PRINCIPAIS PROBLEMAS
CAUSADOS PELA
ESQUIZOFRENIA
PSICOPATOLOGIA
Profa. Dra. Marilene Zimmer
PSICOLOGIA - FURG
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ESQUIZOFRENIA
CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS
DSM-IV-TR
A. Dois (ou mais) dos seguintes, cada qual presente por uma porção significativa de tempo durante o período de 1 mês (ou menos, se tratados com sucesso):
(1) delírios (2) alucinações
(3) discurso desorganizado (por ex., freqüente descarrilamento ou incoerência)
(4) comportamento amplamente desorganizado ou catatônico
(5) sintomas negativos
Nota: Apenas um sintoma do Critério A é necessário se os delírios são bizarros ou as alucinações consistem de vozes que comentam o comportamento ou os
pensamentos da pessoa, ou duas ou mais vozes
conversando entre si. 3
B. Disfunção social/ocupacional:
Por uma porção significativa do tempo desde o início da perturbação, uma ou mais áreas importantes do funcionamento, tais como:
- trabalho, relações interpessoais ou cuidados pessoais,
Estão acentuadamente abaixo do nível alcançado antes do início
- ou, quando o início dá-se na infância ou adolescência, fracasso em atingir o nível esperado de aquisição interpessoal, acadêmica
ou ocupacional. 4
C. Duração:
Sinais contínuos da perturbação persistem por pelo menos 6 meses.
Este período de 6 meses deve incluir pelo menos 1 mês de sintomas (ou menos, se tratados com sucesso) que satisfazem o critério A (isto é, sintomas da fase ativa) e pode incluir períodos de sintomas prodrômicos ou residuais.
Durante esses períodos prodrômicos ou residuais, os sinais da perturbação podem ser manifestados apenas por sintomas negativos ou por dois ou mais sintomas relacionados no Critério A presentes de uma forma atenuada (por ex., crenças estranhas, experiências perceptuais incomuns).
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• Pode ser definida como uma perturbação
psiquiátrica
• Causada por comportamento psicótico ou
amplamente desorganizado
• Além de marcada disfunção social • Por pelo menos seis meses
• Sem associação com outros transtornos.
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É um problema de saúde pública.
O custo financeiro é calculado em milhões
de reais por ano.
Gastos com cuidados médicos e sociais e
com
a incapacidade
dos
pacientes de
contribuírem à sociedade.
Incalculável é o custo do sofrimento humano
do paciente, família e amigos.
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Implicações Sociais
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Alteração nos circuitos encarregados de filtrar a informação periférica
Grande número de estímulos chegam ao córtex cerebral
Diminuição da memória e aprendizagem
Alterações Cognitivas
• Transtornos da atenção, percepção e cognição • Capacidade limitada para processar
informações
• Transtornos do pensamento, linguagem e comunicação
• Dificuldades de concentração, formação de conceitos, capacidade de abstração
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Alterações Cognitivas
• Dificuldade de escutar e entender os
outros
• Dificuldades de iniciar e manter uma
conversação
• Menor resistência ao estresse
• Incapacidade de interação social
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Alterações Cognitivas - cont.
Sensações corporais distorcidas
Fisicamente desajeitados
Sinais neurológicos leves (confusão esquerda/direita, incoordenação)
Despreocupação com higiene pessoal e aparência Retraimento social e falta de motivação
Afeto inadequado
Perda de interesse ou prazer
Depressão, ansiedade, raiva
Perturbações no padrão de sono e dificuldade de concentração
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Alterações Comportamento
13 14
Esquizofrenia
Alterações Estruturais
“Os doentes mentais são como
beija-flores, nunca pousam,
estão sempre a dois metros do
chão”.
(Arthur Bispo do Rosário)
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Fatores genéticos e traumas biológicos
Problemas durante o desenvolvimento
pré-natal e o nascimento
Podem conduzir a problemas com a
atividade neurológica e estrutura cerebral
Os quais, por sua vez, podem gerar
sintomas
positivos
e
negativos
da
esquizofrenia.
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Explicações Fisiológicas
• Quanto maior o grau no qual um indivíduo
partilha genes com uma pessoa que sofre
de esquizofrenia, mais alta a propensão de
que desenvolverá o transtorno.
• Gêmeos monozigóticos:
– concordância de 50%
• Gêmeos dizigóticos:
– concordância de 15%
17Explicações Fisiológicas
A hipótese dopaminérgica
Níveis excessivamente altos de atividade
neurológica em algumas áreas do cérebro
principalmente nas áreas em que a dopamina atua
que podem servir para romper a atividade cognitiva resultando em sintomas positivos
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Uso de neurolépticos reduz a atividade da
dopamina e reduz também os sintomas da
esquizofrenia.
Drogas que aumentam os níveis de
dopamina aumentam sintomas
esquizofrênicos.
Pessoas que sofrem de esquizofrenia têm
mais receptores de dopamina que as
demais.
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Evidências – hipótese dopaminérgica
Sistema límbico (emoção e motivação)
Lobo frontal (processos de pensamento e integração)
Lobos temporais (armazenamento de memórias visuais e auditivas).
Pacientes com esquizofrenia e alucinações apresentam atividade excessiva nos lobos temporais.
Gânglios basais (funcionamento motor).
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Áreas dopaminérgicas
hiperestimuladas
• Anomalias estruturais no cérebro
– por ex., má-formação, dano ou
deterioração
• Podem servir pra retardar a atividade
cognitiva e resultar em sintomas
negativos.
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Explicações Fisiológicas
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ESQUIZOFRENIA – CAUSAS?
•
Aumento dos Ventrículos?
•
Diminuição do Volume Cortical?
•
Hipofrontalidade?
•
Desequilíbrio de Neurotransmissores?
23ALTERAÇÕES ESTRUTURAIS
ESQUIZOFRENIA
MOVIMENTO E EMOÇÕES PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES APRENDIZADO E MEMÓRIA ALUCINAÇÕES AUDITIVAS EMOÇÕES ALUCINAÇÕES VISUAIS 24O que é a hipótese neurodesenvolvimental? Qual a contribuição das neuroimagens? Principais achados estudos de neuroimagem
A maioria dos estudos têm demonstrado: * Diminuição do volume total do tecido cerebral. * Aumento do LCR.
* Aumento dos ventrículos cerebrais.
25 Neuroimagem – hipótese neurodesenvolvimental 26 Neuroimagem – hipótese neurodesenvolvimental
Parentes próximos de esquizofrênicos têm
ventrículos significativamente maiores do que
controles correlatos.
Gêmeos monozigóticos discordantes para
esquizofrenia foram significativamente
concordantes no que se refere ao aumento
ventricular observado em TC e RNM.
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Outros achados
As anormalidades cerebrais já estavam
presentes no início da doença, sem
evidências de progressão em estudos de
seguimento.
Estudos pós-morte de pacientes com
esquizofrenia não mostraram aumento no
processo degenerativo .
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Outros achados
As alterações de volume ventricular já estão presentes em pacientes recém-diagnosticados e até mesmo em pessoas que anos mais tarde viriam a manifestar a doença.
O fato de a perda de tecido nervoso não ser progressiva, avaliado por estudos de neuroimagem.
A ausência de gliose significativa , o que depõe contra o modelo de doença neurodegenerativa.
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Evidências que sustentam a hipótese neurodesenvolvimental
Alterações na citoarquitetura cortical
que sugerem uma origem no
desenvolvimento do cérebro durante a
gestação.
Anormalidades neurológicas e
comportamentais sutis presentes já na
infância, em pacientes que mais tarde
vieram a desenvolver esquizofrenia.
30Evidências que sustentam a hipótese neurodesenvolvimental
Os fatores de risco ambientais associados a
esquizofrenia são pré ou perinatais.
Em modelos experimentais, lesões de lobo
frontal ou temporal induzidas na infância só
vêm a manifestar-se na idade adulta,
o que coincide com o início dos sintomas em esquizofrênicos.
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Evidências que sustentam a hipótese neurodesenvolvimental
Quando se considera a existência de uma base genética multifatorial para uma doença, é fundamental lembrar que:
Não é a doença que é geneticamente determinada, mas sim a suscetibilidade para a doença. No caso da esquizofrenia, note que os genes não codificam os sintomas, mas sim proteínas envolvidas no funcionamento do SNC.
Diferentes fenômenos genéticos podem aumentar a suscetibilidade para a mesma doença, ou seja, determinantes genéticos das doenças multifatoriais podem ser heterogêneos.
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Genética da Esquizofrenia
MODELO DO ADOTADO AFETADO:
Diferentes estudos, utilizando variados critérios diagnósticos,
Demonstraram que tanto a esquizofrenia quanto as chamadas “doenças do espectro da
esquizofrenia”
Foram mais comuns em parentes biológicos afetados do que em controles.
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Estudos de Adoção - achados
34
Aumento dos Ventrículos
Normal Esquizofrenia
Esquizofrenia Normal
35 36
37
Aumento dos Ventrículos
Normal Esquizofrenia
• Alterações mais frequentes
• Córte x temporal límbico
• Córte x prefrontal
• cíngulo anterior
• tálamo, núcleo caudado
• Neocórte x temporal
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Diminuições volumétricas sutis
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Diminuição do Volume Cortical
• Entrevista diagnóstica cuidadosa (1 surto)
• Investigação laboratorial e eventualmente
tomo ou ressonância exclusão de causas
orgânicas
• Estabelecimento de aliança terapêutica.
• Implementação do tratamento.
• Engajamento dos familiares ou outro suporte
40Avaliação
• Exame físico e neurológico
• Hemograma, eletrólitos, colesterol, glicemia,
FR, FH, FT, HIV, hepatite e VDRL.
• HCG se mulher em fase reprodutiva
• TC ou RM ou EEG : casos atípicos
• ECG: se história cardiológica positiva
• Testes neurocognitivos para acompanhar
evolução.
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Avaliação 2
Indicações de internação:
• Risco de suicídio,ideação c/ plano ...
• Alucinações de comando
• Risco de hetero agressão
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Não existe até o momento nenhum exame complementar que possa identificar o transtorno esquizofrenia.
Os exames complementares só devem ser solicitados para realizar o diagnóstico diferencial com os quadros psicóticos derivados de outras condições médicas.
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Exames Complementares
Aparência geral
Perplexos, distantes ou esquisitos.
Pensamento e fala afrouxamento de associações, associações reverberantes, neologismos, ecolalia, verbigeração, bloqueio do pensamento, circunstancialidade, tangencialidade e perseveração. 44
Estado Mental
• Percepção: – Alucinações• Visuais, auditivas, táteis,
• Olfativas, cenestésicas e gustativas. – Ilusões;
– Delírios
• Persecutório, grandioso ou referentes • Delírios de influência
– roubo, inserção ou irradiação do pensamento
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Estado Mental
• Afeto plano ou embotado
• Afeto inadequado ou incongruente;
• Distorções em cadência e modulação;
• Indiferença ou apatia;
• Emoções bizarras
– exaltação, onipotência, êxtase etc
• Sensibilidade emocional;
• Anedonia
46Afetividade
– Comportamento estereotipado;
– Estados de estupor;
– Transtornos alimentares
• obesidade, sintomas de anorexia;
– Intoxicação auto-induzida com água;
– Ecopraxia;
– Negativismo;
– Sintomas somáticos variados.
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Comportamento
• Transtorno Esquizofreniforme • Transtorno Psicótico Breve • Transtornos de humor
• Transotorno Esquizoafetivo • Transtorno de Humor Bipolar
• Transtornos de Personalidade • Paranóide
• Esquizóide • Ezquizotípica
• Psicoses por drogas ou doenças clínicas
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Características essenciais são idênticas às da Esquizofrenia (DSM-IV-TR – critérios A,D e E) exceto 2 diferenças:
Duração total da doença é de pelo menos 1 mês, porém inferior a 6 meses
Não é exigido um prejuízo no funcionamento social ou ocupacional durante alguma parte da doença
* Se persiste além de 6 meses – mudar para diagnóstico de esquizofrenia
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Transtorno Esquizofreniforme
Características idênticas às da
esquizofrenia, exceto:
a) Duração total da doença: 1-6 meses
b) Prejuízo no funcionamento social ou
ocupacional
- pode ou não ocorrer.
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Transtorno Esquizofreniforme
Surgimento agudo, remissão rápida (dias
ou semanas)
não deixam seqüelas no psiquismo e não deterioram a personalidade.
Muitas vezes surgem após traumas
psíquicos.
Delírios, confusão mental, muita ansiedade, medos difusos, alucinações visuais.
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Psicoses Breves
Início súbito sintomas psicóticos positivos:
Delírios, alucinações, discurso
desorganizado, ou comportamento
amplamente desorganizado ou catatônico
Duração mínima 1 dia e inferior a 1 mês
Não é devida aos efeitos fisiológicos direto
de substâncias ou de uma condição médica
geral
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Transtorno Psicótico Breve
– Uma idéia delirante única ou conjunto de idéias delirantes – Conteúdo variável
– Permanece durante toda a vida – Não há alucinações ou outros sintomas esquizofrenicos – Subtipos: • Persecutório = paranóide, • Ciúme • Somático • Erotomania 53
Transtorno Delirante
• Natureza delírios – não bizarros
• Ausência de sintomas característicos
esquizofrenia
– Alucinações,
– discurso ou comportamento
desorganizado,
– ou sintomas negativos proeminentes
54Período ininterrupto de doença durante o qual, em algum momento, existe um Episódio Depressivo maior, Maníaco ou Misto – concomitante com Critério A para esquizofrenia
Ocorrem delírios ou alucinações por pelo menos 2 semanas, na ausência de sintomas proeminentes de humor (Critério B)
Sintomas de humor presentes por uma porção substancial da duração total da doença (Critério C)
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Transtorno Esquizoafetivo
Comportamento excêntrico
Anomalias do pensamento e do afeto Não há sintomas esquizofrênicos Pode haver afeto frio e inapropriado Comportamento estranho
Tendência a retraimento social Idéias paranóides ou bizarras Ruminações obsessivas Curso do pensamento alterado Episódios quase psicóticos Início do quadro difícil de determinar
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Transtorno Personalidade Esquizotípica
• Psicofarmacológico
• Psicoterapia
• Reabilitação Psicossocial:
–TCC - IPT
–Atividades em CAIS e CAPS
– Psicoeducação Familiar
57Tratamento
58Medicamentos
1.Diminuem os sintomas
2.Diminuem nº recaídas
3.Evitam internações
• TÍPICOS: – Haloperidol – Clorpromazina – Levomeprimazina • ATÍPICOS • Risperidona • Olanzapina • Quetiapina • Aripiprazol • Clozapina etc. 59Antipsicóticos
60-Tomar consciência da doença
-Assumir a responsabilidade do
tratamento e manutenção da
estabilidade dos sintomas
-Diminuir ou superar os sintomas
negativos da doença
-Desenvolver habilidades para
adaptar-se as exigências da vida
• Psicoterpias individuais
• Terapias de grupo
• Tratamentos familiares
• Reabilitação ocupacional
• Cuidados residenciais
• Reabilitação psicossocial
61Tratamento Psicossocial
62Controle Emoção Expressa
• Aceitação do paciente
• Animar positivamente no processo de tratamento
• Evitar estímulos extremos – Crítica
– Superproteção – Hostilidade
63
Controle Emoção Expressa
64
Comunicação deve ser clara,
breve, com informações
simples.
65
O procedimento terapêutico deve
O procedimento terapêutico deve
ser ativo e focalizado
no “aqui e agora”
66
Devemos estimular, ajudar e
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Medicamentos AmbienteFamiliar Adequado
Terapia Psicossocial
* Diminui os sintomas e número de recaídas, * Evita re-internações,
* Melhora integração familiar, social e ocupacional
+
+ CognitivoTerapia +
Comportamental
Tratamento Integral
A evolução é bastante variável:
1. há pacientes que apresentam um único episódio psicótico sem recidiva dos sintomas
2. outros tem diversos surtos psicóticos e estabilização sem no entanto retorno a normalidade
3. um terceiro grupo com curso de piora progressiva do quadro ao longo de sucessivos episódios psicóticos.
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Evolução / Prognóstico
Melhor prognóstico: * Início agudo
* Idade mais tardia de aparecimento * Eventos precipitadores
* Perturbação do humor associada * Breve duração dos sintomas * Formas paranóide e catatônica
* Bom funcionamento social e pessoal prévio à doença * Ausência de anormalidades cerebrais estruturais * Funcionamento neurológico normal
* Ausência de história familiar de esquizofrenia
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Evolução / Prognóstico
1. Esquizofrenia não tem tratamento
2 Ninguém se cura da esquizofrenia
3. Portadores de esquizofrenia são
violentos e perigosos
4. Não se deve acreditar no portador de
esquizofrenia.
5. Pessoas com esquizofrenia são
preguiçosas.
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Mitos e Verdades
6. A pessoa com esquizofrenia não pode
decidir sobre seu tratamento.
7. Pessoas com esquizofrenia são
imprevisíveis
8. Portadores de esquizofrenia não
podem trabalhar
9. A esquizofrenia é causada pelo tipo de
criação recebida dos pais.
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