EPIDEMIOLOGIA E
SAÚDE PÚBLICA
População unidade de análise área geográfica definida
Combinação de dados referentes a grandes populações
Avaliação do contexto social e ambiental
Objetivos:
1. Geração de hipótese etiológicas;
2. Teste de hipóteses etiológicas;
3. Avaliação da efetividade das medidas de intervenção.
Níveis de análise
Análise e ecológica variáveis medidas por agrupamento
Variável independente (X) proporção de indivíduos expostos no grupo n1/T
Variável dependente (Y) taxa de incidência da doença (m1/T)
Tipos de variáveis utilizadas:
1. Medidas agregadas características individuais em cada grupo.
2. Medidas ambientais características físicas do local.
3. Medidas globais densidade demográfica, nível de organização social.
Tipos de desenho
Duas dimensões distintas:
◦ Método de mensuração:
Exploratórios Analíticos
◦ Método de agrupamento
Utilização de grupos populacionais desenhos de
múltiplos grupos;
Diferentes períodos; Desenhos mistos.
Desenhos de múltiplos grupos: 1. Estudo exploratório:
1. Comparação entre taxas de agravos entre regiões
2. Mapeamento dois problemas:
1.Poucos casos grande variabilidade do agravo
2.Taxas mais semelhantes entre regiões vizinhas autocorrelação espacial
Estudos ecológicos:
Medronho et al. Rev. Bras. Epidemiol.6(4);2003.
2. Estudo analítico
◦ Nível de exposição médio e taxa do agravo entre diferentes grupos
Ex: radiação solar e câncer ovariano
◦ Radiação gama de fundo e câncer infantil
Three Miles Island: 1975 – 1985
Registro de associação positiva.
Dados únicos disponíveis medições da
usina
5500 casos incidentes de câncer identificados
em pessoas vivendo a 16 km da usina.
Esforço para estimativa da exposição clima
e dados topográficos três modelos
matemáticos de dispersão da radiação ao longo de 69 blocos:
◦ Acidente;
◦ Rotina cotidiana e ◦ Radiação de fundo.
Desenho de séries temporais:
◦ Estudo exploratório
◦ Exemplo: tendência da mortalidade por
tuberculose no município de São Paulo de 1900 a 1997.
◦ Poluição atmosférica e saúde infantil em São José dos Campos. Nascimento e cols. (2006). Rev
Saúde Publica 2006:40(1):77-82.
Saúde infantil e poluição - SJC:
◦Aumento de internações por pneumonia
◦Período: 2000 e 2001
◦Coleta de dados: internações; dados diários de poluentes (SO2, O3 e PM10), temperatura e umidade.
◦Estimativa de correlação entre variáveis.
◦Elevada susceptibilidade de crianças.
Estudo analítico
◦ Associação entre as mudanças no tempo do nível médio de uma exposição e das taxas de doença em uma população geograficamente definida.
Exemplo: Silfverdal e cols. (1999) Taxa de incidência
de meningite (Haemophilus influenzae) entre 1856 e 1992 e taxas de amamentação - Suécia
Estudos ecológicos
Desastres ou experimentos naturais
Enchentes em Bangladesh em 1988
Comparação de prevalências de distúrbios entre crianças melhor do que uma
análise individual para capturar a experiência.
Comparação de diversos estados da população estudo ecológico
Estudos ecológicos
Fome na Holanda de 1944 a 1945
Imposta pelas forças alemãs na II Guerra Famintos confinados no oeste do país em
três regiões administrativas
Rações de comida distribuídas em quantidade conhecida
Experimento não-natural teste de
hipóteses efeitos da privação grave de alimentação na fase pré-natal.
Processo de inferência causal
◦ Dois problemas:
Alteração de critérios de diagnóstico e de
classificação ao longo do tempo;
Doença com grande período de latência
dificuldade na avaliação do fator de risco.
Desenhos mistos:
◦ Estudo exploratório: múltiplos grupos e
séries temporais.
Exemplo: Medronho (1995) incidência mensal
de dengue no Rio de Janeiro – novembro de 1990 a junho de 1991 evolução espaço-temporal
Desenhos mistos:
◦ Estudo analítico: associação entre as mudanças
no tempo do nível de exposição média e das taxas de doença entre os diferentes grupos populacionais.
Exemplo: Crawford e col. (1971) consumo de água
Mortes durante onda de calor
em Paris - 2003
Vieses de um estudo ecológico
◦ Falácia ecológica
Viés de agregação
◦ Viés de nível transversal
◦ Viés ecológico falha em estimar o efeito
◦ Realização de inferência causal inadequada sobre fenômenos individuais na base de observações de grupos.
Viés ecológico Heterogeneidade de status de exposição.
Ex. Associação linear positiva entre
proporção de expostos e taxa de doença.
Taxa de suicídio por proporção de protestantes para quatro províncias prussianas. Durkheim (1890)
Vantagens
◦ Baixo-custo e execução rápida;
◦ Medição de exposição no nível ecológico;
◦ Maior facilidade de encontrar uma maior variação na exposição média entre as diferentes regiões;
◦ Mensuração de efeito ecológico.
Limitações:
◦Impossibilidade de associar exposição e doença no nível individual;
◦Dificuldade de controle dos efeitos de potencias fatores de confundimento;
◦Representam níveis médios de exposição;
◦Dados provenientes de diversas fontes;
◦Falta de disponibilidade de informações relevantes.
28
Mortalidade por câncer no estômago.
29
30
Câncer de pâncreas e radiação
solar.
31
Razão de Mortalidade
Padronizada
32
Razão de Mortalidade
Padronizada
Estudo sugere que níveis baixos de radiação solar e de temperatura podem estar
associados à incidência de câncer de pâncreas.
Limitação de uso de dados agregados, pois impactos de fatores climáticos variam de acordo com características individuais e ocupações.
33
Câncer de pâncreas e radiação
solar.
34
Liberação de poluentes químicos no
ambiente – TRI-EPA. Identificação de 12
substâncias relacionadas a câncer no seio
– 1998-2000.
◦ Casos registrados de câncer no período de 1995 a 2000.
Análise univariada formaldeído, cloreto
de metileno, estireno, tetracloroetileno,
tricloroetileno, cromo, cobalto, cobre e
níquel associação positivamente com
câncer.
35
Estudos ecológicos – câncer no
seio
Análise multivariada estireno
positivamente associado com a taxa de câncer no seio em mulheres e homens.
Uso amplo para estocagem e preparação de alimentos.
Liberação de materiais de construção, fumaça de cigarro e indústria.
36
37
Para brancos, não-hispânicos, encontrada
uma associação inversa entre exposição a radiação solar UV-B e incidência e
mortalidade por câncer em dez sítios: bexiga, cólon, Linfoma Hodgkin, mieloma, próstata, reto, estômago, útero e vulva.
38
Evidência fraca de uma associação inversa
para seis sítios: seios, rins, leucemia,
linfoma não-Hodgkin, pâncreas e intestino
delgado.
Associação positiva = ânus, cérvix,
cavidade oral, melanoma, e outros de pele
não-epiteliais.
Relações ecológicas entre taxas atuais de mortalidade de doenças relacionadas a asbestos e consumo
(A) Todos os mesoteliomas (homens, n=32), (B) mesotelioma pleural (homens, n=29),
(C) mesotelioma peritoneal (homens, n=25), (D) Asbestoses (males, n=27).
Círculos são proporcionais à dimensão da população específica por sexo.
Exposição à pluma gerada por queimadas e asma.
Johnston et al. (2002). The medical journal of Australia.
Hanseníase, condições sociais e
desmatamento na Amazônia brasileira
Rev Panam Salud Publica.2010;
27(4):268-75.
Hanseníase e desigualdade no nordeste brasileiro.
Kerr-Pontes et al. (2004). International
Journal of Epidemiology 2004;33:262–269.
Estudos ecológicos:
Hanseníase
Estudos ecológicos:
Hanseníase
ESTUDO ECOLÓGICO DA DISTRIBUIÇÃO
DE CASOS DE CÂNCER DE PELE NO
ESTADO DE SÃO PAULO NO PERÍODO DE 2000 A 2006.
Starling et al. (2010)
Epidemiologia
Ambiental
Epidemiologia Espacial
Descrição e análise de variações
geográficas na doença em relação fatores
de risco ambientais, comportamentais e
sociodemográficos.
Mapeamento das doenças, estudos de
correlação geográfica, agregado de
doenças.
Desenvolvimento substancial em SIG e
estatística espacial.
Epidemiologia Ambiental - MEMARH 53
Fronteiras arbitrárias (áreas
administrativas), comumente utilizadas → podem produzir resultados incorretos e
distorcidos.
Epidemiologia Ambiental - MEMARH 54
Desenho do estudo:
Quatro tipos importantes: mapeamento de doenças; estudos de correlação
geográfica; detecção de agregados e estudos de fontes pontuais.
Mapeamento de doenças → usados para epidemiologia descritiva
Correlação → estudos ecológicos
Epidemiologia Ambiental - MEMARH 55
Estudos de fontes pontuais → pode
apresentar uma exposição clara no padrão exposição-resposta em relação a um ponto estudado (linha ou área).
Epidemiologia Ambiental - MEMARH 56
Mapeamento de doenças ou de agravos
Fornecimento de dados fundamentais sobre padrões de saúde
Pode elucidar mudanças em padrões de doença no tempo
Útil na exploração inicial de associações entre exposição e doença.
Epidemiologia Ambiental - MEMARH 57
Mapeamento de casos de câncer → facilmente interpretáveis
Ex.: câncer nasal em áreas com manufatura de móveis; câncer de
pulmão em localidades com indústrias petroquímicas; câncer de bexiga onde há uma concentração de indústrias
químicas e câncer de boca em regiões onde uso de rapé era comum.
Epidemiologia Ambiental - MEMARH 58
Mapas de doenças em áreas pequenas
→ mais difíceis de produzir e interpretar
◦ Ex.: elevação da incidência de câncer de próstata → possivelmente ligado a
exposições ambientais.
Exposição a carcinogênicos ambientais
→ distribuição espacial desigual →
elevação da variação da ocorrência da
doença.
Epidemiologia Ambiental - MEMARH 59
Métodos estatísticos
RMP (SMR) e RIP (SIR) → estimativas comumente utilizadas
yi = agravos observados → distribuição de
Poisson com média riEi, onde Ei = número esperado padronizado por sexo e idade e ri é o risco relativo.
Epidemiologia Ambiental - MEMARH 60
Estudos de correlação geográfica
Unidade de análise é um agregado da população
Análise estatística → regressão log-linear de Poisson
yi = Poisson (riEi)
Epidemiologia Ambiental - MEMARH 61
Onde: yi, ri e Ei foram definidos
anteriormente e Xik é o valor sumário (média) da exposição k na área i.
Exemplo: yi → número anual de casos de câncer de seio na país i e Xi pode ser a média de consumo de gordura por
adulta naquele país.
Associação positiva comum → falácia ecológica
Epidemiologia Ambiental - MEMARH 62
Desenvolvimento de hipóteses de grande importância
Exemplo: viver próximo a um aterro e dar à luz a uma criança com anomalia congênita.
◦ Estudo de Elliott et al. Risk of adverse birth outcomes in populations living near landfill sites BMJ. 2001;
363-68.
◦ Encontrado um pequeno excesso de risco de
anomalia congênita e baixo e muito baixo peso ao nascer em populações vivendo próximas a aterros.
◦ Nenhum mecanismo causal disponível para explicar os achados.
Epidemiologia Ambiental - MEMARH 63
Epidemiologia Ambiental - MEMARH 65
Análise espacial [Anaruma Filho et al.
(2010)] – indutores ambientais de
Federico et al. (2010). Cancer incidence in people with residential exposure to a municipal waste incinerator: An ecological study in Modena (Italy), 1991–2005. Waste
Excesso de mortalidade por câncer:
◦ Risco relativo (IC95%) ◦ 1,06 (1,04–1,09),
◦ Vizinhança de incineradores ◦ 1,09 (1,01–1,18)
◦ Tumores: pleura - 1,71 (1,34–2,14), estômago – 1,18 (1,10–1,27), fígado – 1,18 (1,06–1,30), rins - 1.14 (1.04–1.23), ovário – 1,14 (1,05–1,23),
pulmão – 1,10 (1,05–1,15), leucemia – 1,10 (1,03– 1,17), reto – cólon – 1,08 (1,03–1,13) e bexiga - 1,08 (1,01–1,16)
García-Pérez et al. (2013). Cancer mortality in towns in the vicinity of incinerators and installations for
Epidemiologia e
Saúde Pública
Epidemiologia Ambiental Estudos caso-controle
Estudos caso-controle
Casos pessoas com uma dada doença;
Controles pessoas sem uma dada doença. Estudo analítico mais predominante.
Estudos caso-controle
Vieses possíveis:
Informação sobre o risco potencial não disponível Informação sobre as variáveis de confundimento
indisponíveis;
Casos podem procurar por uma causa da doença (viés de
memória);
Identificação e montagem do grupo representativo de casos
dificuldades;
Estudos caso-controle
Uso de DES durante a gravidez em mães de casos de
Estudos caso-controle
Estudos de caso-controle avaliação individual
Estresse e DCV
Estudos mais bem indicados intervenção médica necessária
Estudos caso-controle
Dois tipos de caso-controle:
◦ Estudos de caso-controle de densidade de incidência:
Casos incidentes são amostrados à medida que ocorrem
controles no mesmo período.
◦ Estudos de caso-controle de incidência cumulativa:
Casos ocorridos em um período determinado são
amostrados – controles sem a doença e sem o risco de desenvolvê-la.
Estudos caso-controle
Seleção de casos:
◦ Exemplo 1: câncer de bexiga e exposição na indústria de processamento da borracha (Checkoway et al. 1981).
◦ Casos:
◦ Certificados de óbito estudo de mortalidade de coorte
◦ Registros hospitalares
◦ Exemplo 2: distúrbios neuropsiquiátricos em
trabalhadores expostos a solventes (Axelson et al. 1976)
◦ Casos: Fundo de pensão regional
Estudos caso-controle
Pareamento◦ Agrupamento de um ou mais controles para cada caso ou um grupo de controles para um grupo de casos variáveis de confusão.
◦ Ex. Estudo de karasek et al. (1981)
Associação entre autonomia no trabalho e DCV
Pareamento por idade ( 2 anos) e tabagismo ( 5
Estudos caso-controle
Vantagens do pareamento:◦ Elevação da eficiência do estudo – doenças raras, com longos períodos de latência.
◦ Menor custo.
◦ Controle de variáveis difíceis de serem medidas. ◦ Simplicidade no conceito de pareamento.
Desvantagens do pareamento:
◦ Dificuldade para a obtenção de controles
◦ Necessidade de regressão logística controle das variáveis de confusão.
Estudos caso-controle
Análise: Análise bruta:
Razão de chances principal medida de associação
Análise de estudos de caso-controle não pareados
c
b
d
a
d
b
c
a
OR
Estudos caso-controle
Testes de significância estatística eintervalos de confiança para a Razão de Chances
Exposição dicotômica e sem estratificação
a
b
c
d
a
c
b
d
n
bc
ad
X
2 2Estudos caso-controle
Intervalo de confiança de 95%:Estudos caso-controle
Estudos com mais de um nível de exposição e
Estudos caso-controle
Para o nível de exposição 1 n1 = a + b + c + d
c
b
d
a
d
b
c
a
RC
a
b
c
d
a
c
b
d
n
bc
ad
X
1 2 2Estudos caso-controle
Para o nível de exposição 2: n2 = a + b + e + f e b f a f be a RC
a
b
e
f
a
e
b
f
n
be
af
X
2 2 2Estudos caso-controle
Estudos com estratificação para variáveis de confusão – uso de contraceptivos e IAM:
Estudos caso-controle
RC1 = 3,53 RC2 = 3,60
3,56
i i i i i i H M n c b n d a RCEstudos caso-controle
Exemplo: Câncer da cavidade nasal e exposição a formaldeído:
Estudos caso-controle
45 , 2 60 34 161 31 RCEstudos caso-controle
E0(A) = 20,68 Var0 (A) = 10,93
9
,
74
93
,
10
68
,
20
31
2 2 _
H MX
30
,
4
;
40
,
1
45
,
2
,
9,74 96 , 1 1
RC
RC
Estudos caso-controle
Análise estratificada: Controle das variáveis de confusão
montagem de uma tabela separada para cada nível da variável de confusão.
Estudos caso-controle
Exemplo: Câncer da cavidade nasal e formaldeído (Hayes
et al. 1986), estratificado de acordo com a exposição à madeira:
Estudos caso-controle
2
,
05
62
16
12
224
18
48
62
18
16
224
143
15
H MRC
5
,
50
61
,
9
7
,
23
0
,
31
2 2 _
H MX
73
,
3
;
13
,
1
05
,
2
5,5 96 , 1 1
RC
RC
Fração atribuível nos expostos
(FAE)
RC
RC
Fração atribuível na população
(FAP)
Onde = proporção da população total exposta ao fator de risco.
Úteis no desenvolvimento de estratégias para pesquisa epidemiológica múltiplos fatores etiológicos.
1
1
1
100
%
RC
RC
FAP
Vantagens:
◦ Relativamente barato.
◦ Estudo de uma maior variedade de fatores de risco.
◦ Útil para doenças raras.
◦ Amostra geralmente menor
Limitações:
◦ Viés de seleção necessita selecionar controles que sejam representativos da população que deu origem aos casos.
◦ Viés da informação status de exposição é determinado após o diagnóstico da doença. ◦ Viés do observador.
◦ Inadequado para investigação de exposições raras. ◦ Certa complexidade analítica.
Estudos caso-controle
Exemplos de estudos: Zambon et al (2007). Risco de sarcoma e emissões de dioxinas de incineradores e indústrias.
205 casos de sarcoma e 405 controles
Estudos caso-controle
Magnani et al (2001). Risco de mesotelioma maligno (MM) da pleura e exposição
doméstica a asbestos.
◦ Estudo populacional fábrica de fibrocimento em Casale, cidade da Itália
◦ Pareamento por sexo e idade um caso para dois controles.
Estudos caso-controle
Viver em Casale (It) risco elevado de
desenvolvimento de MM OR = 20,6 (6,2 – 8,6)
Estudos caso-controle
Tonne et al. (2007). Exposição ao tráfego e
IAM.
◦ Exposição a material particulado a longo termo. ◦ 5046 casos de IAM (1995-2003)
◦ Controles – residentes em Worcester (MA) ◦ Aumento de tráfego acumulado próximo á
residência 4% elevação no Odds de IAM por faixa de interquartil
◦ Viver perto de uma auto-pista 5% elevação de Odds de IAM por km.
Estudos caso-controle
Eisenberg et al. (2006). Impacto ambiental e
doenças infecciosas.
◦ Novas rodovias ocorrência de patógenos na zona rural do Equador.
◦ 21 vilas selecionadas aleatoriamente
◦ Estimativas de patógenos caso-controle
Eschirichia-coli RC= 8,4 (1,6 – 43,5) Rotavírus RC= 4,0 (1,3 – 12,1)
◦ Importância de considerar uma gama de patógenos na avaliação de impacto de novas rodovias.