Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro
RELATÓRIO DE ATIVIDADES 3.° TRIMESTRE DE 2000
Rio de Janeiro
novembro de 2000
Mensagem do Presidente
Ao longo do 3.º trimestre continuamos a realizar debates internos para discussão dos mandamentos da Lei de Responsabilidade Fiscal. Nossos técnicos também participaram de seminários externos, promovidos pelo Ministério do Planejamento, pelo BNDES e pela Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil. Em todos os encontros realizados, o objetivo principal era o de buscar a uniformidade no entendimento das novas regras, que irão nortear a ação dos administradores públicos e a fiscalização exercida pelas Cortes de Contas.
Esta fase de adaptação aos novos ditames da Lei é árdua para todos.
As incertezas ainda são grandes. Antigos procedimentos e práticas haverão de ser modificados. Alguns, mais de uma vez. Mas não será um trabalho em vão se conseguirmos sepultar antigas convicções que vinham orientando a gestão dos recursos públicos, principalmente aquela que considera o alcance do equilíbrio entre a arrecadação e a despesa uma preocupação para o próximo dirigente.
Quase ao final deste trimestre, a Secretaria do Tesouro Nacional publicou as Portarias n.os 469, 470 e 471 contendo quadros e instruções para a apresentação do Relatório Resumido de Execução Orçamentária e do Relatório de Gestão Fiscal, nos âmbitos Federal, Estadual e Municipal. Além disso, a Lei
de Diretrizes Orçamentárias da União para o ano de 2001, publicada no Diário Oficial da União de 26 de julho de 2000, é um ótimo guia para os poderes executivos, estadual e municipais, que ainda precisam adequar as suas Leis de Diretrizes Orçamentárias aos novos mandamentos da Lei de Responsabilidade Fiscal. No início do próximo trimestre divulgaremos aos nossos jurisdicionados os principais procedimentos, disciplinando alguns dos dispositivos da Lei, em especial aqueles relativos à elaboração e divulgação dos relatórios.
Merece destaque o recebimento das primeiras consultas formuladas por nossos jurisdicionados. Após sete anos sem exercer esta competência, devido a uma Ação Direta de Inconstitucionalidade em tramitação no Egrégio Supremo Tribunal Federal, o Plenário apreciou diversas consultas formuladas pelos titulares dos Poderes do Estado ou dos Municípios, ou de suas Administrações Indiretas, sobre dúvidas suscitadas na aplicação de dispositivos legais. As consultas devem conter a indicação precisa do seu objeto e, sempre que possível, o parecer do órgão de assistência técnica ou jurídica da autoridade consulente ou do órgão central ou setorial dos sistemas de administração financeira, de contabilidade e de auditoria.
Focalizando os resultados obtidos no 3.º trimestre, verificamos que nosso trabalho de orientação e fiscalização da gestão dos recursos públicos continua a ser desempenhado num ritmo superior ao do exercício anterior, quando já havíamos alcançado elevados índices de produtividade no exame de processos e na realização de inspeções.
Como pode se verificar nos quadros a seguir, houve substancial aumento do número de processos examinados e de inspeções realizadas ou em andamento, se compararmos com o mesmo período do exercício anterior.
QUADRO 1 – PROCESSOS EXAMINADOS
Descrição 1998 1999 Var. (%) 1.ºtrim. ao 1.ºtrim. ao Var. (%) 3.ºtrim./99 3.ºtrim./00
Processos apreciados em 21.949 36.316 65,5 25.232 40.544 60,7
Plenário.
Processos instruídos pelos
Inspetores e encaminhados 29.306 65.805 124,5 47.593 62.910 32,2
para decisão plenária.
QUADRO 2 – INSPEÇÕES REALIZADAS OU EM ANDAMENTO
Tipo de Inspeção 1.ºtrim. ao 3.ºtrim./99 1.ºtrim. ao 3.ºtrim./00 VAR.
Concluída Andamento Total Concluída Andamento Total (%)
Ordinária 196 435 631 523 284 807 27,9
Especial 31 25 56 87 46 133 137,5
Extraordinária 17 27 44 23 13 36 (18,1)
Total 244 487 731 633 343 976 33,5
Também neste trimestre a ação de fiscalização praticada pela Coordenadoria de Estudos e Análises Técnicas – CEA conseguiu gerar economia de recursos para o Estado. Ao indicar preços menores do que aqueles inicialmente definidos pelas administrações em seus processos de licitação, após comparação com os preços constantes no Catálogo de Preços Máximos, a CEA conseguiu reduzir os valores dos editais em cerca de R$ 2,1 milhões. Até o final do 3.º trimestre, a economia gerada por essa ação fiscalizadora já monta em R$ 5,5 Milhões.
Por último, devemos mencionar o início dos trabalhos de implantação de um sistema de qualidade, modelado pelas normas ISO 9002.
Liderados pelo Secretário-Geral de Controle Externo, com o apoio da Coordenadoria de Auditoria da Qualidade, nossos técnicos já estão recebendo os primeiros treinamentos para, em breve, iniciarmos a elaboração e implantação do Manual da Qualidade e dos demais procedimentos necessários à obtenção da certificação ISO 9002 até o final do 1.º semestre de 2001.
Conselheiro Aluisio Gama de Souza
Presidente
Composição
Tribunal de Contas
Conselheiro ALUISIO GAMA DE SOUZA - Presidente Conselheiro JOSÉ GOMES GRACIOSA - Vice-Presidente Conselheiro SERGIO F. QUINTELLA
Conselheiro MARCO ANTONIO BARBOSA DE ALENCAR Conselheiro JOSÉ LEITE NADER
Conselheiro JOSÉ MAURÍCIO DE LIMA NOLASCO Conselheiro JONAS LOPES DE CARVALHO JÚNIOR
Secretaria-Geral de Controle Externo
Secretário-Geral: José Roberto Ferreira Constantino Secretaria-Geral de Administração
Secretária-Geral: Sandra Maria Rodrigues Gusmão Secretaria-Geral de Planejamento
Secretário-Geral: Sérgio Fernandes Rodrigues Secretaria-Geral das Sessões
Secretária-Geral: Tania Maria de Oliveira Granado Instituto Serzedello Corrêa
Diretor-Geral: Domingos Pinto da Rocha
Ministério Público
3.ª Subprocuradoria-Geral de Justiça
3.ª Subprocuradora-Geral de Justiça – Vera Souza Leite Procurador Júlio Lambertson Rabello
Procurador Horácio Machado Medeiros
Procuradora Delja Marucia Palhares Ruthênio de Paiva Procurador Carlos Antônio da Silva Navega
Procurador Cezar Romero de Oliveira Soares Procurador Levi de Azevedo Quaresma Procurador Renato França
Endereço do TCE na Internet: www.tce.rj.gov.br
Sumário
RESUMO... 09
1. Introdução... 10
2. Organização do Tribunal, Competência e Jurisdição... 12
2.1 - Principais Órgãos da Estrutura... 12
2.2 - Competências... 14
2.3 - Jurisdição... 16
3. Controle Externo... 19
3.1 - Atos do Plenário... 19
3.1.1 - Deliberações e Resoluções... 21
3.1.2 - Pareceres Prévios em Contas de Gestão de Prefeitos... 21
3.1.3 - Parecer Prévio em Contas de Gestão do Governador de 1999... 22
3.1.4 - Acórdãos... 24
3.1.5 - Decisões em Processos... 25
3.2 - Comunicação das Decisões... 27
3.3 - Processos e Inspeções... 27
3.3.1 - Processos Instruídos... 35
3.3.2 - Inspeções Realizadas e em Andamento... 47
3.3.3 - Exame de Editais... 51
3.3.4 - Análise da Economicidade... 54
3.4 - Execução Orçamentária do Estado ... 57
4. Modernização Institucional... 64
4.1 - Projeto de Interiorização... 65
4.2 - Projetos e Atividades na Área de Informática... 68
4.3 – Programa de Qualidade... 71
4.5 - Programa de Saúde e Segurança... 74
4.6 - Programa de Pesquisa, Divulgação e Revisão de Normas e Procedimentos... 75
4.6.1 - Comissão Permanente de Estudos de Normas Legais sobre Controle da Administração Pública - CENAP... 75
4.6.2 - Revisão de Normas e Procedimentos... 77
4.6.3 - Pesquisa, Registro e Divulgação de Normas e Julgados do TCE ... 78
4.7 - Gestão de Recursos Humanos... 79
4.7.1 - Recrutamento e Seleção... 79
4.7.2 - Programa de Capacitação Profissional... 80
4.8 - Outros Programas... 83
4.8.1 - Implantação da Auditoria Ambiental e de Sistemas... 83
4.8.2 - Modernização das Bibliotecas... 86
5. Divulgação Institucional... 87
5.1 - Relatórios Institucionais... 87
5.2 - Revista do TCE... 88
5.3 - Boletim Informativo... 88
5.4 - COD Notícias... 89
5.5 - Manutenção da Home Page... 89
5.6 - Momento Cultural... 90
5.7 – Espaço Cultural Paschoal Cittadino... 92
6. Relações Institucionais ... 93
Resumo
No cumprimento de sua missão institucional, e de acordo com suas competências constitucionais, o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro apreciou em Plenário, no 3.º trimestre de 2000, 16.920 processos.
Foram realizadas 24 Sessões Ordinárias e 1 Sessão Extraordinária, nas quais decidiu-se pela diligência externa em 3.790 processos; pelo registro, em 3.252; pela ciência, conhecimento e arquivamento, em 1.952; pela comunicação, em 3.409 e, pela regularidade, em 461, dentre outros votos.
Destacam-se ainda as decisões pela notificação pessoal, em 361 processos e pela emissão de 6 pareceres prévios em Contas de Gestão de Prefeitos.
Realizaram-se, ainda, 5 Sessões Administrativas.
O corpo de inspetores, por sua vez, encaminhou 21.570 processos ao Gabinete da Presidência, com vistas à decisão plenária e concluiu 241 inspeções, encontrando-se outras 192 em andamento.
Ao final do 3.º trimestre, a jurisdição do Tribunal abrangeu 568 órgãos, fundos e entidades, das áreas estadual e municipal, nas quais é exercida a fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial. Esses órgãos, fundos e entidades foram responsáveis pela
1 - Introdução
O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, em cumprimento ao estabelecido no art. 123, § 4.º, da Constituição do Estado, combinado com o art. 4.º, inciso VII, in fine, da Lei Complementar 63/90 (Lei Orgânica do TCE), apresenta, à Assembléia Legislativa e à sociedade, as principais atividades desenvolvidas e os resultados alcançados no terceiro trimestre do exercício de 2000, refletindo o empenho e a determinação desta Corte, na realização de sua missão institucional:
EXERCER A FISCALIZAÇÃO DAS ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS ESTADUAL E MUNICIPAIS E DOS RECURSOS POR ELAS GERIDOS, ZELANDO PELA SUA LEGALIDADE E LEGITIMIDADE, BEM COMO POR SUA EFICIÊNCIA, EFICÁCIA E ECONOMICIDADE, COM A FINALIDADE PRINCIPAL DE PRESTAR CONTAS, AOS CONTRIBUINTES, DO EMPREGO QUE OS GOVERNOS FAZEM DESSES RECURSOS.
No primeiro tópico são apresentadas, de forma resumida, a organização do Tribunal, suas competências e jurisdição.
No segundo, os resultados obtidos pelo Controle Externo, com ênfase aos processos que tiveram decisão plenária e àqueles que foram apreciados pelas diversas Inspetorias, incluindo a realização de inspeções.
No terceiro tópico são apresentados os principais projetos e programas em desenvolvimento, com o objetivo de melhorar a qualidade das decisões do Tribunal, com conseqüente redução de prazos e custos. Tais projetos e programas encontram-se distribuídos entre as áreas de informática, qualidade, engenharia, saúde e segurança, capacitação profissional, revisão de normas internas e externas, dentre outras.
Finalizando, os dois últimos tópicos relacionam as atividades voltadas para o intercâmbio de informações e conhecimentos com outras entidades, além de apresentar as ações empreendidas para divulgar à sociedade e aos órgãos jurisdicionados os trabalhos realizados pelo Tribunal.
2 - Organização do Tribunal , Competência e Jurisdição
2.1- Principais Órgãos da Estrutura
O Corpo Deliberativo do Tribunal de Contas compõe-se de 7 (sete) Conselheiros.
São órgãos do Tribunal: o Plenário, a Presidência, as Delegações de Controle e os Órgãos Auxiliares.
Funciona junto ao Tribunal de Contas, o Ministério Público, com organização, atribuições, direitos e vedações estabelecidas em lei complementar própria. Nas sessões plenárias é representado pelo 3.º Subprocurador-Geral de Justiça ou seu substituto.
O Plenário, constituído pelo Presidente, Vice-Presidente e demais Conselheiros, além de suas funções jurisdicionais e competência própria e privativa, exerce, também, atribuições normativas regulamentares, no âmbito do controle externo e no da administração interna do Tribunal.
O TCE dispõe de quatro Secretarias-Gerais para atender às suas necessidades de apoio técnico e administrativo: a Secretaria-Geral de
Controle Externo - SGE, a Secretaria-Geral das Sessões - SSE, a Secretaria- Geral de Planejamento - SGP e a Secretaria-Geral de Administração - SGA.
As duas primeiras Secretarias atuam como apoio técnico e administrativo ao exercício do controle externo. Enquanto a SGE tem como principal atribuição a realização de inspeções e a preparação de instruções e pareceres nos processos encaminhados ao Tribunal, compete à SSE o registro e publicação das decisões plenárias, a comunicação dessas decisões e o controle de prazos para cumprimento das diversas determinações.
À Presidência, além das atividades administrativas necessárias ao funcionamento do Tribunal, compete ainda a distribuição dos processos aos Conselheiros Relatores, instruídos pela SGE e com a manifestação do Ministério Público, para posterior decisão em Plenário.
O TCE também conta em sua estrutura com a valiosa atuação do Instituto Serzedello Corrêa, que tem como principais atribuições a realização de cursos de pós-graduação, com programas voltados para a administração pública, e a promoção de cursos, treinamentos e seminários internos e externos, visando a capacitação de seu corpo técnico e, também, dos órgãos jurisdicionados, a organização das bibliotecas, a realização de pesquisas de novas técnicas de auditoria e de preços de produtos e serviços, contribuindo para o avanço da atividade fim do Tribunal. Ainda é responsável pela edição e publicação de estudos, teses, informativos e da Revista do TCE-RJ e a
pesquisa e divulgação de normas federais, estaduais e municipais, e da jurisprudência do STF, Tribunal de Justiça e dos julgados do TCU.
2.2- Competências
O Tribunal de Contas tem a competência de julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiro, bens e valores públicos das unidades dos Poderes do Estado e das entidades da administração indireta, incluídas as fundações e sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público estadual, os fundos e as contas daqueles que derem causa a perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte dano ao erário. Além disso, exerce a fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial das unidades dos Poderes do Estado e das demais entidades acima referidas, prestando auxílio à Assembléia Legislativa e às Câmaras Municipais, sob sua jurisdição, no exercício do controle externo.
As competências deste Tribunal são definidas na Lei Complementar n.º 63, de 1.º de agosto de 1990 (Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro), e são, em parte, descritas no quadro a seguir:
COMPETÊNCIA FUNDAMENTO
(Lei Orgânica) Apreciar, mediante parecer prévio, as contas prestadas,
anualmente, pelo Governador do Estado e pelos Prefeitos
Municipais. Art. 3.º, I
Acompanhar a arrecadação da receita a cargo do Estado e das entidades referidas anteriormente, mediante inspeções e
auditorias, ou por meio de demonstrativos próprios. Art. 3.º, II Apreciar, para fins de registro, a legalidade dos atos de
admissão de pessoal, a qualquer título, na administração direta Art. 3.º, III
e indireta, incluídas as fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público, bem como a das concessões de aposentadorias, transferências para a reserva remunerada, reforma e pensões, e das respectivas fixações de proventos e suas alterações.
Representar ao Poder competente sobre irregularidades ou abusos apurados, indicando o ato inquinado e definindo
responsabilidades. Art. 3.º, IV
Aplicar aos responsáveis, em caso de irregularidades de contas ou de despesa, inclusive a decorrente de contrato, as sanções previstas na Lei Orgânica do Tribunal, e determinar a atualização monetária dos débitos apurados.
Art. 3.º, V
Decidir sobre denúncia de irregularidade que lhe seja encaminhada por qualquer cidadão, partido político, associação
ou sindicato. Art. 3.º, VI
Decidir sobre consulta que lhe seja formulada pelos titulares dos três poderes, ou por outras autoridades, na forma estabelecida
no Regimento Interno. Art. 3.º, VII
Decidir sobre recursos interpostos às suas decisões. Art. 3.º, VIII Realizar, por iniciativa própria, da Assembléia Legislativa, de
Comissão Técnica ou de Inquérito, inspeções e auditorias de natureza contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, nas unidades administrativas dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, do Tribunal de Contas e demais entidades referidas anteriormente, inclusive para a verificação da execução dos contratos.
Art. 3.º, IX
Fiscalizar a aplicação de quaisquer recursos repassados pelo Estado mediante convênio, acordo, ajuste ou outros
instrumentos congêneres. Art. 3.º, X
Impor multas por infração da legislação contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, de normas estatutárias correlatas, por inobservância de prazos legais, regulamentares ou por ele fixados, e por descumprimento de sua decisão, bem como propor a aplicação, aos responsáveis, de outras penalidades administrativas.
Art. 3.º, XIII
Prolatar decisão com eficácia de título executivo, nos casos de imputação de débito ou multa, nos termos do art. 123, parágrafo
3.º da Constituição Estadual. Art. 3.º, XV
Propor, por intermédio da autoridade competente, as medidas necessárias ao arresto dos bens dos responsáveis julgados em
débito. Art. 3.º, XVI
Verificar a legalidade, a legitimidade e a economicidade dos
editais de licitação, na forma estabelecida em ato próprio. Art. 3.º, XVII Verificar a legalidade, a legitimidade e a economicidade das
despesas ou receitas decorrentes de atos de aprovação de
licitação, de contratos ou de instrumentos assemelhados. Art. 3.º, XVIII Aplicar as penalidades previstas na Lei Orgânica do Tribunal, no
caso de constatar despesa ilegal, ilegítima ou antieconômica, decorrente de contrato já executado, não submetido, em tempo hábil, a seu exame.
Art. 3.º, XIX
Verificar a legalidade, legitimidade e economicidade dos atos de
dispensa ou inexigibilidade de licitação. Art. 3.º, XX Determinar a instauração de tomada de contas especial.
Assinar prazo para que o órgão ou entidade adote as
providências necessárias ao exato cumprimento da lei. Art. 3.º, XXIII Sustar, se não atendido, a execução do ato impugnado,
comunicando a decisão à Assembléia Legislativa. Art. 3.º, XXIV
Além das competências aqui elencadas, outras atribuições lhe foram definidas por normas infraconstitucionais, destacando-se as seguintes:
Julgar as contas dos responsáveis pela utilização, arrecadação, controle, liquidação e desembolso de dinheiros públicos das Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público, assim qualificadas nos termos da Lei Federal n.º 9.790, de 23.03.99.
Receber representação de qualquer licitante, contratado, pessoa física ou jurídica, sobre irregularidades na aplicação da Lei n.º 8.666/93.
Verificar a legalidade, legitimidade e economicidade de apostilas referidas no § 8.º do art. 65 da Lei n.º 8.666/93.
Fiscalizar a aplicação dos recursos do FUNDEF, como determina a Lei Federal n.º 9.424/96.
Fiscalizar o cumprimento das normas estabelecidas na Lei Complementar n.º 101, de 04.05.2000, conhecida como Lei de Responsabilidade Fiscal.
2.3- Jurisdição
Conforme o estabelecido no artigo 5.º da Lei Complementar n.º 63 de 1.º de agosto de 1990, o Tribunal de Contas tem jurisdição própria e privativa, em todo o território estadual, sobre pessoas e matérias sujeitas à sua competência, abrangendo todos os órgãos, entidades e fundos da Administração Estadual e dos Municípios do Estado, excetuando os do Município do Rio de Janeiro.
No 3.º trimestre de 2000, a distribuição das entidades, fundos e órgãos jurisdicionados, abrangendo a área estadual e a área municipal, esta composta por 91 municípios, é a seguinte:
JURISDIÇÃO 3.º TRIM/00
ÁREA ESTADUAL 115
ÁREA MUNICIPAL 453
TOTAL 568
Fonte: Relatório Trimestral da Secretaria-Geral de Controle Externo
Dessa forma, a fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial é exercida pelo Tribunal em quinhentos e sessenta e oito órgãos, entidades e fundos, que foram responsáveis pela formalização de processos, demonstrada no quadro a seguir:
ORIGEM DO PROCESSO 3.º TRIM/00
TRIBUNAL DE CONTAS 1.1381
ESTADO 14.499
MUNICÍPIOS 15.862
TOTAL 10.742
Fonte: Relatório Trimestral da Secretaria-Geral de Administração
Basicamente, os processos abertos pelo Tribunal de Contas se referem às inspeções realizadas, à constituição de processos especiais de cobrança executiva, à tomada de contas ex-officio e a promoções cobrando
providências dos vários órgãos, entidades e fundos, no sentido de encaminhar documentos ou devolver processos com prazo regimental vencido.
O gráfico a seguir representa a distribuição percentual de cada origem, no terceiro trimestre de 2000:
TRIBUNAL DE CONTAS - 3,5%
ESTADO - 41,9%
MUNICÍPIOS - 54,6%
Fonte: Relatório Trimestral da Secretaria-Geral de Administração.
3- Controle Externo
3.1- Atos do Plenário
Os atos do Plenário revestem-se sob a forma de Deliberação, Resolução, Parecer Prévio, Acórdão e Decisão.
Sob a forma de Deliberação, quando o tema tratar da aprovação ou alteração do Regimento Interno, dos atos e instruções normativas, sobre aplicação de leis pertinentes à matéria de sua competência específica, abrangendo os regulamentos complementares à legislação sobre a administração financeira e orçamentária, inclusive sobre licitações e contratos, ou outras matérias de implicação externa que, a critério do Plenário, devam revestir-se dessa forma.
Serão praticados sob a forma de Resolução, quando o assunto tratar de atos definidores de estruturas, atribuições e funcionamento dos órgãos internos de auditoria financeira e orçamentária, e demais serviços auxiliares, de questões administrativas, ou outros atos de repercussão interna que, a critério do Plenário, devam revestir-se dessa forma.
No caso de Parecer Prévio, quando o ato se referir ao exame das contas anuais prestadas pelo Governador do Estado e pelos Prefeitos Municipais. Sob a forma de Acórdão, quando o ato implicar em condenação do
responsável em débito ou em alcance, em aplicação de multa e outras sanções ou em arresto de bens.
Finalmente, sob a forma de Decisão, nos demais casos, entre os quais, a tomada ou prestação de contas, a apreciação da legalidade dos atos sujeitos a registro, a verificação da legalidade, legitimidade e economicidade de toda e qualquer receita e despesa públicas, a apreciação da legalidade dos atos de licitação, de dispensa e de inexigibilidade de licitação e, bem assim, de contratos, sujeitos a conhecimento, a conversão de julgamento em diligência, a determinação de inspeções, o exame dos processos decorrentes de inspeções ou de denúncias, a solução de consultas, o sobrestamento de julgamento e o enunciado de Súmula.
Ocorreram, no trimestre, 24 Sessões Ordinárias e 1 sessão extraordinária, nas quais foram relatados 16.920 processos, e 5 Sessões Administrativas. Este total de processos é aproximadamente 50% superior ao resultado do 3.º trimestre de 1999.
3.1.1- Deliberações e Resoluções
Ao longo do 3.º trimestre de 2000, não houve aprovação em Plenário de qualquer Deliberação ou Resolução.
3.1.2- Pareceres Prévios em Contas de Gestão de Prefeitos
Pela Constituição Estadual, art.º 125, inciso I, compete ao Tribunal de Contas emitir Parecer Prévio sobre a prestação de contas da administração financeira dos Municípios.
Tal ato do Plenário somente deixará de prevalecer por decisão de dois terços dos membros da Câmara Municipal, conforme disposto na Constituição Estadual, art.º 124, § 2.º.
Essas contas, apresentadas anualmente pelos Prefeitos, dentro de 60 dias após a abertura da Sessão Legislativa, salvo disposição diversa prevista na Lei Orgânica Municipal, constituem os resultados gerais da gestão de todos os órgãos, entidades e fundos dos Poderes do Município.
O Tribunal de Contas tem prazo de 60 dias, a contar do recebimento das Prestações, para emitir parecer. No caso de terem sido apresentadas sem atender aos requisitos legais em relação à sua constituição, ou verificadas
falhas formais, o prazo concedido ao Tribunal, para apresentação de seu parecer, fluirá do dia seguinte ao da sua regularização.
Ao longo do 3.º trimestre, foram emitidos 6 pareceres relativos às Prestações de Contas dos seguintes Municípios:
MUNICÍPIO EXERCÍCIO PARECER
Itaocara 1998 Favorável c/ressalvas e determinações Silva Jardim 1997 Favorável c/ressalvas e determinações
Três Rios 1997 Contrário c/ressalvas
Cardoso Moreira 1997 Contrário c/determinações
Carapebus 1998 Favorável c/ressalvas e determinações Seropédica 1998 Favorável c/ressalvas e determinações
Fonte : Relatório Trimestral da Secretaria - Geral das Sessões
3.1.3- Parecer Prévio em Contas de Gestão do Governador de 1999
Pela Constituição Estadual, art. 123, inciso I, compete ao Tribunal de Contas emitir Parecer Prévio sobre a Prestação de Contas apresentada anualmente pelo Governador, dentro de 60 dias após a abertura da Sessão Legislativa.
O Tribunal tem prazo de 60 dias, a contar do recebimento da Prestação, para emitir parecer. No caso de ter sido apresentada sem atender aos requisitos legais em relação à sua constituição, ou verificadas falhas
formais, o prazo concedido ao Tribunal, para apresentação de seu parecer, fluirá do dia seguinte ao da sua regularização.
Em face do que estabelece o inciso XIII, do artigo 145, da Constituição do Estado do Rio de Janeiro, as Contas de Gestão do Excelentíssimo Senhor Governador Anthony Willian Garotinho Matheus de Oliveira, relativas ao exercício financeiro de 1999, foram encaminhadas a este Tribunal de Contas, no prazo legal, e protocolizadas sob o n.º TCE-RJ 103.499- 9/00.
Em sessão plenária de 18.04.2000, obedecidos os critérios regimentais de rodízio e sorteio entre os Conselheiros, foi designado Relator o Conselheiro José Leite Nader.
Em sessão especial em 08.06.2000, o Plenário acolheu, por unanimidade, o voto do relator, pela emissão de parecer prévio favorável às Contas de Gestão do Governador Anthony Willian Garotinho Mateus de Oliveira, relativas ao exercício de 1999 com ressalvas, determinações e recomendações.
O Plenário decidiu solicitar ao governo que, nas contas do exercício 2000, seja apresentado um balanço de eficácia econômica e social dos programas do Estado, com o objetivo de avaliar os benefícios que os projetos implementados com recursos públicos estão produzindo para a população.
Destacam-se as ressalvas referentes às aplicações dos recursos do Fundef, que demonstram a preocupação do Plenário em saber se os recursos do Fundo,
assim como seus rendimentos, estão sendo efetivamente aplicados em educação.
No exame das Contas de Gestão do Governo Estadual, ao Tribunal de Contas cabe verificar se foram respeitados os princípios constitucionais e legais que orientam a gestão financeira e a preparação dos demonstrativos contábeis para, através de seu Parecer Prévio, subsidiar o julgamento a ser realizado pela Assembléia Legislativa.
Através do Decreto Legislativo n.º 05/2000, publicado no Diário Oficial de 30.06.2000, a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro aprovou as Contas de Gestão do Governador, mantendo o parecer do Tribunal.
O Relatório e Voto do Conselheiro Relator José Leite Nader, foram publicados, no Diário Oficial do Rio de Janeiro de 17 de agosto de 2000.
3.1.4- Acórdãos
Foram expedidos ao longo do trimestre, como resultado das sanções decididas nas 24 sessões ordinárias, 96 acórdãos, distribuídos da seguinte forma:
TIPO DE ACORDÃO QUANTIDADE
MULTA 89
DÉBITO 07
TOTAL 96
3.1.5- Decisões em Processos
O número de processos relatados ao longo do trimestre, segundo sua natureza, encontra-se no quadro a seguir:
NATUREZA DO PROCESSO 3°TRIMESTRE/00
CONTRATOS/CONVÊNIOS 4.798
APOSENTADORIAS/REFORMAS/TRANSF. RESERVA 3.779
CONTRATOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 2.696
TERMOS 1.083
PRESTAÇÕES DE CONTAS 893
PRORROGAÇÕES DE PRAZO 794
PROMOÇÕES 634
PENSÕES 516
INSPEÇÕES 418
DISPENSAS DE LICITAÇÃO 350
INEXIGIBILIDADES 262
EDITAIS DE CONCORRÊNCIA 211
TOMADAS DE CONTAS 155
EDITAIS DE CONVOCAÇÃO/CONCURSO PÚBLICO 98
COMUNICAÇÕES 52
DENÚNCIAS/REPRESENTAÇÕES 36
RECURSOS 32
PREST. CONTAS/PREFEITOS 22
OUTRAS NATUREZAS 91
TOTAL 16.920
Fonte:Relatório Trimestral da Secretaria-Geral das Sessões
Os processos relatados em Plenário, por tipo de decisão, constam a seguir:
DECISÃO PLENÁRIA 3°TRIMESTRE/00
PELA DILIGÊNCIA EXTERNA 3.790
PELA COMUNICAÇÃO 3.409
PELO REGISTRO 3.252
PELO CONHECIMENTO 1.389
PELA RECUSA DO REGISTRO 1.293
PELO DEFERIMENTO 527
PELO SOBRESTAMENTO 522
PELA REGULARIDADE CONTAS C/ QUITAÇÃO PLENA 461
PELA CIÊNCIA 435
PELA NOTIFICAÇÃO 361
PELA APLICAÇÃO DE MULTA 308
PELA APENSAÇÃO 302
PELO INDEFERIMENTO 179
PELO ARQUIVAMENTO 128
PELA EXPEDIÇÃO DE OFÍCIO 88
PELA DILIGÊNCIA INTERNA 84
PELA CONCESSÃO DE VISTA 70
PELA ANEXAÇÃO 43
PELA CONCESSÃO DE PRAZO 40
PELA INSTAURAÇÃO DE TOMADA CONTAS ESPECIAL 25
PELA CITAÇÃO 16
CONTAS CONSIDERADAS ILIQUIDÁVEIS 11
PELA IRREGULARIDADE 10
PELO ACOLHIMENTO DA DENÚNCIA 8
PELO ACOLHIMENTO DA DEFESA 6
PELA EMISSÃO DE PARECER PRÉVIO 6
PELA DETERMINAÇÃO DE INSPEÇÃO ESPECIAL 2
PELA CONVERSÃO EM TOMADA DE CONTAS 1
OUTROS VOTOS 154
TOTAL 16.920
Fonte: Relatório Trimestral da Secretaria-Geral das Sessões
3.2- Comunicação das Decisões
Para comunicar as várias decisões, foram expedidos 4.360 ofícios, 432 notificações pessoais e 282 citações. Também deve ser mencionada a publicação de 250 editais de notificação e de 154 editais de citação no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro - DORJ, com o objetivo de aperfeiçoar a comunicação das decisões do Tribunal de Contas aos responsáveis, garantindo o princípio da ampla defesa.
Tendo em vista o que dispõe o § 2.º do art. 7.º da Deliberação n.º 204, de 13 de junho de 1996, é publicada no Diário Oficial, juntamente com a Ata de cada Sessão Plenária de Julgamento, a relação com os nomes dos citados e notificados e os números dos processos que deram origem às respectivas citações e notificações.
3.3- Processos e Inspeções
A Secretaria-Geral de Controle Externo - SGE tem como principais atribuições a realização de inspeções e a análise e instrução dos processos que são remetidos ao Tribunal por força de lei.
Seus órgãos e as atividades sob sua responsabilidade encontram-se indicadas a seguir:
Subsecretaria de Controle Estadual – SUE
A Subsecretaria de Controle Estadual tem como principal competência a coordenação do trabalho desenvolvido por 8 Inspetorias-Gerais, que abrange a realização de inspeções e o exame de processos relativos à prestação e tomada de contas, atos de dispensa e de inexigibilidade de licitação, contratos, denúncias, entre outros, e a revisão de suas instruções. Tem como área de atuação todos os órgãos, entidades e fundos da administração estadual, exceto os que têm sede fora do Município do Rio de Janeiro. A SUE se faz representar, nos órgãos estaduais sediados fora do Município do Rio de Janeiro, através da ação das Inspetorias Regionais de Controle Externo - IREs, coordenando a realização de inspeções nestes órgãos e o exame de processos, e revisando suas instruções.
Inspetorias-Gerais de Controle Estadual - IGEs
Sob a coordenação da SUE, a 1.ª, 2.ª e 3.ª Inspetorias-Gerais de Controle Estadual - IGEs têm como atribuições básicas a análise e instrução de processos de prestação e tomada de contas, também examinando os processos, em sua área de atuação, sob a ótica da economicidade, solicitando o pronunciamento da CEA, conforme disposto em ato próprio, quando constatado que os preços e custos analisados são superiores àqueles apresentados no Informativo de Preços e Custos de Produtos e Serviços, ou quando os itens cotados não constarem do mencionado informativo ou, ainda, apresentarem especificação diversa. Têm como área de atuação todos os órgãos, entidades e fundos da administração estadual, exceto os sediados fora do município do Rio de Janeiro.
As outras 5 inspetorias, igualmente sob coordenação da SUE, são responsáveis pela realização de inspeções e pela instrução de contratos, convênios, atos de dispensa e de inexigibilidade de licitação entre outros, também examinando os processos, em sua área de atuação, sob a ótica da economicidade, solicitando o pronunciamento da CEA, conforme disposto em ato próprio, quando constatado que os preços e custos analisados são superiores àqueles apresentados no Informativo de Preços e Custos de Produtos e Serviços, ou quando os itens cotados não constarem do mencionado informativo ou, ainda, apresentarem especificação diversa. São também responsáveis por proceder a realização de inspeções, sob a coordenação da CEC, para o acompanhamento in loco da execução de contratos referentes a obras e serviços de engenharia, firmados por procedimento licitatório de envio não obrigatório ao Tribunal. Têm como área de atuação todos os órgãos, entidades e fundos da administração estadual, exceto os sediados fora do município do Rio de Janeiro.
Subsecretaria de Controle Municipal – SUM
A Subsecretaria de Controle Municipal tem como principal competência a coordenação do trabalho desenvolvido por 7 Inspetorias Regionais, que abrange a realização de inspeções e o exame de processos relativos à prestação e tomada de contas, atos de dispensa e de inexigibilidade de licitação, contratos, denúncias, entre outros, procedendo a revisão de suas instruções. Tem como área de atuação todos os órgãos, entidades e fundos das administrações municipais, sob a jurisdição do TCE.
Inspetorias Regionais de Controle Externo - IREs
As Inspetorias Regionais de Controle Externo - IREs são responsáveis pela análise e instrução de processos de prestação e tomada de contas, de atos de dispensa e de inexigibilidade de licitação, contratos, denúncias, entre outros, estando sob coordenação da SUM. Também examinam os processos, em sua área de atuação, sob a ótica da economicidade, solicitando o pronunciamento da CEA, conforme disposto em ato próprio, quando constatado que os preços e custos analisados são superiores àqueles apresentados no Informativo de Preços e Custos de Produtos e Serviços, ou quando os itens cotados não constarem do mencionado informativo ou, ainda, apresentarem especificação diversa. Outra competência refere-se à apreciação da legalidade dos atos de admissão de pessoal, concessão de aposentadorias, reforma e pensão, e de fixação da remuneração dos Vereadores, Prefeitos e Vice-Prefeitos, bem como, a realização de inspeções de natureza contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, inclusive na área de pessoal e nos contratos de obras e serviços de engenharia. No caso dos processos da área de pessoal, as IREs trabalham sob coordenação da Subsecretaria de Controle de Pessoal - SUP. Já com relação aos contratos de obras e serviços de engenharia, a coordenação das inspeções é feita pela Coordenadoria de Acompanhamento da Execução Contratual - CEC. Têm como área de atuação todos os órgãos, entidades e fundos da administração direta e indireta dos poderes públicos municipais e estaduais sediados fora do Município do Rio de Janeiro. No caso destes órgãos estaduais, as IREs realizam seu trabalho sob a coordenação da Subsecretaria de Controle Estadual - SUE. As IREs têm suas sedes nos Municípios do Rio de Janeiro, Volta Redonda, Petrópolis, Nova Friburgo, Itaperuna, Cabo Frio e Niterói.
Subsecretaria de Controle de Pessoal - SUP
A Subsecretaria de Controle de Pessoal - SUP tem como principal competência a coordenação do trabalho desenvolvido por 3 Inspetorias-Gerais, que abrange o exame da legalidade, para fins de registro, dos atos de admissão de pessoal, a qualquer título, excetuadas as nomeações para cargos de provimento em comissão, concessão de aposentadorias, transferência para reserva remunerada, reforma, pensão e fixação de proventos, fixação de remuneração dos Vereadores, do Prefeito e do Vice-Prefeito e, ainda, a realização de inspeções e o exame de denúncias relativas à área de pessoal.
Também coordena a realização de inspeções ordinárias e o exame de processos referentes à área de pessoal, desenvolvidos pelas Inspetorias Regionais de Controle Externo - IREs, oriundos dos órgãos, entidades e fundos municipais e estaduais, quando sediados em municípios fora da capital do Estado. Além destes órgãos, sua área de atuação também abrange os órgãos, fundos e entidades de toda a administração estadual.
Inspetorias-Gerais de Controle de Pessoal - IGPs
• A 1.ª IGP é a responsável pela análise e instrução dos atos de pessoal relativos à esfera estadual, exceto denúncias. Também é responsável pelo reexame dos processos relativos a atos de pessoal instruídos e encaminhados pelas Inspetorias Regionais de Controle Externo - IREs, no âmbito dos órgãos da administração direta e indireta do poder público estadual, sediados em municípios, fora da capital do Estado, incluídas as fundações por eles instituídas ou mantidas.
• A 2.ª IGP tem como principal competência o reexame de processos
relativos a atos de pessoal, inclusive de fixação da remuneração de Prefeitos, Vice-Prefeitos e Vereadores, dos órgãos da administração direta e indireta do poder público municipal, incluídas as fundações por eles instituídas ou mantidas.
• A 3.ª IGP é a responsável pela realização de inspeções especiais e extraordinárias nas esferas estadual e municipal. Também tem como competência a coordenação, orientação, programação conjunta e verificação das inspeções ordinárias, na área de pessoal, realizadas pelas Inspetorias Regionais de Controle Externo - IREs, em órgãos e entidades da esfera municipal e da estadual, quando sediados fora do município do Rio de Janeiro, procedendo a revisão de suas instruções. Responde, ainda, pelo exame de denúncias, nas esferas estadual e municipal, e pela realização de inspeções ordinárias, no âmbito dos órgãos e entidades da esfera estadual, com exceção dos que têm sede fora do Município do Rio de Janeiro.
Coordenadoria de Auditoria e Desenvolvimento - CAD
Responsável pela realização de inspeções, inclusive no que se refere à área de auditoria de sistemas, de administração hospitalar e de cálculos atuariais, a ela expressamente atribuídas pela Presidência ou pelo Plenário ou, ainda, pela Secretaria-Geral de Controle Externo, observados, neste caso, os critérios de relevância, materialidade, local, disponibilidade de servidores, prazo de execução, bem como pelo acompanhamento da elaboração e execução orçamentária do Estado, pelo exame das Contas de Gestão do Governador e pelo gerenciamento do Acordo de Cooperação celebrado com o TCU. Pode atuar conjuntamente com as IREs, sempre que necessário, sob sua coordenação, e em inspeções fora do Município do Rio de Janeiro.
Também examina os processos, em sua área de atuação sob a ótica da economicidade, solicitando o pronunciamento da CEA, conforme disposto em
ato próprio, quando constatado que os preços e custos analisados são superiores àqueles apresentados no Informativo de Preços e Custos de Produtos e Serviços, ou quando os itens cotados não constarem do mencionados informativo ou, ainda, apresentarem especificação diversa.
Coordenadoria de Exame de Editais - CEE
Responsável pelo exame dos editais de licitação por concorrência.
Coordenadoria de Estudos e Análises Técnicas – CEA
A Coordenadoria de Estudos e Análises Técnicas - CEA é a responsável pelo exame, sob a ótica da economicidade, de editais de concorrência, editais de leilão, e, ainda, de quaisquer processos em que forem suscitadas dúvidas, pelos órgãos da Secretaria-Geral de Controle Externo, relativas ao princípio da economicidade, com base no Catálogo de Preços Máximos pesquisados pelo Tribunal, contendo informações sobre preços e custos máximos de produtos e serviços utilizados pela administração pública, atualizados permanentemente.
Quando a utilização do Catálogo de Preços permitir a análise do princípio da economicidade pelas IREs, IGEs e Assessorias da SUM e SUE, os processos não necessitam de reexame pela CEA. Responsável pelo fornecimento de informações e índices econômicos utilizados pela administração do Tribunal e, pelo seu Corpo Técnico, sendo que, neste caso, com o objetivo de subsidiar o exame das Contas de Gestão do Governador do Estado. Responsável também pela proposição de normas e procedimentos técnicos para análise do princípio da economicidade, exercendo ação orientadora e disciplinadora no exame de processos pelos demais órgãos do Tribunal.
Coordenadoria de Acompanhamento da Execução Contratual - CEC
A Coordenadoria de Acompanhamento da Execução Contratual - CEC tem como principal competência o acompanhamento, in loco, através de inspeções, da execução de contratos de obras e serviços de engenharia, examinando os processos, em sua área de atuação, sob a ótica da economicidade, solicitando o pronunciamento da CEA, conforme disposto em ato próprio, quando constatado que os preços e custos analisados são superiores àqueles apresentados no Informativo de Preços e Custos de Produtos e Serviços, ou quando os itens cotados não constarem do mencionado informativo ou, ainda, apresentarem especificação diversa. Nas inspeções fora do Município do Rio de Janeiro, a CEC coordena suas realizações através das Inspetorias Regionais de Controle Externo, procedendo a revisão dos relatórios. Também coordena a realização de inspeções desenvolvidas pelas Inspetorias-Gerais de Controle Estadual, para acompanhamento in loco da execução de contratos referentes a obras e serviços de engenharia, firmados por procedimento licitatório de envio não obrigatório ao Tribunal, procedendo a revisão dos respectivos relatórios. É o órgão responsável pela proposição de normas e procedimentos técnicos de engenharia, exercendo ação orientadora e disciplinadora, no acompanhamento da execução contratual de obras e serviços de engenharia, inclusive quanto aos critérios de análise de contratos e dos anexos técnicos de seus editais, roteiros de inspeção, formulários e procedimentos em sua área de especialização.
3.3.1- Processos Instruídos
O quantitativo de processos instruídos pelos diversos órgãos da Secretaria-Geral de Controle Externo - SGE e encaminhados ao Gabinete da Presidência - GAP, para remessa ao Ministério Público e posterior distribuição ao Conselheiro-Relator, é demonstrado a seguir:
ORIGEM 3.º TRIMESTRE/00
SGE (Secretaria - Geral de Controle Externo) 6.145 CEE(Coordenadoria de Exame de Editais) 250 CEC(Coordenadoria de Execução Contratual) (*) CAD(Coord. de Auditoria e Desenvolvimento) (*) CEA(Coord. de Estudos e Análises Técnicas) (*) SUE(Subsecretaria de Controle Estadual) 2.322 SUM(Subsecretaria de Controle Municipal) 1.173 SUP(Subsecretaria de Controle de Pessoal) 11.680
TOTAL 21.570
Fonte: Relatório Trimestral da Secretaria-Geral de Controle Externo
(*) CEC, CAD e CEA encaminharam processos diretamente à SGE, não tendo, portanto, processos enviados ao GAP.
Os mesmos valores apresentados na tabela anterior são utilizados na representação gráfica a seguir:
PROCESSOS INSTRUÍDOS PELO CORPO INSTRUTIVO E ENVIADOS AO GAP
0 5.000 10.000 15.000 20.000 25.000
SUP SGE SUM SUE CEE TOTAL
3.º Trimestre/00
Fonte: Relatório Trimestral da Secretaria-Geral de Controle Externo
Os processos encaminhados ao Gabinete da Presidência - GAP pela Secretaria-Geral de Controle Externo - SGE são originalmente examinados por suas Subsecretarias e Coordenadorias. Com o objetivo de melhor delimitar a atuação dos setores mencionados, o quadro a seguir demonstra o total de processos enviados por estes à SGE.
ORIGEM 3.º TRIMESTRE/00
CEE(Coordenadoria de Exame de Editais) 39 CEC(Coordenadoria de Execução Contratual) 226 CAD(Coord. de Auditoria e Desenvolvimento) 20 CEA(Coord. de Estudos e Análises Técnicas) 18 SUE(Subsecretaria de Controle Estadual) 860 SUM(Subsecretaria de Controle Municipal) 2.074 SUP(Subsecretaria de Controle de Pessoal) 2.908
TOTAL 6.145
Fonte: Relatório Trimestral da Secretaria-Geral de Controle Externo
É importante ressaltar que 21.570 processos não representam o total do trâmite processual pelo corpo instrutivo, pois diversos processos, não obstante sejam instruídos, não são remetidos ao GAP para distribuição ao Conselheiro Relator. Dentre estes, destacam-se:
• atos e contratos não sujeitos de remessa ao Tribunal (Deliberações n.o
190/95 e n.º 196/95), que são arquivados mediante autorização do Presidente, em número de 191 processos;
• matérias que, por delegação do Plenário, firmada em Deliberações, estão
sujeitas ao chamado “despacho saneador” ou “ofício saneador”, em número de 222 processos;
• processos analisados pela Subsecretaria de Controle de Pessoal e
devolvidos aos órgãos de origem para correção de falhas formais, nos termos da Deliberação n.º 190/95, em número de 1.704 processos.
Assim, o corpo instrutivo apreciou um total de 23.687 processos ao longo de todo o 3.º trimestre de 2000.
Dentre os principais processos instruídos pelo Corpo Instrutivo, no trimestre, destacam-se:
Subsecretaria de Controle de Pessoal – SUP
N.º PROCESSO ORIGEM ASSUNTO
200.349-0/00 P.M. Arraial do Cabo Consulta sobre o pagamento de servidores afastados para concorrerem a cargos eletivos.
213.311-6/00 P.M. Angra dos Reis Consulta sobre o cômputo de tempo de serviço prestado sob o regime da CLT, para concessão de licença-prêmio.
221.046-1/00 C.M. Volta Redonda Consulta sobre o aproveitamento de tempo de serviço prestado ao MOBRAL, para fins de aposentadoria.
233.298-2/00 P.M. Teresópolis Consulta sobre a aplicação de dispositivos legais referentes à Gratificação de Produtividade de Fiscais.
240.857-5/00 C.M. Cantagalo Consulta sobre a fixação dos subsídios de agentes políticos.
212.714-0/99 P.M. Belford Roxo Edital de Concurso Público 003/99, para preenchimento de vagas em diversas Secretarias Municipais.
232.914-1/00 P.M. Areal Fixação dos subsídios de agentes políticos para o quadriênio 2001/2004.
200.693-4/99 C.M. Rio das Ostras Relatório da Comissão Especial de Inquérito que apurou denúncias de corrupção no executivo de Rio das Ostras, na realização de concurso público.
202.523-3/97 P.M. Cantagalo Tomada de Contas Especial instaurada para apurar pagamentos indevidos a inativos, tendo em vista voto proferido no julgamento de relatório de inspeção ordinária realizada no IPAM.
108.086-4/97 SEC Tomada de Contas Especial instaurada para apurar pagamentos indevidos a inativos.
Subsecretaria de Controle Municipal - SUM
N.º PROCESSO ORIGEM ASSUNTO
240.676-9/00 P.M. Bom Jardim Prestação de Contas de Administração Financeira/99.
212.398-2/99 P.M. Angra dos Reis Termo de Concessão de Direito Real de Uso 002/99 firmado com a Associação dos Pais e Amigos dos Deficientes Auditivos de Angra dos Reis.
210.775-5/00 P.M. Belford Roxo Contrato de Prestação de Serviços, referente a Tomada de Preços 024/99, com o Núcleo de Consultoria e Tecnologia Ltda.
212.734-0/99 C.M. Paraty Inspeção ordinária realizada no período de 27 a 30.10.99.
210.167-3/97 P.M. Itaguaí Contrato para fornecimento de refeições com a Temperart Villares Refeições Coletivas.
240.676-9/00 P.M. Bom Jardim Prestação de Contas de Administração Financeira/99.
240.280-6/00 P.M. Duas Barras Prestação de Contas de Administração Financeira/99.
240.274-7/00 P.M. Santa Maria Madalena
Prestação de Contas de Administração Financeira/99.
240.262-4/00 P.M. Macuco Prestação de Contas de Administração Financeira/99.
230.878-7/00 P.M. Sapucaia Prestação de Contas de Administração Financeira/99.
270.769-8/00 P.M. Guapimirim Prestação de Contas de Administração Financeira/99.
270.737-5/00 P.M. Silva Jardim Prestação de Contas de Administração Financeira/99.
271.336-4/00 C.M. Cachoeiras de Macacu
Prestação de Contas Ordenador de Despesas/99.
221.014-8/00 P.M. Barra do Piraí Edital de concurso público 002/99, para provimento de cargos de magistério.
210.260-3/98 P.M. Magé Contrato para aquisição de medicamentos - indícios de superfaturamento e inobservância às Leis 4.320/64 e 8.666/93.
Subsecretaria de Controle Estadual - SUE
N º PROCESSO ORIGEM ASSUNTO
104.868-6/99 FUNCIERJ Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/98.
109.156-1/00 FDM Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
109.791-7/00 FEAS Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
107.000-2/00 FUESP Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
106.383-0/99 CEHAB Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/98.
104.245-3/00 CODERTE Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/98.
110.139-2/00 FLUMITRENS Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/98.
106.047-8/99 FUNARJ Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/98.
104.643-4/99 SEC Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/98.
111.379-6/99 SEJINT Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/98.
106.092-3/99 SUDERJ Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/98.
110.703-4/99 UERJ Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/98.
106.764-3/00 CECIERJ Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
106.783-9/00 DETRO Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
108.997-6/00 FATEC Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
106.213-4/00 FCFB Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
109.790-3/00 FIA/RJ Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
105.940-2/00 IEEA Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
106.212-0/00 MIS Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
104.837-2/00 SASEL Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
105.060-8/00 SEC Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
106.763-9/00 SECT Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
106.824-9/00 SECTRAN Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
107.004-8/00 SUDERJ Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
109.008-8/00 SEGAB Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
106.930-4/00 SEJ Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
106.914-0/00 SEO Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
107.274-5/00 FUNCIERJ Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
104.683-8/96 CODERTE Tomada de Contas Especial para apuração de irregularidades na locação de imóveis comerciais.
104.853-1/99 UERJ Tomada de Contas referente à efetuação de depósito indevido na conta da Firma Mezart Móveis Ltda.
110.107-4/99 SASC Tomada de Contas referente à aplicação incorreta de recursos de convênio.
107.992-9/00 FAETEC Tomada de Contas Ex-Officio para apuração de divergências em extratos bancários.
113.402-1/93 CODERTE Tomada de Contas Especial para apuração da renovação antecipada de contratos de locação.
106.156-1/97 CODERTE Tomada de Contas Especial para apuração de renúncia de receitas na locação de imóvel comercial.
110.953-9/98 EMOP Tomada de Contas para apuração do desaparecimento de materiais no almoxarifado central de Niterói.
101.288-4/00 TURISRIO Prestação de Contas de Ordenador de Despesas – período 01/01 a 29/03/1999.
105.936-1/00 SETRAB Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
106.926-3/00 FEEMA Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
107.988-8/00 FECAM Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
102.064-3/00 SERLA Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/98.
112.535-9/99 FECAM Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/98.
271.210-4/00 ITERJ Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
105.683-1/99 ACADEPOL Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/98.
109.846-8/00 SEMADS Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
105.589-4/00 SESP Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
N º PROCESSO ORIGEM ASSUNTO
109.394-5/00 CEASA Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/98.
109.395-9/00 CEASA Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
112.233-9/97 SARE Tomada de Contas em razão da não localização de diversos bens da Assessoria de Planejamento.
101.935-2/98 CEDAE Tomada de Contas para apurar irregularidades constatadas nas planilhas de cálculo de reajuste, referente ao contrato com a TRELSA S.A.
103.054-6/97 SEF Tomada de Contas Especial referente a inspeção extraordinária realizada na SEF e no BANERJ.
101.835-8/99 TURISRIO Tomada de Contas para apuração do desvio de adiantamento concedido.
104.459-6/00 ALERJ Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
107.478-8/99 LOTERJ Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/98.
107.498-8/99 PGE Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/98.
110.818-5/99 DPGE Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/98.
105.788-2/00 DPGE Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
105.872-9/00 TJ Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
105.965-2/00 FAF Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
105.973-9/00 IPEM Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
105.977-5/00 SEPDET Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
105.938-9/00 PGJ Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
105.941-6/00 PGJ Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
105.695-0/97 TURISRIO Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
105.831-5/00 SEPDET Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
106.033-2/00 TJ Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
102.618-5/99 CIDE Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/98.
106.377-1/99 CIDE Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/98.
106.655-6/00 GABINETE MILITAR Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
106.657-4/00 CTC Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/98.
106.668-3/00 PGE Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/99.
107.391-9/00 TURISRIO Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/98.
105.360-1/99 GABINETE MILITAR Prestação de Contas de Ordenador de Despesas/98.
Além dos processos acima relacionados, no 3º trimestre de 2000, a Subsecretaria de Controle Estadual analisou diversos outros processos, de órgãos e entidades estaduais, que envolveram um total de R$
1.717.362.926,11, com destaque para os seguintes:
N º PROCESSO ORIGEM ASSUNTO VALOR (R$)
107.057-5/00 LOTERJ Convênio de Cooperação Técnica e Financeira para
eletrificação da Costa Noroeste da Ilha Grande. 1.000.000,00 108.582-7/00 FLUMITRENS Contrato para fornecimento de bens e execução de
serviços de gerenciamento do Programa Estadual de Transportes.
3.996.010,58 108.059-0/00 CEDAE Dispensa de Licitação para aquisição de energia elétrica.
21.000.000,00 101.509-6/00 SES Inexigibilidade de Licitação para aquisição de
medicamentos. 4.101.006,00
103.868-4/00 FIA Inexigibilidade de Licitação para aquisição de gêneros
alimentícios. 21.000.000,00
104.609-3/00 SES Inexigibilidade de Licitação para aquisição de
medicamentos. 3.249.708,00
106.952-2/00 CEDAE Inexigibilidade de Licitação para distribuição de cheques
mercado e cestas de alimentação aos funcionários. 8.298.276,00 107.117-1/00 CEDAE Inexigibilidade de Licitação para aquisição de tickets
refeição. 16.444.394,64
N º PROCESSO ORIGEM ASSUNTO VALOR (R$)