Rev
-
Insl, Meù.
lrop.
São Pøulo 29(5)t255-267, setembrc-oulubro, 198'ISOROTEHAPIA INTFATEGAL NO TÉTANO. BEVISÃO
Atlr¡ Sa!¡ StÃll€¡håû LÉ¡yIN, Änto¡do Älct BÂBOÀIE & ¡4!rto SEIROMA
Devido
à
importânsiado
tétano nos paises eIIr desenvolvimento,fol
feitåurrra revisão da literatura ¡eceDte abordando aspectos históricos
e
basesfisio-patológicas do uso da soroterapiB inttatecal no trat¿mento
do
tétano. Discute.se principalmente a, elicáßia dessa te¡apêutica envolvendo
o
uso da antitoxi¡aheteróloga e homóloga, associada ou não
à
antitoxina ea
corticosteróides porvia
sistêmica. São abordadas tambémas
complicaçõesdo
usoda
antitoxinåpor
via intrarrâquideana que são, em gerat, levese
transitórias. As tentativasde introduzh definitiva¡nente
a
administraçáo intÌatecâI dâ antitoxin¿ tetânica, na terapêutica do tétano, são precoces, uma vez que estudos existentes até o momento tem resultados contra'ditódose
muitas variáveis envolvidas.UNITEBMOS: Tét¡no
-
terapêutica; Antito)dn¿ tetânicÐ-
Admin¡stra{ãoin-tr¡têcal; Uso te¡epêuúico
-
Arlrrinistraçãoe
dos¿gem.RESIJMO
.å, utilização de soto anti-tetânico, po¡ via
intraraquidia¡¡a
no
ttatameDtodo
tétsfro, éu.ln procdimento antigo. Desde
o
Iin¿l
do6éculo passado e o inísio deste, há ælatos do
uso deste procedimento.
PENNA
4
em 1902, descreve o uso de .,an-tisoro" subaracnoideo em cinco pa.cientes com tétano grave, sendo que tr¡es deles sobrevive fam e. dois falecera¡n ern decolrênciâ de pneu-monia, apósa
melhora do tétano.ROGTRS 3t, em 1905, dqscreve o t¡êta¡nento com "anti-soro" (termo utilizado pelo próprio autor)
por
via intrarraquidian¿ lomba,t, assGciado à via intraneural, endovenosa e subcutâ-nea, com boa resposta
em
quatrode
setepacient€s.
A
justif¡cativa teórica parao
nrio d¿ visûrtratecøl seria a Deuralização da toxina livle
no
¡fquido céfalGraquidiano 8¡918 antes queesta pudesse se fixar no sisteE¡É nervoso cen
INTBODUçAO
tral
(SNC).A
baixa ¡ænetraçáo da a¡rtitoxinapela bar¡eira hemato-¡iquórica, quando
intro
duzida
por via
intramusculatou
endovenosa,é demonstra'ds por ILDIRIM rE e por áII¡vAI'D
et
¿lr,
usando antitoxina marcada com iodo radioativo, emborâ eles tenàam pequeno ûll-mero de pacientes em suas éx¡reriencias.PATEL 26, em 1984, colhendo amo,strås de
liquor
e
sanguede
pacientes tetânisos àadmissão hospitala¡ e antes de qualquer
tel?
pêutica específica, demo,nstra que
há
balxosníveis de toxina nesses fluidos. Observa ele. que em apenas quatro dos 105 câ,sos estuds¡
dos
há
presença,de
toxinalivre no
liquo¡.EiÃ
lzzã'o dessa observa4áo, quesJiorisss a antitoxina, umå vez ultrapassad¿s
bafieirahema'tGliquór¡ca, poderia neutralizat
a
toxinajá
fixada no Sistema Nervoso?ARNAIID
et
al.¡,
em seu ttabêlhc, ave.E tam a possibilidåde da antitoxina,por
viaie
l1.ab¡lho rcalizado no DepartÀEre¡¡to d€ lþè!ças lDfscciosas € Fa¡ssitá¡b6, als !þßuLLade de lúedicj.Es då Universlalads de
São Poì¡lo, Bra{t,
ÞderEço p¡r¿ conËpoDireD.b: D¡a. .Arm S¡¡a Shsff€rEan Iévtú - Rr¡s EIa¡aonis, 5Bt - âpto. 52 - 05435 Sáo Psì¡lo, SP
- BFÀstl.
LEvrN, À. s s; BARoN¡, A. Á. & sHrRoMA, M. - so¡otelapia i¡tlatecar no tétâno. Revisáo. RGv. [Let. M€at. koD. São Pâulo, 2q255-26?, 198?.
tratecaJ, se
fixat
no patênquimB De¡voso., Em 1978, HANAUSITEet
al. rs, usaÍtdo antitoxina tetânica fracionada,, mtrcadl¿, F(att) z-psf, irijÈ tadapor
via inttatecal em gatos, notam queâ
sua fixação ocorre, em otdem decrescente: na dura¡natet, gânglios nervGsos dotsais enel-ivo ciátiso, sendo que não há fixação em tâÍzes nervosâs ventrais, dotsâis
ou
segmentos docordão espinal. WELLHöNER, et a14e, em 1984,
demonstram que
a
imunoglobulnaantitetâni-ca livre
não consegue penetrara
membran&plasmática neutonal, em râtos, e, portanto náô
tem ação sobre
a
toxina que se encontra nomotoneurônio.
.Além disso, em Mesa R€dond¿ ¡ealizada durant€
a
Quarta Conferência IntemacionalsobÌe Tétano
!,
em 1975,é
lev.a.ntadaa
possi. Þilidade teórisa de haver sítios diferentes na toxina para a ligação com a antitoxita e parao
SNC,e
quea
antitoxina, mesmo ligada àtoxina,
não
seliå efetivapara
desugá.la de seu teceptor nervoso,ou
p4r8r diminuir suaaçáo.
É
sugedda, também, a existência dean-tltoxinas diferentes
para
divergos recE)toresna
toxina,o
que er.plicaria, ta.lv% a, vàrtør,i-¡idade encontrada en¿reos
diversos estudos d€ autores diferentes.Existem, também, estudos em animais pa¡
Ìa
testara
eficácia dessavia
em tétano€fi-pedmental.
Já em 1914, PAR,K
&
NIOOI¿ 2s fàzemex-pe¡iências com tétano Þrqvocado em cobaias, em que demonstram
a
superiolidadedo
uso da a,ntitoxina por via espinal em relaçáo à viâ intracardlaca, subcutânea ou intrar¡eural. Em 1917, SHERRINGTON % em macâcos, também demonstra a vantagem da via intratecal,lom-bar, sobre a via subcutânee, intramuscular ou endovenosa då, arrtitoxina, desde que adminis. tfada precocemente na doença.
SMITII4o, eùn 1966, de¡nonstra vânta,gem da via intracerebral sobre a intraperitoneel na administração da antitoxina, em tétano exps ri.rnentál de ratos brâncos. Essa vantagem é deyida à pres€nça da baireira
hematGliquóri-ca, uma vez que a concentraçáo de antitoxina
intraÆetebral, com r¡ma injeção intraperitoneât dè 3.000
UI
é, somente, comparávela
30ItI
por
v¡a intracereh¡al, após seis horas dâ injeção.
Há, entretanto, tt¿balhos com resultâdos conÍlitantes como o de ¡I,oRìE5¡ €¿ EII¡DES e,
em 1927, que usallr coelhos e náo conseguem ohter difelençs significativa de ¡esultados en ¿re
o
uso da antitoxina intratecale a
endGvenosa.
Após
o
entusiasmo no início do século. o uso da ântitoxinapo¡ via
intratecalé
aban-donada devido ao grande númeto dé
compli-caçóes
e
sua
gravidade, confotme refeteSPAETII4I, em 1941, que se coloca contra essa
pÉtica.
tssas
complicações talvez possamser
atribuidasà
insuficient€ purificâção draantitoxina
usada-Somente ao final da década de 60 e, mais ainda,
a pa¡tir
de 1970, é fetomadoo
estudo nesse sentido.Em razãa dâs inr¡rnetas controvétsias exis tentes e dada a impottância do tétaDro nos paf-ses em desenvolvimento, inclusive o nosso, faz
se
aqú
um
levantamento daquilo que se encontra,
na
literatura mais recente, sobre ö uso clÍnico da soroterapia intrate€&l no trâta, mento do tétano.REVISÃO DA LIIERATT'RA REFERENIE
AOS ESTTJDOS g,fNICf)S MAIS ßE@NÍES
Encontram-se,
na
litetatura m.ais fecente, estudos usando vários tipos de a"ntitoxina tÞtânica
por via
intratecat, seja heteróIoga,ge-ralnente de origem equina (SAT), como
ho-móloge, imunoglobuuna human¿ específicB
(TIG).
tm
algu¡s estudos clínicos, utiliza.soantitoxina, tânto homóloga quanto het€tóloge, fracion'ada,
ou
seja, frações F(ab) 2e
F(âb'),conside¡ando
â
possibilidade teóricâlo
fact
lidade ma'ior
na
penetmção dessas fra4ões, de menor peso moleculat, no SNC..A,lgu¡s auto¡es pteconizam
o
uso de cor.ticóide sistêmico (betametasona) no
tratarnen-to
do
tétanos,s,
assim cdmo adninistmção intÎatecal (prednisolona, dexametasona,hidÌe
co¡tisonâ) pare diminuir os efeitos colater¿is. comoa
irritação meníngea, pròvocados peta injeção da antitoxina, principalmente a heteró logae a
de preparados contendo pteservafl. '\¡os ?t.Encontram-se esfi-rdos qüe usam
a
ântitùxina por
via
raquidian-B isolad¿, ou associadaa
corticóides sistêr¡lcos ou. intr€teca,is.l,El,'IN, À. S. S.; BARONE, À. A. & SHIRO¡]Ls., M. - Sorotempla inti.atecsl no téiåno. Revisão. IÞv, I¡st. Med. arop. São Paulo. 29:255.26?. 1987.
Os estudos que comparanr io uso da fmu. noglobulina humana especlfica (TIG) somente
por via intratecal, em relacáo ao seu uso
sis-TABELA I
R€sultados de estudos æaliãdos coE imu¡oglobùlinâ htEù¡a esp€\cffica (TIG) po¡ vie i¡Uatecal isolada, compilados Js
IiCelatula
Dose TIG Intmtocal
BOLO4T (¡Tança) d,{
Mofiailalâaþ
têmico, intramuscular, estáo resu.ttridos na Ta. belå
I.
FI
o
tr z
o
Contrcle mofislial¿de
Dose TIG
Sistånlca ê vtâ
1.000 ur
Crstemar ou lomþa¡
IM = Int¡ârnuscular
DIOP.MAR, (S€IlegBl) r,ú
BOIOT
et
al,3'4,na
tlanç4
em centroscom recursos te¡apêuticos avaneados,'ferapia
Intensiva,
e
com pa.cientes,¡Ìa
sua maioria idosos,não
conseguem encontrar difefençasignificativa entre os resultados obtidos pelas
duas via.s,
O mesmo estudo fealizadÐ
simultaneamen-te
em DâkaÌa,s, com recursos hospitalares e de pessoal paramédico limitados, obtém resul-tados melhores pela via intratecal em Ìela{áoà
sistêmica,p
ncipalmente em pacientes menores de cinco anos ou com mais de 20 anos
de
id¿de-cUFT.q.
et al.q
na fndi¿, tem reslttãdosmuito
melhores pelavia
intratecal, colr¡ 2Eode mortalida.cle em tétano
do
âdtfto, porém somente são incluidbs nesse estudro, pacientes que náo tem espasmosà
intemação,isto
é, tétano levo ou tétanoinicial.
Os autores asrs ditem no beneflcio dessa v¡a somente em fortmas leves ou iniciaiÉ d¿ doença. Nesse grupo
de estudo IEo evoluem com espasmos,
enquan-to
no grupo con!.role!t/o
¿presentarnespas-mos.
lx,3¡h
Jove¡s (35 neonatos)
Meno¡es de 1 ano - 250 UI
01 a 05 ânos - 500 UI
06 a 12 anos - ?50 Ul M¿iores de 12 ùÌoE - 1.000ùI
40,60h (42)
1.500
ur
rMGeÉlE€Dte Cistem¿l
Gwra {tttott¡ "
IM MeÞo¡es de 1 ano - 500 III
0l a 05 anos - ?50 UI 06 a 12 ¿¡os - 1 000 tlt
Malo¡es de 12 ânos - 1-500 If
a pa¡tir de 12 â¡os (médiê : 15 anoE)
49Võ (778)
A Tabela
II
rèsume os estudos em que seassociam TIG por via intratecal
e
ântitoxinar tantoTIG
quanto S.AT,por
via
sisæmica.I,IST2, na "Á.ustda, obtém bons ¡esultados em dez paÆientes, na maioria idosos, com â associação de TIG intmtecal à terapêutica an teriormente por ele usada, dispondo de recur. sos de Terapia' Intensiva, O núme¡o de pâ. cientes,
no
èntanto,é
ainda pequeno parâconclusões.
SEDAGH.å.T:IÂN 3s,
no
Irã,
e
V.åtr<IL et af.44,4s,46, na, fndia, não encontram vantagerutda associação da antitoxir¡a
poÌ
via
intrarr& quidianaà
via sistêmica tendo o primeiro e9tudado tétano neon¿tal,
e
o
segundo, tétanoem maiores de tres anos de Ídade.
Éfá ainda alguns lelatos de casos quo
apon-tam
favoråvelmenteao uso
da
via
intrats CAll16,17.Em 1980- VERONESI et a1.17 realizam um
estudo com o uso de TIG fracionada, F(ab) 2,
e também náo chegam a conclusão definitivÀ
267 250 UI
ztoh (48)
IEVIN, A. S. S.; B.{RONE, .{. A. & SHIROM¿,, M. - Sorote¡apia rútútec¿I no tétaro. Iùedsã¡. I¡€v. IDsÉ. Med. trop.
São P¡ulo, 29:255.26?, 198?.
TABEL¡1 II
Eesuliados de €studos ¡êalizados com irDr¡noglobila h]mana êspecÍfics por viâ j¡trâtec{[ (TIG) Àssoci¡ds à vÍå slstëEtca.
ool¡püâdos då litelatul¿
,Autor (local)
Dose TIG
Intratecal (vtâ)
sÂT
Srstémico Dose ê Via TIG
Sistê¡nlco
LIST (.{ust¡ia) a
Colticóide Sistémico
-adultos (MáUa 61 ânos)
Co¡üicóide
ütrâtec8l Mortalidade
Ê1
z o
Contrcle Mofiatidade (NP totâl casos)
200 ur
SEDAGIIATTÄN (Idr) ù
SÂT Sistêmico
60_000 IJI
SAT = rtúLitoxi¡a àeterólog¿ ate origem êquinâ
B
-
O uso da anütox¡lla het€¡óIoga:Ä
TabelaIII
resume |os resultados dosestudos que compara¡n
o
uso isolado de a'nti-toxina tetânica de origem eq'i¡ina (SAT) poryia intraraquidiaDa com o seu üso sistêmico.
As doses intr¿tecais usad.as são muito v€, riáveÍs.
GAIJ.AIS
et
al., da Oosta do Marfim, em dois estudos 10,11 obtém mortalidad.e de 21ø¿ e 28Vo, comparada,a
dados prévios de mortâ"lidade do mesmo serviço, que eta de 4O7o a
50Vo.
O
seu tmbalho rn¿is tecente, em 1984q
com uma casuística bem rraior, demo¡stÎa
tê
sultados semelharites aros ântêriotes. Nesses erludos usa.se corticóide somente porvia
in-tråtecal.
DIOP.iMAR et.a1.47, sem o uso da associ&
çáo cdm corticóides, obtém mo¡talidades da 23,l4Vo e 37,08Eo, sendo que, no segurdo
estu-dro,
a
mortal¡dade obtid¿ no grirpo controle é de 42,46Eo.r5O UI
20.000 ur
2!.000 ur
Meno¡ de 200/0 (46)
V.áJSI, (f¡dia) 4,ø,.
IMe EV
MâiÒrêÉ ¿lo 3 ¿¡os
60 000 ut
250 III (ciste¡nêU
10.000
ur
E.20.000 _Lû IM e
20.000 ur Ev 50% (30)
EY = E[dovenoso
A
TabelaIV
resumeos
eshitdos cllnicos em que se usa a via intratecal æsociada à vla sistêmicado
SAT, comou
sém corticóldes.Verifica.6e, nessa
tâbel4 que
os
æsultados são conflita¡tos.Entre os resrdtados de estudos ¡ealizados
com téi:ano neonatal,
a
mo¡talidade varia ds7í,7qo a, 63AEo.
SINGH
et
a1.38, na Ardia, estudando tdta.llo
neonatal, encontram resultadosstg¡ific8tt-varnente mel,hores utilizando
a via
intr¿tecalassociada
à
terapêutic¿ sistemb4 porém so. ment€ quandoa
aùninistração éinicids
até24 ho¡as após
o
apaæcimento de espagmos. KEswÂNr et al.2r, na ûrdia, ern tétano doadulto, considem,m que €ssa associa4áo daa
yias
intratecale
sistemicado
SAT, forîecs bons resultados quando ussda, atrtes de 4g bo.¡âs do infcio dos espaamos.
t0.000
ur
EvLEtaIN, São À. Pâì¡Io, s. s.; 29:255-26?, t98?.B.aEoN¡r, A. A. & sHrRoMA, M. - soroterapÞ inuatecal no térano. r¿evisã,o, Ree. r¡sú. M€d. tÈp.
Resuuâdos .rô estu.ros æarizâdos
".*
"","t sistemicâ,
å"Ì""rJå
comlilados ,j""r*tå'
åïß
(sAr)lor
vrs inirarecar assocra.ro à vjs ds lite¡aturåSÁT iDtlatecal
SAT Slstanico
srlT po¡ OutIas viås
IIÐIRIM (Turquis) 1D
CoÉicóide sistèmico
corticóide
Intråtecaì
r0 casos = 5.000 Ur
18 casos : 2.500 UI
Mortalidadê
Êl
tr z
(,)
Controþ
Mo¡tâÌialade
(N-" Totâ¡ de casos)
10 c€sos iniciå.is
5.000 IIt EV + 10.000 uI rM
l8 cásos finãiÊ 2.500 IIt EV + 5_000 uI. rM
.SAT
S:st€¡nico
Penü¡nbilicâ1 10 cåsos iDiciais 18 casos finais
(rniciais)
(tinais)
CoÉicóiale
Sistêmico
P¡ednisolonê VO l0 mgldia
Parte dos estudos consultados não aponta uma vantagem significativa do uso da via
in-tratecal z,¿,43.
ILDIRIM 10, GR.EEO 13 e ONUOR..q.
et
aL a não tem propliamente grupos controle, rüna vez queo
primeiro compalaos
seus rcsultadosatuais com os de dez câsos plévios do
mes-mo
serviçoe
que não são tratado,s de ma.neira semelhante.
cllEco
13,do
Brasil, usaum
gtupo controlede
tétano pueq)elal em quo não é feita a limpeza do foco, curetagem uterina, adequadamente, em mais da metade dos ca.sos. ONUORA et al,2a, tem grupocon-trole retrospéctivo de B0 casos de tétano do adulto, mas não há dados quanto ao trataJneß
to
utilizado nesse grupo,GÈECO (B¡asil) a
10 casos iniciais : 25 mg Plednisolona
18 cÀsos flnâis = 12,5 Ilig prcdlìäolonå
= 5.000 Ut = 2.500 UI
Muln€¡es (Pueryé¡io)
5.000 uI
70,,?o/o
5.000
ltl s.c
s5.000
ûI
I.MCoIo ut€rho: 2.500 ttl
Metltp¡ed,nisolor¡a 24dg
IM : Inttamuscì¡tEr
S.ANDERS et
d.q
em l9ZZ, estudandoté
tano do adulto, na
fndi4
encontÉm, morta¡i-dade de íVo e ÙYo nos grupos de estudo contÌa, L6Vo
e
!4qo nos gn¡possontrole.
Ess¿ diferença náoé
sigDific¿tiva co¡rsiderando osestudos em sepamdo, tr]orém quaûdo se cort
para o m¡mero total de pacientes que recebè, ram SAT por via int¡¿tecal, com o total dåqus
les dos grupos conttole, passa
a
hèver umadifercnça significâtiva.
VERONESI et al. 48, em l9gg, utilizâ em
té
tano do adì¡lto, SAT de origem equina,
frasio-na¡lo,
F(alf), adnltindr
bom resultado, sugcrindo estudos complementares pare se chegar a, conclusões mais concretas.
O único estudo que compara
SAÍ
e TIG
realizadopor
ILDIRIM 2t, não ertcoDtra dife7t (o/o) (21,
I,ElnN'A.s.s.;E¡!oNE,A.A.s'sIIlRoMÀ,M._sorcteÊpiÊlnE¿tecslnotélêno.Itevisão'Re!.¡Dst.Med.tlol'' São Pâüro. 29:255'267, 1987'
TÁBE!a Iv (2.' Pafie)
R€srttâatos ate estualos l€âljzaalos com scrc an¿itettuúco ale ortgem eqùira (sÁT) po! v:ê tnüatecâl sssociâ'la à vta
sistânic¿, compilados'lê lrteBiurâ
Autor (r,!cal)
SAT r¡i!¿tecal
SAT SlstCdtco
GR.Eco (Erasil) Ú
SAT
Colticóide Ststäntco
Co¡trcóiaþ Inüratecál
2.500 ur
Mo¡talL¡ade
FT
z
2.500 úI Ev e 5.000 úr I¡Á
Mo¡tslidade
(N.o rotal dê câsos)
SAÌjIDERS (fndi3) ¡r
Periumbilical 2.500 ur
SAT
SistêmÍco
10 msldis
Corticóide
StstCrntco
A penir de 1 a¡o
El/ = EÃdoveÂosa
12,5 ¡ng
rcnçås significativas entre
os
resultados dos dois grupos.G ¡-- O uso de coÌtlcóide pdt Yts sistêñic¡:
O
estudo de SANDER"STet
al'5l, em 197?' com tétano do adulto, obtém mortalidade nos grupos de estudo de íVo e 8/o'
'ioît'[ø 16% e 1470, nos grupos coDtrole. Essa mort¿lidade
é
bastar¡te baixa pri¡cipalrnente considerandonão haver recursos de Terapia fntensiva ou
cuid8dos de enfeÌmagem contlrruos. Esses au'
to¡es usam betametasona por via sistêmicÐ, à
qual atribuem seus bons re$¡ltados $34'
TIIOMAS et a1.4, na fndia, em adultos, en'
contraE vantagem no uso de beta¡neta¡¡ona por
vta
sistêmica associadaà
s,ntitodnapor
viâ slstêmica e por via intmtecat, sobre o uso slg tênlco isola.do aI¡ antitoxina. Não- é ,possfveltiÌa¡
conclusões, nesse tråbalbo, qusrdo se2OO UI
S4NDEÍ¡S (fndis) ¡!
2.25Û IIr IM OU E'V
83,?o/o (!Ét)
10.000
ur
scÀ Partil dê 1 eno
76 â. rîC/dtø
?2 câsos = 200 uI ?4 casos = 1.500 UI Lomba¡ ou Cist-e¡âl
2.250m9 IM ou Ev
16% (38)
Il1t = IlÌtÌaÍruscular SC = SuþcuÉneo
16 E 24 mgldia
2.250 Ur IM OU EV
76 ¿ UúgldiÈ
compara
a
associação ou náo da betametasona
à
adirrinistraçáo coniunta do SATpor
via intratecale
sistêmica.Em 1983, NEEQUAYE
et
41.23, em Ghanå' em neonatos, fazem estudo comparativo aom e sem o uso de betâmetasona por Yia sistêrdcae
não encontram resultados melholes com ouso do corticóide,
D
-
Posologlt de aüfltoxtnapor
Yia ln'úrat€cal3
Com a antitoxinÐ homóloga, há dois estu' dos: VÁI(IL et 41.45 que, em tét¿no do adulto' não ñostra¡n diferença de resultados entre o
uso de 250
UI
e
1000III;
e
BOLOret
aI.4que não encont¡am difercnçås ünpoúânte8
en-tre
o uso ale 1.000ÛI
e 2.000 UI, em pacientesem
Dakar.
Demonstram, porém, resultados melhores com a dose maior usad¿ em centtosfr&nc€ses. Esses autores âdlrtûgam
o
üso de26L
t4o.to (13)
2.250 Ur IM oü EV
r'EvIN, São  s s; P¡ûlo, 29:258-26?. tg8?.BARoNE. A. A. d. srtrRo{\4Á, M. - soÌote¡spis intrat€cat no térano. Revisáo. Rev. rrllt; Meat. t!op.
Resunsdos .re estudos æarizadros
""-
*,.
äårt*:.^
""1,t"f
'.dffi
(s^r) !o¡ via ,,,r*recsr Àçsocia.â à .,/is s¡stêmic¿, comlilados at litelatüa.luþr (Ircat)
SÂT lDtratecal
SÀT Sistémlco
SINGI¡I (fndia) æ
SAT po¡ Outlas yiâs
Colticóide
Sist€mico
Coft¡cóide Illùmtêcêl
Mo¡te.lictâde
Êl
Fr
z
o
250 ûr
MoÌ¿alidâde
(N.o total de casos)
1.500
uI
EVsÁT
Sistanico
SINGIÍI Gndis) ð
Co,¡ticóide
Sisiêlnico
dose
por
quilogtama de peso, rnas não p¡G põem rlma posologia.Com SÂT, de o¡igem eqri.ü!a, hd, dois estu-dos; SÄNDER"S
et
al.q
em tétafio do a.dulto,comparam 200 UI e 1500
ûI;
e SINGH et al.3¡, em neonaDos, compara¡n 50UI
e 100UI.
Em ambosos
estudosa
mortalidade não va¡iacom ar dose ufilìzaÅa,i
no
entanto, SANDTRS et aI.32, demonst¡am que o tempo até o óbitono grupo que utitiza 200
UI
é o dobrc daquele que r¡sa 1.5tn Uf.50 ûI ou 100 UI
¡0.000 ûI IM
(fndla) ¡
A paftrr de 5 ùtos
2mc
200 Ìtt
E
-
Vir
de admintstreção d¿ anúlúoxira:Nos yórios estudos é utilizada a via lom. baf ou a
ria
cistem¿l. Embora, em Mesâ Re donda du¡ant€a
eu¿tta Conferencia fntemå.cional sobre Tétano 8, seja prefèrida a via cis. ternal, não há confirmação d¿ sua
sr¡periori-dade, como demonstta o estudo de SANDEES
et
al.3¿-262
10.000 tlt Ev
IM : InEâmusculs¡
SC È SubcuÍâleo
680/0 (50)
10-000 ur ll'lt
F
-
ComplicÐçõesdo
usoda
aütito)dnrpor
via intrateca.l:A
partir
de 1941 houve umposicionåmen-to
de vátios autores 4r contrao
uso de S.{T por via intratþcal, em vbtude ata alta incidên cia de compliqações glaves atdbuidasa
estavia:
ôhoque, desencadeamento de espasmos eapnéia.
Atuaknente, com
a
maior purificação alo antitoxiria heterólogae
como
uso da a,Dtito xina homólog4 os efeitos colaterais são me' nos freqüentese
menosintensos.
Sáo des-critas complicações desprezíveisr
ou leves, co.mo náuseas, vômitos, cefåléia
e
sl¡drome de ir¡itacáo menÍnge¿ com I'IG5,6.Com SAT são descritas: náuseaß, vômitos, cefaléia, suo¡es,
e
altemções psicomotomslê
VeS A mOderAdAS 6,21{8.ROBTRT et a1.30 descrevem paraplegia em
membros inferiores que se inicira atgumas ho.
4mg
56,250/o ø8)
LE!_IN. À. S. S.; BÁnONE, A. .{. 6. SHIROMA, M. - Sc¡oterapia intfaüeca¡ Do üétano. ¡¿evlsão. R€v. Insl. Mëd. trop, São Paûlo, 29:255.26?, 198?'
T -A B E l- A M4.! pa¡te)
Resultsdos de estudos æâlÞÂdos coE soro ¿ntitetâ¡1co de ongem equina (SAT) por via tnlrate€ål åssoclado à via
srstêrmcÈ, coEpilâdos aLa lite¡atula ,{uLt¡ Gocal)
SAT iDt¡â¿€cat
sÀT sistérEico
sAT po¡ out¡as vrâs Cor¿ic{tde sistèrDico
CoÉ¡cóide intlateæl
BEÂNDÄR.I (fnali8) !
MoÌ[alialåde
Í.r
¡¡
o
F
2
Cont¡o¡e de mortalidade (N.o totâl de casos)
sAT slsiêmico Colticóide sistéEico EV : E¡dovenose
2.500 uI
las após a injeçáo intratecal de antitoxina ho-móloga, cujo preservativo
é
tiomers¿l,e
queé
reversÍvel até 12 holas apóso
seu inÍcio, Também encontram alteraçáo liquórica, compequeno
e
transitório aumento decelularida-de e âumento de proteinorraquia, que persiste até um mês após a injeção, I€vantam eles, a possibilidade
de
também haver ariafilaxia, oque e)elicari¿ reações adve¡sas imediatas à
injeção.
ILDIRIM 20, em expe¡iêncials com cães, dc
monstrâ que as complica{ões da soÍoterapia
intratesal são atdbuÍveis ao fenol, usBdo cG
mo presedvativo. Esse autor a4redita que o uso de tiomersâl
na
concentração 1:10.000 é inócuo, porém náo faz estr¡do liquóúco.Para muitos autores.
o
uso de corticóide por via intl.âtecal associado à antitoxina 18, a$sim como por via sistêmica, tem a fulçáo de
diminuir os efeit¡s colaterais.
G
-
O uso ata vi¿ IEr¡afur¿fib
autitod¡¡:
TESTÁSOCCA
et
et. {2, em 1984, sáo favc ¡áveisà
associaçóoda
v¡a peúiiür¡¿là
vi8t0_000
trr
Ev12,5 rEg
oNuoRA (Ntgé¡Ia) ?.
12 ê 56 anos
Glupo A - 200 UI
GrupoB-10.000UI
50,90,r (55)
10.000 ltr Ev
IO.OOO UI IM
sistêmica alå
antitoxina,
Ittilizando essa viâ em 28 pacientes, obtém mortalldade de 437o,ma.s sáo necessários estudos complementaÌes
para obter conclusões m¿is concretas,
OOMENTÁRI()Ê T'INIUS
Tétano é uma doença de g¡a.Dde
¡mportân-c.ia, principa,lmer¡te em palses em desenvolyÍ.
mento.
Nas regiões em quea
sua incida¡da é elev¿da, gelalménte não edstem recursosts
rapêuticos avanç¿dos, como Terepia fnþnsiv¿ e en.fe¡magem especializada. Nessas condições a mortalidãde por essa doençø é alta, utilizan dJc'se a tempêutic¿ clássica, ou sej&, a antitû
xina por via ststêmica.
Útiliza¡
a
via
intrateca¡, pa¡aadlIúnisÞ
ção d¿ antitod¡a, seda umÐ Ílaneira deen-cu¡tar
o
tempode
intema{ãoe
tlimirruir
agravidade do
tétano.
Dessa ma,neira prescindii
de euidados hospitalercs mais lntensos, lnÈxist€ntes em muitos locais, e, com isso tenta,r rcduzir
a
mofta,lidade pela doeùçs".A antitddna tetânice po?
via
intrs$aqul. dianâ agiria neutralizandroa
todris
J6 fixad¡263
B : zto/i
LEvrN, A. s. s.; BAnONE, A. Â. & SHIROMÁ, M. - SoroteBpis i¡tßtecsl ao téüano. Revlsão, Rev. I!st. Meit. t¡olr.
560 Parito, 29:255-26?, 198?.
T.4BELA IV (5." paÌte)
Re6l¡ltådos ds estudos æslizados coEr sorc antttetânico ate oligem equi¡ra (SÄT) por vla intmt€cat âssociåalo à eia
sistèmica, coEpilados dâ titolatrù¿
-Autor (I¡cal)
SAT intlat€€âI
S¡.T sisüêrD¡co
SAT por outrÀs viÀs Co¡üiqiide sistânlco
Co¡üicóide inhatecal
Mortalidade
Êl Cont¡oìe de moÉaliai,ade
t
tw.. totet oe casoslTEOMAS (fndiá) ¡'
t{
z
õ Cofiicóide sistémlco SÂT sistqnico
À paÉU ds 12 ùos
Ild = IDtramüscûrâ¡
200 vI
T'4BELA M6.. parte)
Resuttados de estudos Eallzados com 6()¡(, ânLiüetffrÍco de orlgem equina (saT) por via intraüec¡l associa¡jlo À vts
sistêntcs, com!üados atå ütùatl¡lå
2.250 IIT IM
N.ô ale casos
IliaÞoco¡tisona
¡00 Ílg
Idade
TEoMÁS (lndi¿) €
SÂT inhatecal
A pa,Íù de U! å,Dos
SAT slstêmico
10.000 uI IM
63¡/¡ /.l3)
SAT po¡ outEs vias
Coñicóide sisüèmico
2OO UI
EV = &alovellosa
Corticólde i¡trutecal
2.25ù UI IM
NEEQqAYE (Ghê¡¡¿) ø
16 â 24 mg Evldl,ia
Moltåliclade
Êl
z
Connrole cle morta.tldad€
(N." total d€ caso€)
õ Cortlcóide slsttuicþ SAT sisi&nlco
Neonatos
I¡¡f, = IDhwqusø¡la¡
M
250 In
?50 UI IM
10.0riu lJt lM
63% ('t3)
TétBDo graYe = ?8'lo
I€ve e modoÈdo = 30û/o
ío ac
NTEQUAYE (GharÌa) 3
ctaae : Uvù (57)
Lêve e modêrado : 5ol¿
?50 I]I IM
250 ûI t omÞa!
?$ ÛI IM
BgtsmetâsoDa
3 mg./aüa ?or 7 auâs
Tétalo glave = E49r '
]¡eve e hodelado : lTqt
IIidEocortisonE
10 Eg
cl¿ve = 840,6 (52)
Lêvs e Eod€Eado : 5qo
LEVIN, À. S. S.; B,ARONE, Â. A. & SIIIROMA, M. - Sorcteßpi¿ intmtecal no tébno. Revisão. Rev' Inst, Med t¡o9:
são Paùlo, 29:255-26?, 198?
no SNC e
a
toxina livre no líquido céfalo'râ-quidiano, em virtude de seu a,cesso direto semtèr
que ultmpa,ssara
barreilahematGüquó-rica.
Esse mecanismo aind¿ é teódco.Há um grande nri]nero de estudos clinicos nessa
área.
Embora muitos deles náo sejam bem controladose
não possam serconside-rados conclusivos,
outms
obtém resultadosconflitantes.
Estudos feitos com antitoxinahomóloga (TIG) por GUPTA 14, em tétano leve
ou
inicial, DIOP-M.ARet
aI. s,no
Senegal, eLIST
2,
na .Áustria, obtém diminuição sigDifi-cativa de mortalidade pela doença utilizandoa
sua administnçãÐintratecal. No
entanto,estudos, também
com
antitoxina homóloga,por
BOLOTet
al.J'4,na
França, STDAGHA-TIAN 15, e VALKI et al-44'45,46, nã,o demonstramvantagem
do
seu usopor via
intrateca,l, O mesmo conflito existe entre estudos queuti-lizam
antitoxinade
odgem equina (SAT).GALLAIS eL aLß)a,12,
na
Costado
Marfim, S¡NGHet
a1.38, KESWANIet
al. 2r, oE dois úItimos trabalhos em tétano leve ou inicial, eSANDTRS
et
al.3¿, consideram os lesultadGs, obtidos como
uso da antitoxina pelevia
in'tmtecal, significativamente melhores
do
que aqueles obtidosnos
seus grupos controle.NEEQUAYT
et
al.¿,
THOMA.5et
4J.43, e BHANDARI et 41.2, por sua vez, não demons'tram vantagem na administração de SAT po¡ via intratecal. Múltiplas variáveis existem que poderiam explical essas difelenças de resulta.
dos; o uso sistêmico ou intlatecal de corticÚi-des,
o
uso de antitoxina homóloga ou heteró-loga,a
sua posologia,a
$t
via
deadmÍnis-tÌaçã,o.
As complicações que advem do uso da
antl-toxina por via inherraquidia,na são,
gemlmen-te,
levese
transitódas,e
não contraindicamo
seu uso,tm
ãlgulß trabalhos ã'4,s, há tentativas deinch¡lr definitivamente
a
adrninistmgã,o intr¿' tecal de antitoxina, no tratamento do téteno.Essas conclusõ€s nos parecem precoces. O assunto exlge, ainda, estudos prospectivos bem controlados,
e
qüe levem em consideraQão as muitas vadáveis envolvidas, para trazer gonclusões concrctas.
Tetânus
is
an importar¡t diseâseÍr
under-developed cormtries. We presenta
revlew ofliterature concemjng
the
useof
intratf¡ecalantitoxin
in
the treatmentof
tetanus. HistGrical
aspetts andthe
physiopathologic basisfor
this
routeof
administrationof
antitoxin are broughtup
ând the efficacyof
the usesof
heterologous and homologous ar¡titoxinas-sociated
or
notto
systemic antitoxin and ste roidsis
discussed.A
great numherof
cunical studies have been done afId mar¡l¡ areúr't weu sontrolledor
conclusive. Others h¿ve conJlictiqg results. Homologous ar¡titoxin(TIG)
\¡/as used þy GIIPTA 14, in slight ca,ses of tetafüs; DIOP,IIIAR et al 5, in Senegal; and LIST 12, in Austria, witha
reductionof
the
mortaliw bVthe
diseasewhen of
its
intratheca.l use. Ifowever, BOLdIet
al 3,a,ln
Fra,nce; SEDAGHATIAI{ 35, afìdVALKI
et
al 44,45,46, doú-t obtain favorablere
sults with intrathecal TTG. The safne contro-versy €Jises with the use of intr¿t¡ecal hetem'
logous entitoxin (SAT). GAÍ-LAIS
el
a¡ tî'í'azi SINGH et ¿læ; I(ESI&ANIet
al2r; SAIVDEriS et al32, obtain signific8ntly better rcsults rwheD comparedto
their
coìtrol
groups,
NEE-QUAYEet
¿lø; TIIOMÁS et a1a3; andBHAN-DARI
et
a12,find
no
adva'ntagesto
the useof
this route.Tt¡ere are
a
numberof
fa.ctors possiblyresponsible for these diffeænses
in
results: tågintmthecal
or
systemic useof
steroids; tfieuse
of
homologousor
heterologous antitoxin;their
dos¿ge and routeof
administration.11æ adverse effects due
to
intrathecal€n-titoxin are
in
general slight, however thisrou-te of
administration should be considered ex-p€rimentalütil
thereis
further evidence ofits
benefit.REFERÊNCIÂSI BIBLIOGBIIFÌCAI
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