3.1- Atos do Plenário
Os atos do Plenário revestem-se sob a forma de Deliberação, Resolução, Parecer Prévio, Acórdão e Decisão.
Sob a forma de Deliberação, quando o tema tratar da aprovação ou alteração do Regimento Interno, dos atos e instruções normativas, sobre aplicação de leis pertinentes à matéria de sua competência específica, abrangendo os regulamentos complementares à legislação sobre a administração financeira e orçamentária, inclusive sobre licitações e contratos, ou outras matérias de implicação externa que, a critério do Plenário, devam revestir-se dessa forma.
Serão praticados sob a forma de Resolução, quando o assunto tratar de atos definidores de estruturas, atribuições e funcionamento dos órgãos internos de auditoria financeira e orçamentária, e demais serviços auxiliares, de questões administrativas, ou outros atos de repercussão interna que, a critério do Plenário, devam revestir-se dessa forma.
No caso de Parecer Prévio, quando o ato se referir ao exame das contas anuais prestadas pelo Governador do Estado e pelos Prefeitos Municipais. Sob a forma de Acórdão, quando o ato implicar em condenação do
responsável em débito ou em alcance, em aplicação de multa e outras sanções ou em arresto de bens.
Finalmente, sob a forma de Decisão, nos demais casos, entre os quais, a tomada ou prestação de contas, a apreciação da legalidade dos atos sujeitos a registro, a verificação da legalidade, legitimidade e economicidade de toda e qualquer receita e despesa públicas, a apreciação da legalidade dos atos de licitação, de dispensa e de inexigibilidade de licitação e, bem assim, de contratos, sujeitos a conhecimento, a conversão de julgamento em diligência, a determinação de inspeções, o exame dos processos decorrentes de inspeções ou de denúncias, a solução de consultas, o sobrestamento de julgamento e o enunciado de Súmula.
Ocorreram, no trimestre, 24 Sessões Ordinárias e 1 sessão extraordinária, nas quais foram relatados 16.920 processos, e 5 Sessões Administrativas. Este total de processos é aproximadamente 50% superior ao resultado do 3.º trimestre de 1999.
3.1.1- Deliberações e Resoluções
Ao longo do 3.º trimestre de 2000, não houve aprovação em Plenário de qualquer Deliberação ou Resolução.
3.1.2- Pareceres Prévios em Contas de Gestão de Prefeitos
Pela Constituição Estadual, art.º 125, inciso I, compete ao Tribunal de Contas emitir Parecer Prévio sobre a prestação de contas da administração financeira dos Municípios.
Tal ato do Plenário somente deixará de prevalecer por decisão de dois terços dos membros da Câmara Municipal, conforme disposto na Constituição Estadual, art.º 124, § 2.º.
Essas contas, apresentadas anualmente pelos Prefeitos, dentro de 60 dias após a abertura da Sessão Legislativa, salvo disposição diversa prevista na Lei Orgânica Municipal, constituem os resultados gerais da gestão de todos os órgãos, entidades e fundos dos Poderes do Município.
O Tribunal de Contas tem prazo de 60 dias, a contar do recebimento das Prestações, para emitir parecer. No caso de terem sido apresentadas sem atender aos requisitos legais em relação à sua constituição, ou verificadas
falhas formais, o prazo concedido ao Tribunal, para apresentação de seu parecer, fluirá do dia seguinte ao da sua regularização.
Ao longo do 3.º trimestre, foram emitidos 6 pareceres relativos às Prestações de Contas dos seguintes Municípios:
MUNICÍPIO EXERCÍCIO PARECER
Itaocara 1998 Favorável c/ressalvas e determinações Silva Jardim 1997 Favorável c/ressalvas e determinações
Três Rios 1997 Contrário c/ressalvas
Cardoso Moreira 1997 Contrário c/determinações
Carapebus 1998 Favorável c/ressalvas e determinações Seropédica 1998 Favorável c/ressalvas e determinações
Fonte : Relatório Trimestral da Secretaria - Geral das Sessões
3.1.3- Parecer Prévio em Contas de Gestão do Governador de 1999
Pela Constituição Estadual, art. 123, inciso I, compete ao Tribunal de Contas emitir Parecer Prévio sobre a Prestação de Contas apresentada anualmente pelo Governador, dentro de 60 dias após a abertura da Sessão Legislativa.
O Tribunal tem prazo de 60 dias, a contar do recebimento da Prestação, para emitir parecer. No caso de ter sido apresentada sem atender aos requisitos legais em relação à sua constituição, ou verificadas falhas
formais, o prazo concedido ao Tribunal, para apresentação de seu parecer, fluirá do dia seguinte ao da sua regularização.
Em face do que estabelece o inciso XIII, do artigo 145, da Constituição do Estado do Rio de Janeiro, as Contas de Gestão do Excelentíssimo Senhor Governador Anthony Willian Garotinho Matheus de Oliveira, relativas ao exercício financeiro de 1999, foram encaminhadas a este Tribunal de Contas, no prazo legal, e protocolizadas sob o n.º TCE-RJ 103.499-9/00.
Em sessão plenária de 18.04.2000, obedecidos os critérios regimentais de rodízio e sorteio entre os Conselheiros, foi designado Relator o Conselheiro José Leite Nader.
Em sessão especial em 08.06.2000, o Plenário acolheu, por unanimidade, o voto do relator, pela emissão de parecer prévio favorável às Contas de Gestão do Governador Anthony Willian Garotinho Mateus de Oliveira, relativas ao exercício de 1999 com ressalvas, determinações e recomendações.
O Plenário decidiu solicitar ao governo que, nas contas do exercício 2000, seja apresentado um balanço de eficácia econômica e social dos programas do Estado, com o objetivo de avaliar os benefícios que os projetos implementados com recursos públicos estão produzindo para a população.
Destacam-se as ressalvas referentes às aplicações dos recursos do Fundef, que demonstram a preocupação do Plenário em saber se os recursos do Fundo,
assim como seus rendimentos, estão sendo efetivamente aplicados em educação.
No exame das Contas de Gestão do Governo Estadual, ao Tribunal de Contas cabe verificar se foram respeitados os princípios constitucionais e legais que orientam a gestão financeira e a preparação dos demonstrativos contábeis para, através de seu Parecer Prévio, subsidiar o julgamento a ser realizado pela Assembléia Legislativa.
Através do Decreto Legislativo n.º 05/2000, publicado no Diário Oficial de 30.06.2000, a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro aprovou as Contas de Gestão do Governador, mantendo o parecer do Tribunal.
O Relatório e Voto do Conselheiro Relator José Leite Nader, foram publicados, no Diário Oficial do Rio de Janeiro de 17 de agosto de 2000.
3.1.4- Acórdãos
Foram expedidos ao longo do trimestre, como resultado das sanções decididas nas 24 sessões ordinárias, 96 acórdãos, distribuídos da seguinte forma:
TIPO DE ACORDÃO QUANTIDADE
MULTA 89
DÉBITO 07
TOTAL 96
3.1.5- Decisões em Processos
O número de processos relatados ao longo do trimestre, segundo sua natureza, encontra-se no quadro a seguir:
NATUREZA DO PROCESSO 3°TRIMESTRE/00
CONTRATOS/CONVÊNIOS 4.798
APOSENTADORIAS/REFORMAS/TRANSF. RESERVA 3.779
CONTRATOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 2.696
TERMOS 1.083
PRESTAÇÕES DE CONTAS 893
PRORROGAÇÕES DE PRAZO 794
PROMOÇÕES 634
PENSÕES 516
INSPEÇÕES 418
DISPENSAS DE LICITAÇÃO 350
INEXIGIBILIDADES 262
EDITAIS DE CONCORRÊNCIA 211
TOMADAS DE CONTAS 155
EDITAIS DE CONVOCAÇÃO/CONCURSO PÚBLICO 98
COMUNICAÇÕES 52
DENÚNCIAS/REPRESENTAÇÕES 36
RECURSOS 32
PREST. CONTAS/PREFEITOS 22
OUTRAS NATUREZAS 91
TOTAL 16.920
Fonte:Relatório Trimestral da Secretaria-Geral das Sessões
Os processos relatados em Plenário, por tipo de decisão, constam a seguir:
DECISÃO PLENÁRIA 3°TRIMESTRE/00
PELA DILIGÊNCIA EXTERNA 3.790
PELA COMUNICAÇÃO 3.409
PELO REGISTRO 3.252
PELO CONHECIMENTO 1.389
PELA RECUSA DO REGISTRO 1.293
PELO DEFERIMENTO 527
PELO SOBRESTAMENTO 522
PELA REGULARIDADE CONTAS C/ QUITAÇÃO PLENA 461
PELA CIÊNCIA 435
PELA NOTIFICAÇÃO 361
PELA APLICAÇÃO DE MULTA 308
PELA APENSAÇÃO 302
PELO INDEFERIMENTO 179
PELO ARQUIVAMENTO 128
PELA EXPEDIÇÃO DE OFÍCIO 88
PELA DILIGÊNCIA INTERNA 84
PELA CONCESSÃO DE VISTA 70
PELA ANEXAÇÃO 43
PELA CONCESSÃO DE PRAZO 40
PELA INSTAURAÇÃO DE TOMADA CONTAS ESPECIAL 25
PELA CITAÇÃO 16
CONTAS CONSIDERADAS ILIQUIDÁVEIS 11
PELA IRREGULARIDADE 10
PELO ACOLHIMENTO DA DENÚNCIA 8
PELO ACOLHIMENTO DA DEFESA 6
PELA EMISSÃO DE PARECER PRÉVIO 6
PELA DETERMINAÇÃO DE INSPEÇÃO ESPECIAL 2
PELA CONVERSÃO EM TOMADA DE CONTAS 1
OUTROS VOTOS 154
TOTAL 16.920
Fonte: Relatório Trimestral da Secretaria-Geral das Sessões
3.2- Comunicação das Decisões
Para comunicar as várias decisões, foram expedidos 4.360 ofícios, 432 notificações pessoais e 282 citações. Também deve ser mencionada a publicação de 250 editais de notificação e de 154 editais de citação no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro - DORJ, com o objetivo de aperfeiçoar a comunicação das decisões do Tribunal de Contas aos responsáveis, garantindo o princípio da ampla defesa.
Tendo em vista o que dispõe o § 2.º do art. 7.º da Deliberação n.º 204, de 13 de junho de 1996, é publicada no Diário Oficial, juntamente com a Ata de cada Sessão Plenária de Julgamento, a relação com os nomes dos citados e notificados e os números dos processos que deram origem às respectivas citações e notificações.
3.3- Processos e Inspeções
A Secretaria-Geral de Controle Externo - SGE tem como principais atribuições a realização de inspeções e a análise e instrução dos processos que são remetidos ao Tribunal por força de lei.
Seus órgãos e as atividades sob sua responsabilidade encontram-se indicadas a seguir:
Subsecretaria de Controle Estadual – SUE
A Subsecretaria de Controle Estadual tem como principal competência a coordenação do trabalho desenvolvido por 8 Inspetorias-Gerais, que abrange a realização de inspeções e o exame de processos relativos à prestação e tomada de contas, atos de dispensa e de inexigibilidade de licitação, contratos, denúncias, entre outros, e a revisão de suas instruções. Tem como área de atuação todos os órgãos, entidades e fundos da administração estadual, exceto os que têm sede fora do Município do Rio de Janeiro. A SUE se faz representar, nos órgãos estaduais sediados fora do Município do Rio de Janeiro, através da ação das Inspetorias Regionais de Controle Externo - IREs, coordenando a realização de inspeções nestes órgãos e o exame de processos, e revisando suas instruções.
Inspetorias-Gerais de Controle Estadual - IGEs
Sob a coordenação da SUE, a 1.ª, 2.ª e 3.ª Inspetorias-Gerais de Controle Estadual - IGEs têm como atribuições básicas a análise e instrução de processos de prestação e tomada de contas, também examinando os processos, em sua área de atuação, sob a ótica da economicidade, solicitando o pronunciamento da CEA, conforme disposto em ato próprio, quando constatado que os preços e custos analisados são superiores àqueles apresentados no Informativo de Preços e Custos de Produtos e Serviços, ou quando os itens cotados não constarem do mencionado informativo ou, ainda, apresentarem especificação diversa. Têm como área de atuação todos os órgãos, entidades e fundos da administração estadual, exceto os sediados fora do município do Rio de Janeiro.
As outras 5 inspetorias, igualmente sob coordenação da SUE, são responsáveis pela realização de inspeções e pela instrução de contratos, convênios, atos de dispensa e de inexigibilidade de licitação entre outros, também examinando os processos, em sua área de atuação, sob a ótica da economicidade, solicitando o pronunciamento da CEA, conforme disposto em ato próprio, quando constatado que os preços e custos analisados são superiores àqueles apresentados no Informativo de Preços e Custos de Produtos e Serviços, ou quando os itens cotados não constarem do mencionado informativo ou, ainda, apresentarem especificação diversa. São também responsáveis por proceder a realização de inspeções, sob a coordenação da CEC, para o acompanhamento in loco da execução de contratos referentes a obras e serviços de engenharia, firmados por procedimento licitatório de envio não obrigatório ao Tribunal. Têm como área de atuação todos os órgãos, entidades e fundos da administração estadual, exceto os sediados fora do município do Rio de Janeiro.
Subsecretaria de Controle Municipal – SUM
A Subsecretaria de Controle Municipal tem como principal competência a coordenação do trabalho desenvolvido por 7 Inspetorias Regionais, que abrange a realização de inspeções e o exame de processos relativos à prestação e tomada de contas, atos de dispensa e de inexigibilidade de licitação, contratos, denúncias, entre outros, procedendo a revisão de suas instruções. Tem como área de atuação todos os órgãos, entidades e fundos das administrações municipais, sob a jurisdição do TCE.
Inspetorias Regionais de Controle Externo - IREs
As Inspetorias Regionais de Controle Externo - IREs são responsáveis pela análise e instrução de processos de prestação e tomada de contas, de atos de dispensa e de inexigibilidade de licitação, contratos, denúncias, entre outros, estando sob coordenação da SUM. Também examinam os processos, em sua área de atuação, sob a ótica da economicidade, solicitando o pronunciamento da CEA, conforme disposto em ato próprio, quando constatado que os preços e custos analisados são superiores àqueles apresentados no Informativo de Preços e Custos de Produtos e Serviços, ou quando os itens cotados não constarem do mencionado informativo ou, ainda, apresentarem especificação diversa. Outra competência refere-se à apreciação da legalidade dos atos de admissão de pessoal, concessão de aposentadorias, reforma e pensão, e de fixação da remuneração dos Vereadores, Prefeitos e Vice-Prefeitos, bem como, a realização de inspeções de natureza contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, inclusive na área de pessoal e nos contratos de obras e serviços de engenharia. No caso dos processos da área de pessoal, as IREs trabalham sob coordenação da Subsecretaria de Controle de Pessoal - SUP. Já com relação aos contratos de obras e serviços de engenharia, a coordenação das inspeções é feita pela Coordenadoria de Acompanhamento da Execução Contratual - CEC. Têm como área de atuação todos os órgãos, entidades e fundos da administração direta e indireta dos poderes públicos municipais e estaduais sediados fora do Município do Rio de Janeiro. No caso destes órgãos estaduais, as IREs realizam seu trabalho sob a coordenação da Subsecretaria de Controle Estadual - SUE. As IREs têm suas sedes nos Municípios do Rio de Janeiro, Volta Redonda, Petrópolis, Nova Friburgo, Itaperuna, Cabo Frio e Niterói.
Subsecretaria de Controle de Pessoal - SUP
A Subsecretaria de Controle de Pessoal - SUP tem como principal competência a coordenação do trabalho desenvolvido por 3 Inspetorias-Gerais, que abrange o exame da legalidade, para fins de registro, dos atos de admissão de pessoal, a qualquer título, excetuadas as nomeações para cargos de provimento em comissão, concessão de aposentadorias, transferência para reserva remunerada, reforma, pensão e fixação de proventos, fixação de remuneração dos Vereadores, do Prefeito e do Vice-Prefeito e, ainda, a realização de inspeções e o exame de denúncias relativas à área de pessoal.
Também coordena a realização de inspeções ordinárias e o exame de processos referentes à área de pessoal, desenvolvidos pelas Inspetorias Regionais de Controle Externo - IREs, oriundos dos órgãos, entidades e fundos municipais e estaduais, quando sediados em municípios fora da capital do Estado. Além destes órgãos, sua área de atuação também abrange os órgãos, fundos e entidades de toda a administração estadual.
Inspetorias-Gerais de Controle de Pessoal - IGPs
• A 1.ª IGP é a responsável pela análise e instrução dos atos de pessoal relativos à esfera estadual, exceto denúncias. Também é responsável pelo reexame dos processos relativos a atos de pessoal instruídos e encaminhados pelas Inspetorias Regionais de Controle Externo - IREs, no âmbito dos órgãos da administração direta e indireta do poder público estadual, sediados em municípios, fora da capital do Estado, incluídas as fundações por eles instituídas ou mantidas.
• A 2.ª IGP tem como principal competência o reexame de processos
relativos a atos de pessoal, inclusive de fixação da remuneração de Prefeitos, Vice-Prefeitos e Vereadores, dos órgãos da administração direta e indireta do poder público municipal, incluídas as fundações por eles instituídas ou mantidas.
• A 3.ª IGP é a responsável pela realização de inspeções especiais e extraordinárias nas esferas estadual e municipal. Também tem como competência a coordenação, orientação, programação conjunta e verificação das inspeções ordinárias, na área de pessoal, realizadas pelas Inspetorias Regionais de Controle Externo - IREs, em órgãos e entidades da esfera municipal e da estadual, quando sediados fora do município do Rio de Janeiro, procedendo a revisão de suas instruções. Responde, ainda, pelo exame de denúncias, nas esferas estadual e municipal, e pela realização de inspeções ordinárias, no âmbito dos órgãos e entidades da esfera estadual, com exceção dos que têm sede fora do Município do Rio de Janeiro.
Coordenadoria de Auditoria e Desenvolvimento - CAD
Responsável pela realização de inspeções, inclusive no que se refere à área de auditoria de sistemas, de administração hospitalar e de cálculos atuariais, a ela expressamente atribuídas pela Presidência ou pelo Plenário ou, ainda, pela Secretaria-Geral de Controle Externo, observados, neste caso, os critérios de relevância, materialidade, local, disponibilidade de servidores, prazo de execução, bem como pelo acompanhamento da elaboração e execução orçamentária do Estado, pelo exame das Contas de Gestão do Governador e pelo gerenciamento do Acordo de Cooperação celebrado com o TCU. Pode atuar conjuntamente com as IREs, sempre que necessário, sob sua coordenação, e em inspeções fora do Município do Rio de Janeiro.
Também examina os processos, em sua área de atuação sob a ótica da economicidade, solicitando o pronunciamento da CEA, conforme disposto em
ato próprio, quando constatado que os preços e custos analisados são superiores àqueles apresentados no Informativo de Preços e Custos de Produtos e Serviços, ou quando os itens cotados não constarem do mencionados informativo ou, ainda, apresentarem especificação diversa.
Coordenadoria de Exame de Editais - CEE
Responsável pelo exame dos editais de licitação por concorrência.
Coordenadoria de Estudos e Análises Técnicas – CEA
A Coordenadoria de Estudos e Análises Técnicas - CEA é a responsável pelo exame, sob a ótica da economicidade, de editais de concorrência, editais de leilão, e, ainda, de quaisquer processos em que forem suscitadas dúvidas, pelos órgãos da Secretaria-Geral de Controle Externo, relativas ao princípio da economicidade, com base no Catálogo de Preços Máximos pesquisados pelo Tribunal, contendo informações sobre preços e custos máximos de produtos e serviços utilizados pela administração pública, atualizados permanentemente.
Quando a utilização do Catálogo de Preços permitir a análise do princípio da economicidade pelas IREs, IGEs e Assessorias da SUM e SUE, os processos não necessitam de reexame pela CEA. Responsável pelo fornecimento de informações e índices econômicos utilizados pela administração do Tribunal e, pelo seu Corpo Técnico, sendo que, neste caso, com o objetivo de subsidiar o exame das Contas de Gestão do Governador do Estado. Responsável também pela proposição de normas e procedimentos técnicos para análise do princípio da economicidade, exercendo ação orientadora e disciplinadora no exame de processos pelos demais órgãos do Tribunal.
Coordenadoria de Acompanhamento da Execução Contratual - CEC
A Coordenadoria de Acompanhamento da Execução Contratual - CEC tem como principal competência o acompanhamento, in loco, através de inspeções, da execução de contratos de obras e serviços de engenharia, examinando os processos, em sua área de atuação, sob a ótica da economicidade, solicitando o pronunciamento da CEA, conforme disposto em ato próprio, quando constatado que os preços e custos analisados são superiores àqueles apresentados no Informativo de Preços e Custos de Produtos e Serviços, ou quando os itens cotados não constarem do mencionado informativo ou, ainda, apresentarem especificação diversa. Nas inspeções fora do Município do Rio de Janeiro, a CEC coordena suas realizações através das Inspetorias Regionais de Controle Externo, procedendo a revisão dos relatórios. Também coordena a realização de inspeções desenvolvidas pelas Inspetorias-Gerais de Controle Estadual, para acompanhamento in loco da execução de contratos referentes a obras e serviços de engenharia, firmados por procedimento licitatório de envio não obrigatório ao Tribunal, procedendo a revisão dos respectivos relatórios. É o órgão responsável pela proposição de normas e procedimentos técnicos de engenharia, exercendo ação orientadora e disciplinadora, no acompanhamento da execução contratual de obras e serviços de engenharia, inclusive quanto aos critérios de análise de contratos e dos anexos técnicos de seus editais, roteiros de inspeção, formulários e procedimentos em sua área de especialização.
3.3.1- Processos Instruídos
O quantitativo de processos instruídos pelos diversos órgãos da Secretaria-Geral de Controle Externo - SGE e encaminhados ao Gabinete da Presidência - GAP, para remessa ao Ministério Público e posterior distribuição ao Conselheiro-Relator, é demonstrado a seguir:
O quantitativo de processos instruídos pelos diversos órgãos da Secretaria-Geral de Controle Externo - SGE e encaminhados ao Gabinete da Presidência - GAP, para remessa ao Ministério Público e posterior distribuição ao Conselheiro-Relator, é demonstrado a seguir: