UMIVEHSIDADE FEDERAL DA PARA±BA CENTRO DE EQRHA.CJCO DE PROPESSORES DEPARTAHEHTO DE EDUCAClO E LETRAS
DISCXPLUTA: PRUTCIPIOS E METODOS DE SDPERVlSlO ESCOLAR I I I PROFESSORA: MARIA 3ILVANI PINTO
RELAI0*RI0 REEERENTE AO PRE* ESTAGIO
RITA LOPES DE SOUZA
(JENTVALDA PEREIRA DE SOUZA
Gostaxdamos que tod© s e r tsmana aoxedi.i;asse qua dentr© dele exist© uma fcarca capaz de t r a n s f cscma-la » pole a bom acreditax mo no-vo amannecer*
INDICE
Aprasentasaa De sertyolvi meirfco Somciliisao
Anexos
4»i Diagnose da escola 4»2 Diagnose da comunidade 4^3 Matria Analxtiea
APRESECTTACA'O
Nesta relat.ari.Qi cansta que as trabalnas que desempe-nftamos durante a pre-estagia faram as seguintesr Diagnose da es
c o l a * Diagnose da comunidade, Matrizr A n a l l t i e a * reuniao com as professoras a o piano de Acao Pedagogica*
Vale sallerrtar. que este relatLQrio e elabarado porque a uma tarefa. s o l i c i t a d a p e l a arientadora do prer-estagia, port an. t o o mesmo e de grande importancia para nos estagiarias,. v i s t a
que adquirimos mais experienoia de aprendizagemr novas c a n n e d
mentos e radnxraipente aplioaremos no campo proi^sxQnal*.
Palaremos com maiores detainee no desemvc&vimemto so ore o nosso desempenno durante o pre-estagia r as abstaculos que
OIVTMSNTO
De indicia fames connecer a. E s c o l a P r a : l i s s i o n a l Du~ que de\Caxias a em seguida perguntamos a administradora a era* R i t a Martgueira Gongalves se eramos a c e i t a s coma prae estagia r i a s da. escola,, portairta fomos a c e i t a s e "hem reeebidas,
livemos o segunda cantata com a admiriistradora da escola paxa entregarmoe o ofmcia, s o l i c i t a n d o sua presenga pa ra. pajrfcicipar de. uma reuniao n a TTPPR, r e f erente ao pre>estagia.
Exatamente no d i a 20 de maio de 1985* no horario ma tutino,, demos i n d c i o a nossa primeira a t i v i d a d e , que; f a i a. D i a -gnose da e s c o l a . Para a realizagao da mesma* dialogamos com as professoras juntamente com a adminf stradora* sendo que algmaas prof essoras s e omltiram a. responder os questionamentos »
Para concTudrmos a Diagnose da escola„ fizemos v i s i t a s aos p a i s dos alunos para uma eomversa informal a, r e s p e i -t o da si-tuagao dos filTros n a escola*
Visitamos tembem as s a l a s de a u l a s , para mantermos contato com os alunos, onde eantamos algumas musicas a dialoga mos com os mesmos.
Com relagao a Diagnose da comunidadet tivemos mails
envalvimento com a ccmonidade•„ conversamoas com os representaa t e s de grupas, pessaas responsaVeis pela. comunidade, e fomos no IBGE. At raves do contato que. tivemos com as pessaas da. commida de„ coninecemos as sens trabalnos e coTnemos os dados sabre a co munidade para a momtagem da diagnos^L r e f erente a. mesma»
Const atamos qme a cidade da C a j a z e i r a s dispoe de a l -gumas f a b r i c a s , sendo que os predutos sao import ados a exporta~ dos, 0 comercia e nnrLto l u c r a t i v o e dar pportunidade de trabaln© as pessoas* b& tambem l o j a s de a r t e s a n a t o s p o i s e um trabalho i n t e r e s s a n t e . E x i s t e a Teatro i r a c l e s P i r e s que se l o c a l i z a defron-te a. Escola. P r o f e s s i o n a l Buqua de Caxias. Em defron-termos de educacao a
cidade e bem desenvolvida,; h a v a r i e s esc a l a s de lf i e 2f i graus sen
da pertencentes a rede estadual e municipal, e x i s t i n d o tambem c u r sas superiores, atraves de orgao F e d e r a l ,
Quanta a religiao,, e d i v e r s i f i c a d a , temoe a c a t o l i c a . e protestante, am s e j a : B a t i s t a , Assembleia. de Deus e Testemunhas de Jeom* e algune t e r r e i r o s , as meemae se encantram nas p e r i f e r i a s .
Anted de comecarmos a matriz analmtica, fizemos uma reuniao com as profess eras e a administradora da escola,. com o
ob-i e t ob-i v o de collob-ier dados r e f erente s a s ob-i t u a c a p do ensob-ino-aprendob-iza- ensino-aprendiza-gem, detectando as p r i n c i p a i s problemas que afetam os alunos a pas sivelmente montar a matriz a n a l x t i c a , comagamdo dos mesmos, I)uraifc t e a. reuniao utilizamos uma t e c n i c a de cinco minutas e um questio-nariQ, em: seguida discutimos algune assuntos e agradecemos a. p a r t i
cipagaa de tadas,
F a i bastante v a l i d a e s t a reuniao, pois vimos que
QCOJP-r e u mudamca. de eompoQCOJP-rtamento com QCOJP-relagao a pQCOJP-rofessoQCOJP-ras e p QCOJP-r e L e s t a g i arias» despertando mais irrteresse par p a r t e de professoras, foil uma. conquista da nossa p a r t e ,
Depois desta reuniao iniciamos a matriz a n a l x t i c a , par tindo dos problemas mais graves, como: F a i t a de participaeao dos • p a i s na e s c o l a , dificuldade em l e i t u r a na 19 s e r i e , f a l t a de
materia l didmateriatico, f materia l t materia dmateria materiaomprxmaterianissmateria: dos materialunos cmateriam materias deveres e s -c a l a r e s a frquenoia. i r r e g u l a r por parte dos alunos. Nao f a i pas s f v e l solucianar estes problemas no pre-estagia, tenl^remas a-meniza-los no perxoda de e s t a g i a , pela menos alguns.
Pinalizanda a pre e s t a g i a mantamas a Piano de Agao Pedagogica^, onde aniotamos as atividades basicas para aplicarmas darante o e s t a g i a , ou s e j a : reunioes pedagogicas, reumf oes com. as pais dos alunos, enconrbra com as alunos, v i s i t a s em s a l a s de a u l a s , sugest.oes de atividades e outras nao p r e v i s t a s .
Em ralacao a metodologia, iremos t r a b a l h a r com t e c -raieas> brinoadeiras com as alunos a debates com todo o pessoal qua faz parte da e s c o l a .
Quanta aa m a t e r i a l que vamos udtilizar saa: espaca » f£sico, quadra negro, g i z * cartazes e outros,
Esperamos trabalnar num clima de paz e compreensao, tendo apoio de todos envolvidos na e s c o l a .
OONCLTJSSO
Relatando o trabalho que desempenhamos no periodo do pre-estagio, vimos como f o i importante a nossa participagao na escola, portanto houve um bom relacionamento entre professor, administrado-ra.e p r e - e s t a g i a r i a s , onde procuramos f a z e r o maximo para alcagarmos os nossos objetivos, colhemos os dados referentes a todas as a t i v i d a des que desenvolvemos, tendo uma. boa participagao de todas, i n c l u s i -ve dos p a i s dos alunos.
Yale s a l i e n t a r que desde o i n i c i o fomos bem a c e i t a s na escola, i n c l u s i v e a administradora nos deu grande forga e ajudou bas-tante.
Nao r e s t a duvidas, adquirimos muita aprendizagem, pois f i -camos sabendo melhor tudo que e relacionado a eseola, ou s e j a : A or-ganizagao da escola, o desempenho da administradora da escola, a fun—
gao das professoras, o relacionamento de t.odos que compeem a e s c o l a . Tamhem saimos um pouco da t e o r i a partindo para a p r a t i c a .
Esperamos que no nosso estagao, tudo ocorra da melhor f o r -ma p o s s i v e l , pois vamos t r a b a l h a r de for-ma integrada, onde a uniao faz
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA CENTRO DE EOEM&ClO DE PROEESSORES DEPARTAMENTO DE EDUCAQlO E LETRAS
DISCIPLINA: PRINCIPIOS E METODC^DE SUPERVISXO ESCOLAR I I I PROPESSORA: MARIA SILVANI PINTO
CURSO: PEDAGOGIA PERIODO: VI
DIAGNOSE DA ESCOLA PROPISSIONAL DUQUE DE CAXTAS
EQUIPE:
RITA LOPES DE SOUZA
GENIVALDA PEREIRA DE SOUZA
CAJAZEIRAS, 04 DE JULHO DE 1985
-IHTROinJClO
A diagnose da e s c o l a e fundamental,, p o i s atraves da meama nos baseamoe p a r a fazermos um bom trabalho, Por-tanto iremos conhecer melhor coma a e s c o l a ae desenvolve, como; h a o engajamento do p e s s p a l no processo educacional» a o que deTeremos f azer para uma aprendizagem. mais ef icaz»
Y a l e r e s s a l t a r qua a diagnose e um documento de muita importancia^ sendo que se renova a cada amo„ porque a escola. est a eempre em desenvolvimento.
I I — I d e n t i f i e a c a o
A- Nome da. instituiga©
Escola. P r o f i s s i o n a l Duque de Caxias B— Laealiizacact
Rua Dr*. L i b i a B r a s t l e i r o ,20 Cadazeiras— PB.
I I I — Candigoes f i s i c a s do predi© quanta a:: A— Origem da escola
A e s c o l a recebeu este noma paxa nomenagear Duque de Caxias» que foil m i l i t a r y margom*, a mesma c o n t r i b u i u e fax. responsaVel para a progresso da Pais,, portarrto no d i a 25 de a — gosto de todos os anna a comemorado o a n i v e r s a r i o da. ascola.,:
juntamente; com o do soldado. B— Limites
Aa nortet T e a t r a I r a c l e s P i r e s Aa s u l : Eua C e l . Peba
Ao l e s t e : Praga. Dom Adauto Ao oeste: Rua Cel*> Peba*
C— Seguranga.
A. e s c o l a e mala on menos segura*. v i s t a que nao e bam. l o c a l izada,, p a i s o predio f tea. noma eequina* apesar da d i s -por de oanelas* -port as e teto seguros.
A i n s t i t u i g a o tarn, acesso quanta ao local,, pois a mesma. f i c a no centro da cidade*
No que so r e f ere a adequabilidade e ccardlgoea geogra— f i c a s * percebemos que e mat a ou menos adequavel,, porque o t e r -rene e mais out menos piano t as candigoes poderiam s e r mais fa—•
voraveis,, piri,jneiip«Tma»rte em termoe de espago fisico,f c sendo que
tambem tern suas vantagens por s e r um pouco c l a r a e are jada» D— Area e espago da e s c o l a
1- T o t a l - 23..75im2
2— Area coberta— 23-751 m2
E - M a b i l i a r i o a equipamento e s c o l a r
0 m c b i l i a r i o que a e s c o l a dispoa no momento e:r 100 c a r -t e l r a s individuals,, 10 cadeiras*. 3 mesas,, 3 bureaux:,, 4 est antes 2 armarios,, 3 filtros„ 1 toca f i t a, 4 mesas para filtro„ 1 ge— ladeira,, 1 fOgao a gas e 1 bujao, Pelo que constatamos exlstem os de mais nacessidade..
Com relagao ae equipamento escolar., o mesmo se c o n s t l t u em*3 quadras de gist, 284 livros,. 1L Bandeira. Nacional, 2 mapas da Paraiba,. 1 mapa do Brasil„ 1 mimiograf a a, alcool„ 1 s i n e t a * 2 c a — rimbos^ 1 perfurador> 1 gxampaadoar, 1 c a l d e i r s o de alumanio,. 1 ba-d e ba-de alumfnio (granba-de) * 1 cuscuzeira* 80 prates ba-de alumlnio „ 60 eolneres de alumonia,, 1 concna de aJLunanio, 1 l e i t e i r a . de aluma*-nla„ 60 copos de aTuniflTiio;» 2 garrafas termicas* S xfearas de l o u —
ga,, 4 bandejas* 1 coiner de pan, 90 copos de plastico,, 90 eolne-r e s de p l a s t i c o e 90 peolne-ratos de p l a s t i c o .
Disponibilidade a u t i l i z a g a o ..
Yale s a l i e n t a r que todo a equipamento e s c o l a r esta. d i s — ponfvel e sendo u t i l i z a d o .
I T — E a t r u t u r a e funeiion^qnte da. e s c o l a AT- Services odTerecidos
Atualmerrte a e s c o l e so dispoe de uma. mini- bibliow teca„ atendendo em parte aos alunoe e pro±*essores» Tend© tarn— bam uma. eo2rimha para, s u h s t i t u i r a ffflrrfcTm*^
A a s s i s t e n e i a medico— odontalpgica. oeorre em parte » ao at raves de est a p i a r i e s *
Tipos de) prevideneias de afgunfir, p a i s de alunos d a E s c o l a I)uque de Caxiast INPS,; IPEP a SIHEICATO*
B— Entidades Educacionais e QUI s e r v i c e s de o r i e n — tacao e s c o l a r ,
Nas entidades educacionais, vimos o que realmente possuL mz
Cdrculo de p a i s e mestres, o contato do p e s s o a l dai e s c o l a com oe p a i s , am seja,, d i a l ago de mestre e p a i s de a — lunos*
Evidentemente nao e oxficializado o centre cJvioo,. perns nao e x i s t e a. fundacae da d i r e t o r l a , mas e x i s t i u a l g a r e — ferindo-se a. est a entidade, tendo ajuda da maroonaria,, atraves das datas comemorativas,
V— E s t r u t u r e a Organizacao adrnitriistrativa da escola!. Realmente a. e s c o l a possui o fluxograma e o e r a — nograma,
A e s c o l a funciona nos turnos: matutiao,, das? £00 as lUiOO he,, vespertine;* de 13:00 as IT: 00 hs*
T o t a l de alunos por s e r i e : I s aerie 26 alunos 2* serie 35 alunos 3* serie 29 alunos 4* serie 23 alunos T o t a l : 123 alunos. B a b i l i t a c o e s :
Administrador: Lxcenciatura Curta em Estudos S o c i a l s Quatro professoras tern curso superior
DDuas professoras tern curso pedagogico.
Obs: Apenas duas professoras concluiram o curso superior.
Duas professoras dao expediente no turno matut i n o e das no matuturno vespermatutino, sendo que uma f i c a a d i s -posicao na s e c r e t a r i a .
V I - Situacao Ensino- Aprendizagem
A- Como e f e i t o o planejamento de ensino Apoi uma conversa informal com as profes-soras, com 0 objetivo de colher dados s i g n i f i c a t i v o s com relagao a situacao ensino-aprendizagem,percebemos que nos,
futuras pedagogas, tamos um eompromisso em termoe de orientagao para, que o ensine venha a s e r a l g a que n a verdade teafaa fundamento e a que segam aplieados eonteudos eondizentes a realidade do educando,, v i s t a que h a j a uma maior integracao entre professor,, alune e p a l s de
alunoe* p a r a que a. Educacao passe a s e r um process© mntavel.
Tomando eonhecimenta come e elaeorado o planejamanto da escola,, tinremea uma visa© come as professoras se engaiam no desenvolviimanto da escola, dando sua contribuica© para melhores exit-os,, no entente ha. pouquisslma colahoraca© per parte delas, as quels aontinuam passivas a submlssas*.
Em termoe de planejamento. de ensino Y oaptamos dados de que o
mes-ma e elaborado em conjunto atraves de oriantagao das supervisoras no 9& CREC„ enquanto que o piano semanal e f e i t o de forma i n d i v i d u a l .
A metodologia u t i l i z a d a 4t aulas expositivas com apre sent acao de gravuras,, estude em grupo a individual,, estudo d i r i g i d o * debates, l e i -turas informativas.
Oomprovamos que. a a v a l i a c a e e f e i t a p e l a determinagao da Secreta-r i a de Educacao,, ist© nos f a z s e n t i Secreta-r que © eomodismo e s t a Secreta-realmente p Secreta-r e —
dominando nas e s c o l a s * onde a professors deveria s e r a pessoa mais i n
-fliinflTifL para d e c i d i r come a v a l i a r seus alunos * no entanto e x i s t e a im—
posieao da Secretaria. de Educacao,. fazendo com que a s i t u a c a o do e n s i -no permaneca de forma alienante.
Da nasso panto de v i s t a , e eompletamente errado a avaliagao s e r f e i t a p e l a S e c r e t a r i a de Educacao e C u l t u r a , portent© d e v e r i a s e r f e i -t a com a par-ticijpaca© de professores de cada d i s c i p l i n e , , so assim sabe«-riam u t i l i z a r out roe met o dos onde os alunos tambem pudessem opinarv.
Outra aspect© fundamental que s e r i a favoa»vel para o> a l i i — no e se: todo f i n a l de a u l a * a professor f i z e s s e uma r e v i s a o * coma se fosse uma. avaliacao.
Infelizmente o: que ocorre no sistema educaciomal e e s t a de-terndnacao* onde tudo vem pronto, sem permit i i r colaboragao de r e p r e — sentante de inBtituieao)* de professor* muito menos de aluno* ate at recuperacaoj obedece a calandario e s c o l a r .
Acreditamos que sempre ocorreui e sempre ooorrero. evasao* devido v a r i a s causas* alunos carentes, viagem. dos pais,, outros que trabalnam,, primeipalmente no tempo de inverno* 0 qua tern sido f e i -t o para diminuir a evasao, e apenas reuniao com os p a i s para saber
I
a motivo da desistencia..
Realmente, a reprovagao acontece ami todas as e s c o l a s a mesma tern suas causas, coma ficamos sabendo:; c r i a a c a s carentes,, f a i — t a de assistenciia dos p a i s no process© ensino- aprendizagem,. f a l t a de i n t e r e s s e dos alunos,etc*. 0 que tern: sido f e i t o concretamente pa-r a amenizapa-r o ppa-roblema saos Reunioes com as p a i s dos alunos pedin— do que as mesmos orient em seus f l l has * para que e l e s tenham mais i n -t e r e s s e nas a-tividades escolares, modificacao n a me-todologia de ensino a nas aulas departamentais se da a s s i s t e n c i a e s p e c i a l aos a l u -nos mais necessitados*
Em termos de defasagens que afetam o ensino aprendi zagem,. nos como pre- e s t a g i a r i a s estamos cientes de que e x i s t em muitas, no
entanto quase nada e f e i t o para supera-las* e i s t o f o i comprovado at raves de uma conversa com as professoras desta i n s t i t u i g a o . Va*-l e r e s s a Va*-l t a r que aVa*-lgumas se negaram a responder quaVa*-lquer questions— menta*.
Percebemos que ainda necessriam de mais confceciment as do que e realmente? o ensino*- aprendi zagem.
Acreditamos que sao iaumeros fatores que prejudicam oj ensino aprendizagem* como sejam:; A f a l t a de entrosament© de professor e aluno, f a l t a de uma "boa metodoiogia aplieada n a s a
-le, de a u l a .
Como defasagens encontramos: — Desajuste f a m i l i a r
Falta.de incentive dos p a i s (analfabetos)
— F a l t a de iinteresse dos alunos a p a i s de alunos.. Sabre © p e r f i l . do aluno, este aspect© e ample e
abrangente „ portanto todo aluno ao ingressar na. e s c o l a * e obvio que ocorre uma mudanga n a s u a vida,. pois aos poucos vao surgin-do novas amizades, vao exiginsurgin-do outros comportamentos, assim a c r i a n c a v a i despertando para outro mundo. Ficamos sabendo que as modiif icagoes que ocorre ram f oram: 0 melhoramento do n i v e l de aprendi zagem,. um pouco de mudanga de comport amento. Ainda se sen-te dificuldades n a maneira de escrever,, no relacionamento: e na t e c n i c a de l e r . Logicamente aos poucos e l e s poderao a d q u i r i r no-vas i d e i a s , outras maneiras de comportamentooutra visao de mdn-d©„ a quel faz parte, que esperamos futuramente serem bons c i d a — daos* assim poderae c a n t r i b u i r efetivamente n© progresso do.; P a i s ,
Sugestoes para a melhoria do ensino aprendlizagem
Essencialmente para melhorar o ensino: aprendi zagem,, p r e — c i s a r i a haver um bom relacionamento entre professor e aluno,, bom e s — pago f i s i c o * c r i a t i v i d a d e por parte de professor e aluno* eonteli-des que seiam da realidade do alone,, a metodoiogia s e j a e f i c i e n t e ,
um bom material pra s e r u t i l i z a d o .
Esperamos que os professores tenham mais i n t e r e s s e em estudar detalhadamente os problemas da Educagao, para atua-rem nas suas fungoes, so assim obterao mais rendimento.
Eialogando com os p a i s dos alunos, obtivemos dados interessantes a respeito da escola, onde o f i l h o esta i n s e r i d o . Concluimos que a maioria dos p a i s sao analfabetos e alguns a l f a -betizados, como tambem existm mais da metade com pes si; mas condi-goes f i n a n c e i r a s , ganhando baixfssimos s a l a r i o . 0 que predomina sao f a m i l i a s numerosas, tendo p r o f i s s o e s diversas, ou s e j a : A g r i -c u l t o r , a u x i l i a r de servigo, pedreiro, sapateiro, -comer-ciante, do-mestica e aposentados.
Pouquassimos sao assoeiados na LBA e CdCrculo Operario. Os p a i s veem a e s c o l a como boa,sendo que ocorrem algumas f a l h a s . Almeoam que os f i l h o s concluam o primario bem f e i t o , e s e -jam educados. E quanto a escola, esperm uma boa aprendizagem para os filhos e que progrida sempre.
CONCLUS&O
Na. explanagac da diagnose, vimos o quanta e i n t e -ressante conhecer a fundo uma imstituigao, so assim ficamos ' sabendo coma a e s c o l a funciona, conhecemos o peesoaH qua faz ' parte da mesma, coma e a relacionamento entre administrador, professor e alunos e a que tern f e i t o a pessoaX re sp on save! pel© processo ensiino> aprendizagem- , para uma educacao mais e— f i c a z .
Trabalnando em cima da realidade desta e s c o l a , v i -mos como e realmente a atuaga© dos professores e, aos poucos conhecemos de forma mais abrangente, port anto e p r e c i s o d i s ^ pormos de tempo necessario para que nao fiquemos apenas r e c e -bendo teorias,- n a verdade o que deve s e r pregado e uma praV t i c a onde a e s c o l a nao se j a apenas uma mere transmissora da conhecimentos, e sim* formadora de uma educagao e f i c i e n t e , que nao se deixe i n f l u e n c i a r per ideologias e passe a s e r um processo onde h a j e iintexvsse, responsabilidade e tambem uma * mudangan© sistema educacional, atraves do desenvolvimento * do sense crattico dos alunos como tambem de todo o p e s s o a l em— volvido no ensino aprendizagem.
Realmente o trabalho f o i valid©: e de grande im-port a n c i a para nps, apesar de t e r sido um pouco c a u s a t i v e e;
© tempo resumido. Mesmo assim aprendemos algo mais interessam-t e .
UNIVJ^SLDADE FEDERAL DA PARA£BA GENTRQ DE FORMACAO DE PRQFESSOEES DEPART AMENTO DE EDUCACAO E LETRAS
DISCIPLINA: PRINC^PIOS E MjETODOS DE SUPERVISAO ESCOLAR I I I PROFESSORAS MARIA. SILVAN! PINTO
CURSO: PEDAGOGIA PERlODO: V I
DIAGNOSE DA COMUNIDADE REFERENTE A ESCOLA PROFISSIONAL DUQUE DE CATLAS,
EQUIPE:
RITA LOPES DE SOUZA T5
GENIIVALDA PEREIRA DE SOUZA
INTROUPClO
E* obvio que a diagnose da comunidade e muito v a l i d a , porque e atraves da mesma que conhecemos melhor o contexto em que a escola e s t a i n s e r i d a , sens problemas, suas necessidades e tambem podemos v e r o que se pode f a z e r de concreto para a-menizar a problematica e r e a l i z a r possaveis mudangas.
E* e s s e n c i a l a diagnose da comunidade? pois assim co-nhecemos melhor os fatores que influenciam a v i d a da comunidade mostrando os pontos p o s i t i v o s e negatives, a v i d a dos a l u nos escola. Ficaremos sabendo tambem detalhadamente o que e x i s -t e den-tro da comunidade como: Orgaos, pos-to de saude, funciona-mento das entidades, entrosafunciona-mento da populagao e outros.
rDEHTIPICACiO
Vale s a l i e n t ax que a comunidade; onde a Bscola. Pro£issional Duque de Cazias situa*-se a no centre da cidade.„ sendo que em frente a. e s c o l a temoe o t e a t r e i r a c l e s P i r e s m * a E s c o l a Monsenhor Milanez* Picendo ao lado dixeito cases r e -s i d e n c l a l -s „ o predio da Uniao Macontca; Cajazeiren-se e o T i r o de Guerra*.
Os l i m i t e s da cidade sao: Ao norter Ant en or Navarro Ao sul:: Sao Jose de Piranhas Ae l e s t e : Souea
Ae oeste: Cachoeire dee I n d i e s e Bom Jesus*. A populacao d a comunidade de Ca^azelras c o n s t a de 46 • 380 habitant es,, onde 31.531 pertencem a zona urbana e ' 14*849 pertencem a zona r u r a l *
Aspect oe r e l a t i v o e a: A— Fofmacao Administrative
Atualmente o p r e f e i t o qua administra nossa e l — * dade e o medico Br* E p i t a o i e L e i t e Rolinr„ e mesmo e s t a atuan— do p e l a 2* vez no cargo de p r e f e i t o de C a j a z e i r a s *
Em termoe de relacionamento da comunidade com * os trabalhoe administrativosf : e l e acontece de forma p a r c i a l » •
QUI se j a * o p r e f e i t o de nossa cidade nao dispoe de tempo s u f i — clente para um melhor entarosamento com a comunidade,, v i s t a qua t r a b a l h a come mpdice e a l g a mais* no ant ant Q,. nao dando uma. a s -s i -s t ene l a a comunidade» pott-s mantem poueo contato com o-s -sen-s *
faneionarias,, e o sett maiear contato a com os vereadores a medi-cos.
A comunidade n e e e s s i t a do apoio dos poderes* por i s -t o a preciso qua n a j a um nam relaeiomamen-to, v i s -t o que es-tao sem-p r e a sem-prestarem servigos as sem-pessoae que fazem sem-parte d a commaida^ de,
Na re alidade p edemas d i z e r que ha v* y^^n^nrawrr^ ^ entre a comunidade e os poderes executive* l e g i s l a t i v e e jtodiciario*
Babitagae>
Em se tratando de moradia* a comunidade dispoe de casas razfoaveis* sendo que umas see alugadas a a maioria sao proprias^ t e das const am de saneamento b a s i c o e energia,
Vimos que as condagaes hah i t ae i o n a i s satifazem ae mora— dares em p a r t e * pois sempre e x i s t em problemas de esgotos* as vezes f a l t a mais espagos nas r e s i d e n c i a s e problemas de energia,
Sapde
Quanto a sapde* h a h o s p i t a l s , postes ambulatories * una— dade s a n i t a r i a * elaaaiicas odontolcgieas e maternidade para dar a s -s i -s t a n c e -s a populagao de: um mode g e r a l * -sendo qua a e -s c o l a nao ha. um atendimenta direta.. E at raves das previdencias s o c i a l s que os *
servigos sao prestades* portanto tern mais acess® quern as possui. As previdencias que a comunidade tern acesso sao:- INPS, Sindieato* IPEP,,. e algune nao possuem nenhuma,
Infelizmente o atendimento das previdencias nee s a t i s — faz a comunidade devido a discriminagao s o c i a l * flcando muito a de*-s e j a r .
Sabre as prevengSes das doengas da nossa comunidade* so e a s s i s t i d a em periodo de campanhar no case de vacinas contra a pa—
r a l i s i a * tnberculose a outras. Aa doancaa qua mais predaniinam sao:. gripes ,; desinterias,, verminoses* cachumba e sarampo*
0 esclarecimente que as estagiarias podem oferecer a. comunidade pode s e r sabre as p r i n c i p a l s doengas que a f e t a m a comunidade*.
Educacao e Culture
E x i s t em duas e s c c l a s n a comunidade,, ambas f u n c i o — nam em dois turnos na 1* fase do I * grau* a Escola- Prof i s s i o — n a l Duque de Caxias possui 123 alunos,. aaquanto que a Escola ' Monsenhor Milanez p o s s u i 203 alunos» Existem outras entidades estudantis na nossa cidade, ao qua se distanciiaa do centro da cidade*
Sao v a r i e s f a t o r e s que d i f i c u l t a m a nossa educagao, sendo principal,, a f a t o e economieo,. os outros sao: saude, p s i — cologico* estrutura. governamental* professores nao nabilitados,;
diecrijmiinacao;* autoritarismo a assim sucessivament e »
Quanta ao n a v e l das pessoas da nossa comunidade e ' d i v e r s i f icado* sendo que a maioria sao de curso medio* devido a situacao economical nao podendo c o n c l u i r curso superior*
Evidentemente,, a. comunidade espera que ocorra uma mu— danca que venha benef i c i a r mais a populagao* dimfnuindo o a n a l f a — betismo e dando sua pareela na sociedade*
Anteriormente falamos que a comunidade espera uma mu-danca,, port ant o a e s c o l a ainda nao atende as suas necessidades de um modo geral,, pois a p a r t i r desta mudanga,. podera a e s c o l a com-t r i b u i r para o progresso*
Nao r e s t a duvida, se houvesse mainr Integra gao; a n t r a a e s c o l a a a comunidade*, naveria maior rendimento e a e s c o l a da—
r i a sua, confcribuicao no crescimento da populacaa*.
Quando hjfc coesao antra a comunidade e e s c o l a . qua a populaca© f i c a fazendo parte da escola,, vieitand© a r e l a — • tando suas experiencias as quels tern passado „ neste casap es tao dando colaboracao a e s c o l a * e as aulas nao ficam t a n mo -nptonas e c a n s a t i v a s .
Emtermos de c u l t u r a e recreacao am nossa ooiDuni-dade, vale r e s s a l t a r qua ao lado desta escola tamos um t e a t r o * mas o. mesma nao funciona diretamente* pois as pessoas nao es — taoc habituadas ainda a participarem de encenacoas t e a t r a i s a • ate mesmo nao estao conscientes do s e a v a l o r , Em C a j a z e i r a s t a -mos tambem a B i b l i o t e c a P u b l i c a * t r e s emissoras de radio* g m — pos de t e a t r o , cinemas,, clubes e j o m a i s como 0 NORTE a A UNlXO.
Canfissoes
Em r e l a c a o a r e l i g i a o da comunidade* a que predomi— na. mais 4 ° c a t o l i c i s m a * dentro d a mesma se destaca o movimen-t o carismamovimen-tico,, o quaJmovimen-t movimen-t e v a injmovimen-tcio na pouco movimen-tempo* como movimen-tambem
e x i s t em outras r e l i g i o e s comot protest antes* on se j e t Batista,, Assembleias de Deus a Testemunhas de Jeovp* Vala salientar que proximo a E s c o l a P r o f i s s i o n a l Duque de Caxias f l e a uma das
As-semble i a s de Deus a mais aniente f l e a a Catedral.
Sabemos que sao inumeroe os t e r r e i r o s , os mesmos s e localizam nas p e r i f e r i a s da cidade*
Aspectos S o c i a l s e Economicos A- E s t r a t i f i c a g a p S o c i a l
£ ebvio que sempre nouve divisao de c l a s s e s * onde a * mLnoria e p r i v i l e g i a d a e a maiorla e s t a sempre sendo oprimida*
i n f elizmente ainda v a i contimuar e s t a d i v i s a a par algum temp©* pois na nossa clidade a regime e c a p i t a l i s t s a as passoas na© • estao preparadas para se organizarem e Intarem p a r a que h a j a * uma melhoria neste aspect©. Ha comunidade e s c o l a r * com re l a —
ca© aos pais dos alunos* os mesmos pertencem a c l a s s e baixa, v i s t© qua ai madioria e agricultoar* e x i s t em tambem pessoas que per- — tencem a c l a s s e media.
SB — Grupos filantrppicas ou caritativos
At raves de dialogo* ficamos c e r t as de que n a nossa ' comunidade existem pessoas comprometidas ami f a z e r caridade* pois cenversando com um component e de um' grupo e a r i t a t i v o * vimos que © trabaln© a muit© valid©* portent© na uniiao e celaboxaca© pour * parte de todos que fazem parte deste grupo* 0 que © grupo f e z ' de concrete n a comunidade f o i fundar uma e s c o l a pe no: chao* onde teve i n i c i o ; apenas com 10; c r i a n c a s * todas carentes e estavam sem estudar per f a l t a de condicoes e ate mesmo: f a l t a v a a alimentaca© das mesmas.
Realmente o grupo lutou para conseguir sem objetivo* que na verdade aXcanceu em parte* pois e l e s gastariam de formar^ um l a r para, as eriancas que tamto sof rem por conta de uma s o c i e -dade i n j u s t a * mas apesar de tudo foram recompensados* pois a e s — colinha s t a p l e s e acolbedora e s t a em andamento* e i s t o fox uma ' v i t o r i a que © grupo ©bteve* apesar da precariedade* receberam um pouco de apoi© da pref e i t u r a juntamente com a FUNDATE*
0 ©bjjetiv© fund amenta*, d© grupo e apenas trabalhar am p r o l das pessoas carentes* independentemente de qualquer cidade* © que importa mesmo e que s e j a necessitado*
do grupo * o mesmo s s t a c m t r i i u i n d o bast ante para um mund© mails
human©,, mais j u s t e . Na medida que © grupo e s t a contribuind© na. ^ bat alma, em pr&L das pessoas carentes, tentamd© solucionar os '
problemas dos mesmos* isto; prova que e s t a progredindo muit© mais para a comunidade* dando o dire i t o e © respeito da pessoa to—u
Sabemos qua hat muitos trabalhos r e a l i z a d o s por a r t e — saos* i n c l u s i v e tern duas l o j i n h a s de artesanatos qua -fleam, em ex— posicao n a centro da cidade de C a j a z e i r a s , pois sao obras beld*s~
simas e de grande valor,, apesar que aTgnmas pessoas nao v a l o r ! -zam Q> desempenho) dos p r o f i s s i o n a i s . Outras pessoas fazem suae t a — r e f as nas suas residenciias,. nas escolas,, nos orgaos comot LBA* cen-tro. s o c i a l urbano,. c i r c u l o operariav
Na comemoragao do aniversario da cidade ocorre sempre a. f e i r i n h a cultural,, tend© a- participaga© da comunidade a v i s i t a s de outras cidades.
Os p r i n c i p a l s trabalhos realizados pelos artesaos sao : estamparia, ©orte e costura* rede,, creche* trie©* bordado* macra— me,: gesso a outras.
Em nossa comunidade as pessoas exercem v a r i a s fun goes comos Puncionario publico, advogad©, professor,, mpdico, enfermei— roc,, estudante,: p r e f e i t o * vereador. c a r t e i r o , a g r i c u l t o r * pedreiro* c a r p i n t e i r o , pint or,.. servente,; domestica e outras*
Na nossa cidade constatamos que existem algumas f a b r i — cas como:: a de Sabao I a a c l * f a b r i c a de bebida Tubafna* Xanduina, * f a b r i c a de dace Rio Verde, f a b r i c a de rede* as quels colaboram bas— tante no desenvolvimento da cidade, alem d© lucre,, dando acesso ao mercad© de trabalho*
sao export ados, pois o mercado de trabalho nao d a r i a muit a l u c r e s e nao houvesse exportagao*. 0 mercado de t r a h a l h o jp pequano a e— x i s t em pessoas carentes* pert ante as produtos tern: que s e r expor— tados para as cidades mais proximas e outras d i s t a n t e s * As vezes sao expotados para outre est ado* ou se;jje* pare o Ceare*
Evident emente ha v a r i e s produtos que sao import ados pela comunidade* citamos alguns: b i j u t e r i a s , , perfumes» redes* c a l
-gados entre outras*
A importagao se da at raves de outros eomerciarttes de outras cidades e estados* as mesmos vemina expectativa de c a p i t a l *
Acreditamos que as dificuldades encantradas n a import tagae e exportagao de produtos sao a a r i s e economice. que a p a i s ea-f r e n t a e a ea-f a l t a de comercio.
CONCLPSXO
Relatando nm trabalho* a qual tivemos mais combat a com. O) pessoaH da comunidade, conhecemos melhor a desempenho, das pes seas* os principalis produtos existent es na cidade* o© prchlemas qua as pessoas enfrentam* grupos c a r i t a t i v o s * enfim passamos pet outra experiencia de v i d a * onde adquirimos mais aprendizagem a ficamos * eonhecendo melhor^ a realidade de n o s s a comunidade*
Nao r e s t a duvida que aprendemos muito mais com a ' p r a t i c a * porque trahalhamos com- mais imteresse a disponihilidade* pois f o i um trabalho g r a t i f i c a n t e a ruturamente pederemos c e n t r i — b u i r dando sugestoes a praticamdo boas acees, tentamdo solucionar os problemas mais graves qua a comunidade emfrenta,. pois p lamentaval o estado am que os moradores se encontram.
Pauta Da Reuniao 17/07/ 85
1 Objetivo: Coiner dados referentes a situacao do ensino aprendi -zagem, detectando os p r i n c i p a l s problemas que a f e t a os alunos e pos-sivelmente montar a matriz a n l f t i c a , partindo dos mesmos.
2- Metodoiogia; Tecnica de"Cinco Minutos" Questionario
3- Assuntos a serem discutidos: Sobre planejamento, avalia§ao, meto-doiogia, evaaao, reprovacao e os demais problemas existentes na esco-l a .
4- Avaliagao: Depoimento i n d i v i d u a l dos membros da reuniao, mostrando os pontos p o s i t i v o s e negativos.
5- Agradecimentos das p r e - e s t a g i a r i a s .
Genivalda P e r e i r a de Souza R i t a Lopes de Souza
TESTE DE CIFCO MDTOTOS
Voce pode sequir a s intrugoes indicadas na. l i s t a abaixo 01- Leia tudo antes de fazer qualquer coisa.
02- Coloque seu nome na parte superior d i r e i t a desta pagina. 03- Eaga um circulo em redor da palavra nome na frase n2 02 04- Assine seu nome depois do t i t u l o
05- Antes do escreva sim, sim, sim.
06- Eaga. um c i c u l o em redor da f r a s e nS 4 . Levante-se e grite: f i z um c i r c u l o na f r a s e n2 04.
Ot?- Coloque um c i r c u l o com um x na parte i n f e r i o r esquerda desta pa-gina,
08- Desenhe um triangulo em redor do x
09- Multiplique 2x6.5000 no verso desta pagina 10- Sublinhe a palavra t i t u l o na frase n$ 04
11- Some 8960 no numero 246 no verso desta folha.
12 De senhe um c i r c u l o em redor da resposta e ponha um quadro em r e -dor da c i r c u l o .
1 3 - Eure tres huraquinhos no topo deste papel com seu lapis 14- Sublinhe todos os numeros desta pagina
15- Agora que voce acabou de l e r cuidadosamente, execute somente as instrugoes contidas na f r a s e n 01
16- Obrigada pela sua cooperagao,, Estou c e r t a de que voce estara de acordo de que este t e s t e f o i muito interessajfcte.
• J
QXJESTIONXRIO
1 - Como voce planeja suas atividades para a p l i c a r na sala de
aula?
2- Qual o metodo que voce u t i l i z a para a v a l i a r seus alunos?
Comemte-o.
3 - A metodoiogia aplicada em sala de aula v i s a atender as
ne-eessidades dos alunos? Par que?
4- Da* seu. ponta de v i s t a na muit as evasoes? Quais as eausas?
5- 0 i n d i c e de reprovacao em sua turma e grande? J u s t i f i q u e ,
TMTVERSIDADE FEDERAL DA PARAiLBA CENTRO DE FORMACXO DE PROPESSORES DEPARTAMENTO DE EDUCACSO E LETRAS
DISCIPLIirA: PRINClPIOS E METQDOS DE SUPERVTSXO ESCOLAR I I I CURSO: PEDAGOGIA V I
MATRIZ ARALlTICA DA ESCOLA PROPISSIOHAL DUQUE DE CAXIAS
EQUIPS: j?:&Xv L^VtA rQo ^ i y . RITA LOPES DE"SOUZA
GEHTVALDA PEREIRA DE SOUZA
MAIBIZ AHALI*!DICA DA ESCOLA PR0EI33I0NAL DUQUE DE CAZIAS
V a r i a v e i s I n d i c a d o r e s 1
1 - Rao participagao dos
p a i s no que se r e f e r e a s i t u a -Qao dos f i l h o s na escola.
2 A f a l t a de m a t e r i a l d i -d a t i c o .
3 - Alunos nao comprometi—
dos com os deveres escolares.
4 - Erequencia i r r e g u l a r
dos alunos em s a l a de a u l a . 5- Alunos com d i f i c u l d a d e s em l e i t u r a s , p o i s leem sem f a -zer pontua$ao;gaquejando. ou so-l e t r a n d o .
90^ dos p a i s dos alunos nao p r o
-curam saher como v a i o f i l h o na es--escola.
— 0 m a t e r i a l d i s t r i b u i d o na esco-l a nao atende as necessidades dos alunos.
- A malaria, dos alamos da 1 * se%-r i e nao se%-r e a l i z a m as a t i v i d a d e s que o professor/ passa em sala. de a u l a *
- A majioria dos alunos da. I s
se-r i e : nao fse-requentam as aulas d i a se-r i a menrte.
- A m a l a r i a dos alunos da I s
se-r i e tese-rn d i f i c u l d a d e . em l e i t u se-r a .
1 Anallse dos lndicador.es Prognosticos
- A m a l a r i a doe p a i s nao sao - Se os p a i s nao se
intfce-I cansciemtes da impart ancia. de sua ressarem pel© ©stud© dos f i — J J participagao no processo ensino-a Ihos, possivelmerrte ©correraj
1 premdizagem. reprovaQao.
Alem. de pouc© m a t e r i a l , a di's- - Nao ha p o s s i h i l i d a d e de I
1 trihuiga© 4 i r r e g u l a r . rendimento n a escola., se nao - Provav e Iment e e l e s acnam que tern m a t e r i a l s u f i c i e n t e .
1 nao sejam da sua realidade ou nao — 0 aluno. se tornara. i r r e s I J tern incentive para a reaHzagao ponsavel a nao adquire mais I
I das mesmas* conhecimentes,: cas© na© cum-J
- F a l t a de uma "boa metodoiogia p r e suas t a r e f a s .
J aplicada em sala. de aula. — Sem dpvida,,, havera evasad
- F a l t a de a s s i s t e n c i a i n d i v i - ao. muitas reprovaQoes na. tur4
d u a l para o aluno* ma., cas© ©s alunos na© f r e —
quentem as a u l a s .
— Cas© e l e s na© tenham es-J
sa assistencia,, nao poderao
Solugaes Pessoal necessario
— De inxoiio p r o p o r c i o n a r a>
engajamemt© dos p a i s doe aJhJb-nos na. escoTa» a t r a y e s de reu-n i t e s .
— P a r t i c i p a g a o dos p a i s dos alnane nas f e s t a s cojngmoicati-vas. — E n v i a r ofi*cio ao 9C CPEC, s o l i c i t and© m a t e r i a l s u f i c i e n -t e para a e s c o l a . — E n v i a r o f x c i o as e d i t o r a s e l i v x a r i a s s o l i c i t a n d o mate-r i a l didatico..
— Uma conversa i n f o r m a l com
os alunos e Eiudanga na met ado
l o g i a u t i l i z a d a pela p r o f e s s o r — M u i t a c r i a t i v i d a d e p o r • p a r t e do p r o f e s s o r . — Mudamga de metodoiogia. e mais i n t e r e s s e p o r p a r t e dos alunos. — s u p e r v i s o r a s , a d m i n i s t r a d o r e s c o l a r , p r o f e s s o r e s , e s t a g i a r i a s , p a i s dos alunos, o r i e n t a d o r a s do est a g i o , monitora e alunos.
ScOmcaes M a t e r i a l necess.ari.0 — Um bom r e l a c i o n a memta enrfcre p r o f e s s o r e. a l u n o , — Aulas i n t e r e s s a n -t e s onde b a j a moiiivagao e qua p a r t am sempre da.
— espaco f f s i c o , c a d e i r a s , b i r o , giz:,
aspouja* quadro negro, l a p i s , caderno, p a p e l o f f c i o , envelope, carimbo da escol a , maquina d a t i escol o g r a f a , c o r r e i o * c a r t o -l i a a * c a r t a z e s , f i c n a s a o u t r c s . r e a l i d a d e do aTuno. — U t i l i z a r um meto-do comeQanmeto-do meto-do simples para o complexo.
Obstaculos Cronograma
- So por motiaro. s u p e r i o r , Setembro a Dezembro de 1985;.
on. casa as p a i s nao venham a s s i s t i r a reuniao,.
- Caso a administradoxa naa concorde em e n v i a r os
o f f c i o s e as e d i t o r a s e 9fi
CREC naa atenderem as s o l i -c i t a g o a s * a pronlema nao se ra: solucionado.
- Se os alunos nao compare cerem para a. conversa, a prablema naa sera s o l u c i o -nado*
— Se em M p d t e s e alguma a p r o i e s s o r a nao a c e i t a r a proposta* a s i t u a c a o nao se m o d i f i c a .
— Se nao adguixirmos Q ma-t e r i a l nao sera p o s s f v e l o desenvolvimenta das a t i v i d a des.
UNIVERSIDADE FEDERAL DA P A R A I B A CENTRO DE FORMAClO DE PROFESSORES DEPARTAMENTO DE EDUCACAO E LETRAS
DISC1PLINA: PRINClPIOS E METODOS DE SUPERVISlO ESCOLAR I I I PROFESSOR** MARIA SILVAN! PINTO
CURSO r PEDAGOGIA V I
PIANO DE AgSO ESPECiFICID PARA 0 ESTA*GIO SUPERVISIOFADO DE SUPERVISlO ESCOLAR
EQUIPS*
^
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^ .
RITA LOPES DE SOUZA
GEN:IVALDA PEREIRA DE SOUZA,
I - I d e i r t i f i c a g a a
A*- T i t u l o
Plana de Agao E s p e c i f i c o para a e s t a g i a supervisionada de Supervisaa E s c o l a r .
B— Localizacaa
E s c o l a Prof i s s i o n a l Duq.ua de Caxias. Cajazeiras-PB»
Adjninistrador E s c o l a r : R i t a Maagueira Gangalves. P r e - e s t a g i a r i a s r R i t a Lopes de Souza Genivalda P e r e i r a de Souza. C- Perfoda de exacucao Setembro a Dezembra de 1985» D— Responsabilidade: R i t a Lopes de Souza Genivalda P e r e i r a de Souza.
U S E J u s t i f i c a t i v a
E* indispensavel a montagem de um Plana de Acea Pedagagica na e s c o l a * portanto e plane— jando que iremos executar as atividades* e ao mesma tempo tentaremos r e s o l v e r os problemas qua a -fetam a comunidade e s c o l a r . P a i s e um documenta muita import ante da e s c o l a que e relacionado ao en sinn-aprendizagem, atraves do mesmo iremos orientar as pessoas envolvidas com a educacao, assim f u turamente ocorrera mutacao no, tocante a educacao,
E* fundamental a aplicacao de uma boa metodoiogia* para que a nosso trabalho obtenha • mais e x i t as.
I l l - Objetivosr
A— Gerais
— Piroparcianar um "bom relacllonamento entre toda pessoal e n v a l v i d a mo ensino*-aprem>-dizagem da Escola. P r o f l s s i o u a l Duq.ua da Caxias.
— Mostrar uma forma, e f i c i e n t e da como u t i l i z a r uma.. boa metodoiogia em s a l a de a u l a * — Fazer com que n a j a mais engajamento entre as pessoas da escola e particapacao dos mesmos,; assim navera major rendimenta*
B- EspeciCficos:
— Dialogar com os alunos deste estabeleoimento a fim de que e l e s percebam como e ' importante cumprir com as suas t a r e f a s *
— Dar sugestoes de atividades a professora da 1 * s e r i e * para que h a j a melboria. em * termos de l e i t u r a *
TV— P I MMffiBBBanrtt o1 C out r o l e e Avaliagao
Atlvioad.es baeicas
— Reuniao. pedagogics, cos |as professoras,
— Ene omtro com os a l u — Inos para, f a l a r scbra saos pre [blemas em sala. de a u l a ,
V i s i t a . a, s a l a de a u l a I p a r a d i a l agar com a p r a f e s
-sora a os alunos,
— Treinamento com os pr< fessores sabre metados de led t u r a * e outras de acordo com as d i f i c u l d a d e s dos alunos* Operac ionalizagao -> Atraves de c a r t a zee, sugestoes de a-t i v i d a d e s * a-t e c n l c a s e dialogo. — EnvolvendQ b r i n — cadeiras e dialogo, — Aplicagao de t e c n i c a s e questionamen toe para oportunlzar o dialogo,
— Debate sobre os problemas em sala. de a u l a *
Cronograma
Satembro Outubro ITovembro Dezembro
l»s l»s l * s l^semana
2§ 28 2« 2*
3» 3» 3» 3*
Nio desenralar deste Piano de Acao Pedagogica* vimos como e realmente import ante f a z e — l a na estabelecimento de ensino, p a i s a p a r t i r da£ saberemos detalnadamente como a a e s — trudturagao da escola- e o funcionamento da mesma. Tentaremos executar as atividades aqui previs t a s com interesse a tendo em v i s t a as abjjativos p r e v i s t o s * fazenda com quae a escola. fique mais organizada e todos as membros participant ativamente praporcianando assim o progress© da mesma*
Ref erenicia, B i b l i o g r a f ica.
- L i v r a s e. texftas
Anifcarest Maria Tereza F M e l o o f f i Paolo P r a i r e