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PODER JUDICIÁRIO ESTADUAL

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Academic year: 2021

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PODER JUDICIÁRIO ESTADUAL

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA –

Praça João Pessoa, s/n - CEP 58.013-902 • João Pessoa-PB - Fone: (83) 3216-1400 • Internet: www.tjpb.jus.br • e-mail: [email protected] • twitter: @TJPBNoticias

MESA DIRETORA

Desª Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti (Presidente)

Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira (Vice-Presidente)

Des. Márcio Murilo da Cunha Ramos (Corregedor-Geral de Justiça) Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho

(Ouvidor) Des. José Ricardo Porto

(Ouvidor Substituto) Bel Robson de Lima Cananéa

(Diretor Especial)

CONSELHO DA MAGISTRATURA

SESSÕES: 1ª e 3ª Sextas-feiras, às 09:00h Desª Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti

(Presidente)

Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira Des. Márcio Murilo da Cunha Ramos Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque

Des. José Ricardo Porto Desª Maria das Graças Morais Guedes

SUPLENTES

Des. João Benedito da Silva (1º suplente) Des. Carlos Martins Beltrão Filho (2º suplente)

Des. Leandro dos Santos (3º suplente)

PRIMEIRA CÂMARA

ESPECIALIZADA CÍVEL

SESSÕES: Terça-feira e Quinta-feira, às 08:30h

Des. José Ricardo Porto Des. Leandro dos Santos

Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque (Presidente)

SEGUNDA CÂMARA

ESPECIALIZADA CÍVEL

SESSÕES: Segunda-feira e Terça-feira, às 08:30h

Desª Maria das Neves do Egito de Araújo Duda Ferreira

Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho

(Presidente)

TRIBUNAL PLENO

SESSÕES QUINZENAIS: Quartas-feiras das 08:30h às 12:00h e das 14:00h às 18:00h

TERCEIRA CÂMARA

ESPECIALIZADA CÍVEL

SESSÕES: Terça-feira e Quinta-feira, às 09:00h

Des. Saulo Henriques de Sá e Benevides Des. José Aurélio da Cruz Desª Maria das Graças Morais Guedes

(Presidente)

QUARTA CÂMARA

ESPECIALIZADA CÍVEL

SESSÕES: Segunda-feira e Terça-feira, às 09:00h

Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira Des. João Alves da Silva (Presidente) Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho

Órgãos Julgadores

SEGUNDA SEÇÃO ESPECIALIZADA CÍVEL

SESSÕES QUINZENAIS:

Quarta-feira, às 09:00h Des. Saulo Henrique de Sá e Benevides Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira (Presidente)

Des. João Alves da Silva

Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho Desª Maria das Graças Morais Guedes

Des. José Aurélio da Cruz

PRIMEIRA SEÇÃO ESPECIALIZADA CÍVEL

SESSÕES QUINZENAIS: Quarta-feira, às 08:30h Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque Desª. Maria das Neves do Egito de Araújo Duda Ferreira

Des. José Ricardo Porto (Presidente) Des. Leandro dos Santos Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos

Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho

CÂMARA ESPECIALIZADA

CRIMINAL

SESSÕES: Terça-feira e Quinta-Feira, a partir das 09:00h Des. Joás de Brito Pereira Filho (Presidente)

Des. Arnóbio Alves Teodósio Des. João Benedito da Silva Des. Luiz Silvio Ramalho Júnior Des. Carlos Martins Beltrão Filho

ATOS DO GABINETE DA PRESIDÊNCIA

ATO DA PRESIDÊNCIA Nº 88/2014 O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA em exercício, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o que consta do Processo Administrativo nº 355.242-0; Considerando a necessidade de economia de custos, no âmbito das metas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça; Considerando a necessidade de compensação de horas de trabalho, na Comarca de Bananeiras; Considerando que no dia 16 de outubro é feriado municipal, Lei Municipal nº 154 de 15 de abril de 1999, resolve determinar que o expediente forense na Comarca de BANANEIRAS nos períodos indicados, se desenvolva da seguinte forma: DIAS / HORÁRIO - 16 de outubro - Feriado; 17 de outubro - Ponto Facultativo; 20 de outubro - 08:00 às 12:00h e das 14:00 às 18:00hs, Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, 15 de outubro de 2014. Desembargador ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA - Presidente em exercício

PORTARIA GAPRE Nº 2333 DE 13 DE OUTUBRO 2014 - O PRESIDENTE, EM EXERCÍCIO, DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais, e tendo em vista o que consta do processo administrativo nº 352990-8, RESOLVE: designar o servidor JOZINALDO DE ARAÚJO JÚNIOR, ora à disposição deste Poder, para prestar serviços junto ao Fórum da comarca de Ingá. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, 13 de outubro de 2014. Desembargador ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA - Presidente em exercício.

PORTARIA GAPRE Nº 2.334/2014 - O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições que lhes são conferidas pelo art. 104, V da Constituição do Estado e art. 6º e 10 caput, da Lei Complementar nº 58, de 30 de dezembro de 2003, publicada no Diário Oficial do Estado da mesma data e Lei Estadual n.º 9.471, de 13 de outubro de 2011 e Processo Administrativo n.º 344.536-4, resolve nomear GABRIELA GUEDES DE SOUZA, para exercer o cargo efetivo de Analista Judiciário em Desenvolvimento de Sistemas, Símbolo PJ-SFJ-001, Área Administrativa, tendo em vista aprovação e classificação em Concurso Público para provimento de cargos na estrutura do Poder Judiciário do Estado da Paraíba, com lotação na Diretoria de Tecnologia da Informação. GABINETE DA PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, em João Pessoa, 14 de outubro de 2014. Desembargador ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA- Presidente em exercício.

PORTARIA GAPRE Nº 2.335/2014 - O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições que lhes são conferidas pelo art. 104, V da Constituição do Estado e art. 6º e 10 caput, da Lei Complementar nº 58, de 30 de dezembro de 2003, publicada no Diário Oficial do Estado da mesma data e Lei Estadual n.º 9.471, de 13 de outubro de 2011, resolve nomear ISAC GONÇALVES DE ALMEIDA, para exercer o cargo efetivo de Analista Judiciário em Desenvolvimento de Sistemas, Símbolo PJ-SFJ-001, Área Administrativa, tendo em vista aprovação e classificação em Concurso Público para provimento de cargos na estrutura do Poder Judiciário do Estado da Paraíba, com lotação na Diretoria de Tecnologia da Informação. GABINETE DA PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, em João Pessoa, 14 de outubro de 2014. Desembargador ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA- Presidente em exercício. PORTARIA GAPRE Nº 2.336/2014 - O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições que lhes são conferidas pelo art. 104, V da Constituição do Estado e art. 6º e 10 caput, da Lei Complementar nº 58, de 30 de dezembro de 2003, publicada no Diário Oficial do Estado da mesma data e Lei Estadual n.º 9471, de 13 de outubro de 2011 e Processos Administrativos n.º 343.142-8 e 345.868-7, resolve

Nº 14.684

João Pessoa-PB • Disponibilização: quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Publicação: quinta-feira, 16 de outubro de 2014 – (Lei nº 11.419, de 19 de dezembro de 2006, art. 4)

ANO XLVIII

nomear DANIEL PEREGRINO DE BRITO, para exercer o cargo efetivo de Analista Judiciário em Infraestrutura de Tecnologia da Informação, Símbolo PJ-SFJ-001, Área Administrativa, tendo em vista aprovação e classifica-ção em Concurso Público para provimento de cargos na estrutura do Poder Judiciário do Estado da Paraíba, com lotação na Diretoria de Tecnologia da Informação. GABINETE DA PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, em João Pessoa, 14 de outubro de 2014. Desembargador ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA- Presidente em exercício.

PORTARIA GAPRE Nº 2.337/2014 - O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições que lhes são conferidas pelo art. 104, V da Constituição do Estado e art. 6º e 10 caput, da Lei Complementar nº 58, de 30 de dezembro de 2003, publicada no Diário Oficial do Estado da mesma data e Lei Estadual n.º 9471, de 13 de outubro de 2011 e Processos Administrativos n.º 347.550-6 e 346.236-6, resolve nomear JOSÉ GOMES QUARESMA FILHO, para exercer o cargo efetivo de Analista Judiciário em Infraestrutura de Tecnologia da Informação, Símbolo PJ-SFJ-001, Área Administrativa, tendo em vista aprovação e classifica-ção em Concurso Público para provimento de cargos na estrutura do Poder Judiciário do Estado da Paraíba, com lotação na Diretoria de Tecnologia da Informação. GABINETE DA PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, em João Pessoa, 14 de outubro de 2014. Desembargador ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA- Presidente em exercício.

PORTARIA GAPRE Nº 2.344/2014 - O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA em exercício, no uso de suas atribuições legais, resolve: designar o Excelentíssimo Senhor Doutor ALGACYR RODRIGUES NEGROMONTE, Juiz de Direito Auxiliar, para, no dia 15.10.2014, responder, cumulativamente, pelo expediente da 6ª Vara de Família da Comarca da Capital, em virtude do afastamento justificado do titular. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quarta-feira, 15 de outubro de 2014.Desembargador ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA - Presidente em Exercício PORTARIA GAPRE Nº 2.346/2014 - O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA em exercício, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o que consta o art. 27 da Resolução nº 56, de 11 de dezembro de 2013, resolve:designar o Excelentíssimo Senhor Doutor PAULO ROBERTO RÉGIS DE OLIVEI-RA LIMA, Juiz de Direito, para, nos dias 22, 23 e 24.10.2014, responder, cumulativamente, pelo expediente da 4ª Vara Mista da Comarca de Cabedelo,em virtude do afastamento justificado da titular.Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quarta-feira, 15 de outubro de 2014. Desembar-gador ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA - Presidente em exercício

PORTARIA GAPRE Nº 2.347/2014 - O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA em exercício, no uso de suas atribuições legais, resolve:designar a Excelentíssima Senhora Doutora THANA MICHELLE CARNEIRO RODRIGUES, Juíza de Direito Auxiliar, para, no dia 16.10.2014, responder, cumula-tivamente, pelo expediente da 5ª Vara Criminal da Comarca da Capital, em virtude do afastamento justificado da magistrada substituta.Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quarta-feira, 15 de outubro de 2014.Desembargador Romero Marcelo da Fonseca Oliveira - Presi-dente em Exercício

ATOS DA DIRETORIA ESPECIAL

O Excelentíssimo Senhor Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba INDEFERIU o seguinte processo de Diária: Processo/Interessado: 354.486-9 – Rosimeire Ventura Leite.

(2)

PODER

JUDICIÁRIO

TRIBUNAL

DE JUSTIÇA

DA PARAÍBA

DIRETORIA DE INFORMAÇÃO INSTITUCIONAL

Gerência de Comunicação

D

IÁRIO

DA

J

USTIÇA

Supervisor: Martinho José Pereira Sampaio

Endereço: ANEXO ADMINISTRATIVO “DESEMBARGADOR ARCHIMEDES SOUTO MAIOR”

Praça Venâncio Neiva, s/n, 7º andar Centro - CEP 58011-020 • João Pessoa / PB • Contato: (83) 3216-1629 (Supervisão) 3216-1818 e 3216-1420 (Apoio)

site: www.tjpb.jus.br • e-mail: [email protected]

DESPACHOS DA DIRETORIA DE GESTÃO DE PESSOAS

O DIRETOR DE GESTÃO DE PESSOAS DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições, conforme o Ato da Presidência n º12/2013, DEFERIU os seguintes processos abaixo relacionados: PROCESSO / INTERESSADO / ASSUNTO - 354.189-4 - Morgana Santos de Sales Bezerra - Inclusão de dependente. Gabinete do Diretor de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa,15 de outubro de 2014. Einstein Roosevelt Leite Diretor de Gestão de Pessoas

O DIRETOR DE GESTÃO DE PESSOAS DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições, conforme o Ato da Presidência nº5/2011, DEFERIU os seguintes processos abaixo relacionados: CONCESSÃO DE FÉRIAS PROCESSO / MATRÍCULA / SERVIDOR / GOZO / PERÍODO AQUISITIVO 2014027537 475.2961 Ana Paula Diniz Oliveira 20/11/2014 a 19/12/2014 2013/2014. GOZO DE FÉRIAS -PROCESSO / MATRÍCULA / SERVIDOR / GOZO / PERÍODO AQUISITIVO - 2014026665 - 473.457-2 - Ana Cristina Barbosa G de C Rocha - 17/11/2014 a 06/12/2014 - 2013/2014. Gabinete do Diretor de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, 15 de outubro de 2014. Einstein Roosevelt Leite - Diretor de Gestão de Pessoas

DESPACHOS DA PRESIDÊNCIA

O Excelentíssimo Senhor Desembargador Romero Marcelo da Fonseca Oliveira, Presidente em Exercício do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba DEFERIU os seguintes processos: PROCESSO/ASSUNTO/INTERES-SADO: 355.309-4 – Solicitação – Rogério Trévia Nibon; 355.243-8 – Solicitação – Lícia Isis Duarte de Oliveira; 354.888-1 – Solicitação – José Fausto Rodrigues de Oliveira; 355.391-4 – Horas Extras – Adailton Bartulino da Costa e outros; 350.430-1 – Relotação – Antônia dos Santos dos Nascimento/Outro; 346.225-1 – Maria José Barbosa de Sá; 354.839-2 – Solicitação – Pablo Forlan de Souza Nóbrega

O Excelentíssimo Senhor Desembargador Romero Marcelo da Fonseca Oliveira, Presidente em Exercício do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba DEFERIU PARCIALMENTE os seguintes processos: PROCESSO/ ASSUNTO/INTERESSADO: 355.395-7 – Horas Extras – Akemi Yamaoka Mariz Maia e outros

O Excelentíssimo Senhor Desembargador Romero Marcelo da Fonseca Oliveira, Presidente em Exercício do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba determinou o ARQUIVAMENTO do seguinte processo: PROCESSO/ ASSUNTO/INTERESSADO: 343.701-9 – Solicitação – Josilene dos Santos Gomes Fereira

O Excelentíssimo Senhor Desembargador Romero Marcelo da Fonseca Oliveira, Presidente em Exercício do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba INDEFERIU os seguintes processos: PROCESSO/ASSUNTO/INTE-RESSADO: 354.255-6 – Solicitação – Edvaldo da Paixão Silva Junior; 354.466-4 – Solicitação – Pedro Giovani Ferreira; 347.691-0 – Solicitação – Vladinei Gonzaga Santos; 343.702-7 – Solicitação – José Jorge Ferreira; 354.162-2 – Frabrici Mesquita de Carvalho Sá; 354.463-0 – Solicitação – Jailson Andrade de Sousa; 353.017-5 – Solicitação - Polyana G. Lucena; 349.863-8 – Solicitação – Norma Moreira da Costa Dantas; 354.994-1 – Solicitação – Gefferson dos Ramos Maximino; 355.358-2 – Solicitação – Iano Miranda dos Anjos; 353.183-0 – Solicitação – Magneide Câmara Alves; 333.520-8 – Relotação - Angela G. Nascimento; 353.907-5 – Licença – Carlos Othon Mendes de Oliveira; 352.844-8 – Licença – Gustavo Procópio Bandeira de Melo; 354.208-4 – Solicitação – Vanessa de Melo Lima Rocha; 351.339-4 – Solicitação – Benedito Venâncio da Fonseca Junior; 346.509-8 – Solicitação – Josué Roque Fernandes; 353.581-9 – Solicitação – Edjane Maria da S. Oliveira; 354.535-1 – Solicitação – Maria das Vitórias Souza; 348.862-4 – Solicitação – Washigton Luiz Cabral de Amorim

DESPACHOS DOS(AS) DESEMBARGADORES(AS)

Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 2011615-71.2014.815.0000. ORIGEM: CAPITAL - 7A. VARA DE FAMILIA. RELATOR: Des Abraham Lincoln da C Ramos. AGRAVANTE: G. F. N. F.. ADVOGADO: Daniele Santana de Sousa. AGRAVADO: R. S. D. S. L.. ADVOGADO: Rafael Pontes Vital E Outro. PROCESSUAL CIVIL ¿ Agravo de instrumento ¿ Ação cautelar de posse provisória de menor ¿ Liminar ¿ Concessão ¿ Reconsideração pelo juiz ¿a quo¿ - Incompetência absoluta reconhecida - Perda superveniente de objeto ¿ Ausência de interesse processual (utilidade) ¿ Recurso prejudicado ¿ Seguimento negado. ¿ Uma das vertentes do interesse de agir é a utilidade, a qual é vislumbrada quando o provimento do pedido formulado pelo autor acarreta-lhe um proveito do ponto de vista prático. Inexistindo qualquer vantagem a ser gerada com o julgamento do recurso, deve-se negá-lo seguimento, por perda superveniente de objeto. Ante o exposto, com fulcro no art. 557, ¿caput¿, do CPC, NEGO SEGUIMENTO ao recurso.

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 2012248-82.2014.815.0000. ORIGEM: GUARABIRA - 5A. VARA MISTA. RELA-TOR: Des Abraham Lincoln da C Ramos. AGRAVANTE: Estado da Paraiba, Rep. Por Seu Proc. Paulo Renato Guedes Bezerra. AGRAVADO: Ministerio Publico do Estado da Paraiba. INTERESSADO: Flavio Francisco dos Santos. PROCESSUAL CIVIL ¿ Agravo de Instrumento ¿ Ausência de certidão de intimação da decisão agravada ¿ Peça obrigatória ¿ Art. 525, I do CPC ¿ Pressuposto de admissibilidade ¿ Impossibilidade de se aferir

por outro meio a tempestividade do recurso ¿ Ônus do recorrente ¿ Seguimento negado. ¿ É ônus do recorrente, sob pena de inadmissibilidade do agravo, perfectibilizar o instrumento de seu recurso com o traslado das peças obrigatórias, a teor do inciso I, do art. 525, do CPC, entre elas, a certidão da intimação da interlocutória atacada, sem a qual fica impossibilitada a aferição da tempestividade pelo Tribunal ¿ad quem¿, máxime quando inexis-tem, nos autos, outros documentos com aptidão de substituir peça obrigatória em questão. ¿ A sistemática recursal do agravo de instrumento não permite a realização de diligência ou apresentação das peças obrigatórias em momento posterior. - ¿O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior¿ (art. 557 do CPC) Por todas essas razões, com fulcro no art. 557 do CPC, NÃO CONHEÇO do presente recurso, negando-lhe seguimento.

APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N° 0000396-61.2012.815.0131. ORIGEM: CAJAZEIRAS - 4A. VARA. RELA-TOR: Des Abraham Lincoln da C Ramos. APELANTE: Estado da Paraiba, Rep.p/seu Proc. Eduardo Henrique V. de Albuquerque. APELADO: Ministerio Publico do Estado da Paraiba. CONSTITUCIONAL E PROCESSSUAL CIVIL ¿ Apelação cível e Reexame necessário - Ação civil pública - Direito à saúde ¿ Solidariedade passiva entre os entes federados - Preliminar ¿ Ilegitimidade passiva ¿ad causam¿ - Chamamento ao processo - Jurisprudências consoli-dadas no STJ e no STF ¿ Rejeição. A União, os Estados-membros e os Municípios são responsáveis solidários no que pertine à proteção e ao desenvolvimento do direito da saúde. Assim, ainda que determinado medicamento ou serviço seja prestado por uma das entidades federativas, ou instituições a elas vinculadas, nada impede que as outras sejam demandadas, de modo que qualquer delas (União, Estados e Municípios) têm, igualmente, legitimidade, individual ou conjunta, para figurar no pólo passivo em causas que versem sobre o fornecimento de medicamentos. CONSTITU-CIONAL E PROCESSSUAL CIVIL ¿ Apelação cível e Reexame necessário - Ação civil pública - Fornecimento de medicamento para tratamento de saúde ¿ Enfermidade devidamente comprovada ¿ Direito à vida e à saúde ¿ Art. 196 da CF ¿ Norma de eficácia plena e imediata ¿ Jurisprudências consolidadas no Superior Tribunal de Justiça e neste Tribunal de Justiça ¿ Manutenção da decisão ¿ Seguimento negado. ¿ Em uma interpretação mais apressada, poder-se-ia concluir que o art. 196 da CF seria norma de eficácia limitada (programática), indicando um projeto que, em um dia aleatório, seria alcançado. Ocorre que o Estado (¿lato sensu¿) deve, efetivamente, proporcionar a prevenção de doenças, bem como oferecer os meios necessários para que os cidadãos possam restabelecer sua saúde. É inconcebível que entes públicos se esquivem de fornecer meios e instrumentos necessários à sobrevivên-cia de enfermo, em virtude de sua obrigação constitucional em fornecer medicamentos vitais às pessoas enfermas e carentes, as quais não possuem capacidade financeira de comprá-los. - Resta possível a possibilidade de substituição do medicamento solicitado por outro similar ou genérico, desde que esteja devidamente autorizado por órgãos de fiscalização competentes e que detenha o mesmo princípio ativo, produza os mesmos efeitos e que não haja prejuízo à saúde da autora, o que não ficou comprovado nos autos. O art. 557, caput, do CPC, permite ao relator negar seguimento ao recurso quando for manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. - De acordo com a Súmula 253 do Superior Tribunal de Justiça, o art. 557 do mesmo Diploma Processual, autoriza o relator a decidir o recurso por meio de decisão monocrática, alcança o reexame necessário. Diante desse delineamento jurídico e das razões fáticas do caso vertente, não há outro caminho a ser trilhado, senão rejeitar a preliminar e NEGAR SEGUIMENTO à Apelação Cível e Remessa Oficial, com espeque no artigo 557, caput, do Código de Processo Civil, em consonância ao entendimento categoricamente firmado nas cortes pretorianas deven-do, portanto, ser mantida a decisão ¿a quo¿.

APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N° 0003277-11.2012.815.0131. ORIGEM: CAJAZEIRAS - 4A. VARA. RELATOR: Des Abraham Lincoln da C Ramos. APELANTE: Municipio de Cajazeiras. ADVOGADO: Paula Lais de Oliveira Santana. APELADO: Ministerio Publico da Paraiba. CONSTITUCIONAL E PROCESSSUAL CIVIL ¿ Apelação cível e Reexame necessário - Mandado de Segurança - Direito à saúde ¿ Solidariedade passiva entre os entes federados - Preliminar ¿ Ilegitimidade passiva ¿ad causam¿ - Jurisprudências consolidadas no STJ e no STF ¿ Rejeição. A União, os Estados-membros e os Municípios são responsáveis solidários no que pertine à proteção e ao desenvolvimento do direito da saúde. Assim, ainda que determinado medicamento ou serviço seja prestado por uma das entidades federativas, ou instituições a elas vinculadas, nada impede que as outras sejam demanda-das, de modo que qualquer delas (União, Estados e Municípios) têm, igualmente, legitimidade, individual ou conjunta, para figurar no polo passivo em causas que versem sobre o fornecimento de medicamentos. CONSTI-TUCIONAL E PROCESSSUAL CIVIL ¿ Apelação cível e Reexame necessário - Mandado de Segurança - Forne-cimento de medicamento para tratamento de saúde ¿ Enfermidade devidamente comprovada ¿ Direito à vida e à saúde ¿ Art. 196 da CF ¿ Norma de eficácia plena e imediata ¿ Jurisprudências consolidadas no Superior Tribunal de Justiça e neste Tribunal de Justiça ¿ Manutenção da decisão ¿ Seguimento negado. ¿ Em uma interpretação mais apressada, poder-se-ia concluir que o art. 196 da CF seria norma de eficácia limitada (programática), indicando um projeto que, em um dia aleatório, seria alcançado. Ocorre que o Estado (¿lato sensu¿) deve, efetivamente, proporcionar a prevenção de doenças, bem como oferecer os meios necessários para que os cidadãos possam restabelecer sua saúde. É inconcebível que entes públicos se esquivem de fornecer meios e instrumentos necessários à sobrevivência de enfermo, em virtude de sua obrigação constitucional em fornecer medicamentos vitais às pessoas enfermas e carentes, as quais não possuem capacidade financeira de comprá-los. O art. 557, caput, do CPC, permite ao relator negar seguimento ao recurso quando for manifestamente inadmissível, impro-cedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. - De acordo com a Súmula 253 do Superior Tribunal de Justiça, o art. 557 do mesmo Diploma Processual, autoriza o relator a decidir o recurso por meio de decisão monocrática, alcança o reexame necessário. Diante desse delineamento jurídico e das razões fáticas do caso vertente, não há outro caminho a ser trilhado, senão rejeitar a preliminar e NEGAR SEGUIMENTO à Remessa Oficial e Apelação Cível, com espeque no artigo 557, caput, do Código de Processo Civil, em consonância ao entendimento categoricamente firmado nas cortes pretorianas devendo, portanto, ser mantida a decisão ¿a quo¿.

Fonte: Diretoria de Tecnologia da Informação - Gerência de Sistemas. ND –> Não Disponível

ATOS DA DIRETORIA ESPECIAL

COMUNICADO - O Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, tendo em vista o disposto no art. 12, II, da Lei 9.316, de 29 de dezembro de 2010 e no art. 4º, § 6º e art. 8º da Resolução nº 24, de 29 de junho de 2011, com a redação dada pela Resolução nº 73 do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de 10 de setembro de 2012, comunica aos Senhores Advogados, Partes e Pessoas interessadas, que o Plantão Judiciário do Tribunal de Justiça do dia 17 de outubro de 2014, será exercido pelo Excelentíssimo Senhor Juiz Convocado e servidores abaixo nominados:

DIA DESEMBARGADOR

JOÃO BATISTA BARBOSA SERVIDORES

GERÊNCIA DE PROTOCOLO GERÊNCIA DE DIRETORIA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DIRETORIA ADMINISTRATIVA

17/10 E DISTRIBUIÇÃO PROCESSAMENTO JURÍDICA DA INFORMAÇÃO (MOTORISTA)

3216-1475/1674 3216-1536/1659/1660 3216-1592/1416/1806 3216-1439/1404/1405 3216-1530/1473

Diana Cristina Mariene de Lima Araújo Paulo Márcio C. Andriola José Fábio de Joaquim Ferreira

Santos Cristiane de A. Correia – Oficial de Justiça Kleber Lins Brasil Alencar Rodrigues do Nascimento

Gabinete do Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, 15 de outubro de 2014. ROBSON DE LIMA CANANÉA - Diretor Especial. ENDEREÇO DE PLANTÃO

Praça João Pessoa s/n, CEP 58013-902 – João Pessoa (PB) TELEFONES

TJ - 3216-1400; Portaria do TJ - 3216-1515; Diretoria Judiciária – 3216-1536; Gerência de Protocolo e Distribuição – 3216-1475; Diretoria Jurídica – 3216-1592; Diretoria de Tecnologia da Informação - 3216-1439

(3)

SÚMULAS DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA

COMISSÃO DE DIVULGAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA

Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque (Presidente) Desª. Maria das Graças Morais Guedes

Des. Arnóbio Alves Teodósio SÚMULA 01

A execução contra a Fazenda Pública obedece ao procedimento previsto no art. 730 do CPC, quer se funde em título judicial, quer em título extrajudicial.

SÚMULA 02

A vantagem prevista no art. 154 da Lei Complementar nº. 39/85, com a nova redação dada pela Lei Complementar nº 41/86, é devida aos servidores públicos estaduais, independentemente de a gratificação ser em razão de função ou cargo exercido em Poderes diferentes do Estado. (Cancelada por força da decisão prolatada nos autos do Expediente nº. 999.2012.000058-6/001, julgado em 12.09.2012,

tendo as conclusões do Acórdão sido publicadas no DJ de 19.03.1999).

SÚMULA 03

Das decisões proferidas pelo Tribunal Pleno e órgãos fracionários não cabe agravo regimental.

SÚMULA 04

É imprescindível, sob pena de nulidade do ato, que a intimação da sentença condenatória seja feita, na forma da lei, não apenas ao réu preso como também ao seu defensor, seja este dativo ou constituído.

SÚMULA 05

É obrigatória a redução da pena, quando reconhecida, na sentença condenatória, a semi-imputabilidade do réu, caso não seja aplicada a medida de segurança.

SÚMULA 06

Não cabe recurso contra decisão do relator que concede ou nega liminar em Habeas Corpus.

SÚMULA 07

É direito subjetivo do réu condenado, que respondeu solto ao processo e teve a primariedade e os bons antecedentes reconhe-cidos na sentença, apelar em liberdade, a menos que exista motivo que determine a sua prisão, ressalvado o disposto no parágrafo 2º do art. 2º da Lei nº. 8.072/90.

SÚMULA 08

Nos crimes contra a administração da justiça, imputados a policiais militares como carcereiros de presídio comum, a compe-tência para o processo e julgamento é da Justiça Comum Estadual.

SÚMULA 09

Não se conhece de recurso oficial de sentença que concede mandado de segurança contra autarquias salvo quando sucumben-tes em execução de dívida ativa. (Cancelada por força da decisão prolatada nos autos do Expediente nº. 98.005112-8, julgado em 24.02.99,

tendo as conclusões do Acórdão sido publicadas no DJ de 19.03.1999).

SÚMULA 10

No ordenamento jurídico nacional, é inadmissível Ação Direta de Inconstitucionalidade de Lei Municipal em conflito com a Constituição Federal.

SÚMULA 11

Veda a Constituição Federal a vinculação entre vencimentos dos servidores públicos e fator de indexação, obstando, ademais, a equiparação de vencimentos ou proventos fixados antes de sua vigência.

SÚMULA 12

Compete exclusivamente ao Conselho da Magistratura julgar recurso e Habeas Corpus em que figure como parte menor de 18 (dezoito) anos. (Cancelada por força da decisão prolatada nos autos do Expediente nº. 999.2012.000.064-4/001, julgado em 09.05.2012, tendo

as conclusões do Acórdão sido publicadas no DJ de 13.06.2012).

SÚMULA 13

A aprovação das contas do Município pela Câmara de Vereadores não obsta a instauração de ação penal contra o Prefeito, se positivados indícios de ilícito penal.

Súmula 14

A Administração Pública não pode reduzir ou suspender vencimento ou gratificação de funcionário afastado de suas funções para responder a processo disciplinar.

SÚMULA 15

É nulo o ato administrativo que exclui militar, estável ou não, de sua corporação, sem que lhe tenha sido assegurado o exercício do direito ao devido processo legal e ao princípio da ampla defesa.

SÚMULA 16

Mesmo ultrapassando a idade de 18 anos, o menor infrator poderá continuar submetido às medidas sócioeducativas.

SÚMULA 17

Ao Tribunal de Justiça compete, privativamente, processar e julgar, de acordo com seu Regimento Interno e legislação aplicável à espécie, ação de Habeas Corpus, quando a autoridade apontada como coautora for o Promotor de Justiça.

SÚMULA 18

Não é da competência do Tribunal de Justiça processar e julgar demandas incidentes ou recursos que tenham sido apreci-ados ou decididos pelos Juizapreci-ados Especiais Cíveis ou Criminais e respectivas Turmas Recursais, instituídos pela Lei nº 9.099, de 26 de setembro de 1995.

SÚMULA 19

Quando a parte se faz representar por vários advogados, é plenamente eficaz a intimação que se fizer a qualquer deles pelo Diário da Justiça.

SÚMULA 20

É nula de pleno direito e, por conseguinte, não surte qualquer efeito jurídico a sentença que, embora assinada em data anterior, somente é entregue ao Escrivão, quando seu subscritor não mais exercia jurisdição na respectiva unidade judiciária.

SÚMULA 21

Compete ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região, por expressa disposição constitucional, julgar, em grau de recurso, as causas decididas pelos juízes estaduais, no exercício da competência federal da área de sua jurisdição.

SÚMULA 22

É obrigação constitucional do Prefeito transferir, até o dia 20 de cada mês, de forma integral, o duodécimo a que faz jus a Câmara de Vereadores, independentemente do fluxo de arrecadação tributária do município ou quaisquer créditos oriundos de outras fontes.

SÚMULA 23

É válido o depoimento prestado por autoridade policial, no âmbito do processo penal, dês que coerente e não infirmado por outros elementos de prova, máxime quando colhido sob compromisso legal.

SÚMULA 24

A falta de pagamento do preparo, no ato da interposição de recurso criminal, não enseja deserção, salvo quando a ação penal for de natureza privada.

SÚMULA 25

É legítima a cobrança, pelo Fisco Estadual, da diferença de alíquotas de ICMS, incidentes sobre mercadorias adquiridas em outros Estados-membros da Federação.

SÚMULA 26

As vantagens pessoais incorporadas ao patrimônio do servidor público, quando do ato de sua aposentação, não podem ser reduzidas por legislação posterior.

SÚMULA 27

É obrigação constitucional do Poder Público remunerar seus servidores, ativos e inativos, com piso nunca inferior ao salário mínimo nacional unificado, instituído por Lei Federal. (Cancelada por força da decisão prolatada nos autos do Expediente nº.

999.2012.000.062-8/001, julgado em 19.12.2012, tendo as conclusões do Acórdão sido publicadas no DJ de 25.01.2013).

SÚMULA 28

Tem eficácia de título executivo decisão do Tribunal de Contas do Estado de que resultar imputação de débito ou multa.

SÚMULA 29

Não está a parte obrigada, para gozar dos benefícios da assistência judiciária, a recorrer aos serviços da Defensoria Pública.

SÚMULA 30

É nula a pena de demissão imposta a servidor público estável, quando inexistente o devido processo legal.

SÚMULA 31

É direito do servidor público o gozo de férias anuais remuneradas com, pelo menos, 1/3 a mais do que o salário normal.

SÚMULA 32

Não podem os procuradores do estado, sem expressa autorização do chefe do executivo estadual, praticar quaisquer dos atos jurídico-processuais elencados no inciso VII, segunda parte, do art. 4º da Lei Complementar nº 42/86, de 16 de dezembro de 1986.

SÚMULA 33

A Progressão de Regime, instituída pela Lei nº. 9.455, de 07.04.97, é inaplicável aos crimes hediondos, ao terrorismo, ao tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins.

SÚMULA 34

Na execução fiscal, onde se trata de direito patrimonial, é defeso ao juiz decretar, de ofício, a prescrição, nem o Ministério Público tem qualidade para requerer a medida. (Cancelada por força da decisão prolatada nos autos do Expediente nº. 999.2012.000.060-2/001,

julgado em 23/05.2012, tendo as conclusões do Acórdão sido publicadas no DJ de 06.06.2012).

SÚMULA 35

A competência do Juízo da Infância e da Juventude para apreciar e decidir processo acerca de crime praticado contra criança ou adolescente restringe-se aos tipos penais descritos nos artigos 228 a 244 do respectivo estatuto.

SÚMULA 36

A competência para presidir a audiência admonitória, na suspensão condicional da pena - Sursis - é do juiz da condenação.

SÚMULA 37

Não tem caráter obrigatório, porque dispensável, a juntada das peças mencionadas no art. 526 do CPC, cuja falta não causa qualquer sanção à parte adversa, frustrando, tão somente, o juízo de retratação da decisão agravada.

SÚMULA 38

Inadmissível a extinção de processo executivo fiscal, por falta de interesse processual, sob o fundamento de ser irrisório o valor executado, quando inexiste, a respeito, previsão legal.

SÚMULA 39

É ilegítima a inserção do nome do devedor inadimplente nos cadastros de órgão de proteção ao crédito, enquanto tramita ação em que se discute a existência da dívida ou a amplitude do débito.

SÚMULA 40

O Ministério Público tem legitimidade para propor ação civil pública de execução, sempre que ocorrer inércia do Poder Público competente em fazer valer o comando do Tribunal de Contas do Estado.

SÚMULA 41

O prazo decadencial de 03 (três) meses, previsto no art. 56 da Lei nº. 5.250/67, não foi recepcionado pela Constituição Federal de 1988, devendo prevalecer a prescrição comum, à luz do disposto no art. 177 do Código Civil Brasileiro.

SÚMULA 42

O pagamento do adicional de insalubridade aos agentes comunitários de saúde submetidos ao vínculo jurídico administrativo, depende de lei regulamentadora do ente ao qual pertencer. (Súmula editada por força da decisão prolatada nos autos do Incidente de

Unifor-mização de Jurisprudência nº. 2000622-03.2013.815.0000, julgado em 24/03/2014, tendo as conclusões do Acórdão sido publicadas no DJ de 05/05/2014).

SÚMULA 43

É do Estado da Paraíba, com exclusividade, a legitimidade para cobrança de multa aplicada a gestor público municipal pelo Tribunal de Contas do Estado, com base na Lei Complementar nº 18/93. (Súmula editada por força da decisão prolatada nos autos do Incidente de

Uniformização de Jurisprudência nº. 2000733-84.2013.815.0000, julgado em 31/03/2014, tendo as conclusões do Acórdão sido publicadas no DJ de 09/04/2014).

SÚMULA 44

É indevida a devolução de valores recolhidos a título de prêmio de seguro de vida nas ações movidas por policiais militares do Estado da Paraíba, por ser considerada tácita a anuência da contratação. (Súmula editada por força da decisão prolatada nos autos do Incidente de

Uniformização de Jurisprudência nº. 2000723-40.2013.815.0000, julgado em 31/03/2014, tendo as conclusões do Acórdão sido publicadas no DJ de 06.06.2012).

SÚMULA 45

O rateio das sobras dos recursos do FUNDEB fica condicionado à existência de lei municipal regulamentado a matéria. (Súmula editada

por força da decisão prolatada nos autos do Incidente de Uniformização de Jurisprudência nº. 2000682-73.2013.0000, julgado em 07/04/2014, tendo as conclusões do Acórdão sido publicadas no DJ de 22/04/2014).

SÚMULA 46

É ilegal a cobrança da TCR – Taxa de Coleta de Resíduos sobre imóveis públicos situados no município de João Pessoa, relativa ao período anterior à vigência da LC Municipal nº 41/2006, por ausência de previsão legal. (Súmula editada por força da decisão prolatada nos autos

do Incidente de Uniformização de Jurisprudência nº.2001205-85.2013.815.0000 , julgado em 28/04/2014, tendo as conclusões do Acórdão sido publicadas no DJ de 30/04/2014)

SÚMULA 47

Não viola o princípio constitucional da presunção de inocência, a recusa administrativa ao policial ou bombeiro militar do Estado da Paraíba,

sub judice a concorrer à promoção, tendo em vista a previsão legal do ressarcimento de preterição.(Súmula editada por força da decisão prolatada nos autos do Incidente de Uniformização de Jurisprudência nº.2000722-55.2013.815.0000 , julgado em 19/05/2014, tendo as conclusões do Acórdão sido publicadas no DJ de 23/05/2014)

SÚMULA 48

o Estado da Paraíba e os Municípios , conforme o caso, e as autarquias responsáveis pelo gerenciamento do Regime Próprio de Previdência, têm legitimidade passiva quanto à obrigação de restituição de contribuição previdenciária recolhida por servidor público ativo ou inativo e por pensionista. (Súmula editada por força da decisão prolatada nos autos do Incidente de Uniformização

de Jurisprudência nº.2000730-32.2013.815.0000 , julgado em 19/05/2014, tendo as conclusões do Acórdão sido publicadas no DJ de 23/05/2014)

SÚMULA 49

O Estado da Paraíba e os Municípios, conforme o caso, têm legitimidade passiva exclusiva quanto à obrigação de não fazer de abstenção de futuros descontos de contribuição previdenciária do servidor em atividade. (Súmula editada por força da decisão prolatada nos autos do

Incidente de Uniformização de Jurisprudência nº.2000730-32.2013.815.0000 , julgado em 19/05/2014, tendo as conclusões do Acórdão sido publicadas no DJ de 23/05/2014)

SÚMULA 50

As autarquias responsáveis pelo gerenciamento do Regime Próprio de Previdência têm legitimidade passiva exclusiva quanto à obrigação de não fazer consubstanciada na abstenção de futuros descontos de contribuição previdenciária do servidor inativo e do pensionista. (Súmula

editada por força da decisão prolatada nos autos do Incidente de Uniformização de Jurisprudência nº.2000730-32.2013.815.0000 , julgado em 19/05/2014, tendo as conclusões do Acórdão sido publicadas no DJ de 23/05/2014)

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APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N° 0005210-86.2008.815.0251. ORIGEM: PATOS - 5A. VARA. RELATOR: Des Abraham Lincoln da C Ramos. APELANTE: Inss - Instituto Nacional do Seguro Social - Rep. P/sua Proc. Karine Martins de Izquierdo Villota. APELADO: Agnaldo Lopes da Silva. ADVOGADO: Evelyn Barros Camboim. PROCESSUAL CIVIL ¿ Remessa Oficial e Apelação Cível ¿ ¿Ação ordinária¿ ¿Concessão de aposentadoria por invalidez por acidente de trabalho ¿ Sentença de procedência ¿ Irresignação ¿ Ausência de intimação do INSS ¿ Perícia ¿ Alegação de cerceamento de defesa ¿ Aplicação do art. 431-A, do CPC ¿ Prejuízo configurado ¿ Anulação da sentença - Retorno dos autos ao juízo ¿a quo¿ ¿ Elaboração de nova perícia ¿ Precedentes do STJ ¿ Inteligência do art. 557, §1º-A do CPC ¿ Provimento à remessa oficial e ao apelo. ¿ O art. 431-A do CPC determina a intimação das partes acerca da data e local da realização da perícia para que as estas possam acompanhar os trabalhos periciais. ¿ O INSS não fora da data e local designados para a realização da perícia judicial. Dessa forma, a autarquia teve seu direito de defesa cerceado, pelo que a perícia deve ser anulada. ¿ O art. 557, § 1º-A, do CPC permite ao relator dar provimento ao recurso quando a decisão recorrida estiver em manifesto confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. O art. 327, do CPC, impõe a obrigação de que o autor seja ouvido quando o réu alegar, em sua contestação, qualquer das preliminares constantes no art. 301, do CPC. Comete ¿erro in procedendo¿ o julgador que não dispõe ao demandante a oportunidade de apresentar impugnação à contestação apresentada por um dos promovidos. Fica configurado o cerceamento de defesa da parte-autora, quando se acolhe preliminar suscitada por um dos promovidos, sem que tenha sido oportunizado ao autor o direito de impugná-la, impondo-se a anulação da sentença hostilizada e o retorno dos autos à instância originária para que seja respeitado o devido processo legal. O art. 557, § 1º-A, do CPC permite ao relator dar provimento ao recurso quando a decisão recorrida estiver em manifesto confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. PREVIDENCIÁRIO E PROCESSUAL CIVIL ¿ Apelação Cível e Remessa Oficial ¿ ¿Ação de concessão de benefício previdenciário¿ ¿ Concessão de aposentadoria por invalidez por acidente de trabalho ¿ Sentença de procedência ¿ Irresignação ¿ Competência da Justiça Comum Estadual ¿ Informativo nº 244 do STJ ¿ Doença equiparada a acidente de trabalho ¿ Laudo pericial ¿ Incapacidade para a atividade exercida ¿ Manutenção da sentença¿ Desprovimento ao apelo e a remessa oficial. ¿ Informativo nº 244 do STJ: ¿A Seção entendeu que, mesmo após a vigência da EC n. 45 de 8/12/2004, a competência para processar e julgar as ações de acidente do trabalho é da Justiça Comum Estadual¿. ¿ Deve ser concedido o benefício de aposentadoria por invalidez, quando comprovado que o segurado acidentado encontra-se incapacitado para o exercício de atividade laborativa. Por todo o exposto, dou provimento à remessa oficial e apelação cível, para anular a sentença impugnada e determinar o retorno dos autos ao juízo de origem, a fim de que seja realizada nova perícia, com a devida intimação das partes para o acompanhamento da diligência, proferindo, em seguida, novo julgamento. APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N° 0024192-19.2013.815.0011. ORIGEM: CAMPINA GRANDE - 1A. VARA DA FAZENDA PUB.. RELATOR: Des Abraham Lincoln da C Ramos. APELANTE: Estado da Paraiba, Rep.p/sua Procuradora Jaqueline Lopes de Alencar. APELADO: Laryssa Kelly Cabral Maia. ADVOGADO: Defensor Paulo Fernando Torreao. PROCESSSUAL CIVIL ¿ Apelação cível e Reexame necessário - Ação de obrigação de fazer - Preliminar ¿ Alegação de sentença genérica ¿ Insubsistência ¿ Fundamentação de fato e de direito presentes ¿ Rejeição. - Não há que se falar em sentença genérica, quando ela expõe claramente os fatos e fundamentos de direito, bem como quando o MM. Juiz resolve às questões, conforme disposto no art. 458 do CPC. CONSTITUCIONAL E PROCESSSUAL CIVIL ¿ Apelação cível e Reexame necessário - Ação de obrigação de fazer - - Direito à saúde ¿ Solidariedade passiva entre os entes federados - Preliminar ¿ Ilegitimidade passiva ¿ad causam¿ - Jurisprudências consolidadas no STJ e no STF ¿ Rejeição. A União, os Estados-membros e os Municípios são responsáveis solidários no que pertine à proteção e ao desenvolvimento do direito da saúde. Assim, ainda que determinado medicamento ou serviço seja prestado por uma das entidades federativas, ou instituições a elas vinculadas, nada impede que as outras sejam demandadas, de modo que qualquer delas (União, Estados e Municípios) têm, igualmente, legitimidade, individual ou conjunta, para figurar no pólo passivo em causas que versem sobre o fornecimento de medicamentos. CONSTITUCIONAL E PROCESSSUAL CIVIL ¿ Apelação cível e Reexame necessário - Ação de obrigação de fazer - Fornecimento de medicamento para tratamento de saúde ¿ Enfermidade devidamente comprovada ¿ Direito à vida e à saúde ¿ Art. 196 da CF ¿ Norma de eficácia plena e imediata ¿ Jurisprudências consolidadas no Superior Tribunal de Justiça e neste Tribunal de Justiça ¿ Manutenção da decisão ¿ Seguimento negado. ¿ Em uma interpretação mais apressada, poder-se-ia concluir que o art. 196 da CF seria norma de eficácia limitada (programática), indicando um projeto que, em um dia aleatório, seria alcançado. Ocorre que o Estado (¿lato sensu¿) deve, efetivamente, proporcionar a prevenção de doenças, bem como oferecer os meios necessários para que os cidadãos possam restabelecer sua saúde. É inconcebível que entes públicos se esquivem de fornecer meios e instrumentos necessários à sobrevivência de enfermo, em virtude de sua obrigação constitucional em fornecer medicamentos vitais às pessoas enfermas e carentes, as quais não possuem capacidade financeira de comprá-los. O art. 557, caput, do CPC, permite ao relator negar seguimento ao recurso quando for manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. De acordo com a Súmula 253 do Superior Tribunal de Justiça, o art. 557 do mesmo Diploma Processual, autoriza o relator a decidir o recurso por meio de decisão monocrática, alcança o reexame necessário. Diante desse delineamento jurídico e das razões fáticas do caso vertente, não há outro caminho a ser trilhado, senão rejeitar a preliminar e NEGAR SEGUIMENTO à Remessa Oficial e Apelação Cível, com espeque no artigo 557, caput, do Código de Processo Civil, em consonância ao entendimento categorica-mente firmado nas cortes pretorianas devendo, portanto, ser mantida a decisão ¿a quo¿.

APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N° 0094911-07.2012.815.2001. ORIGEM: CAPITAL - 5A. VARA DA FAZENDA PUB.. RELATOR: Des Abraham Lincoln da C Ramos. APELANTE: Estado da Paraiba, Rep.p/sua Procuradora Maria Clara Carvalho Lujan. APELADO: Wagner Ferreira da Silva. ADVOGADO: Ricardo Nascimen-to Fernandes. PROCESSUAL CIVIL ¿ Apelação cível ¿ Ação de obrigação de fazer c/c pedido de antecipação de tutela ¿ Militar - Concurso público ¿ Formação de soldados ¿ Convocação ¿ Candidato remanescente ¿ Grande lapso temporal entre o resultado e a convocação para as etapas posteriores do concurso ¿ Publicação no diário oficial ¿ Insuficiência ¿ Necessidade de comunicação pessoal do candidato ¿ Precedentes desta Corte e do Superior Tribunal de Justiça ¿ Decisão monocrática ¿ Inteligência do art. 557, caput, do CPC ¿ Seguimento negado à apelação cível, à remessa necessária e ao recurso adesivo. ¿ “Há entendimento pacífico nesta Corte no sentido de que caracteriza violação ao princípio da razoabilidade a convocação para determinada fase de concurso público apenas mediante publicação do chamamento em diário oficial quando passado considerável

lapso temporal entre a realização ou a divulgação do resultado da etapa imediatamente anterior e a referida convocação, uma vez que é inviável exigir que o candidato acompanhe, diariamente, com leitura atenta, as publicações oficiais”. Precedentes. (STJ; RMS 33.132; Proc. 2010/0195225-1; SC; Segunda Turma; Rel. Min. Mauro Campbell Marques; Julg. 1ll/12/2011; DJE 09/12/2011). - ¿O STJ firmou orientação no sentido de que a publicação da convocação de candidato somente no Diário Oficial, após o transcurso de considerável lapso temporal entre uma fase e outra, para a qual houve a convocação, contraria o princípio da publicidade dos atos administrativos, mesmo que o edital preveja a convocação por meio do Diário Oficial, porquanto, nessa hipótese, não é razoável impor aos candidatos a exigência de leitura diária do diário oficial, por tempo indeterminado, para tomarem conhecimento de sua convocação¿. - De acordo com o entendimento consolidado pela Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça, em julgamento pelo rito previsto no 543-C do Código de Processo Civil, “vencida a Fazenda Pública, a fixação dos honorários não está adstrita aos limites percentuais de 10% e 20%, podendo ser adotado como base de cálculo o valor dado à causa ou à condenação, nos termos do art. 20, § 4º, do CPC, ou mesmo um valor fixo, segundo o critério de equidade.” Asim, restando caracterizada a situação prevista no art. 557, ¿caput¿, do Código de Processo Civil, pois a decisão recorrida está em perfeita consonância com a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça e com as reiteradas decisões desta Corte, nego seguimento à remessa necessária, à apelação cível e ao recurso, mantendo integralmente os termos da sentença. APELAÇÃO N° 0000615-50.2013.815.2003. ORIGEM: CAPITAL - 1A. VARA REGIONAL DE MANGABEIRA. RELA-TOR: Des Abraham Lincoln da C Ramos. APELANTE: Jose Irenaldo de Oliveira Melo. ADVOGADO: Libni Diego Pereira de Sousa. APELADO: Banco Cruzeiro do Sul S/a. ADVOGADO: Nelson Wilians Fratoni Rodrigues. CONSU-MIDOR E PROCESSO CIVIL ¿ Apelação cível ¿ Ação declaratória de inexistência de cláusula expressa c/c nulidade e revisão de cláusula contratual de empréstimo consignado ¿ Sentença pela improcedência da ação ¿ Irresignação ¿ Apelo ¿ Capitalização mensal de juros ¿ Pressuposto ¿ Pactuação expressa ¿ Ocorrência ¿ Possibilidade ¿ Regramento contido no Resp Nº 973.827/RS ¿ Incidente submetido ao rito do art. 543-C, do CPC (Recursos Repetitivos) ¿ Manutenção da decisão ¿ Art. 557, ¿caput¿ do CPC ¿ Seguimento Negado. - A capitalização de juros somente é admitida a sua cobrança quando pactuada expressamente no contrato para incidência nas prestações mensais, sendo indevida sua ausência naquele, por ocultar do consumidor essa informação relevante para o encargo que assumiu. - ¿Para os efeitos do artigo 543, C, do CPC, foram fixadas as seguintes teses: 1) É permitida a capitalização de juros com periodicidade inferior a um ano em contratos celebrados após 31/3/2000, data da publicação da Medida Provisória nº 1.963-17/2000, em vigor como MP nº 2.170-01, desde que expressamente pactuada;¿. Por tais razões, com fulcro no art. 557, ¿caput¿, do CPC, NEGO SEGUIMENTO à apelação, uma vez que o recurso se apresenta em sério confronto com o entendimento sedimentado do Superior Tribunal de Justiça acima mencionado, mantendo-se ¿in totum¿ os termos da sentença prolatada.

APELAÇÃO N° 0024162-52.2011.815.0011. ORIGEM: CAMPINA GRANDE - 2A. VARA CIVEL. RELATOR: Des Abraham Lincoln da C Ramos. APELANTE: Alex S P de Lima. ADVOGADO: Sunaly Virginio de Moura Peixoto. APELADO: Banco Aymore Credito,financiamento E Investimento S/a. ADVOGADO: Antonio Braz da Silva. CONSUMIDOR E PROCESSO CIVIL ¿ Apelação cível ¿ Ação de revisão de contrato c/c repetição de indébito e pedido de tutela antecipada ¿ Contrato de financiamento de crédito ¿ Sentença pela improcedência da ação ¿ Irresignação ¿ Apelo ¿ Capitalização de juros ¿ Pressuposto ¿ Pactuação expressa ¿ Ocorrência ¿ Possibilidade ¿ Regramento contido no Resp Nº 973.827/RS ¿ Incidente submetido ao rito do art. 543-C, do CPC (Recursos Repetitivos) ¿ Comissão de permanência ¿ Encargo não pactuado ¿ Devolução ¿ Impossibilidade ¿ Manutenção da decisão ¿ Art. 557, ¿caput¿ do CPC ¿ Seguimento Negado. - A cobrança da capitalização de juros somente é admitida pactuada expressamente no contrato para incidência nas prestações mensais, sendo indevida sua ausência naquele, por ocultar do consumidor essa informação relevante para o encargo que assumiu. - ¿Para os efeitos do artigo 543, C, do CPC, foram fixadas as seguintes teses: 1) É permitida a capitalização de juros com periodicidade inferior a um ano em contratos celebrados após 31/3/2000, data da publicação da Medida Provisória nº 1.963-17/2000, em vigor como MP nº 2.170-01, desde que expressamente pactuada;¿. Por tais razões, com fulcro no art. 557, ¿caput¿, do CPC, NEGO SEGUIMENTO à apelação, uma vez que o recurso se apresenta em sério confronto com o entendimento sedimentado do Superior Tribunal de Justiça acima mencionado, mantendo-se ¿in totum¿ os termos da mantendo-sentença prolatada.

APELAÇÃO N° 0074197-26.2012.815.2001. ORIGEM: CAPITAL - 17A. VARA CIVEL. RELATOR: Des Abraham Lincoln da C Ramos. APELANTE: Gleudson Silva Farias. ADVOGADO: Tulio Jose de C. Carneiro. APELADO: Telemar Norte Leste S/a. ADVOGADO: Wilson Sales Belchior. PROCESSSUAL CIVIL ¿ Apelação cível - Ação ordinária de cobrança c/c dano moral - Subscrição de ações remanescentes ¿ Indenização pela diferença acionária ¿ Parte ilegítima ¿ Extinção do processo sem resolução do mérito ¿ Procuração outorgando poderes para ceder, transferir e vender as ações ¿ Propriedade não demonstrada ¿ Necessidade de comprovação da transferência da cessão de todos os direitos de contratação primitiva ¿ Legitimidade dos contratantes originários ¿ Ausência de uma das condições da ação ¿ Carência de ação ¿ Matéria em consonância com os precedentes do Superior Tribunal de Justiça e deste Tribunal ¿ Incidência do art. 557, caput, do CPC ¿ Manutenção da decisão - Seguimento negado. Em regra, é do cedente da linha telefônica a legitimidade ativa para intentar ações de subscrição de ação, e não do cessionário. Para ser legitimado, o cessionário deve juntar documento comproba-tório de sua condição, a fim de postular a complementação das ações. - O art. 557, caput, do CPC, permite ao relator negar seguimento ao recurso quando for manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. Diante desse delineamento jurídico e das razões fáticas do caso vertente, não há outro caminho a ser trilhado, senão NEGAR SEGUIMENTO à Apelação Cível, com espeque no artigo 557, caput, do Código de Processo Civil, em consonância ao entendimento categoricamente firmado nas cortes pretorianas devendo, portanto, ser mantida a decisão ¿a quo¿.

APELAÇÃO N° 0119763-95.2012.815.2001. ORIGEM: CAPITAL - 7A. VARA CIVEL. RELATOR: Des Abraham Lincoln da C Ramos. APELANTE: Joseneide Cardoso dos Santos. ADVOGADO: Hilton Hril Martins Maia. APELADO: Banco Panamericano S/a. ADVOGADO: Wilson Sales Belchior. CONSUMIDOR E PROCESSO CIVIL ¿ Apelação cível ¿ Ação de revisão contratual c/c repetição do indébito ¿ Sentença pela improcedência da ação ¿ Irresignação ¿ Apelo ¿ Capitalização mensal de juros ¿ Pressuposto ¿ Pactuação expressa ¿ Ocorrência ¿ Possibilidade ¿ Regramento contido no Resp Nº 973.827/RS ¿ Incidente submetido ao rito do art. 543-C, do CPC (Recursos Repetitivos) ¿ Manutenção da decisão ¿ Art. 557, ¿caput¿ do CPC ¿ Seguimento Negado. - A

Marcio Murilo da Cunha Ramos 355.589-5 Corregedor Geral de Justiça Campina Grande 07 a 09/10/2014 Realizar visita administrativa

Jesse Derly Galdino da Silva 355.589-5 Assistente de Administração Campina Grande 07 a 09/10/2014 Acompanhar Desembargador Corregedor

em visita administrativa

Lamarck Soares Bezerra de Oliveira 355.592-5 Técnico Judiciário Alhandra 25 e 27/07; 29/08; 05 e 26/09; 03, Exercer atividades inerentes ao cargo em

10 e 13/10/2014 cumprimento a Portaria GAPRE 537/2012

Gustavo Camacho Meira de Sousa 355.593-3 Juiz de Direito Pilões 07/10/2014 Em substituição

Rosálio Gomes Sarmento 352.371-3 Motorista Catolé do Rocha 23/07/2014 Conduzir magistrado

Pedro Henrique Ribeiro da Silva 355.628-0 Assessor João Pessoa 03 a 04/10/2014 Transportar processos referentes à Meta 4

José Maciel de Negreiros 355.552-6 Motorista Pombal 30/10/2014 Conduzir servidor para devolução de

pro-cessos referentes à Meta 4

Luidson Soares de Andrade 355.620-4 Motorista Campina Grande 14 a 15/08/2014 Transportar processos referentes à Meta 4

Luidson Soares de Andrade 355.621-2 Motorista Uiraúna 22/09/2014 Conduzir magistrado

Luidson Soares de Andrade 355.622-1 Motorista Catolé do Rocha e Uiraúna 07 e 13/10/2014 Conduzir magistrado

Jefferson Antônio de Sousa Araújo 2014.027.408 Supervisor Campina Grande 13 a 17/10/2014 Supervisionar as atividades e dar suporte

ao chefe do núcleo da 2º Circunscrição

Bruno Marcolino Sandres 2014.027.393 Chefe do Núcleo de Tecnologia Monteiro, Queimadas e outras 22/05, 02, 18 e 23/09/2014 Realizar visita técnica

da Informação - 2ª Circunscrição

Hailton Geraldo da Silva 2014.027.385 Assistente de Administração Soledade, Queimadas e outras 13 a 17/10/2014 Apoio técnico e administrativo à DTI

Ítalo Leandro Freire de Albuquerque 2014.027.416 Chefe do Núcleo de Tecnologia Caaporã, Alhandra e outras 07, 09 e 10/10/2014 Realizar visita técnica

da Informação – 6ª Circunscrição

Gabinete do Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, 15 de outubro de 2014. ROBSON DE LIMA CANANÉA - Diretor Especial.

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ATOS DA DIRETORIA ESPECIAL

O Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, escudado no art. 1º, I, do Ato da Presidência nº 20, de 06 de fevereiro de 2013, faz publicar abaixo, em estrito cumprimento ao disposto no art. 3º, III, da Resolução nº 34, do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de 18 de novembro de 2009, c/c o art. 3º, III, da Resolução 73, do Conselho Nacional de Justiça, de 28 de abril de 2009, a relação das diárias concedidas a servidores e magistrados integrantes do Tribunal:

Diárias concedidas

Referências

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