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AULA-COMÉRCIOEXTERIOR

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(1)
(2)

internacionais. Resta às

empresas mobilizarem os recursos disponíveis e

utilizarem os diferentes

meios existentes para serem competitivas no mercado

global.

As longas distâncias deixaram, há tempo, de ser

empecilhos para

transações além das fronteiras nacionais, devido,

em grande parte, aos

modernos sistemas de distribuição. Aliado a isso,

tem ocorrido, nos últimos

anos, a implementação de medidas que promovem

a abertura comercial e

(3)

aos padrões da concorrência mundializada, global. Assim, a compreensão

das causas e efeitos das trocas internacionais torna-se uma necessidade

para o profissional que, comprometido com uma inserção econômica

mundial mais justa, procure habilitar-se para atuar diante das novas

(4)

mundial

expandiu mais rápido do que a produção, por uma margem

significativa,

aumentando o grau no qual as economias nacionais dependem do

comércio internacional para a atividade econômica geral.

(5)

dos mercados, dos meios de comunicação e dos transportes. Essa

integração é causada por vários fatores, dependendo do grau

de inserção dos países nas relações econômicas internacionais

(CARBAUGH, 2004).

Durante séculos, desde a Revolução Industrial, as inovações técnicas

conduziram a um surto de produtividade e a menores custos de

transporte.

Foram as mudanças tecnológicas que aproximaram o motor a vapor

das estradas de ferro, precedendo a mecanização de um número

crescente de

atividades que dependiam exclusivamente do esforço humano. As

sucessivas

ondas de descobertas e invenções alteraram a produção, as

comunicações

e o transporte de maneira inimaginável por gerações anteriores.

Recentemente, as invenções, no campo da informática e nas

comunicações,

diminuíram ainda mais a influência do tempo e do espaço geográfico

na

capacidade das empresas transacionarem ao redor do mundo. Além

dessa

incrível capacidade de aproximar um número cada vez maior de

pessoas e

empresas, a fronteira de produtos e serviços comercializáveis foi

ampliada

(6)
(7)

SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR

SECEX

(8)

Meta de Aprendizagem

“Identificar os benefícios do comércio exterior

para as micro e pequenas empresas,

conhecendo os principais conceitos e

instrumentos e em condições

de iniciar o processo de

(9)

 98% das empresas do setor produtivo

 60% da oferta de empregos

 9% das exportações

 25% do PIB

 42% da massa salarial

IMPORTÂNCIA DA MICRO , PEQUENA E

MÉDIA EMPRESA PARA O BRASIL

(10)

Pessoa física

2,97 %

Micro e pequena

empresa

50,64 %

Média empresa

24,5%

Grande Empresa

21,85 %

Grande Empresa

21,85 %

EXPORTAÇÃO POR PORTE DE EMPRESA

(11)

EXPORTAÇÃO POR PORTE DE EMPRESA

PARTICIPAÇÃO % SOBRE VALOR DE 2007

Grande empresa

91,89 %

Grande empresa

91,89 %

Média empresa

Média empresa

6,05 %

6,05 %

Micro e pequena Empresa

Micro e pequena Empresa

1,86%

Pessoa física

Pessoa física

0,19%

0,19%

(12)

60%

54%

50%

48%

45%

9%

Participação das pequenas e

(13)

PROGRAMA CULTURA EXPORTADORA

 Parte integrante do Plano Plurianual 2007-2010

 Aumento da base exportadora

 AÇÕES:

 Projeto Redeagentes

 Encomex

(14)

Projeto Redeagentes

Projeto Redeagentes

Objetivos

 Motivar os empresários a exportar;

 Proporcionar conhecimentos práticos;

 Permitir intercâmbio de informações;

 Iniciar planos de internacionalização.

www.redeagentes.gov.br

www.redeagentes.gov.br

(15)
(16)
(17)

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

www.aprendendoaexportar.gov.br

(18)
(19)

Aprendendo a

Aprendendo a

Exportar

Exportar

Software de aprendizado interativo

Desenvolvido para os empresários de Pequeno e Médio Porte;

Possibilidade aos usuários de obter diferentes níveis de

conhecimento;

(20)

Conceitos Básicos

 Preferência Tarifária

 Anuência

(21)

O EMPRESÁRIO E A

(22)

POR QUE

POR QUE

EXPORTAR

EXPORTAR

?

?

INTERNALIONALIZAÇÃO

(23)

POR QUE EXPORTAR?

POR QUE EXPORTAR?

Necessidade de operar num mercado de

Necessidade de operar num mercado de

volumes que garantam uma dimensão

volumes que garantam uma dimensão

industrial a empresa.

industrial a empresa.

Pedidos casuais de importadores

Pedidos casuais de importadores

Melhor aproveitamento das estações

Melhor aproveitamento das estações

Possibilidade de preços mais rentáveis

Possibilidade de preços mais rentáveis

Redução na carga tributária

Redução na carga tributária

(24)

POR QUE EXPORTAR?

POR QUE EXPORTAR?

Melhor programação da produção

Melhor programação da produção

Prolongamento do ciclo de vida de um

Prolongamento do ciclo de vida de um

produto

produto

Para diluir riscos

Para diluir riscos

Para melhorar a imagem com

Para melhorar a imagem com

fornecedores, bancos e clientes

fornecedores, bancos e clientes

Para equilibrar-se contra a entrada de

Para equilibrar-se contra a entrada de

competidores no mercado interno

(25)

REQUISITOS PARA EXPORTAR?

REQUISITOS PARA EXPORTAR?

Interesse da empresa

Interesse da empresa

Condições Financeiras

Condições Financeiras

Capacidade de produção

Capacidade de produção

(volume e qualidade)

(volume e qualidade)

Perfeita avaliação de custos

Perfeita avaliação de custos

(diretos e indiretos)

(diretos e indiretos)

Noção sobre quem são os concorrentes

Noção sobre quem são os concorrentes

Acompanhar as tendências do mercado

Acompanhar as tendências do mercado

(se

(se

possível a frente)

possível a frente)

(26)

INTERNACIONALIZAÇÃO

INTERNACIONALIZAÇÃO

Substitui-se o conceito de ser

Substitui-se o conceito de ser

competitivo

competitivo

internamente

internamente

por ser

por ser

competitivo

competitivo

internacionalmente

internacionalmente

,

,

inclusive para competir no mercado

inclusive para competir no mercado

interno.

(27)

INTERNACIONALIZAÇÃO

INTERNACIONALIZAÇÃO

PARA QUE AS EMPRESAS MANTENHAM,

PARA QUE AS EMPRESAS MANTENHAM,

FORTALEÇAM E AMPLIEM SUA PENETRAÇÃO

FORTALEÇAM E AMPLIEM SUA PENETRAÇÃO

NOS MERCADOS-ALVO, ALÉM DE GANHAR

NOS MERCADOS-ALVO, ALÉM DE GANHAR

EXPERIÊNCIA GERENCIAL E OPERACIONAL

EXPERIÊNCIA GERENCIAL E OPERACIONAL

Por que se Internacionalizar ?

(28)

INTERNACIONALIZAÇÃO

INTERNACIONALIZAÇÃO

Por que Internacionalizar?

Por que Internacionalizar?

Mudar a imagem de exportador

Mudar a imagem de exportador

temporário (

temporário (

onde ele é comprado

onde ele é comprado

);

);

Criar competência na identificação,

Criar competência na identificação,

seleção e consolidação de mercados;

seleção e consolidação de mercados;

Vender a qualidade empresarial e não

Vender a qualidade empresarial e não

só o produto de qualidade;

só o produto de qualidade;

Desenvolver seus negócios.

Desenvolver seus negócios.

(29)

DESAFIOS DA INTERNACIONALIZAÇÃO

DESAFIOS DA INTERNACIONALIZAÇÃO

Aspectos mercadológicos e de legislação;

Aspectos mercadológicos e de legislação;

Aspectos gerenciais e financeiros;

Aspectos gerenciais e financeiros;

Aspectos legais do país receptor;

Aspectos legais do país receptor;

Diferenças culturais;

Diferenças culturais;

(30)

×

Avaliação da capacidade de

internacionalização

×

Estrutura de gerenciamento da exportação

×

Extrema diversificação dos mercados

×

Adequada seleção do parceiro

PONTOS A OBSERVAR

(31)

×

Considerar as diferenças culturais

×

Efetuar pesquisa, registro e monitoramento

da marca

Planejamento

PONTOS A OBSERVAR

(32)

PLANEJAMENTO NA

PLANEJAMENTO NA

EXPORTAÇÃO

EXPORTAÇÃO

INTERNACIONALIZAÇÃO

(33)

PLANEJAMENTO NA EXPORTAÇÃO

PLANEJAMENTO NA EXPORTAÇÃO

A

A

complexidade

complexidade

,

,

o

o

risco

risco

e os

e os

investimentos

investimentos

aumentam a necessidade de

aumentam a necessidade de

planejamento e organização

planejamento e organização

de uma empresa.

de uma empresa.

(34)

PLANEJAMENTO NA EXPORTAÇÃO

PLANEJAMENTO NA EXPORTAÇÃO

Questões para definição do negócio de atuação

– Qual é o nosso negócio?

– Qual a nossa situação atual?

– O que queremos vir a ser?

– O que seremos se mantivermos o rumo atual?

– O que fazer para chegar aonde queremos?

(35)

PLANEJAMENTO NA EXPORTAÇÃO

PLANEJAMENTO NA EXPORTAÇÃO

QUAIS OS PRODUTOS ? QUAIS MODIFICAÇÕES?

QUAIS OS PRODUTOS ? QUAIS MODIFICAÇÕES?

QUAIS OS PAÍSES? QUE MERCADOS-ALVO?

QUAIS OS PAÍSES? QUE MERCADOS-ALVO?

QUAIS OS CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO?

QUAIS OS CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO?

COMO ESTÁ A CONCORRÊNCIA?

COMO ESTÁ A CONCORRÊNCIA?

(36)

PLANEJAMENTO NA EXPORTAÇÃO

PLANEJAMENTO NA EXPORTAÇÃO

QUAIS AS DIFERENÇAS CULTURAIS?

QUAIS AS DIFERENÇAS CULTURAIS?

HÁ ALGUMA BARREIRA TÉCNICA?

HÁ ALGUMA BARREIRA TÉCNICA?

QUAL A SITUAÇÃO TARIFÁRIA?

QUAL A SITUAÇÃO TARIFÁRIA?

HÁ ALGUMA PREFERÊNCIA?

HÁ ALGUMA PREFERÊNCIA?

MEU PREÇO É COMPETITIVO?

MEU PREÇO É COMPETITIVO?

(37)

PLANEJAMENTO

PLANEJAMENTO

NA EXPORTAÇÃO

NA EXPORTAÇÃO

PARA ONDE EXPORTAR

PARA ONDE EXPORTAR

MERCADOS MAIS PRÓXIMOS

MERCADOS MAIS PRÓXIMOS

MERCADOS EM RÁPIDO CRESCIMENTO

MERCADOS EM RÁPIDO CRESCIMENTO

MERCADOS MAIS SIMILARES CULTURALMENTE

MERCADOS MAIS SIMILARES CULTURALMENTE

MERCADOS ONDE A COMPETIÇÃO É MENOS AGRESSIVA

MERCADOS ONDE A COMPETIÇÃO É MENOS AGRESSIVA

MERCADOS COM GRANDE POTENCIAL

MERCADOS COM GRANDE POTENCIAL

(38)

POR QUE PLANEJAR?

POR QUE PLANEJAR?

Para criar

Para criar

pontos

pontos

de

de

força

força

competitivos

competitivos

internacionalmente

internacionalmente

(mesmo para uma atuação local)

(39)

PONTOS FORTES

PONTOS FRACOS

OPORTUNIDADES

AMEAÇAS

O MERCADO

OK

A EMPRESA

Avaliação da capacidade de internacionalização da

empresa

(40)

EXEMPLOS DE FORÇAS E FRAQUEZAS

EXEMPLOS DE FORÇAS E FRAQUEZAS

Ambiente Interno

Ambiente Interno

Recursos Financeiros

Marcas bem conhecidas

Habilidades

tecnológicas

Pontos Fortes

Pontos Fracos

Falta de direção

estratégica

Altos custos

Instalações Obsoletas

Ambiente Externo

Ambiente Externo

Oportunidades

Ameaças

Novos mercados potenciais

Novos produtos potenciais

Queda de barreiras comerciais

internacionais

Nova concorrência

Crescimento lento do

mercado

(41)

Fatores que afetam o ambiente

Fatores que afetam o ambiente

AMBIENTE

AMBIENTE

LOGÍSTICA

CULTURAS

TECNOLOGIA

DEMOGRAFIA

POLÍTICA CAMBIAL

LEGISLAÇÃO

CONFLITOS

(42)

PRODUTO

PRODUTO

Qualidade

Embalagem

Design

Marca

Adaptação

(43)
(44)

Nomenclatura Comum do Mercosul - NCM

• Tem como base o Sistema Harmonizado - SH

• Códigos de 8 dígitos

• 6 dígitos SH + 2 dígitos Mercosul

Dois dígitos são acrescentados para atender

peculiaridades/interesses do comércio

(45)

0713

Legumes de vagem, secos, em grão, mesmo

pelados ou partidos

0713.3

Feijões

0713.33

Feijão Comum (Phaseolus

vulgares)

0713.33.1

Preto

0713.33.11

Para Semeadura

0713.33.19

Outros

NCM

(NCM = SH + 2 dígitos Mercosul)

(46)

PROGEX - MCT

PROGEX - MCT

http://www.finep.gov.br/programas/progex.asp

http://www.finep.gov.br/programas/progex.asp

• Visa prestar assistência tecnológica às micros e pequenas

empresas que queiram exportar ou que desejam melhorar seu

desempenho no mercado externo

• Aporte de recursos destinado à adequação de produtos e

processos produtivos:

– a) Melhoria da qualidade e do processo produtivo;

– b) Redução de custos;

– c) Atendimento às normas técnicas;

– d) Superação de barreiras técnicas;

– e) Design; e

– f) Embalagens.

• Propicia o estudo de viabilidade técnica e adequação

(47)

Benefícios e contribuições do Progex:

•melhoria da qualidade dos produtos brasileiros

•ampliação das exportações brasileiras

•aumento da competitividade das micros e

pequenas empresas (MPEs)

(48)
(49)

Banner de Eventos Dicas do Portal Calendário Enquete Menu de Assuntos Novidades Sites em Destaque Produtos e Serviços Avançada Fala Exportador

www.portaldoexportador.gov.br

(50)
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(70)
(71)
(72)

PRAÇA

PRAÇA

Logística / Distribuição

Logística / Distribuição

• Canais

• Armazenamento

• Transporte

(73)
(74)

PROMOÇÃO

PROMOÇÃO

FEIRAS COMERCIAIS

FEIRAS COMERCIAIS

HOME-PAGES

HOME-PAGES

CATÁLOGOS

CATÁLOGOS

VISITAS PESSOAIS

VISITAS PESSOAIS

MISSÕES COMERCIAIS

MISSÕES COMERCIAIS

PROMOÇÕES ESPECIAIS EM LOJAS

PROMOÇÕES ESPECIAIS EM LOJAS

PUBLICAÇÕES ESPECIALIZADAS

PUBLICAÇÕES ESPECIALIZADAS

(75)

APEX - Agência de Promoção de Exportações e

investimentos

Promove a exportação de bens, serviços e a imagem

do Brasil no exterior;

Projetos em execução em mais de 45 setores;

Realização de Missões Compradoras;

Estimulo à participação de empresas em Feiras e

Rodadas de Negócios no exterior;

Centros de Distribuição no Exterior: Frankfurt,

(76)
(77)

VITRINE DO EXPORTADOR

VITRINE DO EXPORTADOR

http://www.vitrinedoexportador.gov.br

http://www.vitrinedoexportador.gov.br

20 mil empresas exportadoras cadastradas

20 mil empresas exportadoras cadastradas

Cadastro gratuito

Cadastro gratuito

Divulgação de Empresas Exportadoras do Brasil no

Divulgação de Empresas Exportadoras do Brasil no

exterior

exterior

Permite

Permite

contato

contato

com

com

potenciais

potenciais

importadores

importadores

estrangeiros

estrangeiros

Versões em português, inglês, francês, espanhol e

Versões em português, inglês, francês, espanhol e

japonês.

(78)
(79)
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(81)
(82)
(83)
(84)
(85)
(86)

PREÇO

PREÇO

•Condições de

venda/Incoterms

•Forma de Pagamento

•Prazos

•Descontos

•Serviços

(87)

Acordos comerciais

OMC: Organização Mundial do Comércio

ALADI - Associação Latina-Americana de Integração

MERCOSUL – Mercado Comum do Sul

ALCA – Area de Livre Comercio das Americas

SGP - Sistema Geral de Preferências

(88)

EXEMPLO DE MARGEM DE PREFERÊNCIA

NCM: 9403.40.00

DESCRIÇÃO: Móveis de Madeira, do tipo

utilizado em cozinha

 PAIS: Chile

 SITE : Aladi – www.aladi.org

ALIQUOTA: 25% de 6% = 1,5%

(89)

FINANCIAMENTOS

FINANCIAMENTOS

PARA A

PARA A

EXPORTAÇÃO

EXPORTAÇÃO

(90)

BENEFICIÁRIO DO CRÉDITO:

Pode ser o exportador ou o importador (suplier’s credit / buyer’s credit)

CARACTERÍSTICAS: Pré-embarque e Pós-embarque

Pré-embarque

Expectativa de venda Maior risco, taxa de juros maior e prazo menor.

Pós-embarque

Efetivo embarque  Menor risco, taxa de juros menor e prazo maior.

RISCOS:

COMERCIAL - Não pagamento pelo importador

SOBERANO OU POLÍTICO - Pedido de moratória, centralização do câmbio, greves,

etc

EXTRAORDINÁRIO – Terremotos, inundações, furacões, etc

GARANTIAS:

Surgem devidos aos

riscos

inerentes as atividades de comércio exterior.

Carta de crédito

Seguro de Crédito

Convênios de Pagamentos e Créditos Recíprocos/CCR (Câmara de Compensação

entre Bancos Centrais)

(91)

FASE PRÉ-EMBARQUE

ADIANTAMENTO DE CONTRATO DE

CÂMBIO - ACC

BNDES EXIM PRÉ-EMBARQUE

BNDES EXIM PRÉ-EMBARQUE

Antecipação de recursos para a produção

de qualquer produto.

Antecipação de recursos para a produção

de bens com índice de nacionalização em

valor >= 60% constante de lista do

BNDES

Qualquer empresa exportadora pode se

beneficiar,

inclusive

“trading”,

cooperativa etc.

Empresa exportadora constituída sob lei

brasileira com sede e administração no

País. No caso de Trading Company, o

recurso vai diretamente para o produtor

do bem.

Prazo: até 360 dias

Prazo: depende do tipo de financiamento

e porte de empresa.

Custo da Operação: a partir da taxa

LIBOR

Custo Financeiro + Remuneração do

BNDES + remuneração da Instituição

financeira credenciada (LIBOR +Câmbio)

Não embarcando: pagamento dos custos

normais do agente financeiro.

Não embarcando: pagamento dos custos

normais do agente financeiro.

(92)

FINANCIAMENTO À COMERCIALIZAÇÃO DE BENS EXPORTÁVEIS

FASE PÓS-EMBARQUE

ADIANTAMENTO DE CAMBIAIS

ENTREGUES - ACE

BNDES EXIM PÓS-EMBARQUE

Adiantamento de recursos após o

embarque da mercadoria.

Refinanciamento à exportação de bens

após o embarque da mercadoria com

índice de nacionalização em valor >=

60% constante de lista do BNDES

Qualquer empresa exportadora pode se

beneficiar,

inclusive

“trading”,

cooperativa etc. Normalmente faz-se

uma operação casada com ACC.

Empresa exportadora constituída sob lei

brasileira com sede e administração no

País. No caso de Trading Company, o

recurso vai diretamente para o produtor

do bem.

Prazo: até 390 dias

Prazo: até 12 anos.

Custo da Operação: a partir da taxa

LIBOR

Encargos: Taxa de desconto (LIBOR) +

Remuneração do BNDES + remuneração

da Instituição financeira credenciada.

(93)

PROGRAMA DE FINANCIAMENTO ÀS

EXPORTAÇÕES - PROEX

Recursos: Orçamento da União.

Agente Financeiro: Banco do Brasil S/A.

Tipos de Financiamentos:

PROEX FINANCIAMENTO;

(94)

CONDIÇÕES FINANCEIRAS

Prazos

Até 10 anos, em função do valor da mercadoria ou da complexidade

do serviço prestado.

Percentual Financiável

Limitado a 85% do valor da exportação.

Condições: prazos superiores a 2 anos. Índice de nacionalização do

bem >= a 60%

Taxa de Juros

As praticadas no mercado internacional.

Forma de Pagamento pelo Importador

Em parcelas semestrais, iguais e sucessivas.

Nas operações de curto prazo admite-se pagamento único no final.

Garantias

Aval, fiança ou carta de crédito de instituição de primeira linha ou

Seguro de Crédito à Exportação

Moeda de Pagamento

Dólar dos EUA ou outra moeda de livre conversibilidade

.

(95)

PROEX EQUALIZAÇÃO

Conceito :

O Tesouro Nacional assume a diferença entre os encargos

financeiros domésticos e os praticados no mercado internacional

nos financiamentos ao exportador ou importador de bens e serviços

brasileiros.

Beneficiários:

No Brasil: os bancos múltiplos, comerciais, de investimento, de

desenvolvimento e o BNDES Exim.

No exterior: estabelecimento de crédito ou financeiro cujo estatuto

preveja a possibilidade de conceder crédito sob qualquer forma

de mútuo.

Forma de pagamento:

A equalização é paga ao beneficiário por meio da emissão de Notas

no Tesouro Nacional, da série I - NTN-I, monetizadas nas data de

vencimento dos juros do financiamento

(96)

GARANTIAS

Carta de Crédito (pós-embarque)

-

Garantia contra riscos comerciais

Fundo de garantia para a promoção da competitividade - FGPC

(fundo de aval - MPME) (pré-embarque)

-

Garantia de parte do risco de crédito das instituições financeiras nos

empréstimos para MPME

Convênio de Pagamento de Créditos Recíprocos –CCR -

(pós-embarque)

Câmara de compensação de Bancos Centrais de membros da ALADI

Seguro de crédito (pré e pós-embarque)

(97)
(98)

Imunidade e isenções tributárias

nas exportações

IPI:

Imunidade (CF, art. 153, § 3º, inciso III)

ICMS

:Imunidade (CF, art. 155, inciso X, alínea

“a”)

(99)

NACIONAL

IE

ICMS

IPI

PIS/COFINS

TERRITÓRIO

INTERNACIONAL

(100)

COMUM – (ou geral)

em que há pagamento de

direitos aduaneiros, ou que confere isenção ou

redução desses direitos.

,

ESPECIAIS

- estabelecem efeito suspensivo

quanto ao crédito tributário

FORMAÇÃO DE PREÇOS

REGIMES ADUANEIROS

FORMAÇÃO DE PREÇOS

(101)

Regimes Aduaneiros Especiais

Características:

Suspensão do crédito tributário.

Permanência no regime por prazo

determinado.

Termos de Responsabilidade como Garantia

(real ou pessoal) dos tributos.

Os bens podem ser ou não despachados

para consumo.

(102)

REGIMES ADUANEIROS

REGIMES ADUANEIROS

REGIMES ADUANEIROS

REGIMES ADUANEIROS

ESPECIAIS

APLICADOS EM

AREAS ESPECIAIS

Admissão temporária

Exportação temporária

Trânsito aduaneiro

Entreposto aduaneiro

Drawback

.

Zona Franca de Manaus

Loja franca (free shop)

Zona de Processamento de

Exportação - ZPE

(103)

Trânsito Aduaneiro

Trânsito Aduaneiro

consum

o

Exportaç

ão

Exportaçã

o

Aduan

a

Importaçã

o

(104)

(Sem modificações)

Admissão

Admissão

Temporária

Temporária

Importação

(105)

Reimportação

Exportação

Exportação

(106)

Entreposto Aduaneiro

Entreposto Aduaneiro

Permite o depósito de mercadorias em

recinto alfandegado com

suspensão do pagamento de tributos,

sob controle fiscal e

(107)

Drawback

Drawback

Compreende a Suspensão,

Isenção ou Restituição dos tributos

incidentes na importação de mercadorias

utilizadas na industrialização de

produtos exportados ou a exportar

(108)

Incoterms

International Commercial Terms

•Cláusulas contratuais, de uso corrente

no comércio internacional, que procuram

definir obrigações e direitos do

exportador e importador, no tocante às

responsabilidades por perdas e danos

que possam sofrer as mercadorias

(109)

Incoterms

Sigla: 3 (três) letras maiúsculas

Facilitador do comércio: 13 cláusulas

padronizadas

Uso não obrigatório, porém, se utilizado,

vincula exportador e importador

(110)

INCOTERMS

E

XW

C

FR

F

AS

C

IF

C

PT

C

IP

F

OB

F

CA

D

AF

D

ES

D

EQ

D

DU

D

DP

PARTIDA

TRANSPORTE

PRINCIPAL NÃO

PAGO

TRANSPORTE

PRINCIPAL PAGO

CHEGADA

(111)

PREÇO DE

EXPORTAÇÃO

QUANTO

CUSTA

(112)

CUSTO TOTAL

==> Custos Industriais

==> Despesas

Financeiras

==> Despesas

Administrativas

==> Despesas

Comerciais

LUCRO

TRIBUTOS

=

=> IPI

==> ICMS

==> Outros

PREÇO DE

VENDA NO

MERCADO

INTERNO

+

+

+

+

=

=

FORMAÇÃO DE PREÇO PARA O MERCADO INTERNO

(113)

FORMAÇÃO DE PREÇO PARA O MERCADO EXTERNO

CUSTO TOTAL

=> Custos Industriais

=> Despesas Financeiras

=> Despesas Administrativas

=> Despesas Comerciais

+

+

DESPESAS DE

EXPORTAÇÃO

(Financeiras, Embalagem,

Transporte, Seguro, Câmbio,

Comissão de Agente etc.)

+

+

LUCRO

=

=

PREÇO DE

VENDA NO

MERCADO

EXTERNO

(114)

EXPORTAÇÃO

ORGÃOS GESTORES

NORMAS ADMINISTRATIVAS

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS

(115)

Órgãos Gestores:

Responsáveis pela implantação e atualização das

informações e normas:

Secex (comercial)

RFB (aduaneira)

Bacen (cambial) e RFB (fiscalização)

Órgãos Anuentes:

Efetuam análise complementar dentro de sua

área de competência, podendo estabelecer

normas específicas

(116)

Quem pode exportar?

Quem estiver inscrito no

REI

– Registro de

Exportadores e Importadores da Secretaria de

Comércio Exterior- SECEX

A inscrição no REI é automática, sendo realizada no

ato da primeira operação de exportação

R E I

Estão dispensadas da inscrição no REI

operações até o limite de US$ 20.000,00

(117)

Quem pode exportar?

Pessoa física

somente poderá exportar mercadorias

em quantidades que

não revelem prática de comércio

e

desde que

não se configure habitualidade.

Agricultor ou pecuarista - Incra;

DECEX

Artesão, artista ou assemelhado -

Pessoa jurídica

(118)

Sistema Integrado de

Sistema Integrado de

Comércio Exterior -

Comércio Exterior -

SISCOMEX

SISCOMEX

Integra

as

atividades

de

registro,

acompanhamento

e

controle

das

operações de comércio exterior, por meio

de fluxo único, computadorizado, de

informações.

(119)

Formas de Acesso:

Rede Serpro (terminais próprios ou de

despachantes credenciados)

Rede Sisbacen (bancos e corretoras de

câmbio)

Salas de Contribuintes da RFB

Operação:

Conexão ao Sisbacen através certificação

digital

(120)

POSSO

EXPORTAR

QUALQUER

TIPO DE

MERCADORIA?

POSSO

EXPORTAR

QUALQUER

TIPO DE

MERCADORIA?

FASE COMERCIAL

REGIMES DE EXPORTAÇÃO

(121)

PORTARIA

SECEX

Nº 25

27/11/2008

livre

contingenciada

Sujeita a

procedimentos

especiais

suspensa

proibida

(122)

FASE COMERCIAL

Registro de Exportação

REGRA:

Validação e deferimento automáticos

pelo Siscomex

EXCEÇÃO:

Manifestação prévia de órgãos

anuentes

(123)

Fase Aduaneira

Nesta fase processa-se o

despacho aduaneiro

Registro

da

Declaração

de

Exportação

Confirmação, no

Siscomex, da

presença da

carga.

Entrega de

documentos

na unidade da

SRF

15 dias

(124)

DESPACHO ADUANEIRO

PORTO / AEROPORTO

SRF

Início / conclusão do trânsito, após despacho

(125)

FASE CAMBIAL

Quem são os participantes do

mercado cambial brasileiro?

• Banco Central

• Bancos autorizados a operar em câmbio

• Clientes

• Corretores de câmbio

• Instituições (bancárias ou não)

(126)

O que é contrato de câmbio?

É o Instrumento firmado entre o

vendedor e

o comprador de moedas estrangeiras

,

no

qual se registram todas as características

da operação bem como as condições

(127)

MODALIDADES DE PAGAMENTO

Pagamento antecipado

Carta de crédito

(128)

SIMPLICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

OPERACIONAIS PARA A MICRO EMPRESA

(129)

Declaração Simplificada de Exportação - DSE

Opção pelo Exporta Fácil (operacionalizado

pelos Correios)

Reduz nº de documentos e custos

Maior rapidez e ganho de competitividade

(130)

Exporta Fácil

Exporta Fácil

www. Correios.com.br/exportafacil

 Valor máximo: US$ 50 mil

 Peso máximo: 30 kg

 Dimensões: H + L + P = 1,50m

 Quantos pacotes forem preciso

O que não pode ser enviado pelo Exporta Fácil:

 Substâncias perigosas (IATA);

 Proibições gerais;

(131)

ASSOCIATIVISMO

NA EXPORTAÇÃO

(132)

CULTURA INDIVIDUALISTA

ESTAMOS CULTURALMENTE DESPREPARADOS

PARA DESENVOLVER AÇÕES CONJUNTAS ?

(133)

CONTROLE E FUNCIONAMENTO

CONCORRENTES

FORNECEDORES

FISCALIZAÇÃO

FUNCIONÁRIOS

CLIENTES

CONTAS

BANCOS

IMPOSTOS

ORGANIZAÇÃO

DA LOJA

DESPERDÍCIOS

COMÉRCIO EXTERIOR

(134)

O ISOLAMENTO PROVOCA:

FALTA DE INFORMAÇÕES;

POUCOS RECURSOS;

DEPENDÊNCIA DAS DECISÕES

CONCENTRADAS NO EMPRESÁRIO;

FALTA DE DINAMISMO

.

(135)

DESCONFIAMOS E

NÃO PARTICIPAMOS

DE AÇÕES PROMOVIDAS

PELAS NOSSAS

ENTIDADES DE CLASSE

CONCORRENTES

ENCARADOS COMO

INIMIGOS PESSOAIS

NÃO TROCAMOS

EXPERIÊNCIAS OU

INFORMAÇÕES

A CULPA DOS

PROBLEMAS ESTÁ

SEMPRE FORA DA

EMPRESA

ACREDITAMOS

QUE JÁ SABEMOS TUDO

SOBRE O NOSSO

(136)

Formas de Associativismo

ASSOCIAÇÃO

COOPERATIVA

CONSÓRCIO

(137)

Vantagens da Associação

Elaboração de catálogos comuns

Resposta às demandas de escala

Facilidade de acesso

a créditos e financiamentos

a mercados

a fornecedores de matérias-primas

a novas tecnologias

APOIO : SEBRAE e APEX

feiras internacionais,

publicação de material promocional,

Missões e rodadas de negócios internacionais,

Desenvolvimento de projetos de capacitação (qualidade total, design, ISO 9000,

etc).

(138)

A

A

rranjos

rranjos

P

P

rodutivos

rodutivos

Locais

(139)

A

rranjos

P

rodutivos

L

ocais são

aglomerações de empresas

localizadas em um

mesmo território

, que apresentam

especialização

produtiva

e mantêm algum vínculo de

articulação

,

interação, cooperação e aprendizagem

entre si

e

com outros atores

locais tais como

governo, associações

empresariais, instituições de crédito, ensino e

pesquisa.

(140)

É muito difícil para uma

PME sobreviver

individualmente: una-se às

outras para compartilhar

experiências.

É muito difícil para uma

PME sobreviver

individualmente: una-se às

outras para compartilhar

experiências.

A exportação é a escola da

competitividade e o

consórcio e os APLs são a

cultura da Associação

A exportação é a escola da

competitividade

e o

consórcio e os APLs são a

cultura da

Associação

(141)

O B R I G A D O

UFA!!!!!!!!!!!

E-mail:

[email protected]

Telefone: (61) 2109-7422

Referências

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