Schumpeter e a
Schumpeter e a
Destruição Criadora
Destruição Criadora
Economia da Inovação
Economia da Inovação
Luciana Pereira
Luciana Pereira
A era fordista
A era fordista
e a
e a
concorrência
concorrência
oligopolista
oligopolista
No início do século XX, No início do século XX,
inovações tecnológicas e inovações tecnológicas e organizacionais que há organizacionais que há
Surge nesta época a Surge nesta época a
grande empresa grande empresa
industrial, uma força industrial, uma força capaz de acelerar o capaz de acelerar o processo de processo de concentração concentração econômica econômica;; organizacionais que há organizacionais que há décadas estavam em décadas estavam em
gestação entraram em fase gestação entraram em fase de rápida difusão, ampliando de rápida difusão, ampliando a escala e a dimensão
a escala e a dimensão geográfica dos negócios. geográfica dos negócios.
econômica econômica;; O O oligopóliooligopólio se se transformou na transformou na estrutura característica estrutura característica de vários segmentos da de vários segmentos da indústria européia e indústria européia e norte norte--americana .americana .
A era fordista e a concorrência
A era fordista e a concorrência
oligopolista
oligopolista
AlfredAlfred ChandlerChandler ((19901990),), consideradoconsiderado oo pioneiropioneiro nono estudoestudo
histórico
histórico dasdas grandesgrandes corporações,corporações, identificaidentifica aa origemorigem ee oo crescimentocrescimento da
da grandegrande empresaempresa modernamoderna emem umauma cadeiacadeia dede eventoseventos interligadosinterligados;;
OO primeiroprimeiro eloelo dada cadeiacadeia foifoi oo clustercluster dede inovaçõesinovações queque provocaramprovocaram
uma
uma revoluçãorevolução nono campocampo dosdos transportestransportes ee dasdas comunicaçõescomunicações;;
uma
uma revoluçãorevolução nono campocampo dosdos transportestransportes ee dasdas comunicaçõescomunicações;;
OutrosOutros eloselos sãosão trêstrês conjuntosconjuntos dede inovaçõesinovações queque contribuíramcontribuíram
significativamente
significativamente parapara alteraralterar aa estruturaestrutura dada indústria,indústria, gerandogerando novosnovos modelos
modelos dede firmasfirmas ee mercadosmercados:: aa eletricidade,eletricidade, oo motormotor aa combustão
combustão ee asas inovaçõesinovações organizacionaisorganizacionais conhecidasconhecidas comocomo ““fordistasfordistas--tayloristastayloristas””..
Inovações da era fordista
Inovações da era fordista
Cluster de inovações nas áreas dos
Cluster de inovações nas áreas dos
transportes e comunicações (
transportes e comunicações (
telegrafo
telegrafo
))
Difusão acelerada da eletricidade em
Difusão acelerada da eletricidade em
iluminação
iluminação
, máquinas,
, máquinas,
eletrodomésticos
eletrodomésticos
,
,
iluminação
iluminação
, máquinas,
, máquinas,
eletrodomésticos
eletrodomésticos
,
,
transportes, etc.
transportes, etc.
Motor a combustão interna
Motor a combustão interna
Indústria do petróleo
Indústria do petróleo
Administração científica do trabalho:
Administração científica do trabalho:
Taylor, Ford e a linha de montagem.
Taylor, Ford e a linha de montagem.
A invenção do
A invenção do
telégrafo
telégrafo
Samuel Morse iniciou em Samuel Morse iniciou em
1832 o desenvolvimento 1832 o desenvolvimento de um sistema
de um sistema
telegráfico que utilizava telegráfico que utilizava energia elétrica para energia elétrica para transmitir sinais à transmitir sinais à distância.
distância.
O dispositivo que O dispositivo que
inventou era constituído inventou era constituído por um transmissor que por um transmissor que por um transmissor que por um transmissor que continha uma bateria, continha uma bateria,
um interruptor de circuito um interruptor de circuito -- chave Morse chave Morse -- e uma e uma pequena campainha que pequena campainha que era o sistema receptor era o sistema receptor conectado ao emissor conectado ao emissor por um condutor elétrico por um condutor elétrico a dois fios.
Comunicações transcontinentais
Comunicações transcontinentais
Em 1850 um cabo Em 1850 um cabo marítimo ligava a Grã marítimo ligava a Grã Bretanha ao continente Bretanha ao continente Europeu e em 1858 já Europeu e em 1858 já Europeu e em 1858 já Europeu e em 1858 já existia uma ligaçãoexistia uma ligação entre a América do entre a América do Norte e a Inglaterra Norte e a Inglaterra
Principais linhas telegráficas em
Principais linhas telegráficas em
1891
1891
A “fábrica de invenções” de Thomas
A “fábrica de invenções” de Thomas
Edison
Edison
A patente da
A patente da
lâmpada elétrica
lâmpada elétrica
Apesar da conversão de energia Apesar da conversão de energia
elétrica em luz ter sido elétrica em luz ter sido
demonstrada em laboratório em demonstrada em laboratório em 1801, foram necessários cerca de 1801, foram necessários cerca de 100 anos para que a moderna 100 anos para que a moderna forma da lâmpada elétrica fosse forma da lâmpada elétrica fosse desenvolvida, com a contribuição desenvolvida, com a contribuição de muitos inventores.
de muitos inventores.
A invenção da lâmpada elétrica é A invenção da lâmpada elétrica é
atribuída na Inglaterra a Joseph atribuída na Inglaterra a Joseph Wilson Swan e nos Estados Unidos Wilson Swan e nos Estados Unidos a Thomas Alva Edison, o primeiro a Thomas Alva Edison, o primeiro a introduzi
a introduzi--la no mercado com la no mercado com sucesso.
A lâmpada precisou de inovações
A lâmpada precisou de inovações
complementares para se difundir: sistema
complementares para se difundir: sistema
de geração e distribuição de energia
de geração e distribuição de energia
elétrica.
elétrica.
A eletrificação permitiu o surgimento
A eletrificação permitiu o surgimento
de novas indústrias
de novas indústrias
Os eletrodomésticos Os eletrodomésticos como geladeiras, como geladeiras, gramofones e gramofones e aspiradores de pó aspiradores de pó resultam de atividades resultam de atividades resultam de atividades resultam de atividades de P&D e exigem de P&D e exigem muitos conhecimentos muitos conhecimentos técnicos e capitais para técnicos e capitais para serem lançados. A serem lançados. A indústria já nasceu indústria já nasceu concentrada concentradaTaylorismo
Taylorismo--Fordismo: a revolução
Fordismo: a revolução
organizacional
organizacional
A essência da filosofia A essência da filosofia
de Taylor era que as de Taylor era que as
leis científicas poderiam leis científicas poderiam definir a forma de definir a forma de organizar as atividades organizar as atividades organizar as atividades organizar as atividades dos trabalhadores e a dos trabalhadores e a operação dos sistemas operação dos sistemas produtivos.
Aprofundamento da divisão do
Aprofundamento da divisão do
trabalho
trabalho
Taylor propõe a Taylor propõe a
completa divisão entre completa divisão entre o trabalho manual, o trabalho manual, limitado a execução de limitado a execução de tarefas previamente tarefas previamente tarefas previamente tarefas previamente definidas, e o trabalho definidas, e o trabalho intelectual de buscar as intelectual de buscar as formas mais rápidas e formas mais rápidas e produtivas de realizar produtivas de realizar uma tarefa.
Normas e regras fundamentais para
Normas e regras fundamentais para
o trabalho industrial, segundo Taylor
o trabalho industrial, segundo Taylor
(1)
(1)
Para cada tipo de indústria, ou Para cada tipo de indústria, ou para cada processo, estudar e para cada processo, estudar e determinar a técnica mais
determinar a técnica mais conveniente.
conveniente.
Analisar, metodicamente, o Analisar, metodicamente, o
Analisar, metodicamente, o Analisar, metodicamente, o
trabalho do operário, trabalho do operário, estudando e cronometrando estudando e cronometrando os movimentos elementares. os movimentos elementares.
Transmitir, sistematicamente, Transmitir, sistematicamente, instruções técnicas ao operário instruções técnicas ao operário
Normas e regras fundamentais para
Normas e regras fundamentais para
o trabalho industrial, segundo Taylor
o trabalho industrial, segundo Taylor
(2)
(2)
Selecionar, cientificamente, Selecionar, cientificamente,
os operários. os operários.
Separar as funções de Separar as funções de
preparação e execução, preparação e execução, definindo
definindo--as com atribuições as com atribuições precisas.
precisas. precisas. precisas.
Especializar os agentes nas Especializar os agentes nas
funções de preparação e funções de preparação e execução
execução
Predeterminar tarefas Predeterminar tarefas
individuais ao pessoal e individuais ao pessoal e conceder
conceder--lhe prêmios, lhe prêmios, quando realizadas.
Normas e regras fundamentais para
Normas e regras fundamentais para
o trabalho industrial, segundo Taylor
o trabalho industrial, segundo Taylor
(3)
(3)
Unificar o tipo de Unificar o tipo de
ferramentas e utensílios. ferramentas e utensílios.
Distribuir, eqüitativamente, Distribuir, eqüitativamente,
por todo o pessoal, as por todo o pessoal, as
vantagens que decorressem vantagens que decorressem do aumento de produção. do aumento de produção. do aumento de produção. do aumento de produção.
Controlar a execução do Controlar a execução do
trabalho. trabalho.
Classificar mnemonicamente Classificar mnemonicamente
as ferramentas, os processos as ferramentas, os processos e os produtos
Aplicação dos princípios
Aplicação dos princípios
tayloristas
tayloristas
Estudo de tempos e movimentos
Estudo de tempos e movimentos
Psicologia industrial
Psicologia industrial
Técnicas de seqüenciamento e divisão do
Técnicas de seqüenciamento e divisão do
trabalho
trabalho
trabalho
trabalho
Mecanização do processo,
Mecanização do processo,
Padronização de peças, tarefas e
Padronização de peças, tarefas e
procedimentos
procedimentos
Intercambio de peças
Intercambio de peças
A linha de montagem do Ford T
A linha de montagem do Ford T
Antes da introdução da linha Antes da introdução da linha
de montagem, em 1913, cada de montagem, em 1913, cada chassi era montado por um chassi era montado por um trabalhador em 12 horas e trabalhador em 12 horas e meia.
meia.
Quando a linha já estava em Quando a linha já estava em
Quando a linha já estava em Quando a linha já estava em
seu formato final, com cada seu formato final, com cada trabalhador realizando apenas trabalhador realizando apenas uma tarefa específica e o
uma tarefa específica e o chassi sendo movido
chassi sendo movido
mecanicamente, o tempo mecanicamente, o tempo médio de mão de obra foi médio de mão de obra foi reduzido para 93 minutos reduzido para 93 minutos
Tempos modernos: a crítica de
Tempos modernos: a crítica de
Chaplin ao fordismo
Chaplin ao fordismo
O sistema fordista de O sistema fordista de
produção foi criticado produção foi criticado pela sua excessiva
pela sua excessiva ênfase na ênfase na especialização, especialização, especialização, especialização, conferindo rigidez ao conferindo rigidez ao processo produtivo. processo produtivo.
O homem e a máquina.
O homem e a máquina.
Schumpeter e a destruição
Schumpeter e a destruição
criadora
criadora
Schumpeter (1911) Schumpeter (1911) critica os economistas critica os economistas de sua época porde sua época por
estarem preocupados estarem preocupados em analisar como o em analisar como o em analisar como o em analisar como o capitalismo administra capitalismo administra as estruturas as estruturas existentes, deixando de existentes, deixando de lado a questão mais
lado a questão mais relevante que é como relevante que é como ele as cria e destrói. ele as cria e destrói.
Os Quatro Tipos de
Os Quatro Tipos de
Estrutura de Mercado
Estrutura de Mercado
Quantidade de Firmas? Tipo de Produtos? Muitas Firmas •Água encanada •TV a Cabo Monopólio •Livros •Filmes •Auto •Petróleo Oligopólio Concorrência Perfeita •Trigo •Leite Produtos Idênticos Produtos Diferenciados Uma Firma Algumas Firmas Concorrência MonopolísticaSchumpeter: inovação e
Schumpeter: inovação e
desenvolvimento
desenvolvimento
Assim como Marx, Schumpeter considera que a mudança Assim como Marx, Schumpeter considera que a mudança
tecnológica constitui o motor do desenvolvimento, tecnológica constitui o motor do desenvolvimento,
revolucionando a estrutura econômica por dentro em um revolucionando a estrutura econômica por dentro em um processo de criação destruidora.
processo de criação destruidora.
Schumpeter considera o capitalismo um “método de Schumpeter considera o capitalismo um “método de
mudança econômica” que nunca poderia ser considerado mudança econômica” que nunca poderia ser considerado estacionário.
estacionário.
mudança econômica” que nunca poderia ser considerado mudança econômica” que nunca poderia ser considerado estacionário.
estacionário.
O impulso fundamental que coloca e mantêm o motor O impulso fundamental que coloca e mantêm o motor
capitalista em movimento não advém de fenômenos capitalista em movimento não advém de fenômenos
naturais ou sociais como guerras e revoluções, mas sim naturais ou sociais como guerras e revoluções, mas sim dos novos bens de consumo, novos métodos de
dos novos bens de consumo, novos métodos de
produção e transportes, novos mercados e novas formas produção e transportes, novos mercados e novas formas de organização industrial que a empresa capitalista cria de organização industrial que a empresa capitalista cria e destrói.
Fluxo
“(
“(...
...)) aa análise
análise estática
estática não
não pode
pode explicar
explicar aa ocorrência
ocorrência de
de
tais
tais revoluções
revoluções produtivas
produtivas nem
nem os
os fenômenos
fenômenos que
que as
as
acompanham
acompanham.. Só
Só pode
pode investigar
investigar aa nova
nova posição
posição de
de
equilíbrio
equilíbrio depois
depois que
que as
as mudanças
mudanças tenham
tenham ocorrido
ocorrido.. Essa
Essa
ocorrência
ocorrência da
da mudança
mudança ‘revolucionária’
‘revolucionária’ éé justamente
justamente oo
nosso
nosso
problema,
problema,
oo
problema
problema
do
do
desenvolvimento
desenvolvimento
econômico
econômico num
num sentido
sentido muito
muito estreito
estreito ee formal
formal.. A
A razão
razão
Fluxo
Fluxo Circular da Renda Estático
Circular da Renda Estático
econômico
econômico num
num sentido
sentido muito
muito estreito
estreito ee formal
formal.. A
A razão
razão
pela
pela qual
qual colocamos
colocamos assim
assim oo problema
problema ee nos
nos afastamos
afastamos da
da
teoria
teoria tradicional
tradicional não
não reside
reside tanto
tanto no
no fato
fato de
de que
que as
as
mudanças
mudanças econômicas
econômicas capitalistas
capitalistas ocorrem
ocorrem efetivamente
efetivamente
assim
assim ee não
não mediante
mediante adaptação
adaptação contínua,
contínua, mas
mas reside
reside no
no
fato
Fluxo
Fluxo Circular da Renda Dinâmico
Circular da Renda Dinâmico
Ruptura
Ruptura
Ruptura Inovação
“Esse conceito engloba os cinco casos seguintes: i)
“Esse conceito engloba os cinco casos seguintes: i)
introdução de um novo bem; ii) introdução de um
introdução de um novo bem; ii) introdução de um
novo método de produção; iii) abertura de um novo
novo método de produção; iii) abertura de um novo
mercado; iv) conquista de uma nova fonte de oferta
mercado; iv) conquista de uma nova fonte de oferta
Fluxo
Fluxo Circular da Renda Dinâmico
Circular da Renda Dinâmico
Ruptura
Ruptura
mercado; iv) conquista de uma nova fonte de oferta
mercado; iv) conquista de uma nova fonte de oferta
de matérias
de matérias--primas ou de bens semi
primas ou de bens
semi--manufaturados; e v) estabelecimento de uma nova
manufaturados; e v) estabelecimento de uma nova
organização de qualquer indústria” Schumpeter,
organização de qualquer indústria” Schumpeter,
1982, pp. 48
“na
“na medida
medida em
em que
que as
as ‘novas
‘novas combinações’
combinações’ podem,
podem, com
com oo
tempo,
tempo, originar
originar--se
se das
das antigas
antigas por
por ajuste
ajuste contínuo
contínuo
mediante
mediante pequenas
pequenas etapas,
etapas, há
há certamente
certamente uma
uma mudança,
mudança,
possivelmente
possivelmente um
um crescimento
crescimento econômico
econômico
,, mas
mas não
não um
um
fenômeno
fenômeno novo,
novo, nem
nem oo desenvolvimento
desenvolvimento no
no sentido
sentido em
em
Crescimento e Desenvolvimento
Crescimento e Desenvolvimento
fenômeno
fenômeno novo,
novo, nem
nem oo desenvolvimento
desenvolvimento no
no sentido
sentido em
em
que
que se
se quer
quer defender
defender.. Se
Se não
não for
for este
este oo caso,
caso, se
se as
as novas
novas
combinações
combinações
aparecerem
aparecerem
na
na
esfera
esfera
econômica
econômica
descontinuamente,
descontinuamente,
então
então
surge
surge
oo
fenômeno
fenômeno
que
que
caracteriza
caracteriza oo desenvolvimento
desenvolvimento
”” ((Schumpeter
Schumpeter,, 1982
1982,, pp..
48
48))..
Capitalismo
Capitalismo, Socialismo e Democracia
, Socialismo e Democracia
(1942)
(1942)
Capitalismo deve ser tratado como um processo
Capitalismo deve ser tratado como um processo
evolutivo, impulsionado pela
evolutivo, impulsionado pela
Destruição
Destruição Criativa
Criativa
..
Refere
Refere--se aos grandes conglomerados como os
se aos grandes conglomerados como os
reais promotores das inovações no sistema
reais promotores das inovações no sistema
reais promotores das inovações no sistema
reais promotores das inovações no sistema
capitalista.
capitalista.
Refuta o
Refuta o modus operandi
modus operandi
da
da
concorrência
concorrência
, que
, que
tradicionalmente delega à concorrência via preços
tradicionalmente delega à concorrência via preços
o modo mais eficiente.
Schumpeter e a destruição
Schumpeter e a destruição
criadora
criadora
AA destruiçãodestruição criadora,criadora, decorrentedecorrente dada introduçãointrodução nono
mercado
mercado dede novosnovos produtos,produtos, novosnovos processosprocessos ee novasnovas formas
formas dede administraçãoadministração dada produção,produção, éé motivadamotivada pelapela possibilidade
possibilidade dede auferirauferir lucroslucros monopolistasmonopolistas associadosassociados àà inovação
inovação;; inovação inovação;;
EstesEstes lucros,lucros, aindaainda queque temporários,temporários, mobilizammobilizam osos
investimentos
investimentos emem bensbens dede capitalcapital ee aa introduçãointrodução dede novos
novos produtosprodutos;;
SchumpeterSchumpeter questionaquestiona tambémtambém aa relaçãorelação estabelecidaestabelecida
pela
pela teoriateoria convencionalconvencional entreentre tipotipo dede competiçãocompetição ee benefícios
Schumpeter e a destruição criadora
Schumpeter e a destruição criadora
Schumpeter,Schumpeter, apesarapesar dede terter sidosido oo autorautor queque maismais desenvolveudesenvolveu asas
idéias
idéias dede MarxMarx sobresobre oo papelpapel dada tecnologiatecnologia nana economiaeconomia capitalista,capitalista, não
não assumeassume suassuas implicaçõesimplicações políticaspolíticas;;
ParaPara ele,ele, MarxMarx nãonão tinhatinha umauma teoriateoria dada empresa,empresa, ee falhafalha aoao nãonão
distinguir
distinguir oo capitalistacapitalista dodo empreendedorempreendedor;; distinguir
distinguir oo capitalistacapitalista dodo empreendedorempreendedor;;
PorPor outrooutro lado,lado, SchumpeterSchumpeter desenvolvedesenvolve aa idéiaidéia dede MarxMarx dede queque oo
capitalismo
capitalismo éé umum processoprocesso evolucionário,evolucionário, criticandocriticando osos neoclássicosneoclássicos ee sua
sua visãovisão estáticaestática dodo funcionamentofuncionamento dodo capitalismocapitalismo;;
SchumpeterSchumpeter introduzintroduz tambémtambém umauma distinçãodistinção entreentre crescimentocrescimento ee
desenvolvimento
desenvolvimento.. ParaPara ele,ele, oo desenvolvimentodesenvolvimento derivaderiva dede “métodos“métodos diferentes
Inovação e tamanho da firma
Inovação e tamanho da firma
SchumpeterSchumpeter reconhecereconhece aa importânciaimportância dada grandegrande empresaempresa nono processoprocesso
de
de concorrênciaconcorrência capitalistacapitalista aoao observaraobservara relaçãorelação positivapositiva entreentre concentração
concentração dede capitalcapital ee progressoprogresso técnicotécnico.. PorPor umum lado,lado, oo processoprocesso de
de diferenciaçãodiferenciação dodo produtoproduto induzinduz aa expansãoexpansão ee aa criaçãocriação dede novos
novos mercadosmercados monopolistasmonopolistas;; porpor outrooutro lado,lado, osos altosaltos custoscustos de
de P&DP&D exigemexigem aa presençapresença dede grandesgrandes empresasempresas nono mercadomercado
(oligopólio) (oligopólio);;
AsAs idéiasidéias dede SchumpeterSchumpeter abremabrem caminhocaminho parapara aa consolidaçãoconsolidação dede
novas
novas teoriasteorias dada firma,firma, ondeonde sãosão enfatizadosenfatizados oo comportamentocomportamento organizacional
organizacional (firma(firma organização),organização), oo comportamentocomportamento institucionalinstitucional (firma
Ciclos
Ciclos Econômicos
Econômicos (1939)
(1939)
Inovação explica os grandes ciclos de expansão da
Inovação explica os grandes ciclos de expansão da
economia capitalista (
economia capitalista (Kondratiev
Kondratiev, 1935).
, 1935).
Inovações incrementais são responsáveis pelos médios
Inovações incrementais são responsáveis pelos médios
ciclos e inovações revolucionárias, pelos grandes.
ciclos e inovações revolucionárias, pelos grandes.
1790--inflaçãoinflação-- 1817 --deflaçãodeflação-- 1850--inflaçãoinflação-- 1873--deflaçãodeflação-- 1896
sist. fabril; carvão;
ferro vapor; aço
eletricidade; química; motor. comb.
Ondas de inovações organizacionais que
Ondas de inovações organizacionais que
contribuíram para romper os limites ao
contribuíram para romper os limites ao
crescimento da firma
crescimento da firma
1.
1. Integração vertical de atividades encadeadas em Integração vertical de atividades encadeadas em
unidades distintas, a exemplo da indústria do unidades distintas, a exemplo da indústria do petróleo.
petróleo.
2.
2. Organização multidivisional, onde as diferentes Organização multidivisional, onde as diferentes 2.
2. Organização multidivisional, onde as diferentes Organização multidivisional, onde as diferentes
áreas de atividades da empresa eram separadas áreas de atividades da empresa eram separadas em unidades de negócios distintas.
em unidades de negócios distintas.
Ambas contribuíram para viabilizar a administração Ambas contribuíram para viabilizar a administração
eficiente da grande corporação, eliminando assim eficiente da grande corporação, eliminando assim as deseconomias internas de escala.
A organização multidivisional de
A organização multidivisional de
Chandler
Chandler
O escritório central O escritório central
planeja, coordena e planeja, coordena e avalia o trabalho de avalia o trabalho de diversas divisões diversas divisões operacionais e aloca operacionais e aloca operacionais e aloca operacionais e aloca pessoal, instalações, pessoal, instalações, capital e demais capital e demais recursos necessários recursos necessários para realizar a para realizar a produção. produção.
A empresa
A empresa multidivisional
multidivisional
chandleriana
chandleriana
Críticas a noção de
Críticas a noção de
rendimentos
rendimentos
decrescentes: Pietro
decrescentes: Pietro
Sraffa
Sraffa (1926)
(1926)
Observou a Observou a incompatibilidade dosincompatibilidade dos SraffaSraffa levanta “o dilema levanta “o dilema de Marshall”
de Marshall” –– como como incompatibilidade dos incompatibilidade dos princípios neoclássicos princípios neoclássicos de rendimentos de rendimentos decrescentes com decrescentes com economias de escala economias de escala de Marshall”
de Marshall” –– como como conciliar concorrência conciliar concorrência com retornos com retornos crescentes de escala? crescentes de escala?
Economias de escala e concentração
Economias de escala e concentração
econômica
econômica
Diferentes escalas Diferentes escalas
determinam diferentes determinam diferentes custos de produção. custos de produção. Produtores mais Produtores mais eficientes podem eficientes podem eficientes podem eficientes podem comandar preços comandar preços
menores e/ou maiores menores e/ou maiores lucros, desequilibrando lucros, desequilibrando o mercado e o mercado e provocando provocando concentração concentração
Joan Robinson
Joan Robinson
Joan Robinson Joan Robinson
(1933) formulou sua (1933) formulou sua teoria ao perceber o teoria ao perceber o irrealismo da irrealismo da situação de situação de concorrência concorrência perfeita, onde perfeita, onde perfeita, onde perfeita, onde nenhum produtor nenhum produtor teria individualmente teria individualmente condições de afetar condições de afetar os preços. os preços.
Joan Robinson
Joan Robinson
A evidência empírica das grandes firmas usufruindo A evidência empírica das grandes firmas usufruindo
economias de escala levou
economias de escala levou--a a afirmar que cada a a afirmar que cada
empresa tinha um monopólio para seus produtos, que empresa tinha um monopólio para seus produtos, que era resultado da preferência dos consumidores, apesar era resultado da preferência dos consumidores, apesar da existência de substitutos muito próximos produzidos da existência de substitutos muito próximos produzidos por outras firmas.
por outras firmas.
A Economia da Concorrência Imperfeita
A Economia da Concorrência Imperfeita (1933), foi (1933), foi
A Economia da Concorrência ImperfeitaA Economia da Concorrência Imperfeita (1933), foi (1933), foi
inspirada simultaneamente em
inspirada simultaneamente em SraffaSraffa e Keynes, e suas e Keynes, e suas respectivas críticas à teoria vigente que se baseava nos respectivas críticas à teoria vigente que se baseava nos pressupostos da concorrência perfeita e do equilíbrio
Inovações e teorias da firma
Inovações e teorias da firma
AsAs teoriasteorias dada firmafirma entreentre osos anosanos 3030 ee 6060 tambémtambém
receberam
receberam contribuiçõescontribuições dede outrosoutros camposcampos dodo saber,saber, comocomo psicologia
psicologia industrial,industrial, estudosestudos organizacionaisorganizacionais ee sociologiasociologia.. Os
Os principaisprincipais autoresautores queque contribuíramcontribuíram parapara suasua evoluçãoevolução nesta
nesta direçãodireção sãosão HerbertHerbert SimonSimon,, JJ..MarchMarch ee RichardRichard CyertCyert..
EstesEstes autoresautores avançamavançam nono entendimentoentendimento dodo
EstesEstes autoresautores avançamavançam nono entendimentoentendimento dodo
comportamento
comportamento dada firma,firma, mostrandomostrando queque nemnem sempresempre elaela age
age visandovisando aa maximizaçãomaximização dede lucroslucros aa curtocurto prazo,prazo, podendo
podendo terter outrosoutros objetivosobjetivos comocomo aumentaraumentar oo
market
market--share
share
ee aumentaraumentar lucroslucros aa longolongo prazoprazo..
ElesEles mostrammostram tambémtambém oo papelpapel dada incertezaincerteza ee dada assimetriaassimetria
de
As contribuições de H. Simon para o
As contribuições de H. Simon para o
pensamento econômico (Nobel 1978)
pensamento econômico (Nobel 1978)
Responsável pelo
Responsável pelo
conceito de tomada de
conceito de tomada de
decisão organizacional
decisão organizacional
em um ambiente de
em um ambiente de
Argumentou que os
Argumentou que os
empresários não
empresários não
seguem os princípios
seguem os princípios
neoclássicos de
neoclássicos de
em um ambiente de
em um ambiente de
incertezas.
incertezas.
“É impossível ter
“É impossível ter
informação completa
informação completa
perfeita em qualquer
perfeita em qualquer
tempo dado tomar
tempo dado tomar
uma decisão.”
uma decisão.”
neoclássicos de
neoclássicos de
maximização de
maximização de
lucros/ e minimização
lucros/ e minimização
de custo em
de custo em
organizações por
organizações por
causa da falta de
causa da falta de
informação completa.
informação completa.
Inovações e teorias da firma
Inovações e teorias da firma
SteindlSteindl emem 19521952 sese inspirainspira diretamentediretamente nana realidaderealidade dodo
processo
processo dede concorrênciaconcorrência dede seuseu tempo,tempo, reconhecendoreconhecendo o
o papelpapel crucialcrucial dada propaganda,propaganda, dada diferenciaçãodiferenciação dodo produto
produto ee dada inovaçãoinovação tecnológicatecnológica nono processoprocesso dede acumulação
acumulação dodo capitalcapital;; acumulação
acumulação dodo capitalcapital;;
AsAs assimetriasassimetrias entreentre firmasfirmas constituemconstituem umum fatorfator essencial
essencial nana explicaçãoexplicação dada configuraçãoconfiguração ee transformação
transformação dasdas estruturasestruturas dede mercadomercado;;
AsAs empresasempresas comcom menoresmenores custoscustos ee margensmargens dede lucroslucros maiores
maiores são,são, segundosegundo SteindlSteindl,, asas queque têmtêm maioresmaiores possibilidades
Penrose
Penrose e o crescimento da firma
e o crescimento da firma
EdithEdith PenrosePenrose emem 19591959 mostramostra oo papelpapel dodo
conhecimento
conhecimento ee dada tecnologiatecnologia parapara oo crescimentocrescimento dada firma,
firma, aoao postularpostular queque aa firmafirma éé umauma coleçãocoleção dede recursos,
recursos, queque nãonão podempodem serser enquadradosenquadrados numanuma função
função dede produçãoprodução;;
ParaPara ela,ela, aa criaçãocriação dede novosnovos serviçosserviços produtivosprodutivos
depende
depende dada capacidadecapacidade dada firmafirma dede internalizarinternalizar osos depende
depende dada capacidadecapacidade dada firmafirma dede internalizarinternalizar osos conhecimentos
conhecimentos necessáriosnecessários parapara desenvolvêdesenvolvê--loslos ee produzi
produzi--loslos dede formaforma eficienteeficiente;;
OsOs serviçosserviços geradosgerados aa partirpartir dede novosnovos conhecimentosconhecimentos
dependem
dependem dada capacitaçãocapacitação dosdos homenshomens envolvidosenvolvidos nana sua
sua utilização,utilização, enquantoenquanto queque oo desenvolvimentodesenvolvimento dada capacitação
capacitação destesdestes homenshomens éé definidodefinido pelospelos recursosrecursos aa que
Edith Penrose (1914
Edith Penrose (1914--1996)
1996)
Sua análise, desenvolvida na década de 1950,
Sua análise, desenvolvida na década de 1950,
supôs uma ruptura rápida e imprevista com a visão
supôs uma ruptura rápida e imprevista com a visão
ortodoxa da empresa a partir de um ponto de vista
ortodoxa da empresa a partir de um ponto de vista
dinâmico e evolutivo.
dinâmico e evolutivo.
Em vez de buscar equilíbrios imaginários em
Em vez de buscar equilíbrios imaginários em
tamanho, em combinação de fatores, ou em
tamanho, em combinação de fatores, ou em
tamanho, em combinação de fatores, ou em
tamanho, em combinação de fatores, ou em
preços, prestou atenção a temas relacionados com
preços, prestou atenção a temas relacionados com
o crescimento das empresas, as razões da função
o crescimento das empresas, as razões da função
de empresas, a sobrevivência das pequenas e
de empresas, a sobrevivência das pequenas e
médias empresas e a gestão do conhecimento.
médias empresas e a gestão do conhecimento.
Principal obra: Penrose, E. (1959). Teoria do
Principal obra: Penrose, E. (1959). Teoria do
Crescimento da Firma
Crescimento da Firma
A empresa
A empresa Penrosiana
Penrosiana
Para Edith Penrose, a empresa é um conjunto de
Para Edith Penrose, a empresa é um conjunto de
recursos organizados administrativamente que cresce
recursos organizados administrativamente que cresce
e procura sobreviver em torno da concorrência.
e procura sobreviver em torno da concorrência.
"Os serviços que produzem os recursos dependem
"Os serviços que produzem os recursos dependem
da forma em que são usados. Exatamente o mesmo
da forma em que são usados. Exatamente o mesmo
recurso pode prover diferentes serviços segundo a
recurso pode prover diferentes serviços segundo a
forma em que se use ou se lhe combine com
forma em que se use ou se lhe combine com
forma em que se use ou se lhe combine com
forma em que se use ou se lhe combine com
diferentes tipos ou quantidades de outros recursos"
diferentes tipos ou quantidades de outros recursos"
.
.
Qualquer recurso em qualquer empresa está
Qualquer recurso em qualquer empresa está
subutilizado. O gerente da empresa trata de melhorar
subutilizado. O gerente da empresa trata de melhorar
o rendimento dos recursos de que dispõe já que essa
o rendimento dos recursos de que dispõe já que essa
é a melhor forma de aumentar a produção e as
é a melhor forma de aumentar a produção e as
receitas, sem que se aumentem os custos. O
receitas, sem que se aumentem os custos. O
conhecimento da empresa sobre a tecnologia e o
conhecimento da empresa sobre a tecnologia e o
mercado é chave para permitir um melhor
mercado é chave para permitir um melhor
aproveitamento dos recursos.
Para Edith Penrose o conceito neoclássico de indústria, Para Edith Penrose o conceito neoclássico de indústria,
como um conjunto de empresas homogêneas que como um conjunto de empresas homogêneas que
produzem produtos idênticos, se torna totalmente sem produzem produtos idênticos, se torna totalmente sem sentido. Não há duas empresas iguais, já que os
sentido. Não há duas empresas iguais, já que os
conhecimentos que as empresas possuem são diferentes e conhecimentos que as empresas possuem são diferentes e o rendimento que obtém de seus recursos também é
o rendimento que obtém de seus recursos também é diferente.
diferente.
O conhecimento empresarial é um recurso básico para a O conhecimento empresarial é um recurso básico para a
empresa, já que determina os limites na capacidade de empresa, já que determina os limites na capacidade de empresa, já que determina os limites na capacidade de empresa, já que determina os limites na capacidade de gestão e na capacidade de aproveitamento pleno dos gestão e na capacidade de aproveitamento pleno dos
serviços que podem prestar os demais recursos disponíveis serviços que podem prestar os demais recursos disponíveis da empresa.
da empresa.
Os recursos podem ser adquiridos no mercado, no exterior Os recursos podem ser adquiridos no mercado, no exterior
da empresa, mas os conhecimentos necessários para o da empresa, mas os conhecimentos necessários para o controle, a gestão e o crescimento são criados no interior controle, a gestão e o crescimento são criados no interior da empresa e, portanto, estabelecem um limite à
da empresa e, portanto, estabelecem um limite à velocidade de crescimento.
A Tecnologia para o
A Tecnologia para o
Mainstream
Mainstream (convencional)
(convencional)
Econômico Século XX
Econômico Século XX
Econômico Século XX
Econômico Século XX
Representação tecnológica na
Representação tecnológica na
microeconomia: as
microeconomia: as Isoquantasv
Isoquantasv
A tecnologia é A tecnologia é representada por representada por diferentes proporções diferentes proporções de capital (X1) e de capital (X1) e trabalho (X2) que trabalho (X2) que trabalho (X2) que trabalho (X2) que permitem produzir permitem produzir distintas quantidades distintas quantidades de um bem sem alterar de um bem sem alterar a proporção de
a proporção de insumos.
Função de produção
Função de produção
Cada método de produção Cada método de produção
representa uma forma representa uma forma tecnicamente eficiente de tecnicamente eficiente de
combinar fatores produtivos. A combinar fatores produtivos. A função de produção sintetiza função de produção sintetiza função de produção sintetiza função de produção sintetiza matematicamente a quantidade matematicamente a quantidade produzida de um bem e a
produzida de um bem e a
quantidade de insumos (capital e quantidade de insumos (capital e trabalho) necessária para a
trabalho) necessária para a produção deste bem;
A visão convencional do ponto de
A visão convencional do ponto de
vista macroeconômico
vista macroeconômico
•• A solução objetiva para o cálculo do aumento de A solução objetiva para o cálculo do aumento de
produtividade proposta por Solow ainda é utilizada produtividade proposta por Solow ainda é utilizada na visão convencional;
na visão convencional;
•• Entretanto, a mudança tecnológica depende de Entretanto, a mudança tecnológica depende de
outros fatores e insumos não especificados nos outros fatores e insumos não especificados nos modelos de produtividade total de fatores;
modelos de produtividade total de fatores; modelos de produtividade total de fatores; modelos de produtividade total de fatores;
•• A teoria também não permite compreender as A teoria também não permite compreender as
causas que explicam a mudança tecnológica, em causas que explicam a mudança tecnológica, em particular quando sabemos que é resultado de um particular quando sabemos que é resultado de um fenômeno contínuo que resulta não apenas de
fenômeno contínuo que resulta não apenas de variáveis econômicas, mas também do próprio variáveis econômicas, mas também do próprio processo de produção.
Produtividade total de Solow:
Produtividade total de Solow:
economia cresce em função da
economia cresce em função da
inovação tecnológica
inovação tecnológica
Críticas à visão convencional
Críticas à visão convencional
OO conhecimentoconhecimento éé consideradoconsiderado umum bembem dada informaçãoinformação queque todostodos osos agentesagentes
econômicos
econômicos podempodem obterobter dede formaforma igualigual ee semsem custoscustos derivadosderivados dede investimentos
investimentos passadospassados (hipótese(hipótese neoclássicaneoclássica dada exogeneidadeexogeneidade tecnológica)tecnológica) ;;
AA teoriateoria microeconômicamicroeconômica foifoi criticadacriticada porpor suasua incapacidadeincapacidade dede incorporarincorporar oo atorator
central
central dada firmafirma:: oo empreendedorempreendedor (Dobb,(Dobb, 19251925)).. EstaEsta idéiaidéia foifoi desenvolvidadesenvolvida maismais tarde
tarde porpor SchumpeterSchumpeter;; tarde
tarde porpor SchumpeterSchumpeter;;
OutraOutra críticacrítica importanteimportante éé aa dada EscolaEscola Austríaca,Austríaca, aa partirpartir dede Hayek,Hayek, queque
questiona
questiona aa hipótesehipótese dede livrelivre acessoacesso àà informaçãoinformação;;
Finalmente,Finalmente, aa formaforma convencionalconvencional dede analisaranalisar aa organizaçãoorganização ee gestãogestão dada
produção
produção éé questionadaquestionada aa partirpartir dodo desenvolvimentodesenvolvimento dasdas idéiasidéias sobresobre racionalidade