contrapressão:
É conhecido o consumo de vapor de escape pelo processo.
É conhecido a quantidade de vapor de escape gerada pelas turbinas a vapor.
É possível calcular o excedente de energia, possível de ser gerado por contrapressão, para exportação.
Pressão
do
Vapor
[bar (a)]
Balanço
Temp.
do
Vapor
[°C]
Vapor de Escape
Consumo
Processo
[ton/h]
Gerado
Turbinas
[ton/h]
Vapor
Necessário
[ton/h]
22
B1
300
343,75
265,92
77,83
B2
300
256,25
265,92
-9,67
43
B3
400
256,25
166,60
89,65
B4
400
256,25
147,42
108,83
65
B5
480
256,25
118,71
137,54
B6
520
256,25
111,94
144,31
85
B7
480
256,25
113,66
142,59
Estudo de caso: Usina Coruripe filial Iturama (MG)
Disponibilidade de Energia para Exportar em Contrapressão:
Energia disponível para exportar em contrapressão:
Pressão
do
Vapor
[b]ar (a)
Balanço
Temp.
do
Vapor
[°C]
Vapor de Escape
Vapor
Disponível
[ton/h]
Consumo
Específico
[kgv/kW]
Energia
Gerada
[kWh]
22
B1
300
77,83
12,00
6.484
B2
300
-9,67
12,00
0
43
B3
400
89,65
7,21
12.433
B4
400
108,83
7,21
15.094
65
B5
480
137,54
5,81
23.688
B6
520
144,31
5,47
26.359
85
B7
480
142,59
5,56
25.650
B8
520
149,06
5,24
28.433
Estudo de caso: Usina Coruripe filial Iturama (MG)
Disponibilidade de Energia para Exportar em Condensação:
Vapor disponível para exportar energia por Condensação:
Pressão do Vapor [bar (a)] Balanço Temp. do Vapor [°C] Vapor de Escape Vapor Disponível [kg/t.c.] Consumo Processo [kg/t.c.] Disponível Condensação [kg/t.c.]
22
B1
300
539,37
550,00
-10,63
B2
300
548,37
425,48
122,90
43
B3
400
568,85
410,00
158,85
B4
400
568,85
410,00
158,85
65
B5
480
537,35
410,00
127,35
B6
520
520,03
410,00
110,03
85
B7
480
542,23
410,00
132,23
B8
520
523,88
410,00
113,88
Estudo de caso: Usina Coruripe filial Iturama (MG)
Disponibilidade de Energia para Exportar em Condensação:
Energia disponível para exportar em condensação:
Pressão do Vapor [bar (a)] Balanço Temp. do Vapor [°C] Vapor Direto Vapor Disponível [ton/h] Consumo Específico [Kgv/kW] Energia Gerada [KWh]
22
B1
300
-6,64
0,00
0
B2
300
76,81
6,14
12.508
43
B3
400
99,28
4,45
22.335
B4
400
99,28
4,45
22.335
65
B5
480
79,59
3,77
21.090
B6
520
68,77
3,61
19.064
85
B7
480
82,64
3,71
22.291
B8
520
71,18
3,54
20.107
Estudo de caso: Usina Coruripe filial Iturama (MG)
Disponibilidade Total de Energia para Exportação:
Pressão
do
Vapor
bar (a)
Balanço
Temp.
do
Vapor
°C
Energia para Exportação
Contra-
pressão
KWh
Conden-sação
KWh
Total
KWh
22
B1
300
6.484
0
6.484
B2
300
0
12.508
12.508
43
B3
400
12.433
22.335
34.768
B4
400
15.094
22.335
37.428
65
B5
480
23.688
21.090
44.778
B6
520
26.359
19.064
45.423
85
B7
480
25.650
22.291
47.941
B8
520
28.433
20.107
48.540
Estudo de caso: Usina Coruripe filial Iturama (MG)
Energia Total Exportada na Safra:
Pressão
do
Vapor
[bar (a)]
Balanço
Temp.
do
Vapor
[°C]
Energia para Exportação (Safra)
Cana
Safra
[ton.]
Energia
Exportada
[kW/t.c.]
Total
[MWh]
22
B1
300
3.000.000
10,37
31.121
B2
300
3.000.000
20,01
60.037
43
B3
400
3.000.000
55,63
166.887
B4
400
3.000.000
59,89
179.657
65
B5
480
3.000.000
71,64
214.935
B6
520
3.000.000
72,68
218.032
85
B7
480
3.000.000
76,71
230.119
B8
520
3.000.000
77,66
232.993
Estudo de caso: Usina Coruripe filial Iturama (MG)
Conclusões:
A Biomassa é energia de fonte renovável, apresentando significativa redução das emissões de Gases de Efeito estufa
Considerando o potencial do bagaço e do palhiço, o setor sucroenergético poderia estar fornecendo ao Sistema Interligado Nacional 12.700MWMd, que equivalem a 23,5% de toda energia hoje consumida no Brasil Um programa de contratação por meio de leilões regionais ou por fonte, concatenado com um plano de
modernização das redes, garantindo a conexão desta fonte renovável que é o gargalo histórico para o setor sucroenergético, certamente trarão benefícios líquidos para a sociedade civil em curto prazo de tempo.