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Povos originários do Sul da Chapada Diamantina: (re)conhecimento da história local e educação patrimonial

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Academic year: 2021

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Povos originários do Sul da Chapada Diamantina:

(re)conhecimento da história local e educação patrimonial

Ingrid Barbosa Gonçalvesi

Arthur Cavalcanti de Oliveira Damascenoii

Introdução

A região central da Bahia, a Chapada Diamantina, é muito conhecida pelas belezas naturais dos biomas ainda bem preservados, cachoeiras, trilhas, uma abundante e exuberante fauna e flora. Mas a Chapada Diamantina também é História. Região de terras férteis, com fartura de água, e, consequentemente, de alimentos, abrigou povos indígenas no período pré-cabralino, foi invadida e usurpada no período colonial, viveu o apogeu e declínio do ciclo minerador aurífero e diamantífero, e hoje lida com a crescente demanda turística. Sem pensar de forma reducionista ou simplista nos fatos elencados, a região hoje tão requisitada para o turismo, tanto para brasileiros quanto estrangeiros do mundo inteiro, traz na sua memória uma história de longa duração, um rico espaço de vestígios para estudo do passado na qual esteve imersa, diversa dentro de si mesma, seja na variedade de biomas, quanto na sua própria constituição social.

Essa riqueza de uma História pulsante foi o combustível para buscar aproximar a História Local com a sala de aula, mais especificamente, de turmas de 6º e 7º ano do ensino fundamental. A atuação como professora de Históriaiii no município de Ibicoaraiv a partir de 2018, propiciou um primeiro contato com a história local, tendo em vista a prática didática de conceitos históricos - como fonte, tempo, sujeitos - a partir do que estava próximo aos estudantes, ou seja, a História Local e Regional. Naquele ano, a proposta da aproximação com a História Local foi uma aula de campo com visitação a um local onde seriam vistas pinturas rupestres. O local foi apontado pelo professor Warly Dantasv e escolhido pela facilidade de acesso, já que estariam presentes cerca de 30 pessoas, em sua maioria estudantes de 10 a 15 anos, como também por haver um rio próximo, proporcionando um momento de lazer após a aula. O momento foi bastante proveitoso quanto às discussões levantadas, ao aprender na prática a teoria do livro e o

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desdobramento de produções em sala de aula partir do conteúdo estudado. Não é objetivo do artigo analisar a metodologia da experiência, porém é importante destacar que houve um excelente retorno das/dos estudantes após a atividade, que passaram a ter outro envolvimento com a disciplina de História. “Eu pensava que essas pinturas não existiam, professora... pensava que era coisa só do livro...” Assim ouvi de uma estudante do 6º ano durante a aula de campo, enquanto observávamos as pinturas rupestres.

No ano seguinte, em 2019, a experiência foi ampliada e contou com visita a dois sítios em diferentes localidades, e a participação de uma turma de estudantes universitários de licenciatura em História da Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC, com coordenação do professor Elvis Barbosavi. Tendo ele sido meu professor no período da graduação, juntávamos naquele momento os meus e os seus estudantes numa mesma aula de campo. Foi uma rica experiência para as futuras e os futuros professores e para as/os estudantes do fundamental que participaram brilhantemente do envolvimento.

Paralelamente, fui convidada a participar da comissão de reformulação do Documento Curricular Referencial – DCR, do município de Ibicoara, ficando responsável pelo componente curricular Históriavii. De maio a outubro de 2019, uma comissão de todas as etapas do ensino assistidas pelo município participara de pesquisas, debates, formulação e revisão do documento. Nesse percurso houve a evidente necessidade de pesquisa de fontes que dessem embasamento para o conteúdo a ser acrescentado, tendo em conta que a BNCC, enquanto documento federal, traz a perspectiva da História Geral, o documento estadual o complementa com a perspectiva de estudos da historiografia do Estado da Bahia, e finalmente, o documento municipal trazendo uma perspectiva histórica mais regional e local, tendo como base a região da Chapada Diamantina, suas delimitações territoriais, culturais, sociais, econômicas. É importante destacar que o que é chamado de Chapada Diamantina, é um extenso espaço, sem algo que o torne homogeneizado, a não ser um limite territorial definido. Buscou-se então trazer um foco ainda mais específico para o documento em formulação, a partir da região Sul da Chapada Diamantina, onde localiza-se a cidade de Ibicoara.

A proximidade com fontes diversas sobre a história local e regional – e até a constatação da escassez delas - despertou a inquietação da necessidade de um registro

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sobre a experiência das aulas de campos, uma preocupação com os sítios visitados, com a negligência municipal sobre a importância da preservação da memória e história local, a falta de investimento e olhar atencioso aos desdobramentos que o turismo possa ter na região Sul da Chapada Diamantina a partir da História, assuntos que serão debatidos ao longo do texto.

História Regional e Local

Pensar a História Regional e Local é ter uma lente de aumento de um fragmento que integra um todo, é pensar a sociedade que tá no seu entorno e no que compõe a memória, a identidade, o pertencimento, muito para além de um espaço delimitado, mas de uma constituição mais orgânica.

[...] Ilmar de Matosviii destacou que a ideia de região não se restringe aos limites administrativos como os das capitanias, províncias e estados no Brasil, conforme o recorte temporal preferido, nem se referencia no fato de um grupo de indivíduos coabitar o mesmo território, porque essas práticas não estabelecem, necessariamente, redes de relações sociais, nem desenvolvem consciência de pertencimento a universo comum, embora uma região se firme sobre uma base territorial. Para Mattos, se a região localiza-se num espaço [...] este se distinguiria mais por ser socialmente construído, que por suas características naturais; da mesma forma, se a região situa-se no tempo, este se destacaria mais como um determinado tempo histórico – o tempo da relação colonial, que por sua localização meramente cronológica. Nessas circunstâncias, a delimitação espaço-temporal existiria enquanto materialização de limites, a partir das relações sociais.ix

Há uma história de longa duração que se estende pelo limite territorial da Chapada Diamantina, que ganha essa denominação a partir de sua formação geológica e também por conta da mineração diamantífera, que a partir do século XVIII estimula um crescente deslocamento populacional de outras regiões para a região Sul da Chapada, formando os primeiros núcleos urbanosx. Este será o espaço de estudo do trabalho.

Essa região Sul, que pode ser compreendida pelas cidades de Barra da Estiva, Ibicoaraxi, Jussiape, Iramaia e Itaetê, é menos conhecida dentro do circuito turístico do que se entende por Chapada Diamantina. Este espaço tem uma parte da História do Brasil

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e da Bahia preservada, porém ainda pouco conhecida e tampouco estudada, mas certamente de grande relevância científica.

A proximidade com trabalhos acadêmicos com foco na História Regional e Local, durante os estudos para formulação do componente curricular História do DCR do município de Ibicoara, permitiu observar a escassez de produções acerca do período holoceno, já que a ocupação do território hoje conhecido como nordeste brasileiro, teria ocorrido por volta de 12.000 anos AP, ou ainda do pleistoceno de acordo com as teorias que apontam uma ocupação ainda mais antiga, iniciada por volta de 50.000 a 30.000 anos AP. Assim também ocorre com a História recente, no pós-emancipação da cidade de Ibicora, inicialmente território de Mucugê. É possível que existam documentos primários que informem sobre o início da ocupação territorial de Ibicoara, porém não foi possível fazer uma pesquisa mais densa de fontes primárias pelo curto prazo do cronograma de trabalho estipulado pela Secretaria de Educação do Município. Mas até mesmo produções memorialistas são escassas em tratarem dessa história recente da cidade, sendo possível apenas encontrar informações fragmentadas.

Foi a partir da didática do ensino de História, de entender que a proximidade de estudantes com a historiografia regional e local é de extrema relevância pois provoca a identidade e o pertencimento, mas também a base da construção da consciência histórica a partir daquilo que é próximo ou familiar, ou ainda de uma memória individual que perpassa a coletiva, que a primeira aula de campo foi planejada, e hoje se desdobra a um entendimento da necessidade urgente de um olhar atencioso ao que guarda a região Sul da Chapada Diamantina, de sua história ao longo dos séculos. Voltar os olhos à História que ainda se mantém preservada é gerar uma

possibilidade de seguir, na longa duração, a evolução de uma comunidade regional nos níveis demográfico, econômico, social,

ideológico e outros, acompanhamento difícil no âmbito de um país.xii

Nessa porção territorial central da Bahia, ou ainda, no Sul da Chapada Diamantina, muitos são os sítios históricos que preservam uma riqueza de pinturas rupestres, em ambientes com pouca interferência humana, num bioma preservado, porém sem nenhum tipo de documentação, carecendo de urgente atenção voltada a preservação desse patrimônio histórico.

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Analisando o material educativo informativo impresso elaborado pelo Projeto de Prospecção Arqueológica Intensiva e Educação Patrimonial da Linha de Transmissão 500 kv Miracema – Sapeaçu e Subestações Associadas, Estados do Tocantins, Maranhão, Piauí e Bahia, é possível ver nitidamente que muitos sítios são desconsiderados pelo projeto, que menciona, dentre outras, as cidades de Ibicoara, Iramaia Jussiape e Rio de Contas como atravessadas pelo empreendimento, porém não são identificadas no mapa (p. 51) que aponta sítios históricos nesta área. Mas é de conhecimento da população local a existência, sim, de sítios bem preservados ou já impactados pela ação humana, com grande variedade de pinturas rupestres, mas ainda intocados no sentido de pesquisa e produção cientifica.

São exemplos desses locais não mencionados pelo material educativo, os sítios visitados nas aulas de campo realizadas em 2018 e 2019. O primeiro local visitado fica localizado nas proximidades do rio Santo Antônio, na divisa entre as cidades de Ibicoara e Iramaia (imagens 1 e 2). O segundo local visitado em 2019 foi na comunidade da Tapera, município de Jussiape (imagens 3 e 4).

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Imagem 3: aula de campo – 2019 Imagem 4: aula de campo – 2019

Coloca-se então, uma pontual necessidade de atenção especializada a esses locais, que estão entregue as intempéries da falta de zelo e de preservação patrimonial, como impactos provocados por uma crescente especulação imobiliária na cidade de Ibicoara e cidades da Chapada num geral, ou até mesmo depredação por parte da população, podendo ser pensada uma educação patrimonial que aproxime a comunidade atual a uma memória que se distanciou no tempo, provocada a partir das práticas de ensino – seja no ambiente escolar, seja para a comunidade interessada – e do olhar atencioso e mais próximo da História Regional e Local.

Ensino de História e Educação patrimonial

A ideia de resgatar o patrimônio material e tornar a região da Chapada Diamantina uma área turística tem início ainda na década de 1960. As ações do então prefeito Olímpio Barbosa Filho em resolver a crise vivida pelo município de Lençóis por conta da decadência do garimpo trouxeram uma série de tentativas em atividades econômicas alternativas, como a agricultura e a criação de hortas. Contudo, foi a observação sobre o conjunto arquitetônico, histórico e natural de Lençóis que contribuiu para que o potencial da cidade para o turismo fosse pensado. Tomando por base uma bem-sucedida experiência de uma pequena cidade mineradora do interior de São Paulo, Barbosa Filho resolveu explorar os atrativos da cidade com objetivos turísticos, com a criação do

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Conselho Municipal de Turismo. A inscrição da cidade em receber voluntários do programa norte-americano “Corpo da Paz”, em plena Guerra Fria, fez com que as visões sobre o patrimônio material e natural da cidade fossem ganhando corpo. A ação dos voluntários foi de bastante importância, não apenas para o tombamento e conservação das riquezas arquitetônicas de Lençóis, que envolveu mais de uma centena de pessoas da comunidade, como pedreiros, lavadeiras, estudantes e professores, mas principalmente para a idealização e luta pela criação do Parque Nacional da Chapada Diamantina.xiii

As ações do Estado para expandir o turismo na região nas décadas de 1980 e 1990 também contribuíram para o resgate do patrimônio histórico, bem como em estabelecer a região da Chapada Diamantina como região potencial para o ecoturismo. Apesar dos investimentos, revitalização de edifícios e tombamentos de cidades, há um imenso patrimônio na região Sul da Chapada Diamantina que ainda é pouco conhecido e resguardado. A definição de patrimônio varia. A definição legal estabelece o patrimônio como uma instituição pública, um bem coletivo, de responsabilidade de um ente maior, como o Estado, e que são vestígios e espaços físicos tombados automaticamente quando reconhecidos por especialistas e inseridos em um cadastro nacional, como o IPHAN. Nota-se, no entanto, um movimento popular de reivindicação de que certos espaços sejam formalmente reconhecidos pelo Estado como patrimônio. Isso acontece pelo vínculo histórico, ético, religioso, ou de qualquer outra forma entre as comunidades que cobram e o objeto. É muito importante quando são as comunidades que fazem os pedidos de reconhecimento de seus objetos culturais como patrimônio histórico, pois são elas que vivem, que estão inseridas e que fazem parte da história e identidade do lugar. No caso do patrimônio arqueológico nem sempre existe um vínculo direto entre o material arqueológico e os grupos sociais contemporâneos, o que dificulta o processo de reconhecimento desses espaços como patrimônio e consequentemente sua preservação. Por isso a necessidade de ações voltadas no âmbito educacional e da própria comunidade.xiv

Partindo da definição de educação patrimonial feito pelo Museu Imperial e IPHANxv, onde “trata-se de um processo permanente e sistemático de trabalho educacional centrado no Patrimônio Cultural como fonte primária de conhecimento e enriquecimento individual e coletivo” e que “a partir da experiência e do contato direto

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com as evidências e manifestações da cultura, em todos os seus múltiplos aspectos, sentidos e significados (...) busca levar as crianças e adultos a um processo ativo de conhecimento, apropriação e valorização de sua herança cultural, capacitando-os para um melhor usufruto destes bens”, podemos estabelecer como necessária a Educação Patrimonial em um contexto onde ela é um poderoso instrumento de reconhecimento cultural, onde ao indivíduo é possibilitado fazer uma nova leitura do mundo e compreender sua história e trajetória no mesmo, valorizando a sua memória, de sua comunidade. As pinturas rupestres guardadas na região Sul da Chapada Diamantina precisam de ações diretamente voltadas à educação patrimonial, e o ensino de História é importantíssimo para garantir sua preservação e resgate histórico, pois é inteiramente necessário que os grupos sociais contemporâneos possam compreender e perceber o lugar que aquelas populações tiveram na história de sua região, reconhecendo tais objetos ou espaços como patrimônio e construindo, assim, memórias que contribuam para a manutenção de sua existência.

Conclusão

Ainda que esta seja uma discussão inicial, o debate é de extrema relevância. A mobilização em torno da preservação dos sítios arqueológicos necessita chamar a atenção de todos. Não bastam apenas esforços dentro das instituições de ensino, é necessária a intervenção do poder público para garantir a integridade desses locais. Tornar uma população consciente da história de sua região, revisitar uma memória e estabelecer um cuidado em torno de espaços tão frágeis quanto os sítios onde encontram-se as pinturas rupestres, é também desenvolver as comunidades nelas localizadas.

A problemática da questão perpassa também a relação turística que a região está inserida. Sabe-se que há um crescente aumento da procura turística da região Sul da Chapada Diamantina, o que poderia vir a ser atrelado uma rota de visitação a estes sítios, e, consequentemente, até a criação planejada de parques que os integrem oficialmente, contando, obviamente, com anterior planejamento dos setores responsáveis (secretarias municipais de turismo, governo do estado, IPHAN). Para isso, se fará necessária a

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proximidade da população e dos condutores turísticos com a educação patrimonial, visando não um turismo predatório, mas que seja rigorosamente preservador.

É possível, ainda, pensar nessas áreas de preservação dos sítios se estendendo a outras localidades (Barra da Estiva, Iramaia e Itaetê), buscando associar não só a preservação patrimonial, mas também a ambiental. Ou seja, é completamente viável se pensar amplamente em áreas de preservação histórico-ambiental, garantindo a manutenção da mata ciliar de rios próximos aos sítios identificados e catalogados, como da biodiversidade do entorno. Tudo isso gera um grande impacto benéfico para toda a região.

Por fim, destaca-se novamente a urgente necessidade que os poderes públicos locais se atentem às demandas apresentadas por este trabalho, pois se trata da história, da memória, do espaço e do tempo histórico de um povo e de uma região, que está entregue, no momento, a própria sorte, sem nenhum tipo de atenção.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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cultural: valorizando nossos bens e nossas referências. De Miracema do Tocantins a

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i Licenciada em História pela Universidade Estadual de Santa Cruz- UESC; professora efetiva da Secretaria Municipal de Educação de Ibicoara (BA). E-mail: [email protected]

ii Bacharel e licenciado em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ; mestre em Ensino,

Filosofia e História das Ciências pela Universidade Federal da Bahia – UFBA; professor efetivo da Secretaria de Educação do Estado da Bahia em Ibicoara (BA).

iii A professora Ingrid Barbosa leciona na Escola de 1º Grau Jaci de Carvalho Matos, no distrito de Cascavel.

iv Ibicoara fica localizada na região Sul da Chapada Diamantina, fazendo divisa com Barra da Estiva, Mucugê, Jussiape e Iramaia.

v Warly Silva Dantas é professor de Artes da Escola de 1º Grau Jaci de Carvalho Matos, rede municipal de

Ibicoara, e também guia turístico local.

vi Licenciado em História pela Universidade Católica do Salvador - UCSal (1990), Mestre em História com

Área de Concentração em Arqueologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS (1999). É Professor Assistente lotado no Departamento de Filosofia e Ciências Humanas - DFCH da Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC, em Ilhéus-BA. (Texto informado no Currículo Lattes) vii O documento não será discutido neste trabalho, mas é importante salientar que sua produção foi fundamentada pela BNCC nacional e pela revisão estadual do documento.

viii MATTOS, Ilmar Rohloff de. O tempo Saquarema. São Paulo: HUCITEC; Brasília: INL, 1987.

ix MATOS apud NEVES, 2002, p. 61.

x GOMES, 1952.

xi Ibicoara é muito visitada por conta da Cachoeira do Buracão, porém a cidade não está no circuito turístico

mais procurado, que conta com as cidades de Lençóis, Mucugê, Vale do Capão, Iraquara.

xii CARDOSO apud NEVES, 2002, p. 58

xiii BRITO, 2005, p. 117 xiv IPAC, 2012.

xv MONTEIRO; GRUNBERG; HORTA, 1999.

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