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Apostila de Cinesiologia. Cotovelo

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Academic year: 2021

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FACIS - Faculdade de Ciências da Saúde

Fisioterapia

Apostila de Cinesiologia

Cotovelo

Este material é fruto do trabalho iniciado na monitoria de 2009. Ainda esta em fase de construção.

Temos muito para melhorar.

Usem com prudência e nos ajude a torná-lo melhor. Ele não deve ser o único material a ser utilizado por você.

(2)

Observações Gerais – Validas para todas as provas

Lembrar que via de regra, a palpação é da origem para inserção. Definir o que é “Discreta” ADM - Anotar aqui a resposta

______________________________________________________________________ ______________________________________________________________________

Verificar sempre o que pode levar a compensação para escolher colchão adequado

As provas são realizadas com somatória das ações musculares

As fixações e/ou estabilização são realizadas a partir da necessidade e

antes

da realização do movimento ou prova.

(3)

ARTICULAÇÃO ULNOUMERAL OU TROCLEAR

 Grande cavidade sigmóide da ulna + tróclea do úmero  Articulação sinovial – troclear – uniaxial

 Movimentos: Flexão e Extensão

ARTICULAÇÃO RADIOUMERAL  Cabeça do rádio + capítulo do úmero  Articulação sinovial – troclear – biaxial

 Movimentos: Flexão e Extensão / Rotação medial e lateral

ARTICULAÇÃO RADIOULNAR SUPERIOR

 Pequena cavidade sigmóide da ulna + cabeça do radio  Articulação sinovial – trocóide – uniaxial

 Movimentos: Pronação e supinação (rotação)

ARTICULAÇÃO RADIOULNAR MÉDIA  Radio + ulna + membrana interóssea

 Articulação sindesmose (movimentos por deformação de ligamentos)  Move-se pela disposição da membrana interóssea

ARTICULAÇÃO RADIOULNAR INFERIOR  Cabeça da ulna + cavidade sigmóide do rádio  Articulação sinovial – trocoíde – uniaxial  Movimentos: pronação e supinação (rotação)

(4)

INSPEÇÃO:

 O cotovelo deve ser examinado nas vistas anterior, posterior, lateral e medial  Determinar alterações de pele, cicatrizes, pintas, manchas, desalinhamento

articular, etc.

PALPAÇÃO DAS ESTRUTURAS E DE REFERÊNCIAS ÓSSEAS

Epicôndilo medial do úmero

Epicôndilo lateral do úmero

Olecrano

Ápice do olecrano

Fossa olecraniana

Tendão do tríceps

Sulco do nervo ulnar

Nervo ulnar

Cabeça do radio

Côndilo ou capítulo do úmero

Tróclea do úmero

Articulação úmero-radial

Articulação úmero-ulnar

Articulação radio-ulnar proximal

Tuberosidade do rádio

Fossa cubital

Artéria braquial A: alinhamento das estruturas do cotovelo em extensão B: formação de um triângulo com o cotovelo em flexão 90°

(5)

1

BÍCEPS

Posição do paciente: decúbito dorsal ou sentado com o cotovelo apoiado na maca

Posição do terapeuta: na lateral da maca ou a frente do paciente

Inspeção e palpação: observar a região anterior do braço. Do ombro ao cotovelo Avaliação da Função: mostrar ao paciente os movimentos conjuntos de flexão de

cotovelo e supinação de antebraço, pedir para executá-lo.

Posição de prova: Escapulo-umeral: Flex 30° Cotovelo: Flex 70°

Antebraço: Supinação

Fixação: sob o cotovelo para proteger contra a pressão da maca ou no úmero para sua

estabilização

Pressão: 1/3 distal do antebraço no sentido de extensão do cotovelo

Graduar a força e realizar a palpação do músculo em contração. Devolver o segmento em posição de origem.

1

Bíceps

O: Cabeça longa: tubérculo supra-glenoidal da escápula

Cabeça curta: processo coracóide da escápula

I: Tuberosidade do rádio

(6)

2

BRAQUIORRADIAL

Posição do paciente: decúbito dorsal ou sentado com o cotovelo apoiado na maca

Posição do terapeuta: na lateral da maca ou a frente do paciente

Inspeção e palpação: observar a região anterior e lateral do cotovelo e lateral do

antebraço.

Avaliação da Função: mostrar ao paciente o movimento de flexão de cotovelo com

posição neutra do antebraço, pedir para executá-lo.

Posição de prova: Escapulo-umeral: Flex 30°

Cotovelo: Flex 70° Antebraço: Posição neutra

Fixação: sob o cotovelo para proteger contra a pressão da maca ou no úmero para sua

estabilização

Pressão: 1/3 distal do antebraço no sentido de extensão do cotovelo

Graduar a força e realizar a palpação do músculo em contração. Devolver o segmento em posição de origem.

2

Braquiorradial

O: crista supracondilar do úmero I: processo estilóide do rádio A: flexão de cotovelo

(7)

3

BRAQUIAL

Posição do paciente: decúbito dorsal ou sentado com o cotovelo apoiado na maca

Posição do terapeuta: na lateral da maca ou a frente do paciente

Inspeção e palpação: observar a região anterior e medial do braço e cotovelo.

Avaliação da Função: mostrar ao paciente o movimento de flexão de cotovelo com

antebraço em pronação, pedir para executá-lo.

Posição de prova: Escapulo-umeral: Flex 30°

Cotovelo: Flex 70° Antebraço: Pronação

Fixação: sob o cotovelo para proteger contra a pressão da maca no úmero para sua

estabilização

Pressão: 1/3 distal do antebraço no sentido de extensão do cotovelo

Graduar a força e realizar a palpação do músculo em contração. Devolver o segmento em posição de origem.

3

Braquial

O: 1/3 médio da superfície anterior do úmero I: processo coronóide da ulna

(8)

4

SUPINADOR

Posição do paciente: decúbito dorsal

Posição do terapeuta: na lateral da maca

Inspeção e palpação: observar a região anterior e lateral do cotovelo e lateral do

antebraço trajeto de origem para inserção.

Avaliação da Função: mostrar ao paciente o movimento de supinação do antebraço

com o cotovelo fletido, pedir para executá-lo.

Posição de prova: Escapulo-umeral: Add 0°

Cotovelo: Flex 90° Antebraço: Supinação

Fixação: na lateral do braço

Dupla-pressão: utilizar a pinça tri-digital nos processos estilóides do radio e da ulna no

sentido de pronação do antebraço

Graduar a força e realizar a palpação do músculo em contração. Devolver o segmento em posição de origem.

4

Supinador

O: epicôndilo lateral no úmero I: 1/3 proximal do rádio

A: supinação do antebraço / auxilia na flexão do cotovelo

Um profissional habilitado pode utilizar variações de

posicionamento da mão. Porém neste momento da formação de vocês devem seguir as

orientações indicadas. Seguir esta orientações para todas as demais provas.

(9)

Prova: Supinador com o Bíceps Alongado

Posição do paciente: em pé ou sentado

Posição do terapeuta: atrás do paciente

Inspeção e palpação: observar a região anterior e lateral do cotovelo e lateral do

antebraço.

Avaliação da Função: mostrar ao paciente o movimento de supinação do antebraço

com o cotovelo fletido, pedir para executá-lo.

Posição de prova:

Escapulo-umeral: Ext 30° Cotovelo: Ext 0°

Antebraço: Supinação (cuidado: palma da mão voltada pra baixo)

Fixação: no braço mantendo a extensão do ombro e

cotovelo

Dupla-pressão: utilizar a pinça tri-digital nos processos

estilóides do radio e da ulna no sentido de pronação do antebraço

Graduar a força e realizar a palpação do músculo

em contração. Devolver o segmento em posição de origem.

Prova: Supinador com o Bíceps Encurtado

Posição do paciente: decúbito dorsal

Posição do terapeuta: na cabeceira da maca

Inspeção e palpação: observar a região anterior e lateral do cotovelo e lateral do

antebraço.

Avaliação da Função: mostrar ao paciente os movimentos de supinação do antebraço com o cotovelo fletido, pedir para executá-lo.

Posição de prova:

Escapulo-umeral: Flex 90° Cotovelo: Flex máxima (140°) Antebraço: Supinação

Fixação: no cotovelo

Dupla-pressão: utilizar a pinça tri-digital nos processos

estilóides do radio e da ulna no sentido de pronação do antebraço

Graduar a força e realizar a palpação do músculo em contração. Devolver o segmento em posição de origem.

(10)

5

PRONADOR REDONDO

Posição do paciente: decúbito dorsal

Posição do terapeuta: na lateral da maca

Inspeção e palpação: observar a região anterior e medial do cotovelo e medial do

antebraço.

Avaliação da Função: mostrar ao paciente o movimento de pronação do antebraço com

o cotovelo fletido, pedir para executá-lo.

Posição de prova:

Escapulo-umeral: Add 0° Cotovelo: Flex entre 70° e 90° Antebraço: Pronação

Fixação: na lateral do 1/3 distal do úmero Dupla-pressão: utilizar a pinça tri-digital

nos processos estilóides do radio e da ulna no sentido de supinação do antebraço

Graduar a força e realizar a palpação do

músculo em contração. Devolver o segmento em posição de origem.

5

Pronador redondo

O: Cabeça umeral: epicôndilo medial

Cabeça ulnar: processo coronóide da ulna

I: 1/3 médio do rádio

(11)

6

PRONADOR QUADRADO

Posição do paciente: decúbito dorsal ou sentado

Posição do terapeuta: na lateral da maca ou a frente do paciente Inspeção e palpação: observar a região anterior e distal do antebraço

Avaliação da Função: mostrar ao paciente o movimento de pronação do antebraço com

flexão do cotovelo e pedir para executá-lo.

Posição de prova:

Escapulo-umeral: Add 0° Cotovelo: Flex máxima (140°) Antebraço: Pronação

Fixação: no cotovelo

Dupla-pressão: utilizar a pinça tri-digital nos processos estilóides do radio e da ulna no

sentido de supinação do antebraço

Graduar a força e realizar a palpação do músculo em contração. Devolver o segmento em posição de origem.

6

Pronador quadrado

O: superfície anterior da ulna no ¼ distal do antebraço I: superfície anterior do radio no ¼ distal do antebraço A: pronação do antebraço

(12)

7

TRÍCEPS E ANCÔNEO

Tríceps e Ancôneo Tríceps Ancôneo

Tríceps e Ancôneo – Decúbito Dorsal

Posição do paciente: decúbito dorsal

Posição do terapeuta: na lateral da maca

Inspeção e palpação: observar a toda região posterior do ombro, do braço e do

cotovelo.

Avaliação da Função: mostrar ao paciente o movimento de extensão do cotovelo e

pedir para executá-lo.

Posição de prova:

Escapulo-umeral: Flex 90° Cotovelo: Flex 10°

Fixação: 1/3 médio anterior do úmero

Pressão: no 1/3 distal do antebraço no sentido de flexão

do cotovelo

Graduar a força e realizar a palpação do músculo em

contração. Devolver o segmento em posição de

origem.

7

Tríceps

O: Cabeça longa: tubérculo infra glenóideo da escápula

Cabeça medial: 1/3 distal das superfícies medial e posterior do úmero Cabeça curta: superfície proximal e posterior do úmero

I: olecrano da ulna

(13)

8

TRÍCEPS E ANCÔNEO

Tríceps e Ancôneo – Decúbito Ventral

Posição do paciente: decúbito ventral, com os cuidados do decúbito

Posição do terapeuta: na lateral da maca

Inspeção e palpação: observar a toda região posterior do ombro, do braço e do

cotovelo.

Avaliação da Função: mostrar ao paciente o movimento de extensão do cotovelo e

pedir para executá-lo.

Posição de prova:

Escapulo-umeral: Abd 90° Cotovelo: Flex 10°

Fixação: 1/3 médio anterior do úmero

Pressão: no 1/3 distal do antebraço no sentido de flexão

do cotovelo

Graduar a força e realizar a palpação do músculo em

contração. Devolver o segmento em posição de

origem.

8

Ancôneo

O: epicôndilo lateral do úmero I: olecrano da ulna

Referências

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