• Nenhum resultado encontrado

CONIC-SEMESP

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "CONIC-SEMESP"

Copied!
11
0
0

Texto

(1)

TÍTULO: RESISTÊNCIA DE UNIÃO DE SISTEMAS ADESIVOS À DENTINA TRATADA COM PRÓPOLIS VERMELHA

TÍTULO:

CATEGORIA: CONCLUÍDO CATEGORIA:

ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE ÁREA:

SUBÁREA: ODONTOLOGIA SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE ANHANGUERA DE SÃO PAULO INSTITUIÇÃO:

AUTOR(ES): HENRIQUE VOLLER JUNIOR AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): ANDRÉA ANIDO-ANIDO ORIENTADOR(ES):

COLABORADOR(ES): ANDRESSA ABRANTES PRETO, FABIANA BARBARA PIVETA, MARCELA ROCHA DE OLIVEIRA CARRILHO, MARIA CRISTINA MARCUCCI, ROBERTA CAROLINE BRUSCHI ALONSO, ROSE APARECIDA SCHIAVON SANCHEZ MATURANO

(2)

1. RESUMO

Este trabalho foi submetido e aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Anhanguera de São Paulo. O objetivo deste estudo foi avaliar a resistência de união imediata, de dois diferentes sistemas adesivos (A –Scotchbond Multi Purpose Plus [SBMP]; B – Single Bond Universal [SBU]), com característica hidrófila/hidrófoba variável sobre o substrato dental e a e a influência da aplicação da própolis vermelha, como um tratamento da superfície, na interação entre os adesivos e a dentina. Foram selecionados 24 molares humanos (n=6) extraídos com indicação ortodôntica ou para reabilitação por implantes, livres de cárie. Para avaliação da resistência de união, foi conduzido teste de microtração e os dentes foram distribuídos aleatoriamente de acordo com a estratégia e sistema de união nos seguintes grupos: (1 – SBMP; 2 – SBU; 3 – SBMP + aplicação da própolis vermelha; 4 - SBU + aplicação da própolis vermelha). Foram obtidas fatias da coroa no terço médio dos dentes usando disco diamantado em máquina de corte (Labcut 1010, Extec, Enfield, USA), sob refrigeração constante com água. Nesta área foi aplicado o sistema de união de acordo com os grupos. Em seguida foi confeccionada uma “coroa” em resina composta (Filtek Z100 cor A2) com a acomodação de três incrementos de 2mm, totalizando 6 mm de espessura. Os dentes foram armazenados em água por 24h em estufa bacteriológica a 37ºC. Os dentes foram seccionados através da interface de união em secções perpendiculares à parede pulpar para produzir espécimes em forma de paralelogramo (palitos) de 0,9 mm x 0,9 mm, seguindo as especificações da ISO 11405. Os dados foram submetidos ao teste de normalidade de Shapiro Wilke à análise de variância 2 critérios e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey considerando nível de significância de 5%. Verificou-se que a aplicação da própolis vermelha previamente aos sistemas adesivos Scotchbond Multi Purpose Plus e Single Bond Universal não compromete a resistência de união destes materiais ao substrato dental. Os sistemas de união apresentaram resistência de união similar nas duas condições testadas de tratamento da dentina.

Palavras chaves: Dentina, Sistemas adesivos, Resistência de União, Própolis Vermelha.

(3)

2. INTRODUÇÃO

As resinas compostas associadas aos sistemas adesivos têm capacidade de união ao esmalte e dentina, com características estéticas satisfatórias que atende às expectativas dos pacientes, selando de forma relativamente eficaz estas estruturas contra a infiltração bacteriana e a consequente recidiva de cárie. Entretanto, condições desafiantes do microambiente oral, tais como flutuações térmicas e de pH, incidência de cargas mastigatórias contribuem com a gradativa deterioração das margens das restaurações adesivas, levando-as muitas vezes ao fracasso prematuro. Associam-se às estas condições do ambiente oral, as características intrínsecas dos materiais restauradores de natureza polimérica, como o relativo desgaste, a solubilidade relativa, a capacidade de sorção de fluidos e a lixiviação de componentes, que em conjunto também recorrem para que a longevidade das restaurações adesivas seja abreviada (Carrilho et al., 2004; Malacarne et al., 2006), e que por conseguinte, elevem-se as chances de recorrência de cárie.

Pesquisas vêm sendo desenvolvidas na UNIAN para avaliar a ação da própolis sobre a ação de microorganismos responsáveis pela doença periodontal e cárie (Anauate-Netto et al., 2013, Anauate-Netto et al., 2014). Estudos in vitro demonstraram a ação antimicrobiana da própolis frente aos diversos microrganismos patogênicos orais (Koo et al, 2002). A composição química da própolis agrega basicamente, resinas naturais e bálsamos aromáticos 50%, ceras 25 a 30%, óleos essenciais 10%, grãos de pólen 5 %, além de compostos fenólicos [flavonóides e ácidos fenólicos] minerais e vitaminas (Burdock, 1998). Foi desenvolvido um processo químico de tipificação de várias substâncias químicas presentes na própolis brasileira, empregando-se a técnica de cromatografia liquida de alta eficiência (CLAE).

A própolis vermelha, que foi encontrada em colmeias localizadas ao longo do mar e costas de rios no nordeste brasileiro, foi classificada como própolis do grupo 13. Observou-se que as abelhas coletavam o exsudato vermelho da superfície da Dalbergiaecastophyllum (L) Taub. (Donnnelly et al., 1973; Matos et al., 1975), sendo essa a origem botânica da própolis vermelha. A própolis vermelha desperta muito interesse por suas propriedades e características peculiares. Dentre as quais é possível ressaltar a elevada capacidade antioxidante e antimicrobiana para as bactérias Gram-positivas e Gram-negativas (Righi et al., 2011), atividade

(4)

anticancerígena, efeito excepcional sobre Streptococcusmutans e cariostático (Toreti et al., 2013).

A atividade antimicrobiana da própolis também tem sido objeto de estudos (Park et al., 1998; Daugsch et al. 2008; Righi et al., 2011). Sua açãosobremicroorganismos orais e enzima glicosiltransferasefoi verificada através de extratos alcoólicos (EEP), verificando seu potencial na inibição da atividade enzimática e sobre o crescimento bacteriano. (Park et al., 1998). A própolis vermelha em diferentes concentraçõesapresentou resultados de inibição do crescimento bacteriano (Staphilococcus aureus ATCC 25923), quando suas concentrações se sobrepunham às de outras plantas, sua capacidade inibitória era maior (Daugsch et al. 2008). Além disso observou-se que a própolis vermelha brasileira contém liquiritigenin, daidzeína, dalbergin, isoliquiritigenin, biochanina A que são isoflavonóides, enquanto outras própolis possuem menor número destas substâncias que são associadas a vários benefícios para a saúde. Além das atividades antimicrobianas a própolis vermelha apresenta elevada atividade antioxidante e antimicrobiana para bactérias Granprositivas e Gran negativas, concluindo também que esta própolis apresenta novas substâncias nunca antes observadas em outros tipos de própolis (Righi et al., 2011).

Com relação ao acúmulo de placa bacteriana e formação de polissacarídeo insolúvel, observou-se que com a utilização de um enxaguatório contendo própolis eficiente potencial na redução na formação de placa bacteriana supragengival e de polissacarídeo insolúvel em condições de grande acúmulo de placa. (Koo et al., 2002).

Diante de tantos requisitos favoráveis, a eleição da própolis vermelha para o tratamento da dentina aparece como possível alternativa para a clínica odontológica, na tentativa de aumentar a resistência de união às restaurações com resina, e ainda, de aumentar a longevidade em relação à exposição aos fatores físicos e químicos que influenciam negativamente na adesão. Entretanto, vale ressaltar que a recomendação da inclusão da própolis no procedimento adesivo deve ser precedida por estudos que avaliem sua ação sobre a estrutura dental, principalmente para predizer seu efeito na capacidade dos materiais restauradores em interagir com estes substratos.

(5)

3. OBJETIVO

O objetivo deste trabalho foi avaliar a resistência de união de sistemas adesivos ao substrato dental e a influência da aplicação da própolis vermelha, como tratamento da superfície, na interação entre os adesivos e a dentina.

4. METODOLOGIA

Foram selecionados 24 molares humanos extraídos com indicação ortodôntica ou para reabilitação por implantes, livres de cárie, do banco de dentes da Clínica Odontológica da UNIAN – Campus Maria Cândida e de Clínicas Odontológicas com anuência dos pacientes e cirurgião-dentista. Foi encaminhado um Termo de Consentimento para Doação de Dentes a ser preenchido e assinado pelos pacientes doadores, após esclarecimentos da finalidade da doação e sobre o projeto de pesquisa. Para avaliação da resistência de união, foi conduzido teste de microtração e os dentes humanos (n=6) foram distribuídos aleatoriamente de acordo com o sistema de união. Os procedimentos adesivos foram aplicados de acordo com os grupos de estudos apresentados: Grupo 1 (SBMP): dentes humanos submetidos ao Sistema adesivo convencional Scotchbond Multi Purpose Plus; Grupo 2(SBU): dentes humanos submetidos ao Sistema adesivo autocondicionante Single Bond Universal; Grupo 3 (SBMP+PV): dentes humanos submetidos ao Scotchbond Multi Purpose Plus + aplicação da própolis vermelha; Grupo 4 (SBU+PV): dentes humanos submetidos ao Sistema adesivo Adper Single Bond Universal + aplicação da própolis vermelha.

5. DESENVOLVIMENTO

A face oclusal dos dentes foi seccionada perpendicularmente ao seu longo eixo, para a remoção das cúspides e dois milímetros abaixo do limite cervico-oclusal, usando disco diamantado em máquina de corte (Labcut 1010, Extec, Enfield, USA), sob refrigeração constante com água, para a obtenção de fatias de fatias da coroa no terço médio dos dentes. Em seguida as coroas foram desgastadas em politriz (Beta, Buelher, USA) com discos de lixa de carbeto de silício 320 seguida do polimento em lixa 600 para obtenção de uma área plana em dentina.

Nesta área foi aplicado o sistema de união de acordo com os grupos. Em seguida foi confeccionada uma coroa em resina composta (Filtek Z100 cor A2) com a acomodação de três incrementos de 2mm, totalizando 6 mm de espessura. Os

(6)

dentes foram armazenados em água por 24h em estufa bacteriológica (Fanen, 502C) a 37ºC. Os dentes foram seccionados através da interface de união em secções perpendiculares à parede pulpar, em máquina de corte (Labcut 1010, Extec, Enfield, USA), para produzir espécimes em forma de paralelogramo (palitos) de 0,9 mm x 0,9 mm, seguindo as especificações da ISO 11405.

Os espécimes foram fixados em um “jig” metálico adaptado à máquina de testes universal (Instron, modelo 3342, USA) onde foi realizado o teste de microtração a uma velocidade de 0,5 mm/s.

6. RESULTADOS

As médias dos grupos testados foram avaliadas considerando-se a média dos palitos obtidos de cada dente e, dessa forma, considerando-se o dente como unidade experimental e os resultados estão apresentados abaixo.

Tabela 1. Dados obtidos com o teste de resistência de união Amostra ScothBond SingleBond

ScothBond Própolis SingleBond Própolis 1 52,93 28,84 50,18 47,43 2 44,18 30,66 31,13 29,92 3 40,41 36,98 18,11 9,17 4 22,78 35,85 34,03 49,22 5 41,26 28,41 13,7 20,67 6 27,2 61,93 36,35 27,3 Média 38,12666667 37,11166667 30,58333333 30,61833333 Desvpad 11,1868238 12,67534838 13,19161198 15,48646818 Variância 125,1450267 160,6644567 174,0186267 239,8306967 Análise estatística

Os dados de resistência de união foram submetidos ao teste de normalidade de Shapiro Wilk e apresentaram distribuição normal. Em seguida, os dados foram submetidos à análise de variância 2 critérios, considerando os fatores tipo de adesivo em 2 níveis (Scotchbond Multi Purpose Plus e Single Bond Universal) e

(7)

tratamento da dentina em 2 níveis (“controle” para os dentes que receberam apenas a aplicação do sistema adesivo segundo orientações do fabricante e “própolis vermelha” para os dentes que receberam a aplicação da própolis vermelha previamente à aplicação do sistema adesivo segundo orientações do fabricante). Em seguida, as médias foram comparadas pelo teste de Tukey considerando nível de significância de 5%. (α=0,05)

Quadro 1. Análise de Variância: Fator de variação Graus de

liberdade Soma dos Quadrados Quadrado médio Valor de F Valor de p Fator 1 “uso de própolis” 1 295,54 295,54 1,6896 0,2083 ns Fator 2 “tipo de adesivo 1 1,44 1,44 0,0082 >0,05 ns Interação F1 X F2 1 1,65 1,65 0,0095 >0,05 ns Tratamentos 3 298,63 99,54 0,5691 >0,05 ns Resíduo 20 3498,29 174,91 Total 23 3796,93

** significativo ao nível de 1% de probabilidade (p < .01) * significativo ao nível de 5% de probabilidade (.01 =< p < .05) ns não significativo (p >= .05)

De acordo com a análise de variância, observa-se que nem os fatores e nem a interação entre eles exerceu influência significativa nos resultados de resistência de união. (p>0,05)

Tabela 2. Médias de resistência de união de acordo com o tipo de adesivo e o uso de própolis.

Scotchbond Single Bond

Sem própolis 38,12 (11,18) aA 37,11 (12,67) aA Com própolis 30,58 (13,19) aA 30,61 (15,48) aA

As médias seguidas pela mesma letra maiúscula em linha e minúscula em coluna não diferem estatisticamente entre si, de acordo com o Teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.

(8)

De acordo com a Tabela 2, pode-se verificar que o tratamento com própolis vermelha previamente à aplicação do sistema adesivo não comprometeu os resultados de resistência de união, de acordo com as condições deste experimento. Os valores de resistência de união para o sistema adesivo Scotchbond Multi Purpose Plus foram estatisticamente semelhantes, de modo que o uso da própolis para estratégia de união com condicionamento ácido prévio não compromete o desempenho do material. Considerando-se os sistemas adesivos Scotchbond Multi Purpose Plus e Single Bond Universal verifica-se que não houve diferença significativa entre eles tanto no tratamento convencional quanto no tratamento com própolis.

7. DISCUSSÃO

Os sistemas adesivos são materiais primordiais na longevidade das restaurações adesivas, responsáveis pela capacidade de interagir com o remanescente dental e estabelecer uma área de união que se caracteriza por uma interface híbrida entre substrato dental e monômeros. Embora estes materiais tenham se aprimorado de sobremaneira, as restaurações ainda falham e são condenadas à substituição pela recorrência de cárie dental. Por muito tempo procurou-se aprimorar os materiais restauradores e os sistemas adesivos, mas atualmente muitos pesquisadores voltaram suas especulações na busca de desvendar quais são as causas das falhas das restaurações que não sejam dependentes do material restaurador. Neste movimento, surgiram estudos que observaram a recorrência da presença de metaloproteinases nas áreas de recidiva de cárie em dentina (Chaussain-Miller et al., 2006). A partir de então os pesquisadores passaram a buscar produtos que pudessem inibir a expressão destas enzimas e consequentemente aumentar a longevidade das restaurações (Hebling et al., 2005; Carrilho et al., 2007a e 2007b; Nishitani et al, 2013). Estudos que avaliam produtos naturais com características bioativas tem ganhado interesse da comunidade em função de não apresentarem risco à integridade dos tecidos e órgãos em comparação aos produtos sintéticos com característica terapêutica correspondente. Em Odontologia foi verificada a capacidade inibitória do crescimento do S. mutans caracterizando a própolis como um promissor agente de prevenção da cárie (Koo et al., 2002). Em um estudo de Sabir et al., 2005, os resultados observados sugerem que a proteção pulpar direta com própolis pode

(9)

retardar a inflamação da polpa dentária e estimular a formação de dentina reparadora. Adicionalmente, trabalhos desenvolvidos por Anauate-Netto et al. (2013 e 2014) observaram a ação da própolis sobre S. mutans e Lactobacilos relacionados à instalação da cárie e de doenças do periodonto.

É importante ressaltar que a aplicação da própolis vermelha durante realização da restauração in vitro não comprometeu a coloração do substrato ou a aplicação dos sistemas adesivos estudados. Outro ponto a se considerar é que as características reológicas da própolis em relação a viscosidade e fluidez favorecem sua utilização na clínica odontológica diária.

Assim como observado por Mena-Serrano et al., 2013 e Perdigão et al., 2013, as diferentes estratégias de união não apresentaram diferentes valores de resistência de união em nosso estudo.

8. CONCLUSÕES

De acordo com a metodologia utilizada em nosso estudo foi possível observar que a aplicação da própolis vermelha previamente aos sistemas adesivos Scotchbond Multi Purpose Plus e Single Bond Universal não compromete a resistência de união destes materiais ao substrato dental. Os sistemas de união apresentam resistência de união similar nas duas condições testadas de tratamento da dentina.

9. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Estudos de longo prazo devem ser conduzidos para avaliar a ação da própolis vermelha na área de união entre material restaurador e remanescente dental para verificar o possível potencial desta substância em aumentar a longevidade das restaurações.

10. FONTES CONSULTADAS

• Anauate-Netto C, Marcucci MC, Paulino N, Anido-Anido, Amore R, Mendonça S, Borelli Neto L, Bretz WA. Effects of Typified Propolis on Mutans Streptococci and Lactobacilli: a Randomized Clinical Trial. Brazilian Dental Science 2013; 16 (2): 31-36

• Anauate-Netto C, Anido-Anido A, Lewgoy HR, Matsumoto R, Alonso RCB, Marcucci MC, Paulino N, Bretz WA. Randomized, double-blind,

(10)

placebo-controlled clinical trial on the effects of propolis and chlorhexidine mouthrinses on gingivitis. Brazilian Dental Science 2013; 17(1): 11-15

• Burdock GA. Review of the biological properties and toxicity of bee propolis (propolis). Food ChemToxicol. Apr;36(4):347-63. Review of the biological properties and toxicity of bee propolis (propolis). Food ChemToxicol. 1998 Apr; 36(4):347-63.

• Carrilho MRO, Carvalho RM, de Goes MF, di Hipolito V, Geraldeli S, Tay FR, Pashley DH, Tjaderhane L. Chlorhexidine partially preserves long-term dentin bond strength in vitro. J Dent Res 2007a; 86:529-533.

• Carrilho MRO, Carvalho RM, de Goes MF, di Hipólito V, Geraldeli S, Tay FR, Pashley DH, Tjäderhane L. Chlorhexidine preserves dentin bond in vitro. J Dent Res 2007b; 86 (1):90-4.

• Carrilho MRO, Carvalho RM, Tay FR, Pashley DH. Effects of storage media on mechanical properties of adhesive systems.Am J Dent 2004; 17:104-8. • Chaussain-Miller C, Fioretti F, Goldberga M, Menashi S.The role of matrix

metalloproteinases (MMPs) in human caries. J Dent Res 2006; 85(1):22-32. • Daugsch A, Moraes CS, Fort P, Park Y K. Brazilian red propolis—chemical

composition and botanical origin. Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine, 2008, 5(4), 435-441.

• Donnelly DMX, Keenan PJ, Prendergast JP. Isoflavonóides de Dalbergiaecastophyllum .Fitoquímica. 1973; 12:1157-61.

• Hebling J, Pashley DH, Tjäderhane L, Tay FR. Chlorhexidine arrests subclinical degradation of dentin hybrid layers in vivo. J Dent Res 2005; 84(8):741-6.

• Ito S, Hashimoto M, Wadgaonkar B. Effects of resin hydrophilicity on water sorption and changes in modulus of elasticity. Biomaterials 2005; 26:6449-6459.

• Koo H, Rosalen PL, Cury JA, Park YK, Bowen WH. Effects of compounds found in propolis on Streptococcus mutans growth and on glucosyltransferase activity. Antimicrobial agents and chemotherapy, May 2002; 46(5):1302-1309. • Koo H, Cury JA, Rosalen PL, Ambrosano GAUM, Ikegaki M, Park Y K. Effect

(11)

accumulation and polysaccharide formation. Caries Research, 2002, 36(6), 445-448.

• Malacarne J, Carvalho RM, de Goes MF, Svizero N, Pashley DH, Tay FR. Water sorption/solubility of dental adhesive resins. Dent Mater. 2006; 22(10):973-80.

• Matos FJA, Gottlieb OR, Andrade CHS. Flavonóides de D. ecastophyllum. Fitoquímica 1975; 14:825-6.

• Mena-Serrano A, Kose C, De Paula EA, Tay LY, Reis A, Loguercio AD, Perdigão J. A new universal simplified adhesive: 6-month clinical evaluation. J Esthet Restor Dent 2013 Feb; 25(1):55-69.

• Nishitani Y, Hosaka K, Hoshika T, Yoshiyama M, Pashley DH. Effects of chlorhexidine in self-etching adhesive: 24 hours results. Dental Materials Journal 2013; 32(3):420–42.

• Park YK, Koo MH, Abreu JA, Ikegaki M, Cury JA, Rosalen PL. A atividade antimicrobiana da própolis sobre microrganismos orais. Microbiologia Atual 1998, 36 (1), 24-28.

• Perdigão J, Kose C, Mena–Serrano A, De Paula E, Tay L, Reis A, Loguercio A. A new universal simplified adhesive: 18-month clinical evaluation. Oper Dent 2013 Jun 26 (In press).

• Righi AA, Alves TR, Negri G, Marques LM, Breyer H, Salatino A. Brazilian red propolis: unreported substances, antioxidant and antimicrobial activities. Journal of the Science of Food and Agriculture, 2011, 91(13), 2363-2370.

• Toreti VC, Sato HH, Pastore GM, Park YK. Recent Progress of Propolis for Its Biological and Chemical Compositions and Its Botanical Origin. Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine, 2013, Volume 2013, Article ID 697390, 13 pages, http://dx.doi.org/10.1155/2013/697390.

Referências

Documentos relacionados

Dados domiciliares do IBGE (PME) sobre a população empregada das seis principais regiões metropolitanas brasileiras, média 2003 = 100, dessazonalizados pelo Itaú Unibanco.. Dados do

Qualquer investidor norte- americano que receba este relatório e que deseje efetuar qualquer transação em qualquer segurança discutida neste documento deve fazê-lo com o Itaú BBA

Como instrumento de gestão para a implementação de um projeto pedagógico institucional, a avaliação implica um processo sistemático, cuja atividade estruturada

II - sob contrato de afretamento a casco nu, por empresa brasileira de navegação, condicionado à suspensão provisória de bandeira no país de origem. 4º

 Comprovação de experiência profissional, conforme disposto no item 6.7 deste edital  Currículo Lattes. b) Experiência Profissional na Área - 1 ponto por ano completo

(Shittu et al., 2006) Sesame radiatum leaves Candida albicans Ethanolic Aqueous Negative Mildly (Shittu et al., 2007) Sesame radiatum leaves Candida albicans Methanolic

The benefits authorized in accordance with this regulation are the exemption from Customs duties on the importation of materials destined for the production

(Received 13 September 2017; revised manuscript received 22 November 2017; published 8 December 2017) We present results from extensive Monte Carlo simulations of polymer models