PAPEL DO PROFESSOR DIANTE DAS
NOVAS TECNOLOGIAS
Prof. Alexandre Lisbôa da Silva
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Prof. Alexandre Lisbôa da Silva
Encontramos e ouvimos muito falar
sobre o uso das “Tecnologias
Educacionais”
Percebemos também a “imposição e a
cobrança” sobre os professores na
questão da apropriação das
tecnologias.
Existe a idéia de que o professor deve
mudar sua postura tradicional e passar a
ser um facilitador da aprendizagem.
MÁXIMO, Luiz Fernando. “Tecnologias da Educação”. Apostila do Curso de Formação
Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
Não serão as responsáveis por uma
boa prática docente.
MÁXIMO, Luiz Fernando. “Tecnologias da Educação”. Apostila do Curso de Formação
Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
Não irão facilitar ou melhorar a
qualidade do ensino e da
aprendizagem.
AS TECNOLOGIAS:
Não vão credenciar um professor(a) a
ganhar ou perder espaços na educação.
Unilateral, Linear ou Estrela.
MÁXIMO, Luiz Fernando. “Tecnologias da Educação”. Apostila do Curso de Formação Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
Bilateral ou Bidirecional.
MÁXIMO, Luiz Fernando. “Tecnologias da Educação”. Apostila do Curso de Formação Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
Multilateral ou em rede.
MÁXIMO, Luiz Fernando. “Tecnologias da Educação”. Apostila do Curso de Formação Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
MODELOS DE COMUNICAÇÃO
Mas, que relação isso tem com o
uso da tecnologia na Educação?
MÁXIMO, Luiz Fernando. “Tecnologias da Educação”. Apostila do Curso de Formação Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
Necessitamos utilizar o modelo
multilateral, a fim de que possamos
nos tornar um orientador/mediador
de nossos alunos.
Moran (2000) in MÁXIMO, Luiz Fernando. “Tecnologias da Educação”. Apostila do Curso de Formação Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
VÍDEO-TAPA BURACO
Dicas e Princípios
5
FORMAS EQUIVOCADAS!
Moran (2000) in MÁXIMO, Luiz Fernando. “Tecnologias da Educação”. Apostila do Curso de Formação Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
VÍDEO-ENROLAÇÃO
Dicas e Princípios
5
FORMAS EQUIVOCADAS!
Moran (2000) in MÁXIMO, Luiz Fernando. “Tecnologias da Educação”. Apostila do Curso de Formação Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
VÍDEO-DESLUMBRAMENTO
Dicas e Princípios
5
FORMAS EQUIVOCADAS!
Moran (2000) in MÁXIMO, Luiz Fernando. “Tecnologias da Educação”. Apostila do Curso de Formação Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
VÍDEO-PERFEIÇÃO
Dicas e Princípios
5
FORMAS EQUIVOCADAS!
Moran (2000) in MÁXIMO, Luiz Fernando. “Tecnologias da Educação”. Apostila do Curso de Formação Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
SÓ
VÍDEO
Dicas e Princípios
5
FORMAS EQUIVOCADAS!
Moran (2000) in MÁXIMO, Luiz Fernando. “Tecnologias da Educação”. Apostila do Curso de Formação Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
Vídeo como SENSIBILIZAÇÃO
Dicas e Princípios
5
BOAS PROPOSTAS
Moran (2000) in MÁXIMO, Luiz Fernando. “Tecnologias da Educação”. Apostila do Curso de Formação Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
Vídeo como
ILUSTRAÇÃO
Dicas e Princípios
5
BOAS PROPOSTAS
Moran (2000) in MÁXIMO, Luiz Fernando. “Tecnologias da Educação”. Apostila do Curso de Formação Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
Vídeo
como SIMULAÇÃO
Dicas e Princípios
5
BOAS PROPOSTAS
Moran (2000) in MÁXIMO, Luiz Fernando. “Tecnologias da Educação”. Apostila do Curso de Formação Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
Vídeo
como
CONTEÚDO DE ENSINO
Dicas e Princípios
5
BOAS PROPOSTAS
•
DIRETO
• INDIRETO
Moran (2000) in MÁXIMO, Luiz Fernando. “Tecnologias da Educação”. Apostila do Curso de Formação Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
Vídeo
ESPELHO
Dicas e Princípios
5
BOAS PROPOSTAS
Antes da exibição:
Dicas e Princípios
COMO VER O VÍDEO
1.
Apresentar aspectos gerais do Vídeo.
2.
Não interpretar antes (pré-julgar).
3.
Checar o vídeo antes.
4.
Conhecê-lo.
Durante a exibição:
Dicas e Princípios
COMO VER O VÍDEO
1.
Anotar as cenas mais importantes.
2.
Caso seja necessário comentar (aperte
pause).
3.
Seja breve nos comentários durante a
pausa.
Depois da exibição:
Dicas e Princípios
COMO VER O VÍDEO
1.
Voltar a fita ao começo ou retirar o DVD.
2.
Rever as cenas mais importantes ou
difíceis.
3.
Repetir o filme quando complexo,
Vidal, Maia e Santos (2002), in MÁXIMO, L. F.. “Tecnologias da Educação”.
Apostila do Curso de Formação Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
O software escolhido para aula deve
propiciar a integração:
• dos conteúdos;
• dos alunos com o professor e entre eles.
• propiciando a compreensão dos
conteúdos curriculares
10 Princípios Observados no uso da
Informática na Educação
Vidal, Maia e Santos (2002), in MÁXIMO, L. F.. “Tecnologias da Educação”.
Apostila do Curso de Formação Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
O software não deverá:
• isolar o aluno;
• impedir o contato com seus pares;
• propiciar atividades repetitivas e pouco
criativas.
10 Princípios Observados no uso da
Informática na Educação
Vidal, Maia e Santos (2002), in MÁXIMO, L. F.. “Tecnologias da Educação”.
Apostila do Curso de Formação Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
Deverá ter um projeto pedagógico sólido
e bem estruturado que contemple:
• direcionamento preciso e objetivo;
• noções do ambiente no qual está
trabalhando.
3º
10 Princípios Observados no uso da
Informática na Educação
Vidal, Maia e Santos (2002), in MÁXIMO, L. F.. “Tecnologias da Educação”.
Apostila do Curso de Formação Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
• Jogos educativos são importante, mas
tenha cuidado em sua escolha.
• Busque sempre jogos que desenvolva o
raciocínio lógico e da criatividade.
4º
10 Princípios Observados no uso da
Informática na Educação
Vidal, Maia e Santos (2002), in MÁXIMO, L. F.. “Tecnologias da Educação”.
Apostila do Curso de Formação Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
• Não devemos transformar o laboratório
de informática uma ambiente à parte.
• O aluno deve ter o mesmo prazer que
em sua sala de aula.
• Devemos constituir um ambiente
pedagógico, visando a construção do
conhecimento (aprender e ensinar).
5º
10 Princípios Observados no uso da
Informática na Educação
Vidal, Maia e Santos (2002), in MÁXIMO, L. F.. “Tecnologias da Educação”.
Apostila do Curso de Formação Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
O professor, que tem o compromisso de
dinamizar a sala de aula:
• não deve se esconder diante do técnico
de informática;
• o trabalho dever ser conduzido em
conjunto na busca do melhor
aproveitamento das mídias.
6º
10 Princípios Observados no uso da
Informática na Educação
Vidal, Maia e Santos (2002), in MÁXIMO, L. F.. “Tecnologias da Educação”.
Apostila do Curso de Formação Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
A informática não é pré-requisito para
educação de qualidade.
Não será ele o responsável pela renovação
da prática docente, tão pouco, responder
por uma aprendizagem mais prazerosa.
7º
10 Princípios Observados no uso da
Informática na Educação
Vidal, Maia e Santos (2002), in MÁXIMO, L. F.. “Tecnologias da Educação”.
Apostila do Curso de Formação Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
Devemos ter a preocupação na
empregabilidade da informática para não
empregarmos tecnologias novas com
estratégias velhas.
Para que isso não ocorra é imprescindível
delimitarmos projetos educativos
interdisciplinares.
8º
10 Princípios Observados no uso da
Informática na Educação
Vidal, Maia e Santos (2002), in MÁXIMO, L. F.. “Tecnologias da Educação”.
Apostila do Curso de Formação Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
Tarefa pedagógica fundamental:
• seleção de software;
• recursos de comunicação (projetor, som,
internet).
Objetivando as aprendizagens.
9º
10 Princípios Observados no uso da
Informática na Educação
Vidal, Maia e Santos (2002), in MÁXIMO, L. F.. “Tecnologias da Educação”.
Apostila do Curso de Formação Pedagógica para Docentes. Biguaçu:UNIVALI , 2007.
Professor e alunos devem caminhar juntos
no processo pedagógico informatizado,
buscando:
• construir conhecimento de modo
colaborativo, criativo, dinâmico e
centrados na formação para a cidadania
do século XXI.
10º
10 Princípios Observados no uso da
Informática na Educação
FREIRE, Fernada M. P.; PRADO, Maria E. B. B. P..O computador em sala de aula: articulando saberes – Campinas, SP: UNICAMP/NIED, 2000.
“Será usado o editor de textos Word que é
muito útil quando se pretende desenvolver
qualquer tipo de produção escrita, cujo
resultado pode ser impresso: textos,
questionários, entrevistas, boletins
informativos etc..”
Informática e Meio Ambiente na Escola
Escrevendo ... Para
compreender!
FREIRE, Fernada M. P.; PRADO, Maria E. B. B. P..O computador em sala de aula: articulando saberes – Campinas, SP: UNICAMP/NIED, 2000.
“O Paintbrush é um editor de desenhos bastante
utilizado para produzir desenhos livres, mapas,
organogramas, etc..
Pode-se desenhar de forma estilizada, em perspectiva,
inspirado em gravuras ou obras de arte. Embora existam
editores de desenho mais sofisticados para tratar
imagens scanneadas ou copiadas de outros arquivos, o
Paint pode ser também usado com esta finalidade devido
à sua facilidade de manuseio.”
Informática e Meio Ambiente na Escola
FREIRE, Fernada M. P.; PRADO, Maria E. B. B. P..O computador em sala de aula: articulando saberes – Campinas, SP: UNICAMP/NIED, 2000.
“O PowerPoint é um editor de apresentações que oferece
muitos recursos, possibilitando a integração de objetos
multimídia (som, imagem, filme, texto, gráfico) e
definição de efeitos programados. Permite, portanto, a
personalização dos slides de acordo com as preferências
do usuário e o tipo de utilização a que se destina. Na área
educacional pode ser uma ferramenta útil para mostras e
documentação de trabalhos.”
Informática e Meio Ambiente na Escola
Apresentando...para
conscientizar!
FREIRE, Fernada M. P.; PRADO, Maria E. B. B. P..O computador em sala de aula: articulando saberes – Campinas, SP: UNICAMP/NIED, 2000.
“A planilha eletrônica Excel oferece recursos para
efetuar cálculos matemáticos, financeiros e
contábeis, bem como gerar diversos gráficos.
Pode-se utilizá-la com diversas finalidades, desde o
controle do orçamento doméstico até o
gerenciamento financeiro de uma empresa. Na
escola, é muito útil para tratar dados provenientes
de pesquisas, produzir e interpretar gráficos e
tabelas.”
Informática e Meio Ambiente na Escola
FREIRE, Fernada M. P.; PRADO, Maria E. B. B. P..O computador em sala de aula: articulando saberes – Campinas, SP: UNICAMP/NIED, 2000.