• Nenhum resultado encontrado

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO DE RESIDUOS

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO DE RESIDUOS"

Copied!
39
0
0

Texto

(1)

SISTEMAS INTEGRADOS DE

GESTÃO DE RESIDUOS

(2)

RESPONSABILIDADE COMPARTILHADA DO PRODUTOR

Os financiadores (em geral, as empresas que vendem os produtos que podem vir a gerar resíduos - Produtores) têm a responsabilidade de dar um destino adequado aos resíduos gerados após o consumo. Ou através de um sistema próprio de logística reversa, ou

através de um sistema integrado onde operam entidade(s) gestora(s) licenciada(s) para o efeito.

É esta responsabilização do Produtor (e do primeiro Importador) que se traduz numa obrigação legal de custear a reciclagem dos materiais (de embalagem, elétricos e eletrônicos, pilhas, baterias, óleos usados, etc.), diretamente ou por intermédio de alguma forma de associação.

Por ser demasiado difícil tratar de resíduos urbanos diretamente com sistema próprio de logística reversa, criaram-se na Europa diversas formas de resolução conjunta desse

(3)

FORMAS DE ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA INTEGRADO

O principio da Responsabilidade Compartilhada do Produtor é adaptável à realidade de cada Estado Membro integrado no respetivo enquadramento legal. Exemplo dos

Resíduos de Embalagens:

• Modelo dual (ex. Alemanha e Áustria)

• Responsabilidade total da industria (embaladores/importadores) pela coleta, triagem e reciclagem

• Coleta seletiva em paralelo com a coleta do lixo indiferenciado feito pelo município • Influência limitada ou nula das Municípios

• Modelo de créditos transacionáveis (ex. Inglaterra e Polónia)

• Não existe nenhuma ligação entre a indústria e a coleta seletiva

• Modelo compartilhado (ex. Portugal, Espanha, França, Bélgica, Luxemburgo, etc)

• Responsabilidade compartilhada entre os embaladores/importadores e as Municípios (ou Consórcios) através de acordos para a coleta seletiva

• Impostos/Taxas (ex. Hungria, Dinamarca)

(4)

MODELOS EXISTENTES NA EUROPA

O modelo mais utilizado na Europa, é através do gerenciamento do sistema por Entidades Gestoras licenciadas pelos Estados membros:

27 Países da Comunidade

Europeia

2 país com taxa Dinamarca

Hungria

2 paises com créditos transacionáveis

Polónia UK

24 países com entidades gestoras

Austria, Belgica, França, Espanha, Alemanha, Irlanda, Luxemburgo, Portugal,

Suécia, Grécia, Letónia, Lituania, Polónia, Republica Checa, Eslovaquia, Croácia, Eslovenia, Chipre, Malta, Estónia, Romenia, Bulgaria, Finlandia, Italia.

(5)

CONTEXTO E

FUNCIONAMENTO DE UMA

ENTIDADE GESTORA

(6)

ENTIDADE GESTORA

A Entidade Gestora no âmbito dos Residuos Urbanos interage perante diversos

stakeholders e públicos-alvo. Entidade Gestora Estado • Licenciamento • Reporte de informação Municípios/Consórcios • coleta dos resíduos • Pagamentos Aderentes/Financiadores (Produtores) • Angariação • Declaração de quantidades • Receitas Recicladores • Venda de Materiais • Receitas Consumidores

• Deposição de resíduos nos ecopontos/porta-a-porta

(7)

SERVIÇO DA ENTIDADE GESTORA

A Responsabilidade Legal que recai sobre as empresas, pode ser transferida para uma Entidade Gestora mediante a celebração de um contrato anual. Este contrato obriga o embalador a declarar anualmente as quantidades de produtos vendidos no mercado.

7 Aderente / Financiador Entidade Gestora Municipio Contrato de Adesão e reporte anual das quantidades de produtos colocados no mercado Contrato Reporte de quantidade de resíduos de embalagem retomados Instituições Estado

Reporte anual de taxa de retoma (em nome dos seus aderentes)

(8)

ADERENTES /

FINANCIADORES

(9)

ADERENTES / FINANCIADORES

*

9

A venda de resíduos para reciclagem não compensa o custo total das

operações de coleta, triagem e encaminhamento para reciclagem. Por este motivo, é necessário um financiamento extra para garantir que o fluxo de materiais para a industria de reciclagem não para e não fica dependente da flutuação dos valores dos materiais.

Em geral, na Europa, o Princípio da Responsabilidade Alargada do Produtor, garante que as empresas que vendem produtos no mercado, sejam

responsáveis pelos resíduos que estes geram aquando do seu fim de vida. Isso é válido para as embalagens, os elétricos eletrónicos, os carros, pneus, etc.

Por esse motivo, os financiadores das Entidades Gestoras são, em geral, as empresas responsáveis pela venda de produtos aos consumidores que são obrigadas por lei a pagar um ecovalor.

(10)

Consumidor Final

FUNCIONAMENTO DA EG – ADERENTE (PRODUTORES)

Contactos efectivos (10.932)

As empresas que vendem os produtos que podem vir a gerar resíduos –

Produtores/Importadores, têm a responsabilidade de dar um destino adequado aos resíduos gerados após o consumo. É mais económico transferir essa responsabilidade para um sistema integrado que possa cumprir, em seu nome, as metas estabelecidas.

Aderente / Financiador Varejo Entidade Gestora Logística Reversa Produto Produto Transferência de Responsabilidade

(11)

SERVIÇO

*

11

A EG presta um serviço de compliance que consiste em:

• Fazer contratos de transferência de responsabilidade com os aderentes • Recolher anualmente os dados de vendas de produtos reportados pelos

seus aderentes

• Cobrar o ecovalor respetivo

• Esclarecer dúvidas dos seus aderentes • Auditar os aderentes

Este serviço pode ser todo feito online, mas tem que haver uma equipa de apoio aos aderentes.

(12)

Material de comunicação e

adesão

SERVIÇO

Uma EG tem que dispor dos seguintes elementos para gerir uma carteira de clientes: Uma aplicação informática Treinamento da equipe Uma equipe de contato com o cliente

(13)
(14)

CONSUMIDORES

Um Sistema Integrado gerido por uma EG só funciona se os consumidores (e os hotéis, restaurantes e cafés da malha urbana) estiverem sensíveis para as questões ambientais. É muito importante que se desenhem campanhas especificas para que os consumidores possam segregar seus resíduos de forma a que sejam separados pelas Municípios ou Consórcios:

• Quanto melhor a separação na origem, mais baixos serão os custos de todo o sistema. • Quanto maior o numero de consumidores que adere a esta causa mais fácil o

(15)

15

Comportamento dos consumidores

em Portugal

29% 2% 47% 22% Nunca Separador Ex Separador Separador Total Separador Parcial

CONSUMIDORES

Na maioria dos países europeus, mais de 80% dos consumidores considera a reciclagem um assunto importante para um melhor ambiente.

No entanto, cerca de 70% dos lares faz a separação diária das suas

embalagens.

Outros fluxos de resíduos ainda estão longe das taxas de reciclagem das embalagens.

(16)

Consumidor Final

FUNCIONAMENTO DA EG - CONSUMIDOR

Contactos efectivos (10.932)

Compete à EG, convencer o consumidor a depositar o seu resíduo nos contentores adequados (ecopontos) fornecidos e mantidos pelas Municípios, desviando assim esses resíduos de aterro e facilitando o processo de triagem/separação por fluxo de material.

Entidade Gestora

Resíduo Sensibilização Ambiental

(17)
(18)

Efetuar a coleta seletiva dos resíduos depositados pelos

consumidores nos equipamentos de coleta seletiva ou porta-a-porta;

Separar os resíduos coletados de acordo com Especificações Técnicas, disponibilizando os mesmos à EG, que os encaminha para valorização por reciclagem;

Receber uma Contrapartida Financeira pelo serviço de coleta e separação dos resíduos de embalagens;

MUNICÍPIOS / CONSÓRCIOS

Ações de comunicação e sensibilização local, podendo beneficiar de apoio técnico e co-financiamento da EG, mediante prévia aprovação dos planos de comunicação

É necessário fazer contratos com as Municípios e/ou Consórcios.

As Municípios ou Consórcios de Municípios têm o objetivo de gerar economias de escala na gestão dos resíduos. Gerem todos os diversos fluxos de resíduos, incluindo os resíduos indiferenciados. São responsáveis por:

(19)

Recebem uma Contrapartida Financeira por Kg/Ton de material entregue para as usinas de reciclagem que cumpram as especificações da EG

Têm que reportar as quantidades enviadas para as usinas e comprovar

Podem ser alvo de auditoria ou caracterização

São pagos de seguindo um modelo otimizado de valorização

MUNICÍPIOS / CONSÓRCIOS

As Municípios ou Consórcios de Municípios têm a obrigação de separar os materiais com destino às usinas de reciclagem de acordo com parâmetros (especificações) previamente ditados pelas EG:

(20)

Consumidor Final

FUNCIONAMENTO DA EG - PREFEITURA

Contactos efectivos (10.932)

As Municípios (ou Consórcios de Municípios) têm como responsabilidade, disponibilizar contentores para a deposição seletiva de resíduos, bem como a sua manutenção, coleta e triagem por fluxo de material.

Uma vez separado, informa a EG das quantidades de cada material que pode ser disponibilizado para leilão aos recicladores.

Entidade Gestora Resíduo Municipio/ Consórcio coleta, triagem e reporte de quantidade de resíduos por fluxo

(21)

RECICLADORES / USINAS

DE RECICLAGEM

(22)

São agentes fundamentais para o cumprimento das metas nacionais de valorização pela reciclagem de resíduos de embalagem, minimizando as quantidades depositadas em aterro.

São empresas responsáveis pelo transporte e reciclagem dos resíduos transformando-os em matéria prima utilizada pelas várias indústrias.

São empresas que garantem a reciclagem de todos os resíduos que estão de acordo com as especificações técnicas de cada material.

(23)

O pagamento do Valor de Venda dos Resíduos por parte do reciclador pressupõe a conformidade dos resíduos com as Especificações Técnicas definidas pela EG

Os Recicladores podem apresentar reclamações sempre que os resíduos estejam não-conformes, sendo estas arbitradas pela EG

Alguns Recicladores não são o destino final dos resíduos procedendo a alguma tratamento (casco de vidro) ou revenda (sobretudo no papel/cartão)

A EG promove caracterizações e auditorias aos Recicladores sempre que necessário

(24)

FUNCIONAMENTO DA EG - RECICLADOR

Contactos efectivos (10.932)

Pode competir à EG, a venda no mercado de matérias-primas secundárias, dos

materiais devidamente triados por fluxo pelas Municípios. A receita desta venda ajudará a custear as operações. Entidade Gestora Resíduo Venda dos Resíduos no mercado Reciclador

(25)

Consumidor Final

FUNCIONAMENTO DA EG

Contactos efectivos (10.932)

A Entidade Gestora, tem assim o papel de integrar os diversos intervenientes do sistema, gerindo os diversos equilíbrios, garantindo a sustentabilidade financeira do mesmo, bem como um fluxo de informação credível entre todos.

25

Aderente /

Financiador Varejo

Entidade Gestora

Logística Reversa

Produto Produto Resíduo

Transferência de Responsabilidade

Sensibilização Ambiental para colocação nos ecopontos

Municipio/ Consórcio Resíduo Venda dos Resíduos no mercado Reciclador coleta, triagem e reporte de quantidade de resíduos por fluxo

(26)

O Financiamento das Municípios no que concerne aos custos da coleta seletiva Reportar e auditar as quantidades do sistema: colocadas no mercado pelos embaladores e coletadas pelas Municípios com destino à reciclagem

Cumprir as metas do país/Estado previstas na sua licença em nome dos seus aderentes/embaladores

Negociação com as Municípios/Consórcios de forma a promover a coleta ao mais baixo custo (custo justo)

O PAPEL DAS ENTIDADES GESTORAS

As Entidades Gestoras são responsáveis, quer pelo equilíbrio financeiro do sistema, quer pelo reporte de informação ao Estado de forma fiável e auditável.

(27)

Promovem o ecodesign e o ‘design for recycling’

Potenciam o desenvolvimento das infraestruturas das Municípios e Consórcios

Promovem a eficiência dos custos do sistema Desenvolvem a sensibilização junto da população

O PAPEL DAS ENTIDADES GESTORAS

Uma EG é assim constituída com o objetivo de garantir a gestão de um sistema integrado, em nome e por conta dos seus aderentes (financiadores).

As EG têm um papel importante no desenvolvimento ambiental e na sustentabilidade financeira de um sistema integrado de reciclagem:

(28)
(29)

SOCIEDADE PONTO VERDE

29

A Sociedade Ponto Verde é uma entidade licenciada pelo Ministério da Economia e pelo Ministério do Ambiente e Ordenamento do Território criada em 1996, de forma a

assegurar a gestão dos resíduos de embalagens não reutilizáveis provenientes dos embaladores e de outros responsáveis pela colocação de produtos acondicionados no mercado nacional.

Nos termos da lei (art. 10.º da portaria n.º29-B/98 de 15 Janeiro) e dos seus estatutos (art. 20º) está obrigada a reinvestir ou utilizar, na sua actividade, os resultados

contabilísticos (podendo ser em provisões ou reservas para operações futuras) sendo expressamente vedada a distribuição de dividendos aos accionistas.

Foi constituída para dar cumprimento à legislação relativa à gestão de embalagens e resíduos de embalagens a nível nacional.

(30)

SOCIEDADE PONTO VERDE

ESTRUTURA ACCIONISTA

EMBOPAR (54,2 %) -representa as

empresas embaladoras/importadoras;

DISPAR (20%)-representa as empresas do

varejo;

INTERFILEIRAS (20%) - representa as

fileiras de material;

(31)

SIGRE

SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO DE RESIDUOS DE EMBALAGEM

Se:

É produtor (a sua empresa produz produtos para o mercado português e é responsável pela sua embalagem)

É produtor de marcas próprias/insígnia (a sua empresa coloca produtos no mercado com a sua marca)

É importador (a sua empresa é responsável pela primeira colocação de produtos/matérias primas embaladas no mercado nacional, independentemente de ser para consumo próprio ou não)

É utilizador de embalagens de serviço (a sua empresa utiliza embalagens de serviço nos seus pontos de venda)

Tem responsabilidades

pela gestão das

embalagens que coloca

no mercado e dos

respectivos resíduos a

que estas dão origem.

(32)

1. A empresa monta e gere um SISTEMA de

CONSIGNAÇÃO aprovado pela entidade competente

Pode aplicar-se a embalagens reutilizáveis e não reutilizáveis (autorização prévia – embalagens não reutilizáveis)

2. A empresa transfere as suas responsabilidades para um

SISTEMA INTEGRADO

Aplica-se apenas a embalagens não reutilizáveis (sujeito a licenciamento)

SIGRE

(33)

SIGRE - FUNCIONAMENTO

(34)

FLUXO URBANO

Os Fabricantes de Embalagens e de Materiais de Embalagem compram os resíduos à SPV devidamente triados, garantindo a sua valorização ou reciclagem e reintroduzindo no mercado novos objectos e novas embalagens produzidas a partir dos materiais usados e reciclados. Pagam o Valor de Retoma (VR).

O Consumidor final separa as embalagens usadas por tipo de material, colocando-as em recipientes próprios (ecopontos, ecocentros, sacos ou cestos, etc.), disponibilizados para o efeito pelos Operadores de coleta.

No Comércio e Distribuição, as embalagens não-reutilizáveis apenas podem ser comercializadas se abrangidas por um sistema que lhes garanta um destino final adequado. O Sistema Ponto Verde existe para esse fim.

Os Embaladores/Importadores que colocam no mercado nacional embalagens não-reutilizáveis têm a

responsabilidade legal de assegurar a gestão e destino final adequado dos resíduos em que aquelas se transformam após consumo. Estas empresas podem transferir essa

responsabilidade para a SPV que oferece um serviço global para a gestão de quase todos os tipos de embalagens não-reutilizáveis banais. Os

Embaladores/Importadores assumem, deste modo, o financiamento do Sistema através do Valor Ponto Verde (VPV)

Os Operadores de Gestão de Resíduos (Autarquias, Sistemas Municipais e Operadores Privados de coleta e Triagem)

efectuam a coleta selectiva e a triagem de embalagens usadas por tipo de material, disponibilizando estes resíduos à SPV, recebendo uma contrapartida económica – o Valor de Contrapartida (VC)

(35)

SOCIEDADE PONTO VERDE

IMPORTÂNCIA DOS SECTORES ACTIVIDADE

Os sectores das Bebidas, Bens Alimentares e Distribuição, representam 76% das quantidades declaradas à Sociedade Ponto Verde.

8% 2%2% 3% 4% 5% 16% 23% 37%

OUTROS OUTROS CASA JARDIM

TECNOLOGIA SAÚDE, BEELZA E HIGIENE CONSTRUÇÃO DISTRIBUIÇÃO / RETALHO BENS ALIMENTARES BEBIDAS

(36)

SOCIEDADE PONTO VERDE

CONCENTRAÇÃO DE CLIENTES

Os 700 maiores clientes representam mais de 90% da facturação. Estes clientes têm um gestor de conta dedicado.

7098 469 848 426308 85% 7% 5% 1%3%

(37)

37

PRODUTO MATERIAL PESO EMBALAGEM (g)

(1)

PREÇO POR UNIDADE (€)

(2)

2015

VPV (TON) VPV EMBALAGEM % VALOR

Cerveja Sagres garrafa 33cl Vidro 220,30 0,831 16,1 0,0035 0,43% Azeite Virgem Gallo 0,75 lts Vidro 566,22 4,290 16,1 0,0091 0,21% Açúcar branco granulado Sidul 1 kg Papel 7,73 1,090 75,9 0,0006 0,05% Esparguette Continente 500g Plástico 2,79 0,420 200,8 0,0006 0,13% Salsichas Nobre 8 und. Aço 60,00 1,000 84,5 0,0051 0,51% Atum Bom Petisco 120g Aço 34,35 1,490 84,5 0,0029 0,19% Detergente em Pó Tide 600g Papel 354,71 1,890 75,9 0,0269 1,42% Leite Magro UHT Matinal 1lt Ecal 26,83 0,820 113,9 0,0031 0,37% Iogurte aroma Longa Vida Nestlé 6x120g Plástico 17,87 1,990 200,8 0,0036 0,18% Água Luso 1,5lt Plástico 31,72 0,550 200,8 0,0064 1,16%

Total Cabaz 14,371 0,0617 0,43%

(1) Valores pesados em balanças certificadas em auditorias a embaladores desde 2007 (2) Valores referenciados no site Continente online no dia 24.03.2015

PESO DO VPV NO PREÇO POR PRODUTO

O ecovalor (Valor Ponto Verde) pago pelos aderentes ao sistema, representa menos de 0,5% do total do preço de venda ao consumidor.

(38)

REPARTIÇÃO DE CUSTOS SPV EM 2014

88% 3% 6%

3%

Contrapartidas Financeiras às Prefeituras Contrapartias a Operadores Privados Custos de Estrutura

Marketing

Cerca de 90% dos custos da SPV são os pagamentos feitos às Municípios e aos Operadores Privados por contrapartida das coletas de resíduos para reciclagem.

(39)

Rua João Chagas nº 53 – 1º dto

1495-764 Cruz Quebrada Dafundo

[email protected] 210 102 400

808 500 045 Facebook/sociedadepontoverde

Referências

Documentos relacionados

Foram desenvolvidas duas formulações, uma utilizando um adoçante natural (stévia) e outra utilizando um adoçante artificial (sucralose) e foram realizadas análises

Os maiores coeficientes da razão área/perímetro são das edificações Kanimbambo (12,75) e Barão do Rio Branco (10,22) ou seja possuem uma maior área por unidade de

atendimento integral ao portador de fissura de lábio e/ou palato, referente às ações e serviços odontológicos nos três níveis de atenção a saúde (primário, secundário

Os métodos clássicos de determinação dos coeficientes, que possuem boa qualidade de estimativa e grande estabili- dade, têm alto custo computacional no problema de super-resolução;

Plantio: Março (sementes), outubro e novembro (estacas) Característica botânica: Planta subarbustiva, perene.. Os ramos são

O fato da contagem total de hemócitos no experimento com o agroquímico Talcord não ter sido diferente significativamente entre o controle e os dois tratamentos onde os

Inicialmente, destacamos os principais pontos de convergência: • O papel tático e operacional exercido pela área de TI dos Câmpus é claramente identificável, tanto nos

Antes de caminhar efetivamente ao encontro de métodos e mecanismos que nos levem a solucionar os problemas de ajustamento e inclusão dos jovens oriundos das “tribos” juvenis urbanas