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Estágio supervisionado de supervisão escolar.

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Academic year: 2021

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(1)

IDENTIPICACAO

\

UKIVERSXDADE FEDERAL DA PARAifiy

CSNTRO DE FOHMAgAO DE pnOPEE".'ORES DEPART AMEFTO DE SEPCAgSo E LETRAS

GAOTJS V - CAJAZSTRAS-FB

TTE30: PSDAGOGIA V I I . PERTODO: 861

OOORDEF^DOR* DO CJTJ7>SO: JOSEFA MARTINS E l A> rO H I ALUfA: MARIA A~ARECID* DOS SArT^? NASCIMEKTO

DISCIPLINA: E S T & I O SUPERVTSIONADO DE SUPERVISAO ESCOLAR ORIENT'DOHA DO E^TAGIO j A ARIA 5 I L V A N I PIFTC

INSTITUigSO: ESCOLA EST ABU AL DE 1° SE,T" SAOTA MARIA GORETE

TEC] IQAS PS AP""Q:

-ADVII'ISTI^DCRA: EC SET A aS AMORIM DE OLT7EIE" 3 AVAL 0 ANTE -SUPSRVISORAJ YALDIRIA FERREIRA DE VASC0NCEL03.

(2)

«8TE LIVRO NAO POD» §AIB DA BIBUOTECA

DSDICAT&?lA

A minha mae, que sem-pre e s t eve nrp^pn+c * t o s mais d i f i c e i s d e s t a b a t a l h a .

(3)

"... A alienac.ao do o p e r a r i o ae expressa assim*

q u a n t o tnais e l e p r o d u z , menos e l e consomej q u a n t o m?is v a l o r c r i a r , menos v a l o r t e f a . . . o t r a b a l h o produz c o i a ? s

f a b u l o s a s p a r a os r i c o s , mas p r o d u z m i s e r i a p a r a o p o b r e . I s maquinas s u b s t i t u e m o t r a b a l h o humano e diminuem e s t e t r a b a l h o e c o n v e r t e m a l g u n s t r a b a l h a d o r e s em maquinas...

(I<rarx: r a n u s c r i t o s de 1 8 4 4 )

"A l i t e relate nao e s o - e n t e ura d i r e i t o que se r e clama p a r a s i p r o p x i o ; e l a e urn d e v e r que se assume em r e l a g a o aos o u t r o s . "

( J . P a u l o I I )

"0 g r a n d e segredo de cada v i d a , depende c^e ea<3a ser,'»

(4)

AGRADECIKSNTO

A DEITS: " E n t r e g a t e u s caminhos ao Senhor e c o n f i a n e l e ,

*i7 0 P O D *

E o r e s t o nao t e f a l t a r a . " ^

£A B»U«*>*

Agra.de go tambem, a t o d o s cue de uma f o r m a ou de o u t r a j c o l a -b o r a r a m para, r e a l i z a g a o d e s t e t r a -b a l h o em t e r m o s de o r i e n t

a-gao que me s e r v i r a m de s u b s i d i e s p a r a o desempenho das minhas a t i v i d a d e s no campo de e s t a g i o , e tambem p e l o a p o i o e suges-t o e s v a l i o s a s : Coordenagao do Curso e Coordenagao do e s suges-t a g i o de P e d a g o g i a e a E s c o l a E s t a d u a l de i s gr.au S a n t s M a r i a Gore t e r e p r e s e n t a d a p e r : A d m i n i s t r a d o r a * S u p e r v i s o r a , P r o f e s s o r e s , A l u n o s , F u n c i o n a r i o s e P a i s da Comunidade E s c o l a r .

(5)
(6)

B a r c o n t i n u i d a d e c o n c l u i r a t i v i ° ° m B l B * ^ *8 0* " " P r e — e s t a g i o . T r a b a l h a r em s a l as de axil a, j u n t o as P r o f e s s o r a s e s p e -c i f i -c a n d o rttais a p a r t e de l e i t u r a e e s e r i t a , p r o -c u r a n d o d e s e n v o i v e r m a i o r a c e i t a g a o p o r p a r t e dos a l u n o s d e H t r o co e n s i n o - a p r e n d i z a g e m . B e s e n v o l v e r t r a b a l h o s ds S u p e r v i s a o , j u n t o a d i r e g a o 1 da E s c o l a r e f e r e n t e s a: b o l e t i n s e s e o l a r e s , f r e q u e n c i a s , c a l e n d a r i o e s c o l a r , merenda e s c o l a r , p l a n e j a n i e n t o e as 1 demais a t i v i d a d e s na p r e p a r a c a o de a u l a s d ep a r t anient a i s ,

V e r e acompanhar de p e r t o os problemas dos a l u n o s r e f e -r e n t e s a: l e i t u -r a , e s e -r i t a , contagem de nume-ros e a a t a s c o m e m o r a t i v a s , a p r e s e n t a d d o sempre que p o s s i v e l uroa s o -l u c a o •

A p l i c a g a o de novos metodos de e n s i n o , o b t e n d p novas ex-p e r i e n c i a s e urn conhecimento g e r a l dos demais metodos a p l i c a d o s p e l o s p r o f e s s o r e s d e s t a e s c o l a .

(7)

N e s t e period© de B s t a g i o S u p e r v i s i o n a d o de * S u p e r v i s a o E s c o l a r do Curso de P e d a g o g i a Campus V C a j a

-z e i r a s Pb. a p r e s e n t o n e s t e r e l e t o r i o uma s m t e s e das

a-t i v i d a d e s d e s e n v o l v i d a s na E s c o l a E s a-t a d u a l de 15 g r a u • S a n t a M a r i a G o r e t e , no e n s i n o de 16 g r a u , em t o d as as s i -r e as nas la„. e <3—s s e r i e s , desempenhando meu t r a b a l h o * ' d e n t r o da medida do p o s s i v e l , o f e r e c e n d o ao a l u n a d o t a r e -f a s a p r o p r i a d a s , 0 o b j e t i v o p r i n c i p a l do meu t r a b a l h o , f o i de • i n c e n t i v a r a Comunidade e s c o l a r , ou s e j a : A d m i n i s t r a d o r , P a i s , P r o f e s s o r a s , A l u n o s e A u x i l i a r e s de S e r v i c o s a p a r -t i c i p a r e m a -t i v a m e n -t e do p r o c e s s o E d u c a -t i v o , c r i a n d o a s s i m , c o n d i c o e s p a r a uma r e s p o n s a b i l i d ^ d e S o c i a l e uma S o l i d a -r i e d - d e C o n t m u a , animadas p o -r s i t u ago es comp-retas..

(8)

PES ENVOI. TO[ENTO No p e r i o d o do B s t a g i o S u p e r v i s i o n a d o de S u p e r v i s -sao E s c o l a r , n e s t a E s c o l a , que t e v e i n i c i o em H a r $ d^ ^ Q p A 1 9 8 6 , f o r am d e s e n v o l v i d a s a t i v i d a d e s em gtiftft blemas d e t e c t a d o s no P r e - E s t a g i o os q u a i sTn e e e s s i t a v a m de s o l u g o e s u r g e n t e s * 0 p r i m e i r o passo dado p a r a a s o l u g a o * d e s t e s pro "blemas deuse e.om 9 e l a b o r a g a o de uma p a u t a ( a -nexos 1 ) e r e u n i a o com o A d m i n i s t r a d o r e P r o f e s s o r e s , ex?* pondo meus o b j e t i v o s do E s t a g i o . Uma das a t i v i d a d e s que • r e a l i z e i com p r i o r i d a d e f o i a promocao de d a t a s comemora-t i v a s oomo: 00 de mar50 D i a I n comemora-t e r n ? c i o n a l da M u l h e r , na * e s c o l a j u n t o com os a l u n o s f i z e m o s uma redagao d e s c r e v e n -do a i m p o r t a n c i a da m u l h e r no Meio S o c i a l ( anexo 2 ) ; 19 de margo P a d r o e i r o da Cidade "Sao Jose'1, as t u r m a s de i s s e r i e f i z e r a m urn t r a b a l h o de colagem e p i n t u r a (anexo 3 ) ; 31 de mar50 Revolugao de 1 9 6 4 , f o i f e i t o com os a l u n o s f uma redagao (anexo § } ; 07 de a b r i l d d a M u n d i a l da Saude, urn Medico E s t a g i a r i o , f e z uma P a l e s t r a com os a l u n o s a-bordando h a b i t o s e d e v e r e s h i g i e n i c o s (anexo 5 ) ; 13 de • a b r i l , D i a do K i n o N a c i o n a l , na Quadra de E s p o r t e da Eseo-l a , os a Eseo-l u n o s j u n t o a t o d o s os P r o f e s s o r e s f i z e r a m uma c o n c e n t r a g a o G f i v i c a , cpntand.o o H i n o N a c i o n a l e h a s t e a n d o a B a n d e i r a N a c i o n a l ( anexo 6} j 18 de a b r i l , D i a do L i v r O Xni& f a n t i l , d i v i d . i as t u r m a s de 1 3s S e r i e s em G r u p o s , d e s t r i -b u i n d o f o l h e t o s p a r a c o l o r i r s e g u i d o da l e i t u r a . de E s t o r i a a I n f a n t i s (anexo 7 ) ; 19 de a b r i l , D i a do f n d i o , redacao • e d e s t r i b u i g a o de urn t e x t o "VEEDADES E MENTIRAS SOBRE 0 » f l \ D I 0 BRASILSIRO1 1, nas t u r m a s de 4^s s e r i e s (anexo 8 ) ; 1

21 de a b r i l , D i a de T i r a d e n t e s , redacao e p e s q u j i s a com os a l u n o s em s a l a d e / a u l a _ ( a n e x o 9 ) ; 22 de a b r i l , d e s c o b r i * mento do B r a s i l , conversagao e d e s t r i b u i g a o de f o l h e t o s * p a r a c o l o r i r com os a l u n o s de lc" s e r i e s (anexo 1 0 ) ; 0 1 9b de Maio d i a do T r a b a l h o , conversagao e d e b a t e s o r a i s s o -bre a i m p o r t a n c i a de cad a t i p o de t r a b a l h o s e g u i d o de uma.

(9)

redagao ( anexo 1 1 ) ; 05 de n a i o , D i a das Ctomunicagoes, 8 os a l u n o s das 42 s e r i e s a p r e s e n t a r a m urn j o g r a l ,r0 ?£EFIK0

AZUL

n (anexo 1 2 ) , acompanhando de uma redagao corn cola., em

r e p r e s e n tando as Comunieagoes.

- Os a l u n o s se mostraram b a s t a n t e i n t e r e s s a d o s n e s t a s a t i * v i d a d e s , t e n d o em v i s t a a o r g a n i z a g a o de suas p a s t a s obe-decendo as s e q u e n c i a s dos t r a b a l h o s , que serao a v a l i a d o s de acordo com o d e s e n v o i v i m e n t o e c a p a c i d a d e de cada a l u n o .

f Tambem nas t u r m a s de i e s s e r i e s , f o r a m aplicadoes e x e r c i c i o s de aprendizagem e v e r i f i c a g a o , r e a l i z e n d o tembsn uma t e c n i c a "PARA :UEM ¥0C2_TIRA. 0 CHAPELT?" ( anexo 1 3 ) . D e p o i s da Semana S a n t a , d u r a n t e a P a s c o a , f o r a m f e i t a s

algumas a t i v i d a d e s como: Colagem e p i n t u r a do Ooelho e Ovo da Pascoa ( 1 Q s e r i e ) ; c o n v e r s a g o e s sobre a P a s c o a com ex -p o s i g o e s de c a r t a z e s , d e s t r i b u i g a o de 1 e m b r - n c i n h a s em 1 s a l a de a u l a p a r a os a l u n o s e o n f e c c i o n a r e m ( 4 " s e r i e ) e uma m u s i q u i n h a ? C o e l h i n h o " c a n a t a d a e c o r s o g r a f a d a p e l o s a l u n o s (anexos 1 4 ) • J u n t o ao P r o f e s s o r e s de o u t . a s e s c o l ^ s e E s t a g i a r i a s e l a -boramos o p i a n e 3 a m e n t 0 S i m e s t r a i , n e s t e d i a d e s t r i b u i 0 t e x t o MNINGrU& 3BUCA NINGUEM" (anexo 1 5 ) , apenas p a r a r e -f l e x a o . No u l t i 0 d i a de a u l a a n t e s da g r a v e , j u n t o aos p r o f e s s o r e s f i z e m o s urn J o g r a l M 0 GIRASSOLM (anexo 1 6 ) , • com as 4e >" s e r i e s , d i v i d i n d o as t u r m a s em g r u p o s A, "3, C, D e 0oa?o, t e n d o como o b j e t i v o a c 1 e s i n i b i ; a o de algumas c r i a n g e s .

No i n i c i o da g r a v e a A F P 3 P , r e u n i u p r o f e s s o r e s e a l u n o s p a r a e s c l e r e c i m e n t o s das r e i n v i d i c a . g o e s f e i t a s ao (Joverno, d e e t r i b -indo uma O a r t a A b e r t a a P o p u l a g a o (anexo 1 7 ) • Ouve tambem a r e u n i a o de D i r e t o r e s e S u p e r v i s e r e s

pad i s c u t i r e m as p o s s i b i l i pad a pad e s pade cue a g r e v e nao p r e j u pad i c a -r i a os a l u n o s , e s i m , so a desvantngem de que f i e a -r i a sem f e r i a s . A p r o v e i t a n d o e s t e s e n c o n t r o s f i z a c o n c l u s a o do e r -t u d o do -t e x -t o »;US CHAMADO £ 3ST3?" (anexo 1 8 ) , i n i e i a d o

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MA DEMOCRAT!" ZAJAO D' ESCOLA" (anexo 1 9 ) , onde os professo» res e s t u d a r a m as p r o p o S t a s f e i t a s p e l o Soverno e os novo? meios de comando ele ~ r e v e .

O u t r o t e x t o : "DIRSITO DE GREVE" (anexo 2 0 ) , f o i d e s c u t i d o pare t e n t a r c o n s c i e n t i z a r a l g u t i s "Professores que ignorara seus d i r e i t o s O r e v i s t a s , t e n d o em maos urn "BCLETIM INPORMA-TIVO" (anexo 2 1 ) , c o n u n i c ^ n o o que a g r e v e c o n t i n u a f i r m e e

coesa.

D u r a n t e e s t e tempo de g r e v e ou a i m p a r c i a l id°d.e de uma P r o f e s s o r a da. E s c o l a E s t a d u a l de 1? Gtpu. P s i r r o San t o A n t o n i o que v o l t o u a SaLa de A u l a . Pes c u t imps em r e u n i -ao sua a t i t u d e com o u t r o s P r o f e s s o r e s ale.m de suas col. egas de E s c o l a que n~o c o n s e g u i r a m mucar sua o p i n i a o de g r e v e so i r i a p r e j u d i c a r ai f e r i a s , com a noes i b i l i d a d e de outrsl c o n s e q u e n c i a s que possam s u r g i r p o r e o n t a do r e g i m e p o l i -t i c o .

'•' . B a t e : t o n o l u i r rninhas a t i v i d a - d e s n e s t a E s c o l a d e s t r i b u i o t e x t o "DESAEI0 AOS EDUCABORESw (anexo 2 2 ) , e-l a b o r a d o p e e-l a s E s t a g i a r i a s de S u p e r v i s a o E s c o e-l a r de Caja«

z e i r a s Campus V; o q t t a l e s t u d e i da mesma f o r m a o r i e n t a -da na U n i v e r s i d a . d e p o r p r o f e s s o r e s e a l u n o s .

V a l e s a l i e n t a r nue em t o d a s as a t i v i d a d e s t o u v e a. p a r t i c i pacao de A d m i n i s t r a d o r e s , S u p e r v i s o r e s , P r o f e s s o r e s , A l u -nos e E s t a g i a r i o s ?o Curso P e d a g o g i c o . Todos esses element o s e s element i v e r a m e e s element a o com o b j e element i v o s de e n s i n a r e m e a p r e n -derem mais a i n d a do que a q u i l o que a d q u i r i r a m .

(11)

CONGLUSAO

S e n t i n d o que a t a r e f a f o i p o r demais g r a t i f l e a n t e d i a n t e das d i f i c u l d a d e s e n f r e n t a d a s c o^ i u ^va 4^ i g ^ ^ ^o b J e -t i v o s p r o p o s -t o s que me deu v e r d a d e i r e s¥ So e s , ! prendendo • que o t r a b a l h o do S u p e r v i s o r e o r a t i c a n d o , e que a e s c o l a • e o l o c a l i d e a l para e s t a aprendizagem, p r i n c i p a l m e n t e tendo como base e n s i n a r a c r i a n g a s p o r meios de s i t u a ; o e s c o n c r e t a e d i n a m i z a d o r a s , l e v a n d o - a a s e n t i r - s e s u j e i t o da sua p r o - f p r i a educagao.

As a u l a s f o r a m d i v e r t i d a s e p a r t i c i - a d a s p o r que me d e i x o u f e l i z , p o i s meu o b j e t i v o e r a que nesse e s t a g i c • f i c a s s e p l a n t a d a em cede c r i a n c a a semente de uma b o a e p r e n -d i z a g e m , p o i s a base e s s e n c i a l -do que se r e f l e t e ao. e s t u -d o vem das p r i m e i r a s s e r i e s , e a i que se comega as r a i z e s

aa-r a se c o l h e aa-r os m e l h o aa-r e s f aa-r u t o s no f u t u aa-r e , p o i s a educagao e a base a r i o r i t a r i a p a r a uma f a n i l i a f e l i z , urns socieda.de s a d i a , uma comunidade e uma nagao p r o g r e d i r .

?udo d e i e t u d o f i z em p r o l do bem e s t e r dessas • c r i a n g a s , g r a g a s a a j u d a e a o r i e n t a g a o da minha q u e r i d a • o r i e n t adore, do E s t a g i o .

C o n c l u i n d o o Estag&o d e s s a m a n e i r a s e n t i - m e , p o r

demais g r a t i f i d a d a , p o r t e r v i s t o de p r - r t o a r e a l i d a r l e dest^p c r i a n g a s que n e c e s s i t a m de uma a s s i s t e n c i a n°ior no s e n t i d o de p r o m o v e l a s s o c i a l m e n t e e i n t e l e c t u a l m e n t e , numa S ^ c i e dade C a p i t a l i s t a como e a. n o s s a , tambem s e r v i u m u i t o , e s -t e o e r i o d o p a r a minha v i d a f u -t u r a no que se d i z r e s - e i -t o ao ^ T a g i s t e r i o , d e l e t e r e i p r o v e i t o s m a v a v i l h o s o s que s e r -v i r a o como a l i c e r c e s no p a l m i l h a r do f u t u r o que as -v e z e s

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PONTOS POSTTIVOS

0 encaminharaento do e s t a g i o p e l a o r i e n t a d o r a ; A a t e n c a o e c o n t r i b u i o a o do p e s s o a l da E s c o l a ; 0 e n v o i v i m e n t o dos n l u n o s , d u r a n t e meus t r a b a l h o s em sa de a u l a ; 0 empenho das p r o f e s s o r a s de l f ts e 4? s s e r i e s em p a r t i c p a r j u n t o nas a t i v i d a d e s de c l a s s e ou e x t r a - c l a s s e ; A c o n f i a n o a e empenho da D i r e t o r a e s t a n d o sempre a d i s p o s i g a o p a r a o r i e n t a r no que f o s s e p r e c i s e

(13)

- A nao d i s p o n i b i l i d a d e p a r a t r a b a l h a r com t o d a s r as s e r i e s ; - A B i b l i o t e c a da U n i v e r s i d a d e nao o f e r e c e r m a t e r i a l s flida-t i c o s que pudessemos l e v a r as E s c o l e s e flida-t r a b a l h a r j u n flida-t o s / aos a l u n o s ; - A u s e n c i a dos. p a i s de a l u n o s e Comunidade em g e r e l na e s c o l a ; o P o d e r J T u d i c i a r i o r e que s i t a r p r o f e s so r e s p a r a d e s e n v o i -v i m e n t o de t r a b a l h o s que d e -v e r i a m s e r f e i t o s p e l o s propri<$s P o l i t i c o s ( R e c a d a s t r a m e n t o E l e i t o r a l ) ; - 0 nao compareeimento da O r i e n t a d o r a do E s t ' g i o na E s c o l a ; i s t o a c o n t e c e u nao p o r i u r e s p o n s a b i l i d a d e da. p r o f e r- s o r a. § e a i m , p o r f a i t a de d i s p o n i b i l i d ad e da U n i v e r f l i d a d e quan-t o ao acompanhamenquan-to dos E s quan-t a g i a r i o s de o u quan-t r a s c i d a d e s .

(14)

Que t o d o s os E s t a g i o s , sejam r e a l i z a d o s i n d i v i d u a l m e n t e f sendo assira cada E s t a g i a r i o pro c u r a se e s f orcan»*fnp

pren-Que as E s t a g i a r i a s fagam seus e s t a g i o s en E s c o l a s onde o C o o r d e n a d o r t e n h a p o s s i b i l i d a d e s de o b s e r v a r e o r i e n t a r os t r a b a l h o s d e s e n v o l v i d o s u a i s de p e r t o ; Que na U n i v e r s i d a d e r e d u z a o numero de t r a b a l h o s em g r u p o , e x i g i n d o mais t r a b a l h o s i n d i v i d u a l s ; Que os P r o f e s c o r e s e a l u n o s U n i v e r s i t a r i o s r e s e r v e m uma • c a d e i r a , somente para l e i t u r a e d i s c u s s o e s r e f e r e n t e s a • v a r i a s b i b l i o g r a i f i a s ;

Que uma l u t e , se j a i n i c i a d a , p o r uma e s c o l a de 15 g r a u l i -gada d i r e t a m e n t e a U n i v e r s i d a d e , t e n d o como r e s p o n s a v e i s as p r o p r i e s e s t a g i a r i a s .

(15)

BIBLIOGRAFIA 1. FRSIRE, P a u l o . Educagao e Mudaiiga. R i o de J a n e i r o , Pas e T e r r a , 1 9 7 9 . 2. NIBELCOFF, M a r i a T e r e s a . Uma E s c o l a P a r a o Povo. Sao P a u l o . E d i t o r a E r a s i l e i r a 4? Edigao - 1979. 3. LIBJ?NEO, Jose C a r l o s . D e m o c r a t l z a g a o da E s c o l a P u b l i c a : a p e d a g o g i a c r i t i c o — s o c i a l dos c o n t e u d o s . Sao P a u l o . E d i g o e s L o y o l a 1985 p. 11, 12 4. ROD^IGUES, N e i d s o n . L i g o e s do P r i n c i p e e o u t r p s L i g o e s . 23 Edigao S.P. C o r t e z E d i t o r a A u t o r e s As s o c i a d o s

1984

p.

110, 111.

5. LIMA, L a u r o de O l i v e i r e .

Mutagoes em Educagao Segundo M c l u h a n

E d i t o r a Vozes L i m i t a d a - Colecao Cosmovispo 1-Vozes 173 Ed. V o l . 1 - P e t r o p o l i s - R.J. - 1984 6. MORAES, L i d l a M a r i a de. , e t ANDRADE, M a r i a n a

?runco K a g i c o , Comunicagao e Sxpressao P r i m e i r o Grau. L i v r o 4, E d i t o r a A t i c a , 3,A. Ssh P a u l o - 1986

7. NOVA ESCOL A ( R e v i s t a )

(16)
(17)

ESCOLA ESTABUAL DE I S GRAU SANTA MARIA GORETS

PAUTA DE REUKIAO

LOCAL: E s c o l a E s t - d u a l c.e i s Grau Santa ' ' a r i a Gpr tmP»

HORA: 13:C0 as 17:00 h gffK* u l V^ u O,I »o A' 1 . OBJETIVO: D i s c u t i r j u n t o aos P r o f e s s o r e s e A d m i n i s t r a d o r e s , p r o p o s t a s de t r a b a l h o s a serem e x e e u t a d o s d u r a n -t e o p e r i o d o de E s -t a g i o E s c o l a r . 2- ATIVIDADES: -Conversa i n f o r m a l - E x p o s i g a o d i a l o g a d a - D i s c u s s a o c i r c u l a r

3. EL I"1 "INTOS I '•RTICIEANTES: - E s t a g i a r i a s

- A d m i n i s t r a d o r E s c o l a r - P r o f e s s o r e s .

4. ESTAGIARIA: M a r i a A p a r e c i d a dos S a n t o s N a s c i m e n t o .

(18)

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A J?A£JE1IA 3! A P-iU^IicA EDUCADGAA J IOD£ CXXLABC2U& CQh A ESCOLA C03IAIG CQu i,JgEA.

JSgGOi* 3 P A L l L I A Di-iVm EBABlLHiBi JDKCOa, DAl I E D I I & S

^XQiltfJ&i S3U FJLIiO SEU AfcilGO E i & I 30 DOS ER0FESSG2BS £ i&A SdGQJiAf ^SBISJAXi S S k l f f i V l t l L A i i T ^ S *UAKTG A AJblDUIDADii £ I02?IUAJiIDADA DQ S^U

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SUGSSXOJSS OU PEiiGUWTAS PAiiA SE£LLM DISCUTIDAS E SSCLAIiECID^S HAS

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(23)

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HINO N A C I O N A L B R A S I L E I R O

Letra: Joaquim Osorio Duque Estrada Musica: Francisco Manoel da Silva

Ouviram do Ipiranga as margens placidas De urn povo her6ico o brado retumbante E o sol da Liberdade, em raios fiilgidos Brilhou no ceu da Patria nesse instante

Se o penhor dessa igualdade

Conseguimos conquistar com braco forte Em teu seio, 0 liberdade

Desafia o nosso peito a propria morte!

0 Patria amada,

Idolatrada Salve! Salve!

Brasil, urn sonho intenso, urn raio vi'vido De amor e de esperanca a terra desce Se em teu formoso ceu, risonho e li'mpido A imagem do Cruzeiro resplandesce. Gigante pela propria natureza

Es belo. es forte, impavido colosso, E o teu futuro espelha essa grandeza!

Terra adorada, Entre outras mil, Es tii Brasil,

0 Patria amada

Dos filhos deste solo es mae gentil Patria amada. Brasil.

Deitado eternamente em berco esplendido, Ao som do mar e a luz do ceu profundo, Fulguras, 6 Brasil, florao da America, lluminado ao sol do novo mundo.

Do que a terra mais garrida

Teus risonhos, lindos campos tern mais flores Nossos bosques tern mais vida

Nossa vida no teu seio mais amores

0 Patria amada,

Idolatrada, Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja si'mbolo 0 labaro que ostentas estrelado, E diga o verde-louro desta flamula Paz no futuro e glOria no passado Mas, se ergues da justiga a clava forte, Veras que um f ilho teu nao foge a luta, Nem teme, quern te adora, a propria morte

Terra adorada Entre outras mil, Es tu, Brasil,

0 Patria amada

Dos filhos deste solo es mae gentil, Patria amada,

Brasil.

1 3 c/e JflfcriJ

(24)
(25)

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(26)

VERT) OSS E rCEKTI.":;.;; SOBRE

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fegio

BHASILEIRO

-0 me is em que se come mora 0 D i a N a c i o n a l do f n d i o e uma bo e O p o r t u n i d a d e p a r a uma a u l a de r e v i s ao da. f i g u r a do l n -d i o , t a l q u a l como e l a e a p r e s e n i a -d a na t e l e v i s a o , nop. f i l m e s e em l i v r o s d i d a t i c o s .

A nossa Socieda.de c r i a n e c e s s i d a d e s que poucas v e z e s pode a t e n d e r plenamente a seus raembros; j a sue as Sociedades t i n d i g e n a s nao so atendem i n t e i r a m e n t e as n e c e s s i d a d e s que geram

como a t e vao alem.

A l g u n s l i v r o s d i d a t i c o s chegam raesmo a a p r e s e n t a r a Gate que se como urn bem m a i o r que daamos aos l n d l o s , no e n t a n t o na h o r a e •« que urn i n d i o e c o n v e n e i d o de que t u d o a q u i l o em que a c r e d i t a e i n f e r i o r , e l e p r o p r i o e s t a a c r e d i t a n d o a i d e i a sa s u p e r i o r i d - ' d e do b r a n c o . Ape sax de t o das. as d i f i c u l d a d e s que os i n d i o s e n f r e n t a mf a i n d a e p o s s i v e l p e n s a r n e l e s como em pes so as a l e g r e s . As suas n e c e s s i d a d e s sao a t end i d as p e l a. S o c i e dade em que v i v e m , nao tern m a i o r eg m o t i v e s par'-1 a i n f e l i c i d a d a . AGEM SEMPRE COM AGRESSIVIDADE? P a r a i n i c i o de c o n v e r s a , echo ' que temos de r e c o n h e c e r que nos p r o p r i o s sornos m u i t o a g r e s s i — v o s i a t o d a h o r a , no o n i b u s , na rua« Quant o aos i n d i o s, h a urn t i p o de a g r e s s i v i d a d e n e l e s que me p a r e c e j u s t i f i c ad a. S aque-l a p r o v o c a d a p e aque-l a i n v a s a o das t e r r a s d e aque-l e s p e aque-l o s b r a n c o s . A p a r t e i s s o j e v e r e a d e que h a S o c i e d a d e s i n d i g e n e s em que as c ! i c r i a n g a s m a i o r e s batem nas menores.

i Temos urn c o n c e i t o de t r a b a l h o que e c r i a d o p e l o n o s -so mode de producao economica, Como no c a l v u l o do v a l o r dos • nossos s a l a r i e s e l e v a d o s em c o n t a o numero de h o r a s que t r a b a -l h a m o s , a c r e d i t a.mos que tempo e d i n h e i r o .

Os Tndios t r a b a l h a m apenas p a r a s a t i s f a z e r as suas n e c e s s i d a d e s Se c r i a r e m a l g u n s i n s t r u m e n t o s que r e d u z a o tempo g e s t o no t r a -b a l h o nao i r a m a p r o v e i t a r , como nos o f a r i a m o s p a r a acomular • mais d i n h e i r o . F a v i d a economica das t r i b e s i s t o nao f a r i a s e n -t i d o . E l e s a p r o v e i -t a r i a m as h o r a s ganhas p a r a f a z e r a!go r u e j u l gassem r e a l m e n t e i m p o r t a n t e ; V i a j a r i a m , v i s i t a r i a m o u t r a s

pese-soas. _ , (Norma Abreu T e l e s - T e o n a A n t r o p o l o g i c a

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(29)

^ " I D ; „ V

(30)
(31)

T t o d o s M m a s c u l i n e s ? f e m i n i n a s 0 MEKINO A2UL T 0 menino q u e r um b u r r i n h o p a r a p a s s e a r . M Um b u r r i n h o manso, qu e nao c o r r a n e m p u l e , mas cue s a i b a c o n v e r s a r . .,8TB L1VHU NAO P O D * §^|B DA B 1 B L I O T B C A T 0 menino q u e r um b u r r i n h o P Que s a i b a d i z e r o nome dos r i o s

das montanhes, das f l o r e s ,

T - de t u d o que a p a r e e e r . M 0 menino q u e r um b u r r i n h o que s a i b a i n v e n t a r h i s t o r i e s b o n i t a s com pessoas e b i c h o s e com b a r o u i n h o s no mar. P S os d o i s s a i r a o p e l o mundo que e como um j a r d i m apenas mais l a r g o e t a l v e z m a i c o m p r i d o e oue nao t e n h a f i m T (Quern s o u b e r de um b u r r i n h o d e s s e , M Pode e s c r e v e r

P a r a a Rua das Cesas,

P

Nil m e r o d a s ? o r t as ,

ao Menino A z u l cue nao spbe l e r . )

CECILIA,'"EIEELE5. Ou i s t o ou a q u i l o . R i o de J a n e i r o , Ed. C i v i l it-aeao B r a s i l s i r s .

(32)

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-T22CNICA

PARA mm 70 CE TIRA 0 OEAPSU?

. 8 T B U V B O NAO P O M

PET E I 170: Saber o g r a u de ace i t acao dos a l u n o s p o r seus c o l e -g a s , p e l o -g r u p o ou i n d i v i d u a l m e n t e .

^ S ^ V O L T O g N T O : ColoCase p o r t r a s Te chapeus f e i t o s de ( J a r t o l i n a ou q u a l q u e r o u t r o p a p e l , noraes dos c o l e -gas da E s c o l a , d e p o i s pre-.a-se no quadro-Negro na p a r e d e e t c . . . Em s e g u i d a , pede que venha 1 espontaneamente um e l e m e n t o do g r u p o e t i r e um chapeu* o mesmo podera s e r r e t i r a d o ou nao. Se a pessoa cue v a i t i r a r , acha • que quern e s t a no chapeu merece-o, a i entao t i r a e diss a o r q u e l t i r o u . S se acha que nao merece, d e i x a l a e no f i n a l digs p o r -oue nao t i r o u e a s s i m s u c e s s i v a m e n t e .

(36)

d e c fO^iC^CL.

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(37)

"Bern a v e n t u r a d o s os que t r i l h a m caminhos r e t o s e and am nr- l e i do Senhor." (Salmo 1 1 9 . 1 } " E n t r e g a o t e u cominho ao Senhor; e o n f i a n e l e , e e l e t u d o f a r a (Salmo 3 7 . 1 } " E s p e r e i com p a c i e n c i a no S e n h o r , e e l e se i n -c l i n o u p a r a mim, e o u v i u o meu< -c l a m o r . (Salmo 4 0 . 1 )

(38)
(39)

Q05LHIKHO I Be o l h o s v e r m e l h o s Be p e l o s b r a n q u i n h o s 3u p u l o bem l e v e Zu sou c o e l h i n h o I I Sou m u i t o a s s u s t a d o P o r era, sou g u l o s o P o r uma c e n o u r a it a f i c o n e r v o s o g I I I Bu p u l o p r a f r e n t e Eu p u l o p r a t r a s Dou m i l c a m b s l h o t a s Sou f o r t e demais I V Oomi a cenoura Com a casea e t u d o Tso g r a n d e e r a e l a ? i qu e i b? r r i g u d o . B B T E L1V.U) NAO f O D » g A l B DA B 1 B L 1 0 T E C A

(40)

~* " I P PAHA ES'TTTDO

B i s um p r i n c i p i o t e o r i c a n i e n t e i n q u e s t i o n a v e l : s~o os eduvandos que se educam. I s s o q u e r d i z e r que os eduCandos devem s e r s u -j e i t o s de sua p r o p r i a formacSo, e nao como o p r i n c i p i o p o d e r i a s u g e r i r - que o orocesso e d u c a t i v e e meraniente e s j o n t a n e i s t a . Nao o e, mesmo p a-que nenhum educando pode c r i e r a sua educagao

a p a r t i r do z e r o . Todo s e r hu na.no s o f r e d e t e r m i n a t e s h i s t o r i c o -f a m i l i a r e s . Essas i n -f l u e n c i a s s a o , p o r sua v e z , eonjugpdas com as c o n d i g o e s s o c i o - c u . t t u r a i s em que e l e nasce e c o n s u b s t p n e i ^ d ^ s

i ••• • i • • • • — I | II ,•• — —a^— —... I MI I Ml I • II

na p o s i g a o de c l a s s e que e l e ,e e l e v a d o a a s s u m i r .

A s s i m , caoa um de nos e uma pessoa g e o g r a f i c s m e n t e s i t u a d a , h i s t o r i c a m i e n t e d e t e r m i n a d a , c u l t u r a m e n t e c o n d i c i o n a d a

em sua f o r m a g a o , nao apenas p e l o m e i o , mais s o b r e t u d o o e l a c l a s se a que p e r t e n c e .

P r a , no meio de uma Sociedade c i n d i d a em entagonismos de c l a s s e s , o p r o c e s s o e d u c a t i v o , v i s a em g e r a l impor aos edu-candos um d e t e r m i n a d o modelo c u l t u r a l , segundo as a s p i r s g o e s e o b j e t i v o s do c l a s s e nue c o n t r o l s , a Sociedade p e l a coercao e p e -l a dominagno i d e o -l o g i c a .

A s s i m , a educagao r e p r o d u z a Sociedpo'e. Porem, numa dimensao l i b e r t a d o r a , i s s o que chama.mos de educagao P o p u l a r quer t r a n s f o r m e r a Sociedade e nao r e p r o d u z i r a i d e o l o g i a dominante que j u s t i f i c a a s o c i e d s d e em sua a t u a l formpgao. "Resta s a b e r • n u a l o modelo c u l t u r a l ( i d e o l o g i a ) da educagao a quern o c o n t r o -l a .

B e t o , E r e i - A Sducpgao nas c l a s s e s P o p u l a r e s .

(41)

PLARE JAMENTO SEMESTRAL I . I d e n t i f i c a g a o : Nome da. E s c o l a S e r i e Turma Turno -I -I . O b j e t i v o ;

J u n t o aos P r o f e s s o r e s p l a n e j a r e d e s c u t i r uma nova f o r m a e m e t o d o l o g i a de p a r t i c i p a c a o e eooperacao da comunidade. I X I . S e l e e i o n a r os ffonteudos 1.Qomunicagao e S x p r e s s a o ; . L e i t u r a ( e n t e n d i m e n t o do t e x t o ; e s t u d o do v o c a b u l a r i o ; t r e i n o o r t o g r a f i c o ) . T r a b e l h a n d p com P a l a v r a s ( s i n o n i m o s ; a n t o n i m o s ; o r t o g r a f i a : palavra.s comw r n i n i c i a l ; " r " brando e " r r, !; c o n -c o r d a n -c i a v e r b a l . ) . S r a m a t i c a A p i i c a d a - A l f a b e t o : v o g a i s e c o n s o a n t e s ; emprego de l e t r a s m a i u s c u l a s e m i n u s c u l e s . .Composigao c r i a t i v a d i r i g i d = , .Sxpressao a r t i s t i c a . T r a b a l h a n d o com p a l a v r s

P a l a v r a s com GIT A; £UC; TCAO e p a l a v r a s com SET e qpXj c o n -c o r d a n -c i a n o m i n a l e v e r b a l . . G- r amat i c a A p i i c ° d a; - e n c o n t r o s v o c e l i c o s : d i t o n g o , h i a t o e t r i t o n g o - e n c o n t r o s c o n s o n a i i t a i s e d i g r a f o -S f l a b as -emprego dp c e d i l h a - s i l a b a t o n i c a -notagao l e x i c a -homonimos -s ina i s de p o n t u a g ao

- c l a s s i f i c a g a o das o r a g o e s . ( a f i r m . neg. e x c l . i n t e r r . imp.) -Emprego do M e K

(42)

2»?'.at6iTi.?t i c e -Con j u n t o s -sub c o n j u n t o s - c o r r e s p o n d e n c i a b i u n i v o c a -nu me r o e nu me r g 1 — s i s t e m a de numeregao d e c i m a l - v a l o r a b s o l u t e e v a l o r r e l a t i v o -ordenagao dos numeros n a t u r a i s - a n t e c e s s o r e s u c e s s o r de um numero -nu meros r o m3n0s —numeros o r d i n a l s —operacoes f u n d a m e n t a i s - p r o p r i e d a d e s da Adigao - p r o v e r e a l da a d i g a o - p r o b i e m as d e ad. i 3 ao - s u b t r a g a o - p r o b l e m a s da s u b t r a g a o —expressao n u - e r i c a ( e n v o l v e n d o adgao e s u b t r a g a o ) 3«Estudos S o c i a l s -A t e r r a - Nosso P l a n e t a -A S u p e r f i c i e dp t e r r a - l o c a l i z a g a o da t e r r a -A zona da t e r r a - B r a s i l - nosso P a i s - B i v i s a o P o l i t i ca e r e g i o n a l do B r a s i l - d a t a s c i v i c a s e comemorativas - o r i e n t a g a o -os c l i m a s d a t e r r a - A c i d e n t e s g e o g r a f i c o s (agues) 4 . 0 i e n c i p s - E l e t r i e i d a d e - c a l o r - a s t r o s

-0 homem ( p r i n c i p a l s orgaos dos a p a r e l h o s : c i r c u l a t o r i o ,

d i g e s t i v o , r e s p i r a t o r i o ) - a n i m a i s - v e r t e b r a d o s e i n v e r t e b r a d o s .

(43)

5 . S du c ag a o A r t i s t i c a •Dramat i za goes —desenhos - p i n t u r a s - e o l a g e n s 6.Educ ag ao r e l i g i o a a — s i n a l da c r u z - p e i nosso -Ave M a r i a e Santa M a r i a -Oragao do A n j o da Guarda -Os S a o r anient os

-Os Mandamentos de Deus e da I g r e j a

7»Bducacuao F i s i c e

-Movimentos n a t u r a i s

- e a p a c i d a d d e P s i c o - m o t o r a - r e s i s t e n c i a

- r e l a x a m e n t o

I V . TvTetodologia - pee q u i a as, l e t u r a s com e x p l o r a g a o de t e x t o s ; eomemoragoes das d a t a s c i v i c a s e r e l i g i o s a s com t r a b a l h o s f e i t o s em cima de p a l e s t r a s ; p e r g u n t a s o r a i s e e s c r i t a s j chamadas ao qua-d r o ; c a r t a z e s programaqua-dos ^elos a l u n o s e suas a t i v i d a d e s e x t r a - c l a s s e .

V. A v a l i a e j t o - E x e r c i c i o de a p r e n d i z a g e m , t r a b a l h o s c r i a d o s p e l o s a l u n o s ; p e r g u n t a s o r a i s e e s c r i t a s e r i a -das e d e s e n v o l v i d a s p e l o p r o p r i o a l u n o .

V I . R e f e r e n o i a s B i b l i o g r a f i c a s

MORAIS , L i d i a M a r i a de. e t ANBR4BE, M a r i a n a .

Mundo M a g i c o - 1 ? Grau - l i v r o 4 - 6 ° Ed. E d i t o r a I t i e a S / A Sao P a u l o - 1 9 3 6

MAfi$JES, I o l a n d a

A Magica. do A p r e n d e r : L i v r o I n t e g r a d o 4 s . P o r t u g u e s , m a t e m a t i c a , E s t . S o c i a i s , G i e n c i a s e Saude. 115 e d . Sao P a u l o - E d . N a c i o n a l - R i o de J a n e i r o - 1984,

(44)

VAMOS FAZER TJM S'OGRAL ? 0 GIRASSOL V I K f a i U S DE M O R A I S GRUPO A. Cr?.UPO B, fxRUPO c . OH17PO A . GIiCTPO 0 c f e o "'""PO A GEUPO B GSUPO C. 1* . . . • C^RO: GliT'.. ~ A VQZ PORTE Sempre que o s o l P i n t a de a n i l Todo o c e u . 0 g i r a s s o l P i c e um g e n t i l o r r o c e l . 0 g i r a s s o l e o c a r r o c e l de a b e l h a s P r e t e s e v e r m e l h a s A l i f i c a m e l as. B r i n c a n d o , f e d e l h a s N as p e t a l as am a r e 1 as. - Vamos b r i n e a r de c a r r o c e l , p e s s o a l ? - "Roda, r o d s , c a r r o c e l Roda, r o d a r o d a d o r 7 a i r o d a n d o , dando mel V a i r o d a n d o , dando f l o r " .

- M a r i b o n d o nao pode i r que e b i c h o mau: - E e s o u r o e m u i t o pesado:

- B0R30LETA tern que f i n g i r de b o r b o l e t a na e n t r a & a - Bona e i g a r r a f i c a t o c a n d o seu r e a l e j o :

- "Roda, r o d a , c a r r o c e l G i r a , g i r a , g i r a s s o l Redondinho como o ceu M a r e l i n h o como o s o l " .

E o g i r a s s o l v a i g i r a n d o d i a a f o r a . . . 0 g i r a s s o l e o c a r r o c e l das a b e l h a s .

(45)

CARTA ABERTA A POPULAQAO Aos pats, a!uno3 Q cornunidade am gerall

N6s, professcres, psJc6io303, oriontadores educscionais e supervisores, finslmsnta, todos os que fazem parte do grupo do Megisz6rio publico do Estado, reumdos na sua Entidsda-AMPEP, no ultimo dia 30/04 decidiu por unanimidade entrarem greva por tempo indeterminado a partir da quarta-feira dia 7/5.

Estamos vindo a publico explicar a razao desta dacisao. Temos conscidncia da rssponsabilidada e da nossa atitude e nao estamos em grave porqus gostamos d& fazor grove. Paralisamos as aulas porqua csta foi a unica forma encontrada pslos prof assorts pars sa fazor respeitar polo Govorno, qua vam nos tratando h6 anas

com descaso a menosprezo.

Entragamos a sua Excia. sr. Govarmdor. no ultimo dia 12/3 as nossas reivindi-cacdas, tiradas em 10 assambiaias rsgionais a referendadas em uma grande asssmbtdia geral. Ettas raivindicaodas nSo tiverarn por parte do Governo nenhuma resposta.

Fizemos virtas tantativas de abrir o processo de negociacSo a nSo fomos rcca-bidos.

A fustiftcstiva do gowrnd atravds da impransa para na~o atander as nossas rei-vindscacdas 6 o pocota ccondmico do Governo Federal, pcre'm este pacote oaranta a (Svro negocia$2o entre patroes e empregados e a propria CONSTITUtQAQ FE-DERAL asssgura aos Ectsdos outonomia para dafibararem sobra o ko/or dos sa-I larios e sonrn pagos os seus funcionarios.

\ A LUTA DO MAGiSltRIO HOJE, 6 por 6,3 £3lirios mtnimos professor lican-c M p -^flican-choras ssmanais ou 180 por mes; para o professor lican-com o pedag6gilican-co, .3sa&rfot mfnimos tanibem para 40 horas de trabalho semana/s,como determlna ! no QtcratoFadBrel 67.32; 7C.

Refvindkamcs tambe*. entr?. cjtn»s rsivindicacces, o enquadramanto dos pro-i fcssom convonpro-iadcs e do Mupro-itrao Escofar qua nao tarn nenhum vpro-inculo emprcga-tfclo com o Estado e recsbtim s^/jhs quo variam entre 100 e 300 cruzados

men-ssis.

AtuaSmente a Parafba 4 o Estado qua page o saiario mais baixo do pafs a para ccmprovar esta afirmativa, epresentamos os sa/arios qua S3o pagos nos Estados vkmhos. PERNAMDUCO: 5.547,00 por 150 horas; CEARA: 5.628,00 por 20 (horas por ssmsna e 11.256,00 por 40 horas, SERGIPE: 5.026,00 por 40 horas 'tanianals; ALAGOAS: 3.840,00 por 40 horas; RIO G. DO NORTE: 3.746,00por

40horas; BAH!A 3.883,00por 40horas e o PiAUf3.250,00por 40horas. Na Parafba os prof essores recebem no mas da abril 1.800,00 cruzados a naste > m§s da mah racaberamos 2,412,00 para 180 hcras da trabalho.

O Governo alega qua n£o exista dinheiro, cxista e muito, pais sa nSo existisse o Estado nSo estaria repleto de places e de propagandas na telcvisSo, radios o jor-nais. rrsnta a toda esta situspao e que virnos solictor o apoJo des aluno3, pa-s, entldades dornocrSticss e a comunidade em garsl, entendando qua s6 sarcmos bons educarfores com salaries dignos.

SEM LUTAR A VIDA NAO VAI MUDAR. . CsGBsndo Geral %

Af*PEP= ASSOCIAgAO DO MAGISTERIO PUBLICO DO ESTADO DA PARAIBA

ASQR£P= AS30CIAQA0 DOS ORIENTADORES EDUC ACIONAIS DA PAR AIBA

APSEs ASS0CIAQA0 PAR AIBA N A DOS SUPER VISOR ES. APPbr ASS3CIAQA0 DOS PSICOLOGOS DA PAR AIBA.

(46)

T EXTO

QUE CHAMADO 3 ESTE?

• — • i i . i i i — «

"Ouvimos, de r e p e n t s , um son d i f e r e n t e . E comecou a d i s c u s s a o . -B bem de n s v i o .

-N

ao • 1? j am ant a. -JJma l a n c h a . . .

E houve a t e quemf como R o b e r t o , g a r a n t i a que e r a um b o i . . . B r i n o u e i com e l e s e d i s s e :

0 0

-0 b a r u l h o f o i um so. Voces e que I h e s deram as mais d i v e r s a s I n t e r p r e t a c o e s .

Vamos v e r se chegamos a um a c o r d o e d e s c o b r i m o s a v e r d a d e ? Fomos e d e s c o b r i m o s er« um e p i t o de f a b r i c a • . .

Se nao fossemos j u n t o s p r o c u r a r s a b e r o que e r a , a t e ^gora

f 0 m

e s t a r i a m o s t o d o s com a p r o p r i a o p i n i a o e t o d o s e r r a d o s , e x c e t o o Marcos que achara s e r a p i t o de f a b r i c a . Na EHTCAQAO a c o n t e c e o mesmo• Todos ouvem o chamado, mas p o r que t o d o s querem s a -b e r , sem so menos i n v e s t i g a r , e e s t u d a r e que nao se ehega a um acordo s o b r e que chamado e e a t s ! e s t e que t o d o s ouvem.

-E a s s i m que fa.zemos na m a i o r i a s das v e z e s * EDUCAGAOf fa?emos

PLANEtTAMEFTO e p r o p o r m o s OTTRRICTJLOo apenas p o r achismo.

(47)

"...Em que c o n a i s t e a D e m o c r a t i z agao da Escola? A "democratizac.ao da E s c o l a " tern s i d o encarada sob d i f e r e n t e s a n g u l o s . Os o r g a o s o f i c i ^ i s , p o r exeraplo, embora a. proclamem, e mesmo f a v o r e e a o acesso a E s c o l a das camadas mafcs p o b r e s da p o p u l a g a o , na p r a t i c a nao o f e r e c e as c o n d i c o e s m i n i -mas que a assegurem ( f u n c i o n a m e n t o da e s c o l a , s a l a r i o dos 1 p r o f e s s o r e s e c o n d i c o e s de t r a b . l h o , c o n d i c o e s de aprendiza:*®n dos a l u n o s e t c ) . P o r o u t r o l a d o , c e r t a f r a c a o de educadores mais c r i t i c o s tern r e d u z i d o a l u t a p e l a. democrat i z a c a o da esco-l a a mudanoa nos o r o c e s s o s de tomada de d e c i s ~ e s no a m b i t o do

s i s t e m a e s c o l a r ( p a r t i c i p a c a o de p r o f e s s o r e s e p a i s , e l e i o o e s p a r a c a r g o s d i r e t i v o s , a s s e m b l e i a s , e l i m i n ^ o ~ o de v i e s b u r o -c r e t i -c a s , nova© r e l - j o e s p r o f e s s o r - e l u n o e t -c )

No 13 c a s o , t r a t a - s e de um l o g r o : em o u t r o passpsse ao l a d o do e s s e n c i ^ l . Na v e r d s d e , nao e s u f i c i e n t e a democrp-t i z a c a o do n r o c a s s o de democrp-tomada de d e c i s o e s , e o r e c i s o democ

^pfe-t i z a r o c o n h e c i m e n ^pfe-t o , i s ^pfe-t o e, b u s c a r uma adeouacao nedp,£-ogiex&g^pfe-t; d i d a t i c a a c l i e n t e l e m a j o r i t a r i a que ho.ie f r e q u e n t a a. E s c o l a p u b l i c s . Dessa f o r m a , a c o n t r i b u i e a o e s s e n c i e l da Educaeao Esc o l a r o a r a a. demoEscrstizasao da SoEsciedade Esc o n s i s t s no Esc u m a r i -mento de sua f u n c a o p r i m o r d i a l , o EK3IN0. V a l o r i z a r a e s c o l a

0 ft 0

p u b l i c a nao e aoenas r e i n v i n d i o aa?l a p a r a t o d o s , mais r e a l ice r n e l a um t r a b a l h o d o c e n t e d i f e r e n c i a d o em texmos" o e d a g o g i c o d i d a t i c o s . E e m o c r a t i z a r o e n s i n o e a j u d a r os a l u n o s a s e * e x p r e s sarem bem, a se comunicarem de d i v e r s a s f o r m a s , a d e s e n v o i v e -rem o g o s t o p e l o e s t u d o , a domina-rem o s a b e r e s c o l a r ; e a~"ud a l o s na formacao a~"ude sua p e r s onalia~"uda.a~"ude s o c i a l , na sua o r g r n i z a s a o enquanto c o l e t i v i c ^ d e . T r a t a s e e n f i m , de p r o p o r c i c -n p r - l h e s o s a b e r e o s a b e r - f a z e r c r i t i cos como p r e — c o -n d i c e ^ p a r a sua p a r t i c i o a g a o em o u t r a s i n s t a n c i e s do v i d a s o c i a l , i n c l u s i v e p a r a m e l h o r i a de suas c o n d i c o e s de v i d a . . . "

(48)

V.A^C3 EEEATEE JUKTOS? "0 DIEEITO EE SKEVE: 0 que e d i r e i t o e o que nao e".

D u r a n t e o r e g i m e m i l i t a r os t r ab a l h a d o r e s f o r a m o b r i -gados a nao userem os seus d i r e i t o s de r e i v i n d i c a r e m , p r i n c i p a l

mente a t r a v e s de g r e v e . 0 ano de 79 a b r i u novos rumos a chamada A b e r t u r a P o l i t i c a , com os m e t a l u r g i c o s do P a u l i s t a f a s e n d o r e n a s c e r um? nova H i s t o r i a .

Novamente passou-se a u t i l i z a r a g r e v e como i n s t r u — mento de l u t a da c l a s s e t r a b a l h a d o r a .

-0 QUE S ?KSM0 UMA GHEVE???

E uma. p a r a l i z a c a o pec l f i c a de t r a b a l h a d o r e s p a r a p r e s -s i o n a r o empregador a m e l h o r a r ou m a n t e r c o n d i c o e -s de t r a b a l h o e s a l a r i o .

A l e i 4.330 de I S de j u n h o de 1 9 6 4 , r e g u l a o a i r e i t o £ g r e v e na form? do a r t i g o 158 na C o n s t i t u i g a o F e d e r a l .

-S QUAFDO Vm GHEVE PODE S^E LEGAL OU IL2SAL? Vejamos o que d i z a l e i .

So t e m d i r e i t o a f a z e r g r e v e os a s s a l a r i a d o s os a u -tonomos estSo f o r a da dang a. A g r e v e so pode n a s c e r da d e c i s a o r e uma a s s e m b l e i a o r g a n i z a d a p o r uma. e n t i d a d e s i n d i c a l ( S i n -d i c a t e i Pe-deragao ou C o n f e -d e r a l ao) , nao po-de s e r p o l i t i c s ou de s o l i d a r i e d s . d e e deve o b e d e c e r uma s e r i e de p r a z o s e p r o c e ^ i -mento- b u r o c r a t i c o s - como a v i s o p r e v i o a p a t r o e s a a u t o r i d e d e ? para que s e j a cot s i d e r a d a l e g a l .

E l a e i l egat quando nao cumpre os p r a z o s e s t a b e l e c i d o = s na l e i ; se f o r f e l t s pom s e r v i d o r e ? p u b l i c o a OH -j>or t r a b a l h ado-r e s de a t i v i d a d e s c o n s i d e ado-r a d a e s t e n c i a i s ; ( s e ado-r v i c o s de aguas, e n e r g i a , l u z , g a s , e s g o t o s , comunic^goes> t r a n s p o r t e s , c a r g a s ou d e s c s r g s s , s e r v i g o s f u n e r a r i o s , h o s p i t a l s , mat e r n i d ad e s , • vendas de g e n e r a s a l i m e n t f c i o s de p r i m e i r a s n e c e s s i d «^d.es , f a r m a -c i a s e d r d g a r i a s , b o t e i s e i n d u s t r i e s b a s i -c as ou e s s e n -c i a i s a. d e f e s N a c i o n a l ) , c o n f rme o c a p i t u l o t r e s ( I I I ) , a r t i e j o 1 2 deste l e i . Tambem se s u a r e i v i n d i e a g a o h o u v e r s i d o c o n s i d e r a d a i l e g a l p e l a ^ u s t i c a . do T r a b a l h o h a menos de um ano; Se seus m o t i v e s n~o f o r e m e s t r i t a m ^ n t e l i g a d o s a. s a l a r i o s e c o n d i g o e s <'e t r s b a

(49)

-l h o ; e , p o r f i m , se p r e t e n d e r a -l t e r a r a-lguma norms b a s i c a da j u s t i c e do t r a b a l h o . Emltodos esses c?sos a pena p a r e os g r e -v i s t a s -v a r i a de uma s i m p l e s a d -v e r t ent*ia a demissao p o r j u s t a causa. Se c u m p r i r t o das as c o n d i c o e s de l e g a l i d a d e s , a g r e v e e p r o t e g i d a p e l o o E s t a d o . A l e i g a r a n t e que os g r e v i s t a s c o n vene an seus corapanheiros a a d e r i r e m ao m o v i m e n t o , sem v i o l e n c i a . Podem c o l h e r d o n s t i v o s , f a z e r propaganda dp g r e v e em o a r -t a z e s e f a i x a s desde que nao sejam o f e n s i v a a. i m p r e n s a ou ao • G-overno. Sendo l e g a l g a r a n t e pagemento de s a l a r i o dos d i a s de g r e v e e a eontagem desr-es d i a s como tempo de s e r v i c o . 0 P a t r e o

f i c a p r o t i b i c o de c o n t r a t a r s u b s t i t u t e s aos g r e v i e t a s . E t o d o s que p a r t i c i p a r e m p a c i f i c a m e n t e do i m v i m e n t o n~o po^em s e r • des ped " e.-. .

C o m p a n h e i r o s , mais uma v e z , f i c a c l a r o ppr« nos que os t r ^ b a l h a d o r e s precisami se u n i r p a r a r e i v i n d i c a r seus d i r e i -t o s e uma das formas e n c o n -t r a d a s e a g r e v e . Nao devemos - teme-l a t

PRECISA~OS CONHECEH M3LH0R MCS30S "DIREITOS, 0 MOMEN_ TO E AGORA... 7AT'03 DISCUTIE E T I E AH NOSSAS DuTIPAS J J !

T e x t o r e a ^ a p t a d o p e l a r e v i s t a NOVA, marco de 8 6 n° 150 e CLT - 1 9 8 1 ) .

Prepare.do p e l a Comissao de Bedacao de E s t s g i ' r i - ? s em Supervise© E s c o l a r - do Campus V - C a j a z e i r a s . pb: Edna, N e i d i n h a , Evanda , B e n e d i t a e M a r t a .

(50)

—C0LEGAS,t>10SSA GREi/E CQUTIHUA F I R M S £ COESA — ,

Em todo o 2.6tado a Kzvolta e QZKCL£.$Z nod j'a nao

aczitdvamo6 06 34% ,agofia imagin em &e Vtiamot acdtafi' 0 6 10,54% oie.fiz.ddo6 na ultima me.n6age.rn. Aim di66o o

Ex-Gove.finadofi nao dzu ne.nh.uma fiz6po6tasa6 outfta6

fid-vindicacb~Z6 [concu>i6o Publico, atzndimznto do T.PEP no '

intzKioKfn.zgulc.h.izacao do6 Convzniado6 z do6 T-unciona

,fiio6 do Muiifiao z6colafi, E6tatuto do Magi6te.fiio ETC. ] 7

E6ta e uma gfizvz na qual nb6 tzmo6 que. acfizditafi na6 no66a6 pfiopfiia6 lofica6,na no66a unidadz z capaci-dadz de. gankafi o apoio da comunicapaci-dadz,

0 CQUANVO GERAL VE GREi/E anali6ou o movimznto na

ultima fizuniao zjie.libe.fiou 6obfiz alguma6 atividade.61 '

^cujo CALEHV?\R1Q z o 6zguintz'.

la EziKa - Vi6ita K A S S E M 8 L E I A LEG1SLATU/A~~pafia' 6oliciTaK ao6 dzpuiado6 a fie.je.ic.ao da mzn6agzm>

3a VdKa - VIA ESTAVUAL VE ARRECAVA$RQ.Todo6 06 gfie.vi6l.a6 d'zv'zfiao ajudafi a comi66ao de. £inanca6 paia' aftfizcadafi dinhzifio pafia o movimento.

- A66Q.mble.ia6 Rzgionai6 no intzfiiofi [o kofiafiio {i

ca a cfiitzfiio de cada Kzgional) z logo apo6 vi6ita sa6~r

Camafia6 de. V zfizadofiz6 pafta 6olicitafi apoio ao no66o ' movimento.

4a Vzifia ~^Ato6 publico6 ,hai> cid.ade6 do intzfiiofi

ou ativicTade.6 publica6.Em Joao Pz66oa vi6ita6 ao

K&n-tfio Admini6tfiativo [na pafitz da manka) pafia afiKzcadafi 1

(inanca6 na &ila de. pagamento z divulgan a mCbiliza -$ao do me.6mo dia.

- Na pafite. da tan.de kavzfia a A S S E M B L E IA

R E G I O N A L VE JOAO PESSOA a.6 J4:00H6,na AUPEP z dzpoi6

ida ate. o Palacio da Re.de.nc.ao pafia uma aMdizncia com

o Govzfino,z nz6tz mz6mo momznto da audizneiafhavzfia 1

a.tividade.6 cultufiai6 em {fizntz ao Palacio.

5 a F e u a - a.6 15:00 H6 . ASS EM 8 L'£ IA C- E R A L , px.ece.dida

de. atiJjidadzl cultunai6,

6a Pzifia - Vzbatz 6obnz zducacao com

fie.pfic6e.ntan-tz da"CY%7KttVES e U W E .

(51)

DE3AFI0 AOS EDUOADORES

TJm famoso f i l o s o f o alemao do s e c u l o p a c s a d o?P r e d e r i c o N i e t z s c h e t e c e uma c r x t i c a r a d i c a l a c i v i l i z a g a o o c i d e n t a l * d i z e n d o que e l a eduea/ os homens p a r a d e s e n v o l v e r e i a apenas o i n s t i n t o da t a r t a r u g ao0 que q u e r / d i z e r i s s o ? A t a r t a r u g a e o ani?nal que , d i a n t e do p e r i g o . d a s u r p r e s a , r e o c o l h e a cabega p a r a d e n t r o de sua caocaoAnula a s o i m , t o d o s os aeus s e n t i dos e esconde,tambem na casca,os membro3 - t e n t a n d o p r o t e g e r - s e c o n t r a o desconhecidOoEste e o i n s t i n t o da tarta:ruga:de£ender~3e.£e c h a r t s e ao mu n d o ^ r e c o l h e r - s e p a r a d e n t r o de .Qi meema e em c o n s e q u n n i a j n a d a v e r . n a d a j nada o u v i r . n a d a ameacar,,

Formar boas t a r t a r u f l a a p a r e c e t e r s i d o o b j e t i v G doo p r o c e s s o s 4 e d u c a c i o n a i s e p o l i t i c o do educagao d e s e n v o l v i d o s no mundo o c i d e n t a l no s anOBo,Temos e&uca&os os honcns p a r a aprenderera a se d e i e n d e r e i a c o n t r a / t o d a s a s ameagas e x t e r n a s * s e n d o apen.es r e a t i v o s .

Enoinamos o e s p i r i t o da c o v a r d i a e do m e d or

Precisamos a s s u n i r o d e s a f i o de e d u c a r o homexa p a r a d e B e n v o l v e r o i n s t i n t o da a g u i aeA a g u i a e o a n i m a l que v o a a c i m a das m o n t a n h a a2q u e d e s e n v o l v e seus s e n t i d o s e h a b i l i d a & e s , que aguga os ouvidtosso?.^os. e c c a p e t e n c i a p a r a u l t r a p a s a a r os p e r i g o s alcangando voo a c i n a d e l e s C'M capaz

tambem ?d e a f i a r as suas g a r r a s p a r a a t a c a r o i n i m i g o , n o moment o que $ a L g a r o p o r t u n o *

As nossas e s c o l a s t§m p r o c u r a d o f a z e r com que nossas c r i a n g a s se r e c o l h a m p a r a d e n t r o de 3 ± e p e r c a a a a g r e s s i v i d a d e o i n s t i n t o p r o p r x o do homeBt-corajoso?capaz do v e n e e r o p e r i g o quo se l h e apreaenta©

Temos c r i a d o . n e s t e p a i s -.uma g e r a c a o - t a r t a r u g a . u m a g e r a c a o me~ d r o s a * r e c o l h i d a p a r a d e n t r o de J I ^ E estamos toc.os impregnados a e3se e a ^ p f r i t o de t a r t a r u g a .Nao temos coragem p a r a c o n t e s t a r nossas d i r i g e n t . e s p a r a nos o p o r as suas p r o p o s t a a pncai p r o p o s t a s e c r i a r solago.es a l t e r n a t i vas agimos apenas de m a n e i r a rea1avafnegativarcovarde«

Temos e n s i n a d o as nossas c r i a n Q a s que oo nossos i n s f i n t o s sao pe c i m i n l i o s o o <>A p a r t e mais r i c a do i n d i v i d u o que e a sua s e n s i b i l i d a d et8 u a c a p a c i d a d e de amar e o d i a r j s u a c a p a c i d a d e de se r e l a c i o n a r de m a n e i r a e~ r o t i c a ^ t e m s i d o deepresada^ Temaa e n s i n a d o o horaem a s e r o b e d i o n t e?s e r v i ^ p a c f f i c O f i n c o m p e t e n t e em d e p o s i t a r t o d a s a 3 suaa eaperangaa num poder ma~ i o r ou no f i o das t e m p e s t a d e a ,

Quando e n s i n a r e x i o s aos n o o s o s a l u n o s que e l e s v p r e c i o a m se cccondeo* d i a n t a das ameagas ,porque t o d o s nos temos capacidadea de a l g a r voo as a l t u . r a s , u l t r a p a s G a n d o as nuvena c a r r e g a d a s de t e m p e s t t a d e e perigo?T emos / e n s i n a d o as nossas c r i a n g a a a so a r r a s t a r como venae,e p o r q u e se a r r a s t a r n como v e r m e 3?e l a s se toraam*.<bapazea de r e c l a m a r se l i i e s p i e a m a

cabeca-Que d e s e j a m o s5a f i n a l . d e s e n v o l v e r em noo mesmos c nos j0Eens?0 i n a t i n t o da t a r t a r u g a ou o e s p i r i t o das a&uias?

*HODEIGUEG,Neidson»Ligoes do P r i n c i p e c o u t r a s L i g o e s . 2. e d o G P C o r t e z S d i t o r u l A u t o r o s asoooiados,1934»p.110-111

(52)

U n i v e r s i d a & e F e d e r a l da P a r a i b a . Ce-ntro de Formagao ele P r o f e s s o r e s . Departamento de Educagao e L e t r a s . Cursos P e d a g o g i c . P e r i o d o s V I I

D i s c i p l i n a : E s t a g i o S u p e r v i s i o n a d o do Supervisao E s c o l a r . P r o f e s s o r O r i e n t a d o r s

FICHA CONTROLE EE PREQU&NCIA EC ESTAC-IAHIC NA UN IDADE ESCOLAR.) Escolas D i r e t o r a : Sup e r v i so r a s E s t a g i a r i a s Data Here Ent rada i t i v i dade ( s ) Re a l i z ada ( s ) Sai da R u b r i c a E s t a g i a V i s t o da D i r e t o r a

Referências

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