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Fluminense evita vexame e empata com Ypiranga

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Academic year: 2021

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Fluminense evita vexame e

empata com Ypiranga

Fonte: Lancet Net (foto: assessoria/arquivo) – A pressão feita pela torcida durante a semana não fez nada bem ao time do Fluminense. Ao contrário. Inseguros e sem apoio – apenas 432 pagantes no Raulino de Oliveira –, os comandados de Levir Culpi foram dominados pelo Ypiranga-RS, mas evitaram um vexame maior ao empatar em 1 a 1, após sair atrás no placar nesta quarta-feira.

Agora, a definição da vaga para as oitavas de final da Copa do Brasil será em Erechim, no dia 27. Para o clube gaúcho basta um empate sem gols para garantir a classificação inédita. O Fluminense precisa de uma vitória simples ou qualquer empate a partir de 2 a 2.

A PARTIDA

As primeiras vaias surgiram no momento do apito inicial. O Flu ainda tentou controlar a partida nos primeiros minutos, mas logo se perdeu no nervosismo. A bola parecia estar queimando nos pés dos tricolores.

Se a missão já estava complicada para Levir Culpi, só piorou a partir dos 18 minutos. Wellington Silva se lesionou e deu lugar a Jonathan. Aos 24, foi a vez de Gustavo Scarpa sentir o joelho direito e sair. Dudu entrou, mas não viu a cor da bola. O Ypiranga cresceu e abriu o placar com João Paulo, que tabelou com Túlio Renan e marcou um belo gol.

Desde momento em diante, Diego Cavalieri foi bombardeado e evitou que os gaúchos transformassem o placar em goleada. Um dos alvos da ira da torcida tricolor, o camisa 12 fez boas defesas em finalizações de Róbson, Túlio e Danilinho. Fim do primeiro tempo e alívio para o Flu.

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Levir Culpi não mexeu na equipe, mas o Tricolor voltou do intervalo com uma postura mais ofensiva e, mesmo sem apresentar grande futebol – longe disso –, foi recompensado. Jonathan fez boa jogada pela direita e achou Cícero dentro da área. O volante escorou e Magno Alves fez o papel de centroavante: 1 a 1 no placar.

Como era de se esperar, o Fluminense foi atrás da virada. Levir demorou, mas abriu mão dos três volantes e colocou Richarlison no jogo. Em lance duvidoso, o árbitro deu pênalti em cruzamento de Jonathan, que tocou no braço de Mikael. Cícero chamou a responsabilidade e fez feio. Cobrou mal, viu Carlão defender e ainda escorregou na hora de conferir o rebote. Se fizesse, seria uma injusta vitória do Fluminense.

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Final com Alemanha vale

presença de Portugal na

Confederações’2017

Por Maisfutebol.iol.pt-Uma vitória da Alemanha sobre a França nesta quinta-feira garante uma presença inédita de Portugal na Taça das Confederações, que vai realizar-se na Rússia no próximo ano.

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assegurada em virtude de ter vencido o Mundial 2014. Abre-se assim mais uma vaga para um representante da UEFA, que é ocupada pelo vencedor do Campeonato da Europa. Ora, se a Alemanha for à final, essa vaga passa para o adversário da «Mannschaft» no jogo do título, independentemente do resultado que se registar.

Esta situação já se verificou, por exemplo, há três anos, quando a Itália chegou à competição depois de ter perdido a final do Euro 2012 com a Espanha, vencedora do Mundial 2010. Mas, se a Alemanha cair aos pés de França, isso significa que o representante da UEFA na Taça das Confederações será o vencedor do Euro 2016. Neste cenário, Portugal está mesmo «condenado» a erguer a Taça no próximo domingo.

Equipas já confirmadas na Taça das Confederações: Rússia (país organizador)

Alemanha (vencedor do Mundial)

Austrália (vencedor da Taça da Ásia, AFC) Chile (vencedor da Copa América, CONMEBOL) México (vencedor da Gold Cup, CONCACAF)

Nova Zelândia (vencedor da Taça da Oceânia, OFC)

* faltam ainda atribuir duas vagas: uma à UEFA e outra à Confederação Africana de Futebol

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Cruzeiro bate o Vitória com

um a menos

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria/arquivo) – O Cruzeiro mostrou ao Vitória que também sabe jogar com um homem a menos. Pareceu até replay do jogo último domingo, quando o clube baiano, em desvantagem numérica, buscou um empate por 2 a 2, no Mineirão. A diferença é que, nesta quarta, no Barradão, o time mineiro, desta vez com 10 atletas em campo, venceu por 2 a 1, levando uma boa vantagem para o jogo de volta da terceira fase da Copa do Brasil, em Belo Horizonte, no próximo dia 20 de julho.

Após um primeiro tempo equilibrado, com leve vantagem para o Cruzeiro, que terminou empatado por 1 a 1, o Vitória teve tudo para vencer a partida, quando Allano foi expulso aos 14 minutos do segundo tempo. Apesar do domínio baiano, quem mostrou mais eficácia foi o time celeste, que anotou o gol da vitória com Willian, artilheiro da partida com duas bolas nas redes, e segurou a pressão da equipe da casa para sair com um importante o triunfo fora de casa.

O Jogo – Mais equilibrado, apesar das diversas alterações, o Cruzeiro começou melhor a partida e logo abriu o placar, com Willian, que deu corte seco na defesa e finalizou forte, no canto, aos sete minutos. A resposta do Vitória veio apenas sete minutos depois e, em pênalti marcado pela arbitragem, Diego Renan bateu bem, empatando a partida.

Após o empate, o Cruzeiro parou de atacar, e o Vitória passou a dominar as ações ofensivas, apesar de não criar nenhuma chance mais contundente. Diante da pouca criatividade baiana, o time celeste cresceu na partida e criou duas boas chances

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com De Arrascaeta e Willian.

A melhora cruzeirense na partida se baseava na eficiência defensiva da equipe combinada aos velozes contra-ataques, bem armados por Robinho. E foi exatamente desta forma que o Cruzeiro teve duas excelentes oportunidades no final do primeiro tempo, porém Alisson e Willian não conseguiram colocar o time celeste à frente no placar.

Recuperado dos sustos no primeiro tempo, o Vitória voltou bem do intervalo, utilizando bastante as jogadas com Marinho pela direita. Em duas dessas jogadas, o camisa 7 colocou na cabeça de Kieza, que perdeu ambas as chances. O Cruzeiro, porém, teve duas chances claras com Willian, que, na primeira, parou em Caíque e na segunda, mandou para fora.

Bem na partida, o Cruzeiro teve o domínio interrompido com a expulsão de Allano, que recebeu o segundo cartão amarelo aos 14 minutos. O Vitória melhorou na partida, porém Kieza, em duas cabeçadas, não soube aproveitar as chances que teve, sendo que, em uma delas, Fábio fez excepcional defesa.

Diante das chances perdidas, valeu o velho ditado de “quem não faz, toma”. Aos 26 minutos, o Cruzeiro armou belo contra-ataque, e a bola chegou aos pés de Willian, que tocou na saída do goleiro. Na sequência da partida, o Vitória se lançou todo ao ataque e, apesar de muito pressionar, não conseguiu furar o bloqueio defensivo da Raposa.

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Figueirense vence Sampaio

Corrêa

e

carimba

classificação

Fonte: Gazeta Esportiva-O Figueirense venceu o Sampaio Corrêa por 1 a 0 na noite desta quarta-feira no Orlando Scarpelli, em Florianópolis, pelo jogo de volta da segunda fase da Copa do Brasil. Com o resultado, o Alvinegro carimba a classificação para a próxima etapa do torneio, já que na ida também havia triunfado por 2 a 1.

A partida começou equilibrada. O Figueirense mantinha a posse de bola, mas o Sampaio Corrêa apostava nos contra-ataques para agredir em busca da vitória. Aos oito minutos, o Tricolor assustou em chute de Henrique que passou perto da trave de Thiago Rodrigues.

O Figueira era mais presente no ataque e teve uma grande chance quando Morassi bateu e obrigou o goleiro Rodrigo Ramos a salvar o Sampaio aos 32 minutos. O gol que confirmou a classificação catarinense veio aos 45 minutos da etapa inicial: Dodô cruzou da ponta esquerda e o atacante Everton Santos tocou de cabeça para o fundo das redes.

No segundo tempo, o time da casa passou a administrar o placar sem muita pressa. Mesmo assim, levou um grande susto aos 22 minutos, quando Paulo Marcelo recebeu de Lucas Sotero e perdeu um gol feito, de frente para Thiago Rodrigues. O goleiro do Figueirense voltou a ter trabalho já nos minutos finais, defendendo chute de Felipe Baianoe garantindo a vitória.

Na terceira fase da Copa do Brasil, o Figueirense terá pela frente a Ponte Preta. A ida está marcada para a próxima

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quarta-feira, às 19h30, no Orlando Scarpelli. A volta, em Campinas, acontece no dia 27.

Paysandu vence e reverte vantagem do Operário-PR – O Paysandu conquistou a classificação de maneira heroica nesta quarta-feira. O Papão venceu o Operário por 2 a 0 no estádio da Curuzu, reverteu a desvantagem da derrota de 1 a 0 na ida e passou para a terceira fase.

Gilvan foi grande nome da vitória bicolor, marcando os dois gols da partida, aos 37 e aos 43 minutos da primeira etapa. Na próxima fase, o Paysandu terá pela frente o Juventude.

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Oito etnias disputam 10

modalidades no I Jogos

Indígenas do Baixo Tapajós

Por Dominique CavaleiroSantarém, PA-Mais de 220 atletas de oito etnias passaram pelas eliminatórias dos Jogos Indígenas do Tapajós e vão participar da fase final que será nos dias 9 e 10, na Vila Balneária de Alter do Chão, em Santarém. No total, 10 modalidades serão disputadas.

Os jogos começaram no dia 19 de abril, no dia do Índio. A cerimônia de abertura, realizada em Santarém, já era uma

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prévia do que o evento iria proporcionar entre a comunidade indígena da região. Danças, rituais e a alegria característica dos povos foram os principais ingredientes da primeira fase das competições. No total, quatro eliminatórias foram realizadas em várias regiões do Baixo Tapajós, onde essas comunidades ficam localizadas.

Os atletas classificados vão disputar dez modalidades: futebol, peconha, lança, arco e flexa, corrida com Tora, corrida de resistência, corrida de velocidade, cabo de invira, natação e canoagem. O evento atraiu olhos curiosos das pessoas que apreciam a cultura indígena e nem imaginavam que ações do cotidiano pudessem virar modalidades esportivas.

Para a final, as etnias classificadas foram convocadas para o congresso técnico, nesta sexta-feira (8) às 16h na Escola Borari, em Alter do Chão. Na ocasião, a coordenação do evento vai esclarecer todas as dúvidas quanto às modalidades.

As disputas finais serão no dia 9 e 10 em Alter do Chão. No sábado (9) às 8h haverá um ritual, como já é de costume, em seguida serão iniciadas as disputas aquáticas – canoagem e natação. O cenário não poderia ser mais exuberante para a ocasião: a praia de Alter do Chão.

No domingo (10) as disputas continuam, desta vez no Clube Santo Antonio, também na Vila de Alter do Chão, onde as demais modalidades serão disputadas a partir das 10h da manhã.

Esta é a primeira vez que o evento é realizado e a coordenação já pensa na próxima edição dos Jogos, que deverá ser realizado de dois em dois anos, mas a principal dificuldade é a ausência de apoio financeiro para a disputa das modalidades. Uma “força-tarefa” foi feita para a logística das viagens durante as eliminatórias e para a final, os responsáveis pelo evento estão buscando apoio para contribuir com os gastos dos jogos. Seja o primeiro a comentar

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G 1 S a n t a r é m

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Grêmio segura pressão, vence

no Beira-Rio e aumenta crise

do Inter

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: assessoria) – A má fase do Internacional ganhou mais um capítulo neste domingo. No Beira-Rio, o Colorado foi superado pelo rival Grêmio por 1 a 0 no Gre-Nal de número 410, válido pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Douglas marcou o gol da vitória tricolor ainda no primeiro tempo, aos 19 minutos. O Inter tentou pressionar em busca do empate, especialmente no segundo tempo, mas o ataque colorado não viveu uma manhã inspirada e não conseguiu evitar a derrota.

O resultado mantém o Inter com 20 pontos e pode tirar a equipe do G4 do Brasileirão no decorrer da rodada. Já o Grêmio chega aos 24 pontos, na vice-liderança, e segue pressionando o líder Palmeiras, que entra em campo apenas nesta segunda-feira.

O Tricolor volta a campo no próximo domingo, novamente às 11h da manhã, contra o Figueirense, na Arena. No mesmo dia, às 16h, o Inter visita o Santa Cruz no Arruda.

Como era de se esperar, a ansiedade tomou conta de Inter e Grêmio nos primeiros minutos do clássico. Erros de passe, jogadas precipitadas e muita disputa no meio de campo marcaram o início da partida. Nos primeiros dez minutos, apenas duas finalizações: aos quatro, o tricolor Luan invadiu a área e bateu colocado para fora; aos nove, o colorado Paulão aproveitou cobrança de escanteio da direita e cabeceou por cima.

Impulsionado pela presença do seu torcedor, o Inter cresceu nos minutos seguintes e passou a frequentar mais o campo de

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ataque. Mesmo assim, faltava qualidade nas finalizações. Eduardo Sasha tentou duas vezes: aos 11, bateu de longe, mas pegou fraco na bola e deixou fácil para Marcelo Grohe. Pouco depois, chutou para fora após tabela com Vitinho.

Ao contrário do rival, o Grêmio aproveitou a chance que teve. Aos 19 minutos, Éverton recebeu bom passe de Luan pela esquerda na área e bateu rasteiro. A bola veio sem força, mas Muriel acabou batendo roupa para o meio da área, Douglas apareceu para conferir e abrir o placar para o Tricolor.

A formação colorada com três volantes não vinha dando resultados, a equipe pouco produzia e não conseguia pressionar pelo empate. O técnico Argel Fucks não esperou pelo intervalo e mudou a equipe no meio da primeira etapa, tirando Fernando Bob e colocando Gustavo Ferrareis para armar as jogadas ao lado de Seijas.

Mesmo assim, o Grêmio continuava mais perigoso. Aos 32 minutos, Everton recebeu mais uma vez pela esquerda, invadiu a área e rolou para Douglas. O camisa 10 chegou batendo de trás e mandou por cima do gol de Muriel, por pouco não fazendo seu segundo gol na partida.

O Internacional cresceu na reta final do primeiro tempo, dominando a posse de bola e rondando a área tricolor. No entanto, faltava qualidade no último passe e nas finalizações, especialmente para Eduardo Sasha. Mal em campo, o camisa 9 tentou um voleio após cobrança de escanteio aos 37 minutos, mas acabou furando a bola. Aos 44, Sasha errou mais um chute dentro da área, após uma bola mal afastada pela zaga do Grêmio.

Os jogadores colorados voltaram mais ligados para a etapa final e aumentaram de vez a pressão que havia se iniciado antes do intervalo. O garoto Gustavo Ferrareis, que deu outra cara à equipe desde sua entrada, chegou perto do empate aos 11, quando avançou com liberdade pela intermediária, arriscou

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de longe e mandou à esquerda do gol de Grohe.

Eduardo Sasha perdeu mais uma chance aos 14 minutos, após receber cruzamento de Seijas e cabecear sem força. No lance seguinte, em cobrança de escanteio, a bola sobrou dentro da área para Paulão, que tentou bater colocado e mandou muito perto da trave.

Argel Fucks apostou no banco de reservas para tentar melhorar a pontaria. Primeiro, trocou Seijas por Valdívia. Depois, tirou Eduardo Sasha para a entrada de Anderson. Enquanto isso, a pressão continuava. Aos 29, Ferrareis recebeu cruzamento de William e, na pequena área, acabou pegando mal na bola e mandando nas mãos de Grohe.

A pressão era forte e se intensificou nos instantes finais, mas o Grêmio ia se segurando. Aos 41 minutos, Vitinho entrou na área pela direita e bateu forte, mas acabou tendo seu chute desviado por Rafael Thyere, na últiam grande chance do Colorado na partida.

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Atlético-MG empata com o

Figueirense e perde chance de

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encostar no G4

Fonte: Gazeta Esportiva -O Atlético-MG foi ao Orlando Scarpelli enfrentar o Figueirense, neste domingo, buscando ampliar uma grande sequência de quatro jogos consecutivos com vitória. O Galo, no entanto, teve dificuldades diante de um Figueira invicto dentro de casa e ficou apenas no empate em 1 a 1.

A equipe mineira até chegou a sair na frente em gol de Fred no início de jogo. No entanto, não conseguiu segurar o resultado e sofreu o empate com Ermel balançando as redes para o Figueirense no começo da segunda etapa. Após o 1 a 1, a partida teve uma queda de rendimento técnico e passou a ter jogadas mais ríspidas, com a expulsão de Fred, pelo lado do Galo, e Yago, pelo lado do Figueira. Com isso, o jogo permaneceu com a igualdade no placar.

Com o resultado, o Galo caiu para a nona colocação do Campeonato Brasileiro, com 20 pontos, e perdeu a oportunidade de encostar no G4. Já o Figueira desceu para a 16ª colocação, com 15 pontos, e completou seu quarto jogo sem uma vitória. O Figueirense, que tem um duelo decisivo no meio de semana diante do Sampaio Corrêa, pela Copa do Brasil, volta a jogar pelo Campeonato Brasileiro somente no próximo domingo, às 11h (de Brasília), diante do Grêmio, na Arena do Tricolor Gaúcho. No mesmo dia e horário, o Atlético-MG visita o Flamengo, no Estádio Mané Garrincha.

O jogo – A partida se iniciou morna, com as duas equipes criando poucas chances. No entanto, na primeira oportunidade que teve, o Atlético-MG conseguiu balançar as redes. Aos sete minutos, Douglas Santos chegou à linha de fundo e cruzou na cabeça de Fred. O atacante testou para o chão e viu o goleiro Gatito Fernández ainda tentar a defesa. Porém, a bola foi parar dentro do gol.

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Apesar de sair atrás no placar, o Figueirense não exerceu uma grande pressão em busca do empate. Com isso, o Galo conseguia controlar o jogo e chegar com perigo em algumas oportunidades. Aos 16 minutos, Cazares arriscou de fora da área e obrigou Gatito Fernández a espalmar para fazer a defesa.

O Figueira seguiu criando poucas chances de gol. A única grande oportunidade dos catarinenses na primeira etapa aconteceu aos 34 minutos, em cruzamento despretensioso de Ayrton que quase enganou o goleiro Victor.

Com isso, o Galo continuou chegando com mais perigo e ainda teve uma última boa oportunidade antes do intervalo aos 43 minutos. No entanto, Júnior Urso não conseguiu aproveitar bem o escanteio cobrado por Cazares e cabeceou para fora.

Na segunda etapa, o Figueirense deu o troco no Atlético-MG. Também sem exercer grande pressão, os catarinense conseguiram encaixar um bom ataque e igualar o marcador. Aos sete, Ermel recebeu lindo lançamento e, cara a cara com Victor, só deu um pequeno toque na bola para deslocar o goleiro e balançar as redes.

Após sofrer o gol, o Galo ainda sofreu uma grande baixa, já que, aos 13 minutos, o árbitro viu uma cotovelada de Fred em Elicarlos e expulsou o atacante atleticano.

Apesar da expectativa por uma grande pressão dos mandantes, o jogo seguiu morno, com o Atlético-MG conseguindo controlar as ações do adversário mesmo com um a menos.

O Galo, inclusive, teve uma boa chance para fazer o segundo gol. Aos 28 minutos, Carlos aproveitou rebote e chutou firme para a meta, obrigando Gatito Fernández a defender à queima-roupa.

O Figueira respondeu em seguida, aos 33, em bela cabeçada de Yago defendida pelo goleiro Victor.

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Conforme a partida se encaminhava para o final, os dois times perderam em intensidade no ataque. Ainda deu tempo para Yago ser expulso por dar um tapa nas costas de Júnior Urso. Sem grandes chances de gol, o duelo permaneceu empatado em 1 a 1 até o apito final.

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Botafogo quase se complica,

mas derrota o Santa Cruz e

sai do Z4

Sassá festeja o primeiro gol do Botafogo sobre o Santa Cruz, em Juiz de Fora (Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo)Foto:

LANCE!-O Botafogo enfrentou neste domingo no Mário Helênio, em Juiz de Fora, com péssimo gramado, um Santa Cruz despedaçado, com quatro derrotas seguidas e várias alterações na equipe. Saiu na frente no primeiro minuto com um gol de Sassá, ampliou com Neilton antes dos 20 minutos. Desesperado, o treinador pernambucano Milton Mendes começou a fazer substituições ainda na primeira etapa, voltando do intervalo as três mudanças. Goleada à vista? Nada disso. Depois de levar o gol de João Paulo aos três minutos do segundo tempo, o Botafogo – que deitou e rolou nos primeiros 45 minutos – se perdeu, viveu momentos de branco e só não levou o empate por sorte, pois

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Arthur e Keno perderam gols feitos.

No fim das contas, o Botafogo celebrou a vitória por 2 a 1 que o levou aos 15 pontos e o tirou da zona de rebaixamento. Mas ficou claro que o time ainda está muito irregular, complicando uma partida fácil, contra o vice-lanterna Santa Cruz, que segue com 11 pontos.

O JOGO

O treinador Ricardo Gomes definiu a escalação do Botafogo com Rodrigo Pimpão desde o início,Fernandes no banco e o esquema 4-3-3. Mas a escalação mais surpreendente foi do Santinha, que vinha de quatro derrotas: Léo Moura na criação, Vitor na lateral direita e a zaga com o estreante Walter Guimarães (da base e o quarto reserva!), além de entrar não com o seu tradicional 4-3-3, mas apenas com Grafite na frente, com Keno e Arthur começando no banco.

Muita mudança significa desentrosamento e o Botafogo aproveitou logo no primeiro minuto, quando Camilo tocou para

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Neilton e este lançou Sassá, que entrou no meio da marcação da defesa, num erro de Walter Guimarães, para fazer 1 a 0.

O gol deu tranquilidade ao Botafogo, que foi aproveitando os espaços que a desarrumada marcação pernambucana cedia. Aos 17, Camilo encontrou Neilton bem posicionado na área. Ele tirou a marcação do lateral Roberto e fez o segundo gol. Fácil demais. Bruno Silva quase fez um golaço num voleio de fora da área de Bruno Silva que Tiago Cardoso voou para salvar. Com o Santa Cruz perdido, desentrosado, pior do que apresentou na derrota por 3 a 0 para a Ponte em casa na rodada passada, o treinador Milton Mendes ainda no primeiro tempo resolveu recolocar Léo Moura na lateral, sacando Vitor e apostando o ex-Flamengo Arthur Maia na criação.

Mas o Botafogo era muito melhor. Tocando bem a bola e sempre rondando a área, esteve muito próximo do terceiro gol.

Mas aí veio o segundo tempo. O Botafogo voltou com Luis Henrique no lugar de Sassá e o treinador do Santa foi para o tudo ou nada, fazendo suas duas últimas substituições ainda no intervalo, sacando os dois homens mais adiantados – Fernando Gabriel e o astro Grafite. Ousadia ou suicídio?

Bem, aos dois minutos Keno fez uma jogada sensacional pela esquerda e cruzou na medida para João Paulo aparecer em velocidade e tocar de primeira, diminuindo o placar e começando a mostrar um pouco mais de presença em campo, enquanto o Botafogo – em razão da queda de produção de Camilo que se machucou após um choque e acabou sendo substituído – não conseguiu impor-se ofensivamente.

Com o jogo equilibrado, poderia dar qualquer coisa. O Botafogo ampliar – como quase ocorreu numa cabeçada de Luis Henrique – ou o Santa empatar no abafa, o que teve tudo para conseguir quando Arthur ficou com uma bola espirrada na pequena área, mas chutou em cima de Diogo Barbosa, que salvou em cima da linha.

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Apesar do sufoco, os mais de cinco mil torcedores saíram felizes. Três pontos no bolso e a alegria extra de comemorar os quatro gols do Corinthians sobre o

arquirrival Flamengo. Mas ela sabe: há muito o que melhorar e o Botafogo, se quiser alguma coisa, tem de ser o time do primeiro tempo. Jamais o da etapa final.

BOTAFOGO 2 x 1 SANTA CRUZ

SÉRIE A DO BRASILEIRO – 13ª Rodada

DATA E HORÁRIO: 3/7/2016 – 16h (de Brasília) LOCAL: Estádio Mário Helênio, Juiz de Fora (MG) RENDA E PÚBLICO : R$ 126.920,00/ 5.033 pagantes ÁRBITRO: Bráulio da Silva Machado (SC)

AUXILIARES: Rodrigo Correia (RJ) e Clóvis Amaral (PE)

CARTÕES AMARELOS : Bruno Silva (BOT), Vitor, Marcílio e Leandrinho (STA)

CARTÕES VERMELHOS : –

GOLS : Sassá, 1’/1ºT (1-0), Neilton, 18’/1ºT (2-0), João Paulo, 3’/2°T (2-1)

BOTAFOGO : Sidão; Luís Ricardo, Renan Fonseca, Emerson Santos e Diogo Barbosa; Bruno Silva, Rodrigo Lindoso e Camilo (Fernandes, 20’/2ºT); Neilton, Pimpão (Gervásio Núñez, 38’/2ºT) e Sassá (Luis Henrique, Intervalo).

TEC: Ricardo Gomes

SANTA CRUZ: Tiago Cardoso; Vitor (Arthur Maia, 37’/1°T), Walter Guimarães, Danny Morais e Roberto; Uillian Correia, Marcílio,Léo Moura, João Paulo e Fernando Gabriel (Leandrinho, Intervalo); Grafite (Keno, Intervalo) TEC: Milton Mendes

Por LANCE NET

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São Paulo sofre com expulsão

relâmpago e perde da Ponte

Preta

Fonte: Gazeta Esportiva – O São Paulo sofreu neste domingo com uma arbitragem confusa de Vinícius Furlan e, após ver Matheus Reis ser expulso aos sete minutos do primeiro tempo, perdeu por 1 a 0 pela Ponte Preta, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas. O Tricolor, que atuou com o time reserva por conta da decisão que terá pela frente na Copa Libertadores, sofreu o gol em uma das poucas jogadas de perigo da Macaca. Clayson, aos 12 minutos do segundo tempo, foi o autor do tento.

A derrota ampliou para quatro pontos a distância do São Paulo para o G4 do Brasileiro. Com 18 pontos, a equipe ocupa só a décima posição no campeonato. Mas, apesar de precisar de uma reabilitação, o Tricolor terá de virar a chave para a disputa da Libertadores. A equipe jogará a ida das semifinais nesta quarta-feira, contra o Atlético Nacional, no Morumbi. Pelo Nacional, o time volta a campo no domingo, diante do América-MG, também no Morumbi.

Já a Ponte Preta ultrapassou o São Paulo e alcançou a oitava posição no campeonato. Com 20 pontos e sem perder há três partidas, a Macaca tentará manter o embalo no próximo sábado, diante do Sport, novamente em Campinas.

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O Jogo – Não foram os jogadores nem os técnicos que protagonizaram o principal lance da partida. Logo aos sete minutos, o árbitro Vinícius Furlan apitou uma falta dura de Matheus Reis em cima de Matheus Jesus, apresentando o cartão amarelo ao lateral são-paulino. Antes que a bola voltasse a rolar, Furlan atendeu aos protestos do técnico Eduardo Baptista e se aproximou do banco de reservas para avaliar a lesão de Matheus Jesus. O juiz, então, voltou atrás na decisão e expulsou Matheus Reis de campo.

A controversa postura de Furlan revoltou os jogadores e a comissão técnica do São Paulo. O treinador Edgardo Bauza invadiu o gramado para reclamar com o árbitro e também foi expulso ao indicar que ele estava “louco”. O Patón, no entanto, só foi para os vestiários alguns minutos após ser punido pelo juiz. Ele atravessou o campo por dentro e deixou o auxiliar José Di Leo no comando do time.

Com a bola rolando foram poucas as chances criadas no primeiro tempo. Antes da expulsão, a Ponte Preta ameaçou com uma cabeçada de Wellington Paulista por cima do gol, aos quatro minutos. Depois do entrevero, o meio-campista Matheus Jesus acertou um chute de fora da área, aos 20, e exigiu a defesa de Denis.

Eduardo Baptista, ciente de que Matheus Jesus corria riscos de ser expulso, optou por tirá-lo de campo para a entrada de Ravanelli, aos 22 minutos. O São Paulo, que já havia colocado o lateral Carlinhos no lugar do meia-atacante Luiz Araújo, mostrou boa organização defensiva e conteve o ímpeto do rival no restante da etapa inicial. Alan Kardec, aos 35, criou a melhor chance ao carimbar o travessão do goleiro João Carlos. A Ponte Preta esboçou uma postura diferente no minuto inicial do segundo tempo, quando Renê Júnior finalizou de muito longe e Denis por pouco não aceitou o chute. Aos 12, o ex-são-paulino Reinaldo avançou pela esquerda e cruzou para Wellington Paulista, que concluiu com força e obrigou Denis a

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espalmar a bola. O rebote, no entanto, sobrou limpo para Clayson tirar do alcance do goleiro tricolor e marcar o gol. O tento diminuiu ainda mais a qualidade técnica da partida. A Ponte Preta se retraiu no campo defensivo, enquanto o São Paulo não tinha poder de fogo para ameaçar a defesa rival. A apatia levou Di Leo a colocar Calleri no lugar de Caramelo, aos 33 minutos. No primeiro lance no duelo, o argentino levou uma cotovelada no rosto de Fábio Ferreira, mas o árbitro não deu nenhuma advertência ao zagueiro alvinegro – que já tinha o cartão amarelo.

Di Leo tentou aumentar a mobilidade do ataque são-paulino com a entrada de Ytalo no lugar de Centurión, mas o time não produziu nada que pudesse ameaçar João Carlos. Aos 41 minutos, o árbitro encontrou tempo para mais uma atrapalhada e não marcou um pênalti que Wesley cometeu em cima do lateral Reinaldo.

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Copete entra para definir a

partida e ajuda a recolocar o

Santos no G4

Fonte: Gazeta Esportiva – Até os 12 minutos do segundo tempo, o Santos fazia uma má exibição e encontrava muita dificuldade

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para chegar ao ataque. Sem inspiração e preso na eficiente marcação da Chapecoense, o Peixe se via sem alternativas. Mas, a partir daquele instante, com a entrada de Jonathan Copete, no lugar de Vitor Bueno, o panorama da partida mudou completamente. Com duas assistências e um gol, o colombiano foi o destaque da vitória santista por 3 a 0, na tarde de hoje, na Vila Belmiro.

Rodrigão, após passe de Copete, aos 17, o próprio colombiano, aos 19, e Yuri, em novo passe de Copete, aos 40, definiram mais um triunfo santista no Brasileirão – o quinto como mandante e ratificando o bom desempenho defensivo, com somente dois gols sofridos em casa em seis jogos.

A vitória recoloca o Peixe no G-4, com 22 pontos, três atrás de Palmeiras e Corinthians, que dividem a liderança da competição. Já a Chapecoense caiu para a décima primeira posição, com 19 pontos.

A equipe catarinense retorna a campo no próximo sábado, às 16h30, na Arena Condá, diante do Corinthians. O Peixe só volta a atuar no dia 12, no clássico contra o Palmeiras, às 20h30, em São Paulo

O jogo – Como já era de se esperar, o Santos começou a partida sendo o dono das ações de ataque. Com mais posse de bola, o Peixe procurava encontrar espaços na defesa adversária.

Durante quase todo o primeiro tempo o cenário foi o mesmo: o Santos rodava bem a bola no campo de ataque mas parava na marcação da Chapecoense.

O Santos encontrava bastante dificuldades em penetrar na defesa adversária e produzia muito pouco ofensivamente, sem nenhuma finalização.

Somente aos 40, em mais uma tímida chegada no ataque, Rodrigão escorou por cima do gol de Marcelo Boeck. Dois minutos depois, Vitor Bueno também tentou chegar de cabeça, mas com pouca

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força, naquela que foi apenas a terceira e última oportunidade santista no primeiro tempo.

No segundo tempo, sem brilhar no ataque e com sucessivos erros de Gabriel, em tarde pouco inspirada, o técnico Dorival Júnior procurou a mudança. Mas não foi o camisa 10 que deixou a equipe. Coube a Vitor Bueno ser substituído pelo colombiano Copete, aos 12 minutos.

E foi justamente através dele que surgiu o gol santista. Pela esquerda, o colombiano deu o passe atrás de Rodrigão, na marca do pênalti. Mesmo assim, o atacante conseguiu se ajeitar e finalizar no canto direito de Marcelo Boeck, para abrir o placar.

E Copete mudou realmente a história da partida. Aos 19, após cobrança de Lucas Lima pela direita, Renato desviou de cabeça na primeira trave e Copete aproveitou para cutucar com a ponta da chuteira para o gol catarinense.

O s d o i s g o l s d e s e s t r u t u r a r a m c o m p l e t a m e n t e o b o m posicionamento defensivo da Chapecoense, que passou a ser amplamente dominada

Daí em diante, o Santos teve calma para chegar ao ataque e em nova descida Copete deu o passe para que Yuri, que substituiu Renato poucos minutos atrás, acertou um belo chute de fora da área, aos 40, e sacramentou a vitória do Peixe.

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