CURSO: MBA Planejamento e Gestão Empresarial
DISCIPLINA: Economia Empresarial PROFESSOR
: Ronaldo Augusto da Silva Fernandes
ALUNO: Tarcísio Bandeira Adorno
QUESTIONÁRIO 2 1. Conceitue Inflação:
Aumento contínuo e generalizado no nível geral de preços. Os movimentos inflacionários são dinâmicos e não podem ser confundidos com altas esporádicas de preços. Devem também ser generalizados, pois a maioria dos preços deve ser sincronizada numa escala altista.
2. Qual o efeito da inflação sobre a distribuição de renda?
Uma das distorções mais sérias provocadas pela inflação é a redução do poder aquisitivo das classes que dependem de salários fixos, que possuem prazos legais de reajustes. Nesta condição estão os assalariados que, com o passar do tempo, têm seus salários reduzidos até a chegada de um novo reajuste. Os mais afetados são os trabalhadores de baixa renda, pois tudo o que ganham é consumido com sua subsistência. O que podemos verificar é que a inflação é um imposto sobre os mais pobres.
Aqueles que têm rendas advindas de aluguéis também perdem rendimento real ao longo de um processo inflacionário, entretanto, estes podem ser compensados pela valorização de seus imóveis, pois valorizam, aproximadamente, pelas taxas de inflação.
Algumas classes, porém, na são tão afetadas, como é o caso dos empresários, que têm mais condições de repassar os aumentos de custos provocados pela inflação, garantindo a manutenção de seus lucros, e o próprio governo, via correção de impostos e de tarifas públicas.
3. Qual o efeito da inflação sobre o Balanço de Pagamentos?
Inflações em níveis superiores ao aumento de preços internacionais, encarecem o produto nacional relativamente ao produzido no exterior. Dessa forma, provocam estimo as importações e desestimulo as exportações, reduzindo o saldo da balança comercial.
As autoridades, na tentativa de minimizar o déficit, são obrigadas a permitir desvalorizações cambiais, o que deprecia a moeda nacional e pode estimular a colocação de nossos produtos no exterior, desestimulando as importações.
Entretanto, as importações essenciais como petróleo e derivados, fertilizantes, equipamentos se similar nacional, tornar-se-ão imediatamente mais caras, pressionando os custos de produção dos setores que utilizam mais largamente produtos importados. Ocorre nova elevação de preço, devido ao repasse do aumento dos custo aos preços dos produtos finais. Verificamos, então, um círculo vicioso.
4. Qual o efeito da inflação sobre as expectativas?
Outra distorção diz respeito a formação das expectativas sobre o futuro. Particularmente, o setor empresarial é bastante sensível a esse tipo de situação, dada à instabilidade e a imprevisibilidade de seus lucros. Os empresários entram num compasso de espera enquanto a situação perdurar e dificilmente tomará iniciativas para aumentar seus investimentos na expansão da capacidade produtiva. Dessa forma, a capacidade de produção futura e, conseqüentemente, o nível de emprego será afetado pelo processo inflacionário.
5. Explique a inflação de Demanda:
É considerado o tipo mais clássico de inflação, diz respeito ao excesso de demanda agregada em relação à produção disponível de bens e serviços. Pode ser entendida como “dinheiro demais à procura de poucos bens”.
6. Explique a inflação de Custos:
É associada a uma inflação de oferta. O nível de demanda permanece o mesmo, porém os custos de certos insumos importantes aumentam, sendo repassados aos preços dos produtos.
7. Explique a Inflação inercial:
Os mecanismos de indexação formal (contratos, aluguéis, salários) e informal (reajuste de preços no comércio, indústria, tarifas públicas) provocam a perpetuação das taxas de inflação de períodos anteriores, sendo sempre repassadas aos preços correntes.
Mesmo sem terem apresentado aumentos significativos de seus custos, muitos setores simplesmente elevam os preços de bens e serviços pela inflação geral do país divulgada pelas instituições de pesquisa.
Nos planos antiinflacionários adotados após 19886 no Brasil, as autoridades adotaram o congelamento de preços e salários, para tentar eliminar a chamada memória inflacionária, ou seja, desindexar a economia. Outro recurso foi a troca da unidade monetária, em que durante algum tempo coexistem uma moeda inflacionária (como o cruzeiro real) e uma moeda teoricamente sem inflação (como o real), indexada ao dólar ou a uma cesta de moedas.
8. Explique a inflação de expectativas:
Está associada aos aumentos de preços provocados pelas expectativas dos agentes de que a inflação futura tende a crescer, e eles procuram resguardar suas margens de lucro. No Brasil, esse fator tem sido muito presente antes de mudanças de governo, com os empresários precavendo-se contra eventuais congelamentos de preços e salários, que tem sido uma estratégia freqüente nos planos pós 86 (chamados de choques heterodoxos).
9. Explique a inflação segundo a visão da chamada Corrente Estruturalista:
A partir dos anos 50, na América Latina, ganhou destaque uma corrente que pressupõe que a inflação no continente estaria associada a tensão dos custos, causados por deficiência na estrutura econômica. È a chamada corrente estruturalista.
A inflação, para esta corrente, seria explicada principalmente pela estrutura agrária, estrutura oligopólica de mercado e estrutura do comércio internacional.
10. Explique o imposto inflacionário:
Esse imposto é uma receita para o governo, devido ao monopólio que possui sobre as emissões de moeda. O governo quase não é afetado pela perda do valor do estoque de moeda, pois para pagar seus compromissos, basta emitir moeda. O imposto inflacionário é justamente a receita que o BACEN obtém ao emitir moeda a custo zero.
11. Faça um comparativo sucinto das correntes econômicas, no que se refere à inflação, apresentando quais as principais causas e quais as políticas antiinflacionárias para essas correntes.
Correntes Principais Causas Políticas Antiinflacionárias Liberais
ou Neoliberais setor público:Desequilíbrio do déficit e a dívida pública provocam descontrole monetário causando inflação de demanda Ajuste fiscal:
Para reduzir déficit e dívida pública, via reformas fiscais, previdenciária, privatizações.
Controle monetário: Juros e moeda
Liberalização do comércio exterior:
Abertura comercial e ajuste no câmbio.
Inercialist
as generalizada:Indexação
formal e informal
Desindexação:
Para apagar a “memória ou inércia inflacionária”, via congelamento de preços, salários e tarifas – Plano Cruzado, Plano Bresser – ou troca de moeda – Plano Real.
Estruturali
stas distributivos: Conflitos
pressões de margens de lucro, pressões salariais, pressões de tarifas e preços públicos provocam a inflação de custo. Controles de preços de oligopólio Reformas estruturais
12. Qual a principal característica do regime de metas de inflação?
Sua principal característica é o compromisso do Banco Central em ter como objetivo prioritário a manutenção da taxa de inflação em torno de determinado nível. O termo “prioritário” é extremamente relevante nesse contexto, pois implica que o Banco Central não perseguirá outras metas, como manutenção da taxa de câmbio em determinado nível ou garantir o crescimento econômico.
13. A meta para inflação no Brasil foi definida em termos da variação de que índice?
Da taxa Selic.
14. O que significa núcleos de inflação e quais as formas mais comuns de encontrá-lo?
São medidas que buscam captar a tendência da inflação, expurgando das mesmas variações de preços sazonais ou provocadas por choques.
Um exemplo comum de núcleo de inflação é o núcleo por exclusão, no qual se retira da inflação o comportamento de preços de determinados itens, como alimentos e derivados de petróleo.
Outra forma comum de núcleo é o de médias aparadas, que exclui da inflação cheia, a cada mês, os itens que tiveram variações extremas, por exemplo, os 20% dos itens que tiveram variações de preços mais elevadas e os 20% dos itens que tiveram variações mais baixas.
15. No Brasil, para o regime de metas de inflação, foi adotado o índice cheio ao invés do núcleo de inflação. Que motivos levaram as autoridades econômicas a tomarem essa decisão?
No Brasil a adoção do índice cheio deveu-se a dois motivos.
Embora no longo prazo o núcleo e a inflação tendem a convergir, no curto prazo pode haver diferenças significativas entre os mesmos.
A segunda, e talvez a mais importante, foi uma questão de transparência e credibilidade. Já era necessário explicar à população o regime de metas, a introdução de um novo conceito de inflação, medido pelo núcleo iria gerar ainda mais dúvidas. Além disso, dada a história do país de expurgos de índices de preços, a adoção de um núcleo poderia minar seriamente a credibilidade da política monetária, caso a população entendesse que o núcleo de inflação seria sempre ajustado de forma a permitir a consecução da meta.
16. Quais os motivos do aumento da participação do Estado na economia? Explique-os.
Crescimento da renda per capita: o aumento da renda per capita gera um aumento da demanda de bens e serviços públicos;
Efeitos da guerra: durante as guerras, a participação do estado na economia aumenta, aumentando o gasto público;
Mudanças na Previdência Social: a Previdência foi concebida como um meio do indivíduo auto-financiar sua aposentadoria. Posteriormente, ela constituiu-se como um instrumento de distribuição de renda. Isso levou a uma participação maior do estado no mecanismo previdenciário.
Mudanças tecnológicas: a invenção do motor de combustível significou maior demanda por rodovias e infra-estrutura (bens de competência do estado);
Mudanças populacionais: alteração na taxa de crescimento populacional faz com que o Estado aumente sua despesa com educação, saúde, etc;
17. Apresente, resumidamente, as diferenças entre os conceitos de déficit público:
Déficit Primário = Gastos Públicos Correntes – Receitas Fiscais Correntes
Déficit Operacional = Déficit Primário + juros reais da dívida pública
Déficit Nominal = Déficit Primário + juros reais = correção monetária e cambial da dívida
18. Quais as formas extrafiscais de financiamento do déficit público? Explique cada uma delas.
Emitir moeda: o Tesouro Nacional (União) pede emprestado ao BACEN;
Vender títulos da dívida pública ao setor privado (interno e externo).
19. Por que países que têm déficit público, em relação ao PIB, mais elevado que o Brasil, como EUA, Itália, Espanha, têm taxas de inflação muito baixas?
A resposta não está no montante do déficit, mas no perfil de suas dívidas, que são em moeda forte, tem prazo entre 20 e 30 anos, tendo em vista que investidores internacionais compram títulos públicos de longo prazo desses países.
Por outro lado, esses mesmos investidores não compram os títulos brasileiros com prazo muito acima de um ano. Na verdade, nem mesmo os investidores nacionais compram títulos do governo brasileiro de longo prazo, razão pela qual a dívida interna é totalmente renegociada em aproximadamente um ano.
Os investidores internacionais preferem investir em países que ofereçam menores riscos para suas aplicações. Por essa razão, os países em desenvolvimento, além de prazos curtos, são obrigados a oferecer as maiores taxas de juros do mundo, para atrair os capitais externos.
20. A Dívida Pública Mobiliária interna (DPMFi) Brasileira cresceu de R$ 60,1 bilhões, no final de dezembro/1994, para o nível de R$ 731,4 bilhões, em dezembro de 2003. Quais os principais fatores que motivaram este aumento do estoque da DPMFi?
Ajuste Fiscal dos Estados e Municípios de acordo com a Lei 9.496, de 11/09/97, que estabeleceu critérios para a consolidação, a assunção e o refinanciamento, pela União, da dívida pública mobiliária desses;
Reconhecimento de passivos contingentes, os chamados esqueletos, onde o governo passou a reconhecer dívidas que não estavam registradas nas estatísticas públicas;
Empréstimos realizados pela União aos Estados, com os objetivos de incentivar a redução da presença do setor público estadual na atividade financeira bancária, por meio do PROES;
Programa de Fortalecimento das Instituições Financeiras Federais – PROEF, que está baseado no Acordo de Basiléia para prover solidez ao sistema financeiro, buscando a implantação de coeficientes mínimos de capital, além de um novo sistema de provisionamento de risco de créditos;
Implementação de Programas de governo financiados com a emissão de títulos;
O comportamento volátil das taxas de juros, apresentando-se em patamares altíssimos em relação ao resto do mundo.
21. Em 1999, o Tesouro Nacional e o BACEN elaboraram estudo para aperfeiçoar os instrumentos de gestão da dívida pública, gerando novas estratégias. Quais os objetivos estabelecidos por essas novas estratégias?
Redução da concentração de vencimentos, conforme fluxo de caixa;
Alongamento dos prazos;
Simplificação e redução do número de títulos para melhor precificação;
Redução da freqüência de ofertas públicas.
22. Quais os principais investidores da Dívida Mobiliária Interna Brasileira?
Os principais detentores da DPMFi são os investidores domésticos, que, em junho de 2004, detinham a quase totalidade dessa dívida, representados pelas carteiras dos Fundos de Investimento Financeiro (FIF) (45,4% do total) e pelas carteiras próprias das instituições financeiras (34,3%).
23. Apresente, sucintamente, as medidas tomadas pelo Comitê de Política Monetária (COPOM), na 133º reunião, realizada no mês de Março /2008, indicando o que motivou o COPOM a tomar essas medidas.
24. Comente as conseqüências da globalização financeira. Por que ela é um dos grandes desafios mundiais para os países?
Um segmento no qual a globalização ocorreu com maior intensidade foi o setor financeiro, por meio de internacionalização do capital - uma condição de negócios caracterizada por uma enorme acumulação de dólares “apátrias”, que não estão sujeitos à regulamentação financeira.
São pouquíssimos os países que logram exercer controle sobre suas próprias moedas. Isso resulta na perda de uma das principais alavancas de poder e influência. O capitalismo está, sem dúvida, passando por uma crise mundial, da qual só sairá quando e se surgir um sistema que discipline os fluxos de capitais, o que não é fácil. Para se ter uma idéia do volume de moeda que é transacionado, basta dizer que os investidores – companhias de seguros, fundos de pensão, grandes corporações, agências governamentais, bancos – negociam o valor equivalente a US$ 1 trilhão, diretamente, em moedas, em títulos públicos e em ações.
25. Quais conseqüências, para os países, decorrentes do descontrole do capital financeiro?
Os mercados interbancários giram quase duas dezenas de vezes o volume total de eurodólares, euromarcos e euroienes necessários para financiar o comércio mundial de mercadorias e serviços. Estima-se que quase 90% das transações financeiras da economia mundial transnacional não têm “função econômica” em termos de produção física. Em outras palavras, a integração financeira global tem tornado o valor do dinheiro mais importante do que o valor do commodities.
Pelo fato de não existirem quaisquer mecanismos internacionais eficientes para solucionar os problemas de fluxo de capitais,os desequilíbrios de commodities, a perda de empregos e diversas ondas de arrebentação que surgirão nos próximos 20 anos é que se diz que a nação–estado está se tornando demasiadamente pequena para os grandes problemas.
26. Quais as vantagens e desvantagens da globalização? Entre os prós e os contras, qual é o balanço ou saldo (positivo ou negativo)?
São citadas algumas das vantagens e desvantagens da globalização. Entre as vantagens, estão:
Maior rapidez para aumentar a renda nacional (como por exemplo, tem-se a Inglaterra e nos Estados Unidos, que levaram 50 anos para duplicar suas rendas nacionais, enquanto a Coréia do Sul e a China fizeram em apenas dez anos.
A globalização lê leva à maior competição, tanto entre as empresas como entre as nações, e isso facilita o combate à inflação.
Maior possibilidade de um país (principalmente os emergentes) dar um salto industrial tecnológico (o que seria mais difícil em economias fechadas).
Multiplicação de fontes de financiamento, pelos fundos de pensão, fundo mútuos de investimentos e investimentos diretos.
Entre as desvantagens, cabe citar:
Redução da margem de erro nas políticas governamentais, pois déficits públicos e sobrevalorização cambial, por exemplo, colocam os governos sob suspeita e a punição é fuga de capitais.
Redução do poder de controle dos bancos centrais, devido aos novos agentes financeiros (fundos de pensão e fundos mútuos de investimentos) e às constantes inovações que complicam o controle bancário (securitização e derivativos, por exemplo).
Maior volatilidade de capitais, o que passa a ser um perigo, para o que o melhor remédio os déficits públicos.
Fazendo-se um balanço entre os prós e contras da globalização, é possível constatar que o saldo é positivo. Trata-se de um processo irreversível que pode contribuir para aumentar rapidamente a riqueza de um país. A globalização é irreversível e seu saldo pode ser positivo, exceto quando o governo erra nas suas políticas.
27. Em um mundo globalizado, como fica a autonomia de um país para implementar as suas políticas econômicas (em especial, a monetária e a cambial).
Os países começam a se juntarem como blocos econômicos, a ponto de chegarem na Integração econômica completa, que será melhor definida logo abaixo:
Integração econômica completa: é o “estágio” mais avançado de integração entre países, a ponto de haver uma unificação completa das políticas econômicas (principalmente monetária e cambial) dos países membros, em que há uma autoridade econômica supranacional. A União Européia está um estágio entre união econômica e integração completa, e é o megabloco mais avançado dentre as integrações econômicas “arquitetadas” pelos países.
28. Cite os vários tipos de integração econômica e as principais diferenças entre cada uma deles.
Zona de livre comércio: cada um dos países mantém suas próprias políticas comerciais relativamente aos demais países que não fazem parte da integração, e o que os países membros fazem é abolir as restrições tanto tarifárias como não-tarifárias. A Alça (Área de Livre Comércio das Américas) é um bom exemplo de uma zona que se pretende criar, envolvendo os países da América Latina e os Estados Unidos e o Canadá. Alguns setores da indústria brasileira têm condições de enfrentar a Alça, outros não. Entre os competitivos estão os setores de papel e celulose, o do agronegócio, o de tecidos e o de calçados, enquanto o de eletrônicos, por exemplo, por defasagem tecnológica, não teria condições de, em curto prazo, enfrentar a competição norte-americana.
União aduaneira: é um passo adiante da zona de livre comércio, uma vez que além de suprimir as restrições tarifárias e não-tarifárias para o fluxo de mercadorias, procura estabelecer uma política comum de discriminação com os demais países não-membros. Um exemplo é a tarifa externa comum.
Mercado comum: é mais um avanço, se comparado com a união aduaneira, pois, além da facilitação do fluxo de mercadorias, procura-se eliminar os entraves do fluxo de fatores produtivos, em especial a circulação de capital e mão-de-obra. O mercosul está nesse “estágio” e tem dificuldades para tornar-se uma união econômica.
União econômica: é também um passo adiante do mercado comum, uma vez que, além da eliminação das restrições aos fluxos de mercadorias e fatores de produção, os países membros procuram harmonizar as políticas econômicas nacionais, com o objetivo de reduzir as disparidades entre as políticas macroenconômicas de cada um.
Integração econômica completa: é o “estágio” mais avançado de integração entre países, a ponto de haver uma unificação completa das políticas econômicas (principalmente monetária e cambial) dos países membros, em que há uma autoridade econômica
supranacional. A União Européia está um estágio entre união econômica e integração completa, e é o megabloco mais avançado dentre as integrações econômicas “arquitetadas” pelos países.