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Cristóvão Pereira FGV 5/12/2007 Prof

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FORMAÇÃO E

ADMINISTRAÇÃO DE PREÇOS

Prof. Cristóvão Pereira FGV

5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 2/83

CRISTÓVÃO PEREIRA

„ Engo. Eletricista PUC-RJ

„ Mestre em Gestão Empresarial - FGV

„ MBA New York University/Coppead

„ MBA Executivo em Finanças – Ibmec

„ Takeover Consultoria Financeira

„ Diretor Financeiro TKNB

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 3/83

CONTATOS

„ E-mail

„ [email protected] (contato)

„ [email protected] (trabalhos)

„ Página na Internet

„ http://web.mac.com/cristovao51/Material/FAP.html

„ www.cristovaopereira.blogspot.com

„ Celular

„ 11-8497-3131

„ Secretária Eletrônica (recados)

„ 11-3876-3676

FILOSOFIA DE TRABALHO

„ No stress

„ Criar interesse e curiosidade, sem medo

„ Aprender dá um certo desconforto

„ Perguntar é essencial

„ 70% do aprendizado é esforço do aluno

„ Exercícios feitos em sala

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 5/83

PONTO DE VISTA MERCADOLÓGICO

„ DOLAN, Robert e SIMON, Hermann.

„ O Poder dos Preços. São Paulo: Futura;

1998.

„ KOTLER, Philip.

„ Princípios de Marketing. São Paulo:

PHB; 1999.

5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 6/83

PONTO DE VISTA FINANCEIRO

„ ASSEF, Roberto

„ Guia Prático de Formação de Preços.

Rio de Janeiro: Campus; 1997.

„ SARDINHA, José Carlos

„ Formação de preços, a arte do negócio. Rio de Janeiro: Makron Books;

1996.

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 7/83

AVALIAÇÃO

„ 70%

„Prova individual sem consulta.

„ 30%

„Trabalhos

CUSTOS versus PREÇOS

„ Quem deve vir antes, preço ou custo?

„ O que custo tem a ver com preço?

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 9/83

CUSTOS versus PREÇOS

„ Se o mercado limita preços:

„ É preciso trabalhar a redução de custos

„ Se o mercado dá folga para preços

„ É preciso saber:

„ Se há ganho com determinado preço, ou não;

„ De quanto é este ganho.

5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 10/83

INDESEJÁVEL

CUSTOS RECEITAS

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 11/83

ACEITÁVEL

CUSTOS RECEITAS M.Mín.

ACEITÁVEL?

CUSTOS RECEITAS

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 13/83

DESEJÁVEL

CUSTOS RECEITAS M.Mín.

5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 14/83

FORMAÇÃO DE PREÇOS

„ Fundamental para a sobrevivência

„ Resultado

„ Competitividade

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 15/83

ABSURDO !!!

„ Não ter idéia da lucratividade do produto ou serviço;

„ É mais comum do que parece.

OBJETIVO DA ADMINISTRAÇÃO

„ Qual é o único objetivo da

administração em geral, e da de preços em particular?

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 17/83

OBJETIVO DA ADMINISTRAÇÃO

„„Maximizar a riqueza dos Maximizar a riqueza dos propriet

proprietáários.rios.

5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 18/83

OBJETIVO DA ADMINISTRAÇÃO

„

„Qual a diferenQual a diferençça entre lucro a entre lucro e riqueza?

e riqueza?

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 19/83

RIQUEZA versus LUCRO

Riqueza Lucro

Considera fluxos de caixa Considera receitas e despesas

Relacionada com o futuro Relacionada com o passado

Medida financeira Medida contábil

OBJETIVOS DAS POLÍTICAS DE PREÇOS

„ Maior ganho no longo prazo;

„ Aumento da participação no mercado;

„ Evitar ociosidades e desperdícios operacionais;

„ Maximizar as oportunidades de investimentos com o mínimo de capital.

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 21/83

CICLO DE VIDA DOS PRODUTOS

„ Levar em conta o ciclo de vida dos produtos

„ Introdução: iPhone

„ Crescimento: Smart phones

„ Maturidade: DVD

„ Declínio: CD

Introdução Introdução

Maturidade Maturidade

Declínio Declínio

Estratégias de Marketing Estratégias de Marketing

Investe Domina Diferencia Reposiciona Crescimento

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 23/83

MÉTODOS DE FORMAÇÃO DE PREÇOS

„ Aplicando um fator sobre os custos

„ Mark-up

„ Não maximiza a riqueza obtida

„ A partir dos preços praticados no mercado

„ Imposição de preços pelo mercado

„ Seguir o mercado

„ Não maximiza a riqueza obtida

„ A partir do valor percebido pelo consumidor

„ Análises de valor percebido pelo consumidor

MÉTODOS DE ANÁLISE DE VALOR PERCEBIDO

„ Análise por Especialistas

„ Especialistas estimam a demanda.

„ Vantagens:

„ Simples

„ Barato

„ Desvantagem:

„ Alto grau de imprecisão

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 25/83

MÉTODOS DE ANÁLISE DE VALOR PERCEBIDO

„ Pesquisas diretas de resposta ao preço

„ Clientes são entrevistados.

„ Vantagens:

„ Simples

„ Custo razoável

„ Desvantagens:

„ Isola preço como única variável

„ Obtém falsas respostas devido à questões de status

5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 26/83

MÉTODOS DE ANÁLISE DE VALOR PERCEBIDO

„ Análise Conjunta

„ Procura-se reproduzir o cenário real do consumidor a frente de várias alternativas de produtos.

„ Vantagens:

„ Considera situações próximas da real

„ Mais preciso dos métodos

„ Desvantagens:

„ Demorada

„ Cara

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 27/83

ETAPAS DA ANÁLISE CONJUNTA

„ Investigação dos principais atributos do produto

„ Determinação das alternativas de produtos/serviços, categorias e fabricantes.

„ Pré-seleção dos entrevistados, para ver adequação dos mesmos.

„ Simulação

DISCRIMINAÇÃO DE PREÇOS

„ Diferentes preços para diferentes clientes;

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PRECIFICAÇÃO DE SERVIÇOS

Baseado no artigo Quanto custa um serviço

Leonard L. Berr e Manjit S. Yadav

5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 30/83

SERVIÇO

„ É algo intangível;

„ O comprador não acrescenta bens ao patrimônio;

„ Não há transferência de propriedade;

„ Quem compra serviço compra uma promessa imaginada.

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OBJETIVO DO SERVIÇO

„ É a obtenção de desempenho por parte do prestador do serviço.

„ Incorporar benefícios ao preço e informar os clientes sobre isso.

RISCO

„ O prestador do serviço é sempre visto com desconfiança.

„ Inexistem grandes diferenças aparentes entre prestadores concorrentes.

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 33/83

ATRIBUTOS DE DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS

„ Busca

„ Experiência

„ Credibilidade

5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 34/83

ATRIBUTOS DE BUSCA

„ É tudo aquilo que pode ser avaliado antes da compra.

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 35/83

ATRIBUTOS DE EXPERIÊNCIA

„ Aquilo que só pode ser avaliado depois do serviço ser utilizado.

ATRIBUTOS DE CREDIBILIDADE

„ Aquilo que não pode ser avaliado nem antes e nem depois da prestação do serviço.

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SERVIÇOS DE CREDIBILIDADE

„ São de natureza técnica

„ Não são prestados na frente do cliente

„ Permitem abusos de preço

„ Permitem abusos de desempenho

5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 38/83

ASPECTOS TANGÍVEIS ASSOCIADOS AO SERVIÇO

„ Embora seja intangível o serviço apresenta aspectos tangíveis que se relacionam com ele.

„ Aspectos de aparência são os mais comuns.

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 39/83

INDICADOR DE QUALIDADE

„ Clientes costumam utilizar preço como referência de qualidade.

DIFERENCIADORES

„ Preço

„ Qualidade

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 41/83

PROBLEMA CENTRAL

„ Relação de custo x benefícios

„ Custo monetário: preço

„ Custos não monetários: outros custos

5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 42/83

ORIENTAÇÃO BÁSICA

„ Os benefícios devem na pior das hipóteses compensar os custos.

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 43/83

ESTRATÉGIAS

„ Satisfação;

„ Relacionamento;

„ Pricing eficiente.

SATISFAÇÃO

„ Garantia de serviços;

„ Benefícios;

„ Preço fixo.

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 45/83

RELACIONAMENTO

„ Negócios freqüentes;

„ Contratos de longo prazo;

„ Pacote de serviços.

5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 46/83

PRICING EFICIENTE

„ Eficiência nos custos;

„ Repasse de ganhos para os clientes.

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 47/83

FATORES QUE AFETAM POLÍTICA DE PRECIFICAÇÃO

„ Internos

„ Objetivos de Marketing

„ Sobrevivência;

„ Maximização dos lucros;

„ Maximização da riqueza;

„ Liderança de Participação de mercado;

„ Liderança de qualidade.

FATORES QUE AFETAM POLÍTICA DE PRECIFICAÇÃO

„ Internos

„ Estratégia do Mix de Marketing

„ O preço é apenas um dos componentes do mix de marketing

„ Muitas empresas definem primeiramente os preços e depois os demais itens.

„ Outras trabalham com o chamado “custo-alvo”

„ O custo é perseguido como alvo para permitir ter ganhos.

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 49/83

FATORES QUE AFETAM POLÍTICA DE PRECIFICAÇÃO

„ Internos

„ Custos (Fixos e Variáveis)

„ Organização

5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 50/83

FATORES QUE AFETAM POLÍTICA DE PRECIFICAÇÃO

„ Externos

„ O mercado e a demanda

„ O tipo de concorrência

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 51/83

TIPOS DE CONCORRÊNCIA

„ Concorrência Perfeita

„ Muitos vendedores e compradores

„ Produto ou serviço (mais raro) uniformes

„ Concorrência Monopolista

„ Muitos vendedores e compradores

„ Produtos semelhantes mas com diferenciações

„ Concorrência Oligopolista

„ Pequeno número de vendedores

„ Alta sensibilidade aos preços da concorrência

„ Monopólio

„ Um único vendedor

TIPOS DE DEMANDA

„ Demanda Inelástica

„ As variações de preço pouco alteram as variações das quantidades demandadas;

„ Demanda com Elasticidade Positiva

„ Os aumentos de preço reduzem as quantidades demandadas;

„ Demanda com Elasticidade Negativa

„ Os aumentos de preço aumentam as quantidades demandadas.

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 53/83

GRAU DE ELASTICIDADE

„ É a relação entre a variação percentual da demanda em relação a uma variação percentual do preço.

5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 54/83

FATORES QUE AFETAM POLÍTICA DE PRECIFICAÇÃO

„ Externos

„ Custos, preços e ofertas dos concorrentes

„ Outros fatores externos

„ Canais de distribuição

„ Fatores macro-econômicos

„ Fatores psicológicos

„ Aspectos legais etc.

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 55/83

ESTABELECIMENTO DE PREÇOS DE NOVOS PRODUTOS

„ As principais variáveis que devem ser consideradas neste caso são:

„ Qualidade

„ Preço

ESTABELECIMENTO DE PREÇOS DE NOVOS PRODUTOS

Qualidade/Preço Alto Baixo

Alta Premium Valor

Baixa Exorbitante Econômico

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 57/83

ESTRATÉGIAS DE LANÇAMENTO

„ São duas as principais estratégias de lançamento:

„ Skimming

„ Penetração no mercado

5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 58/83

SKIMMING

„ O preço de lançamento é colocado em um valor muito alto para se atingir os consumidores de alta renda;

„ Gradualmente, o preço vai sendo baixado para atingir os consumidores de mais baixa renda.

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PENETRAÇÃO NO MERCADO

„ O preço inicial é propositalmente baixo para ganhar mercado rapidamente aumentando a participação.

„ Pouco a pouco o preço pode ser aumentado a partir do momento em que os consumidores se habituem ao produto.

LINHA DE PRODUTOS

„ Faixa de preços devem ser

estabelecidos entre os diversos itens da linha de produtos.

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OPCIONAIS OU ACESSÓRIOS

„ Preços devem ser coerentes com o

produto principal ao qual os mesmos se vinculam.

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PRODUTOS CATIVOS

„ Há produtos que obrigatoriamente terão de ser usados com os produtos básicos.

„ O caso famoso é o dos cartuchos de impressoras a jato de tinta.

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PREÇO DE SUBPRODUTOS

„ Produtos que obrigatoriamente surgem da elaboração de outros produtos.

„ Geralmente têm um preço mais baixo.

PREÇO DE PACOTES

„ Os preços devem ser fixados de forma que seduzam aqueles que de outra forma não comprariam os produtos em questão.

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ESTRATÉGIAS DE ADEQUAÇÃO DE PREÇOS

„ As principais são as seguintes:

„ Descontos e abatimentos de troca

„ Segmentada

„ Psicológica

„ Promocional

„ Por valor

„ Geográfica

„ Internacional

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BALANCED SCORECARD

INTERNA CLIENTES

FINANCEIRA

INOVAÇÃO FUTURO

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CLASSIFICAÇÃO E

NOMENCLATURA DE CUSTOS

„ Gasto

„ É o nome dado a um comprometimento de recursos quando o consideramos

independentemente da sua finalidade;

„ Custo

„ Gasto com bens e serviços aplicados, ou consumidos, na produção;

„ Investimento

„ Gastos destinados a bens que viabilizem a empresa beneficiando exercícios futuros.

CLASSIFICAÇÃO E

NOMENCLATURA DE CUSTOS

„ Despesa

„ Gasto relacionado ao consumo de bens e serviços não associados à produção;

„ Perda

„ Bens ou serviços consumidos de forma anormal ou involuntária;

„ Desembolso

„ Pagamento resultante da aquisição de bem ou serviço.

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CLASSIFICAÇÃO E

NOMENCLATURA DE CUSTOS

„ Receita

„ Ingresso de recursos sob forma de bens ou direitos.

„ Tipos de custos

„ Diretos

„ Indiretos

5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 70/83

CUSTOS DIRETOS

„ Podem ser correlacionados diretamente aos bens e serviços produzidos sem a

necessidade de rateios;

„ Os mais comuns são materiais, mão de obra direta e gastos gerais de fabricação.

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CUSTOS INDIRETOS

„ Não podem ser plenamente identificados com os produtos e serviços produzidos.

„ Aluguel, energia elétrica, salários e encargos de supervisão.

CUSTOS FIXOS x VARIÁVEIS

„ Os custos podem também ser

classificados quanto a variação de seus valores no tempo.

„ No longo prazo, todos os custos são variáveis.

„ Mas no curto prazo, alguns custos são fixos.

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CUSTOS FIXOS

„ Geralmente são aqueles que permanecem mesmo quando

imaginamos que a produção de bens ou serviços é zero.

5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 74/83

CUSTOS VARIÁVEIS

„ São aqueles que variam diretamente com o nível de produção.

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 75/83

SISTEMA DE CUSTEIO DIRETO OU VARIÁVEL

„ Somente os custos variáveis são

considerados nos custos dos produtos;

„ Os custos fixos são cobertos na análise de ponto de equilíbrio pelas margens de contribuição dos produtos.

ANÁLISE DE PONTO DE EQUILÍBRIO

„ Procura determinar o volume de

produtos, ou serviços, a partir do qual a empresa começa a ter ganhos.

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5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 77/83

PONTO DE EQUILÍBRIO

Peq = CF Mc

5/12/2007 Prof. Cristóvão Pereira 78/83

SISTEMA DE CUSTEIO DIRETO OU VARIÁVEL

„ Vantagens:

„ Permite maior competitividade pois estabelece o custo por produto independentemente da produção.

„ Permite a determinação do ponto de equilíbrio a partir do qual a empresa começara a ter resultado positivo.

„ Desvantagem:

„ Não é aceito do ponto de vista legal.

Referências

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