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STJ Nota sobre os Autores...17

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todo ou em n°. 9.610).

Editora, 2006

Terceiro Setor e Tributação

Sumário

Prefácio... ...9

Nota sobre os Autores... 17

PARTE 1: IMUNIDADES, ISENÇÕES E INCENTIVOS FISCAIS ... I9 CAPÍTULO l. - O CONDICIONAMENTO DAS IMUNIDADES TRIBUTÁRIAS PRESENTE NA cLÁUSULA CONSTITUCIONAL DAS "FINALIDADES ESSENCIAIS Aldemário Araújo Castro ... .20

1.1 Introdução ...20

1.2 Imunidades ...20

1.3 Imunidades Tributárias ...21

1.4 Imunidades Tributárias Condicionadas ...21

1.5 O condicionamento das imunidades tributárias na cláusula constitucional das "finalidades essenciais" (art. 150, parágrafo quarto) ...23

1.6 - Conclusões ... 26

1.7 Referências ...27

CAPÍTULO 2 - A REGULAt\tlENTAÇÃO DO ARTIGO 3° DA LOAS ­ ORGÂNICA DAASSISTENCIA SOCIAL-LEI 8.742 DE 07 DE DEZEMBRO DE 1993 - E SUAS POSSÍVEIS IMPLICAÇÕES NA IMUNIDADE DAS CONTRIBUIÇÕES PARA A SEGURIDADE SOCIAL - Eduardo de Rezende Bastos Pereira ...29

2.1 - Introdução ... .. 2.2 - Assistência social e previdência social.. ... 30

2.3 - um breve histórico da atuação das entidades filantrópicas em Assistência Social no BrasiL ...31

2.4 - Um breve histórico da previdência social brasileira e da exoneração do seu financiamento pela entidades filantrópicas ...33

2.5 - A imunidade das contribuições para seguridade social: artigo 195, § 7° da Constituição FederaL ...35

2.6 - O primeiro entendimento e a querela: Imunidade regulamentada validamente por lei ordinária, ou há necessidade de lei complementar para tanto? ...36

2.7 - O segundo entendimento: entidades que adquiriram direito ao gozo da imunidade das contribuições para a seguridade social sob a égide da Lei 3.577, de 1959 ...39

2.8 - O terceiro entendimento: no conceito de entidades beneficentes de assistência social não se encaixam as instituições de educação sem fins lucrativos e as instituições de saúde ... 41

(2)

Terceiro Setor e Tributação

2.9 Os contornos de uma possível regulamentação do artigo 3° da LOAS Lei

8.742, de 07 de dezembro de 1993 ... .43

2.10 - A posição da doutrina e do STF sobre o Poder Regulamentar ...43

2.11 - Conclusões ...45

2.12 - Referências ...46

CAPÍTULO 3 PROUNI: efeitos tributários e o Terceiro Setor - Miguel Angelo Maciel ...49

3.1 - Introdução ...49

3.2 - O Estado e o Setor privado Social ...50

3.2.1 O Estado subsidiário e o Terceiro Setor ... : .... 50

3.3 - O Terceiro Setor, direitos fundamentais e educação ...50

3.3.1 - Os direitos humanos e a educação no direito internacional ...50

3.3.2 - Os direitos humanos e a educação no direito interno ...51

3.3.3 - Direitos humanos, educação e o Terceiro Setor ...52

3.4 Imunidade tributária e o PROUNI ...53

3.4.1 - Instituições fJanhópicas e instituições beneficentes não lucrativas ...54

3.4.2 Instituições filantrópicas ...54

3.4.3 Instituições beneficentes não lucrativas ...54

3.5 - As imunidades constitucionais conferidas às instituições de educação ...54

3.5.1 - A imunidade do artigo 150, VI, "c" ...54

3.5.2 - A isenção "imunizante" do artigo 195, § 7° ...55

3.5.3 Conceito de entidades beneficentes de assistência social constante do artigo 195 ... 55

3.5.4 As leis que regulamentam as imunidades ...57

3.6 - Isenção tributária e o PROUNI ...58

3.6.1 - A impropriedade terminológica da lei que institui o PRO UNI ...58

3.6.2 ­ Os efeitos fiscais do PROUNI ...58

3.6.3 Instituições de ensino beneficentes de assistência social - Instituições filantrópicas ...58

3.6.4 Efeitos fiscais em face do PRO UNI ...59

3.6.5 - Benefícios anteriores ...59

3.6.6 - Benefícios obtidos com a adesão ao PROUNI ...59

3.7 Instituições beneficentes não filantrópicas ...60

3.7.1 Efeitos fiscais em face ao PROUNI ...60

3.7.2 - Contraprestação ...60

4

3.7.3 - Benefícios anteriores ..

3.7.4 - Benefícios obtidos com a

3.8 ­ Estabelecimentos lucrativo.

3.8.1 Contraprestação

3.8.2 - Nenhum benefício

3.9 Quadro comparativo dos

3.10 Conclusões ... . 3.11 -Referências ... .. CAPÍTULO 4 - NECESS FISCAIS ÀS DOAÇÕES Aidar... . 4.1 - Introdução ... . 4.2 - Incentivos fiscais às 4.3 - Lei Rouanet ... 4.4 Proposta para a criação

de

4.5 Conclusões ... ..

4.6 - Referências ... .

-'ARTE

2:

COOPERATIVAS

CAPÍTULO 5 - COOPE TRATAMENTO DIFEREN

FEDERAL Bruno Augusto

5.1 - Introdução Aspectos 5.2 - Aspectos Doutrinários .. 5.2.1 - Características das

5.2.2 -

Fundamentos em face 5.2.3 5.3 - Conclusões 5.4 - Referências CAPÍTULO 6 - AS O SETOR PÚBLICO

Mendonça de Araújo Filho ... . 6.1 - Introdução ... ..

(3)

3° da LOAS - Lei

...43

pa,rneluar ... 43

... 45

... , ... 46

Setor - Miguel Ângelo ... 49 ... 49 ...50 ...50 ...50 FalclOIllal ...50 ... 51 ...52 ... , ... 53 não lucrativas ...54 ...54 ... ,.54

...

'~~~~~L~~'d~'.~~~~

...55 ...58 ...58 social - Instituições ... 58 ...59 ...59 ...59 ... 60 ... , ... 60 ... 60 3.7.3 - Benefícios anteriores ... 61

3.7.4 - Benefícios obtidos com a adesão ao PROUNI ... 61

3.8 - Estabelecimentos lucrativos privados ... " .... " ... " .. ,,61

3.8.1 - Contraprestação ... 61

3.8.2 - Nenhum benefício anterior ao PROUNI ... 61

3.8.3 - Benefícios obtidos com a adesão ao PROUNI ... " ... 61

3.9 ­ Quadro comparativo dos efeitos fiscais do PROUNI ... " ...62

3.10 - Conclusões ... ' ... , ... , .... , .... ,64

3.11 -Referências ... , ... , .. ,.. ,., .65

CAPÍTULO 4 - NECESSIDADE DE AMPLIAÇÃO DOS INCENTIVOS FISCAIS ÀS DOAÇÕES FEITAS AO TERCEIRO SETOR - André Luiz Aidar... ...67

4.1 _ Introdução ... 67

4.2 - Incentivos fiscais às doações feitas ao Terceiro Setor ... 68

4.3 - Lei Rouanet ...69

4.4 - Proposta para a <:criação de novos incentivos às doações feitas ao Terceiro Setor ... 70

4.5 - Conclusões ... 72

4.6 - Referências ... ,.72

PARTE 2: COOPERATIVAS A LEI DE LICITAÇÃO ... 75

CAPÍTULO 5 - COOPERATIVAS - ECONOMIA SOLIDÁRIA E O TRATAMENTO DIFERENCIADO CONFERIDO PELA CONSTITUIÇÃO FEDERAL - Bruno Augusto Prenholato ...76

5.1 - Introdução - Aspectos históricos - Breve referência ... 76

5.2 - Aspectos Doutrinários ... ", ... 77

5.2.1 - Características das sociedades cooperativas ... 79

5.2.2 - Fundamentos em face da Lei 5.764/1971 ... 81

5.2.3 - O ato cooperado ...83

5.3 - Conclusões - O tratamento constitucional diferenciado ... 85

5.4 - Referências ...85

CAPÍTULO 6 - AS COOPERATIVAS E SUA RELAÇÃO COMERCIAL COM O SETOR PÚBLICO - LICITAÇÃO - PONTOS CONTROVERSOS -José Mendonça de Araújo Filho ... , ... 87

(4)

Terceiro Setor e Tributação 6.1.1 - Cooperativas ...87 6.1.2 Conceito ...87 6.1.3 - Origem ...90 6.1.4 _ Princípios ...90 6.1.5 Natureza jurídica ... 91

6.2 Normas de Regência e o Sistema Cooperativista Brasileiro ... 92

6.2.1 Ato cooperativo ...93

6.2.2 - Finalidade ...95

6.2.3 - Vantagens ...95

6.3 Cooperativas e o Setor Público ...95

6.4 Referências ...99

CAPÍTULO 7 APLICABILIDADE DA LEI DE LICITAÇÕES ÀS FUNDAÇÕES DE APOIO Daniel Cândido ... 101

7.1 - Introdução ... 101

7.2 Fundações ... 101

7.3 ­ Tipos de Características das fundações de direito privado ... 102

7.3.1 - Fundações instituídas por empresas ... 103

7.3.2 ­ Fundações instituídas por partido político ... 103

7.3.3 Fundação de previdência privada ou complementar ... 103

7.3.4 - Fundações de apoio às instituições de ensino superior ... 104

7.4 - Natureza Jurídica da fundação de apoio ... 106

7.5 Aplicabilidade da Lei 8.666/1993 ... 107

7.5.1 - Aplicabilidade da lei de licitação (8.666/1993) às fundações de apoio ... 108

7.6 Conclusões ... 111

7.7 - Referências ... 111

PARTE 3: ESTRUTURA ORGANIZACIONAL, MICROCRÉDITO E RESPONSABILIDADE SOCIAL. ... 113

CAPÍTULO 8 - Terceiro Setor: Considerações sobre a Estrutura Organizacional e o Direito do Trabalho -César José Dhein Hoefling ...1l4 8.1 - Introdução ... 114

8.2 Terceiro Setor ... 114

8.3 Estrutura Organizacional: cargos de deliberação, execução e assessoramento ... 114

8.4 Estrutura Organizacional das Associações ... 115

6

8.5 Estrutura Organizacional 8.6 Fonna de relação pronsslOml e implicações fiscais ... . 8.6.1 - Remuneração dos !..JIDl5elB

8.7 ­ Terceiro Setor: Naturezado 8.7.1 - Entidades Religiosas ... 8.7.2 - Fundações Públicas .. 8.7.3 Voluntariado: conceito, 8.8 - Conclusões ... .. 8.9 - Referências ... CAPÍTULO 9 - Microcrédito e 9.1 Introdução ... 9.2 ­ Evolução histórica das 9.3 - Contexto das mICronnan 9.4 Ofertas de serviços financ 9.5 ­ Demanda pro microÍinanç 9.6 ­ Os obstáculos ao crescimen 9.7 -Estratégias para as instftuiç 9.8 ­ Base Legal do microcWit 9.9

9.11

9.12 - Organizações não 9.l3 Conclusões ... . 9.14 - Referências ... . CAPITÚLO 10 A

Nereida de Lima Del Águila .... .

10.1 - Introdução ... 10.2 - Responsabilidade social 10.3 Conceito ... .. 10.4 Características da 10.5 - Responsabilidade social 10.6 - Principais práticas empresat

(5)

•··· ...87 r· ... · ... · ..· .... ··· ...87 i ,•·· .... · ... ··· .... · .. · ... 90 ·... · ... · .... · ... 90 ·· .... ··· .. ·· .... ··· .. ·.· ... 91 Brasileiro ...92 ..···..· ... ··· .. ··· .. · ... 93 .. ·.. ·..··· .... ··· .. ··· ... 95 ....·· ..··· .... ···· .. ·.· ... 95 ·.. ·.. · .... ·· ..·..··· ... 95 ..·..· .... · .. ·· .... · ... 99

LEI

DE LICITAÇÕES ÀS ·· ... · ..· ... 101 .. · .... ···· .... ·· ... 101 ... 101 ... \ ... 103 ..·.. ·,... 103 ·... 103 ..··.... · ... 106 .. ·..· ... 107 às fundações de apoio ...1 08 ... · .. · ... 111 ·... 111 AL, MICROCRÉDITO E .. · ... 113 a Estrutura Organizacional e o .... · ... 114 ... 114 .. ·... 114 IXE!CuQão e assessoramento ...114 ·.. ·... · ... 115

8.5 - Estrutura Organizacional das Fundações ...116

8.6 - Forma de relação profissional: aspectos legais, sociais, remuneração de dirigentes e implicações fiscais ... 118

8.6.1 -Remuneração dos Dirigentes - Custo/Benefício ...118

8.7-Terceiro Setor: Natureza do Regime Jurídico trabalhista ...121

8.7.1 - Entidades Religiosas ...121

8.7.2 - Fundações Públicas ... 124

8.7.3 Voluntariado: conceito, abrangência e peculiaridades ...125

8.8 - Conclusões ... 126

8.9 - Referências ...127

CAPÍTULO 9 Microcrédito e responsabilidade social-Albérico Santos Fonseca .... 128

9.1 - Introdução ...128

9.2 - Evolução histórica das microfinanças no mundo ... 130

9.3 - Contexto das microÍinanças no Brasil ...132

9.4 Ofertas de serviços financeiros no Brasil ...133

9.5 Demanda pro microÍinanças no Brasil ...136

9.6 -Os obstáculos ao crescimento da indústria e microfinanças no Brasil ...137

9.7 -Estratégias para as instituições de microÍinanças ...139

9.8 - Base Legal do microcrédito no Brasil ...142

9.9

As

microfinanças e o terceiro setor no Brasil ... 144

9. lO -Organizações da sociedade civil de interesse público ...145

9.11 Sociedades de crédito ao microempreendedor ...147

9.12 - Organizações não governamentais ...150

9.13 - Conclusões ... 151

9.14 - Referências ... 152

CAPITÚLO 10 A RESPONSABILIDADE SOCIAL NAS EMPRESAS

Nereida de Lima Del

Á

g

uila ...

l55 10.1 - Introdução ...155

10.2 - Responsabilidade social ... :...156

10.3 - Conceito ... 156

lO.4 Características da Responsabilidade social ...157

10.5 Responsabilidade social nas empresas ... 157

10.6 - Principais práticas empresariais de responsabilidade social ...157

(6)

Terceiro Setor e Tributação

10.7 Ações sociais voluntárias ... 162

10.8 Padrões e certificações ... 164 10.9 - Conclusões ... 165 10.10 - Referências... 166 8 Prefácio-Na vida oportunidades No âmbito

da

de Mestrado em empresas \"egun~ A obra foi sala de aula como todos foi importanl mestrando Bruno sistematização.

Referências

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