SENAI- RS / FIERGS
SENAI- RS / FIERGS
CETEMP
CETEMP
Curso de Instrumentação
Curso de Instrumentação
Básica
Básica
2
2
SENAI- RS / FIERGS
SENAI- RS / FIERGS
CETEMP
CETEMP
Curso de Instrumentação Básica
Curso de Instrumentação Básica
Introdução
Curso de Instrumentação
Curso de Instrumentação
Básica
Básica
Agenda:
4
4
INSTRUMENTAÇÃO
Ciência que aplica e desenvolve técnicas de medição, indicação,
registro e controle de processos de fabricação, visando a
otimização na eficiência desses processos.
O uso de instrumentos em processos industriais visa a obtenção de
um produto de melhor qualidade com menor custo, menor tempo
e com quantidade reduzida de mão de obra.
- Incrementar e controlar a qualidade do produto;
- Aumentar a produção e o rendimento;
- Obter e fornecer dados seguros da matéria prima e quantidade
produzida além de ter em mãos dados relativos à economia dos
processos.
INSTRUMENTAÇÃO
A INSTRUMENTAÇÃO
permite a obtenção de um produto:
A INSTRUMENTAÇÃO
permite a obtenção de um produto:
•de melhor qualidade
•com menor custo,
•em menor tempo
•com menos mão de obra
•que agrida menos o meio ambiente
•de melhor qualidade
•com menor custo,
•em menor tempo
•com menos mão de obra
•que agrida menos o meio ambiente
... E substitui o homem em tarefas repetitivas
6
6
FLUIDO AQUECIDO VAPORPROCESSO INDUSTRIAL
FLUIDO A SER AQUECIDO CONDENSADOVariável Controlada:
Temperatura
Meio Controlado:
Fluído
Variável Manipulada:
Vazão
MALHA DE
CONTROLE
Elemento final de controle Unidade de medida Processo Unidade de controleFechada
Unidade de medidaProcesso
Indicação
Aberta
8
8
LIQUIDO ENTRANDOMISTURADOR LIQUIDOSAINDO
VAPOR VALVULA CONTROLADOR SP SENSOR DE TEMPERATURA
SINAL DE TEMPERATURA PARA O CONTROLADOR
MALHA DE CONTROLE
ABERTA:
FECHADA:
Sistema sem realimentação (ou Feedback )
Bulbo de Resistência Termopar
Termômetro de vidro Termômetro Bimetálico Termômetro Óptico Monômetro tipo Bourdon Manômetro tipo Coluna U Diafragma Fole Pressão Diferencial Pressão Diferencial Medidores Magnéticos Medidores Ultrasônicos Medidores Área Variável Medidores Canais Abertos
Tipo Flutuador Tipo Diferencial Tipo Capacitivo Tipo Ultrasônico Analisador de pH T e m p e r. P r e s s ã o V a z ã o N í v e l Indicador Registrador Conversor Controlador Set de Alarme Multi-Loop Single-Loop SDCD PLC Elemento Final de Controle Variável de
10
10
12
12
14
14
16
16
Curso de Instrumentação
Curso de Instrumentação
Básica
Básica
Agenda:
Terminologia
1 - Range (faixa medida)
2 - Span (alcance)
3 - Erro (estático e dinâmico)
4 - Exatidão
5 - Zona Morta
6 - Sensibilidade
7 - Histeresis
8 - Repetibilidade
Terminologia
18
18
LEITURA OU SAIDA ENTRADA ( C) 200 C 120,2 119,8 0 0 200 120 DIFERENCA MAXIMA CARACTERISTICA ASCENDENTE CARACTERISTICA DESCENDENTEHISTERESIS
LEITURA (l/min) 1000 753 MAXIMO ERRO DE REPETIBILIDADE ERRO DE TIBILIDADADE REPETIBILIDADE = ± 1 l/min ± 0,1 % DO SPAN 752
REPETIBILIDADE
20
20
Curso de Instrumentação
Curso de Instrumentação
Básica
Básica
Agenda:
Simbologia
Símbolos Utilizados em Fluxogramas
de Processo
22
22
Simbologia utilizada em Fluxogramas
de Processo.
Identificação Funcional Instrumentos
1A LETRA LETRAS SUCESSIVAS
Variável
Medida ModificaçãoLetra de Função de Leitura Passiva Função de Saída ModificaçãoLetra de
A Analisador Alarme B Queimador (Chama) C Condutibilidade Elétrica Controlador D Densidade ou
Peso Específico Diferencial
E Tensão (Fem) Elemento Primário
F Vazão Relação G Medida Dimensional Visor H Comando Manual Alto I Corrente Elétrica Indicação ou Indicador J Potência Varredura
24
24
1
ALETRA
LETRAS SUCESSIVAS
Variável
Medida
Modificação
Letra de
Leitura Passiva
Função de
Função de
Saída
Modificação
Letra de
O Placa de Orifício
P Pressão Tomada de Impulso
Q Quantidade Integração R Radioatividad
e
Registrador
S Velocidade ou
Freqüência Segurança Interruptor
T Temperatura Transmissão
Transmissor
U Multivariáveis Multifunção Multifunção Multifunção
V Viscosidade Válvula
W Peso ou Força Poço
Y Relê ou
Computador
Z Posição Elemento
Final de Controle
NORMA ISA
NORMA ISA
• 1ª letra= Variável medida
• 2ª letra= Função passiva
• 3ª letra= Função final modificada
• A
Analisador - Alarme
• B
Chama de queimador-
Indefinida
• C Condutividade elétrica-
Controlador
• D Densidade- Diferencial
• E Tensão-
Elemento primário
• F
Vazão Razão (fração)
26
26
NORMA ISA
NORMA ISA
• H Comando manual- Alto
• I
Corrente elétrica-
Indicador
• L
Nível- Baixo
• P
Pressão ou
vácuo-• R Radioatividade-
Registrador
• S
Velocidade- Segurança -Chave contato
• T
Temperatura-
Transmissor
• V
Viscosidade- Válvula
• W Peso ou força-
Poço
• X
Não classificada-
Não classificada
• Y
Indefinida-
Integrador ou totalizador
28
28
Curso de Instrumentação
Curso de Instrumentação
Básica
Básica
Agenda:
Sistemas de Medidas
30
30
Sistemas de Medidas
• Sistema Métrico Decimal(MKS)
– metro, quilograma e segundo.
• Sistema Físico Ou Cegesimal(CGS)
– centímetro, grama e segundo.
• Sistema Francês(MTS)
– metro, tonelada e segundo.
• Sistema Inglês(FPS)
Curso de Instrumentação
Curso de Instrumentação
Básica
Básica
Agenda:
Telemetria
32
32
Telemetria
PRESSÃO
TEMPERATURA
VÁLVULA DE CONTROLE
VAZÃO
SinaisTípicos: 3 a 15 PSI / 3 a 27 PSI
Países com Sistema Métrico: 0,2 a 1,0 kgf/cm². Nas válvulas: 0,6 a 1,4 kgf/cm² ou 0,8 a 2,4 kgf/cm².
: 3 a 15 PSI / 6 a 30 PSI
: 0,2 a 1,0 kgf/cm². : 0,6 a 1,4 kgf/cm² ou 0,8 a 2,4 kgf/cm².
Linhas de Transmissão: As linhas de transmissão pneumáticas são constituídas de tubo de cobre ou vinil de 1/4" (diâmetro externo). Em casos especiais (atmosferas oxidantes), usam-se tubos de aço inox. A distância prática para transmissão do campo para o painel é de aproximadamente 150m. Para distâncias superiores, é recomendável intercalar relés pneumáticos (amplificadores) a cada 100m a fim de atenuar os retardos de transmissão. Considera-se viável, a transmissão pneumática até a distância de 500m.
: As linhas de transmissão pneumáticas são constituídas de tubo de cobre ou vinil de 1/4" (diâmetro externo). Em casos especiais (atmosferas oxidantes), usam-se tubos de aço inox. A distância prática para transmissão do campo para o painel é de aproximadamente 150m. Para distâncias superiores, é recomendável intercalar relés pneumáticos (amplificadores) a cada 100m a fim de atenuar os retardos de transmissão. Considera-se viável, a transmissão pneumática até a distância de 500m.
TELEMETRIA
TRANSMISSÃO EM INTRUMENTAÇÃO
34
34
Instrumentação Pneumática
A tecnologia
pneumática
usa um sinal de pressão de ar (
3 ~ 15 psi) como elemento de comunicação entre seus
elementos.
Sensor Controlador Válvula de ControleSinais Típicos: 4 a 20mA / 10 a 50 mA / 0 a 20 mA / 1 a 5 V / 0 a 5 V / 0 a 10 V.
Linhas de Transmissão: As linhas de transmissão para instrumentação eletrônica, são constituídas geralmente de fios de cobre flexível com isolamento de até 600 Volts. Os sinais DC contínuos eliminam a possibilidade de capturar perturbações eletromagnéticas podendo utilizar 2 fios blindados.
Zero Vivo: Utilizado quando adotamos o nível mínimo de 4 mA, oferece a vantagem de podermos detectar uma avaria (rompimento de um dos fios), quer provocaria a queda do sinal abaixo de 0%. Note também, que o nível mínimo do sinal pneumático não é zero e sim 3 PSI, deste modo, conseguimos calibrar corretamente o instrumento, comprovando sua correta calibração como por exemplo no caso de um
transmissor pneumático de temperatura de range 0 a 150ºC onde o sensor estivesse com 0ºC e o sinal de saída em 1 PSI, o mesmo visivelmente seria possível detectar sua descalibração. Se o nível mínimo fosse 0 PSI, não seria possível fazermos esta comprovação rapidamente.
2.2 - Sinais Analógicos
TELEMETRIA
36
36
Instrumentação Analógica
• A instrumentação baseada
na eletrônica analógica
ganha força com o advento
dos
amplificadores
operacionais.
+
-Transmissão de Dados
A - Comunicação Paralela
B - Comunicação Serial
B1 - Transmissão Serial Assíncrona
B2 - Transmissão Serial Síncrona
B3 - EIA-RS232 C
B4 - EIA-RS422
B5 - EIA-RS485
C- Tipos de Modulação
FSK, ASK e PSD
38
38
Instrumentação Inteligente
Os transmissores inteligentes
permitem um grande número de
funções e vantagens adicionais e
facilidades para sua configuração.
COMUNICAÇÃO
Painel de Controle Convencional
4 - 20 mA
1 - 5 V
Computador de
Processo
4 - 20 mA
40
40
Comunicação HART
HART - Highway Address Remote Transducer - Sistema que combina o
padrão 4 a 20 mA com a comunicação digital. É um sistema a dois fios
com taxa de comunicação de 1200 bit/s e modulação FSK (frequência).
O Hart é baseado no sistema mestre escravo, permitindo a existência de
dois mestres na rede simultaneamente. O Hart não é um padrão devido
à limitação de velocidade. Em média uma transação no barramento
ocorre a cada 375 ms.
F
O
N
T
E
250 ohms 250 4 - 20mAPID - 1
PID - 2
TRM - 14 TRM - 15
V
fonte= (A x N x 250) + 12
A = 0.004 (para TRM) ou
0.021 (para PID).
N = Número de TRMs ou
PIDs.
+
-Protocolo HART
Primeiro
protocolo de
comunicação digital
adotado por diversos
fabricantes, o início da
interoperabilidade.
42
42
Fontes Cartões de Controle Cartões de Entrada Cartões de Saída Fusível I/O Terminador Cartões 4-20 mA SDCDSDCD
ÁREA DE
CONTROLE
CAMPO
4-20mA 4-20mA 4-20mA FT-123CARTÃO DE
ENTRADA CARTÃO DESAÍDA
CARTÃO DE CONTROLE FUNÇÕES DE CONTROLE VISUALIZAÇÃO E OPERAÇÃO ALIMENTAÇÃO FT-102 FCV-102 Fontes Cartões de Controle Cartões de Entrada Cartões de Saída Fusível I/O Terminador Cartões 4-20 mA SDCD
SDCD
ÁREA DE
CONTROLE
CAMPO
4-20mA 4-20mA 4-20mA FT-123CARTÃO DE
ENTRADA CARTÃO DESAÍDA
CARTÃO DE CONTROLE FUNÇÕES DE CONTROLE VISUALIZAÇÃO E OPERAÇÃO ALIMENTAÇÃO FT-102 FCV-102
Modernização
SALA DE
CONTROLE
CONTROLE
CENTRALIZADO
DIGITAL
44
44
Sala de Controle SDCD
46
46
Telas de Software para Controle
Telas de Software para Controle
48
48
Telas de Software para Controle
Telas de Software para Controle
50
50
Telas de Software para Controle
Telas de Software para Controle
52
52
Unidade de Álcool Neutro
Unidade de Álcool Neutro
Telas de Software para Registro
54
54
56
56
Evolução dos Sistemas de Automação
1940 1960 1980 2000
Tecnologia Dominante
Tempo