FACIS - Faculdade de Ciências da Saúde
Fisioterapia
Apostila de Cinesiologia
Cotovelo
Este material é fruto do trabalho iniciado na monitoria de 2009. Ainda esta em fase de construção.
Temos muito para melhorar.
Usem com prudência e nos ajude a torná-lo melhor. Ele não deve ser o único material a ser utilizado por você.
Observações Gerais – Validas para todas as provas
Lembrar que via de regra, a palpação é da origem para inserção. Definir o que é “Discreta” ADM - Anotar aqui a resposta
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Verificar sempre o que pode levar a compensação para escolher colchão adequado
As provas são realizadas com somatória das ações musculares
As fixações e/ou estabilização são realizadas a partir da necessidade e
antes
da realização do movimento ou prova.ARTICULAÇÃO ULNOUMERAL OU TROCLEAR
Grande cavidade sigmóide da ulna + tróclea do úmero Articulação sinovial – troclear – uniaxial
Movimentos: Flexão e Extensão
ARTICULAÇÃO RADIOUMERAL Cabeça do rádio + capítulo do úmero Articulação sinovial – troclear – biaxial
Movimentos: Flexão e Extensão / Rotação medial e lateral
ARTICULAÇÃO RADIOULNAR SUPERIOR
Pequena cavidade sigmóide da ulna + cabeça do radio Articulação sinovial – trocóide – uniaxial
Movimentos: Pronação e supinação (rotação)
ARTICULAÇÃO RADIOULNAR MÉDIA Radio + ulna + membrana interóssea
Articulação sindesmose (movimentos por deformação de ligamentos) Move-se pela disposição da membrana interóssea
ARTICULAÇÃO RADIOULNAR INFERIOR Cabeça da ulna + cavidade sigmóide do rádio Articulação sinovial – trocoíde – uniaxial Movimentos: pronação e supinação (rotação)
INSPEÇÃO:
O cotovelo deve ser examinado nas vistas anterior, posterior, lateral e medial Determinar alterações de pele, cicatrizes, pintas, manchas, desalinhamento
articular, etc.
PALPAÇÃO DAS ESTRUTURAS E DE REFERÊNCIAS ÓSSEAS
Epicôndilo medial do úmero
Epicôndilo lateral do úmero
Olecrano
Ápice do olecrano
Fossa olecraniana
Tendão do tríceps
Sulco do nervo ulnar
Nervo ulnar
Cabeça do radio
Côndilo ou capítulo do úmero
Tróclea do úmero
Articulação úmero-radial
Articulação úmero-ulnar
Articulação radio-ulnar proximal
Tuberosidade do rádio
Fossa cubital
Artéria braquial A: alinhamento das estruturas do cotovelo em extensão B: formação de um triângulo com o cotovelo em flexão 90°
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BÍCEPS
Posição do paciente: decúbito dorsal ou sentado com o cotovelo apoiado na maca
Posição do terapeuta: na lateral da maca ou a frente do paciente
Inspeção e palpação: observar a região anterior do braço. Do ombro ao cotovelo Avaliação da Função: mostrar ao paciente os movimentos conjuntos de flexão de
cotovelo e supinação de antebraço, pedir para executá-lo.
Posição de prova: Escapulo-umeral: Flex 30° Cotovelo: Flex 70°
Antebraço: Supinação
Fixação: sob o cotovelo para proteger contra a pressão da maca ou no úmero para sua
estabilização
Pressão: 1/3 distal do antebraço no sentido de extensão do cotovelo
Graduar a força e realizar a palpação do músculo em contração. Devolver o segmento em posição de origem.
1
Bíceps
O: Cabeça longa: tubérculo supra-glenoidal da escápula
Cabeça curta: processo coracóide da escápula
I: Tuberosidade do rádio
2
BRAQUIORRADIAL
Posição do paciente: decúbito dorsal ou sentado com o cotovelo apoiado na maca
Posição do terapeuta: na lateral da maca ou a frente do paciente
Inspeção e palpação: observar a região anterior e lateral do cotovelo e lateral do
antebraço.
Avaliação da Função: mostrar ao paciente o movimento de flexão de cotovelo com
posição neutra do antebraço, pedir para executá-lo.
Posição de prova: Escapulo-umeral: Flex 30°
Cotovelo: Flex 70° Antebraço: Posição neutra
Fixação: sob o cotovelo para proteger contra a pressão da maca ou no úmero para sua
estabilização
Pressão: 1/3 distal do antebraço no sentido de extensão do cotovelo
Graduar a força e realizar a palpação do músculo em contração. Devolver o segmento em posição de origem.
2
Braquiorradial
O: crista supracondilar do úmero I: processo estilóide do rádio A: flexão de cotovelo
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BRAQUIAL
Posição do paciente: decúbito dorsal ou sentado com o cotovelo apoiado na maca
Posição do terapeuta: na lateral da maca ou a frente do paciente
Inspeção e palpação: observar a região anterior e medial do braço e cotovelo.
Avaliação da Função: mostrar ao paciente o movimento de flexão de cotovelo com
antebraço em pronação, pedir para executá-lo.
Posição de prova: Escapulo-umeral: Flex 30°
Cotovelo: Flex 70° Antebraço: Pronação
Fixação: sob o cotovelo para proteger contra a pressão da maca no úmero para sua
estabilização
Pressão: 1/3 distal do antebraço no sentido de extensão do cotovelo
Graduar a força e realizar a palpação do músculo em contração. Devolver o segmento em posição de origem.
3
Braquial
O: 1/3 médio da superfície anterior do úmero I: processo coronóide da ulna
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SUPINADOR
Posição do paciente: decúbito dorsal
Posição do terapeuta: na lateral da maca
Inspeção e palpação: observar a região anterior e lateral do cotovelo e lateral do
antebraço trajeto de origem para inserção.
Avaliação da Função: mostrar ao paciente o movimento de supinação do antebraço
com o cotovelo fletido, pedir para executá-lo.
Posição de prova: Escapulo-umeral: Add 0°
Cotovelo: Flex 90° Antebraço: Supinação
Fixação: na lateral do braço
Dupla-pressão: utilizar a pinça tri-digital nos processos estilóides do radio e da ulna no
sentido de pronação do antebraço
Graduar a força e realizar a palpação do músculo em contração. Devolver o segmento em posição de origem.
4
Supinador
O: epicôndilo lateral no úmero I: 1/3 proximal do rádio
A: supinação do antebraço / auxilia na flexão do cotovelo
Um profissional habilitado pode utilizar variações de
posicionamento da mão. Porém neste momento da formação de vocês devem seguir as
orientações indicadas. Seguir esta orientações para todas as demais provas.
Prova: Supinador com o Bíceps Alongado
Posição do paciente: em pé ou sentado
Posição do terapeuta: atrás do paciente
Inspeção e palpação: observar a região anterior e lateral do cotovelo e lateral do
antebraço.
Avaliação da Função: mostrar ao paciente o movimento de supinação do antebraço
com o cotovelo fletido, pedir para executá-lo.
Posição de prova:
Escapulo-umeral: Ext 30° Cotovelo: Ext 0°
Antebraço: Supinação (cuidado: palma da mão voltada pra baixo)
Fixação: no braço mantendo a extensão do ombro e
cotovelo
Dupla-pressão: utilizar a pinça tri-digital nos processos
estilóides do radio e da ulna no sentido de pronação do antebraço
Graduar a força e realizar a palpação do músculo
em contração. Devolver o segmento em posição de origem.
Prova: Supinador com o Bíceps Encurtado
Posição do paciente: decúbito dorsal
Posição do terapeuta: na cabeceira da maca
Inspeção e palpação: observar a região anterior e lateral do cotovelo e lateral do
antebraço.
Avaliação da Função: mostrar ao paciente os movimentos de supinação do antebraço com o cotovelo fletido, pedir para executá-lo.
Posição de prova:
Escapulo-umeral: Flex 90° Cotovelo: Flex máxima (140°) Antebraço: Supinação
Fixação: no cotovelo
Dupla-pressão: utilizar a pinça tri-digital nos processos
estilóides do radio e da ulna no sentido de pronação do antebraço
Graduar a força e realizar a palpação do músculo em contração. Devolver o segmento em posição de origem.
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PRONADOR REDONDO
Posição do paciente: decúbito dorsal
Posição do terapeuta: na lateral da maca
Inspeção e palpação: observar a região anterior e medial do cotovelo e medial do
antebraço.
Avaliação da Função: mostrar ao paciente o movimento de pronação do antebraço com
o cotovelo fletido, pedir para executá-lo.
Posição de prova:
Escapulo-umeral: Add 0° Cotovelo: Flex entre 70° e 90° Antebraço: Pronação
Fixação: na lateral do 1/3 distal do úmero Dupla-pressão: utilizar a pinça tri-digital
nos processos estilóides do radio e da ulna no sentido de supinação do antebraço
Graduar a força e realizar a palpação do
músculo em contração. Devolver o segmento em posição de origem.
5
Pronador redondo
O: Cabeça umeral: epicôndilo medial
Cabeça ulnar: processo coronóide da ulna
I: 1/3 médio do rádio
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PRONADOR QUADRADO
Posição do paciente: decúbito dorsal ou sentado
Posição do terapeuta: na lateral da maca ou a frente do paciente Inspeção e palpação: observar a região anterior e distal do antebraço
Avaliação da Função: mostrar ao paciente o movimento de pronação do antebraço com
flexão do cotovelo e pedir para executá-lo.
Posição de prova:
Escapulo-umeral: Add 0° Cotovelo: Flex máxima (140°) Antebraço: Pronação
Fixação: no cotovelo
Dupla-pressão: utilizar a pinça tri-digital nos processos estilóides do radio e da ulna no
sentido de supinação do antebraço
Graduar a força e realizar a palpação do músculo em contração. Devolver o segmento em posição de origem.
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Pronador quadrado
O: superfície anterior da ulna no ¼ distal do antebraço I: superfície anterior do radio no ¼ distal do antebraço A: pronação do antebraço
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TRÍCEPS E ANCÔNEO
Tríceps e Ancôneo Tríceps Ancôneo
Tríceps e Ancôneo – Decúbito Dorsal
Posição do paciente: decúbito dorsal
Posição do terapeuta: na lateral da maca
Inspeção e palpação: observar a toda região posterior do ombro, do braço e do
cotovelo.
Avaliação da Função: mostrar ao paciente o movimento de extensão do cotovelo e
pedir para executá-lo.
Posição de prova:
Escapulo-umeral: Flex 90° Cotovelo: Flex 10°
Fixação: 1/3 médio anterior do úmero
Pressão: no 1/3 distal do antebraço no sentido de flexão
do cotovelo
Graduar a força e realizar a palpação do músculo em
contração. Devolver o segmento em posição de
origem.
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Tríceps
O: Cabeça longa: tubérculo infra glenóideo da escápula
Cabeça medial: 1/3 distal das superfícies medial e posterior do úmero Cabeça curta: superfície proximal e posterior do úmero
I: olecrano da ulna
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TRÍCEPS E ANCÔNEO
Tríceps e Ancôneo – Decúbito Ventral
Posição do paciente: decúbito ventral, com os cuidados do decúbito
Posição do terapeuta: na lateral da maca
Inspeção e palpação: observar a toda região posterior do ombro, do braço e do
cotovelo.
Avaliação da Função: mostrar ao paciente o movimento de extensão do cotovelo e
pedir para executá-lo.
Posição de prova:
Escapulo-umeral: Abd 90° Cotovelo: Flex 10°
Fixação: 1/3 médio anterior do úmero
Pressão: no 1/3 distal do antebraço no sentido de flexão
do cotovelo
Graduar a força e realizar a palpação do músculo em
contração. Devolver o segmento em posição de
origem.
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Ancôneo
O: epicôndilo lateral do úmero I: olecrano da ulna