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Instruções de montagem e manutenção

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Academic year: 2021

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(1)

Para o ramo especializado

Ler atentamente antes da

montagem e manutenção

Instruções de montagem

e manutenção

de condensação

Logamax plus

GB162-65/80/100

12 378 ( 20 15/04 ) PT

(2)

Descrição do produto

10 17 7 1 33 32 21 28 15 30 5 3 4 2 8 27 26 9 11 12 13 15 14 23 22 18 19 25 24 29 6 34 37 38 36 39 16 20 31 40 41 42 43 44 35

(3)

1 Dispositivo de fixação do controlador básico BC10

2 Opção de montagem para unidade de comando local, por exemplo RC35

3 Tampa com compartimento para as instruções de utilização

4 Controlador básico Logamatic BC10 (equipamento base), pode ser ampliado recorrendo por exemplo à unidade de comando local RC35

5 Caixa de ligações (ligações de baixa tensão e 230 Volt)

6 Cabo do taquímetro e cabo de ligação à rede da bomba

7 Ligação da descarga de condensado

8 Câmara de condensado

9 Porta da caldeira

10 Ventilador automático

11 Grampo de tensão rápido da tampa do queimador

12 Tubo de aspiração de ar

13 Tubagem de gás

14 Tubagem de gás de exaustão

15 Fechadura da porta

16 Toma de medição dos gases queimados

17 Toma de medição para a entrada de ar

18 Ligação de entrada de ar 19 Ligação da exaustão 20 Capa de cobertura 21 Ventilador 22 Válvula de gás 23 Venturi 24 Tampa do queimador

25 Sonda da temperatura de avanço

26 Eléctrodo de ionização

27 Óculo de inspecção

28 Dispositivo de auto-ignição

29 Sonda da temperatura de segurança

30 Permutador de calor

31 Presóstato

32 Sonda da temperatura de retorno

33 Automatico de Combustão Universal (UBA 3)

34 Gaveta com opção de montagem para módulos de função

35 Capa de cobertura

36 Sifão

Grupo de ligação (acessório):

37 Equipamento extra de manutenção, azul (RK retorno caldeira) com bomba, válvula de esvaziamento, válvula de retenção e termómetro

38 Válvula de corte de gás, amarelo (GAS)

39 Equipamento extra de manutenção, vermelho (VK avanço caldeira) com a válvula de esvaziamento, manómetro, termómetro e válvula de segurança

40 Válvula de segurança

41 Manómetro

42 Válvula de esvaziamento

43 Válvula de manutenção

44 Termómetro (acessório)

O grupo de ligação inclui também uma capa de cober-tura (ver instruções de montagem do grupo de ligação).

(4)

1

Aspectos gerais

5

2

Regras

6

2.1 Normas, regras e directivas 6

2.2 Utilização conforme com as especificações 7

2.3 Lugar de instalação 7

2.4 Ligação dos gases queimados e ar 

de aspiração 8

2.5 Qualidade da água de aquecimento 8

2.6 Qualidade das tubagens 8

2.7 Intervalo de manutenção 8

2.8 Validade das normas 8

3

Segurança

9

3.1 Estrutura das indicações 9

3.2 Respeite estas indicações 9

3.3 Ferramentas, materiais e meios auxiliares 10

3.4 Eliminação de resíduos 10

4

Transporte

11

4.1 Levantar e transportar a caldeira 11

4.2 Transportar a caldeira com um carro 

de sacos 11

5

Composição do fornecimento

12

6

Dimensões

13

7

Montagem

15

7.1 Montar a caldeira na parede 15

7.2 Ligar a água e o gás na caldeira 17

7.3 Estabelecer a ligação dos gases 

queimados e ar de aspiração 23

7.4 Estabelecer a ligação eléctrica 26

8

Operação

38

8.1 Aspectos gerais 38

8.2 Estrutura do menu 41

9

Colocação em funcionamento

46

9.1 Encher a instalação de aquecimento 46

9.2 Testar e medir 51

9.3 Efectuar regulações 61

9.4 Trabalhos finais 63

9.5 Protocolo de colocação em funcionamento 64

10

Colocação fora de serviço

65

10.1 Colocar a instalação de aquecimento fora  de serviço através do controlador básico 65 10.2 Colocar a instalação de aquecimento 

fora de serviço em caso de emergência 65 10.3 Colocar a instalação de aquecimento 

fora de serviço em caso de perigo de 

gelo (interrupção de utilização) 65

11

Inspecção

66

11.1 Trabalhos de preparação 66

11.2 Abrir a porta da caldeira 67

11.3 Realizar um controlo visual quanto à eventualidade de formação 

generalizada de corrosão 67

11.4 Controlar a válvula de gás quanto a 

estanquicidade interna 67

11.5 Medir a corrente de ionização 67

11.6 Medir a pressão da ligação de gás 

(pressão estática) 67

11.7 Controlar e regular a relação gás-/ar 68 11.8 Realizar um controlo de estanquicidade

em estado de funcionamento 68

11.9 Medir o teor de monóxido de carbono 68 11.10 Encher a instalação de aquecimento 68 11.11 Controlar a ligação dos gases queimados

e ar de aspiração 68

11.12 Protocolo de inspecção 69

12

Manutenção

71

12.1 Desmontar a porta da caldeira 71

12.2 Limpar o permutador de calor, o queimador

e o sifão 71

12.3 Controlar e regular a relação gás-/ar 78 12.4 Realizar um controlo do funcionamento 78

12.5 Protocolo de manutenção 79

13

Reprodução no visor

80

13.1 Suspender o painel de controlo na 

estrutura da caldeira 80

13.2 Valores no visor 81

13.3 Regulações do visor 81

13.4 Códigos do visor 82

13.5 Voltar a montar o painel de controlo 

na caldeira 93

14

Dados técnicos

94

(5)

1

Aspectos gerais

Estas instruções de montagem e manutenção foram elaboradas para as caldeiras murais de gás de conden-sação:

– Logamax plus GB162-65 – Logamax plus GB162-80 – Logamax plus GB162-100.

A designação da caldeira é composta pelas seguintes partes:

A Logamax plus GB162-65/80/100 é adequada para ser utilizada como sistema em cascata e como caldeira indi-vidual.

Para a Logamax plus GB162-65/80/100 está disponível a seguinte documentação técnica:

– Instruções de utilização

– Instruções de utilização em formato especial (estas instruções de utilização encontram-se na caldeira na tampa do painel de controlo)

– Instruções de montagem e manutenção – Esquema eléctrico

– Instruções de assistência técnica – Documentação de projecto

– Instruções de montagem para a substituição das tubagens de gás.

Os documentos supra mencionados podem ser enco-mendados na Buderus.

Caso tenha sugestões de melhoria ou tenha dectado irregularidades, agradecemos que entre em contacto connosco. Pode encontrar a morada na parte de trás deste documento.

Protecção anticongelante

A caldeira está equipada com uma protecção anticon-gelante integrada. Isto significa que não pode ser insta-lada uma protecção anticongelante separada.

A protecção anticongelante liga a caldeira quando a água da caldeira atingir os 7 °C e desliga-a ao atingir os 15 °C.

A instalação de aquecimento não está protegida contra o gelo.

Teste da bomba

Se a caldeira não funcionar durante um período de tempo prolongado, a bomba é operada automatica-mente durante 10 segundos a cada 24 horas. O teste da bomba ocorre pela primeira vez após 24 horas com tensão de rede ininterrupta.

Dados do produto sobre consumo de energia

Encontra os dados do produto sobre consumo de ener-gia no manual de instruções para o proprietário. – Logamax plus Nome do tipo

– GB Caldeira mural de condensação

– 162 Tipo

– 65, 80 ou 100 Potência térmica máxima em kW

Se existir a possibilidade de o radiador ou peças da tubagem poderem congelar, reco-mendamos que o tempo de funcionamento por inércia da bomba seja regulado para 24 horas. Ver capítulo 13.3, página 83.

(6)

2

Regras

Relativamente a estas instruções

As presentes instruções de montagem e de manuten-ção contêm informações importantes para uma monta-gem, colocação em funcionamento e manutenção seguras e correctas da caldeira mural de gás de con-densação Logamax plus GB162-65/80/100.

Estas instruções de montagem e manutenção, assim como as instruções de assistência técnica, destinam-se ao técnico especializado que, com base na sua forma-ção técnica e expeciência, tem conhecimentos no manuseamento de instalações de aquecimento e insta-lações de gás.

Indicações de utilização gerais importantes

A caldeira só pode ser utilizada conforme com as espe-cificações e sob observação das instruções de monta-gem e manutenção. A manutenção e a reparação só podem ser realizadas por técnicos especializados auto-rizados.

Opere a caldeira apenas nas combinações e com os acessórios e peças de substituição indicados nas instru-ções de montagem e de manutenção.

Utilize outras combinações, acessórios e peças de des-gaste apenas se estas estiverem expressamente pre-vistas para a aplicação em causa e não prejudicarem as características técnicas e os requisitos de segurança.

2.1

Normas, regras e directivas

Enquanto técnico de aquecimentos e/ou operador da instalação tem de assegurar que toda a instalação está em conformidade com as regras (de segurança) aplicá-veis, contidas em:

Respeite as normas e directivas nacionais para a montagem e para a operação da ins-talação de aquecimento!

As indicações na placa de características da caldeira são determinantes e devem ser impreterivelmente respeitadas.

Respeite as indicações de projecto da documentação de projecto Logamax plus GB162.

Normas/Regras/

Directivas

Descrição

1. BlmSchV Primeiro regulamento sobre a aplicação da Lei Federal de protecção contra emissões (regulamento para instalações de combustão de dimensão reduzida)

ATV Boletim de Trabalho A 251 – Condensados de caldeiras de condensação

DIBT Directivas para a homologação de instalações de exaustão com temperaturas baixas

DIN 1986 Materiais de sistema de drenagem

DIN 1988 Regras técnicas para a instalação de água potável

DIN 4701 Regras para o cálculo das necessidades térmicas de edifícios

DIN V4701-10 Avaliação energética de instalações técnicas de aquecimento e de ar interior

EN 13384 Instalações de exaustão, métodos de cálculo técnicos de calor e avarias

DIN 4708 Instalações de aquecimento de água centrais

EN 12828 Sistemas de aquecimento em edifícios

DIN 4753 Esquentadores de água e instalações de aquecimento de água para água potável e água de serviço

DIN 4807 Reservatórios de expansão

DIN 18160 Instalações de exaustão

DIN 18380 VOB: Instalações de aquecimento e instalações de aquecimento de água centrais

DIN 18381 VOB: Trabalhos de instalação de gás, água e águas residuais dentro de edifícios

DIN 18382 VOB: Canalização eléctrica em edifícios

(7)

2.2

Utilização conforme com as

especificações

A caldeira pode ser utilizada exclusivamente para o aquecimento de água para sistemas de aquecimento e/ou para sistemas de água de serviço.

A caldeira pode ser instalada como sistema individual ou também como sistema múltiplo (instalação em cas-cata). Um sistema em cascata permite reunir várias cal-deiras deste tipo, sendo que podem ser ligadas entre si, no máximo, 8 caldeiras com um total de 800 kW numa superfície do solo de aprox. 2 m².

Para a instalação como sistema em cascata foram desenvolvidas especialmente para esta caldeira des de cascata (acessórios). Cada uma destas unida-des de cascata possui uma armação de montagem, colectores de avanço e retorno horizontais, tubos de ligação para a caldeira, etc. Estas unidades de cascata tornam a instalação de um sistema em cascata mais simples e fácil. 

Para mais informações sobre sistemas em cascata entre em contacto com o seu fornecedor ou fabricante. Pode encontrar a morada do fabricante na parte de trás do documento.

2.3

Lugar de instalação

A caldeira pode ser montada exclusivamente na parede ou num sistema em cascata. Com uma parede ou chão de construção fina é possível que surjam ruídos de res-sonância. Se necessário, instale elementos de reforço.

EN 483 Caldeiras para combustíveis gaseiformes – caldeiras do tipo C com uma carga térmica nominal 70 kW

EN 625 Caldeiras para combustíveis gaseiformes – requisitos especiais à função de água potável em caldeiras combinadas com uma carga térmica nominal 70 kW

EN 656 Caldeiras para combustíveis gaseiformes. Caldeiras do tipo B com uma carga térnica nominal superior a 70 kW mas igual ou inferior a 300 kW. Redacção alemã EN 656:1999.

EN 677 Caldeiras para combustíveis gaseiformes – requisitos especiais a caldeiras de condensação com uma carga térmica nominal 70 kW

EnEV Regulamento sobre a poupança de energia

FeuVo Regulamento dos Estados federados sobre a combustão

VDE 0190 Ligação equipotencial principal de instalações eléctricas

VDI 2035 Directivas para a prevenção de danos por corrosão e formação de incrustações em instalações de aquecimento de água quente

TRGI Regras técnicas para a instalação de gás

Normas/Regras/

Directivas

Descrição

O aparelho está em conformidade com os requisitos essenciais das Directivas euro-peias correspondentes.

A conformidade foi comprovada. 

A respectiva documentação e o original da declaração de conformidade estão na posse do fabricante.

DANOS NA INSTALAÇÃO

devido a gelo.

 Coloque a instalação de aquecimento numa sala protegida contra o gelo.

PERIGO DE INCÊNDIO

devido a materiais ou líquidos inflamáveis.  Não armazene materiais ou líquidos

inflamáveis na proximidade da caldeira.

DANOS NA CALDEIRA

devido a ar de aspiração contaminado ou ar contaminado no meio circundante da cal-deira.

 Nunca utilize a caldeira num ambiente com elevado teor de poeiras ou quimica-mente agressivo, como por exemplo, oficinas de pintura, cabeleireiros, explo-rações agrícolas (estrume) ou locais onde se realizem trabalhos com triclore-tileno ou hidrácido (por exemplo contido em sprays, determinadas colas, solven-tes ou produtos de limpeza, vernizes) e outros produtos químicos agressivos ou onde os mesmos são armazenados.  Neste caso opte sempre por um modo

de funcionamento como ventilada com um lugar de instalação separado que pode ser fechado hermeticamente e que deve possuir uma entrada de ar fresco.

(8)

2.4

Ligação dos gases queimados e ar de

aspiração

Caso a caldeira seja operada de forma ventilada, é necessário que o lugar de instalação possua as aber-turas de entrada de ar necessárias. Não coloque objec-tos a obstruir a estas aberturas. As aberturas de entrada de ar têm de estar sempre livres.

2.5

Qualidade da água de aquecimento

Enxaguar bem a instalação antes do enchimento. Como água de enchimento e suplementar para a instalação deve ser utilizada exclusivamente água da torneira não tratada. Água de aquecimento não adequada favorece a formação de lama e corrosão. Isto pode originar ava-rias na caldeira e danificações no permutador de calor. Não é permitido tratar a água com produtos, como por exemplo, produtos que aumentam/diminuem o pH (adi-tivos químicos e/ou inibidores), protecção anticonge-lante ou amaciador de água.

O valor pH medido da água de aquecimento tem de situar-se entre 7 e 8,5. Se não for este o caso, contacte o departamento de assistência técnica da Buderus. Pode encontrar a morada na parte de trás deste docu-mento.

2.6

Qualidade das tubagens

Se forem utilizadas tubagens de material sintético na instalação de aquecimento, por exemplo, para aqueci-mento de piso, estas tubagens terão de ser estanques ao oxigénio. Caso as tubagens de material sintético não estejam em conformidade com estas normas, terá de ser realizada uma separação do sistema por meio de permutadores de calor.

Durante a instalação e o funcionamento da instalação de aquecimento há que considerar o seguinte:

– As disposições de construção locais relativas às condições de instalação.

– As disposições de construção locais sobre as insta-lações de entrada e evacuação de ar, bem como a ligação da chaminé.

– As disposições para a ligação eléctrica à

alimenta-– As regras técnicas da empresa de fornecimento de gás sobre a ligação do queimador de gás à rede de gás local.

– As regras e normas sobre o equipamento técnico de segurança da instalação de aquecimento de água. – As instruções de instalação para instaladores de

sis-temas de aquecimento.

– Tem de comunicar à empresa de fornecimento de gás responsável e pedir a esta a devida autorização para a instalação de uma caldeira mural de gás de condensação.

– Só pode operar a caldeira mural de gás de conden-sação com os sistemas de exaustão e ar de aspira-ção especialmente concebidos e autorizados para este tipo de caldeira.

– Não se esqueça que em determinadas regiões são necessárias autorizações para a instalação de exaustão e para a ligação da água de condensação à rede pública de esgotos.

– Antes do início da montagem, informe o técnico limpa-chaminés regional responsável e a entidade responsável pelo tratamento das águas residuais.

2.7

Intervalo de manutenção

Proponha ao seu cliente um contrato de manutenção anual realizado em função das inspecções e repara-ções necessárias. Os trabalhos que devem estar incluí-dos num contrato de manutenção anual deste tipo podem ser consultados no protocolo de inspecção e manutenção (ver página 71 e página 81).

Se durante uma inspecção detectar uma situação que justifique a operação de manutenção, esta deve ser executada em função das necessidades (ver capítulo 12 "Manutenção“, página 73).

2.8

Validade das normas

Normas alteradas ou aditamentos são igualmente váli-dos à data da instalação e têm de ser cumpriváli-dos.

DANOS NA CALDEIRA

devido a corrosão.

 Se a caldeira se destina a ser utilizada em instalações com circulação natural de água ou em instalações abertas, é necessário separar o circuito da cal-deira do resto da instalação com um per-mutador de calor (de placas).

DANOS NA INSTALAÇÃO

devido a falta de/insuficiente limpeza e manutenção.

 Inspeccione e limpe a instalação de aquecimento uma vez por ano se tal for necessário.

 Se necessário, efectue uma manuten-ção. Elimine de imediato quaisquer defi-ciências para evitar danos na

(9)

3

Segurança

Respeite estas indicações para sua segurança.

3.1

Estrutura das indicações

Existem dois níveis de perigo que estão assinalados com palavras de sinalização:

Nível de perigo 1:

Nível de perigo 2:

Outros símbolos para a sinalização de perigos e indica-ções para o instalador:

3.2

Respeite estas indicações

PERIGO DE VIDA/PERIGO DE INCÊNDIO

Indica um perigo possivelmente prove-niente de um produto que pode causar feri-mentos graves ou até a morte se as precauções tomadas forem insuficientes.

PERIGO DE VIDA

devido a corrente eléctrica.

PERIGO DE FERIMENTOS/

DANOS NA INSTALAÇÃO

Indica para uma situação potencialmente perigosa que pode causar ferimentos moderados ou leves ou danos materiais.

INDICAÇÃO PARA O INSTALADOR

Conselhos para o instalador para um apro-veitamento e ajuste adequados do apare-lho, assim como outras informações úteis.

PERIGO DE VIDA

devido a explosão de gases inflamáveis. Em caso de cheiro a gás existe perigo de explosão!

 Não fazer chama aberta! Não fumar!  Não utilizar isqueiros!

 Evitar a formação de faíscas!

Não accionar interruptores eléctricos, nem o telefone, fichas ou campainhas!  Fechar a válvula principal de corte de

gás!

 Abrir janelas e portas!

 Avisar os habitantes da casa, mas não tocar a campainha!

 Telefonar para a empresa de forneci-mento de gás a partir do exterior do edi-fício!

 Se conseguir ouvir de forma perceptível a saída de gás, abandonar imediata-mente o edifício, evitar que terceiros entrem no edifício, chamar a polícia e os bombeiros a partir do exterior.

PERIGO DE VIDA

devido a explosão de gases inflamáveis.  Execute os trabalhos em componentes

condutores de gás apenas se estiver autorizado a realizar tais trabalhos.

PERIGO DE VIDA

devido a intoxicação.

Uma entrada insuficiente de ar pode origi-nar saídas de gases queimados perigosas.  Preste atenção para que as aberturas

de entrada e evacuação de ar não este-jam mais pequenas ou fechadas.  Se não eliminar a deficiência

imediata-mente, não é permitido operar a caldeira.

 Informe o operador da instalação por escrito sobre a deficiência e o perigo.

(10)

3.3

Ferramentas, materiais e meios

auxiliares

Para a montagem e manutenção da caldeira necessita das ferramentas standard usadas em instalações de aquecimentos, assim como da instalação de gás e água. Além disso poderão ser úteis:

– carro de sacos com cinta de fixação.

3.4

Eliminação de resíduos

 Elimine o material de embalagem da caldeira de forma correcta e ecológicaa.

 Elimine os componentes da instalação de aqueci-mento (por exemplo caldeira de aqueciaqueci-mento ou aparelho de regulação), que tenham de ser substitu-ídos, de forma correcta e ecológica por meio de um ponto de recolha de resíduos autorizado.

PERIGO DE VIDA

devido a corrente eléctrica com a caldeira aberta.

 Antes de abrir a caldeira:

Desligue a corrente da instalação de aquecimento com o interruptor de para-gem de emergência do aquecimento ou desligue a mesma da rede eléctrica atra-vés da ficha de ligação.

 Proteja a instalação de aquecimento de modo a que não possa ser ligada aci-dentalmente.

(11)

4

Transporte

Neste capítulo é descrito como pode transportar a caldeira de forma segura sem a danificar.

4.1

Levantar e transportar a caldeira

Para levantar e transportar a caldeira, esta pode ser segura com uma mão no lado inferior e a outra mão no lado da frente (fig. 2).

4.2

Transportar a caldeira com um carro

de sacos

 Coloque a caldeira embalda sobre o carro de sacos e, se necessário, fixe-a com uma cinta de fixação.  Transporte a caldeira para o lugar de instalação.

DANOS NA INSTALAÇÃO

devido a choques.

A composição do fornecimento da caldeira contém componentes sensíveis a choques.  Em caso de transporte posterior proteja todos os componentes contra choques.  Respeite as indicações de transporte

nas embalagens.

DANOS NA INSTALAÇÃO

devido a sujidade.

Se a caldeira já estiver desembalada, mas não é ainda colocada em funcionamento, respeite o seguinte:

 Proteja as ligações da caldeira contra a sujidade, deixando as tampas de protec-ção montadas nas ligações.

 Tape o colector da exaustão no lado superior da caldeira com uma folha de plástico.

fig. 2 Levantar e transportar correctamente a caldeira

DANOS NA INSTALAÇÃO

por levantar e transportar a caldeira de forma errada.

 Não levante e transporte a caldeira pela tampa do painel de controlo (fig. 3).

fig. 3 Levantar e transportar a caldeira de forma errada

PERIGO DE FERIMENTOS

devido a uma má fixação da caldeira.  Utilize meios de transporte adequados

para o transporte da caldeira, por exem-plo um carro de sacos com cinta de fixa-ção, um carro de escada ou de degraus.  Fixe a caldeira no meio de transporte

para que não possa cair durante o transporte.

(12)

5

Composição do fornecimento

A caldeira é fornecida montada a partir da fábrica.  Aquando do fornecimento, verifique se a embalagem

está intacta.

 Verifique se composição do fornecimento está com-pleto.

fig. 4 Composição do fornecimento

1 Caldeira

2 Suporte de parede

3 Sifão com tubo flexível

4 Documentação técnica

5 Porca de acoplamento de avanço e retorno com juntas

6 Parafusos e buchas para o suporte de parede 1 2 5 3 6 4 Componentes Uni-dades Embalagem

Caldeira com revestimento 1 1 caixa

Suporte de parede 1

Sifão com tubo flexível 1

Conjunto com documentação técnica 1

Porca de acoplamento de avanço e retorno com juntas

2 Parafusos e buchas para o suporte de parede

2

Tab. 1 Composição do fornecimento Logamax plus

(13)

6

Dimensões

fig. 5 Dimensões e ligações sem grupo de ligação (medidas em mm)

1 Retirar a capa de cobertura AB apenas na ligação paralela!

AB = Capa de cobertura

AAK/LAK = Ligação dos gases queimados/aspiração de ar concêntrica Ø 100/150 AAP/LAP = Ligação dos gases queimados/aspiração de ar paralela Ø 100

AKO = Saída de condensado; diâmetro exterior Ø 24 mm GAS K = Ligação de gás da caldeira; rosca interior G1’’

VK = Avanço da caldeira; porca de acoplamento G1½’’ com rosca interior RK = Retorno da caldeira; porca de acoplamento G1½’’ com rosca interior

(14)

fig. 6 Dimensões e ligações com grupo de ligação (medidas em mm)

1 Retirar a capa de cobertura AB apenas na ligação paralela!

2 O grupo de ligação é um acessório e pode ser encomendado em separado.

AB = Capa de cobertura

AAK/LAK = Ligação dos gases queimados/aspiração de ar concêntrica Ø 100/150 AAP/LAP = Ligação dos gases queimados/aspiração de ar paralela Ø 100

AKO = Saída de condensado; diâmetro exterior Ø 24 mm GAS A = Ligação de gás do grupo de ligação; rosca interior Rp1’’ GAS K = Ligação de gás da caldeira; rosca interior G1’’

VK = Avanço da caldeira; porca de acoplamento G1½’’ com rosca interior RK = Retorno da caldeira; porca de acoplamento G1½’’ com rosca interior

(15)

7

Montagem

Este capítulo explica-lhe como deve montar correcta-mente a caldeira.

7.1

Montar a caldeira na parede

Respeite as distâncias de montagem do sistema de exaustão e ar de aspiração concêntrico nas instruções de montagem separadas do sistema de exaustão.  Antes do início da montagem, verificar se a

capaci-dade de carga da parede é adequada para o peso da caldeira.

 Retirar e eliminar a embalagem.

 Medir a altura de montagem (ver capítulo 6 „Dimen-sões“, página 13).

 Marcar os dois furos com a ajuda do suporte de parede (fig. 7, etapa 1).

 2 Fazer os furos na parede (fig. 7, etapa 2).  2 Inserir as buchas fornecidas nos furos (fig. 7,

etapa 3).

 Montar o suporte de parede na horizontal com os 2 parafusos fornecidos (fig. 7, etapa 4).

 Levantar a caldeira com a ajuda de duas pessoas pela parte de trás e pela calha de transporte do lado inferior e pendurá-la no suporte de parede (fig. 2, página 11).

DANOS NA INSTALAÇÃO

 Para proteger as tubuladuras de liga-ção, não retire a base de esferovite.  Não levante a caldeira pela tampa do

BC10 (Ver parágrafo 4.1).

 Proteja a caldeira e o colector de exaus-tão e do ar de aspiração durante a mon-tagem contra a sujidade.

fig. 7 Montar o suporte de parede

DANOS NA INSTALAÇÃO

por levantar e transportar a caldeira de forma errada.

 Não levante e transporte a caldeira pela tampa do painel de controlo (fig. 3, página 11).

(16)

 Empurrar a caldeira para a posição correcta (fig. 8).

 Alinhar a caldeira com a ajuda do parafuso de ajuste e do nível (fig. 9).

 Retirar as tampas de protecção do lado inferior da caldeira (fig. 10).

fig. 8 Empurrar a caldeira

fig. 9 Alinhar a caldeira com o parafuso de ajuste

fig. 10 Retirar as tampas de protecção

Poderá sair um resto de água do ensaio final.

(17)

7.2

Ligar a água e o gás na caldeira

7.2.1 Aspectos gerais

Existem duas formas de instalação para ligar a água e o gás na caldeira:

– com a ajuda de um grupo de ligação (fig. 11) (aces-sórios)

– sem grupo de ligação.

A caldeira não está equipada de fábrica com uma bomba de circulação Esta está incluída no grupo de ligação (acessórios).

Caso não utilize o grupo de ligação, é necessário mon-tar uma bomba de circulação separada por baixo da cal-deira Esta bomba tem de ser seleccionada de modo a que o caudal volumétrico através da caldeira seja sufi-ciente para poder suportar a potência máxima da cal-deira.

Selecção correcta da bomba ver capítulo 7.2.9 „Selec-cionar e montar a bomba“, página 20.

O grupo de ligação foi desenvolvido especialmente para esta caldeira e, por este motivo, já possui a bomba certa.

O grupo de ligação contém também diferentes equipa-mento extra, como por exemplo equipamentro extra para manutenção, válvula de segurança, manómetro, válvula de gás, etc. Isto faz com que a ligação do apa-relho seja mais simples e barata.

O texto que se segue descreve as duas formas de ins-talação.

 Decida se quer instalar o aparelho de aquecimento com ou sem grupo de ligação. Respeite aqui as per-das hidráulicas da caldeira altura manométrica resi-dual da bomba escolhida ou da combinação de caldeira e grupo de ligação escolhida.

7.2.2 Ligar a água e o gás na caldeira com grupo de ligação (acessórios)

 Montar o grupo de ligação na caldeira de acordo com as instruções de montagem em anexo.

7.2.3 Ligar a água e o gás na caldeira sem grupo de ligação

 Realizar todas as ligações sem tensão.

 Ter atenção à estanquicidade entre as ligações e as uniões roscadas de ligação e efectuar impreterivel-mente um controlo de estanquicidade relativaimpreterivel-mente ao gás e à água após a conclusão dos trabalhos.

fig. 11 Grupo de ligação (acessórios)

PERIGO DE VIDA

devido a explosão de gases inflamáveis.  Execute os trabalhos em tubagens de

gás apenas se estiver autorizado a rea-lizar tais trabalhos.

(18)

7.2.4 Estabelecer a ligação do gás

 Montar a ligação para a válvula de gás 1" (acessório) (fig. 13, pos. 1).

 Instalar a válvula de gás (fig. 13, pos. 2) na canaliza-ção de alimentacanaliza-ção de gás (GAS). Utilizar uma vál-vula de gás com um diâmetro mínimo de 1".

 Ligar a tubagem de gás sem tensão na ligação de gás. Utilizar uma tubagem de gás com um diâmetro mínimo de 1".

fig. 12 Vedação de borracha

PERIGO DE VIDA

devido a explosão de gases inflamáveis.  Verifique se a vedação de borracha

plana pré-montada de fábrica se encon-tra na união aparafusada (do lado da caldeira) (fig. 12, lupa).

fig. 13 Estabelecer a ligação do gás

1 Ligação válvula de gás 1" 2 Válvula de gás 1"

2

1

G1”

R1”

É necessária uma ligação para a válvula de gás 1" para a montagem da válvula de gás (fig. 13, pos. 1). Para efectuar a enco-menda consulte o endereço no verso deste documento.

PERIGO DE VIDA

devido a explosão de gases inflamáveis.  Execute os trabalhos em componentes

condutores de gás apenas se estiver autorizado a realizar tais trabalhos.

Recomendamos a montagem de um filtro de gás na tubagem de gás.

 Cumpra as normas e regras nacionais para a ligação de gás.

(19)

7.2.5 Montar a entrada o avanço e o retorno do aquecimento

 Montar a tubagem de avanço com vedação de bor-racha plana inserida sem tensão na ligação VK (avanço da caldeira) (fig. 14, pos. 1). Utilizar uma tubagem de avanço com um diâmetro mínimo de 1½".

 Montar o cano de retorno com vedação de borracha plana inserida sem tensão na ligação RK (retorno da caldeira) (fig. 14, pos. 2). Utilizar uma tubagem de retorno com um diâmetro mínimo de 1½".

Montagem da válvula de pressão diferêncial

Nas situações sem um compensador aberto, é desne-cessária a montagem de uma válvula de inundação com uma válvula de pressão diferêncial.

Com um compensador aberto poderá ser necessário, em função da situação, montar do lado secundário do compensador a aberto uma válvula de inundação com a válvula de pressão diferêncial. Isto serve para prote-ger a bomba secundária contra o sobreaquecimento na sequência de um caudal insuficiente.

7.2.6 Montar as válvulas de manutenção

 Para a manutenção e conservação da caldeira, mon-tar uma válvula de manutenção, respectivamente, no avanço e no retorno (fig. 14, pos. 3). Utilizar válvulas de manutenção com um diâmetro mínimo de 1½".

7.2.7 Montar a válvula de enchimento e esvaziamento

 Ligar uma válvula de enchimento e esvaziamento na tubagem de retorno (fig. 14, pos. 4).

Para proteger toda a instalação de aqueci-mento recomendamos que monte um filtro de impurezas (fig. 14, pos. 10) na tubagem de retorno. Se a caldeira for ligada a uma instalação de aquecimento já existente há mais tempo, a montagem é impreterivel-mente necessária.

 Monte imediatamente antes e depois do filtro de impurezas um bloqueio para a limpeza do filtro.

fig. 14 Ligar o avanço e o retorno

1 VK Avanço da caldeira

2 RK Retorno da caldeira

3 Válvulas de manutenção

4 Válvula de enchimento e esvaziamento

5 Válvula de corte de gás 6 Válvula de segurança 7 Sifão 8 Bomba 9 Válvula de retenção 10 Filtro de impurezas 1 2 3 5 6 3 4 8 9 7 10 3 3

(20)

7.2.8 Montar a válvula de segurança

 Montar uma válvula de segurança de 4 bar (fig. 15, pos. 6) com uma passagem mínima de 1" na tuba-gem de avanço. Assegure-se de que a válvula de segurança está sempre ligada entre a caldeira e a válvula de manutenção. Desta forma, a caldeira está sempre em ligação com a válvula de segurança mesmo que as válvulas de manutenção estejam fechadas.

7.2.9 Seleccionar e montar a bomba

 Escolher uma bomba com base na perda de carga hidráulica da caldeira indicada na tabela 4 ou na linha característica em fig. 122 na página 98.  Ao utilizar a linha característica, ter atenção ao

cau-dal volumétrico mínimo necessário conforme tabela 2.

 Ao escolher a bomba ter atenção ao caudal volumé-trico máximo da caldeira conforme tabela 3.

 Montar a bomba (fig. 15, pos. 8) na tubagem de retorno.

fig. 15 Ligar

1 VK Avanço da caldeira

2 RK Retorno da caldeira

3 Válvulas de manutenção

4 Válvula de enchimento e esvaziamento

5 Válvula de corte de gás 6 Válvula de segurança 7 Sifão 8 Bomba 9 Válvula de retenção 10 Filtro de impurezas 1 2 3 5 6 3 4 8 9 7 10 3 3 DANOS NA INSTALAÇÃO

Para evitar que a pressão na instalação de aquecimento seja demasiado elevado, é necessária uma válvula de segurança.

Escolha uma bomba que tenha, pelo menos, 200 mbar de altura manométrica residual com o caudal volumétrico mínimo necessário (tab. 3). Logamax plus GB162-65 Logamax plus GB162-80 Logamax plus GB162-100 3 000 3 600 4 300

Tab. 2 Caudal volumétrico mínimo necessário [l/h] com

T = 20 K Logamax plus GB162-65 Logamax plus GB162-80 Logamax plus GB162-100 5 000 5 000 5 000

Tab. 3 Caudal volumétrico máximo [l/h] com T = 20 K

Logamax plus GB162-65 Logamax plus GB162-80 Logamax plus GB162-100 170 225 320

Tab. 4 Resistência através da caldeira com o caudal volumétrico mínimo necessário [mbar]

(21)

7.2.10 Montar o sifão

 Encher o sifão (do composição do fornecimento da caldeira) com água (fig. 16).

 Montar o sifão (fig. 17, pos. 1) na ligação da saída de condensado (AKO).

 Montar o tubo flexível (fig. 18, pos. 3) e o anel de bor-racha (fig. 18, pos. 2) no sifão (fig. 18, pos. 1).

fig. 16 Encher o sifão com água

PERIGO DE VIDA

devido a intoxicação.

 Se o sifão não estiver cheio com água, os gases queimados que saem poderão colocar as pessoas em perigo de vida.

fig. 17 Montar o sifão

1 Sifão

1.

2.

1 1

O sifão está equipado com um fecho de baioneta. Após a colocação (etapa 1) do sifão tem de rodá-lo em 1/4 de rotação no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio (etapa 2), até este encaixar.

fig. 18 Montar o tubo flexível

1 Sifão 2 Anel de borracha 1 1 2 3

(22)

7.2.11 Ligar no tubo de condensados

 Ligar o tubo condensados no sifão (fig. 19, pos. 1 e fig. 20, pos. 1).

Cumpra as seguintes regras:

– As regras (locais) relativas ao regulamento de águas residuais.

– O sifão no grupo de ligação não pode ter uma ligação fixa o tubo de condensados. A distância mínima entre o sifão e o tubo de condensados é de 2 cm.

7.2.12 Ligar o reservatório de expansão em caso de instalação individual

 Ligar o vaso de expansão no retorno da caldeira (RK) (fig. 21, pos. 1).

Caso exista um compensador hidráulico: Ligar o vaso de expansão do lado secundário do compensa-dor hidráulico no retorno.

fig. 19 Ligar o sifão

1 Sifão

fig. 20 Tubo de condensados

1 Distância mínima > 2 cm

1

1

fig. 21 Ligar o vaso de expansão em caso de instalação individual

1

DANOS NA INSTALAÇÃO

devido a uma válvula de segurança com defeito.

 O reservatório de expansão tem de estar devidamente dimensionado.

(23)

7.3

Estabelecer a ligação dos gases

queimados e ar de aspiração

Nos tipos de construção B23, B33, C13, C33, C43, C53, C83 , os equipamentos básicos de sistemas de gás de exaustão estão homologados em conformidade com a Directiva para aparelhos de gás 2009/142/CE, sob observação da norma EN 483, juntamente com a cal-deira (certificação de sistema). Isto é documentado pelo nº de identificação do produto na placa de característi-cas da caldeira.

Para mais informações sobre os equipamentos básicos de sistemas de exaustão leia a documentação de pro-jecto desta caldeira.

Durante a montagem da ligação da conduta de exaus-tão e do ar de aspiração, cumpra as regras universais aplicáveis (ver capítulo 1 „Aspectos gerais“, página 5).

Tipo de construção Bx3 (como ventilada)

Nos sistemas de exaustão do tipo B, o ar de aspiração é retirado ao lugar de instalação onde a caldeira está montada. Os gases de descarga são conduzidos para o exterior pelo sistema de exaustão.

A caldeira não pode ser operada em salas na qual este-jam sempre pessoas. Para a ventilação e purga do lugar de instalação devem estar previstas uma ou duas aber-turas de ar e de evacuação de ar com uma secção transversal livre de 2 × 75 cm² ou 1 × 150 cm².

Com mais de 50 kW é necessário aumentar a abertura de ventilação em mais 2 cm² por cada kW adicional.

Tipo de construção C (como estanque)

Nos sistemas de exaustão do tipo C, o ar de aspiração da caldeira vem do exterior. Os gases queimados são conduzidos para o exterior.

O revestimento da caldeira é estanque ao gás e repre-senta uma parte da entrada de ar de aspiração. Por este motivo é estritamente necessário na operação como estanque que a porta da caldeira esteja sempre fechada quando a mesma está em funcionamento.

(24)

7.3.1 Funcionamento como ventilada

Se não se desejar ou não for possível um funciona-mento como estanque, a caldeira poderá ser ligada como ventilada (i.e dependente do ar do comparti-mento).

Neste caso têm de ser cumpridas as regras especiais aplicáveis à instalação e ao funcionamento como venti-lada. Para a combustão é necessário que haja um cau-dal suficiente na aspiração de ar fresco.

A caldeira está equipada de fábrica com uma ligação concêntrica.

Em caso de funcionamento como ventilada poderá ser utilizada uma rede para a aspiração de ar. A sujidade que cai de cima não consegue assim entrar na caldeira. Esta rede de entrada de ar pode ser adquirida como acessório (fig. 22, pos. 1).

Proceda da seguinte forma no funcionamento como ventilada:

 Retirar o anel de vedação da entrada de ar do anel adaptador da evacuação dos gases queimados (fig. 22, pos. 1).

 Se necessário, fixar a rede de entrada de ar (fig. 22, pos. 2) no anel adaptador.

 Fixar o tubo de evacuação dos gases queimados (fig. 22, pos. 3).

 Montar a conduta de exaustão de acordo com as ins-truções de montagem do sistema de exaustão.

7.3.2 Funcionamento como ventilada

A caldeira pode ser ligada a um sistema de entrada de ar e de exaustão dos gases queimados concêntrico ou paralelo.

No caso de uma ligação concêntrica é necessário retirar primeiro o anel de vedação da entrada de ar do anel adaptador da exaustão dos gases queimados (ver fig. 22, pos. 1).

Proceda da seguinte forma na alteração para uma liga-ção paralela da exaustão dos gases queimados/entrada de ar:

 Fixar o tubo de exaustão dos gases queimados (fig. 23, pos. 1).

 Retirar o tampão de vedação do lado superior do revestimento da caldeira (fig. 23, pos. 2).

 Fixar o tubo de entrada de ar (fig. 23, pos. 3).  Montar a ligação de exaustão do ar de aspiração de

acordo com as instruções de montagem do sistema de exaustão.

fig. 22 Montar a conduta de exaustão

1

2

1 2 3

fig. 23 Montar o tubo de entrada de ar

2

(25)

7.3.3 Material de exaustão dos gases queimados

Na caldeira pode ser ligado material de exaustão dos gases queimados em alumínio, aço inoxidável ou mate-rial sintético.

Se for utilizado material sintético, recomendamos o uso de PPS.

Para mais informações sobre os equipamentos básicos de sistemas de exaustão em material sintético leia a documentação de projecto da caldeira.

Na caldeira mural de gás forma-se vapor de água branco durante o funcionamento. Este vapor de água é inofensivo, mas pode ser incómodo no caso de uma ligação numa parede exterior. Por isso deve ser dada preferência a uma ligação no telhado.

7.3.4 Cálculo das condutas de aspiração e exaustão dos gases queimados

O aparelho de aquecimento está equipado de série com um adaptador de ligação concêntrico (Ø100/150 mm).

O comprimento máximo das tubagens concêntricas de entrada de are de aspiração e exaustão dos gases quei-mados com adaptador de ligação Ø100/150 mm nos aparelhos Logamax plus GB162-65/80/100 é de 29 m. (incl. passagem no telhado e na parede).

GB162-65:

Qualquer curva de 45° reduz o comprimento máximo da tubagem com 0,8 m., qualquer curva de 90° reduz o comprimento máximo da tubagem com 1,4 m. GB162-80/100:

Qualquer curva de 45° reduz o comprimento máximo da tubagem com 0,9 m., qualquer curva de 90° reduz o comprimento máximo da tubagem com 1,6 m. O comprimento máximo admissível da tubagem não pode ser ultrapassado.

1) Inclui passagem pelo telhado Ø80/125 e luva de redução de Ø100/150 para Ø80/125

2) Inclui passagem pelo telhado Ø100/150

ATENÇÃO!

Os aparelhos de aquecimento devem ser ligados de acordo com os documentos que acompanham o produto relativos

à aspiração de ar e exaustão dos gases queimados.

Comprimento equivalente da tubagem [m] Ø [mm] Logamax plus GB162-65 [m] Logamax plus GB162-80 [m] Logamax plus GB162-100 [m]

Comprimento máximo da tubagem [m] 80/125 1) 10 10 10

100/150 2) 29 29 29

Exaustão dos gases queimados em funcionamento como ventilada

Tubo curvo de 45°

k

100 1,2 1,2 1,2 Tubo curvo de 90°

l

100 4,4 4,4 4,4 Tubo de 1 m

j

100 1 1 1

Aspiração de ar / Exaustão dos gases queimados concêntricas

Tubo curvo de 45°

n

100/15080/125 1,20,9 0,91,2 0,91,2 Tubo curvo de 90°

o

100/15080/125 2,11,9 1,92,1 1,92,1 Tubo de 1 m

m

100/15080/125 1,01,0 1,01,0 1,01,0

(26)

7.4

Estabelecer a ligação eléctrica

Ao ligar componentes eléctricos respeite também o esquema eléctrico e cumpra as instruções de monta-gem e de assistência técnica do respectivo produto.

7.4.1 Ligações da régua de bornes

 Soltar o fecho da porta da caldeira com a chave de purga em um quarto de volta (fig. 24, lupa).

 Pressionar o fecho para baixo (fig. 24) e abrir a porta da caldeira.

DANOS NA INSTALAÇÃO

devido a curto-circuito.

Para evitar curto-circuitos em componentes eléctricos utilize apenas:

– cablagens originais do fabricante. – Cablagem com condutores de um só fio.  Se for utilizado um cordão de cabo

(fle-xível), coloque casquilhos terminais nos condutores. 

Utilize cabos de 0,75 mm² no mínimo.  Caso seja necessário substituir o cabo

de rede, só pode ser utilizado o cabo de rede original do fabricante

PERIGO DE VIDA

devido a corrente eléctrica com a caldeira aberta.

 Antes de abrir a caldeira:

Desligar a tensão da caldeira retirando a ficha de rede da tomada.

 Proteja a instalação de aquecimento de modo a que não possa ser ligada aci-dentalmente.

(27)

 Soltar 1 parafuso da cobertura das ligações eléctri-cas e dobrar a cobertura para cima (fig. 25).

A régua de ligação de bornes na caldeira (fig. 26) possui diferentes ligações para a ligação de componentes eléc-tricos internos e externos. Na listagem que se segue está indicado onde os diferentes componentes podem ser ligados (ver capítulo 7.4.3, página 28).

7.4.2 Passar os cabos pela caldeira

 Passar os cabos para as ligações de baixa tensão pelo furo para o lado esquerdo (fig. 27, pos. 1).  Passar os cabos para as ligações de 230 V pelo furo

para o lado direito (fig. 27, pos. 2).

 Fixar os cabos para as ligações de 230 V com a ajuda dos dispositivos de descarga de tracção (fig. 27, pos. 3).

fig. 25 Dobrar a cobertura das ligações eléctricas para cima

fig. 26 Régua de ligação de bornes

A: Ligações de baixa tensão

B: Ligações de 230 V RC FA WA FW EV DWV PK PS PZ Rede

A

B

fig. 27 Passagem dos cabos

1

(28)

7.4.3 Descrição das ligações da régua de bornes

Ligue todos os componentes necessários à respectiva régua de bornes.

7.4.4 Ligação da regulação em geral

Na caldeira podem ser ligadas as seguintes regulações: – Regulação com contacto para requisito térmico sem

potencial

– Unidade de comando local Logamatic RC20, RC35 – Regulador de cascata Logamatic 4121, 4122 – Mensagem de avaria colectiva EM10, entrada de 

0 – 10 V (útil para transformar um sinal de 0 – 10 V num sinal modulador).

7.4.5 Ligar e montar uma regulação moduladora (unidade de comando local)

Montar uma unidade de comando local RC35 na caldeira como uma regulação orientada pela temperatura exterior

Tem a possibilidade de montar na caldeira uma unidade de comando local (por exemplo, RC35) apenas para uma regulação orientada pela temperatura exterior. Deste modo, a regulação não necessita de ser ligada posteriormente na régua de bornes.

Se quiser utilizar a unidade de comando local como regulação orientada pela temperatura exterior, terá de instalar a unidade de comando local num lugar de refe-rência.

 Abrir o painel de controlo pressionando (fig. 30).

fig. 28 Ligações da régua de bornes

1 Unidade de comando local RC e bus EMS (cor do terminal cor-de-laranja)

2 Sonda de temperatura exterior (cor do terminal azul)

3 Ligação de borne para um requisito térmico sem potencial (cor do terminal verde)

4 Sonda de temperatura de água quente (cor do terminal cinzento)

5 Contacto de comutação externo sem potencial para, por exemplo, aquecimento de piso (cor do terminal vermelho)

6 Ligação para uma válvula de três vias externa

7 Bomba de aquecimento externa 230 V (cor do terminal verde). A bomba de aquecimento externa 230 V/máx. 250 W é ligada à régua de bornes caso não seja utilizado um grupo de ligação (acessório).

8 Bomba de carga do acumulador 230 V (cor do terminal cinzento)

9 Bomba de circulação 230 V (cor do terminal lilás)

10 Ligação à rede 230 V AC (cor do terminal branco)

RCFAWAFWEV DWV PK PS PZ Rede

PERIGO DE VIDA

devido a corrente eléctrica.

As posições 1 – 6 (fig. 28) são ligações de baixa tensão e as posições 7 – 10 (fig. 28) são ligações de 230 Volt.

Tenha em atenção que os bornes

7 – 10 podem estar sob tensão (230 V) se o interruptor de funcionamento no BC10 não estiver na posição “0”.

fig. 29 Régua de bornes – Unidade de comando local RC e requisito térmico sem potencial

RC WA

 Não é possível ligar em simultâneo mais de uma unidade de comando local direc-tamente na caldeira (fig. 29).

(29)

 Retirar o diafragma (fig. 31, pos. 1).

 Montar o RC35 no local de encaixe (fig. 31, pos. 2).

Montar e ligar outros aparelhos de regulação fora da caldeira

 Instalar o aparelho de regulação tal como está des-crito nas respectivas instruções de montagem.  Ligar o aparelho de regulação Logamatic RC20,

RC35 ou o aparelho de regulação de cascata Loga-matic 4121, 4122 ao bornes cor-de-laranja RC (fig. 32). Para isso utilize um cabo de corrente eléc-trica de 2 condutores de 0,4 a 0,75 mm².

7.4.6 Ligar a sonda de temperatura exterior

Com uma regulação orientada pela temperatura exterior é necessário que seja ligada uma sonda de temperatura exterior.

 Ligar a sonda de temperatura exterior ao borne azul FA (fig. 33). Para isso utilize um cabo de corrente eléctrica de 2 condutores de 0,4 a 0,75 mm².

7.4.7 Ligar um requisito térmico sem potencial

 Ligar o contacto para um requisito térmico sem con-tacto ao borne verde WA (fig. 34). A resistência máxima admissível deste circuito é de 100 Ohm. Para isso utilize um cabo de corrente eléctrica de 2 condutores de 0,4 a 0,75 mm².

fig. 31 Retirar o diafragma e montar a unidade de comando local na caldeira (apenas no modo orientado pela temperatura exterior).

1

2

Se montar a unidade de comando local (por exemplo RC35) na caldeira, só é possível um modo de funcionamento orientado pela temperatura exterior. Consulte também as instruções de utilização da unidade de comando local.

fig. 32 Régua de bornes - Unidade de comando local RC e bus EMS (cor do terminal cor-de-laranja)

RC FA WA FW EV DWV

Esta ligação está protegida contra polarida-des erradas. Isso significa que a sequência dos condutores é indiferente.

fig. 33 Régua de bornes - Sonda de temperatura exterior (cor do terminal azul)

RC FA WA FW EV DWV

Esta ligação está protegida contra polarida-des erradas. Isso significa que a sequência dos condutores é indiferente.

fig. 34 Régua de bornes - requisito térmico sem potencial (cor do terminal verde)

(30)

7.4.8 Ligar a sonda de temperatura de água quente

 Ligar a sonda de temperatura de água quente ao borne cinzento FW (fig. 36). Para isso utilize o cabo adaptador fornecido juntamente com a sonda de temperatura de água quente (fig. 36, pos. 1).

7.4.9 Ligar um contacto de comutação externo

Pode ser ligado um contacto de comutação externo sem potencial. Este contacto de comutação externo pode ser utilizado, por exemplo, para proteger um aquecimento de piso de uma temperatura da água de aquecimento demasiado elevada. Se o contacto de comutação externo for aberto, a caldeira será bloqueada tanto para o funcionamento de aquecimento como para o funciona-mento de água quente. 

A bomba continua a funcionar com o tempo de funcio-namento por inércia regulado na caldeira.

 Retirar a ponte de encaixe no borne EV (fig. 37).  Ligar o contacto de comutação externo ao borne

ver-melho EV (fig. 37).

fig. 35 Régua de bornes – Unidade de comando local RC e requisito térmico sem potencial

RC FA WA FW EV DWV

 Não é possível ligar em simultâneo na ligação RC e na ligação do borne de requisito térmico sem potencial (WA) um termóstato (fig. 35).

A caldeira pode ser comandada com um contacto para requisito térmico sem poten-cial, mas deixa de existir a função modula-dora da caldeira. O que representa um prejuízo em termos de conforto e de con-sumo de energia. 

Se for instalado um contacto on/off para requisito térmico sem potencial, a caldeira irá fazer a modulação apenas até à tempe-ratura da água da caldeira regulada. Esta ligação está protegida contra polarida-des erradas. Isso significa que a sequência dos condutores é indiferente.

fig. 36 Régua de bornes - Sonda de temperatura de água quente (cor do terminal cinzento)

1

Esta ligação está protegida contra polarida-des erradas. Isso significa que a sequência dos condutores é indiferente.

Não é possível ligar mais do que uma sonda de temperatura de água quente na caldeira.

Só é possível ligar na caldeira a sonda de temperatura de água quente adequada à caldeira.

fig. 37 Régua de bornes - Contacto de comutação externo sem potencial para, por exemplo, aquecimento de piso (cor do terminal vermelho)

(31)

7.4.10 Ligar a válvula de três vias

Caso exista, é aqui ligada a válvula de três vias (aces-sório, a válvula de três vias do grupo de ligação ou uma válvula de três vias separada). Só pode ser ligada uma única válvula de três vias.

 Ligar a ficha da válvula de três vias ao borne branco DWV (fig. 38). Para isso utilize o cabo adaptador for-necido juntamente com a válvula de três vias (fig. 38, pos. 1).

7.4.11 Ligações de 230 Volt

7.4.12 Ligar a bomba externa da caldeira - aspectos gerais

Uma vez que a caldeira não está equipada com uma bomba, tem de ser ligada uma bomba na caldeira. Se for utilizado um grupo de ligação com bomba inte-grada:

 Para a ligação eléctrica desta bomba leia as instru-ções de montagem do grupo de ligação.

Se não for utilizado um grupo de ligação, existem duas possibilidades de ligar a bomba externa:

– no cabo de ligação de 230 VAC solto; – na régua de bornes da caldeira. Proceda da seguinte forma:

A potência eléctrica máxima que pode ser ligada no cabo de ligação de 230 VAC solto da bomba (fig. 40, pos. 1) e na ficha verde PK (fig. 42) é de 250 Watt no máximo. Se se pretender ligar um consumo de potência de mais de 250 Watt, isto é possível através de um relé adicional de 230/230 V que tem de ser instalado por um instalador/electrotécnico.

fig. 38 Régua de bornes – válvula de três vias externa

1

Não é possível ligar mais do que uma vál-vula de três vias na caldeira.

As ligações de 230 Volt podem ser utiliza-das apenas se o aparelho de regulação estiver configurado de forma correspon-dente e para determinados sistemas hidráulicos.

 Respeite a documentação de projecto e as instruções de montagem do aparelho de regulação.

fig. 39 Régua de bornes - Bomba de aquecimento externa 230 V (cor do terminal verde)

PK PS PZ Rede

DANOS NA INSTALAÇÃO

(32)

Ligação no cabo de ligação de 230 VAC solto

 Desenrolar o cabo de 230 VAC (fig. 40, pos. 1) e passá-lo pela caldeira para o exterior (fig. 41).

 Cortar a ficha do cabo de 230 VAC.  Ligar o cabo de 230 VAC à bomba.

Ligação à régua de bornes da caldeira

 Ligar a bomba externa eventualmente existente (não a bomba do grupo de ligação) ao borne verde PK (fig. 42). Consumo de potência máxima admissível da bomba = 250 W.

7.4.13 Ligar a bomba de carga do acumulador

 Ligar a bomba de carga do acumulador ao borne cin-zento PS (fig. 43). Consumo de potência máxima admissível da bomba = 250 W.

fig. 40 Cabo de 230 VAC da bomba

1

fig. 41 Conduzir o cabo de 230 VAC da bomba para o exterior

1

fig. 42 Régua de bornes - Bomba de aquecimento externa 230 V (cor do terminal verde)

PK PS PZ Rede

PS PZ Rede

(33)

7.4.14 Ligar a bomba de circulação

 Ligar a bomba de circulação ao borne lilás PZ (fig. 44). Consumo de potência máxima admissível da bomba = 250 W.

7.4.15 Efectuar a ligação à rede

 Inserir a ficha do cabo de rede na tomada Schuko (230 V AC/50 Hz) (fig. 45).

7.4.16 Integrar e ligar módulos de funções (acessórios) de uma forma geral

 Efectuar a ligação dos módulos ao bus EMS com montagem externa dos módulos ao borne RC (fig. 32, página 29).

 Efectuar a ligação para o bus EMS no borne RC (fig. 32, página 29).

Na caldeira podem ser ligados, entre outras coisas, os seguintes módulos de funções (acessórios):

– Módulo solar SM10;

– Módulo de mensagem de avaria EM10; – Módulo de compensador hidráulico WM10; – Módulo de misturador MM10.

A ligação de um módulo W002 a este aparelho não é possível.

Os módulos de função (acessórios) podem ser ligados de duas formas:

– na caldeira (máximo 2); – fora da caldeira.

As duas formas estão descritas no texto que se segue.  Determinar de que forma o(s) módulo(s) deve(m) ser

montado(s).

fig. 44 Régua de bornes - Bomba de recirculação 230 V

(cor do terminal lilás)

PS PZ Rede

PK

fig. 45 Inserir a ficha de rede

PERIGO DE VIDA

devido a corrente eléctrica.

 Desligar a ficha de rede antes de efec-tuar trabalhos na caldeira.

 Respeite as instruções de montagem e de assistência técnica do respectivo produto.

Respeite as respectivas instruções de mon-tagem dos módulos de funções para a montagem e opções de combinação dos mesmos.

(34)

Montar e ligar módulos de funções (acessórios) na caldeira

 Soltar o parafuso (fig. 46, etapa 1).  Abrir a gaveta (fig. 46, etapa 2).

 Montar o suporte de parede (acessório do módulo de funções) no local de encaixe desejado da gaveta (fig. 47).

 Deixar engatar o(s) módulo(s) de função no suporte de parede (fig. 48).

 Retirar a gaveta.

fig. 46 Abrir a gaveta

1 2

fig. 47 Montar o suporte de parede

fig. 48 Deixar engatar o módulo de funções no suporte de parede

(35)

 Retirar a tampa de protecção das duas fichas livres nos cabos de ligação do módulo de funções (fig. 49).  Voltar a inserir a gaveta na caldeira.

 Liga o cabo de rede AC de 230 V livre (fig. 49) ao módulo (fig. 50, pos. 1). Se forem utilizados vários módulos, é possível derivar do primeiro módulo a ali-mentação AC de 230 V do segundo módulo Para este efeito utilize o cabo fornecido com o módulo.

 Ligar o cabo de rede AC de 230 V do primeiro módulo ao módulo seguinte (fig. 51).

fig. 49 Retirar as tampas de protecção

fig. 50 Ligar os módulos entre si

1 2

fig. 51 Ligar vários módulos

Para a ficha de rede AC de 230 V na tomada Schuko ou  ficha livre na caldeira.

Para a ficha livre na caldeira ou régua de ligação de bornes. Atenção: A ligação tem de ser efectuada com a polaridade correcta.

1

No módulo poderão estar por cima da liga-ção as letras RC ou EMS (fig. 51, pos. 1).

(36)

 Ligar a ficha livre do cabo de ligação do bus EMS (fig. 50) ao primeiro módulo (fig. 50, pos. 2).  Se forem utilizados vários módulos, é possível

deri-var do primeiro módulo a ligação do bus EMS do segundo módulo Para este efeito utilize o cabo for-necido com o módulo (fig. 51 e fig. 52).

Montar e ligar módulos de função fora da caldeira

 Montar o módulo na parede.

 Prepare um cabo de ligação do bus EMS com com-primento suficiente. Para isso utilize um cabo de cor-rente eléctrica de 2 condutores de 0,4 a 0,75 mm² e a ficha fornecida juntamente com o módulo (fig. 52).

Importante: Utilize a ficha cuja cor condiz com os

terminais no módulo.

 Ligar o cabo de ligação do bus EMS à ficha cor-de-laranja da régua de ligação dos bornes (fig. 53, pos. 1).

fig. 52 Polaridade do bus EMS

Tenha atenção à polaridade se utilizar um cabo de ligação do bus EMS.

 Ligue os cabos do borne 1 ao borne 1 e do borne 2 ao borne 2 (fig. 51 e fig. 52).

Tenha atenção à polaridade se utilizar um cabo de ligação do bus EMS.

 Ligue os cabos do borne 1 ao borne 1 e do borne 2 ao borne 2 (fig. 52 e fig. 54).

fig. 53 Régua de bornes - Unidade de comando local RC e bus EMS (cor do terminal cor-de-laranja)

RC FA WA FW EV DWV

(37)

 Ligar o outro lado do cabo de ligação do bus EMS ao primeiro módulo (fig. 54).

 Se forem utilizados vários módulos, é possível deri-var do primeiro módulo a ligação do bus EMS do segundo módulo Para este efeito utilize o cabo for-necido com o módulo.

 Ligar o cabo de ligação do bus EMS do primeiro módulo ao módulo seguinte (fig. 54).

 Prepare um cabo de rede AC de 230 V com compri-mento suficiente. Para este efeito utilize um cabo de corrente eléctrica de 3 condutores com pelo menos 0,75 mm² com cabo de protecção, a ficha fornecida juntamente com o módulo e uma ficha Schuko AC de 230 V

 Ligar o cabo de rede AC de 230 V ao módulo (fig. 54). Se forem utilizados vários módulos, é possível derivar do módulo anterior a alimentação AC de 230 V do módulo seguinte com a ajuda da ficha fornecida juntamente com o módulo e um cabo de corrente eléctrica de três pólos de 0,75 mm² com cabo de protecção.

 Ligar o cabo de alimentação AC de 230 V do módulo anterior ao módulo seguinte (fig. 54).

fig. 54 Ligar vários módulos

Para a ficha de rede AC de 230 V na tomada Schuko ou  ficha solta na caldeira.

Para a ficha suspensa na caldeira ou régua de ligação de bornes. Atenção: A ligação tem de ser efectuada com a polaridade correcta.

1

No módulo poderão estar por cima da liga-ção as letras RC ou EMS (fig. 54, pos. 1).

(38)

8

Operação

8.1

Aspectos gerais

A caldeira está equipada com uma unidade de comando, o controlador básico BC10. Com este pode ser operada a instalação de aquecimento.

 Abrir o painel de controlo pressionando (fig. 30).

O controlador básico BC10 encontra-se por trás da tampa do lado esquerdo (fig. 56, pos. 2).

Do lado de trás da tampa encontra-se um comparti-mento com as instruções de utilização para a caldeira (fig. 56, pos. 1).

O controlador básico BC10 contém os seguintes com-ponentes:

Interruptor de funcionamento

Com o interruptor de funcionamento (fig. 57, pos. 1) pode ligar e desligar a caldeira.

Tecla "Reset"

Em caso de avaria pode ser necessário reiniciar a cal-deira com a ajuda da tecla "Reset“ (fig. 57, pos. 2). Isto só é necessário nas avarias que originam um blo-queio. As avarias que originam um bloqueio são repos-tas automaticamente quando a causa é eliminada. O visor exibe [\/r/e| enquanto está a ser realizado o reset.

fig. 55 Abrir o painel de controlo

fig. 56 Instruções de utilização e BC10

1 2

fig. 57 Controlador básico BC10

1 Interruptor de funcionamento

2 Tecla "Reset"

3 Tecla "Limpa-chaminés"

4 Tecla "Indicação de estado“

5 Conector de assistência técnica

6 LED "Queimador“ (on/off)

7 LED "Requisito térmico“

8 Botão giratório para temperatura máxima da água da caldeira

9 Visor

10 Botão giratório para valor nominal de água quente

11 LED "Preparação de água quente“

888

1 10 9 8 11 7 6 1 2 3 4 5

Se o queimador após a reposição da avaria passar novamente ao estado de avaria, é possível resolver a avaria com a ajuda das instruções de assistência técnica. Se necessário, terá de contactar o técnico de assistência técnica responsável ou a Bude-rus. 

Pode encontrar a morada na parte de trás deste documento.

(39)

Tecla "Limpa-chaminés"

Com a tecla "Limpa-chaminés“ (fig. 57, pos. 3) é possí-vel colocar a caldeira a funcionar no modo de teste dos gases queimados, modo de assistência técnica ou no funcionamento manual.

O teste dos gases queimados serve para colocar a cal-deira a funcionar manualmente durante um período de tempo reduzido em plena carga. Ver tabela 8 "Teste dos gases queimados“, página 42.

O modo de assistência técnica serve para colocar a cal-deira a funcionar manualmente durante um período de tempo reduzido em meia carga. Durante o modo de assistência técnica são realizadas medições e regula-ções na caldeira. Ver tabela 9 "Modo de assistência téc-nica“, página 42

O funcionamento manual serve para colocar a caldeira a funcionar manualmente durante um período de tempo prolongado. A caldeira é colocada a funcionar em modo manual se a regulação ainda não estiver instalada ou estiver com defeito. Ver tabela 10 "Funcionamento manual“, página 44.

Durante o modo de funcionamento de limpa-chaminés, assistência técnica ou manual aplica-se uma tempera-tura máxima da água de aquecimento que corresponde à regulação do botão giratório "Temperatura máxima da água de aquecimento" (fig. 57, pos. 8) no controlador básico BC 10.

DANOS NA INSTALAÇÃO

em caso de aquecimento do piso: devido a sobreaquecimento do piso.

 Limite a temperatura máxima da água da caldeira com o botão giratório "Tem-peratura máxima da água da caldeira“ (fig. 57, pos. 8) para a temperatura de entrada admissível do circuito de aque-cimento do piso (geralmente no máximo 40 °C).

DANOS NA INSTALAÇÃO

com o funcionamento manual ligado em caso de gelo. A instalação de aquecimento poderá congelar após uma falha de rede ou depois de desligar a tensão de alimenta-ção, uma vez que o funcionamento manual já não estará activo.

 Volte a activar o funcionamento manual depois de ligar para que a instalação de aquecimento fique em funcionamento (sobretudo em caso de perigo formação de gelo).

Referências

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