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A A CIRCULAÇÃO D O CD OU . receber por . UTORAIS

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Academic year: 2021

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ROTINAS TRABALHISTAS – MÓDULO 1

DLC CURSOS 2

AUTORA

VERA HELENA PALMA

Advogada trabalhista, Formada em Direito Trabalhista pela FMU – Faculdades Metro-politanas Unidas.

Autora dos livros:

“Departamento Pessoal – Modelo” e “Rescisões e Cálculos Trabalhistas”.

Profª. em Direito do Trabalho e Coletivo do Traba-lho.

Ministra curso preparatório para exames na OAB – Ordem dos Advogados do Brasil, na área trabalhista.

Ministra curso trabalhista e previdenciário em empresas.

Autora de diversos artigos especializados na área trabalhista.

Advogada e Consultora de Direito do Traba-lho, Direito Coletivo do Trabalho e Direito Previdenciário.

DIÁRIO DAS LEIS LTDA.

R. Bocaina, 54 – Perdizes CEP 05013-901 – São Paulo - SP

Tel./Fax: (11) 3673-3155

Site: www.diariodasleis.com.br – E-mail: [email protected]

Diário das Leis

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Diário das Leis

Diário das Leis

Editado por:

em 2015

Proibida a reprodução total ou parcial, incluindo a reprodução de apostilas a partir deste curso, de qualquer forma ou por qualquer meio eletrônico ou mecânico, inclusive através de processos xerográficos, de fotocópia e de gravação, sem permissão expressa da Editora.

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ROTEIRO DO CURSO

ROTINAS TRABALHISTAS

A – A CIRCULAÇÃO

O Curso de “Rotinas Trabalhistas” é composto de 7 módulos que serão remetidos aos cursandos de 15 em 15 dias.

B – OS TESTES

O cursando, ao terminar o estudo de um módulo, deverá responder os testes e escolher uma das quatro opções para envio: 1. Internet: www.diariodasleis.com.br/

curso_online (respondendo pela internet haverá maior agilização); 2. E-mail: contato@diariodasleis.

com.br; 3. Fax: (11) 3673-3155; e 4. Correio: Diário das Leis, R. Bocaina, 54, 05013-901, São Paulo, SP. Tão logo receba a folha de testes devidamente preenchida, o Diário das Leis providenciará a remessa do módulo seguinte. Os testes serão corrigidos e devolvidos ao cursando.

C – O CERTIFICADO

Após o cursando os testes do último módulo, o Diário das Leis remeterá o Certificado de Conclusão.

D – O CD OU E-MAIL

Será remetido também, ao final do curso, um CD contendo os principais textos legislativos. Ou, se preferir, poderá receber por e-mail.

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LOCAÇÃO – MÓDULO 1

DLC CURSOS 3 ROTINAS TRABALHISTAS – MÓDULO 1

DLC CURSOS 3

MÓDULO 1

ÍNDICE Conceitos Introdutórios ... 05 Empregador ... 05 Grupo de Empresas ... 06 Empresas Terceirizadas ... 07 Franquia ... 09 Cooperativa de Trabalho ... 10 Empregador Rural ... 10 Documentação do Empregador ... 11 Empregado ... 12 Demais Trabalhadores ... 13 Trabalhador Autônomo ... 13 Trabalhador Eventual ... 13 Diretor de Sociedade ... 14 Trabalhador Avulso ... 14 Trabalhador Temporário ... 15 Empregado Doméstico ... 16 Estagiário ... 17 Trabalhador Rural ... 18 Admissão do Empregado ... 19

Recrutamento, Seleção e Contratação ... 19

Modelo de Solicitação de Emprego ... 20

Documentos Exigidos ... 22

Regulamento Interno da Empresa ... 22

Exame Médico ... 23

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ROTINAS TRABALHISTAS – MÓDULO 1

DLC CURSOS 4

a – Preencher recibo dos documentos deixados pelo empregado ... 25

b – Entregar ao empregado o Regulamento Interno da empresa, mediante recibo ... 26

Modelo do Regulamento Interno da Empresa ... 28

Modelo do Recibo do Regulamento ... 31

c – Efetuar o registro, no livro ou ficha de Registro ... 32

Termo de Abertura dos Livros e Fichas de Registro ... 32

Centralização de Documentos ... 32

Substituição dos Livros por Fichas de Registro ... 32

Cancelamento da Folha ou Ficha de Registro ... 33

Transferência do Empregado... 33

Sistema Informatizado ... 34

Modelo de Registro de Empregado ... 35

d – Anotar a Carteira de Trabalho ... 37

Obtenção da Carteira de Trabalho ... 38

Anotação na Carteira de Trabalho ... 38

Modelo da Carteira de Trabalho ... 39

Recibo de Entrega da Carteira de Trabalho ... 41

Recusa de Anotação na CTPS ... 42

Ficha de Anotações ... 42

Anotações do contrato de experiência, temporário e estagiário (Lei 9.601/98) 43 e – Providenciar cadastramento no PIS/PASEP (caso ainda não seja cadastrado) .... 43

Cadastramento ... 44

Formulário DCN ... 44

Anotação na carteira de trabalho e no livro ou ficha de registro ... 46

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ROTINAS TRABALHISTAS – MÓDULO 1

DLC CURSOS 12

EMPREGADO

Empregado é toda pessoa física que presta serviços de natureza não eventual a emprega-dor, sob a dependência deste e mediante salário. Não há diferença relativa à espécie de emprego e condição de trabalhador, nem entre o trabalho intelectual, técnico e manual, consoante se depreende do artigo 3º da CLT.

Sendo assim, a relação de emprego tem as seguintes características:

a - pessoa física - empregado não pode ser pessoa jurídica. Não se pode, portanto, firmar um contrato de trabalho com uma empresa, visto que os serviços prestados pela pessoa jurídica são regulados pelo direito civil.

Da mesma forma, não se pode firmar contrato de trabalho de um animal. Por exemplo, se em uma produção cinematográfica for necessária a presença de um animal adestrado, seu trabalho jamais será estabelecido através de contrato de trabalho, mas sim de con-trato regido pelo Código Civil, firmado com o dono do animal.

b – não eventual - o trabalho do empregado deve ser feito de forma contínua, não podendo assim ser ocasional. O trabalho do empregado não precisa ser feito todos os dias, mas tem que ser habitual. Exemplo: Um médico plantonista que comparece uma vez por semana ao Hospital, ou o empregado rural que trabalha na época das plantações e da colheita. Ambos são empregados.

c – dependência - a palavra dependência pode ser empregada como subordinação, pois o empregado fica à disposição do empregador, que executa ordens. A subordinação pode ser econômica, técnica e hierárquica. Na hipótese de não existir a subordinação, o traba-lho prestado, com certeza, é autônomo.

d – salário - o empregado sempre recebe salário pela prestação de serviços, visto que o contrato de trabalho é sempre oneroso. Não é empregado um ministro religioso, que embora siga a hierarquia de sua igreja não recebe salário, pois sua dedicação é um ato de fé, não sujeita a remuneração.

e - pessoalidade - o trabalho prestado é intuitu personae; isto quer dizer que a presta-ção de serviço somente pode ser feita pelo empregado. Exemplo: quando um médico for contratado para dar plantões, este não poderá se fazer substituir por um colega, pois se assim o fizer o trabalho prestado é autônomo.

O trabalho prestado pelo empregado não precisa ter a característica da exclusividade, visto que o obreiro pode ter mais de um emprego.

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verifi-LOCAÇÃO – MÓDULO 1

DLC CURSOS 13 ROTINAS TRABALHISTAS – MÓDULO 1

DLC CURSOS 13

quem as seguintes condições, já acima explicadas: - pessoalidade;

- serviço não eventual;

- subordinação jurídica e hierárquica; - recebimento de salário.

Se faltar qualquer uma dessas condições, não haverá relação empregatícia.

DEMAIS TRABALHADORES

Nem todo trabalhador é empregado. A definição de trabalhador não está pre-vista na CLT, pois referida norma se apli-ca somente a empregados.

Trabalhador Autônomo

“Trabalhador autônomo é a pessoa física que presta serviços habitualmente por conta própria a uma ou mais de uma pessoa, assumindo o risco da atividade econômica.”

Portanto, o autônomo, embora preste seu trabalho profissional com habitualidade, não está subordinado a horário de trabalho, não fica sob o poder de mando do empregador, podendo exercer sua atividade livremente, de acordo com sua conveniência, mesmo com o auxílio de empregados seus ou prepostos. Podem ser autônomos, os profissionais libe-rais, os vendedores, os motoristas, etc...

Muitas são as reclamações trabalhistas feitas pelos trabalhadores autônomos para que seja reconhecido o vínculo empregatício, sendo as mais comuns as dos vendedores e as dos representantes comerciais, estes últimos regidos pela Lei nº 4.886, de 09/12/65. A parte relativa ao trabalho autônomo será desenvolvida em detalhes em outro curso mais avançado.

Trabalhador Eventual

O trabalhador eventual é aquele que presta serviços sem subordinação e esporadicamen-te. A diferença existente entre o trabalhador eventual e o trabalhador autônomo é que o autônomo presta serviços sem subordinação, mas com habitualidade.

Exemplos:

Autônomo – Contador da empresa.

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ROTINAS TRABALHISTAS – MÓDULO 1

DLC CURSOS 14

Diretor de Sociedade

O diretor, quando mandatário da sociedade, não goza de direitos trabalhistas, vez que possui vantagens estatutárias. Contudo, se subordinado aos dirigentes da empresa, es-barra na figura do empregado e deve, portanto, ser considerado como tal, adquirindo direitos da legislação trabalhista.

Na hipótese do empregado ser eleito diretor da empresa, terá seu contrato de trabalho suspenso, e, terminando seu mandato de diretor, voltará a exercer a função que exercia anteriormente, não se computando o tempo de serviço deste período, salvo se permane-cer a subordinação jurídica inerente ao cargo, consoante termos inseridos na Súmula do TST 269: “o empregado eleito para ocupar cargo de diretor tem o respectivo contrato de trabalho suspenso, não se computando o tempo de serviço deste período, salvo se per-manecer a subordinação jurídica inerente à relação de emprego”.

O diretor subordinado à Presidência, vice-presidência ou a outro diretor, sem margem de decisão, é considerado empregado, independentemente da nomenclatura do cargo. O diretor que presta serviços à sociedade por cotas de responsabilidade limitada, que não tenha qualquer cota da sociedade é, na verdade, empregado. Diretor de sociedade limita-da, que não tenha cotas não é diretor, na realidade é gerente, portanto empregado. O fato de o empregado ser elevado à condição de diretor por eleição da assembléia geral de sociedade anônima, não determina a perda daquela qualidade, a não ser que comprove que ele é proprietário de ações a tal ponto que configure vultoso capital, e a qualidade de proprietário das ações tenha sido motivo primordial da investidura.

Trabalhador Avulso

O trabalhador avulso é aquele que, pertencente a algumas categorias profissionais, sindi-calizado ou não, mas congregado pelas respectivas entidades de classe (Sindicatos, associações profissionais ou entidades congêneres) presta serviços sem vínculo empregatício a diversas empresas requisitantes ou tomadoras de serviços.

Os trabalhadores avulsos são recrutados pela entidade de classe para atender determina-da operação determina-da tomadora de serviços ou empresa cliente, e assim que terminadetermina-da a opera-ção percebem remuneraopera-ção referente ao rateio do valor pago pelo preço global.

Os trabalhadores avulsos são, por exemplo, o estivador, o trabalhador em alvarenga (em-barcação para carga e descarga de navios), o conferente e o consertador de carga e descarga, o vigia portuário, o amarrador, o trabalhador avulso em serviço de bloco, o trabalhador avulso de capatazia, o arrumador, o ensacador de café, cacau e similares, o trabalhador de indústria de sal, bem como outros assim considerados pelo Ministério do Trabalho.

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LOCAÇÃO – MÓDULO 1

DLC CURSOS 15 ROTINAS TRABALHISTAS – MÓDULO 1

DLC CURSOS 15

Trabalhador Temporário

O trabalho temporário está previsto pela Lei 6.019, de 03/01/74, devidamente regulada pelo Decreto 73.841, de 13/ 03/74.

Trabalho temporário é o prestado por pessoa física a uma empresa para aten-der a necessidade transitória de

subs-tituição de seu pessoal regular e permanente ou acréscimo extraordinário de serviço.

Desta forma, o trabalho temporário somente pode ser prestado por pessoa física e:

a – para atender necessidade transitória de substituição de seu pessoal regular;

b – quando houver acréscimo extraordinário de serviço.

O trabalhador sempre será contratatado através de uma empresa de trabalho temporário. A empresa de trabalho temporário é a pessoa jurídica urbana, nunca rural, cujo propósito é o de colocar temporariamente à disposição de outras empresas, trabalhadores qualifica-dos nos termos do artigo 4º, da Lei 6.019/74.

A empresa tomadora ou cliente é a pessoa física ou jurídica que, em virtude de necessida-de transitória necessida-de substituição necessida-de seu pessoal regular e permanente ou em razão do acrés-cimo de trabalho extraordinário, contrata locação de mão-de-obra com empresa de traba-lho temporário, nos termos do artigo 14 do Decreto nº 73.841/74.

Referidos contratos não poderão ultrapassar três meses. Mediante autorização do órgão regional do Ministério do Trabalho e Emprego - MTE, o contrato poderá ser ampliado para até seis meses quando: a) houver prorrogação do contrato de trabalho temporário, limita-da a uma única vez; b) quando ocorrerem situações que justifiquem a prorrogação (Porta-ria MTE nº 550, 12.03.2010). Se o contrato ultrapassar estes prazos poderá ser conside-rado contrato de trabalho por tempo indeterminado e firmado diretamente com a tomadora de serviços.

Entre a empresa tomadora de serviços e a empresa de trabalho temporário, obrigatoria-mente, deverá ser feito um contrato por escrito. O trabalhador temporário deverá ter um contrato de trabalho com a empresa agenciadora de mão-de-obra, que é responsável por

Referências

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