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Academic year: 2021

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TÍTULO: LEVANTAMENTO PRELIMINAR DOS ELEMENTOS AMBIENTAIS NO MORRO MARTÍM DE SÁ, EM CARAGUATATUBA-SP, NA TENTATIVA DE CORROBORAR COM FUTURAS AÇÕES DE CARÁTER CONSERVATIVO

TÍTULO:

CATEGORIA: CONCLUÍDO CATEGORIA:

ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE ÁREA:

SUBÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO MÓDULO INSTITUIÇÃO:

AUTOR(ES): ROMULO FAVERO DE GOES AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): KARINA APARECIDA SARILHO ORIENTADOR(ES):

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1. RESUMO

Frente ao expressivo adensamento urbano do Litoral Norte do Estado de São Paulo, é premente iniciativas de caráter conservativo, que permitam aliar os avanços antrópicos à conservação do ambiente natural. Assim, foi feito o levantamento dos elementos ambientais em fragmento ilhado de Ombrófila Densa de Terras Baixas no Morro Martim de Sá (Caraguatatuba – SP), com o intuito de compreender o grau da antropização da área e de apontar medidas necessárias para a sua conservação. Foi escolhido o grupo da avifauna como um indicador para entendimento das relações ecológicas presentes na área de estudo, elucidando seu nível de impacto ao observar parâmetros como: biodiversidade; guilda trófica; habitat; status de conservação e ocorrência. A metodologia adotada foi a de Transecto, Ponto Fixo e Playback, contando com 74 horas de campo entre os meses de Dezembro e Março de 2017. Os estudos da avifauna, como bioindicadora e subsídio para discussão dos elementos ambientais, revelaram a ocorrência de 45 espécies de aves, que se distribuem em 24 famílias e 13 ordens. Destas 45 espécies registradas, estão o Tangara cyanocephala, considerada “vulnerável” no Livro Vermelho da Fauna Brasileira (2016), e o Falco rufigulares, listado como “em perigo” na Fauna Ameaçada de Extinção do Estado de SP (2009), sendo este o primeiro registro da espécie no município de Caraguatatuba. Os parâmetros apontam, majoritariamente, espécies generalistas, características de especiação de borda de mata e não florestais. Foi compreendido através deste e de outros estudos, que o estágio e a proximidade do bioma matriz têm papel fundamental na ocorrência de aves em pequenos fragmentos de Mata Atlântica. Assim, iniciativas insipientes de reflorestamento, como poleiros e abrigos artificiais, tornam-se medidas cabíveis para atraí-las, principalmente aquelas com potencial de dispersão. Possibilitando, assim, uma autorenovação da sucessão ecológica e a restauração das interações bióticas. Palavras-chave: Avifauna; Fragmentação Florestal; Sinantropismo; Qualidade Ambiental.

2. INTRODUÇÃO

O Litoral Paulista vem numa crescente exponencial no que se refere à urbanização. O Resumo Executivo de Caraguatatuba (2012) e Gigliotti & Santos

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(2013) julgam que, desde a década de 1950, a mancha urbana teve um aumento expressivo e manteve-se em elevada ascensão desde então.

Dentre os quatro municípios do Litoral Norte Paulista, Caraguatatuba é, atualmente, o que mais reflete os produtos do ritmo da especulação imobiliária. Fato explicado pelo mesmo ser o município de mais rápido acesso ao trajeto Vale Paraíba / São Paulo - Capital; possuir maior população e densidade demográfica da região (207,08 hab/km²) (IBGE, 2017), e estar investindo em grandes obras para alavancar o turismo, visando criar o maior complexo turístico do Litoral Norte (Prefeitura Municipal de Caraguatatuba, 2017).

A problemática desta situação encontra-se no crescimento desordenado desses empreendimentos, os quais se sobrepõem nos remanescentes da Mata Atlântica, um dos “Hotspots” mais biodiversos e ameaçados do mundo. O município conta o Parque Estadual da Serra do Mar como medida ambiental, guardando aproximadamente 35.497 hectares de Unidade de Conservação de Período Integral. Um dos grupos mais representativos da fauna, analisando a composição da Guilda Trófica, por exemplo, para estudar se medidas ecológicas estão sendo efetivas no município, é a avifauna (WILLIS, 1979). Por possuir vultosa diversidade e riqueza no Brasil (SICK, 1997), facilidade migratória, e fundamental papel na função de dispersão de sementes, é notável o reconhecimento do grupo como instrumento para compreender e recuperar áreas antropizadas. Levando em conta que a cobertura vegetal na planície de Caraguatatuba encontra-se em curtos remanescentes pouco desenvolvidos ou em fragmentos ilhados de Ombrófila Densa, como é o caso do Morro Martim de Sá, área de estudo desta pesquisa, o grupo mostra-se como um aliado na recuperação e entendimento do local. Pelo fato de não existir corredores ecológicos devido ao adensamento urbano consolidado, torna-se inviável e pouco produtivo o esforço amostral para os demais grupos de fauna. Como discutido por Macarthur (1979) e citado por Dario et al (2002), “o número de espécies que um fragmento florestal pode suportar e as suas respectivas taxas de extinção dependem do seu tamanho, da distância de uma fonte de povoamento e da estrutura do habitat’. As espécies ornitocóricas também são fundamentais para o processo de recomposição vegetal (MACHADO et al, 2006) em todo o processo de sucessão ecológica, tornando-se uma ferramenta valiosa e abundante de

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reflorestamento (REIS et al, 1996). 3. OBJETIVOS

Compreender o grau de antropização do Morro Martim de Sá (Caraguatatuba – SP) através do levantamento qualitativo da avifauna, da identificação fitofisionômica e da compreensão dos serviços sociais existentes no local. Através destes, foi possível subsidiar discussões com o intuito de embasar, corroborar e propor iniciativas de conservação e recuperação ambiental para o local.

4. METODOLOGIA

4.1 ÁREA DE ESTUDO: O estudo dos elementos ambientais foi realizado em um pequeno fragmento de Mata Atlântica no município de Caraguatatuba, em uma Zona de Amortecimento (ZA) do Parque Estadual da Serra do Mar (PESM). O morro situa-se entre as coordenadas 23º37’ 56.04’S e 45º23’17.26’O tendo situa-seu ponto mais alto a 39 metros acima do nível mar, localizado entre as praias Martím de Sá e Prainha (Google Earth Pro, 2016). O clima de Caraguatatuba é subtropical úmido, com diminuição de chuvas no inverno e temperatura média anual de 24°C, tendo invernos úmidos e verões bastante chuvosos com temperaturas moderadamente altas (Prefeitura Municipal de Caraguatatuba, 2016).

A cobertura vegetal local, descrita no volume III do Estudo de Impacto Ambiental – EIA/RIMA (JGP – AMBIENTE BRASIL ENGENHARIA, 2011) é descrita como Ombrófila Densa de Terras Baixas (Db), e Vegetação Herbácea com árvores isoladas (He). O morro também encontra-se diretamente com o Oceano Atlântico, formando nessa transição o ecossistema marinho Costão Rochoso.

4.2 MÉTODO: A escolha da metodologia para o levantamento qualitativo da avifauna entre os meses de dezembro a março baseou-se nas discussões levantadas por Bibbin C. J, no Bird Ecology and Conservation (2004) e na descrição de Cullen L. J. et al (2006), no Método de Estudo e Biologia da Conservação, Manejo da Vida Silvestre.

A fim de conhecer a riqueza da avifauna foram utilizadas três metodologias: Transecto, Ponto Fixo e Playback. No transecto, foi percorrida uma trilha já aberta de 1.84 km de extensão a uma velocidade média constante de 2km/h, onde

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espécies detectadas por visualização e audição foram registradas e identificadas com auxílio de câmera Canon EOS Rebel T2i com lente de canon EFS 55 – 250mm e aparelho celular Samsung modelo SM G355M.

Devido à declividade e à diferentes fitofisionomias da área de estudo, foi divido o transecto em três trechos (A, B e C), onde o esforço amostral variou conforme o número de espécies registradas tendiam a estabilização

Realizou-se um total de 18 visitas a campo (15 diurnas e 3 noturnas), iniciadas no dia 18/12/2016 e finalizadas em 23/03/2017, com duração média de 4 horas para as diurnas e 2 horas para as noturnas, somando 74 horas totais. O esforço amostral matutino foi maior pelo fato do grupo predominantemente mostrar-se mais ativo no alvorecer até o meio do dia.

5. RESULTADO

Os estudos da avifauna, como bioindicadora e subsídio para discussão dos elementos ambientais do morro isolado em Caraguatatuba, revelaram a ocorrência de 45 espécies de aves, que se distribuem em 24 famílias e 13 ordens. Destas 45 espécies registradas, estão a Saíra-militar (Tangara cyanocephala), considerada “vulnerável” no Livro Vermelho da Fauna Brasileira (2016), e o falcão Cauré (Falco rufigulares), listado como “em perigo” na Fauna Ameaçada de Extinção do Estado de SP (2009), sendo este o primeiro registro da espécie no município de Caraguatatuba.

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Fonte: autor. A lista segue a ordem do Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos – CBRO. Guilda Trófica: (CAR) carnívoro; (ONI) onívoro; (INS) insetívoro; (DET) detritívoro; (GRA) granívoro; (NEC) nectarívoro. Status de Conservação IUCN: (LN) Least Concern. Status de Ocorrência CBRO: (R) Regular, (E) Endêmico, (VN) Visitante Sazonal vindo do Hemisfério Norte.

6. DISCUSSÃO

A ordem passeriforme, como o esperado, foi a mais registrada com 24 espécies, sendo a família Thraupidae com maiores representantes. Além do Falco rufigularis e do Tangara cyanocephala, todas as outras espécies encontram-se em estado “pouco preocupante” (LN) pela IUCN, e apenas a Progne subis é classificada como visitante sazonal vindo do Hemisfério Norte (VN) e não regular.

Dentre as espécies encontradas, apenas 3 são consideradas florestais (Picumnus cirratus, Cantorchilus longirostri, Tachyphonus coronatus) com predomínio de generalistas, poucas campestres e aquáticas. O índice de aproximadamente 7% da avifauna florestal reflete o estado de conservação do morro, que pelo fato de encontrar-se ilhado em meio à mancha urbana, é afetado diretamente na dinâmica da população do grupo, tendo em vista o baixo grau de tolerância das espécies umbrófilas em áreas antropizadas (DARIO et al, 2002). E como discutido no estudo de Barbosa et al (2017), as prováveis circunstâncias mais relevantes para explicar a baixa presença de aves em pequenos fragmentos, são a qualidade e a possibilidade de transição com o bioma matriz. Pois sem estas, consequência como decaimento da variabilidade genética irá ocorrer, diminuindo a persistência da população a longo prazo (HANSKI and GILPIN, 1997, apud BARBOSA K. V. C. et al, 2017).

No entanto, o levantamento representa aproximadamente 12% do número de aves para o município, a mesma porcentagem de endemismo também demonstrada no Status de Ocorrência. Considerando que a metragem da área de estudo é ínfima em comparação com a área total da cidade amostrada, e que o estudo foi realizado apenas no verão, a lista de espécies mostra-se significativa. Como citado por Sick (1997), no inverno aparecem certas aves migratórias que não ocorrem ou são escassas durante outras estações. Também, como ilustrado abaixo (Gráfico 1), na Curva do Coletor, a amostragem não foi suficiente para atingir o número de espécies

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da comunidade presente, apresentando uma linha ainda ascendente.

Frutas como mamão e laranja, expostas por moradores no trecho C, mostraram-se eficazes atrativos para família Thraupidae. O que levanta a hipótemostraram-se da criação de poleiros e abrigos artificiais para a atração desta e das demais famílias, acelerando o processo de sucessão vegetal em proporção da efetividade desta atração (MELO, 1997). Fragmentos isolados, de acordo com Andrade (apud MACHADO et al, 2006), degeneram pela perda de animais polinizadores, dispersores e predadores, levando à baixa biodiversidade de espécies endêmicas e à baixa densidade populacional. Visto isso, atraí-las com alimentos selecionados para espécies com potencial de dispersão de propágulos vegetais, aliado a instalação de poleiros artificiais, tornam-se medidas eficazes.

O gráfico de pizza (Gráfico 2) comprova o que aponta Sick (1997), quando comenta sobre essa disparidade em restos pequenos de floresta, dificilmente abrigando grandes frugívoros (tucanos, araras e etc) pelo fato de não oferecerem constância e abundância de alimento (CANDIDO JR 2000 apud PADOVEZI, 2014). Logo, são substituídos por espécies menores, típicas de borda

de mata, com características generalistas. Os carnívoros foram representados pela ordem dos Suliformes, Pelecaniformes e Falconiformes. Sendo que, na família Falconidae foi registrada a espécie Falco Rufigulares, um novo registro para a lista

Fonte: Autor

Gráfico 1 – Curva do Coletor

Fonte: Autor

Gráfico 2. Guilda trófica registrada Gráfico 2: Guilda Trófica Registrada

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de 384 aves do município de Caraguatatuba (EIA, 2011).

O falcão-cauré ou falcão-morcegueiro ganhou este nome pela sua especialização nos centros urbanos em se alimentar predominantemente de indivíduos da ordem Chiroptera (SEIJAS, 1996). Habita principalmente florestas, inclusive alteradas, e matas secundárias como presente no morro, com movimentos migratórios por toda a América Latina, ainda pouco conhecidos (ICMBIO, 2008). Está classificado “em perigo” na lista do Estado de São Paulo e do Rio Grande do Sul, dando maior vulto ao local e relevância para possíveis outras espécies visitantes e migratórias.

Analisando e reforçando a Lei Complementar nº 42/ 2011, em vigor, do Plano Diretor do Município da Estância Balneária de Caraguatatuba, seria possível “promover e estimular a melhoria da infraestrutura de apoio à atividade de turismo, respeitando a capacidade de suporte de cada ecossistema, observando a legislação ambiental” (Desenvolvimento Social Econômico do Município. Artigo 14, 2011). Isso poderia ser feito de forma sumária, com painéis informativos em locais estratégicos, contendo extensão do percurso, grau de dificuldade, curiosidades da avifauna e flora local, sendo justamente o que preconiza o Artigo 41 do Plano Diretor (2011), com o reconhecimento da necessidade de “criação de programas de ecoturismo e educação ambiental”.

7. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O isolamento do Morro Martím de Sá na mancha urbana do município de Caraguatatuba (SP) afetou diretamente a dinâmica populacional das aves, e consequente, a sua biodiversidade. Foram registradas espécies de habitat e guilda trófica predominantemente generalistas, e embora a curva do coletor ainda mostra-se não estável, é esperado que novos registros incluam espécies com fisiologia, comportamento e ecologia cosmopolitas.

Porém, o registro do Tangara cyanocephala e, também, do Falco rufigularis, espécie “em perigo” na lista vermelha municipal, alicerça a discussão de fragmentos ilhados serem refúgios de aves ameaçadas, menos tolerantes e/ou ariscas. Por isso, a interação fauna-flora tem de ser melhor compreendida para que metodologias de reflorestamento possam ser aplicadas, promovendo, de forma correta, uma

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autorenovação da sucessão ecológica e a restauração das interações bióticas. A instalação de poleiros e de abrigos artificiais mostra-se como um recurso plausível para atrair espécies com potencial dispersivo. No entanto, outras medidas como instalação de painéis informativos em locais estratégicos, análise do solo, e escolha de espécies nativas para semeadura direta, poderiam ser conjuntamente utilizadas para melhor efetivação destas espécies.

A avifauna mostrou-se como uma bioindicadora da qualidade ambiental, aferindo na concepção popular de área abandonada para floresta em potencial de desenvolvimento, e possibilitando compreender o grau de degradação, através de sua presença e interação com os ecossistemas presentes. Subsidiando, enfim, a ação de conservá-lo, já que o mesmo é uma Zona de Amortecimento do Parque Estadual da Serra do Mar, e além de seus serviços ambientais presta serviço social em forma de lazer, ecoturismo e beleza cênica.

8. FONTES CONSULTADAS

BARBOSA. K.V.C et al. Use of small Atlantic Forest fragments by birds in Southeast Brazil. Perspectives in Ecology and Conservation. Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), Nazaré Paulista, SP, Brazil. 2017.

CARAGUATATUBA. Lei Complementar nº 42, de 24 de novembro de 2011. Dispões sobre o plano diretor do Município da Estância Balneária de Caraguatatuba e dá outras providências. Disponível em:

<http://www.legislacaocompilada.com.br/caraguatatuba/Arquivo/Documents/legislaca o/html/C422011.html> Acessado em 23 de maio de 2017.

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DARIO. F. R; VINCENZO. M.C.V; ALMEIIDA. A.F. Avifauna em fragmentos da mata atlântica. Ciência Rural, Santa Maria, v.32, n.6, p.989-996, 2002.

GIGLIOTTI, A. M. C; SANTOS, M. J. A expansão urbana de Caraguatatuba (1950-2010): uma análise das transformações sócio espaciais. Caminhos de Geografia Uberlândia v. 14, n. 46 Jun/2013 p. 150–159. Acessado em: 3 de maio de 2016. ICMBIO. Plano de ação nacional para conservação de aves de rapina. Brasília, 2008.

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Litoral Sustentável, Resumo Executivo de Caraguatatuba. . Disponível em: < http://litoralsustentavel.org.br/wp-content/uploads/2013/12/Resumo-executivo-Caraguatatuba-Litoral-Sustentavel.pdf>. Acessado em: 2 de maio de 2016. MACHADO. E. L. M et al. Importância da avifauna em programas de

recuperação de áreas degradadas. Revista científica eletrônica de engenharia florestal . issn. 1678-3867. Ano iv. Número 07. 2006.

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Referências

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