Instituto de Ciências Exatas UNIFAL - Alfenas
Suponha que durante os primeiros 5 anos nos quais um novo produto esteja no mercado, são vendidas y unidades por ano quando se passaram x anos do lançamento, e
y = f (x ) = 3.000x , 0 ≤ x ≤ 5 Ache o total de vendas durante os primeiros quatro anos.
Se no caso anterior tivessemos
Suponha que durante os primeiros 5 anos nos quais um novo produto esteja no mercado, são vendidas y unidades por ano quando se passaram x anos do lançamento, e
y = f (x ) = 3.000x , 0 ≤ x ≤ 5 Ache o total de vendas durante os primeiros quatro anos. Se no caso anterior tivessemos
Problema da área
Dada uma função contínua f , não negativa no intervalo [a, b], como achar a área entre o gráfico de f no intervalo [a, b] e o eixo x?
vimos que sua derivada A0(x ) é por definição A0(x ) = lim
∆x →0
A(x + ∆x ) − A(x )
∆x (4)
O numerador do lado direito de (4) é a diferença de duas áreas: a área entre a e x + ∆x menos a área entre a e x .
Se c for o ponto médio entre x e x + ∆x , então esta diferença de áreas pode ser aproximada pela área de um retângulo com base ∆x e altura f (c).Logo,
vimos que sua derivada A0(x ) é por definição A0(x ) = lim
∆x →0
A(x + ∆x ) − A(x )
∆x (4)
O numerador do lado direito de (4) é a diferença de duas áreas: a área entre a e x + ∆x menos a área entre a e x .
Se c for o ponto médio entre x e x + ∆x , então esta diferença de áreas pode ser aproximada pela área de um retângulo com base ∆x e altura f (c).Logo,
vimos que sua derivada A0(x ) é por definição A0(x ) = lim
∆x →0
A(x + ∆x ) − A(x )
∆x (4)
O numerador do lado direito de (4) é a diferença de duas áreas: a área entre a e x + ∆x menos a área entre a e x .
Se c for o ponto médio entre x e x + ∆x , então esta diferença de áreas pode ser aproximada pela área de um retângulo com base ∆x e altura f (c).Logo,
vimos que sua derivada A0(x ) é por definição A0(x ) = lim
∆x →0
A(x + ∆x ) − A(x )
∆x (4)
O numerador do lado direito de (4) é a diferença de duas áreas: a área entre a e x + ∆x menos a área entre a e x .
Se c for o ponto médio entre x e x + ∆x , então esta diferença de áreas pode ser aproximada pela área de um retângulo com base ∆x e altura f (c).Logo,
Agora, quando ∆x → 0, o erro na aproximação (5) também tenderá a zero. Assim, A0(x ) = lim ∆x →0 A(x + ∆x ) − A(x ) ∆x =∆x →0lim f (c) (6)
Como c é o ponto médio entre x e x + ∆x , temos que c → x quando ∆x → 0.
Supomos que f seja contínua, logo f (c) → f (x ) quando c → x .
Assim, lim∆x →0f (c) = f (x ).
Portanto, de (6) segue que
Agora, quando ∆x → 0, o erro na aproximação (5) também tenderá a zero. Assim, A0(x ) = lim ∆x →0 A(x + ∆x ) − A(x ) ∆x =∆x →0lim f (c) (6)
Como c é o ponto médio entre x e x + ∆x , temos que c → x quando ∆x → 0.
Supomos que f seja contínua, logo f (c) → f (x ) quando c → x .
Assim, lim∆x →0f (c) = f (x ).
Portanto, de (6) segue que
Agora, quando ∆x → 0, o erro na aproximação (5) também tenderá a zero. Assim, A0(x ) = lim ∆x →0 A(x + ∆x ) − A(x ) ∆x =∆x →0lim f (c) (6)
Como c é o ponto médio entre x e x + ∆x , temos que c → x quando ∆x → 0.
Supomos que f seja contínua, logo f (c) → f (x ) quando c → x .
Assim, lim∆x →0f (c) = f (x ).
Portanto, de (6) segue que 0
Agora, quando ∆x → 0, o erro na aproximação (5) também tenderá a zero. Assim, A0(x ) = lim ∆x →0 A(x + ∆x ) − A(x ) ∆x =∆x →0lim f (c) (6)
Como c é o ponto médio entre x e x + ∆x , temos que c → x quando ∆x → 0.
Supomos que f seja contínua, logo f (c) → f (x ) quando c → x . Assim, lim∆x →0f (c) = f (x ).
Portanto, de (6) segue que 0
Agora, quando ∆x → 0, o erro na aproximação (5) também tenderá a zero. Assim, A0(x ) = lim ∆x →0 A(x + ∆x ) − A(x ) ∆x =∆x →0lim f (c) (6)
Como c é o ponto médio entre x e x + ∆x , temos que c → x quando ∆x → 0.
Supomos que f seja contínua, logo f (c) → f (x ) quando c → x . Assim, lim∆x →0f (c) = f (x ).
Portanto, de (6) segue que 0
Observação 3:
Isso nos diz que a derivada da função área A(x ) é a função cujo gráfico constitui o limite superior da região. Logo, para encontrar A(x ) precisamos procurar por uma função cuja derivada seja f (x ), ou seja, a antiderivada ou primitiva de f (x ).
Para isso, fazemos uma partição do intervalo aberto [a, b], isto é, dividimos o intervalo [a, b] em n subintervalos, escolhendo os pontos
a = x0<x1< ... <xi−1<xi < ... <xn =b.
Seja ∆xi =xi− xi−1o comprimento do intervalo [xi−1,xi]. Em cada
um destes intervalos [xi−1,xi], escolhemos um ponto qualquer ci. Para
cada i, i = 1, ..., n, construímos um retângulo de base ∆xi e altura
Observe graficamente que, quanto maior o número de partições,
melhor a aproximação da área. A área de cada retângulo é dada por
∆xi.f (ci),assim, a soma da área dos n retângulos é dada por
Sn=f (c1)∆x1+f (c2)∆x2+ ... +f (cn)∆xn= n X
i=1
f (ci)∆xi
que é chamada soma de Rieman da função f (x ).
Como observamos, `a medida que n cresce, e cada ∆xi torna-se muito
Observe graficamente que, quanto maior o número de partições, melhor a aproximação da área. A área de cada retângulo é dada por
∆xi.f (ci),assim, a soma da área dos n retângulos é dada por
Sn=f (c1)∆x1+f (c2)∆x2+ ... +f (cn)∆xn= n
X
i=1
f (ci)∆xi
que é chamada soma de Rieman da função f (x ).
Como observamos, `a medida que n cresce, e cada ∆xi torna-se muito pequeno, a soma das áreas se aproxima da área de A.
Observe graficamente que, quanto maior o número de partições, melhor a aproximação da área. A área de cada retângulo é dada por
∆xi.f (ci), assim, a soma da área dos n retângulos é dada por
Sn=f (c1)∆x1+f (c2)∆x2+ ... +f (cn)∆xn= n
X
i=1
f (ci)∆xi
que é chamada soma de Rieman da função f (x ).
Como observamos, `a medida que n cresce, e cada ∆xi torna-se muito pequeno, a soma das áreas se aproxima da área de A.
Observe graficamente que, quanto maior o número de partições, melhor a aproximação da área. A área de cada retângulo é dada por
∆xi.f (ci), assim, a soma da área dos n retângulos é dada por
Sn=f (c1)∆x1+f (c2)∆x2+ ... +f (cn)∆xn= n
X
i=1
f (ci)∆xi
que é chamada soma de Rieman da função f (x ).
Como observamos, `a medida que n cresce, e cada ∆xi torna-se muito
Seja y = f (x ) uma função contínua, não negativa em [a, b]. A área entre o gráfico de f no intervalo [a, b] e o eixo x, é definida por
A = lim max ∆xi→0 n X i=1 f (ci)∆xi,
onde para cada i = 1, ..., n, ci é um ponto arbitrário no intervalo
[xi−1,xi].Esse limite quando existe, é chamado integral definida de f
de a até b e denotado porRb
a f (x )dx , isto é, Z b f (x )dx = A = lim n X f (c)∆x.
Seja y = f (x ) uma função contínua, não negativa em [a, b]. A área entre o gráfico de f no intervalo [a, b] e o eixo x, é definida por
A = lim max ∆xi→0 n X i=1 f (ci)∆xi,
onde para cada i = 1, ..., n, ci é um ponto arbitrário no intervalo
[xi−1,xi]. Esse limite quando existe, é chamado integral definida de f
de a até b e denotado porRb
a f (x )dx , isto é, Z b f (x )dx = A = lim n X f (c)∆xi.
Observação 4:
Sempre que utilizamos um intervalo [a, b], supomos a < b. Assim,
1 Rabf (x )dx = −Rbaf (x )dx , se a integral `a direita existir;
Observação 4:
Sempre que utilizamos um intervalo [a, b], supomos a < b. Assim,
1 Rabf (x )dx = −Rbaf (x )dx , se a integral `a direita existir;
Observação 4:
Sempre que utilizamos um intervalo [a, b], supomos a < b. Assim,
1 Rabf (x )dx = −Rbaf (x )dx , se a integral `a direita existir; 2 Raaf (x )dx = 0.
Observação 5:
SeRb
a f (x )dx existir, dizemos que f é integrável em [a, b].
O Teorema a seguir nos dá um tipo de função que sempre será integrável.
Observação 5:
SeRb
a f (x )dx existir, dizemos que f é integrável em [a, b].
O Teorema a seguir nos dá um tipo de função que sempre será integrável.
Teorema 1:
Sejam f , g integráveis em [a, b] e K uma constante. Então: 1 Kf é integrável em [a, b] eRabKf (x )dx = KRabf (x )dx ; 2 f + g é integrável em [a, b] e Rb a[f (x ) + g(x )]dx = Rb a f (x )dx + Rb a g(x )dx ;
3 Se c ∈]a, b[ e f é integrável em [a, c] e em [c, b], então Rb a f (x )dx = Rc a f (x )dx + Rb c f (x )dx ;
4 Se f (x ) ≥ 0 para todo x em [a, b], entãoRabf (x )dx ≥ 0;
5 Se f (x ) ≥ g(x ) para todo x em [a, b], então
Rb
a f (x )dx ≥
Rb
Sejam f , g integráveis em [a, b] e K uma constante. Então: 1 Kf é integrável em [a, b] eRabKf (x )dx = KRabf (x )dx ; 2 f + g é integrável em [a, b] e Rb a[f (x ) + g(x )]dx = Rb a f (x )dx + Rb a g(x )dx ;
3 Se c ∈]a, b[ e f é integrável em [a, c] e em [c, b], então
Rb a f (x )dx = Rc a f (x )dx + Rb c f (x )dx ;
4 Se f (x ) ≥ 0 para todo x em [a, b], entãoRabf (x )dx ≥ 0;
5 Se f (x ) ≥ g(x ) para todo x em [a, b], então
Rb
a f (x )dx ≥
Rb
Sejam f , g integráveis em [a, b] e K uma constante. Então: 1 Kf é integrável em [a, b] eRabKf (x )dx = KRabf (x )dx ; 2 f + g é integrável em [a, b] e Rb a[f (x ) + g(x )]dx = Rb a f (x )dx + Rb a g(x )dx ;
3 Se c ∈]a, b[ e f é integrável em [a, c] e em [c, b], então
Rb a f (x )dx = Rc a f (x )dx + Rb c f (x )dx ;
4 Se f (x ) ≥ 0 para todo x em [a, b], entãoRabf (x )dx ≥ 0;
5 Se f (x ) ≥ g(x ) para todo x em [a, b], então Rb
a f (x )dx ≥
Rb
Sejam f , g integráveis em [a, b] e K uma constante. Então: 1 Kf é integrável em [a, b] eRabKf (x )dx = KRabf (x )dx ; 2 f + g é integrável em [a, b] e Rb a[f (x ) + g(x )]dx = Rb a f (x )dx + Rb a g(x )dx ;
3 Se c ∈]a, b[ e f é integrável em [a, c] e em [c, b], então
Rb a f (x )dx = Rc a f (x )dx + Rb c f (x )dx ;
4 Se f (x ) ≥ 0 para todo x em [a, b], entãoRabf (x )dx ≥ 0;
5 Se f (x ) ≥ g(x ) para todo x em [a, b], então
Rb
a f (x )dx ≥ Rb
Sejam f , g integráveis em [a, b] e K uma constante. Então: 1 Kf é integrável em [a, b] eRabKf (x )dx = KRabf (x )dx ; 2 f + g é integrável em [a, b] e Rb a[f (x ) + g(x )]dx = Rb a f (x )dx + Rb a g(x )dx ;
3 Se c ∈]a, b[ e f é integrável em [a, c] e em [c, b], então
Rb a f (x )dx = Rc a f (x )dx + Rb c f (x )dx ;
4 Se f (x ) ≥ 0 para todo x em [a, b], entãoRabf (x )dx ≥ 0;
5 Se f (x ) ≥ g(x ) para todo x em [a, b], então
Rb
a f (x )dx ≥
Rb
Sejam f , g integráveis em [a, b] e K uma constante. Então: 1 Kf é integrável em [a, b] eRabKf (x )dx = KRabf (x )dx ; 2 f + g é integrável em [a, b] e Rb a[f (x ) + g(x )]dx = Rb a f (x )dx + Rb a g(x )dx ;
3 Se c ∈]a, b[ e f é integrável em [a, c] e em [c, b], então
Rb a f (x )dx = Rc a f (x )dx + Rb c f (x )dx ;
4 Se f (x ) ≥ 0 para todo x em [a, b], entãoRabf (x )dx ≥ 0;
5 Se f (x ) ≥ g(x ) para todo x em [a, b], então
Rb
a f (x )dx ≥
Rb
Sejam f , g integráveis em [a, b] e K uma constante. Então: 1 Kf é integrável em [a, b] eRabKf (x )dx = KRabf (x )dx ; 2 f + g é integrável em [a, b] e Rb a[f (x ) + g(x )]dx = Rb a f (x )dx + Rb a g(x )dx ;
3 Se c ∈]a, b[ e f é integrável em [a, c] e em [c, b], então
Rb a f (x )dx = Rc a f (x )dx + Rb c f (x )dx ;
4 Se f (x ) ≥ 0 para todo x em [a, b], entãoRabf (x )dx ≥ 0;
5 Se f (x ) ≥ g(x ) para todo x em [a, b], então
Rb
a f (x )dx ≥
Rb
Teorema 2: (Valor Médio para Integrais)
Se f é contínua em [a, b], então existe um ponto c entre a e b tal que
Z b
a
f (x )dx = (b − a)f (c).
Isso quer dizer que a área entre o gráfico de f no intervalo [a, b] e o eixo x , é igual a área de um retângulo de base (b − a) e altura f (c).
Teorema 2: (Valor Médio para Integrais)
Se f é contínua em [a, b], então existe um ponto c entre a e b tal que
Z b
a
f (x )dx = (b − a)f (c).
Isso quer dizer que a área entre o gráfico de f no intervalo [a, b] e o eixo x , é igual a área de um retângulo de base (b − a) e altura f (c).
A seguir vamos estabelecer relações básicas entre as integrais definida e indefinida, as quais juntas formam um resultado chamado Teorema Fundamental do Cálculo.
[a, b]; neste caso, a área entre o gráfico de f no intervalo [a, b] e o eixo x é dada pela integral definida
A =
Z b
a
f (x )dx (7)
Lembrando-se da discussão do Método da antiderivada para o cálculo de áreas (Início Aula), temos que se A(x ) for a área sob o gráfico de f de a até x , então:
A0(x ) = f (x );
[a, b]; neste caso, a área entre o gráfico de f no intervalo [a, b] e o eixo x é dada pela integral definida
A =
Z b
a
f (x )dx (7)
Lembrando-se da discussão do Método da antiderivada para o cálculo de áreas (Início Aula), temos que se A(x ) for a área sob o gráfico de f de a até x , então:
A0(x ) = f (x );
[a, b]; neste caso, a área entre o gráfico de f no intervalo [a, b] e o eixo x é dada pela integral definida
A =
Z b
a
f (x )dx (7)
Lembrando-se da discussão do Método da antiderivada para o cálculo de áreas (Início Aula), temos que se A(x ) for a área sob o gráfico de f de a até x , então:
A0(x ) = f (x );
[a, b]; neste caso, a área entre o gráfico de f no intervalo [a, b] e o eixo x é dada pela integral definida
A =
Z b
a
f (x )dx (7)
Lembrando-se da discussão do Método da antiderivada para o cálculo de áreas (Início Aula), temos que se A(x ) for a área sob o gráfico de f de a até x , então:
A0(x ) = f (x );
que implica que toda primitiva de f (x ) é da forma F (x ) = A(x ) + c (8) onde c é uma constante.
Assim, de (8)
F (b) − F (a) = [A(b) + c] − [A(a) + c] = A(b) − A(a) = A − 0 = A.
Logo, (7) pode ser escrita como Z b
que implica que toda primitiva de f (x ) é da forma F (x ) = A(x ) + c (8) onde c é uma constante.
Assim, de (8)
F (b) − F (a) = [A(b) + c] − [A(a) + c] = A(b) − A(a) = A − 0 = A.
Logo, (7) pode ser escrita como
que implica que toda primitiva de f (x ) é da forma F (x ) = A(x ) + c (8) onde c é uma constante.
Assim, de (8)
F (b) − F (a) = [A(b) + c] − [A(a) + c] = A(b) − A(a) = A − 0 = A. Logo, (7) pode ser escrita como
Observação 6:
Esta equação estabelece que a integral definida pode ser calculada achando uma primitiva do integrando e substituindo nos valores extremos.
Embora chegamos a esse resultado supondo f não negativa, esta hipótese não é essencial, como veremos a seguir.
Observação 6:
Esta equação estabelece que a integral definida pode ser calculada achando uma primitiva do integrando e substituindo nos valores extremos.
Embora chegamos a esse resultado supondo f não negativa, esta hipótese não é essencial, como veremos a seguir.
Teorema 3: (Teorema Fundamental do Cálculo)
Se f é contínua em [a, b] e F é uma primitiva de f neste intervalo, então
Z b
a
Teorema 3: (Teorema Fundamental do Cálculo)
Se f é contínua em [a, b] e F é uma primitiva de f neste intervalo, então
Z b
a
Observação 7:
É usual denotar F (b) − F (a) por
Observação 7:
É usual denotar F (b) − F (a) por
Exemplo 4:
Calcule as integrais definidas:
1 R13xdx ;
Exemplo 4:
Calcule as integrais definidas:
1 R13xdx ; 2 R03(9 − x2)dx .
Exemplo 5:
Observação 8:
Nos exemplos anteriores, nenhuma constante de integração foi incluída, porque de qualquer forma ela irá sumir.
De fato, se F é uma primitiva de f (x ) em [a, b] e c uma constante, então
Z b a
Observação 8:
Nos exemplos anteriores, nenhuma constante de integração foi incluída, porque de qualquer forma ela irá sumir.
De fato, se F é uma primitiva de f (x ) em [a, b] e c uma constante, então
Z b
a
Observação 8:
Nos exemplos anteriores, nenhuma constante de integração foi incluída, porque de qualquer forma ela irá sumir.
De fato, se F é uma primitiva de f (x ) em [a, b] e c uma constante, então
Z b
a
Exemplo 6:
Esboce a região cuja área está representada pela integral definida e calcule a integral usando uma fórmula apropriada da geometria.
1 R142dx ;
Exemplo 6:
Esboce a região cuja área está representada pela integral definida e calcule a integral usando uma fórmula apropriada da geometria.
1 R142dx ; 2 R−12 (x + 2)dx .