Desenvolvimento e construção de um penetrógrafo eletrônico
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(2) Ficha catalogrifica preparada pela Seçio de Livros da Divisão de Biblioteca e Documentação - PCLQ/USP A4S5d. Amaral, Juarez Renó Desenvolvimento e construção de um penetrógrafo eletrônico. Piracicaba, 1994. · :103p. ilus.. Diss.(Mestre) - ESALQ Bibliografia. 1. Equipamento agrícola 2. Penetrógrafo I. Escola superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Piracicaba CDD. 631 .. 3.
(3) DESENVO~V%MENTO. DE. UM. E. PENETAóGRAFO. CONSTAUC.O E~ETRaN%CO. JUAREZ RENó AMARAL. Aprovado em: 02-12-94. Comissio Julgadora:. ESALG/USP. Prof. Or. LUIZ ANTONIO BALASTREIRE Prof. Or.. S~RGIO. UNESP/BOTUCATU. HUGO BENEZ. ESALQ/USP. Prof. Or. TARLEY ARRIEL BOTREL. ~ ". ~~. /. -------- ..../'-0 _-~------Orientador.
(4) ii. Dedico. A minha esposa Luciléa, aos meus filhos André e Thiago, e aos meus pais..
(5) iii AGRADECIMENTOS. Ao Professor como orientador,. pela. trabalho e partilhar. Or. Luiz Antonio. Balastreire.. oportunidade de poder realizar este do seu conhecimento.. podendo. contar. com seu incentivo, apoio e amizade. A Luciléa, minha esposa, pelo. incentivo. e. apoio. durante. e a minha. toda. família. realização. deste. trabalho. Aos. Professores. Departamento. do. de. Engenharia Rural, pelo apoio e incentivo. Aos setor, pela. demais. dedicação. companheiros. e apoio. para. a. de. trabalho. realização. do deste. trabalho. As bibliotecárias Eliana Maria Garcia Sabino e Katia Maria. de Andrade Ferraz,. pelos serviços prestados. ao longo da realização deste trabalho. A todos aqueles que de uma forma ou de outra colaboraram para a realização deste trabalho..
(6) iv. Página SUMÀRIO Resumo . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . .............. v. Summar!:j . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . vi i. 1.. Introdução . . . . . . . . . . . .. . .... 1. 2.. Revisão de literatura.. . .... 3. 3.. Material e métodos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . ... , . . . . . 9. 4.. Resultados e discussão . . . . . . . . . . . . . . ... . ........ 27. 5.. Cone 1 usões . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . 31. Referências bibliográficas. . . . . .. . . . . . . ... . . . . . . . . . . . . . 32. Apênd ices . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35.
(7) v. DESENVOLVIMENTO E CONSTRUCIO DE UM PENETRõORAFO ELETR8NICO Autor: JUAREZ RENó AMARAL Orientador: Pro;. Dr. LUIZ ANTONIO BALASTREIRE. RESUMO. Os. penetrógra;os. mecânicos, necessitam dos dados,. o que. erros.. presente. O. além de. cuja. nacionais. de leitura visual e ser cansativo,. trabalho. desenvolvimento e construção portát i 1,. atuais. descreve. são. anotação manual pode induzir com. a. detalhes. o. de um penetrógrafo eletrônico. operação. é. por. controlada. um. microprocessador ZS0. Este microprocessador controla a leitura dos sensores de. força e. interface serial, um. profundidade, além displa~. de controlar. de cristal liquido, um teclado. e um banco de memórias RAM. O sistema tem armazenar dados pares. de. em campo cada,. dados. transferidos. à um. Através. uma. de. processados,. referentes a sendo. possibilidade de 99 curvas. estes. microcomputador, via planilha. eletrônica. com 200. posteriormente interface serial. estes. dados. fornecendo os gráficos e tabelas referentes. cada curva adquirida. uma. são a.
(8) vi Para os sensores utilizados. a. 50% do fundo. de escala, o erro absoluto cometido é 0.05%, o que mostra a acurácia do sistema..
(9) vii. DEVELOPHENT AND CONSTRUCTION OF A ELETRONIC PENETROHETER. Author Adviser. Prof.. : JUAREZ RENó AMARAL. Dr. LUIZ ANTONIO BALASTREIRE. SUHHARY. The penetrometers available in the brazilian market are. mechanical ones,. manual writing subjected to development. visual reading. of data, procedures which are s~stematic. and. penetrometer,. and need. errors.. construction. whose control of. This paper of. a. and. tiresome and describes the. portable. electronic. operation is made. b~. a. Z80. microprocessor. This microprocessor controls the readings of a force and a displacement transducer, a. liquid. bank.. The. cr~stal. s~stem. displa~1. a. a serial. ke~board,. and a. is designed to store up. Using data,. an. through a serial. electronic spreadsheet. designed. the tables and curves are obtalned For the sensors used,. RAM. memor~. to 99 individual. penetration curves, each with 200 pairs Df data, transfered to a microcomputer. interface,. which are interface.. to handIe. the. automaticall~.. at 50X of fuI1 scale,.
(10) viii the. observed. accurac~. Of the. absolute s~stem.. errar. is 0.05Y.,. which. shows the.
(11) 1. t. INTRODUçaO. Um penetrógrafo consiste em uma ponta padrão que é introduzida no solo, com a esforço à penetração. finalidade de se medir. na medida em que. esta se desloca. o ao. longo do perfil do solo a uma determinada velocidade. Define-se relação entre solo. e. índice. de. a força exercida para. cone. como. sendo. introduzir o. cone no. a sua área da base.. o procedimento é máquinas. índice. de. determinado. de. cone. utilizado em. agrícolas,. capacidade. solo,. por. ao. através. várias aplicações. como. suporte. obtido. tráfego. avaliação. exemplo, de. deste. envolvendo predição. máquinas. da compactação. do. determinado trabalho, ideal,. (1974), bem por. exemplo. através. como e a. facilitando a das. escolha do. equações de. também utilizado em. ava1iação. da. da. em. um. solo,. e. predição da força de tração necessária para execução de. potência. a. um. trator de. WISMER. & LUTH. outras áreas como. resistência. do. solo. ao. crescimento radicular e emergência de plantas. Os penetrômetros atuais nacionais necessitam.
(12) 2. de leitura de. visual e anotação manual dos dados, pode induzir erros.. c~nsativo,. o utilizando para. das. deste. displa~. um. trabalho. de. um. banco. cristal líquido teclado de. e. desenvo1ver. aquisição das informações,. isso um microprocessador. informações.. desejadas.. objetivo. aprimoradas para. técnicas mais. sistema, um. o que além. para. memórias. para controle do para visualização. seleção para. das. funções. armazenagem. das. informações e uma interface serial para comunicação com. um. micro de maior porte Espera-se com facilidade de operação, gráficos e. tabelas,. este. desenvo1vimento,. maior. maior velocidade na elaboração dos. maior precisão dos dados. eliminação de erros de leitura.. adquiridos e.
(13) 3. e. REVISIO. DE. Os. LITERATURA. penetrógrafos. primeiros. começaram. a. surgir com o objetivo de reduzir a mão de obra necessária e os. erros. cometidos na. utilização. primeiras. modificações. foram. dos penetrômetros.. realizadas,. instalando-se. registradores das leituras nos penetrômetros (CARTER HENDRICK 1969, PRATHER et aI.. As. 1967.. 1970>.. CARTER <1969> desenvolveu um penetrógrafo do tipo integrado que fornecia a média da resistência do solo. Era constituido de uma um. gerador de. integrado,. célula de carga, um amplificador. sinais. Com. eliminava. o. serviço. fornecendo a força média de WILLIFORD. o registro. Utilizaram um variáveis. et a1. profundidade linear.. exercida. da ponta. (1972).. de. integração.. desenvo1veram um. para aquisição de dados de um. pe10 sistema. registrador. força. manual. do sinal. penetra~ão.. sistema montado em um trator. penetrógrafo acionado. contínuo. e. tipo. hidráulico do. X-~,. através. que. registrava. da célula. cônica através de. trator.. de. as. carga e. um potenciômetro.
(14) 4. &. SMITH penetrógrafo operado. DUMAS. (1978>,. desenvolveram. eletricamente montado. conseguindo medir o índice de cone em um por. uma 1argura. metros. eram. Os. de. 3 metros. e uma. em um. em. um registrador. trator,. perfil delimitado. profundidade. dados dos transdutores de força. registrados. um. do. de 0.8. e profundidade tipo. K-~.. Este. equipamento media o índice de cone de 0 a 14000 kPa. Wilkerson (1987) desenvolveram para. medir a. et aI. i. citados por. PERUMPRAl. uma unidade de. teste mais. elaborada. resistência. à penetração. o. no solo,. qual. consistia em um penetrógrafo acoplado ao sistema hidráulico do trator, 61 [cm].. desenvolvido para operar em uma profundidade Uma unidade de controle com. de. microprocessador era. usada para ativar todos os movimentos do mecanismo e gravar automáticamente os dados em fita magnética PHIlLIPS. & PERUMPRAl (1983)/ modificaram um. penetrógrafo convenciona1, adaptando um sistema eletrônico, controlando a leitura de um conversor analógico digital sinal analógico. era proveniente. de uma. cé1ula de. instalada como sensor de força de penetração. mlcroprocessador de controle. i WIlKERSON,. da leitura. J.. B.. 8. bits 8085. da Intel. carga,. Uti1izaram para. fazer. e armazenagem das informações. • TOMPKINS, F. D.. , WILHElM,. l. o o. em uma. R.. Microproce •• or ba.ed tractor mounted .011 cone penetrometer. St Joseph, ASAE, 1982. (ASAE Paper, 5511). O. 82-.
(15) 5 EPROH. RIETHHULLER microcomputador custo para. et. versátil de. utilizado. processador 6502 informações. era. na unidade. dos. utilizaram um. fácil programação e. armazenar informações. microcomputador. (1983),. al.. de um de. penetrógrafo.. 8 bits. central de. transdutores. e. gravadas em fita. utilizava o. eram. controladas. posteriormente. magnética,. programa. fornecendo gráficos dos resultados.. aSULLIVAN. (1983),. utilizou um. coletor. dados comercial, adaptado à um penetrógrafo, de tal armazenar. informações. profundidade. operador. à. o. do. coletor. tiracolo.. memória, gravava. índice de de. cone. dados era. Possuia. até 52. profundidade máxima de. pelo. para sinal de. estes dados eram transferidos e analisados por um de análise estatística,. O. processamento. As. microcomputador e transformadas de analógica frequência e. de baixo. em. pares de. 520 mm, e o. forma à. função. transportado. capacidade. de. 64. da pelo. kb. curva à. dados por. de. de uma. intervalo mínimo entre. cada leitura era de 10 mm. HORRISON (1987), utilizou em seu experimento um penetrógrafo manual portátil. interligado e adaptado um sistema comercial de aquisição de dados. possuia uma caixa de alumínio uma. tampa. potenciômetro. para de. fechamento. resistência. O. penetrógrafo. com manoplas nas laterais. A. caixa. variável. à. continha como. sensor. e um de.
(16) 6. profundidade. de. penetração. e. uma célula. sensor de resistência à penetração,. à um. era interligada dados com 32. informações eram. Segundo. no. de aquisição. memória via cabo.. Estas. SchemertmanJ,. citado. por PERUMPRAL. várias versões de penetrômetros começaram a surgir. I. vários. variações. procedimentos. muito. grandes. coletados. Estas para ambos,. na. de. Também nesta mesma. testes. resultaram. interpretação. variações induziram. à. uma. dos. em. dados. padronização. penetrômetros e procedimentos para testes.. o mesmo autor, cita que em 1948 Corps of Engineering, para. de. para serem processadas. mercado após tornarem-se populares.. época. alumínio. posteriormente transferidas via interface. serial à um microcomputador,. ( 1987). carga como. esta caiKa de. sistema eletrônico. kb de capacidade de. de. predizer. a. desenvolveu um traficabilidade. a U.S.. Arm~. penetrômetro de. cone. veículos.. Esse. de. penetrômetro era de operação manual; constituido de um cone circular com i .61. :;. [cm-J. 91 4 [cm]. um. um ângulO. de 30 graus,. (05. uma. (36 [po1]) de comprimento. ponteiro. para. com área. IndIcar. haste graduada de. Um anel. a resistência. da base de. a. de prova com penetração é. 2SCHMERTMANN, J. H. Measurement of in situ shear strength In' CONFERENCE ON IN-SITU MEASUREMENT OF SOIL PROPERTIES, Raleigh, 1975. Proceeding. Raleigh, North Carolina State Universit~, 1975 v 2, p 57-138.
(17) 7. montado. na parte. superior. calibrado de forma que solo em termos de. o. da haste. anel. de. o ponteiro indique a resistência do. força por unidade de. área ou índice. Quando se inicia os testes, o ponteiro é. cone.. prova e. escala com valor zero, em seguida,. de. colocado na. enquanto o. penetrômetro. é forçado no solo, a leitura é realizada a cada 2.5 [cm] de avanço de penetração. Woodruff. & Lenke~. também. citados. por. PERUMPRAL (1987), desenvolveram um penetrógrafo de operação manual. o qual gravava os dados de resistência à penetração e. profundidade. profundidade. de 100. dados eletrônico. testes de. com. incrementos [mm],. em um. [mm],. 12. de. sistema de. realizadas. a. aquisição de. Este sistema podia armazenar. penetração, sendo. até. de 60 a 70. 48 leituras. para. cada penetração.. A (1988),. instrumentação. por. utilizada. SIROIS. possuia as mesmas caracteristicas da instrumentação. utilizada. por. MORRISON. (1987), exceto. por. pOSSUlr. uma. unidade hidráulica para acionamento da haste e ponta cónlca que eram introduzidas no solo OHMIYA (i993), para. gerenciar a. aquisição. utilizou um de dados. 3WOODRUFF D. W. & LENKER, D. H. penetremeter. St Joseph, ASAE, (ASAE Paper, 84-1038> J. •. mlcrocomputaoor. de um. ~.nd~.ld. 1984.. penetrdgrafo. di9ttal.
(18) e montado. sobre. plataforma,. uma. gerando. mapa. um. distribuição dos índices de cone medidos dentro desta delimitada pro fund idade penetração. o. pela plataforma. da. ponta. da ponta. (eixo. cônica. cônica,. estabelecidas} dentro. sistema lia. da área. nas. desta área. distribuição. O de. até 3. m'. z),. da plataforma.. esforço x. e. m. de. estrutura pesava 2109 N (215 k9f).. ~. de pre-. Estes dados. que fornecia um mapa. sistema media pontos dentro. e 0.86. área. informações de. posições. eram processados pelo microcomputador. de. de uma. profundidade. Toda. esta.
(19) 9. 3. MATERIAIS E MéTODOS. Para o previamente. desenvolvimento deste trabalho foram. definidos. alguns. requisitos. de. fundamental. importância para a caracterização do equipamento. Estes requisitos eram:. o. penetrógrafo. informações. analógicas,. deslocamento e de Os. deveria. provenientes. de. armazenar um. sensor. de. um sensor de força.. coletados. dados. e. coletar. ficariam. armazenados. no. equipamento enquanto permanecessem no campo. . O. penetrógrafo. proporcionar. deveria. operador possibilidade. de visualização. ao. dos resultados. no. capacidade, em função da disponibilidade. de. próprio local da aquisição Deveria ter memorla RAM,. em armazenar até. com. pa.res. 200. de. 99. penetrações distintas. informações. de. e. força. deslocamento para cada penetração Deveria. possuir. das informações maior porte.. possibilidade. armazenadas. a. da um. transferência. microcomputador. de.
(20) 10 . Deveria. ter a possibilidade de poder eliminar. os. dados. da última penetração realizada. Deveria ter. capacidade de registrar informações. em até. 600 mm de profundidade. Para componentes. atender. foram utilizados. a. estes e. requisitos,. foram. vários. dispostos de. forma à configurarem os seguintes módulos: Módulo 1: - Microprocessador Z80. - Gerador de clock. - Controlador serial. - Teclado matricial com 16 teclas. -. Displa~. de cristal líquido.. - Memória EPROM.. Módulo 2: - Buffer para controle das linhas de endereços e dados. - Buffer para sinais de escrita e leitura. - Decodificador de endereços de perifêricos e memórias.. Módulo 3 - Conversor analógico/digital de 8 bits. - Banco de memória RAM. Condicionador de sinais de deslocamento e força. - Sensor de força e deslocamento.. tal.
(21) Módulo 4: - Fonte de alimentação do sistema. - Monitor de tensão.. Módulo 5 Dispositivo. mecânico para. suporte da. haste com a ponta cônica. sensor energia.. célula de. de deslocamento.. carga, fonte de. e placas de circuito impresso. A figura t. sistema, e. as figuras. mostra. 2 e. o diagrama. 3 mostram. de blocos do. alguns detalhes. da. parte mecanica do equipamento Um programa de máquina foi todas. monitor elaborado. gravado em uma memória. da lógica. programa em linguagem. com um. controla 1 contém os. de funcionamento e uma. listagem do. assembl~. O banco de tipo 6264,. EPROM, e. O Apêndice. as funções do penetrógrafo.. fluxogramas. em linguagem. RAM e formado por 5. total de. 40 kb. de. memor~as. memor~a. do. A memória. EPROM utilizada para gravacão do programa monitor é a. 2732. com capacidade de 4 kb. A interface seria1 é composta de um elemento de comunicação com. assincrono (8250). de fácil. interfaceamento. microprocessadores populares, possui gerador. de taxas. de transmissão programável e baixo consumo O. buffer. funciona. como. fornecedor de.
(22) 12. Condic. de sinal. e Gerador3 clocl<. -. Banco de. RAM. Figura 1. Esquema simplificado do penetrógrafo eletrônico. corrente sistema,. da. CPU,. aos. demais pontos. de. interligação do. desta forma não sobrecarrega o barramento da. É constituido. pelos componentes. 74LS367 com. CPU.. seis buffers. tri-state não inversor cada componente Para a geração do clock da CPU foi utilizado um cristal. de 3.6 MHz,. que está interligado. a CPU através. do flip-flop 74LS74. Para. a. decodificação. vários periféricos e memórias dois decodificadores de 3. dos. do sistema,. para 8 1inhas, o. endereços. dos. foram utilizados. 74LS138, sendo. um uti1izado para endereçamento de memórias e outro para os periféricos.. o. conversor analógico/digital utilizado é de.
(23) 13. oito. bits.. possui. 8. entradas.. sendo. que. cada canal é. Figura 2. Célula de carga acoplada à haste e ponta cônica ..
(24) 14. Figura 3 .. Placas com o ci r cuito eletrônico ..
(25) 15. endereçado. pelos. barramento. de. penetrógraf'o. sensor de. três. dados.. bits. menos. Estão. dois destes. sendo. oito. significativos utilizados. canais. sendo. profundidade e o outro para o. do. para. o. um para. o. sensor de esforço. de penetração. Para. a interligação do teclado. CPU, foi utilizado o codificador. matricial à. de teclado 74C922 para 16. teclas. Um amplificador para. uma. célula. de. das. entradas. carga.. potenciômetro. da conversor. utilizada. linear. fornecerá o sinal analógico. de. como. precisão.. A/D. proveniente da. sensor. de. com. força.. dez. voltas. Um é. utilizado como sensor de deslocamento, sendo alimentado com. 5 volts e fornecerá o sinal analógico para a do. conversor. constantemente. A/D por. Este. potenciômetro. um dlSpositivo. outra entrada é. tracionado. de tração. próprio que. utiliza uma mola helicóidal e um carretel guia acoplados em seu eixo,. um cordão. e uma. base de. carretel guia estiver tota1mente em. referência. Quando. desenrolado, é o instante. que se tem o referencial inicial zero,. cônica. está na. superfíCie. o. do solo. ou seja a ponta. junto com. a. base de. referência e a tensão nos terminais do potenciômetro é zero volts. A partir do momento em que a ponta começa a penetrar.
(26) 16. no solo o. carretel começa a ser. tracionado. constantemente pela mola helicóidal,. conjunto está. A. o mesmo. traduzindo uma relação linear entre. tensão nos seus terminais. cônica.. sendo. como todo. solidário ao eixo do potenciômetro,. começa a se movimentar, a. enrolado pois está. figura 4 mostra. e. a. profundidade. da ponta. com mais clareza este. conjunto. mecânico compondo o transdutor de profundidade. A célula de carga e constituida de uma ponte extensiométrica 120 ohms,. completa,. formada por 4. "strain gages" de. com compensação de temperatura,. alimentada com. 4. vo 1 t s De (_+ 2 vo 1 t s ) . Para transdutores. a. veri ficação. utilizados,. da. realizou-se. a. linearidade. dos. calibração. dos. mesmos. As. tensões. sensores. são colocadas. portanto. são. elétricas. nas. convertidas. fornecidas. entradas de. do. sinais. conversor analógicos. pelos AIO,. para. digitais. Na colocada uma inox,. parte inferior. haste com. ponta. da. célu1a de. cônica confeccionada em aço. conforme norma ASAE (1984), e em sua parte. uma adaptação em duas manoplas,. forma de .. T. carga foi. , servirá como. onde o operador se apoirá. superior encaixe de. para a introdução. da sonda no solo. Uma caixa metálica é utilizada para acomodar.
(27) 17 as placas de circuito impresso. sendo colocada em sua parte suoerior um liquido. com. teclado com 16 teclas e um duas. linhas de. 20. displa~. de cristal. caracteres. em. uma. das. laterais é colocada uma chave liga/desliga. um conectar. Potenciômetro ~----. ]. Carretel. .............-. Mola helicóidal. Cordão. ___:=J. Base. Figura 4 - Conjunto mecânico do sensor de profundidade. tipo DB 25 para interligação do cabo da interface dois "push-button". colocados. em. série. para. serial e. "reset". do. microprocessador. As 16. teclas estão. matricial sendo 10 para. distribuidas. em. forma. os números decimais (teclas. 0 até.
(28) 18 9),. e as demais. para "START" do. transmissão de dados via serial a última. <tecla A>,. curva adquirida <tecla C>,. determinada curva para para. sistema (tecla F),. displa~. confirmar dado digitado ("ENTER") ("ESC"). para cancelar. para selecionar uma. visualização no. retornar ao sistema monitor. para. <tecla. (tecla E). e. D>, para. (tecla B). A figura. 5. mostra a distribuição das teclas.. o. displa~. de cristal. líquido. utilizado é um. módulo inteligente, programável, possui características. Figura 5 -. um periférico de. Teclado matricial com sua distribuição de teclas. leitura e escrita para a. boa flexibilidade de caracteres como. vogais. de. utilização. permitindo definição acentuadas. CPU,. oferecendo. Possui geração interna de de caracteres especiais. cedilha.. Apresenta. boa.
(29) 19. visibilidade em. condicões. usuais. de. luminosidade. e. de. distância até o operador. Uma bateria de 12 volts fornecerá energia ao sistema através. dos reguladores. de tensão fornecendo. uma. corrente de aproximadamente 600 miliamperes. programa. Um desenvolvido para. gerenciar o. do. via. penetrógrafo. responsável pela. linguagem. em. recebimento das informações serial,. interface. criação do. foi. PASCAL.. sendo. o. arquivo texto.. também. Apêndice. 2. mostra uma listagem deste programa. dados. Os penetrógrafo. arquivo texto. tal. foram armazenados. na. do. recebidos. e. um arquivo texto.. os pares. escritos em. serial. via são. forma a gerarem. contém todos. pelo penetrógrafo, como. microcomputador.. ao. organizados de. t ransmit idos. de dados. números. memória. Este. adquiridos. hexadecimais. RAM,. tal. organizados. em. linhas e colunas com subdivisões distintas entre cada curva adquirida. Os dados da primeira coluna referem-se aos dados. de força exercida na célula de carga e coluna. aos. de. profundidade. da. os dados da segunda. ponta. alternadamente até o final das colunas,. cônica a tabela i. assim. e. mostra a. organização deste arquivo texto. Programas planilhas. podem. ser. informações adquiridas.. comerciais. utilizados No projeto. para. para. tratamento. processamento. foi utilizado o. de das. LOTUS.
(30) 20 123 para. esse. processamento,. macros. as. curvas. e. Através tabelas. da. utilização. foram. de. elaboradas. automáticamente. Para uma maior macros. a serem. executadas. arquivo original, podendo outros arquivos. facilidade na elaboração das pelo LOTUS. 123, dividiu-se. possuir até 99 curvas, em vários. textos menores, compostos de no. máximo 10. curvas com uma outra organização. Estes novos arquivos compostos por convertidos. duas colunas, em números. o. com os. números. decimais, sendo a. são. hexadecimais. primeira coluna. composta pelos dados correspondentes ao esforço exercido na célula de carga e a outra pela profundidade da ponta cônica no solo. Para dos dados,. uma redução no tempo. de processamento. os pares que compõem estes novos arquivos foram. reduzidos de 200 para 40, utilizando sempre quinto par de. dados de cada linha, conforme. mostrada na tabela. i,. sem prejuizo na. o primeiro e o a organização. obtenção do gráfico. final Desta prontos. para serem. processados,. para a. forma. estes. novos. arquivos. carregados pelo LOTUS 123, e1aboração dos gráficos e. Apêndice 3 contém a listagem deste programa. estão. onde serão tabelas.. que controla a ,. criação destes novos arquivos. Uma das macros. O. elaborada, aqui denominada.
(31) 21 Tabela 1- Organização do arquivo texto, com os dados em números hexadecimais. •. Curva numero 00 00 18 20 28 2F 2D 2E 27 05 iA 1C 1B 11 00 00 00 00 00 00. 02 0C 16 20 2A 34 3E 4A 59 7E 96 A7 82 C2 00 00 00 00 00 00. 00 00 19 21 28 2F 2D 2D 26 0F 1B 1D iA 13 00 00 00 00 00 00. 03 0D 17 21 2B 35 3F 48 58 84 98 A8 83 C4 00 00 00 00 00 00. 04 0E 18 23. 00 0B iA iB. 05 0F i9 25. I. I I. I. t I. -----......._---......... ..... 00 14 1F 27 2E 2D 2F 29 05 19 1C 18 12 00 00 00 00 00 00 00. __...... i. 04 0E 18 22 2C 36 40 4C 5C 89 99 A9 B5 C5 00 00 00 00 00 00. 00 00 18 23 2A 2F 2D 2C 23 i8 1B iD 18 12 00 00 00 00 00 00. 05 0F 19 23 2D 37 41 4E 5E 8C 9B AA B7 C6 00 00 00 00 00 00. 00 01 1B 23 2C 2F 2F 2B 21 17 iA 1C 15 11 00 00 00 00 00 00. 06 10 1A 24 2E 38 42 4F 60 8E 9D AC 88 C7 00 00 00 00 00 00. 00 02 1C 24 2C 2E 2F 28 iF 16 iB 1C 15 11 00 00 00 00 00 00. 07 11 18 25 2F 39 43 5i 62 90 9E AD B8 C8 00 00 00 00 00 00. 00 08 1D 25 2C 2D 2F 29 18 17 iC 1C 13 00 00 00 00 00 00 00. 08 12 1C 26 30 3A 45 52 65 91 A0 AE 8C 00 00 00 00 00 00 00. 00 0E iA 18. 06 10 iA 26. 00 10 1B ie. 07 11 1B 27. 00 14 tC 1e. 08 12 iC 28. 00 15 tC 1D. 09 13 lD 29. 00 16 1C iC. 0A 00 0B 00 14 18 15 19 1E 1C lF te 2A 1E 28 iF. I. I. I. I. t. 00 00 iA 22 2A 2E 2D 2D 25 i5 1C iD iA 13 00 00 00 00 00 00. 00 11 1E 26 2D 2D 2E 29 i6 19 1C 1C 13 00 00 00 00 00 00 00. 09 13 1D 27 31 3B 46 54 68 92 Ai AF 8D 00 00 00 00 00 00 00. 0A 14 iE 28 32 3C 47 56 6D 93 A3 80 C0 00 00 00 00 00 00 00. 00 00 00 00 00 00 00. 0B 15 1F 29 33 3D 48 57 75 94 A5 81 C1 00 00 00 00 00 00 00. 0C 16 20 2C. 01 19 lC iF. 0D 17 21 2D. I. I. I. 00 15 20 28 2E 2D 2F 28 03 19 1C 18 11. 2. Curva numero 00 07 19 iB. __nlll_. __. I. !. I. I. !. I _ _I I _ _ ~ _ _ _tt _I_ _ _ _!_ '*""" _ _ _I_ _ _ I I I ~~ _______. _ili!IIIIII_fIII\lII_~. de \m, mostrada no Apêndice 4, pede ao operador de um dos sera. arquivos de interesse para. importado. para a. planilha. do. dar o nome. ser processado, LOTUS. 123.. que. Uma vez.
(32) 22 carregado,. solicita do. operador responder qual a cm 2 (0.2. cone utilizado, se 1.3. base do. <0.5 polê). área da. pol~ ou. 3.2 cm 2. Uma vez atendida à esta solicitação, prossegue a. execução com a transformação dos dados originais em valores reais do através. índice de cone em kPa, e das. equações. de. solicitado ao operador dar para ser. salvo, uma. profundidade em metros.. conversão.. Nesse. um nome à este. vez que. este será. momento. é. arquivo gerado, utilizado para. a. elaboração das tabelas pe1a outra macro. passos. Os. solicitações feitas ao aos. elaborados,. profundidade. referem-se. operador, para dar nomes. gráficos de cada curva,. serão. sequintes. tendo. que. distintos. serão salvos. Os gráficos. como. em metros e eixo. as. eixo. das. abscissas. das ordenadas,. a. o índice de. cone em kPa.. A reorganiza. as. outra. macro. aqui. de. \p. contendo. os. denominada agora. colunas transformadas,. valores do índice de cone em kPa e profundidade em. linhas e. separadas. em. operador ligar que contem impressão,. colunas. na ordem. grupos. distintos. crescente em de. em metros, profundidade. curvas.. Solicita. a impressora, seleciona o grupo. os dados. de interesse. neste momento. adquiridos de cada curva.. e aciona. começam a ser. ao. de células. o comando. de. impressos os dados. finalizando o processo.. Um protótipo. do penetrógrafo eletrônico foi.
(33) 23 montado. e. condições. testado. em. laboratório e. pre-estabelecidas. As. em. campo, conforme. figuras. 6. e. 7. mostram. a. obtenção. vistas gerais do equipamento protótipo. Na foram. resultados.. semelhantes às todas. as. primeira. etapa. simulados. em. laboratório. para possibilitar. do campo,. programadas. funções. para. para. dos. situações. os testes. de. funcionamento. do. penetrógrafo. Em. uma segunda. etapa. para a. obtenção dos foram. resultados de funcionamento do sistema como um todo, adquiridas situada. em campo. várias curvas. A área. na fazenda. Areio. utilizada está. nas dependências. da ESALG/USP,. reservada especialmente para pesquisas. Esta área experimental possuia solo do PE - podzólico vermelho classe C de 5 a 10%.. escuro eutrófico,. possui granulometria. 28 68% de sllte e 30.78% de. de argila,. com. declividade. m~diaJ. areia.. tipo. com 40.54% A densidade. ~. do solo era de cm. e de. i. g/cm~. 41. 1.55 g/c~. para profundidades entre 0. para profundidades. e 7.5. entre 7.5 e 15. cm,. com umidade médIa de 12.2% As. curvas. obtidas nas. lInhas e. uma máquina. de plantio. adquiridas. nas entrelinhas.. nesta após. direto utilizada. em. área. foram. a passagem de experimentos. anteriores. Foram. verificadas. no. displa~. de. cristal.
(34) 24 os pares de dados de cada. liquido todos estes. curva. foram transferidos ao microcomputador. interface. serial.. gerando. o. arquivo. adquirida.. PC através da texto. para. processamento. Este arquivo texto com os dados originais em hexadecimal compostos. foi. subdividido. de 10 curvas. em. cada um.. vários. outros. Através da. menores.. execução das. macros obteve-se as curvas e tabelas dos respectivos dados..
(35) 25.
(36) 26. ,. Figura 7. vi_ta geral do penetrógrafo em. utiliza~lo..
(37) 27. ~.. RESU~TADOS. E DISCUSSao. a. Para profundidade. força. dos. sensores. de. penetração. encontrou-se. correlação iguais a 1 (um),. mostrando uma. e. coeficientes de. calibração de. linearidade perfeita. A expressa o. relação. encontrada. valor da profundidade em. terminais do potenciSmetro linear ~. na. calibração,. funcão da. que. tensão nos. ~:. • 1ó.1185x+0.099ó. onde ~:. profundidade em em;. x. tensão nos terminais do potenclômetro em volts. Uma das. erros serIa. a análise. possíveis. formas. de. dos desvios máXImos. através das derivadas parciais, À~/AX=À(161185K+00986)/Àx=. Para um erro de leitura de. análise ponto a. dos ponto. no caso. 16.1185 em/volt de 0.001 vo1ts. o erro absoluto. é·. Ea=16.1185*0.001=0.0i6 cm Para uma leitura de 30 cm, o erro percentual sera:.
(38) 28 :1=. 30 cm _+ 0.0161 cm, ou. :1=. 30 cm + _ 0.05%.. A equação encontrada para. exercida na. célula de. carga no. expressar a força. momento da. introdução da. ponta cônica no solo, na calibração é: ~. 3e3.77~+1.7e. •. onde: :1:. força em N;. x:. tensão nos terminais de saida do amplificador da. célula de carga em volts. Da mesma. forma,. para. a análise dos. erros,. tem-se. À~/AX=. Para. À(323.77x+1.78)/Àx= 323.77 N/volt uma. resolução de. leitura. de 0.001. volts,. o. erro. abs01uto vale. Ea= 323.77*0.001= 0.3237 N. Para uma leitura de 588 N,. o erro percentual sera. :t= 588 ~03237 ou :t= 588 ~ 0. 05Y. Da adquiridas. 99. área curvas,. citada que. anteriormente foram. foram. transferidos. ao. microcomputador atravéz da interface seria1 com uma taxa de transmissão de 1200 bauds, gastando. para isso um tempo. de. 20 minutos. Gastou-se 50 minutos para. processamento das.
(39) 29 99. curvas adquiridas. através da utilização das. macros no. LOTU5 123. este tempo de processamento dependerá do tipo de microcomputador. utilizado,. no. IBM PC. caso utilizou-se um. 386. Estes. dados. transferidos. e. processados,. estão armazenados em um arquivo padrão. contendo para. cada. profundidade em metros o valor do indice de cone em kPa. A utilização do interesse rotinas. do usuário.. final destes o qual. especificas. para. dados, dependerá. deverá desenvolver. o necessário. suas. processamento dos. dados, para atingir os seus objetivos. O Apêndice adquiridos. devidamente. primeiras curvas. curvas são. entrelinhas,. onde o. últimas. das. o resultado. processados.. coletadas.. 10 primeiras. são. 5 mostra. referentes. as. 20. Observa-se nitidamente que as. correspondentes das. solo. dos dados. não foi. posições. das. posições das. mobilizado,. linhas, onde. e. o. as. 10. solo foi. mobilizado, devido a ação do sulcador da máquina Pela norma ASAE padrão. de penetração. apro~imadamente. é. de. 5313.1 (1984), 1829 mm/min,. o. a velocidade que equivale. 30 mm/seg, ou 600 mm em 20 segundos. Embora. o equipamento não tenha meios de controle dessa velocidade, o. operador. pode e. deve. ser treinado. para. realizar. as. penetrações. dentro do padrão Uma das formas de resolver este problema é o.
(40) 30. desenvolvimento. de um. sistema hidráulico. para penetração da haste.. de acionamento,.
(41) 31. S. CONCLUI!!:I. A análise e discussão dos resultados obtidos para. o penetrógrafo. eletrônico. permitem concluir. que. o. sistema: -Apresenta um. erro absoluto muito pequeno para leituras de. torça e profundidade.. o que confirma a sua acurácia.. -Possibilita grande economia informações.. de tempo no processamento das. quando comparado com os penetrômetros.. -Não está sujeito a erros. de leitura das informações. pelo. processo visual -Proporciona resultados. ao usuário. possibilidade. de. reorganizar os. finais em função de seus objetivos,. uma vez que. os dados originais não são alterados. plenamente. -Atende. aos. requisitos. inicialmente. estabelecidos de manelra satisfatórla. -Representa uma grande evolução métodos de Brasil. -Sugere. determinação do. tecnológica em relação aos. índice de cone. utilizados no. em equipamentos nacionais. o desenvolvimento. de um. sistema hidráulico. acionamento da haste ao longo do perfil do solo.. para.
(42) 32. REFERINCIAS. II8LIOGR~FICAS. AMERICAN SOCIETY OF AGRICULTURAL ENGINEERS. penetrometer - ASAE 5313.1.. .tandard. -. 1'S~.. St. Joseph. 1984.. ASAE. p. 456.. Portab1e recording penetrometer measures. CARTER, L. M.. soi1 strength profi1es Joseph.. In: ________. Soi1 cone. ~ó(6):348-9,. Asricultural Ensineerins. St. 1967.. Integrating penetrometer provides average. CARTER. L. M.. soil strength. Asricultural Ensineerins. 50 ( 10), 618 - 9. I. St. Joseph.. 1969.. Recording soi1 penetrometer. Journal of. HENDRICK, J. G.. Asricultural Ensineerins Re.earch. 5ilsoe. 14(2): 183-6. 1969.. MORRI50N Jr, E. M.. & BARTEK, L. A.. Design and field. evaluation of a hand-pushed digital soil penetrometer with two cone materiaIs.. Tran.act1on. of th. AIA!..
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(44) 34. of th. ASAE,. Tran~act1on~. 13(1) :385-6,390,. St. Joseph,. 1970.. RIETHMUllER, G. P.i BATCHElDER, D. G.; BlOOME, P. D. A microcomputer. for cone index measurement.. of th. ASAE.. Tran~act1onl Jul~/Aug.. s~stem. St. Joseph, .6<4}:996-8,1005,. 1983.. SIROIS, D. L. & STOKES, B. J.. Design of a. h~draulicall~. operated recording soil cone penetrometer.. In:. 1988. SUMMER MEETING DF THE AMERICAN SOCIETY OF AGRICULTURAL ENGINEERS, 15p.. SMITH, l. Rapid. & DUMAS, W. T.. A.. R. WOOTEN O.. J. St. Joseph,. D. of th. ASAE,. St. Joseph,. 1978.. B.. mounted fleld penetrometer. 15(2) :226-7,. & LUTH, H.. for wheeled vehicles. Joseph,. 1988.. A recording soil. Tran~actionl. 21(1) 12-4,19,. WISMER, R.. St. Joseph, ASAE.. (ASAE Paper, 88-5033).. penetrometer. WILLIFORD.. 1988.. Cit~,. J.. FULGHAM.. i. F. E.. Tractor. Tranlactionl of th. ASA!, 1972.. Off-road traction prediction. Tranlact10nl of th. ASAE,. 17(1):8-10,14,. 1974.. St..
(45) 35. Apindice 1. Fluxolrama da lêltea de. f~nctonamento. e. li.talem do prolrama monitor em a •• embl~..
(46) 36. En .... i~ ~o. Me'nS~geM. display. Le posic:ao x d~ {"teMOr i ~. b=pO$íc~o. x +1 d ~. MeMo:ri~. s i ("I I - - - - ·...- - - c. n~o. Le tecl~do. ~ __ s_i_('_,__ • ____ ~. n~o. siM.
(47) 37. SiM. D.or.M.nta oontador d. curvas.
(48) 38. Envia MensageM ao displa':l. SiM. nao. Seleciona endereco i n i c i aI para arMazenar dados na RAM. Habi 1 ita conversor A/D. SiM. Habi 1 it.a cClnversor A/D. tE> canal dE> forca (E).
(49) 39. SiM Enyi.a Mens.ageM "F I NAL DA CURVA. No".
(50) 40. Inioial iza Modulo serial. Envia dados para Micro. InoreMenta endereoos de dados. Envia MenSa9'eM ao displa~ "FINAL DA TRANSMISSAO".
(51) 41. nao. SiM. Envia dado di 'ii i;.ado ao display. Env i a dadc· di'iii;.ado ao display.
(52) 42. LE' tE'clado. SiM. nao. SiM. SE'lE'ciona E'ndE'rE'CO da CUTl,la dE'sE'Jada. RE'aliza a conl,lE'rsao do paI' dE' dados E' os E'fll,lia ao displa':J. SiM. I ncrE'f"'IE'nta. E'ndE'TE'CO. SiM. nao.
(53) 43. ,PROORAKA PARA PENETROORAFO ELETRONICO ;AUTOR: JUAREZ RENO AMARAL ;INICIO 00 PROJETO:JANEIRO út: 1991 ;LABORATORIO DE INSTRUMENTACAQ-DER. iENDERECOS DOS PERlFERICOS: SERIAL: êtH TECLADO ACIONAOO: 40H LEITURA DO TECLADO ENDERECO: btH DISPLAY: 9tH ; COWV. AfD:CeH ;ENDERECOS DAS MEMORIAS: eeee-e7FF: EPROM 20ee-'3FFF: RAM t 4000-5FFF: RAM 2 b000-7FH: RAM '3 8000-9FFF: RAI'I 4 í A~-BFFF: RAM 5 ,DECODIFICACAO DO TECLADO: 0E: DECllíAL ZERO n. DECIMAL Uh 02: DECIKAL OOIS 0i: DECIMAL TRES .7: DECIKAl QUATRO 06: DECIMAL CINCO 05: DECIMAL SEIS es: DECIMAL SETE tA: DECntAL OITO 09: DEClhAL NOVE eco STARHOO TECLADO LETRA F) iF: TX_DADOS(WO TECLADO LETRA A) 00: CANCELA ULTIMA. CURVÁO~O TECLADO LETRA C) 04: SELECAO tIA CURVA DESEJADA OiG TECLADO LETRA 08: EWTER(WO TECLADO LETRA El 0I1: ESC (10m TECLADO LETRA B). cru "zei.TBL". "". 0000 3íFFBF "e3Y13E20 0006 FE0i. HOF "INTB". TABELA CPU ,FORMATO HEX. ORG 0000H. iORlGEH. lD sr,0SHfH lD A, t203EHi. CP 0íH. D). i. jVERIFICA SE EXISTE CURVA AQUISITADA.
(54) 44. JP 1,1\19. Mts CAi7" MtB CDfCe4 MtE CD2M5 "11.6" "i378 0014 323f2.. iZERA TODAS AS HEM. DE DADOS i CARREGA CARACTERES HÁ RAM í INICIALISA CONTADOR DE CURVAS. E6tí. CALL lERAJEH CALl GAfe TAB LD TI,etH LD A,B LD(2t3fHi ,A I«lf' CAlL IMP _MENS IN Â,(4*0 AND 01H. Cl\í~. JP 1,REP. ;HEHHUMA TECLA ACIONADA. "17 ". "18 "ifl 0.I.D "if ••22 "24 ••26 "28 ••2B "2t1 t.3e "32 0t35 "37 .03A. 1\19:. CtlC303. tiMe. REP:. IN A, (6tH) AtID tfH Cf' tCH JP Z,START Cf' eFH JP 1, TX_DADOS CP ••H Jf' Z,c_u_c CP 04H Jf' Z,SEU:_D JP REP. DB6t Eó0f f Etc CASi•• FEOF CI\1S04 FEe0 CA3OO0 FU4 CMA.t C3iB.0. .03D. CU_C:. .03D 3A3f20 "4047. ••41 05 "4278 .~3. 323F2t. "46 CDC~3 ••49 C5 "4A CDD9t6 .t4D ti "4E C3i?00. .05i 00 0052 0055 "57 00SA "5B 0ese teSE 0Mí "62 tM3 0066 eM8 te6B. CD1êt5 0E04 2i6407 •• 1E D3St CDice5 23 tD C2SÁ0. tEi3 216807 te. START;. LD A,(203FHi LD fI,A DEC fi lO A,B LD (203fHl,A CAlL UIP JIENS PUSH BC CAll DELAY_4 POP BC JP A19 NQP CALl MOtU:ST AB lD c,e4H. Ui HLTAB_l Ai:. PIor. A2:. LD A, {HU OUT(SeHl,A CALl MOD_ESTAS me Hl DEC e J? WZ,Aí. LD C,i3H LD HL,TAB_, MOf'. íHEMSAGEM DE IDENTIFICACAO. íSTART in DADOS íCANCELA ULTIMA CURVAlCUCl íSELECAO DA CURVA DESEJADA.
(55) 45 LD /lo, (HU. "óC 7E. ••6[1 D381 "6F CD1205 ••72 23 "730D ••74 C26800 "77 CD1905 007A &0 007B 3A3F20 0e7E 47 007F fE63 0081 CAi700 0084 CD5405 0087 0E00 0089 00 00SA CD6905 "8D 00 t0SE CDi905 0091 DBce 0093 57 0094 3E01 0096 '03C0 "98 CDí905 609B DBC0 "9D SF 009E 3E00 "A0 SA 0Mi CA8900 00A4 3E00 00A6 B9 eM7 CAMe0. OUnSiH) ,A CALl MOD_ESTA8 lHe Hl DEC C Jf' HI, A2. CALl DElAY_l tIDP. LD À,(203FH) LD D,A Cf' 63H Jf' Z,Á19 CÁLL SELEND LD C,0tH AS:. NO?. CAlL DELAYJ IN A, (0C0Hi LD D,A lD Á,0tH QUT<0C0Hl,A CALL DELAY_i IN Á, (tCeHl LD E,A LD À,00H Cf' D Jf' LÁS LU À.• "H Cf' C. Jf' l,M. DEL HL LD AiD Cf' <tiU INC Hl J? LA5 JP K,A7. (j0RA 2B 00AB 7~ €\fyAC SE. 0MD. 2~,. 00i1,E CA8900 0~Bl F'ACA00 0~B4 7:~,. NOF'. CAlL DELAY_2. M. 00B'5 2":. LD {HU ,E IWC HL. 00B6 72 00B7 23 00B8 0C. lD OIU ,D. t\0B9 7e<. LU A,e. FECB 00BC CAC200 00BF [38900. CP 0CSH JP 1,AS JP A5. INC Hl. lHe c. 00B~. 00:~2. 04. AS.. lHe B.
(56) 46 "C378 "C4323fê0 "C7 C3EM0 t.CA 2B "CB 7E teCC 92 "CD 23 00CE fUi "00 CA8900 0003 fU2 "DS CAB900 000B fE03 0eM CAB900 t000 fH4 "DF CA8900 00E2 fE0S 00[4 CA8900 00[7 C3C200 00EA 00 00EB CDaEe':. "tE Tl9 0eEF 00 "F0 CD8005 00F3 0[04 t0F5 217&07 00Fe .0 "F97E 0eFA D380 OOFC CD8005. A7:. CONTIN:. NOP. 1112:. 0i01 G2Fa0. 0i04 0Ei4 0106 2i7F07 0~. Ai3:. 0ieA 7E. 0i0B D381 010D CDe005 0ii0 0iii 0ii2 0U5 0ii8 0ii9. 23 iD C2090i CDa705 00 cnS005. ~iiC. 0E01. 0iiE 21A707 0121 00. CAlL DElAY lO C,04H LD Hl,TAiU NOP lD A,(HU OUH80Hl,A. 00FF 23 0100 0D. 0109. LO A,S lD (203fH) ,A JP COWTIN DEC Hl lO A,(HU SUB O IN!: Hl CP t1H JP Z, A5 CP 0211 JP Z,AS CP 03H JP Z,A5 CP 04H JP Z,A5 CP 05H JP Z,AS JP Ae NOP CALl SElJ_C EXX. CAlL DElAY INC Hl DEC C Jf' Wl,Ai2 LD G,HH LD HL,TAB_4 NOF' LD A, (HU OUH8iH) fi CALl DtlAY HlC Hl DEe C JP NZ,Ai3 CAll ntlAY_3 I. NúP. A.i7. CALL D[lAY LD C,0iH lD Hl,TAfU ,.. NOP.
(57) 47 LD A, <HU OUT<a.IH ,A. 0122 7E. 0123 0125 0129 0129. D3S0 C_5 23 0n 01211 C22101 012D 0Ei4 .t2r 21 ••20 0132 ". 0133 0134 0136 .139 .l3A 0í3B 013E 0141 0142 0144 0147 0141\ 0í4A 0í4C 0i4E 015i 0152 0156 0i57 0í59 0i5C. AiS:. tIDP. LD A, (HU OUHS1H) ,Á CALL DtLAY lHe HL DEC C Jf' WZ,Míl CALL DElAY_3 EXX LD Á, 01H LD (203EHI}A JP REP. 7E D3S1 CDat05 23 0D C23201 CD8705 D9 3E0i 323E20 C3ifl00 SELJ:_D.. I.E3F t63F 3A3F20 47 ED532420 C5 0600 CDal05 A22. flM0. tiS!: E601. 0i60 0163 0i65 0167 0í69. CALL Dru\Y lHC li. fite c Jf' NZ,I117 LD C,i4H LD HL,200'H. CA5C0i DM0. LD E,3rH LD D,3fH LD A, (203FH) LD BJA lD <2024H)} DE PUSH BC LD B, 00H CALl IMP J:_D IN Á" (40H) IIMD 0tH Jf' Z,A22 IN A! (60l-'). E60F. AND 0H. fUE. CP 0EH Jf' Z,A23. CA9C0í. 0i6C fU3. CP 03H. 0i6E (MSti 0i7i tE02 0i73 CAMei 0i76 FE0i 0i78 CAC00i 0i7B FE07 017D CACC0i 0iS0 FE06 0i82 CADS0i 0i85 FE05. Jf' Z,A24. Cf' t2k Jf' Z,A25 CP 0iH JP Z,A26 CP 07H Jf' 7.,A2~ Cf' 06H Jf' Z!A28 CP 05H.
(58) 48 0187 CAE4ii. eíSA rEtB 0iOC CAF00i 01sr rUA 0191 CAfCti 0194 rE09 0196 CAta02 0199 C35Ct1 ti9C 1E30 019E 163f tiA. t600 tiA2 CDf005 tiAS C3He, tiAS 1E31 tiM tó3F tiAC t6M 0iAE CDF005 0iBi OH02 0iB4 1E32 tiB6 163f ti88 0614 tiRA CDFie5 018D C3H02 01C0 1E33 ttC2 163F 0tC4 t6iE 01C6 CDF005 01C9 C3H0, 01CC tE34 0iCE 163f. A23:. A24'. A25'. A,ó:. A27:. 0100 MêS. tiO, 01D5 010S tiDA tiDe tiDE 01E1 01E4 0iE6 01E8 0iEA iiED 0tF0 tiF2 t1F4 0tF6. eDfteS C3He2 1E35 i63F 0632 CDFies e31102 1E36 i63F t63C CDfttS C3Ht2 tE37 tó3f 0646 CDF005. A2S:. A29. A3e:. Jf' Z,Aê9 Cf' 0SH JP Z,A30 Cf' fAH J? Z,A3i Cf' t9H JP Z,A32 Jf' AE2 LI! E,3eH LI! D,3FH LD 9,00H CALL HiF'RH\ JP LER_,_D LD E,3tH LD D,3fH LI! a,tAH CALl ItlPRIM JP LER_2_D LI! E,32H LI! D,3fH LI! 9,14H CAll IKPRIK JP LER_,_D lI! E,33H LI! D,3FH LI! a, iEH CALL llíPRIK JP LER_,_D LI! E,34H lO D,3FH LD B,2BH CAlL IKPRHI JP LER_2_D lD E,35H lD D,3fH LD B,32H CAlL UIPRU\ Jf' lER_2_D LD E,36H LD D,3FH LO B,3CH CAll IKPRIK JP lER_t_D lD E,37H lD D,3FH lI! B,46H CALl Itlffi 11'1.
(59) 49 tiF9 tiFC tiFE 02t0 0202 02t5 0208 02tA 020C 02tE 02U 0211 0213 0215 02i8 02iA 02ie 021E 022i 0223 0226 0228 022A 022D 022E 022F 0231. iDS. 163F 0650 CDF00S C3U02 1E39 163F 06SA CDft05. f'E09. CA7i02 i630 FHE CMA02 04 14 fH3 CAbA02 14 rEt2 CAbA02 04 14 FEei CAbA02 04. 0243 1.4. 0244 FE07 0246 CAbA02 0249 04 024A t4. 024B 024D 0250 0251 1252 0254. A31.. A32:. LD E,38H LO D,3tH LD tI,50H CALL ll'iPRIH Jf' LER_2_D LD E,39H LD D,3FH lO B,SAH CAll IMf>RIM. LER_2_D: DB40 E601 CMi02 tlM0 E60F FEtA CMie2. 0234 04. 0235 0236 0238 023B 023C 023D t23F 0242. Jf' LER_2_D. C3U02. FE06 CAbA02 04 14 FE05 CAbA02. IN A,(40Hl AND 01H JP Z,lER_2_D IN A, (60tH AND 0FH CP 0AH JP Z,A33 CP t9H Jf' Z,A34 lD D,30H CP 0EH Jf' Z,A3S lHC B lNe D CP 03H JI-' Z,A35 lHC B rf(( D Cf' 02H Jf' Ul3S lHC B lHe O CP 0iH Jf' Z,A35 lHC B lHC 11 CP 07H Jf' Z,A35 IWC B lf(( D. CP 06H Jf' Z,A35 lHC B lf(( D. CP 05H Jf' Z,A35.
(60) 50 INC II. &257 04. 0258 14. INC D. eê59 0,515 eê5E 0261 eê62 0263 tê64 0266 0267 0269 eê6A. CP 0BH. fUB CA6At2 e3Ut2 t0. PUSH AF LD A,B ADD A,0BH LD 8.A lD D,38H POP AF. f'5 78 C6te 47 1639. Fi. 00 0268 CDF0es. eê6E 0271 0272 0273 0274. A33:. C37D02 00 FS 78. A3S.. NOP. CAlL HíPRHi JP S_C_D A34·.. HOf'. PUSH AF LD A.S. ADD A. 09H 8.A LD D.39H F'QF' AF CALL llíF'Rllí. C609 0276 47. LI!. 0277 1639 0279 fi 027A CDf'005. 027D. Jf' Z,A3S Jf' LEIL2_D WQP. S_LD: IN A, (4tH). 027D DB40 027F E601 0281 CA7D02. AHD 01H JP Z,S_C_D Irl Ai (6tH). 0284 DB60 0286 E60f 0288 FEtD 028A CA9~2. AND 0;H Cf' 0DH. lP 2.M3 CF' ~8e!. 028D FHB têBF CA9E02. 0292 C37D02 0295 00 e296 CD6B05. A43· PCW. 0299 Ci. B~. 029A C31700 DEl: B CALL SELEND. 029f C05405 021'12 D9 02A3 CDE706. 02A6 DB40 021'\8 E60t 02M CAAb02. 02AD D860. [XX. A47 Jf' Z,A47.
(61) 51. têAF E60F 02~1 FE03 têB3 CABEt, t,Só FE0, tê88 tA3D03 02B8 C3M0, 02BE 0. e2BF D9 02C0 3E00 ele, 5E e2C3 C~3B 02e5 8B 02C6 5F 02C7 00 02ce 3[00 02CA 0630 têCC 0E30 02CE 1630 02D0 00 02D1 ~B t2D, CA0A03 02DS 04 02D6 FS 02D7 78. AHD tFH Cf' e3H Jf' Z,MS. Cf' 0êH M5: 1\56:. A50. 00. NOf'. CP E INC B f'USH AF lO A,B Cf' 3AH Jf' Z,M9. 0200 FEJÁ. 0~ê. EXX LD A,t0H LO E, (HU SRLE ADC A,E LO E,A NOf' LO A,"H LD B,30H LD C,3tH lD D,30H Jf' 2,A48. 0êOA CAE,02 02DD fi e2DE 3C 02DF C3D", 02[3 Fi t~4 0C 02E5 0630 02E7 FS 02E8 79 0~9 FE3A 02EB CAF302 02EE fi 02EF 3C 02f0 C3Dee2 02r3 00 02r4 fi 02FS 14 02f6 0[30 02Fe F5 02r9 7/\ t2FA FE3A. Jf' 2,1146 Jf' /\47 IIDP. f'OP AF INC A Jf' A50 M9. WOf'. por AF INC C LD B,30H f'USH Ar LD A,C Cf' 3AH JF' 2,A5i. ASL. PQf' AF INC fi Jf' AS0 l'IDF'. por Ar INC D lfl C,30H PUSH {\f LD A,D CP 3AH.
(62) 52 teFe 02FF em 0361 0304 0305 0306 0367 t3tli 030B t30E. 03eF 0312 0313 0316 0319 t3iS 031D 0320 0322 0324 0326 0329 032B 032E 0331 0332 0335 0336 0339 033A 033D 033E 033F 0341 0342 0344 0346 0348 0349 034B 034C 034E 034F 0350 0351 0353. CM403 Fi. 3C C3D002 te Fi. 3C C3D082 7A 322A20 79 322B20 79 322C20 CDii06 DB40 [60i CAi903 DB60 E60F FE0D CA3i03 FEt8 CA3903 C31%3 00 CD6B05. A52·,. lHe A Jf' AS0. Me:. AS3:. LD A,D LD (202AHi ,A LD A,C LD(202BH) ,A LD A,B LD (202CH i, fi CALL DESL IN A,(40Hl AND 0iH Jf' Z,A53 IW A, (6tH; AHD 0FH CP 0DH Jf' Z,A54 CP OOH JP Z,A55 Jf' AS3. A54.. ti. C31700 23 CJe002 00 D9 3E00 SE CS3B CB3B CB3B SB CB3B 8B CB3B SS 5f 00 3E00 0630. Jf' Z, AS2 por AF IHe li Jf' AS0 NOP f'0f' Ar. A55.. M6. NOP CALL DELAY_2 POf' BC JP 1\19 lHe HL Jf' A56 NOF. EXX A77. LD 1\,00H LD [, (fiL:í SRL [ SRL E SRl E ADe AJ. SRL E. ADC A,E SRL E. ADC A,~ LD LA. WOP LD A,00H lD B,30H.
(63) 53. e355 0357 0359 e35A 035B 035E 035F 0360 036t 0363 0366 0367 0368 0369 036C 036D 036E 0370 0371 0372 0374 0377 0378 0379. 0E30 i630 •• SI! CA9303 04 F5 78 rE3A CA6B03 Fi 3C C35903 0.. A7i:. C,3eH D,30H. NOP. CP E JP Z,A69 IWC I! PUSH AF LD Id CP 3AH JP Z,A70 POP Ar lHC A JP A71 A70:. Fi. WOP POP Ar. INC C LD S,30H PUS HAr. tC 0630 F5 79 rE3A CA7C03. LD A,e CP 3AH JP Z.,A72 f'OF' Ar me A. Fi. 3C C35903. 037C M. 037D 037E 037F 038i 0382 0383 0385 0388 0389 038A 038D 038E 038r 0390 0393 0394 0397 0398 039B 039C 03lfF 03A2. LD LD. Jf' A7i. A7e'. NOP PÜf' AF INC o. Fi i4 0E30 r5 7A rEJA CA8D03. PUSH Ar. fi. POr' Ar. 3C C35903 0.. Jf' A7i WOP. lD C,30H lD A,O CP 3AH Jf' L,A73 lHC A p.73. POP Ar lHe A. Fi. 3C C35903 7A 322f120 79 3221120 78 322C20 CDH06 DMe. JP A7i. A69. lD A,D LD (202AHJ ,A lO A,C LO (202B!i), A lO A,a lO (202CHl A CALL DESl Ui A, {40Hi I. A74.
(64) 54 03M 03116 t3A9 03A1I 03AD t3AF 0382 03B4 03B7 0311A 03B9 03BC 039F 03C0 03C3 03C4 03C7 03C9 03CC 03CD 03CE 03D0 03D3 03D4 03DS 03D8 03tIA 030D 03DE 03DF 03Eí. Eb01 CMê03 DBb0 [btF FE0D CABA03 FEta CABFe3 C3Aê03 00 Cí. C31700 23 C33Fe3 00 CDS005 tEM 210208 00 7E D380 CDS005 23 0D C2CC03 0E14 210608 00 7r D38i CDB0ib5. A!ID tiH JP !,A74 IN A, <60H) AMD tFH CP tDH Jf' Z,A75 CP t8H Jf' Z,A7ó Jf' A74 WOP A7S·. POP BC JP Ai9 lHC HL A76: Jf' A77 I1iPjíENS: NOP CALL DELAY lO C,04H LD HLTAB_i5 NOP 1183: LO A, (HU OUT(80Hi,A CALL DELAY INC Hl DEC C Jf'. AS4:. Jf' NL,A84. C2Dne3 C[lS705 CD8005 0[0\. CALL DELAY_3 CAL L DELAY LD C. 0iH LD HLTAB_i4. 03Fi 2Hi0B. 03F4 03F5 03F6 03Fa 03FT; 03Fe 031='D. 00 7E D380 CD800S. Mor LV A. (Hl) OUHBíHl,A CALL DELAY INC HL DEC C. 03E4 23 03[5 0D. 03[6 03E9 03[C 03El:'. NZ,AS3. LD C, i4H LD Hl,TAB_i6. AS6. f.iüF'. LD A, (HU OUT Hl0:H) , A. CALL DELAY. ~?. UI( HL. 0D C2F403. DEC C Jf' WZ,A86 LD C,i4H LD HL,TAB_17. 0400 0Ei4. 04022HA08.
(65) 55 0405 0.. AB7. 0407 Il38t 0409 CD8005 040C 23. 040D 040E 04H 0414 0415 0416. 0íJ C20504 CDB705 C9 00 C!l3M7. 04i9 3E80 04l.B '[1323. 041.D 04iF 0421 0423 0425 0427 0429. 042B 042D 042F 0431 0434. 3E60 D320 3E00 íJ32i 3E07 D323. 3E00 D32i 3E00 D324 214020 H900í. 0437 0630. 0439 0E00 043B 7E ~3C E6F0 043E CB3F 0440 CB3F 0442 CB3F 0444 CB3f 0~46 00. tIDP. LD A,(HU OUHSiHl,A CALL DElAY ItfC HL DEC C JP NUlB7 CAlL DELAY_3 RET. 0406 7E. TX_DAíJOS: NOf' CALL II'IP_TX lO A,80H OUH23Hl ,A LD A,60H OUH20H) ,Á LD A,00H OUH2iHl,Á LD A,.7H OUT<23H) ,A LD A,.0H OUT<2im ,A LD A,00H OUH24Hl,A LO Hl,2040H LD DL0i90H LD B,30H fl98: LD C,00H LD A,UIU ANIl 0F0H SRL fi SRL Á SRL fi SRL A A90. ~Of'. 0448 CA6604 044E 04 044C F5. CP C Jf' Z,ABa INC B PUSH Ar. 044D 78 044E FEJA 0450 CA5004. LIl A,E CP 3AH Jf' Z,A89. 0447 99. IWC c POP AF JP A90. 0453 0e 0454 Fi. 0455 C34604 0458 0C 0459 Fi 045A 064i. A89. lHe c POF' Ar. LD B,41H. ,ACESSAR DlAB ;PROGRAKACAO PARA .;COM i200 BAUIlS. TRA~SI'IITIR. ;CONFIGURACAO. BBITS 2 STOP BITS ; DESABILITAR.: i -. HHERRUf>COES. ; -LOQP RECi:.
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(67) 57 04B0 D320 04Bê 23 t4B3 iB 0494 1A 04fJ5 FE" 04B7 1:23704 04BA 7B 04BB f E•• 04BD C23704 04C0 00 04C1 DBê5 04C3 E601 04C5 CAC004 04C8 OSê0 04CA 11900i 04CO C33704 0400 00 0401 cDat05 04D4 tEM 04D6 212E08 Mf!9 t0 MOA 7E 04DB D3B0 040f! CD80e5 04E0 23 04Ei iD 04E2 C2D904. KL. A96.. Ai0i:. 05~i. 0'502 0503 05~4. 0505 0506. 214608 00 7E D38i CD8005 23. JP I,H IN A, (20H) LO DE,01.90H Jf' A98 NOf' CAll DElAY LD C,04H lD HL, TAlU8 WOF' lD A, (HU OUH80Hl,A CALL DELAY INC Hl DEC C Jf' HZ,Ai0i. 04E5 0Eí4. 04E7 04EA 04EB 04EC 04EE 04Fi 04F2 04f3 t4F6 04F9 04FC 04fC 04FE. OOH2tHl,A INC HL DEC DE lD A,D CP "H Jf' NZ,A9S LD A,E CP 6tH Jf' NI,A98 NOf' IN A, (2SH) ANO 01H. Ate2·.. tI!. C2EÁ.04 CB8705 C3iIi00. LD C,14H LD HL,TAB_20 NOF' UI A, (HU OUH8iHl lA CALL DELM INC HL OEC C Jf' WI,Ai02 CALL DELAY _3 Jf' REF'. ZERAJ1El'i.. 3E00 2i4020 00 77 23 f5 7C FERE. LOOP_i.. lO A,00H LD Hl,2040H WOf' LD (HU ,Á IWC Hl PUSH AV LO A,H CP tBBH.
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(69) 59 0553 0554 0554 0556 0559 0SSA 05SC eSSE 055f 0560 0563 0564 0565 0568 0569 056A 056'8 0S6C 056D 056F 0571 0572 0573 0576 0577 057A 0579 0570 057F 0580 e580 0582 0583 0586 0587 0587 058<1 058A 058D 058E e5SE 0590 0592 e595 0596 059B 0599. RET. C9 SEL_END: 3E00 214020 DS t6el 1E90 00 '88 CMa05 31: 19 C35(05 00 Di C9 00 1:5 0EFF 060A 00 011 C27105 e5 C27t05 Ci 3E00 D3C0 (9-. LD A,00H LO HL,2040H PUSH DE LO O,61H LO E,9tH. WO?. Ai0:. CP B JP Z,A9 IWC A. ADO HL,OE JP At0. NO?. /1.9:. POP DE. RET DELAY_2: NOP PUSH BC LD C,0fFH LD B,0AH flOP AE DEe C J? NZ,Aii DEC B JP NZ,A1i POP BC LO A,~H OUT< 0C0H), A. RET DELAY: IN A, <80Hl. D'880 07. RLC li. JP C,DELAY. DA80~:~. Rn. C9. DELAY_3 LD A,0FFH DEC A. 3FF. 3D [28%: CS. A~6. Jf' NZ, Mó. RtT SE~. 1630 1[31 3A3F2e 47 3E0: te B8. A.2L. f. C LD O,30H LI! E, 3iH LD A, (203FHl LD B,A LO À,0iH WOP Cf' B.
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(71) 61. 0SEB C1 0SEe Di 05ED Ei eSEE Fi 0SEF C9 eSte eSFe EI)532420 0SF4 CDBUS e5F7 C5 eSFe tUF esFA 06F0 0SFC 00 iSFD 00 e5FE C2FC05 0601 e5 0602 C2FC05 M05 Ci 0606 DB40 0608 E60i 060A CAl0M MiD 00606 0610 C9 0óii 00 0612 23 0613 3[00 0615 SE 0616 CB23 06iB BF 06i9 57 06iA 00 06iB 46 06iC C1:38 MiE CB3t 0620 3E~e, 0622 8i: 0623 47 0624 4E 0625 CB3" 0627 CB3S 0629 CB39 M2B 3E00 062D 89 062E 8B 062F SE: 0630 5f: 0631 3(00 0633 Br. f'OP BC f1)f' DE PflPHl. POf' AF RET ItlPRII'l:. LD(2e24Hl,DE CAll II'IP_LD PUSH BC lD C,0FFH LD BJ0F&H Me:. ~Of'. DEe e JP NZ,M0 DEC B Jf'. ~Z,M0. POf' BC. M2:. IH A, (4tH) AND 6tH jp Z,M! jp M2. Mi: DESL:. RET HOf'. nlc Hl LO A,00H lD E, (HU SlA [ ADC AJA LD D,A NOP LD S, <HU SRL B. SRL B LD A,00H ADC A,S lO B,A lD C, (HU SRl e SRl C SRl C lD A,"H ADC A,e ADC Á,E. flDC A,E lO [,A lD lI,t0H liDe A,Á.
(72) 62 t634 0635 t636 063B 0639 e63C t63D 063E t641 0642 0643 0646. ADC A/D. SA 57 3E00 liA CM6t6 3C 1\A CMF06 3e. LD D,A LD {;,M\{ CP ti JP Z,A57 lNC Á CP ti JP Ul5B lHe A. SÁ. CA5B06 0630. A57:. LD C,~H lD D,3tH. U48 eE30. 064A t64C 064F 065i 0653 0655 0658 065A 065C t65E 0660 t66t 0662 0665 0666 t66 7 0668 066A. 1630 C35E06 0636 0E35 i632 C35[06 0632 0E3i. JP M0 A58:. A59:. i635. 3E00 00 JJB CA9A06 04 r5 78 rEJA CA720t.. Me Ms'.. lD lI,36H LD C,3SH III D/32H jf' M0 lD B,32H LIl C,3tH lD tI,35H LD Á,00H NOP CP E JP Z,A6i lHe B PUSH AF. lD A,1\ CP 3AH jp L,A62 POP AF. 066r: r; 066~ 3C. 066 r C3é,00: 0672 00. CP D JP Z,A59 LD B,3eH. lHe A ' hoc ,~. J? M3 WOP. 0,(7'1 .. \. POP AF. 06 4 K 067: 0630 0677 F5. LD B.30H. lHe C. 7. PUSH Ar lD A,C. 0678 79. CP 3AH JP Z,A64. 0679 FUA 067B CAS306 067E ::-i. POP AF mc A JP M3. 067F 3C. 0,680 C36006. 0683. ~e. MS! ri. M4. WOF'. POP Ar.
(73) 63. .685 0686 0688 0689 0681\ 068C eõsr 0690 $691 0694. llr[ D LD C,3tH PUSH AF LD A,D CP 3AH JF' Z,1\65 POP Ar INC A. 14 0E3~. rs JA rE3A CA9406 ti. 3C C36"6 00. Jf> 1163. MS:. 0695 Fi. 0696 t697 069A 069B 069E 069F 0M2 06A3 06A6 06A9 06AC MAD 06AE 06AF 06B2 06B4 06B7 06BB 06B9 06BB MDE MBF 06C0 MC3 06C5 06C8 06C9 06CA 06CC 06CF 06[10 06Di 06[14 06D7 06[18 MD9. 3C C36"6 7A 323720 79 323820 78 323920 CDBE05 CDAD06 C9 00 D9 CD8005 0U1. 2iC0167 00 7E D380 CDS005 23 0D C2B706 0E14 212820 00 7E D38i CD8005 23 0D C2CS06 C1I1I906 D9 C9 0EFF. A6i:. NOP POP AF INC A Jf' M3 LD A,D lD {2037Hl,A lD A,C lD (2038Hi,A LD Â,B LD (20391-\), A CALL H\f'_CD CALL IHP_RES RET. IHPJ{ES: NOP [XX CALL OCLAY LD C,ttH LD HL,TAB3 NOP M6·. LD A, (HU OUH80Hl ,A CALL OCLAY INC HL DEC C JP NZ,M6 LD C,HH LD HL, 2028H NOP A67. lD A, (HU OUWliHl,A CAlL DELAY llr[ Hl DEC C JP WZ,A67. CAll DELAL4 [XX. RET DELAY3: lD CtfFH.
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