Ocorrência de raças de Bremia lactucae em alface em 2011 no Estado
de São Paulo
Francine de S Galatti1; Renata Castoldi1; Leila T Braz1.
1UNESP-FCAV, Depto. Produção Vegetal, Rodovia Prof. Paulo Donato Castellane s/n, 14884-900
Jaboticabal-SP, [email protected], [email protected], [email protected]
RESUMO
A alface é uma das mais importantes hortaliças folhosas cultivadas no Brasil, e intensificando a produção, a dificuldade em se cultivar essa hortaliça também tem aumentado, principalmente pela infestação das áreas de produção pelo fitopatógeno Bremia lactucae Regel, agente causador do míldio, a principal doença da alface. O objetivo deste trabalho foi identificar raças de Bremia lactucae no ano de 2011 nos principais municípios produtores de alface do Estado de São Paulo. Para isso, coletaram-se folhas com esporângios de B. lactucae em municípios produtores de alface, sendo que cada amostra foi considerada um isolado. Após a multiplicação dos esporângios na cultivar suscetível Solaris, com posterior inoculação nas diferenciadoras, realizaram-se as avaliações, no mesmo dia do aparecimento da primeira esporulação na cultivar suscetível ‘Green Tower (DM 0)’. No ano de 2011, outros dois códigos de B. lactucae foram identificados (31/63/51/00 e 31/63/9/00), o qual se propôs as denominações de SPBl:08 e SPBl:09.
PALAVRAS-CHAVE: Lactuca sativa L., genes DM, míldio, resistência. ABSTRACT
Identification of races of Bremia lactucae in lettuce in 2011 at São Paulo State Lettuce is one of the most important leafy vegetables grown in Brazil, and with the intensification of production, the difficulty in cultivating this vegetable has also increased, mainly due the infestation of producing areas with Bremia lactucae, the causing agent of downy mildew, the worst disease in lettuce. The aim of this study was to identify races of B. lactucae in 2011 in major cities lettuce growers of the State of Sao Paulo. For this, were collected leaf samples with sporangia of B. lactucae on lettuce production cities, and each sample was considered an isolate. After the multiplication of sporangia in the susceptible cultivar Solaris, with subsequent inoculation on the differential, evaluations were performed on the same day of the first onset of sporulation in the susceptible cultivar 'Green Tower (DM 0)'. In 2011, two other codes B. lactucae have been identified (and 31/63/9/00 31/63/51/00), which is proposed designations of SPBl: SPBl 08 and: 09.
Keywords: Lactuca sativa L., genes DM, mildew, resistence. INTRODUÇÃO
A alface (Lactuca sativa L) é uma das mais importantes hortaliças cultivadas no mundo, tanto em volume como em valor comercializado, apresentando ótima aceitação pelo consumidor. No Estado de São Paulo, entre os meses de janeiro a julho de 2011, foram comercializadas, na CEAGESP, 28.8155 toneladas de alface (Agrianual, 2012),
destacando-se o município de Mogi das Cruzes com maior área (3.805,80 há) (IEA, 2012). Com o aumento da produção, o míldio, uma doença de distribuição mundial causado pelo fitopatógeno Bremia lactucae, tido como um dos piores problemas da cultura (Zambolim et al., 2000) também tem se intensificado, sendo particularmente importante em regiões onde, durante o inverno, existam condições ambientais de alta umidade e temperatura amena a baixa (Lebeda, 2001).
Por apresentar alto poder destrutivo, é intensamente controlado, principalmente, pelo uso de cultivares com fatores de resistência monogênicos (Koch & Blok, 1985) ou pela aplicação de fungicidas (Wu et al., 2000). Dessa forma, verifica-se que a identificação anual de raças de B. lactucae é de grande importância, uma vez que se torna possível selecionar os genes que conferem resistência a doença, possibilitando o desenvolvimento de linhagens de alface resistentes.
Baseado nessas informações objetivou-se com este trabalho identificar a ocorrência de raças de B. lactucae em alface nos principais municípios produtores de alface do Estado de São Paulo no ano de 2011.
MATERIAL E MÉTODOS
Nos meses de julho e agosto de 2011 foram coletados isolados de B. lactucae de diferentes municípios produtores de alface do Estado de São Paulo: São José do Rio Preto, Catanduva, Jaboticabal, Ribeirão Preto, Dumont, Campinas, Atibaia, Itapira, Mogi Mirim, Bauru, Botucatu, Salesópolis, Biritiba Mirim e Mogi das Cruzes. Cada amostra foi considerada um isolado, totalizando 96.
As amostras foram embaladas em sacos plásticos, identificados com a região de coleta e acondicionadas em caixas térmicas para o transporte até o Laboratório de Genética e Melhoramento de Hortaliças, do Departamento de Produção Vegetal (UNESP-FCAV). Ao término de todas as coletas, realizou-se a multiplicação dos esporângios na cultivar suscetível Solaris, para obtenção de quantidades de esporângios suficientes para utilização no teste de diferenciação. Obtidas as quantidades suficientes de esporângios, sementes das 21 cultivares diferenciadoras de alface foram semeadas separadamente em caixas plásticas gerbox (11 x 11 x 3,5 cm), forradas com papel germitex umedecido, dividido em quatro partes iguais. Em cada uma das partes foram semeadas aproximadamente 40 sementes de cada cultivar diferenciadora.
Após semeadura das cultivares diferenciadoras, estas foram mantidas por 15 dias em câmara de incubação tipo BOD na temperatura de 13ºC e fotoperíodo de 12 h. Transcorrido esse período realizou-se a inoculação com os isolados coletados, de acordo com a técnica de Ilott et al. (1987), utilizando esporângios lavados de tecidos infestados do hospedeiro e agitados em água destilada. A suspensão utilizada foi na concentração de 5 x 104 esporângios mL-1, sendo pulverizada nas plântulas até o ponto de escorrimento. Após a inoculação, as caixas foram recolocadas em câmara de incubação tipo BOD com temperatura de 13°C, sendo que durante as seis primeiras horas, permaneceram em câmara escura e, após esse tempo, o fotoperíodo foi ajustado para 12 horas.
O monitoramento ocorreu diariamente e quando houve aparecimento da primeira esporulação na cultivar suscetível Green Towers (DM-0), as cultivares diferenciadoras foram avaliadas individualmente, verificando-se a presença ou não de esporulação e de necrose, conforme metodologia proposta por Van Ettekoven & Der Arend (1999). Essa metodologia baseia-se na colocação de sinais +: quando mais de 80% das plântulas apresentarem lesões esporulantes); (+): quando mais de 80% das plântulas apresentarem pontos necróticos e com muitas lesões esporulantes; -: quando menos de 5% das plântulas apresentarem lesões esporulantes ou (-): quando as plântulas apresentarem pontos necróticos e com poucas lesões esporulantes. As diferenciadoras que se mostraram suscetíveis a determinado isolado coletado tiveram seus valores somados dentro de cada grupo (1 a 4). O somatório de cada grupo foi separado por uma barra, sendo essa sequência numérica chamada de “Código Sextet”, o qual é comparado com sequências numéricas já identificadas. Caso esta seja diferente daquelas já identificadas, significa o surgimento de uma nova raça.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Nas Tabelas 1, 2 e 3, são apresentados os resultados obtidos na avaliação dos 96 isolados coletados no ano de 2011.
Dentre os dados avaliados, foram encontrados seis códigos: 63/63/51/00, 63/31/19/00, 63/63/19/00, 63/63/03/00, 31/63/51/00 e 31/63/19/00, sendo que os dois últimos correspondem a novas raças, denominadas SPBl:08 e SPBl:09, respectivamente. Portanto, somando-se aos resultados de Braz et al. (2007), Souza et al. (2011) e Castoldi
et al. (2010a, 2010b), já foram identificadas no Estado de São Paulo nove raças de B. lactucae.
A raça SPBl:01, (63/63/51/00) apresentou maior ocorrência (54,17%) no ano de 2011, resultado também verificado em 2009 por Castoldi et al. (2010b) e por Pissardi et al. (2005) no Estado de Minas Gerais. Isso evidencia a grande distribuição e predominância dessa raça, inclusive em Estado vizinho.
As raças SPBl:08 e SPBl:09 diferem de todas as raças anteriormente identificadas, devido à suscetibilidade conferida pelo gene DM-6 na formação do “Sextet Codes”. No entanto, esse gene não deve ser usado em programas de melhoramento, já que não confere resistência as demais raças já relatadas no Estado de São Paulo. É provável que o surgimento de novas raças ocorra devido a mecanismos criadores de novas combinações de genes denominados mutações (Borém & Miranda, 2009).
AGRADECIMENTOS
À FAPESP (Fundação de Amparo e Pesquisa do Estado de São Paulo), pelo Auxílio Financeiro à Pesquisa Regular, processo n° 2011/07194-0.
REFERÊNCIAS
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CASTOLDI, R; CHARLO HCO; DALPIAN T; MELO DM; BRAZ LT. 2010b. Identificação de raças de Bremia lactucae em alface no Estado de São Paulo, durante o ano de 2009. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE OLERICULTURA, 50.
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Tabela 1. Resposta de resistência/suscetibilidade de cultivares diferenciadoras à Bremia
lactucae dos isolados coletados durante o ano de 2011, em São José do Rio Preto (SJRP), Catanduva (Catan), Jaboticabal (Jabot), Ribeirão Preto (Rib) e Dumont (Dum) [Resistance/susceptibility response of lettuce differentiating cultivars to Bremia lactucae isolates collected during 2011 in São José do Rio Preto (SJRP), Catanduva (Catan), Jaboticabal (Jabot), Ribeirão Preto (Rib) and Dumont (Dum)]. Jaboticabal-SP, UNESP-FCAV, 2012.
A reação de plântulas à inoculação de Bremia lactucae L. foi suscetível (+) e tiveram seus valores somados para todas as cultivares diferenciadoras representantes dos grupos DM-0 (‘Greem Tower’) e grupo 1 (Lednicky, UC DM-2, Dandie, R4T57DM, Valmaine), exceto Sabine (The reaction of seedlings to inoculation the Bremia lactucae L. was susceptible (+) and the values were summed for all differential cultivars DM-0 group representatives ('Greem Tower') and group 1 (Lednicky, UC DM-2, Dandie, R4T57DM, Valmaine), except Sabine).
C ul ti va re s di fe re nc ia do ra s Sa bi ne L SE 5 7/ 15 U C D M 10 C ap it an H ild e II P en nl ak e U C D M 14 N un D M 1 5 C G D m -1 6 N un D m 1 7 C ol or ad o N in ja D is co ve ry A rg el es “S ex te t” C od es Genes Dm 6 7 10 11 12 13 14 15 16 17 18 36 37 38 Sextet N 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 Valor 32 1 2 4 8 16 32 1 2 4 8 16 32 1
Isolados 1 Grupo 2 Grupo 3 4
Resposta de Resistência –/(-) ou Suscetibilidade +/(+)
SJRP 1 (+) (+) + (+) + + + + (+) - - + - - 63/63/19/00 SJRP 2 + (+) + (+) + + + (+) (+) - - - 63/63/03/00 SJRP 3 + + + + + + + + + - - + - - 63/6319/00 SJRP 4 + + + + + + + + + - - (+) + - 63/63/51/00 Catan 1 (+) + + + + + + (+) + (-) - + + - 63/63/51/00 Catan 2 - + + + + + + + + - - + + - 31/63/51/00 Catan 3 (+) (+) + + + + + (+) + - - (+) + - 63/63/19/00 Jabot 1 + (+) + + + + (+) (+) (+) (-) (-) (+) (-) (-) 63/63/19/00 Jabot 2 + (+) + + + + + (+) + (-) - + (+) (-) 63/63/51/00 Jabot 3 (-) (+) + + + + + (+) + (-) (-) (+) (+) (-) 31/63/51/00 Jabot 4 + + + (+) + + + (+) + - - (+) (+) - 63/63/51/00 Jabot 5 + (+) + + + + (+) + (+) (-) (-) (+) - - 63/63/19/00 Jabot 6 - + + + + + + + + - - (+) (+) (-) 31/63/51/00 Jabot 7 + (+) + + + + + + (+) (-) - (+) (+) - 63/63/51/00 Jabot 8 (+) + + (+) + + + (+) (+) - - + + - 63/63/51/00 Jabot 9 + + + + + + + (+) + - - (+) + - 63/63/51/00 Rib 1 + (+) + (+) + + + + (+) - (-) (+) (-) (-) 63/63/51/00 Rib 2 + (+) + + + + (+) (+) (+) (-) - (+) (+) (-) 63/63/51/00 Rib 3 (+) + + (+) + + (+) + + (-) (-) (+) (+) - 63/63/51/00 Rib 4 + (+) + (+) + + + (+) (+) - (-) + + (-) 63/63/51/00 Rib 5 (+) (+) + (+) + + (+) (+) (+) (-) - (+) (+) (-) 63/63/51/00 Rib 6 (+) (+) + (+) + + (+) + + - (-) (-) (-) (-) 63/63/03/00 Rib 7 + (+) + + + + + (+) + - - + + - 63/63/51/00 Rib 8 (+) (+) + + + + (+) (+) + - (-) (-) - - 63/63/03/00 Rib 9 - (+) + (+) + + (+) (+) (+) - (-) + (+) (-) 31/63/51/00 Dum 1 + (+) + + + + (+) (+) + (-) (-) (+) (+) (-) 63/63/51/00 Dum 2 + + + + + + + (+) + - - + + - 63/63/51/00
Tabela 2. Resposta de resistência/suscetibilidade de cultivares diferenciadoras à Bremia
lactucae dos isolados coletados durante o ano de 2011, em Campinas, Atibaia (Atib), Itapira (Itap), Mogi Mirim (MM) [Resistance/susceptibility response of lettuce differentiating cultivars to Bremia lactucae isolates collected during 2011 in Campinas (Cam), Atibaia (Atib), Itapira (Itap) and Mogi Mirim (MM)]. Jaboticabal-SP, UNESP-FCAV, 2012.
A reação de plântulas à inoculação de Bremia lactucae L. foi suscetível (+) e tiveram seus valores somados para todas as cultivares diferenciadoras representantes dos grupos DM0 (‘Greem Tower’) e grupo 1 (Lednicky, UC DM-2, Dandie, R4T57DM, Valmaine), exceto Sabine(The reaction of seedlings to inoculation the Bremia lactucae L. was susceptible (+) and the values were summed for all differential cultivars DM-0 group representatives ('Greem Tower') and group 1 (Lednicky, UC DM-2, Dandie, R4T57DM, Valmaine), except Sabine).
C ul ti va re s di fe re nc ia do ra s Sa bi ne L SE 5 7/ 15 U C D M 10 C ap it an H ild e II P en nl ak e U C D M 14 N un D M 1 5 C G D m -1 6 N un D m 1 7 C ol or ad o N in ja D is co ve ry A rg el es “S ex te t” C od es Genes Dm 6 7 10 11 12 13 14 15 16 17 18 36 37 38 Sextet N 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 Valor 32 1 2 4 8 16 32 1 2 4 8 16 32 1
Isolados 1 Grupo 2 Grupo 3 4
Resposta de Resistência-/(-) ou Sescetibilidade +/(+)
Camp 1 + + + + + + + (+) (+) - - + + - 63/63/51/00 Camp 2 + (+) + + + + - (+) (+) - - + (-) - 63/63/19/00 Camp 3 + + + + + + + (+) + - - + + - 63/63/51/00 Camp 4 - + + + + + - + + - (-) + + - 31/63/51/00 Camp 5 + (+) + (+) + + + (+) + - (-) (+) + - 63/63/51/00 Camp 6 + (+) + + + + + + + - - + (+) - 63/63/19/00 Camp 7 - + + + + + (+) + + - - (+) - - 31/63/19/00 Camp 8 (+) (+) + + + + + (+) + - - + + - 63/63/51/00 Camp 9 + (+) + + + + + + + - - - 63/63/03/00 Camp 10 + (+) + (+) + + (+) (+) + - (-) (+) (+) - 63/63/51/00 Atib 1 + + + + + + + + (+) - (-) (+) (-) (-) 63/63/19/00 Atib 2 + (+) + (+) + + + (+) (+) - (-) + (+) (-) 63/63/51/00 Atib 3 - + + + + + + (+) + - (-) (+) + (-) 31/63/51/00 Atib 4 (+) (+) + + + + - + + - - (+) + - 63/31/51/00 Atib 5 + + + + + + + + + - - - 63/63/03/00 Atib 6 + + + + + + + (+) + - - + + - 63/63/51/00 Atib 7 - (+) + (+) + + (+) + + - - (+) + (-) 31/63/51/00 Atib 8 + + + + + + (+) (+) + - (-) (+) (-) - 63/63/19/00 Atib 9 + (+) + + + + + (+) + - - - 63/63/03/00 Itap 1 - + + (+) + + (+) + + - (-) (+) + (-) 31/63/51/00 Itap 2 + + + + + + + + + - - (+) (+) - 63/63/51/00 Itap 3 (+) + + (+) + + + + + (-) - (+) (+) - 63/63/51/00 Itap 4 + (+) + (+) + + + (+) + - - (+) (+) (-) 63/63/51/00 Itap 5 + (+) + + + + + + + - (-) - - - 63/63/03/00 Itap 6 + + + + + + + + + - - + + - 63/63/51/00 Itap 7 + + + + + + + (+) (+) - - (+) (+) - 63/63/51/00 Itap 8 (+) (+) + (+) + + + (+) (+) - - (+) (+) - 63/63/51/00 Itap 9 (+) (+) + (+) + + + (+) + - - (+) (+) - 63/63/51/00 MM 1 + (+) + (+) + + (+) (+) + - - (+) (+) - 63/63/51/00 MM 2 + + + + + + (-) + + - - + - - 63/31/19/00 MM 3 + + + (+) + + + + (+) - - - 63/63/03/00 MM 4 - + + + + + + + + - - + + - 31/63/51/00
Tabela 3. Resposta de resistência/suscetibilidade de cultivares diferenciadoras à Bremia lactucae dos isolados coletados durante o ano de 2011, em Bauru, Botucatu (Bot), Salesópolis (Sal), Biritiba Mirim (BM) e Mogi das Cruzes (MC) [Resistance/susceptibility response of lettuce differentiating cultivars to Bremia lactucae isolates collected during 2011 in Bauru, Botucatu (Bot), Salesópolis (Sal), Biritiba Mirim (BM) and Mogi das Cruzes (MC)]. Jaboticabal-SP, UNESP-FCAV, 2012.
A reação de plântulas à inoculação de Bremia lactucae L. foi suscetível (+) e tiveram seus valores somados para todas as cultivares diferenciadoras representantes dos grupos DM0 (‘Greem Tower’) e grupo 1 (Lednicky, UC DM-2, Dandie, R4T57DM, Valmaine), exceto Sabine(The reaction of seedlings to inoculation the Bremia lactucae L. was susceptible (+) and the values were summed for all differential cultivars DM-0 group representatives ('Greem Tower') and group 1 (Lednicky, UC DM-2, Dandie, R4T57DM, Valmaine), except Sabine).
C ul ti va re s di fe re nc ia do ra s Sa bi ne LS E 57 /1 5 U C D M 10 C ap it an H ild e II P en nl ak e U C D M 14 N un D M 1 5 C G D m -1 6 N un D m 1 7 C ol or ad o N in ja D is co ve ry A rg el es “S ex te t” C od es Genes Dm 6 7 10 11 12 13 14 15 16 17 18 36 37 38 Sextet N 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 Valor 32 1 2 4 8 16 32 1 2 4 8 16 32 1
Isolados 1 Grupo 2 Grupo 3 4
Resposta de Resistência-/(-) ou Sescetibilidade +/(+)
Bauru 1 + (+) + + + + + (+) + - (-) (+) (-) - 63/63/19/00 Bauru 2 - + + + + + + (+) + - - + - - 31/63/19/00 Bauru 3 + + + + + + + + + - - + + - 63/63/51/00 Bauru 4 + (+) + (+) + + + (+) (+) - - + - - 63/63/19/00 Bauru 5 + + + (+) + + (+) + + - (-) + + - 63/63/51/08 Bauru 6 - + + (+) + + + (+) (+) - (-) (+) (+) - 31/63/51/00 Bauru 7 + (+) + (+) + + (+) (+) (+) - - (+) (+) - 63/63/51/08 Bauru 8 + (+) + + + + + (+) + - (-) + (+) (-) 63/63/51/00 Bot 1 - (+) + (+) + + (+) (+) + - - + + - 31/63/51/00 Bot 2 + + + + + + + + (+) - - (+) (+) - 63/63/51/00 Bot 3 + + + (+) + + + (+) (+) - - (+) (+) - 63/63/51/00 Bot 4 + (+) + + + + + (+) (+) - - + (+) (-) 63/63/51/00 Bot 5 + + + + + + (+) (+) (+) - - (+) (+) - 63/63/51/00 Bot 6 + + + (+) + + + + (+) (-) - + (+) - 63/63/51/00 Sal 1 + + + + + + + + + - - + + - 63/63/51/00 Sal 2 + + + + + (+) + + - - + (-) - 63/63/19/00 Sal 3 + + + + + + + (+) + - - + + - 63/63/51/00 Sal 4 + + + (+) + + + + (+) (-) - (+) - - 63/63/19/00 Sal 5 + (+) + + + + + (+) (+) - (-) (+) (-) (-) 63/63/19/00 Sal 6 + + + + + + + (+) (+) (-) - + (-) - 63/63/19/00 Sal 7 + + + + + + + + (+) - - (+) (+) (-) 63/63/51/00 Sal 8 + + + - + + + + (+) (-) - (+) (+) (-) 63/63/51/00 Sal 9 + (+) + (+) + + + (+) (+) - - + + - 63/63/51/00 Sal 10 + + + + + + + (+) + - - + + - 63/63/51/00 BM 1 + + + + + + + (+) + - - + (+) (-) 63/63/51/00 BM 2 + (+) + + + + + (+) + - - (+) (+) (-) 63/63/51/00 BM 3 + + + (+) + + + (+) + - - (+) (+) (-) 63/63/51/00 BM 4 (+) + + + + + + (+) (+) (-) - + + - 63/63/51/00 BM 5 (-) + + (+) + + + (+) (+) - - + (+) - 31/63/51/00 BM 6 + + + + + + + (+) + - - (+) (+) - 63/63/51/00 MC 1 + + + + + + + (+) (+) - - - 63/63/03/00 MC 2 - + + (+) + + + (+) (+) - (-) (+) - (-) 63/63/19/00 MC 3 + (+) + (+) + + + + (+) - - (+) - (-) 63/63/19/00 MC 4 + + + (+) + + (+) (+) + (-) - (+) (+) - 63/63/51/00 MC 5 + (+) + (+) + + + (+) (+) - - (+) - - 63/63/19/00 MC 6 + + + (+) + + (+) + (+) (-) (-) (+) (-) - 63/63/19/00 MC 7 (+) (+) + + + + + (+) (+) (-) - (+) (-) (-) 63/63/19/00