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Índice Institucional 7 Tecnologia & Soluções 17

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Índice

Institucional 7

Tecnologia & Soluções

17

Fibra Óptica

18

Fibras Multimodo OM4

19

Fibras Monomodo & Dispersão Não Nula (NZD)

20

Categoria 6A

21

Par Metálico

21

Gerenciamento de Redes em Camada Física

22

Soluções Furukawa

23

ITMAX Data Center

23

Commercial Building

27

Industrial 28

Telecomunicações 29

FTTx 30

Produtos 38

Dados Técnicos

38

TeraLan

39

DIO HDMOD – MóDulO BásIcO

39

cassete HDMPO

39

DIO HD144 – MóDulO BásIcO

40

KIt Placa Para aDaPtaDOres óPtIcOs lGX

40

DIO a280 – MóDulO BásIcO

41

DIO a270 – MóDulO BásIcO

41

KIt De terMInaçãO eM caMPO (DIO a270)

41

DIO B48 – MóDulO BásIcO

42

KIt De ancOraGeM Para DIO B48

42

DIO a115 – MóDulO BásIcO

42

KIt De eXPansãO a115

43

DIO BW12 – MóDulO BásIcO

43

DIO a146 – MóDulO BásIcO

43

KIt BanDeja De eMenDa

44

BanDeja De sOBra De cOrDões

44

cOrDãO óPtIcO HDMPO

44

cOrDãO FanOut HDMPO

45

servIce caBle Pré-cOnectOrIzaDO

45

servIce caBle Pré-cOnectOrIzaDO HDMPO

46

servIce caBle Pré-cOnectOrIzaDO FanOut

46

cOrDãO, eXtensãO e eXtensãO óPtIca cOnectOrIzaDa

47

cOrDãO óPtIcO

48

eXtensãO óPtIca cOnectOrIzaDa

48

eXtensãO óPtIca cOnectOrIzaDa Para a270

49

eXtensãO óPtIca cOnectOrIzaDa Para a280

49

cOnectOr óPtIcO nenP ( nO ePOXI nO POlIsH)

50

KIt aDaPtaDOr óPtIcO

50

(3)

PatcH cOrD MetálIcO GIGalan auGMenteD cat.6a

51

eXtensãO MetálIca GIGalan auGMenteD cat.6a

51

cOnectOr FêMea BlInDaDO GIGalan auGMenteD cat.6a

52

cOnectOr FêMea GIGalan auGMenteD cat.6a

52

caBO eletrônIcO GIGalan auGMenteD cat.6a F/utP 23aWGX4P

53

caBO eletrônIcO GIGalan auGMenteD cat.6a u/utP 23aWG X 4P

54

GigaLan Categoria 6

55

PatcH cOrD MetálIcO F/utP GIGalan cat.6

55

PatcH cOrD MetálIcO u/utP GIGalan PreMIuM cat.6

56

PatcH cOrD MetálIcO u/utP GIGalan cat.6

57

eXtensãO MetálIca u/utP GIGalan cat.6

57

PatcH cOrD InDustrIal F/utP GIGalan cat.6

58

PatcH cOrD InDustrIal u/utP GIGalan cat.6

59

cOnectOr FêMea BlInDaDO GIGalan cat.6

60

cOnectOr FêMea GIGalan PreMIuM cat.6

61

cOnectOr FêMea GIGalan cat.6

62

cOnectOr FêMea InDustrIal BlInDaDO F/utP GIGalan cat.6

62

cOnectOr FêMea InDustrIal u/utP GIGalan cat.6

63

caBO eletrônIcO BlInDaDO GIGalan cat.6 F/utP 23aWG X4P

64

caBO eletrônIcO GIGalan cat.6 u/utP PreMIuM 23 aWG X 4 P

65

caBO eletrônIcO GIGalan cat.6 u/utP 23aWG X 4 P

66

caBO eletrônIcO GIGalan InDOOr/OutDOOr cat.6 u/utP 23 aWG X 4P

66

caBO eletrônIcO GIGalan InDustrIal cat.6 F/utP 23aWG X4P

67

caBO eletrônIcO GIGalan InDustrIal cat.6 u/utP 23aWG X4P

67

taBela De PerFOrMance Para caBOs eletrônIcOs cat. 6

68

PatcH Panel GIGalan cat.6

69

MultiLan Categoria 5e

70

PatcH cOrD MetálIcO F/utP MultIlan cat.5e

70

PatcH cOrD MetálIcO u/utP MultIlan cat.5e

71

PatcH cOrD InDustrIal F/utP MultIlan cat.5e

72

PatcH cOrD InDustrIal u/utP MultIlan cat.5e

73

cOnectOr FêMea BlInDaDO MultIlan cat.5e

74

cOnectOr FêMea MultIlan cat.5e

75

cOnectOr FêMea InDustrIal BlInDaDO F/utP MultIlan cat.5e

76

cOnectOr FêMea InDustrIal u/utP MultIlan cat.5e

77

caBO eletrônIcO BlInDaDO MultIlan cat.5e F/utP 24aWGX4P

78

caBO eletrônIcO MultIlan cat.5e u/utP 24aWGX4P

79

caBO eletrônIcO MultIlan cat.5e u/utP 24aWGX25P

79

caBO eletrônIcO MultIlan InDOOr/OutDOOr cat.5e F/utP 24aWGX4P

80

caBO eletrônIcO MultIlan InDOOr/OutDOOr cat.5e u/utP 24aWGX4P

81

caBO eletrônIcO MultIlan InDustrIal cat.5e F/utP 24aWGX4P

81

taBela De PerFOrMance Para caBOs eletrônIcOs cat. 5e

82

caBO eletrônIcO MultIlan InDustrIal cat.5e u/utP 24aWGX4P

82

(4)

Fisaflex

84

vOIce Panel cat.3

84

PaInel De cOneXãO 110IDc

85

BlOcO De cOneXãO 110IDc

85

KIt BlOcO De cOneXãO 110IDc

86

cOnectOr FêMea 110IDc (cOnnectInG BlOcK)

86

PatcH cOrD 110IDc u/utP FIsaFleX cat.6

87

PatcH cOrD 110IDc u/utP FIsaFleX cat.5e

88

PatcH cOrD vOz MetálIcO u/utP

89

POntO De telecOMunIcaçãO 110IDc

89

caBO eletrônIcO FIslan cat.3

90

Fisacesso

84

racK 2P aBertO 19’’ 45u ItMaX

91

racK 4P aBertO 19'' 45u ItMaX

91

racK aBertO 19”

92

racK aBertO De PareDe (BracKet artIculaDO)

92

caIXa - centrO De DIstrIBuIçãO MultIMíDIa (cDM)

92

GuIa vertIcal 200 MM ItMaX

93

GuIa vertIcal entre racKs 315 MM ItMaX

93

taMPa lateral ItMaX

93

GuIa De caBOs vertIcal FecHaDO – 140MM – Face sIMPles

94

GuIa De caBOs vertIcal

94

GuIa HOrIzOntal 2u ItMaX

94

GuIa HOrIzOntal 4u ItMaX

95

GuIa De caBOs HOrIzOntal FecHaDO alta DensIDaDe

95

GuIa De caBOs HOrIzOntal aBertO alta DensIDaDe

95

GuIa De caBOs HOrIzOntal FecHaDO PlástIcO

96

GuIa De caBOs HOrIzOntal FecHaDO

96

GuIa De caBOs HOrIzOntal aBertO PerFuraDO

96

GuIa De caBOs HOrIzOntal zerO-u

97

BanDeja suPerIOr e InFerIOr ItMaX

97

GuIa De caBOs suPerIOr

97

GuIa De caBOs InFerIOr

98

GuIa De caBOs traseIrO

98

Barra De aterraMentO ItMaX

98

acOMODaDOr raDIal PlástIcO ItMaX

99

PrateleIras Para racK

99

GraMPO Para OrGanIzaçãO vertIcal

99

PaInel De FecHaMentO anGular

100

PaInel De FecHaMentO

100

MóDulO Para DaDOs cat.6 8 POrtas - cDM

100

MóDulO Para DaDOs cat.5e 8 POrtas - cDM

100

MóDulO DIstrIBuIçãO De víDeO vertIcal - cDM

101

MóDulO telecOM seGurança - cDM

101

MóDulO DIstrIBuIçãO De áuDIO stereO 6 aMBIentes - cDM

102

MóDulO telecOM 8 POrtas - cDM

102

MóDulO eXPansãO telecOM 8 POrtas - cDM

102

Placa De MOntaGeM - cDM

103

réGua MODular - cDM

103

PatcH Panel anGular BlInDaDO

103

PatcH Panel anGular

104

PatcH Panel DescarreGaDO BlInDaDO cOM ícOnes

104

(5)

POntO De cOnsOlIDaçãO alta DensIDaDe - zDa

106

POntO De cOnsOlIDaçãO 24 POsIções

106

POntO De cOnsOlIDaçãO 12 POsIções BlInDaDO

107

caIXa De aParente InDustrIal IP67

107

caIXa aParente MultIMíDIa

108

caIXa aParente

108

tOMaDa aParente

109

esPelHO anGular

109

esPelHO InDustrIal IP67

110

esPelHO PlanO

110

esPelHO MODular

110

MóDulO Para esPelHO

111

KIt Placa Para aDaPtaDOres rj-45 lGX

111

cOnjuntO aDaPtaDOr

112

ícOne De IDentIFIcaçãO

112

Base Para trIlHO DIn

113

aDaPtaDOr Para trIlHO DIn

113

PatchView

114

Master 114

Master eXPanDer

114

eXPanDer 115

scanner 115

MInI-scanner 116

cOntrOlaDOr InDIcaDOr Para racK

116

cOntrOlaDOr De seGurança

117

cOntrOl PaD

117

caBle rOunD Flat

117

sOFtWare De GerencIaMentO PatcHvIeW

118

aPlIcações OPcIOnaIs

118

PatcH Panel GerencIável MODular

119

PatcH Panel GerencIável MODular BlInDaDO

119

PatcH Panel GerencIável cat.6 48P 2u anGular

120

PatcH Panel GerencIável alta DensIDaDe cat.6

120

PatcH Panel GerencIável cat.6

120

DIstrIBuIDOr InternO óPtIcO (DIO) GerencIável

121

DIO GerencIável lc DuPleX/MPO 48F 24P 1u

121

DIO GerencIável lc DuPleX 48F 24P 1u

121

PatcH cOrD IntelIGente sMart cOnnect cat.6a s/FtP

122

PatcH cOrD IntelIGente sMart cOnnect cat.6a u/FtP

122

PatcH cOrD IntelIGente sMart cOnnect cat.6 u/utP

123

PatcH cOrD IntelIGente cat.6 u/utP

123

cOrDãO óPtIcO IntelIGente

123

FBS

124

arMárIO OrBItal

124

arMárIO trIBOX

124

DGOI - DIstrIBuIDOr General óPtIcO InternO

125

MóDulO De terMInaçãO lGX OFs

125

GraMPO Para caBOs lGX OFs

125

(6)

BanDeja De eMenDa lGX OFs

126

DIO Bt48

126

caIXa De DIstrIBuIçãO Interna óPtIca - cDOI

127

POntO De terMInaçãO óPtIca

127

rOseta óPtIca

127

FIltrOs WDM (WavelenGtH DIvIsIOn MultIPleXInG)

128

sPlItter óPtIcO 1Xn BalanceaDO

128

sPlItter 1Xn DesBalanceaDO

129

sPlItter 2Xn

129

sPlItters cOnectOrIzaDOs

130

sPlItter MODular

131

GePOn stanDarD - cHassIs e cartãO De InterFace

132

GePOn stanDarD - Onu

133

GePOn PreMIuM - Onu sFP

133

Cabos Ópticos

134

caBO óPtIcO FIBer-lan InDOOr/OutDOOr

134

caBO óPtIcO FIBer-lan-ar

135

caBO óPtIcO FIs-OPtIc-DG

136

caBO óPtIcO OPtIc-lan

137

caBO óPtIcO OPtIc-lan-ar (PFv)

138

caBO óPtIcO OPtIc-lan-ar

139

caBO óPtIcO De terMInaçãO InternO/eXternO

140

caBO óPtIcO DrOP FIG.8 FttH

141

caBO óPtIcO DrOP FIs-OPtIc FttH

142

caBO óPtIcO DIelétrIcO autOssustentaDO

143

cFOa-as80 MInI-ra FttH

143

caBO óPtIcO FIBer-lan InDOOr

144

caBO óPtIcO sIMPluslan

145

caBO óPtIcO InternO

146

cOrDãO óPtIcO

147

caBO óPtIcO DIelétrIcO autOssustentaDO – núcleO secO

148

caBO óPtIcO DIelétrIcO autOssustentaDO – núcleO GeleaDO

149

caBO óPtIcO DIelétrIcO autOssustentaDO Para lOnGOs vãOs

150

caBO óPtIcO DIelétrIcO autOssustentaDO as120-ra

151

caBO óPtIcO FIs-OPtIc-as

152

caBO óPtIcO DIelétrIcO Para DutOs – núcleO secO

153

caBO óPtIcO DIelétrIcO Para DutOs – núcleO GeleaDO

154

caBO óPtIcO DIelétrIcO Para DutOs

155

cOM PrOteçãO cOntra rOeDOres - PFv

155

caBO óPtIcO Para DutOs

156

cOM PrOteçãO MetálIca cOntra rOeDOres

156

caBO óPtIcO DIretaMente enterraDO

157

cOM PrOteçãO MetálIca cOntra rOeDOres

157

caBO óPtIcO DIelétrIcO DIretaMente enterraDO

158

caBO óPtIcO DIelétrIcO DIretaMente enterraDO

159

cOM PrOteçãO cOntra rOeDOres - PFv

159

caBO óPtIcO DIelétrIcO DIretaMente enterraDO

160

cOM PrOteçãO cOntra rOeDOres - PPu

160

caBO óPtIcO DIelétrIcO cOM DutO

161

(7)

caBO teleFônIcO MetálIcO Fast-cIt

163

caBO teleFônIcO MetálIcO Fast-cIt XDsl 40MHz

164

caBO teleFônIcO MetálIcO Fast-cIt XDsl 8,5MHz

164

caBO teleFônIcO MetálIcO ctP-aPl-as

165

caBO teleFônIcO MetálIcO cce-aPl

166

caBO teleFônIcO MetálIcO cce-aPl-G

166

caBO teleFônIcO HíBrIDO cHP-aPl-XDsl-40MHz

167

caBO teleFônIcO HíBrIDO cHP-aPl-XDsl-8,5MHz

167

caBO teleFônIcO MetálIcO ctP-aPl

168

caBO teleFônIcO MetálIcO ctP-aPl-XDsl-40MHz

169

caBO teleFônIcO MetálIcO ctP-aPl-XDsl-40MHz

169

caBO teleFônIcO MetálIcO ctP-aPl-G

170

caBO teleFônIcO MetálIcO ctP-aPl-G-XDsl 40MHz

171

caBO teleFônIcO MetálIcO ctP-aPl-G-XDsl 8MHz

171

caBO teleFônIcO MetálIcO cts-aPl-G

172

caBO teleFônIcO MetálIcO cts-aPl-G-XDsl-40 MHz

173

caBO teleFônIcO MetálIcO cts-aPl-G-XDsl-8 MHz

173

característIcas elétrIcas

174

caBO teleFônIcO MetálIcO ctP-aPl-sn

174

FaMílIa De caBOs Para transMIssões eM BanDa larGa (valOres tíPIcOs)

175

cóDIGO De cOres

175

FOrMações cOncêntrIcas

175

FOrMações MúltIPlas

175

IDentIFIcaçãO DOs Pares eXtras

176

QuantIDaDe De Pares PIlOtO (QuanDO eXIstIr) e Pares eXtras

176

FatOres De cOrreções e cálculO De sOMa De POtêncIa De DIaFOnIa (POWer suM)

177

(8)
(9)

A necessidade de se comunicar é uma das grandes responsáveis pelo desenvolvimento da

tecnologia. Nos dias de hoje isso é ainda mais evidente. Com o avanço dos meios digitais, novas

soluções para tráfego de dados e voz tornaram-se uma prioridade para empresas e pessoas.

Cabos de cobre e de fibra óptica encurtaram as distâncias, levando a inovação a todos os pontos

do planeta.

O Grupo Furukawa tem orgulho de ser parte desta história. Fundado em 1884 no Japão e

liderado pela japonesa Furukawa Electric Co. Ltd., aplica o conhecimento e qualidade adquiridos

ao longo dos anos nos setores de telecomunicações, eletrônica, sistemas automotivos, energia,

metais e serviços. Através dos cabos da Furukawa trafegam dados do mundo inteiro, definindo

um novo patamar de uso inteligente e seguro da tecnologia.

Em 2001 a OFS (Optical Fiber Solution – empresa proveniente do grupo Lucent Technologies

– foi adquirida pelo Grupo Furukawa e tornou-se OFS – A Furukawa Company . Esta união

resultou no nascimento de uma das maiores fabricantes mundiais de fibras ópticas. Hoje a

companhia detém as principais patentes existentes no mercado, como as fibras monomodo

NZD (Non Zero Disperson), as ZWP (Zero Water Peak) e as fibras multimodo otimizadas

(OM4/OM3/LOMMF).

Há mais de um século conduzindo o progresso

e a inovação em infraestrutura de redes.

O Grupo Furukawa tem sido pioneiro em

tecnologias inovadoras por mais de um

século, provendo a clientes e usuários finais

soluções de alto valor em vários segmentos.

A nossa principal força está na integração

de materiais - focados em fotônica, metais e

plásticos - em funcionalidade e qualidade que

satisfazem as exigências do mercado.

Através do desenvolvimento de produtos

na indústria em segmentos que incluem

telecomunicações, energia e industrial,

sistemas eletrônicos e automotivos, metais e metais leves, nós também temos uma melhor

capacidade de avaliar rapidamente as necessidades do mercado e as tendências, refletindo em

inovação.

Nossa habilidade no desenvolvimento de materiais e produtos cria inovação e sinergia, que

orientam as novas soluções que trazemos ao mercado. E para reforçar e ampliar esta habilidade,

o Grupo Furukawa Electric continuará criando produtos que suportam o desenvolvimento

industrial e enriquecem a vida das pessoas pelo mundo.

Furukawa Electric

(10)

Não seria nenhum exagero dizer que a história da

fabricação de cabos no Brasil começou há mais de

35 anos, com o investimento feito pela Furukawa Industrial

S.A. Produtos Elétricos no país. Parte do Grupo Furukawa

e destaque no segmento de telecomunicações, a empresa

iniciou suas atividades com a fabricação de cabos, e hoje

possui conhecimento e desenvolvimento suficientes para

oferecer soluções completas, adaptadas às mais diversas

necessidades para Infraestrutura de Telecomunicações e

TI - Tecnologia da Informação.

Em todo este tempo, os cabos da Furukawa acompanharam

e conduziram grandes avanços na área de TI. Muitos destes

avanços partiram de uma estrutura reconhecida hoje

como um Centro de Excelência para a América Latina

na fabricação de cabos ópticos e metálicos – a Unidade

Industrial de Curitiba. Na fábrica, além do compromisso

com o desenvolvimento de novos produtos, existe a

preocupação constante com o investimento em pesquisa,

de forma ética e transparente.

É dessa maneira que a Furukawa consegue oferecer sempre

produtos de qualidade, que respeitam o meio ambiente e

contribuem para o seu desenvolvimento.

Liderança

Pioneirismo no mercado brasileiro.

As perspectivas de crescimento para o futuro continuam

animadoras, principalmente nos mercados brasileiro e

da América do Sul, onde há uma grande demanda por

avançadas redes de comunicação e por serviços multimídia

em alta velocidade – tanto em ambientes comerciais quanto

residenciais.

• Houve mais participação da Furukawa nos principais

eventos internacionais.

• E nosso time de exportação esteve mais próximo

ainda de nossos distribuidores e integradores através de

treinamentos presenciais, webinários, reuniões e visitas.

O resultado de cada uma destas ações é a consolidação da

Furukawa como um ícone de referência na região, que vai

além da qualidade tecnológica e privilegia o atendimento.

no Brasil, na América Latina e no mundo todo.

Mercado Externo

A experiência, qualidade e tradição

Furukawa não conhecem fronteiras.

1974

Fábrica de Cabos de Energia em Lorena

1977

Fábrica de Cabos para Telecomunicação em Curitiba

1982

Cabos Eletrônicos e Coaxiais

1984

Cabos Ópticos

1991

Cabos Eletrônicos LAN

1995

Solução completa para voz, dados e faixa larga

1997

Produção de Fibra Óptica

1998

Programa Furukawa Certified Professional

1999

Loja Eletrônica

2001

Cabos xDSL e Solução para Banda Larga

2002

Exportação de Cabos LAN para USA

2003

Exportação de Cabos LAN para Europa

2004

Linha GigaLan para Cabeamento Estruturado Certificações UL e ETL

2006

Soluções Industrial e Data Center

2007

1º Projeto FTTH no Brasil Cabos Ópticos Premises

2008

Inauguração da Fábrica na Argentina (FIA) Soluções Ópticas de Alta Densidade

2009

Linha Premium

Toll free (0800) em 9 países da América Latina

2010

Projetos de Rede Óptica (FTTx) para Cidade Digital no Brasil e Exterior

(11)

Pesquisa e Desenvolvimento

Tecnologia em constante evolução.

Laboratório Component Level

Único no Brasil, este laboratório permite a

realização de testes e análises dos produtos de

acordo com os padrões internacionais. Entre as

vantagens de contar com esta estrutura estão a

maior agilidade no desenvolvimento dos produtos

e a eficiência para o melhoramento do processo e

ajustes dos cabos e equipamentos.

Campo de Testes

Neste ambiente são reproduzidas as reais

condições de instalação de cabos e acessórios, com

informações importantes sobre suas características,

aplicabilidade e comportamento. Tudo isso torna

possível antecipar e corrigir possíveis restrições das

tecnologias, garantindo a sua eficácia e conformidade

com normas locais e internacionais antes do

lançamento no mercado.

Os projetos de novas redes devem considerar o suporte

às tecnologias existentes e que ainda irão surgir. Por isso é

importante priorizar o investimento em infraestrutura, optando

por soluções que possuam uma vida útil maior.

A Furukawa foi a primeira empresa do Brasil a oferecer a

Garantia Estendida de 15 a 25 anos - um programa que assegura

a confiabilidade e qualidade dos materiais empregados, assim

como os serviços de instalação de seus canais autorizados.

Todos os certificados nacionais e internacionais conquistados

pela Furukawa são resultado do comprometimento com

uma filosofia: para se obter um produto final de excelência

reconhecida é preciso dedicar atenção à qualidade em todas

as etapas do processo. Desde o momento de obtenção da

matéria-prima, passando pelo manuseio e produção,

na Furukawa a qualidade é um fator fundamental. Este

compromisso também é comprovado pelos mais importantes

certificados para produtos e meio ambiente, conferidos pela

UL - Underwriters Laboratories, ETL e Anatel.

Garantia Estendida

Qualidade garantida por muito mais tempo.

(12)

Logística

Rede de canais estrategicamente posicionada.

Centro de Excelência Mundial para atender a América Latina

Capacidade Industrial em Escala 2 Centros de Distribuição 28 Distribuidores Autorizados Integradores Credenciados

Gerentes Regionais e Engenheiros de Suporte Centros de Treinamento

Desde sua fundação, há

mais de 35 anos, a presença

da Furukawa expandiu-se

para todos os continentes,

apresentando de forma inovadora

soluções em infraestrutura de redes

de telecomunicações e TI.

Para atender a esta demanda, a empresa

conta com escritórios regionais no Brasil e na

Argentina, e uma Rede de Canais - Distribuidores

e Integradores - estrategicamente posicionada

em diversos países da América Latina e Europa.

A Furukawa também disponibiliza para seus clientes um

canal de contato direto com a empresa - a Central de

Serviço ao Cliente.

Escritório Regional Planta Industrial Distribuidores Autorizados Integradores Credenciados Centros de Treinamento

Filiação

A Furukawa também

tem participação ativa

nos principais órgãos e

comitês da área.

Brasil 0800 41 21 00 | Argentina 0800 800 9701 | Bolívia 800 10 2222 5445 | Chile 123 00209395 | Colômbia 01800 518 1160

Paraguai 00 812 800 5446 | Peru 0800 54089 | Uruguai 0004 019 0337 | Venezuela 0800 1008511

Brasil Argentina Bolívia Perú Angola Portugal Espanha Chile Panamá Costa Rica Cuba Venezuela Colômbia Equador Uruguai Paraguai El Salvador Honduras Nicarágua Guatemala

(13)

Treinamento

Experiência a serviço da qualificação.

No mercado atual, treinamento é um ponto de importância

fundamental na formação e qualificação de profissionais. É por

isso mesmo que a Furukawa desenvolve programas e cursos

especiais, aplicando toda sua experiência com soluções em voz,

dados e imagens. O Programa de Certificação de Profissionais, por

exemplo, qualifica os profissionais para projetarem e instalarem

redes de cabeamento estruturado de acordo com as mais

exigentes normas dos mercados brasileiro e mundial. Diversos

outros cursos também estão disponíveis em praticamente todo o

território nacional, através de centros de Treinamento Autorizados

nos principais estados do Brasil.

FCP

FCP Master

FCP

Fibras ópticas

Contempla conceitos,

modos de transmissão,

aplicações, emendas

e medições de fibras

ópticas,

capacitando

os profissionais na

teoria e na prática

para um completo

entendimento sobre

fibras ópticas.

www.furukawa.com.br

Onde você estiver, a Furukawa está com você.

O portal Furukawa oferece serviços e ferramentas

de relacionamento que facilitam muito o seu

negócio. De forma fácil e segura, você acessa o

conteúdo mais completo em infraestrutura de

redes e obtém benefícios imediatos.

Com a contribuição e participação dos nossos

clientes, distribuidores e integradores, o portal

se moderniza a cada dia e novas ferramentas são

implantadas ao longo do ano.

Eu tive uma ideia Novo sistema de busca

Canal Furukawa Youtube www.youtube.com/furukawabrasil

Programa

de

formação profissional

em cabeamento

estruturado, com

módulos abrangendo

desde os fundamentos

básicos até as

últimas tecnologias

e perspectivas

em sistemas de

c o m u n i c a ç ã o .

Contempla os critérios

das normas TIA/EIA,

ISO e ABNT.

Representa uma

evolução profissional

e a continuidade do

FCP

Fundamental,

com técnicas e

metodologias para a

elaboração de projetos

e administração física

de redes (infraestrutura

interna e externa).

Contempla os critérios

das normas ANSI/ TIA/

EIA, ISO e ABNT.

Data Cabling

System e Proyecto

Introdução à área de

cabeamento estruturado

de redes, apresentando

conceitos fundamentais

ou direcionando

profissionais de áreas

afins na formação com

competência técnica

para a instalação em

sistemas de cabeamento

estruturado. Disponível

para o mercado

internacional.

(14)

A história do Grupo Furukawa é, desde o princípio, atrelada ao compromisso

com uma sociedade evolutiva e sustentável. Isso significa adotar políticas

ambientais e sociais verdadeiramente engajadas com a sociedade.

Respeito ao meio ambiente

Abrir caminho para a informação através da tecnologia, protegendo o meio

ambiente, é uma das filosofias na qual se fundamenta o trabalho da Furukawa.

Prova disso é o Certificado ISO 14001:2004 de Gestão Ambiental,

conferido pela UL – Underwriters Laboratories do Brasil - à

Unidade Industrial de Curitiba, no Paraná. Ele reforça o compromisso

adotado pela empresa junto ao planeta, com o desenvolvimento

de ações responsáveis e produtos ecologicamente corretos.

Bons exemplos são a reciclagem interna de resíduos e os cabos Lead Free.

Livres de metais pesados, os cabos LSZH (Low Smoke Zero Halogen) usam

componentes sem halogênios, o que contribui para a baixa emissão de gases

tóxicos e fumaça e influencia diretamente na conservação do meio ambiente.

Toda a linha de cabos para telemática LSZH (Low Smoke Zero Halogen) da

Furukawa recebeu a identificação do “Selo Verde” em suas embalagens.

Diretiva RoHS

A Diretiva Europeia RoHS restringe a utilização de determinadas

substâncias nocivas, fomenta a reutilização dos equipamentos e determina

uma gestão adequada, com o objetivo de melhorar a eficácia da proteção

ambiental, reduzir a quantidade de resíduos industriais e a periculosidade

dos componentes. Apesar de não existir uma legislação restritiva como a

Diretiva RoHS na América Latina, a Furukawa já implantou, desde 2007,

esse modelo como padrão para toda sua linha de produtos de cabeamento

estruturado.

Programa Green IT

Conectividade via Sustentabilidade.

O Programa Green IT, em operação desde agosto

de 2007, permite a revitalização da rede de

cabeamento estruturado por meio da

substituição de cabos e acessórios de

conectividade de tecnologias obsoletas

pelas soluções de última geração,

protegendo o meio ambiente. O

material substituído nas instalações

recebe tratamento e reciclagem,

transformando-se em matéria-prima para

outras indústrias, em outras aplicações.

Responsabilidade Socioambiental

Evolução de produtos, de pessoas e da

maneira de pensar.

(15)

Responsabilidade Social

O compromisso da Furukawa não está unicamente traçado na

direção da evolução da tecnologia. Projetos que contribuem para a

evolução das pessoas, com o objetivo de ajudar a tornar o Brasil um

país melhor, também recebem atenção especial na empresa. Através

da interação com a comunidade local, o incentivo a ações voluntárias

dos colaboradores e campanhas sociais - como doação de sangue,

roupas e medula óssea - a Furukawa reafirma seu compromisso

com o progresso, mostrando que a evolução e o futuro passam

pelos nossos cabos, mas vão muito além deles.

Conheça alguns programas da Furukawa:

O programa Formando Crianças para o Futuro desenvolve o

potencial da criança e da cidadania em diversas comunidades.

• O projeto de Inclusão Digital da Comunidade já entregou diversos

computadores para a comunidade carente vizinha à unidade de

Curitiba, no Paraná.

• Bolsas de estudos para vários públicos relacionados à Furukawa e

a comunidade onde ela está inserida.

• Programa Menor Aprendiz.

• Através do Programa Vamos Correr, os colaboradores recebem

incentivo e treinamento para participarem de corridas e maratonas.

• Patrocínio a atletas.

• Ginástica Laboral.

Formando Crianças para o Futuro

Fase I

21 crianças (9-11 anos)

Aulas de reforço: matemática, português, leitura e

interpretação;

Classes Ambiental: respeito ao meio ambiente:

conceitos de poluição, ciclo da água, coleta seletiva;

Tecnologia da informação;

Atividades culturais: coral, esportes, teatro;

Saúde: assistência médica e odontológica;

Desenvolvimento de valores, a moral, a cooperação.

Fase II

65 crianças e adolescentes (10-14 anos)

Atividades de artesanato: biscuit, crochê, costura, origami

e outros;

Esporte: futebol, voleibol, dança;

Música: violão, coral;

Curso de ação: elaborar uma peça para apresentação

durante o SIPAT seguinte;

(16)

Novas instalações para o projeto

Seis novas salas foram preparadas na unidade industrial

de Curitiba para organizar e facilitar o desenvolvimento

das atividades.

Educação e formação profissional

Ensino Médio: 13 adolescentes em “Colégio SESI”;

Ensino Técnico: 2 adolescentes em “Instituto Tibagi;

Aprendiz: 7 adolescentes em “Instituto Salesiano”;

TI e Curso de Administração de Rotinas (75 horas): 11

adolescentes.

Reconhecimento & Conquistas

“Prêmio SESI Qualidade no Trabalho”

“Campeões do Canal” da Revista CRN (Editora IT Mídia): Categoria

Qualidade do Produto e Categoria Relacionamento com o Canal.

“XI Prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao

Cliente”, Categoria Informática, promovido pela Editora Padrão em

parceria com o Instituto GFK.

Troféu Onda Verde, pela Editora Expressão, por alcançar nível

máximo nos indicadores da pesquisa do Instituto Ethos e da Bovespa.

Certificado de Excelência em Gestão Sustentável da Pesquisa de

Responsabilidade Social Empresarial da Região Sul, pelo projeto

“GREEN IT - Promovendo a Sustentabilidade no Canal de

Distribuição” na categoria Reciclagem.

Foad Shaikhzadeh, presidente da Furukawa, foi considerado o

“Homem das Comunicações do Ano”, pela ABERIMEST.

“Empresa Destaque do Ano em Fios e Cabos”, do Anuário Telecom

(Editora Plano Editorial) e 28º lugar entre as TOP 100.

81ª posição, entre as 200 Maiores Empresas de Tecnologia da Revista

INFO Exame (Editora Abril).

(17)
(18)

Seu projeto personalizado.

Tecnologia &

Soluções

(19)

Tecnologia

Inovação e Qualidade em produtos

certificados e reconhecidos.

As tecnologias aplicadas podem ser seguidas por fibra óptica ou par

metálico. É importante considerar a escolha de um cabeamento

que suporte as novas tecnologias e serviços futuros e não somente o

cumprimento da demanda atual.

O cabeamento óptico é perfeito para quem procura soluções que ofereçam alta qualidade e

grande variedade de protocolos compatíveis. Entre eles, o mais popular é padrão Ethernet, no

qual a tecnologia óptica oferece uma performance melhor em grandes distâncias e para elevadas

taxas de transmissão. Uma performance que supera a do tradicional cabeamento metálico e

depende única e exclusivamente do tipo de fibra a ser utilizada nos produtos que compõem

a rede. A instalação em redes locais segue os mesmos requisitos das normas para edifícios

comerciais, Data Center ou residências.

A tabela abaixo mostra os tipos de fibras multimodo (MM) disponíveis, considerando as aplicações

necessárias da rede e o tamanho de suas taxas de transmissão:

Fibra Óptica

OM1

OM2

OM3

OM4

MM 62,5/125 Standard

MM 50/125 Standard

LaserWave 300

LaserWave 550

1 Gbps

1 Gbps

10 Gbps

10 Gbps

275 m

550 m

320 m

550 m

(20)

Fibras Multimodo OM4

Novas fibras de alta tecnologia.

A fibra multimodo otimizada para laser é reconhecida como o meio preferencial

para transmissão em redes de alta velocidade. Devido à próxima geração de

velocidades de Ethernet de 40 e 100 Gigabit no horizonte, a indústria desenvolveu

um novo tipo de fibra multimodo, chamado OM4, que vai oferecer uma largura

de banda EMB (“effective modal bandwidth”, também conhecida como largura

de banda de laser) mínima de 4700 MHz-km em 850 nm, em comparação com

2000 MHz km para OM3.

A fibra OM4 é uma fibra de 50 μm otimizada para laser com largura de banda

estendida. Ela será utilizada para reforçar os benefícios do sistema de custos

ativados por VCSELs 850 nm para as atuais aplicações de 1 e 10 Gb/s, bem como

os futuros sistemas de 40 e 100 Gb/s.

A fibra OM4 suporta aplicações Ethernet, Fibre Channel e OIF, permitindo

alcance estendido de 550 metros a 10 Gb/s para backbones prediais ultra longos

e backbones de campus de comprimento médio. Com uma largura de banda EMB

de 4700 MHz-km (mais que o dobro do requisito do IEEE para 10 Gb/s em 300

metros), a fibra OM4 também é especialmente adequada para aplicações de menor

alcance, como Data Centers e aplicações de computação de alta performance.

Porque é chamada de OM4?

Fibras multimodo são identificadas pela designação OM (“optical mode”) conforme

descrito na norma ISO/IEC 11801:

• OM1, para fibra com 200/500 MHz-km de largura de banda OFL em

850/1300 nm (tipicamente fibra de 62.5/125μm)

• OM2, para fibra com 500/500 MHz-km de largura de banda OFL em

850/1300 nm (tipicamente fibra de 50/125μm)

• OM3, para fibra otimizada para laser com 50 μm tendo 2000 MHz-km de largura

de banda BEM em 850 nm, projetada para transmissão de 10 Gb/s.

Hoje, esta evolução continua com o desenvolvimento da fibra OM4 enquanto a

indústria se prepara para velocidade de 40 e 100 Gb/s.

Solução Óptica

com fibras OM4

e conectores

MPO garantem

transmissão de

dados a 10 GbE

em 9 conexões.

(21)

Fibras Monomodo &

Dispersão Não Nula (NZD)

Convencional (G.652.B)

Apresentam ótima performance e baixo coeficiente de atenuação nas

bandas de transmissão O (1260 a 1360 nm), C (1530 a 1565 nm) e também

banda L (1565 a 1625 nm).

Produzidas no Brasil pela SPF - Sociedade Produtora de Fibras Ópticas

S.A., em Sorocaba / SP.

“Low Water Peak” (G.652.D)

Permite expansão futura da rede para novos usuários via CWDM em

até 16 canais. Aumento de capacidade de transmissão de 50% em relação

às fibras monomodo convencionais. Baixo coeficiente de atenuação no

pico de absorção de água (1383+-3 nm), garantindo utilização adicional

na Banda E (1360 a 1460 nm), assim como ao longo das demais bandas de

transmissão (1270 a 1610 nm).

Produzidas no Japão e Estados Unidos com o nome comercial “AllWave”.

“Bending Loss Insensitive” (G.657.A)

Baixos valores de perda por curvatura ao longo de todo o seu espectro de

transmissão, desde 1260 a 1625 nm. Permite dobramentos em diâmetros

de até 20mm gerando perdas máximas de 0,5 dB em 1625 nm e 0,2 dB em

1550 nm.

São produzidas nos Estados Unidos com o nome comercial “AllWave

FLEX”.

NZD Convencional (G.655)

Otimizadas para operação na faixa de 1525 a 1625 nm (bandas C e L)

em sistemas DWDM, uma vez que apresentam uma dispersão cromática

reduzida e uniforme ao longo desta faixa de operação. São especificamente

designadas para sistemas de amplificação com tecnologia EDFA

(“Erbium-Doped Fiber Amplifier”).

São produzidas na Dinamarca com o nome comercial “TrueWave RS”.

NZD “Wideband” (G.656)

Otimizadas para operação na faixa de 1525 a 1625 nm (bandas C e L)

em sistemas DWDM, uma vez que apresentam uma dispersão cromática

reduzida e uniforme ao longo desta faixa de operação.

São produzidas na Dinamarca com o nome comercial “TrueWave REACH”.

Redes de dados, de

acesso e longa distância.

Redes metropolitanas

e de acesso.

Redes de acesso FTTH

(Fiber-To-The-Home),

redes locais.

Redes de longa distância e

transição para as redes de

acesso metropolitanas.

Redes de longa distância e

especificamente designadas

para sistemas de amplificação

com tecnologia RAMAN.

(22)

Par Metálico

O EIA/TIA 568, de 1991, foi o primeiro padrão americano para os sistemas

de cabeamento estruturado. Em 1995, o padrão sofreu a primeira revisão

e passou a demominar-se EIA/TIA 568 A, e em maio de 2001 a segunda,

transformando-se em 568 B. Uma nova revisão está em vigor e recebeu

a nomenclatura EIA/TIA 568 C. Todas estas normas foram baseadas no

padrão ISO/IEC 11801, revisado em 2002.

Estes padrões tem como objetivo prover um sistema de cabeamento

flexível e confiável,capaz de ser utilizado por diversos equipamentos de

diversos fabricantes. Outro diferencial é a fácil expansão de uma rede já

existente.

1 Gbps

1 Gbps

10 Gbps

CAT.5e

CAT.6

CAT.6A

100

MHz

250

MHz

500

MHz

Categoria 6A

Maior velocidade de transmissão dos dados.

O aumento de volume dos dados transmitidos no mundo, gerou a

necessidade de se estabelecer novos meios para esta comunicação.

Em Junho de 2006, o 10 Gigabit Ethernet foi anunciado pela comissão

internacional IEEE 802.3 e demais entidades. A partir deste momento,

novos requisitos como o Alien Cross Talk, foram estabelecidos para que

os produtos de cabeamento suportassem a nova taxa de transmissão. O

Alien é a medição de sinal-ruído que um canal gera em outro canal. Diante

destas novas necessidades, uma nova categoria, a 6A, foi padronizada.

Para que o objetivo de transmissão a uma taxa de 10 Gbps em

500 MHz fosse atingido, os projetos de cabos e acessórios precisaram ser

reinventados. Exceto os produtos CAT.6A, nenhum outro das categorias

anteriores é capaz de transmitir com estabilidade total a 10 Gbps.

A Furukawa é uma empresa que faz questão de oferecer sempre o que há

de mais avançado, por isso dispõe de sistemas blindados e não blindados

CAT.6A, certificados por laboratório de terceira parte (ETL) e disponíveis

no mercado.

(23)

Gerenciamento de Redes em

Camada Física

Praticamente

todas

as

empresas já experimentaram

pelo menos um downtime

não planejado no último ano.

O erro humano encabeça a

lista dos eventos causadores.

Aproximadamente metade

dos problemas que ocorreram

na rede corporativa foi

causada após a execução de

alterações na infraestrutura.

Muitos gerentes de TI

admitem que não conseguem

manter a documentação da rede atualizada e muitas vezes desconhecem

quantas portas de switch estão realmente em uso e quantas estão ociosas.

Uma das maiores preocupações desses profissionais é a de como gerenciar

e controlar com perfeição todos os pontos de dados e voz existentes na

planta corporativa. Isso sem falar em ambientes mais críticos, como o Data

Center, que exige muito mais proteção. Somente controlando cada ponto

de dados e/ou voz individualmente, desde a conexão do usuário até a porta

do equipamento ativo da rede é que se atinge o nível de controle desejado.

E isto só é humanamente possível quando se atua diretamente sobre as

conexões físicas dos pontos.

O gerenciamento de camada física permite saber o endereço MAC (MAC

Address), que é uma identificação única para determinado elemento de rede,

de um computador específico e onde ele se conectou.

Para isso utiliza-se o gerenciamento de rede IIM (Inteligent Infrastructure

Management). Devido a sua agilidade e segurança, esta ferramenta há muito

deixou de ser considerada um item supérfluo ou mesmo simples acessório,

passando a ser considerada item obrigatório em muitas situações.

Integração com o AutoCAD (plantas baixas).

Suporte aos sistemas de cabeamento estruturado metálicos e ópticos.

• G

eração de ordens de serviço eletrônicas.

• Atualização automática da documentação (As-Built eletrônico).

Detecção automática de todos os dispositivos TCP/IP na rede.

• Interage com os ativos da rede, via protocolo SNMP.

Suporte a PABX e Voz-sobre-IP VoIP.

• Suporte a maioria dos switches de mercado.

Administração remota via WEB.

• Client para palmtops.

SMS, mensagens de alerta.

• LEDs indicadores por porta.

Detecção de ruptura e conexão/desconexão de patch cords

inteligente.

Módulos adicionais para identificação visual dos racks de cabeamento.

No mundo, os sistemas

de gerenciamento de

camada física estão

presentes em empresas

que necessitam de

segurança total no

ambiente corporativo

como instituições

financeiras e Data

Centers.

(24)

Soluções Furukawa

Seu projeto personalizado desde o

atendimento.

O fato de disponibilizar uma linha completa de produtos, fabricada

de acordo com todas as normas nacionais e internacionais, permite

à Furukawa trabalhar com muito mais que cabos e componentes -

ela oferece soluções personalizadas para cada tipo de projeto.

De acordo com sua necessidade, nossos engenheiros planejam

a quantidade e produtos mais recomendados para cada tipo de

utilização. É preciso também que os produtos especificados em

seu projeto estejam disponíveis no mercado facilmente, por isso,

a Furukawa também oferece a mais ampla rede de atendimento

(distribuidores e instaladores credenciados) em toda a América

Latina, estrategicamente posicionada.

ITMAX Data Center

Segurança e Confiabilidade onde você

mais precisa.

Um Data Center é uma estrutura ou parte de uma estrutura complexa,

que serve para abrigar todos os sistemas de informação da empresa

armazenados em servidores. Em um projeto para esse fim, os objetivos

primordiais são a eliminação dos pontos de falha e o aumento da

redundância e confiabilidade das informações da empresa.

A construção de um Data Center requer uma integração entre todos os

produtos, visando sempre uma solução final. Diferentemente de outras

áreas, os requisitos tecnológicos para a infraestrutura são críticos e

servem de base para todas as outras áreas associadas a ele.

Alta Disponibilidade

Minimiza os riscos de Downtime

Modularidade

Permite crescimento futuro através de soluções modulares

Performance

Alto desempenho em altas taxas de transmissão

Gerenciamento

Controle na instalação e acompanhamento do sistema

Segurança

Certeza no melhor controle de sua rede de cabeamento

Alta Densidade & Eficiência Operacional

Mais eficiência na utilização do seu espaço físico, melhorando a dissipação de calor e reduzindo o consumo de energia

(25)

O mais importante é que seja escolhido

um cabeamento capaz de suportar as novas

tecnologias e serviços futuros, e não somente

o cumprimento da demanda presente da rede.

• Optar por um produto que ofereça o melhor

benefício a longo prazo, pois a construção física

de um Data Center só se dá uma única vez;

• Considerar um produto que se adeque

à infra-estrutura existente ou planejada e que não ofereça um aumento

expressivo nos custos, caso sejam necessárias algumas modificações de dutos

ou eletrocalhas;

• Estudar antecipadamente as performances dos produtos, verificando

se os mesmos possuem certificações em laboratórios independentes e

compatibilidade com os demais acessórios e equipamentos da rede;

• Atentar para o grau de flamabilidade e emissão de gases tóxicos dos cabos,

para garantir a segurança das pessoas e dos equipamentos;

• Verificar se a tecnologia aplicada aos cabos também se estende aos

equipamentos ativos e seus módulos de transmissão;

• Estar seguro que a tecnologia selecionada está prevista na norma, para que

esteja bem informado em caso de mudanças nos parâmetros de desempenho.

Os projetos devem

considerar os

seguintes sistemas:

Arquitetura

Elétrica

Ar-condicionado

Telecomunicações

Gestão

Manutenção

Segurança

(26)

Estrutura de um Data Center

• Entrance Room (ER): A sala de entrada

é um espaço de interconexão entre o

cabeamento estruturado do Data Center e o

cabeamento proveniente das operadoras de

telecomunicação.

• Main Distribution Area (MDA): Inclui o

cross-connect principal, que é o ponto principal de

distribuição de um cabeamento estruturado

de um Data Center. É uma área crítica, onde

são feitas as principais manobras do Data

Center.

• Horizontal Distribution Area (HDA): É uma

área utilizada para conexão com as áreas

de equipamentos. Inclui o cross-connect

horizontal (HC) e equipamentos intermediários.

• Zone Distribution Area (ZDA): Ponto de interconexão opcional do cabeamento

horizontal. Posicionado entre o HDA e o EDA, permite uma configuração rápida e

frequente, geralmente posicionada embaixo do piso. Agrega flexibilidade ao Data Center.

• Equipment Distribution Area (EDA): Espaço destinado para os equipamentos terminais

(servidores, storage) e os equipamentos de comunicação de dados ou voz (switches,

centrais).

Sistemas Elétricos

Sistemas de Aterramento

Equipamentos Ativos de Rede

Passagem de Cabos

Racks e Gabinetes

Sistema de Administração da Rede

Sistema de Cabeamento Estruturado

Nível de Disponibilidade do Data Center (TIER)

Hierarquia do Cabeamento Estruturado

Segurança do Data Center

Esquema em blocos dos sistemas e subsistemas

presentes em um Data Center

(27)

Regras para classificar um Data Center

Pela norma ANSI/TIA 942, existe uma série de regras aplicáveis para classificar um Data Center.

Chamados de TIERs, a classificação considera 4 níveis independentes para os sistemas de arquitetura,

telecomunicações, elétrica e mecânico. Esses níveis estão relacionados com a disponibilidade do Data

Center, podendo ter diferentes níveis em cada uma das áreas acima citadas. Para classificação geral,

sempre é considerado o menor nível.

A vida útil do Data Center começa

no projeto

Quando um Data Center é projetado, devem ser explorados

os vários cenários possíveis da operação considerando a

vida útil do Data Center. Para que um resultado excelente

seja atingido, é essencial que algumas recomendações sejam

seguidas:

• Determinar a capacidade total para todos os equipamentos.

• Antecipar o crescimento futuro.

• Procurar soluções escalonáveis.

• Projetar um bom sistema de cabeamento estruturado,

que ofereça desempenho adequado às suas necessidades atuais e futuras.

• Utilizar, para os sistemas críticos, um cabeamento MDA e HDA redundante.

• Utilizar caminhos redundantes entre o ER - MDA e entre o MDA - HDA por fibra ou cobre.

• Deve-se sempre ter um backup, se possível total, dos equipamentos críticos, além de módulos

sobressalentes (obrigatório).

• Projetar sistemas que permitam um pleno gerenciamento da infra-estrutura.

• Em função do alto investimento total em infra-estrutura elétrica, ar-condicionado, segurança e

telecomunicações, devem-se considerar soluções de cabling que permitam otimizar a ocupação de

espaços físicos e melhor eficiência energética.

TIER I

Única rota para sistemas de energia e ventilação Sem redundância

Sem piso elevado

Susceptível a interrupções das atividades planejadas ou não planejadas 28.8 horas anuais de downtime

Única rota para sistemas de energia e ventilação Componentes redundantes

Piso elevado

Menos susceptível a interrupções, comparado ao Tier I 22.0 horas anuais de downtime

Múltiplas rotas para sistemas de energia e ventilação (somente uma ativa) Componentes redundantes

Permite qualquer alteração de layout e manutenção sem interrupções das atividades operacionais 1.6 horas anuais de downtime

Sistema de energia e ventilação distribuído Componentes redundantes

Todos os hardwares devem possuir fonte de energia redundante

Sustentar ao máximo uma falha não planejada ou eventos com impactos na perda dos dados não críticos 0.4 horas anuais de downtime

TIER II

TIER III

(28)

Commercial Building

Todos os sistemas integrados em um só

cabeamento.

Hoje, a instalação de uma infraestrutura de cabeamento que atenda a todas as

necessidades de tráfego de informação é cada vez mais comum.

Também deve ter a possibilidade de instalação integrada dos diversos

sistemas de automação predial - alarme de incêndio, sistema de segurança e

acesso (incluindo Close Circuit Television), HVAC (Heating, Ventilating and Air

Conditioning), sistema de gerenciamento de energia, controle de iluminação,

comunicação baseada em vídeo e sistemas de controle de acesso.

Conte com as soluções para Commercial Building

da Furukawa. Através de projetos personalizados

e uma linha completa de produtos, um simples

empreendimento transforma-se em um edifício

inteligente, pronto para gerar muitos outros

benefícios.

• Flexibilidade para mudanças de layout e possibilidade

de inclusão de novos sistemas de automação sob

demanda.

•Intercomunicação entre diferentes sistemas,

gerando funcionalidades adicionais.

• Sistemas de redes baseados em protocolo Ethernet

permitem gerenciamento à distância.

• Maior facilidade de instalação, pois a quantidade de

tipos de conectores é reduzida.

Os elementos funcionais do cabeamento genérico são:

a) Distribuidor de campus (CD);

b) Backbone de campus;

c) Distribuidor de edifício (BD);

d) Backbone de edifício;

e) Distribuidor de piso (FD);

f) Cabeamento horizontal;

g) Ponto de consolidação (CP);

h) Cabo do ponto de consolidação (Cabo do CP);

i) Tomada de telecomunicações multiusuário (MUTO);

j) Tomada de telecomunicações (TO).

(29)

Industrial

Proteção e resistência para as conexões no

chão de fábrica.

As áreas industriais de uma empresa são muitas vezes desconsideradas no

momento da implantação de um cabeamento estruturado e infraestrutura

Além disso, as máquinas colocadas na planta industrial podem ter cada uma um

protocolo de comunicação diferente, o que dificulta a uniformização da rede.

Atualmente este cenário vem mudando. Cada vez é mais freqüente o uso do

protocolo Ethernet por essas máquinas e outros setores, como a automação.

Uma das dificuldades encontradas para a execução de um cabeamento nestas

áreas é a distância de um canal, seja ele metálico ou óptico. Em um edifício

comercial, por exemplo, a distância máxima permitida é de 100 metros. Este

parâmetro, muitas vezes, não é suficiente para os galpões industriais.

Em ambientes industriais, o sistema de cabeamento estruturado sofre ainda

mais. Foi para conferir maior proteção e segurança aos pontos críticos que a

Furukawa criou a solução Industrial - um dimensionamento de projeto planejado

para permitir a instalação de pontos de rede sob as condições mais adversas.

A solução Industrial utiliza produtos com Índice de Proteção IP 67, que

oferecem proteção total contra poeira, jatos fortes de água e imersão

temporária, proporcionando alta

proteção à conexão existente

entre o cabeamento horizontal e o

equipamento Ethernet no chão de

fábrica.

Os produtos para uso industrial

são indicados para ambientes que:

• Expõem o cabeamento a resíduos

sólidos.

• Oferecem umidade constante.

• Têm variações de temperaturas

significativas.

• Utilizam produtos químicos em

seu processo ou limpeza.

• Possuem grande concentração de

equipamentos.

• Expõem o cabeamento a algum

tipo de abrasão.

Todos os ambientes

sofrem com poeira.

O problema fica

ainda maior quando

se trata de umidade,

já que ela é invisível

em um primeiro

momento e pode

causar muitos danos.

É importante lembrar que todas as características apresentadas

somente serão garantidas com a utilização simultânea de todos

os acessórios Ethernet para uso industrial.

(30)

Telecomunicações

Tecnologia e qualidade para redes externas.

Pontos básicos

•Planejamento: Auxiliam na determinação do crescimento da

rede em função da demanda por serviços.

•Provisionar: Detalhamento do projeto das partes

componentes da rede, ou seja, da infraestrutura.

•Instalação: Implantação e teste das diversas partes

componentes.

•Administração: Compatibilidade para supervisão e gerência

das redes dos serviços de telecomunicações.

•Manutenção: Facilidade nos serviços de reparos para manter

o funcionamento ininterrupto do sistema.

Com a introdução de novas tecnologias, as redes estão sendo aperfeiçoadas

para suportar a transmissão de informações, tanto do lado dos equipamentos

da rede, quanto dos meios de transmissão e dos sistemas de operação para

gerenciamento. A Furukawa acompanha este desenvolvimento, oferecendo

produtos e tecnologia adequada à instalação de redes externas.

Basicamente, as

redes externas ópticas

são

divididas em redes de longa distância, que podem

atingir centenas de milhares de quilômetros,

redes metropolitanas, que abrangem desde

várias quadras de uma cidade até cidades inteiras,

redes de acesso, mais próximas dos usuários

finais e derivadas das extremidades das redes

metropolitanas, e premises, redes de curta

distância predominantes em ambientes internos.

Quando uma rede premise tem sua capacidade

de transmissão completa, além de ampliar a

própria rede premise, é preciso investir nas redes

de acesso, metropolitana e de longas distâncias

sucessivamente. Ao fazer este investimento é

preciso considerar o futuro e seus novos serviços,

ressaltando alguns pontos básicos na escolha de

qual tecnologia e produto utilizar na implantação

desta nova rede.

As

redes externas metálicas

se dividem em:

Rede Troncal: é composta por cabos que

levam o sinal entre as centrais, onde ficam

armazenados os equipamentos de transmissão

e majoritariamente são aplicados em redes de

dutos subterrâneos.

Rede Primária: composta por cabos que levam

o sinal de uma central ao ponto de distribuição,

sendo que estes cabos podem ser de aplicação em

dutos subterrâneos, instalação aérea espinados

em cordoalha ou auto-sustentados,

Rede Secundária: formada por cabos que

levam o sinal dos pontos de distribuição às

áreas específicas de atendimento. Estes cabos

geralmente são do tipo auto-sustentado com

núcleo seco para facilidade de instalação.

Rede Primária Rede Secundária Central Telefônica Armário de Distribuição Rede de Longa Distância

(entre cidades)

Rede Metropolitana

Rede de Acesso

Rede de Terminação (Premise)

(31)

FTTx

Arquiteturas de rede de acesso óptica de

alto desempenho.

A Furukawa é pioneira no fornecimento de componentes e na prestação

de serviços de treinamento em redes FTTH Triple-Play (Dados, Voz e Vídeo)

para condomínios residenciais no Brasil. No segmento das Operadoras de

Telecomunicação (Telefonias Local e Longa Distância, CATV, ISP´s), vem

aumentando o portfólio de cabos e fibras especiais, componentes (splitters

ópticos, WDM) e acessórios para aplicações próprias das redes FTTx.

A combinação entre equipamentos de última geração aliados à rede óptica

totalmente passiva permitirá que qualquer cliente, comercial ou residencial,

receba os serviços a velocidades iniciais de 40 Mb/s. Tão ou mais importante

que esse salto de velocidade é o fato de que a rede óptica bem implementada

é verdadeiramente “Future-Proof”.

Nomenclaturas

FTTH - Fiber-to-the-Home

Esta solução pode ser definida como uma arquitetura

de rede de transmissão óptica, onde a rede de

distribuição adentra a residência do assinante, que

é servido por uma fibra óptica exclusiva para este

acesso. Geralmente, entre a rede de distribuição e

a rede interna do assinante é usado um mini-Dio

ou um bloqueio óptico, para realizar a transição

do sinal para o interior da residência. Após esta

transição, o sinal é disponibilizado através de uma

extensão ou cordão óptico diretamente para o

receptor do assinante.

FTTB - Fiber-to-the-Building

Esta solução pode ser definida como uma arquitetura

de rede de transmissão óptica, onde a rede de distribuição termina na entrada

de um edifício, seja ele comercial ou residencial. A partir deste ponto terminal,

o acesso interno aos usuários é realizado geralmente através de uma rede

metálica de cabeamento estruturado.

FTTA - Fiber-to-the-Apartment

Esta solução pode ser definida como uma arquitetura de rede de transmissão

óptica, onde a rede de distribuição adentra o edifício - comercial ou residencial

- chegando a uma sala de equipamentos. A partir desta sala, o sinal óptico pode

sofrer uma divisão através do uso de splitters ópticos, sendo encaminhado

individualmente a cada apartamento ou escritório. Outras alternativas de

divisão interna podem ser implementadas, mas cada unidade será sempre

atendida por uma única e exclusiva fibra óptica. Ou seja, nesta solução o ponto

terminal de acesso interno aos usuários é levado para dentro do apartamento

ou escritório.

(32)

Central de Equipamentos/Central Office

Local onde ficam instalados os equipamentos ópticos de transmissão (OLTs)

e o Distribuidor Geral Óptico (DGO) responsável pela interface entre os

equipamentos de transmissão e os cabos ópticos troncais de transmissão.

Rede Óptica Troncal/Feeder

Composto basicamente por cabos ópticos que levam o sinal da central aos

centros de distribuição. Para aplicação PON, as fibras são do tipo monomodo.

Pontos de Distribuição de Fibras

De maneira a otimizar o aproveitamento das fibras ópticas, redes PON

geralmente se apresentam em topologia Estrela-Distribuída. Neste local são

instalados pequenos armários ópticos de distribuição associados a splitters

ópticos. Neste ponto de distribuição são realizados a divisão, distribuição e

gerenciamento do sinal óptico associados a esta área.

Rede Óptica Distribuição

Formada por cabos ópticos, levam o sinal dos centros de distribuição às áreas

específicas de atendimento. Associadas a estes cabos são utilizadas caixas de

emenda denominadas NAP/Network Access Point para a distribuição do sinal,

realizando a transição da rede óptica feeder à rede terminal denominada de

rede drop.

Rede Óptica Drop

Composta por cabos ópticos auto-sustentados de baixa formação de número

de fibra. A partir da caixa de emenda terminal - NAP, leva o sinal óptico

até o assinante propriamente dito. Podem terminar em pequenos DIOs

(Distribuidor Interno Óptico - para transição do cabo para cordão óptico) ou

em pequenos bloqueios ópticos no interior da casa/prédio. Devido às grandes

restrições de espaço e utilização de dutos já

existentes, geralmente são utilizadas fibras

ópticas de características especiais, para se

evitar perda de sinal por curvaturas acentuadas

(fibra óptica tipo Bend Insensitive - G.657.A/B).

Rede Interna

A partir do bloqueio óptico (FOB) ou

distribuidor interno óptico (DIO), são utilizadas

extensões ópticas ou cordões ópticos para

realizar a transição do sinal óptico da fibra ao

receptor interno do assinante. Pelas mesmas

razões de restrição de espaço e utilização

de dutos existentes internamente à casa do

assinante, as extensões e cordões ópticos são

confeccionados com fibra óptica especial tipo

Bend Insensitive - G.657.A/B.

Formação de uma Rede de Distribuição

O mercado da

construção civil vem

investindo cada vez

mais em condomínios

residenciais

horizontais de alto

padrão em todo

o mundo. Esses

empreendimentos

trazem serviços

diferenciados,

como segurança

integrada, automação

nas residências e

disponibilização de

uma infraestrutura

adequada que suporta

avançadas tecnologias,

como o FTTH.

Referências

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