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Biblioteca Digital do IPG: Relatório de Estágio Curricular – Ginásio FFitness Woman & Spa (Guarda)

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(1)

TPG

Polyteeiinic of Guarda

RELATÓRIO DE ESTÁGIO

Licenciatura em Desporto

Sofia Teixeira Carvalho

(2)

INSTITUTO POLITÉCNICO DA GUARDA

ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO, COMUNICAÇÃO E DESPORTO

RELATÓRIO DE ESTÁGIO

SOFIA TEIXEIRA CARVALHO

RELATÓRIO PARA A OBTENÇÃO DE GRAU DE LICENCIADO EM

DESPORTO

(3)

INSTITUTO POLITÉCNICO DA GUARDA

ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO, COMUNICAÇÃO E DESPORTO

RELATÓRIO DE ESTÁGIO

Coordenadora de Estágio: Mestre Bernardete Lourenço

SOFIA TEIXEIRA CARVALHO

(4)

INSTITUTO POLITÉCNICO DA GUARDA

ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO, COMUNICAÇÃO E DESPORTO

RELATÓRIO DE ESTÁGIO

Coordenadora de Estágio: Mestre Bernardete Lourenço

SOFIA TEIXEIRA CARVALHO

Este relatório surge no âmbito do 3º ano do Curso de Licenciatura em Desporto, da Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto e é submetido ao Instituto Politécnico da Guarda como requisito para a obtenção do grau de Licenciado em Desporto.

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Ficha de Identificação

Discente: Sofia Teixeira Carvalho Número de Aluno: 5008094

Grau: Obtenção da Licenciatura em Desporto

Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto Diretor da ESECD: Professor Doutor Pedro Tadeu

Diretor do Curso: Professora Doutora Carolina Vila-Chã Docente Orientador de Estágio: Mestre Bernardete Jorge

Local de Estágio Instituição Acolhedora: FFitness Woman & Spa Cidade: Guarda

Telefone: 271 104 480

Correio Eletrónico: [email protected] Responsável da Instituição: Sara Monteiro Tutor de Estágio: Ângela Marisa Lucas Saraiva Grau: Licenciatura

Identificação do Projeto: Estágio Curricular

(6)

Agradecimentos

Apesar de este ser de caráter individual não teria sido possível sem a colaboração e apoio de várias pessoas. Sendo assim, gostava de agradecer a todos aqueles, de uma forma ou de outra contribuíram para estes 3 anos.

À minha mãe que sempre me apoiou e acreditou que seria capaz de lutar e concretizar os meus sonhos;

Aos meus avos, irmãos e o Zé Balola também por todo o apoio dado;

À minha melhor amiga, Rita Dias, mesmo estando longe apoio-me e encorajou nesta aventura que decidi viver.

À minha professora e coordenadora de estágio Mestre Bernardete Jorge, pelos conhecimentos transmitidos, disponibilidade e apoio ao longo de todo o processo de estágio;

A todos os professores da ESECD, do Instituto Politécnico da Guarda, com quem tive a satisfação de aprender e partilhar estes últimos três anos do meu percurso académico, enriquecendo a minha formação;

À minha supervisora de estágio, Ângela Saraiva pela oportunidade dada e por toda a paciência. Também pelos conhecimentos que me transmitiu, demonstrando sempre total disponibilidade em ajudar e encorajar. A toda a equipa técnica, direção e professores da instituição que me acolheram.

Á Diana Alves, por toda a paciência, amizade e companheirismo que me proporcionou este último ano, sem a sua ajuda não teria conseguido realizar o último ano de licenciatura.

Aos amigos que fiz na cidade da Guarda que me proporcionaram momentos inesquecíveis, como noitadas, diretas a fazer trabalhos, risos, gargalhadas, e muito mais ao longo destes 3 anos.

(7)

Resumo

O presente documento é resultado de um ano de estágio curricular, desenvolvido no FFitness Woman & Spa, na cidade da Guarda. Este estágio surge no âmbito da Unidade Curricular Estágio em Exercício Físico e Bem-Estar para conclusão e obtenção da Licenciatura em Desporto pelo Instituto Politécnico da Guarda.

O estágio tem como objetivo por em prática os conhecimentos científicos adquiridos ao longo destes três anos nas diferentes áreas da atividade física.

Foi acordado em termos metodológicos do planeamento de estágio que numa primeira fase procederia à observação e registo de aulas.

A segunda fase foi de coorientação, ou seja, o começar por executar de forma autónoma algumas partes da aula com a supervisão do respetivo professor, para que posteriormente obtivesse as capacidades necessárias para orientar autonomamente uma aula de grupo ou para realizar o acompanhamento das clientes na sala de circuito e sala de exercício.

A última fase foi de orientação e consistiu em conseguir estruturar e dirigir uma aula do início ao fim de forma autónoma e responsável, assim como realizar o acompanhamento das clientes na sala de circuito, orientar planos de treino e prescrever planos na sala de exercício.

O estágio contou ainda com a participação em atividades pontuais ou eventos organizados pela entidade para a promoção da atividade física.

O presente relatório divide-se em introdução; caracterização e análise da entidade acolhedora; objetivos e planeamento do estágio; atividades desenvolvidas; reflexão final; revisão bibliográfica e anexos.

Ao longo do ano existiram algumas dificuldades, como a autonomia, confiança e demonstração das competências nas diversas atividades desenvolvidas.

(8)

Índice

Ficha de Identificação ... IV Agradecimentos ... V Resumo ... VI Índice de Figuras ... X Índice de Tabelas ... XI Lista de Siglas ... XIII

Introdução ... 1

Parte I - Caracterização e Análise da Entidade Acolhedora ... 2

1. Caraterização Geral da Instituição ... 3

1.1 Caraterização de Recursos ... 3 1.1.1 Recursos Humanos ... 4 1.2.2 Recursos Espaciais ... 4 1.2.3 Recursos Materiais ... 5 1.2 Horário da Instituição ... 7 1.3 Serviços ... 7 1.3.1 Spa e Estética ... 7 1.4 População Alvo... 8 1.5 Modalidades ... 8 1.5.1 Treino em Circuito ... 8 1.5.2 Aulas de Grupo ... 11

Parte II – Objetivos e Planeamento do Estágio ... 14

1. Objetivos de Estágio ... 15

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2.2 Fases de Intervenção ... 17

3 Planeamento Anual e Horário de Estágio ... 18

3.1 Horário de Estágio ... 18

3.2 Calendarização ... 19

Parte III – Atividades Desenvolvidas ... 20

1. Atividade Desenvolvidas ... 21

1.1 Aulas de Grupo ... 21

1.2 Sala de Circuito ... 22

1.3 Registo de horas de estágio ... 23

1.4 Sala de Exercício ... 24

1.4.1 Avaliação do exercício físico ... 24

1.4.2 Prescrição do exercício físico ... 25

2. Atividades Desenvolvidas – Projeto para a Promoção da Atividade Física ... 33

2.1 Projeto “FFitness Games” ... 33

2.2 Reflexão do Projeto ... 34

3. Atividades complementares ... 35

Reflexão Final ... 36

Bibliografia ... 38

(10)

Anexo 1- Convenção de Estágio ... 41

Anexo 2 – Planeamento e Calendarização Anual ... 42

Anexo 3- Horário de estágio ... 44

Anexo 4- Ficha de Observação e Reflexão da aula de grupo de “Pump” ... 46

Anexo 5 - Ficha de Observação e Reflexão da sala de exercício “Circuito de Bootcamp” ... 53

Anexo 6 - Plano da aula de grupo coorientada de “Cycling” ... 57

Anexo 7 - Plano de aula da sala de exercício coorientada de “Circuito FFitness” ... 60

Anexo 8 - Plano de aula de grupo orientada de “Metabolic” ... 63

Anexo 9 - Plano de aula da sala de exercício orientada de “Circuito Super Glúteos” 66 Anexo 10 – Ficha de controlo da assiduidade, questionário, ficha de avaliação e plano de treino do Individuo A ... 69

Anexo 11 – Ficha de controlo da assiduidade, questionário, ficha de avaliação corporal e plano de treino do Individuo B ... 76

Anexo 12 – Ficha de controlo da assiduidade, questionário, ficha de avaliação corporal e plano de treino do Individuo C ... 83

Anexo 13 – Ficha de controlo da assiduidade, questionário, ficha de avaliação corporal e plano de treino do Individuo D ... 90

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Índice de Figuras

Figura 1: Organigrama da instituição ... 4

Figura 2: Spa ... 7

Figura 3: Gabinete de Estética 1 ... 7

Figura 4: Gabinete de Estética 2 ... 7

Figura 5: Sala de Circuito ... 8

Figura 6: Sala de Circuito ... 8

Figura 7: Circuito formato de estação ... 10

Figura 8: Circuito formato de aula ... 11

Figura 9: Sala de Aulas de Grupo ... 11

Figura 10: Sala de Aulas de Grupo ... 11

Figura 11: Sala de Exercício... 13

Figura 12: Sala de Exercício... 13

Figura 13: Balança de Bioimpedância ... 13

Figura 14: Projeto de Estágio ... 33

(12)

Índice de Tabelas

Tabela 1: Materiais da Sala de Circuito ... 5

Tabela 2: Material da Sala de Exercício ... 6

Tabela 3: Material da Sala de Aulas de Grupo ... 6

Tabela 4: Horário da Instituição ... 7

Tabela 5: Temas e Características da Sala de Circuito ... 9

Tabela 6: Temas e Características das Aulas de Grupo ... 12

Tabela 7: Áreas de intervenção ... 16

Tabela 8: Fases de intervenção ... 19

Tabela 9: Fases de intervenção das Aulas de Grupo ... 22

Tabela 10: Fases de intervenção da Sala de Circuito ... 23

Tabela 11: Horas de estágio mensais ... 23

Tabela 12: Estratificação dos fatores de riscos (ACSM, 2014) ... 24

(13)

Índice de Gráficos

Gráfico 1: Individuo A (%Massa Gorda) ... 28

Gráfico 2: Individuo A (Massa Muscular) ... 28

Gráfico 3: Individuo B (% Massa Gorda) ... 29

Gráfico 4: Individuo C (% Massa Gorda) ... 30

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Lista de Siglas

IPG – Instituto Politécnico da Guarda

ESECD – Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto ACSM – American College Of Sports

EPOC – Excess-Post Exercise Oxygen Consumption GAP – Glúteos, Abdominais e Pernas

TMB – Taxa Metabólica Basal IMC- Índice de massa corporal

NCSA- National Center for Supercomputing Applications M.G- massa gorda

Kg- quilogramas

OMS- Organização Mundial de Saúde PT- Personal trainer

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Introdução

Para que conseguisse obter o grau de licenciada em Desporto no âmbito da unidade curricular: Estágio em Exercício Físico e Bem-Estar, do 3º ano da licenciatura em Desporto da Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto do IPG, realizei o estágio, em conformidade e legalidade com a convenção de estágio (Anexo 1) preenchida em setembro de 2015.

O estágio curricular é um marco de grande importância na vida de qualquer estudante. É através do estágio curricular que temos os primeiros contactos com o mundo profissional. No caso do curso de Desporto, o estágio torna-se uma mais-valia, visto ser um curso que nos leva a uma grande interação com o público, preparando-nos para o futuro e com “o que podemos contar”.

Em relação à minha escolha da entidade acolhedora, optei pelo FFitness, um ginásio localizado na Cidade da Guarda. Optei pela escolha deste ginásio, pois conheci as suas instalações, metodologia e corpo técnico e fiquei com bastante curiosidade e vontade de fazer parte do mesmo. O facto de estar localizado na cidade onde estou a estudar para me licenciar em Desporto, prevaleceu também na minha escolha, visto residir na Guarda. Quanto ao facto da aprendizagem, achei ser uma mais valia ficar a estagiar neste ginásio, como forma de adquirir comportamentos e aprendizagens que me levassem a ser uma melhor profissional no futuro.

Como forma de organização deste relatório, decidi dividir e estruturar o mesmo através de partes. Na primeira parte será feita uma abordagem da entidade que acolheu o meu estágio. Seguidamente, na segunda parte, será exposta a calendarização anual, bem como o horário de estágio que realizei. Ainda na segunda parte, irão estar descritos os objetivos gerais e específicos que delineei no início do estágio. Na terceira parte, surgirão todas as atividades que desenvolvi no FFitness, desde avaliações realizadas, prescrição de treinos, aulas de grupo que lecionei, bem como o projeto que desenvolvi e atividades complementares. Por último, surgirá uma reflexão final, onde serão expostas todas as dificuldades encontradas, bem como a superação das mesmas.

(16)

Parte I - Caracterização e Análise da Entidade

Acolhedora

(17)

1. Caraterização Geral da Instituição

O FFitness Woman & Spa encontra-se situado na cidade da Guarda. A instituição é constituída por 160 clientes ativos. O alargamento das unidades pertencentes ao FFitness é feito devido ao sistema de “franchising”, tendo por base um método inovador, com ideais fortes, assentes e destacando sempre a imagem, o glamour, o profissionalismo e o atendimento.

FFitness Woman & Spa é um ginásio misto, que oferece uma sala de circuito exclusivo para mulheres, uma sala de grupo e uma sala de exercício para ambos os sexos.

O ginásio possui um conceito muito específico e particular comparando com as outras instituições abertas na cidade da Guarda. Para além de ser constituído por um ginásio, este proporciona também Spa e Estética. Detém máquinas diferentes na sala de circuito, as máquinas hidráulicas, ou seja, máquinas que não utilizam qualquer peso, a não ser exclusivamente o peso corporal da cliente, o que modifica a carga de treino consoante a sua rapidez e técnica1.

1.1 Caraterização de Recursos

Relativamente aos recursos existentes no FFitness Woman & Spa este apresenta ótimas condições, tanto a nível dos recursos materiais como humanos, para o desenvolvimento da prática desportiva.

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1.1.1 Recursos Humanos

Deste ginásio faz parte um corpo técnico qualificado que passarei apresentar através do seu organigrama.

A eficiente oferta do ginásio FFitness Woman & Spa- Guarda, deve-se à brilhante entrega e dedicação dos serviços de diversas secções (referido no organigrama abaixo), promovendo uma melhor organização, uma boa capacidade de resposta.

 Proprietário: Sara Monteiro

 Receção e Gestão: Sónia Monteiro

 Estética: Sara Monteiro

 Diretor Técnico: Ricardo Simão

 Instrutores: Ângela Saraiva, Daniela Alves, Diana Alves, Ricardo Simão e Rui Jerónimo

1.2.2 Recursos Espaciais

O ginásio é constituído por três salas, uma sala de circuito, uma sala de aulas de grupo e uma sala de exercício, dois balneários, um jacuzzi, uma receção, dois gabinetes de estéticas e um gabinete de avaliações físicas.

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1.2.3 Recursos Materiais

Um dos objetivos da instituição deste ano foi inovar e adquirir materiais novos para melhorar e aumentar a variedade e qualidade de serviços.

O ginásio encontra-se bem equipado e com uma vasta variedade de materiais específicos para cada uma das salas.

Na sala de circuito encontramos diverso material desde máquinas hidráulicas a material portátil (tabela 1).

Tabela 1: Materiais da Sala de Circuito

Sala de Circuito

Material Quantidade Material Quantidade

Bolas Medicinais 10 Bolas médias e grandes 8

Trampolins 7 Cordas de saltar 2

Elásticos 20 Máquinas

Suporte para Bolas 10 Bicicletas 2

Steps 8 Elípticas 1

Colchões 10 Press militar 1

Caneleiras 18 Leg Press 1

Barras 3 Vibroplate 1

Pesos1.25Kg 2 Butterfly 1

Pesos 2.5Kg 6 Leg Extension 1

Pesos 5Kg 6 Máquinas de abdominais 1

Estrados 9 Máquina de adutores 1

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Para as atividades realizadas em sala de exercício o ginásio dispõe de todo o tipo de material necessário para as mesmas (tabela 2).

Tabela 2: Material da Sala de Exercício

Sala de Exercício

Material Quantidade Material Quantidade

Halteres de 5Kg 2 Kettbell de 4Kg 2 Halteres de 7.5kg 2 Kettbell de 6Kg 2 Halteres de 10Kg 2 Kettbell de 8Kg 2 Halteres de 12.5KG 2 Kettbell de 12Kg 1 Halteres de 15Kg 2 Kettbell de 20Kg 1 Halteres de 17,5Kg 2 Trx 4

Halteres de 20Kg 2 Barras olímpicas de 20Kg 2

Halteres de 22,5Kg 2 Barras olímpicas de 15Kg 1

Halteres de 30Kg 2 Barra Z 1

Bosu 2 Jaula 1

Colchões 4 Sandbags de 5Kg/10Kg/15Kg 2/2/2

Box 1 Sandbells de 4,5Kg/7,5Kg 2/2

Material (Máquinas) Quantidade Material (Máquinas) Quantidade

Passadeiras 2 Leg Curl/Leg extension 1

Elíptica 1 Press/Supino 1

Remo 1 Puxador Alto/Remada Horizontal 1

Bicicleta Horizontal 1 Multi-Machine 1

Leg Press 1

O material existente na sala de aulas de grupo serve de forma adequada todo o tipo de aulas de grupo que aí se realizam (tabela 3).

Tabela 3: Material da Sala de Aulas de Grupo

Sala de Aula de Grupo

Material Quantidade Material Quantidade

Colchões 15 Pesos 1.25Kg 28

Steps 12 Pesos 2.5Kg 36

Trampolins 13 Pesos 5KG 24

Colchões finos 9 Bicicletas 15

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1.2 Horário da Instituição

De seguida passo apresentar o atual horário do ginásio.

Tabela 4: Horário da Instituição

Segunda a Sexta 09:30h-22h

Sábados 10:00h-18:00h

Domingos e Feriados Encerrados

1.3 Serviços

O ginásio FFitness Woman & Spa disponibiliza a todos os seus clientes uma variedade de serviços, tendo como objetivo satisfazer todos os seus clientes.

1.3.1 Spa e Estética

O Spa oferece uma diversidade de tratamentos de beleza e massagens terapêuticas. O objetivo deste serviço é oferecer um tratamento conforme as necessidades específicas de cada cliente, tais como: perda de peso, gestão do stress, tratamentos anti idade, tratamentos desintoxicantes, problemas de postura e doenças crónicas (figura 2).

Os gabinetes de estética proporcionam uma diversidade de serviços, tais como: depilação, pedicure, manicure, fotodepilação entre outros (figura 3 e 4).

Figura 2: Spa

Figura 4: Gabinete de Estética 2 Figura 3: Gabinete de Estética 1

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1.4 População Alvo

O Ginásio FFitness Woman & Spa tem 160 clientes ativos, com idades compreendidas entre os 13 e os 70 anos. É de notar que há mais clientes do sexo feminino do que do masculino. Nas aulas de grupo, o público-alvo é do sexo feminino.

1.5 Modalidades

1.5.1 Treino em Circuito

O treino em circuito no ginásio é dado com uma metodologia diferente (figura 5 e 6), sendo este composto por 8 máquinas hidráulicas, uma para cada grupo muscular e exercícios dados pelo instrutor no centro da sala consoante o tema da aula. A duração do treino demora no mínimo 30 minutos, podendo demorar mais, uma vez que a condição física e o tempo disponível são fatores que influenciam a duração. O tempo de exercício nas máquinas ou no meio variam de 30segundos a 1minuto, consoante a aula.

As máquinas hidráulicas são máquinas muito particulares, uma vez que a resistência depende da velocidade de execução do movimento da praticante. Estas, são, também bidirecionais porque o movimento é resistido em todos os sentidos.

(23)

O treino em circuito, nesta sala, carateriza-se por diariamente ter um tema diferente, de modo a motivar as praticantes (tabela 5).

Tabela 5: Temas e Características da Sala de Circuito

Sala de Circuito

Temas Características

Step Em formato aula. São abordados exercícios que trabalham técnicas e posturas

específicas de step, divididos por 8 estações.

Super Glúteos Em formato de aula. São realizados exercícios dinâmicos e estáticos de maneira a

aperfeiçoar e tonificar os glúteos.

Fitball Em formato de aula. Serão realizados exercícios dinâmicos e estáticos de modo a melhorar o nosso equilíbrio bem como toda a musculatura estabilizadora.

Barriga Killer Em formato de aula. Serão realizados exercícios dinâmicos e estáticos, de modo a melhorar, toda a zona do core, toda a zona abdominal.

Circuit Training Em formato de circuito. Exercícios funcionais, realizados em grande intensidade, dividido em oito estações.

GAP Em formato de aula, são concretizados exercícios dinâmicos e estáticos, de modo

a fadigar toda a zona dos membros inferiores, glúteos e abdominais.

Sala de Circuito

Temas2 Caraterísticas

Pump Em formato de circuito. São abordados técnicas e posturas de exercícios utilizados numa aula de Pump.

FFitness Em formato de circuito. Exercícios dinâmicos, com o intuito de melhorar a coordenação e agilidade motora.

FFcross Em formato de circuito. Exercícios funcionais, realizados a grande intensidade com barras e pesos.

Mobilidade Em formato de aula. Serão efetuados exercícios com o objetivo de melhorar a postura, bem como aumento de mobilidade articular e flexibilidade.

Bootcamp Em formato circuito. Exercícios de carater militar, com o objetivo de melhorar a condição física e trabalhar o sistema muscular.

Nesta sala, os circuitos são estruturados de duas formas distintas, uma em formato de aula e outra em formato de estação. O instrutor e as clientes distribuem-se da seguinte forma:

(24)

Circuito em formato de estação

Metodologia

Neste formato de circuito, as clientes realizam 4 máquinas com trocas de 45 segundos e após as 4 máquinas deslocam-se ao centro para realizar 4 exercícios, também estes com trocas de 30 segundos ou 45 segundos.

Temas dos circuitos em formato de estação: Bootcamp, Circuit Training, FFitness, FFCross e Pump.

(25)

Circuito em formato de aula

Metodologia

Neste tipo de circuito de aula, pretende-se que as clientes realizam 3 máquinas com trocas de 45 segundos e no centro realizam 2 trocas de 45 segundos.

Tema dos circuitos em formato de aula: GAP; Super Glúteos; Barriga Killer, Fitball e Step.

1.5.2 Aulas de Grupo

Na sala de aulas de grupo (figura 9 e 10) realizam-se todas as aulas de grupo existentes no ginásio e lecionadas por instrutores devidamente credenciados. As aulas de grupo têm objetivos específicos de acordo com o tipo de aula e com uma duração de 45 minutos.

Figura 8: Circuito formato de aula

(26)

Todas as aulas de grupo são construídas pelos próprios instrutores do ginásio não existindo nenhuma “franchisada” (tabela 6).

Tabela 6: Temas e Características das Aulas de Grupo

Sala de Aulas de Grupo

Nome Características

Zumba É uma marca que combina fitness, entretenimento e cultura. Com mistura de

ritmos mundiais, para todo o corpo (Maisfitness s/d).

Cycling Cycling constitui uma modalidade que não implica a aprendizagem de

coreografias e a não existência de movimentos com impacto (CEFAD, 2005). Pilates Pilates constitui um importante sistema de exercícios físicos e mentais, cujos

contributos vão além da saúde das estruturas musculares e articulares (CEFAD, 2005).

Crosstraining É uma metodologia de treino que se baseia em movimentos funcionais de intensidades variadas. Trata-se de movimentos combinados em que os indivíduos praticam diariamente, como correr, sentar (FFitness, s/d).

Mobilidade É uma aula para melhorar a agilidade e equilíbrio, postura e estabilidade e flexibilidade. O material utilizado é um rolo Grid. É uma aula que permite diminuir as dores musculares, articulares. (Gimnica,2015).

Pump Pump é uma modalidade de exercícios, praticada com barras e pesos, em

movimentos sincronizados, voltados para a resistência física e definição muscular (Less Mills s/d).

Localizada Consiste em uma diversidade de movimentos acessíveis, sendo possível a

utilização de material, não de carater obrigatório. São destinados a aumentar a força e a flexibilidade corporal (FFitness, s/d).

Metabolic Consiste numa aula de alta intensidade e alto rendimento. Consiste na utilização do sistema “tabata”. Os exercícios são de duração de 35 segundos. A aula trabalha todos os grupos musculares (FFitness, s/d).

TRX TRX é uma aula de treino em suspensão. A utilização do TRX apresenta vários

benefícios, entre eles: melhora a postura e o equilíbrio muscular.

1.5.3 Sala de Exercício

Nesta sala (figura 11 e 12) pretende-se aconselhar e acompanhar todos os clientes de acordo com o objetivo pretendido. Na fase inicial, ou seja, no treino de adaptação, o

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são elaborados planos consoante a sua avaliação física e os objetivos pessoais. Nesta sala, existe sempre um instrutor presente.

1.5.3.1 Avaliações Físicas

As avaliações físicas têm como principal objetivo obter um conhecimento minucioso dos utentes, principalmente no que diz respeito ao seu historial clínico e familiar bem como a sua condição física de base.

“Os profissionais da área da saúde e da aptidão física precisam dominar os princípios básicos de avaliação da aptidão física e da prescrição de exercícios” (Heyward, 2013).

As avaliações realizadas na instituição têm duração aproximadamente de 30 minutos e são feitas por profissionais qualificados. A avaliação é feita em duas partes, a primeira é realizado um questionário para averiguar o historial clinico e familiar do cliente; A segunda parte é realizada uma avaliação de um conjunto

de padrões biométricos dos clientes através de uma balança (figura 13) (idade, altura, peso, IMC, % de massa gorda, massa magra e de água, perímetros, entre outros).

Figura 11: Sala de Exercício Figura 12: Sala de Exercício

(28)
(29)

1. Objetivos de Estágio

Os objetivos são fundamentais para o procedimento de estágio, porque só assim a aprendizagem é feita de forma gradual e organizada. Estes partem dos gerais para os específicos.

Passo apresentar os meus objetivos de estágio.

1.1 Objetivos Gerais

Adquirir novas competências na área do fitness;

 Aperfeiçoar os conhecimentos já alcançados;

 Desenvolver aptidões profissionais da formação;

 Refletir e saber criticar as variadas intervenções profissionais, readaptando procedimentos sempre que necessário;

 Promover a Instituição com realização de novos projetos;

 Inserir-me no mercado de trabalho;

1.2 Objetivos Específicos

Para se poder alcançar os objetivos gerais, é necessário formular e delimitar metas mais específicas da instituição.

 Observar e analisar os métodos de trabalho, tanto nas salas de exercício, aulas de grupo e avaliações físicas;

 Aplicar métodos de trabalho;

 Elaborar novos métodos e atividades a desenvolver na instituição, bem como planos de aulas;

 Promover a aquisição de competências práticas e teóricas, observadas pelos instrutores;

(30)

2. Áreas e Fases de Intervenção

Em conjunto com a Tutora e o Diretor técnico delineámos as diferentes áreas de intervenção para as diferentes áreas.

2.1 Áreas de Intervenção

As áreas de intervenção foram divididas em 3 grupos:

Tabela 7: Áreas de intervenção

Aula de Circuito Observação nas aulas

Dinâmica e autonomia nas aulas Acompanhamento de clientes Planificação de circuitos Controlo dos planos

Correção na postura corporal Execução de circuitos

Sala de Exercício Observação

Acompanhamento de clientes Planificação de planos Controlo dos planos

Correção na postura corporal

Aulas de Grupo Zumba Metabolic Cycling Mobilidade Localizada TRX Cross Training Pilates Pump

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2.2 Fases de Intervenção

As fases não sofreram alterações desde o início do plano de estágio. Estas foram divididas em 3 fases: a observação; coorientação e orientação.

 Fase de observação – outubro a dezembro;

 Fase de coorientação – janeiro a abril

 Fase de orientação – maio e junho

Na fase de observação, os objetivos passaram por observar sessões de treino tanto na sala de circuito, sala de exercício e aulas de grupo. Conseguir identificar critérios de êxito, corrigir posturas e iniciar as avaliações dos estudos de caso.

Na fase de coorientação, os objetivos passaram pela intervenção, dinamismo e o ser “sombra” do instrutor da instituição.

Na fase de orientação os objetivos foram o lecionar aulas de grupo, orientar de forma autónoma a sala de circuito e por último planificar e orientar a sala de exercício. Nesta fase deixei de ser “sombra” e passei a ser instrutora. Também foi nesta fase que verificar os resultados dos estudos de caso.

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3 Planeamento Anual e Horário de Estágio

O planeamento anual e calendarização foram definidos no início do estágio em conjunto com a minha tutora de estágio e o diretor técnico encontra-se em anexo (Anexo 2) onde foram realizadas as fases de intervenção, atividades formativas, avaliações e reuniões.

3.1 Horário de Estágio

O horário de estágio apresenta-se da seguinte forma, (Anexo 3), estando estruturado com as 12 horas semanais previstas, sendo estas em contacto com a sala de circuito, aulas de grupo e sala de exercício.

 Quarta-Feira das 18:00h às 21:00h;

 Quinta-Feira das 09:30 às 12:30h, e das 18:00 às 21:00h.

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3.2 Calendarização

A calendarização é um ponto crucial no trabalho desenvolvido ao longo do estágio. Optei por realizar uma calendarização anual, em que dividi as fases por cada mês. Na tabela 8, é possível verificar as atividades desenvolvidas em cada mês, bem como o desenrolar do estágio.

Tabela 8: Fases de intervenção

Outubro a Dezembro de 2015

Reconhecimento de espaço;

Sala de Circuito

Observação de 10 sessões de treino na sala de circuito; Acompanhamento das clientes nas salas;

Obtenção de dinamismo e autonomia; Iniciação à avaliação física com auxilio Observação das 8 sessões de treino;

Aula de Grupo

Observação e Prática de aulas do ginásio (Pump, Cycling, Localizada, Zumba, Step, Cross Training, Jump);

Janeiro a Abril de 2016

Intervenção em circuito;

Sala de circuito

Fazer avaliações físicas;

Dinamismo e autonomia na sala;

Orientação de aquecimentos e relaxamentos;

Aula de Grupo

Observação e Intervenção em aulas (começar por uma faixa e prosseguindo) Continuação da Prática de aulas

Maio a Junho de 2016

Orientar circuitos; Sala de Circuito

Observar; Planificar planos; Orientar a sala Sala de Exercício

Orientação de aulas de grupo Aula de Grupo

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1. Atividade Desenvolvidas

Atualmente cada vez mais as pessoas praticam atividade física. A atividade física assume nos nossos dias uma importância fulcral para a manutenção da nossa qualidade de vida (ACSM, 2003 e 2006, citado por Heyward 2010). A evolução social vem dar uma importância crescente à atividade física, o que é de prever, visto porque é cada vez maior o seu valor ou a sua necessidade permanente na formação de jovens e na melhoria dos padrões de vida e saúde dos indivíduos (Mota & Appel, 1995).

O American College of Sports Medicine (ACSM, 2006, citado por Heyward 2010) define “atividade física como o movimento corporal produzido pela contração do músculo-esquelético que eleva substancialmente o dispêndio de energia”.

A procura de atividades de lazer é cada vez maior, uma vez que a prática de atividade física traz inúmeros benefícios para a saúde. Também a preocupação com a imagem é outro dos fatores que faz com que os ginásios tenham mais adesão.

Para o desenvolvimento deste trabalho colaborei com imensos profissionais de diversas áreas do fitness o que me proporcionou um aperfeiçoamento, melhoria e crescimento a nível pessoal e profissional.

O Ginásio FFitness Woman & Spa tem investido num diverso conjunto de modalidades que permitam satisfazer todas as necessidades das suas clientes.

1.1 Aulas de Grupo

As aulas de grupo são divididas em três categorias, de acordo com o tipo de componente trabalhada: cárdio, força muscular e corpo/mente. Da categoria do cárdio, na qual os objetivos são tonificar, gastar calorias e melhorar a resistência cardiorrespiratória, fazem parte as seguintes aulas: Zumba, Metabolic” e Cycling. Relativamente ao treino de força, na qual se pretende tonificar, fortalecer a massa muscular e perda de peso, apresentam-se as seguintes aulas, Pump, Localizada, Trx e CrossTraining. Por último, as aulas que treinam o corpo/mente, Pilates e Mobilidade, são aulas mais calmas, que conciliam treino físico e psicológico como a correção de posturas, uma melhoria da agilidade e da flexibilidade.

Ao longo do estágio cumpri todas as fases que inicialmente foram propostas: observação, coorientação e orientação (tabela 9).

(36)

Tabela 9: Fases de intervenção das Aulas de Grupo Fases Aulas de Grupo Cross-Trainin g Locali zada Cycli ng Metab olic

Zumba Step Pum

p Mobili dde X-Core Total Observação 2 2 1 1 2 1 2 1 2 14 Coorientaçã o 1 1 2 0 0 0 0 0 0 4 Orientação 1 0 3 4 0 0 0 0 0 8

Para uma melhor perceção do meu trabalho de registo em fichas e relatórios de aulas de grupo correspondentes às três fases do estágio. Estas encontram-se nos anexos desta forma: uma ficha de observação e relatório de aula de Pump (Anexo IV); uma ficha de coorientação e relatório de aula de Cycling (Anexo VI) e uma ficha de orientação e relatório de aula de Metabolic (Anexo VIII).

1.2 Sala de Circuito

De acordo com a NCSA (2009), “o treino em circuito de resistência muscular é uma das formas mais comuns para trabalhar a condição física geral, sendo feito de modo a executar uma série de um exercício, seguido de outro e outro sucessivamente com ou sem descanso, envolvendo todos ou alguns grupos musculares”.

No ginásio, o treino em circuito é desenvolvido, de acordo com o tema da aula com objetivo específico para o trabalho dos grupos musculares.

Foram cumpridos todas as fases que inicialmente estavam previstas: observação, coorientação e orientação.

(37)

O número de aulas observadas encontra-se quantificado na seguinte tabela (tabela 10).

Tabela 10: Fases de intervenção da Sala de Circuito Fases Sala de Circuito Barri ga Killer Bootc amp FFcros s FFitnes s Fitbal l GA P Mobilid ade Pu mp Super Glúeo s Circuin t Trainin g Tot al Observ ação 2 1 1 2 1 1 2 2 1 2 15 Coorie ntação 0 0 0 0 1 0 0 0 1 1 3 Orient ação 2 1 1 0 1 1 0 1 1 0 8

Selecionei três exemplos de fichas e relatórios da sala de circuito correspondente às três fases do estágio: uma ficha de observação e relatório de sala de circuito de “Bootcamp” (Anexo V); uma ficha de coorientação e relatório da sala de circuito de “FFitness” (Anexo VII) e uma ficha de orientação e relatório da sala de circuito de “Super Glúteos” (Anexo VIII).

1.3 Registo de horas de estágio

Ao longo do estágio realizei um registo de presenças mensais, com o objetivo de controlar o número de horas de contato realizadas no local de estágio. No total realizei 437 horas.

Para uma melhor observação apresento a seguinte tabela.

Tabela 11: Horas de estágio mensais

Registo

Mês Outubro Novembro Dezembro Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Total

(38)

1.4 Sala de Exercício

Na sala de exercício, as minhas funções eram fazer: o controlo de planos de treino, auxiliar e corrigir posturas dos clientes. Para elaboração dos planos de treino realizei avaliações físicas, tendo acompanhado de forma mais individual quatro clientes.

Os planos foram prescritos a partir de Abril, pois a instituição só começou nesse mês a efetuar esse serviço.

1.4.1 Avaliação do exercício físico

As avaliações físicas têm uma importância fulcral para o conhecimento pormenorizado dos clientes uma vez que estas dizem respeito ao seu historial clinico e de atividade física. Antes de avaliar o perfil de aptidão física, é importante classificar seu estado de saúde e seu estilo de vida. Sendo que a avaliação de saúde tem como objetivo detetar a presença de doença e avaliar a classificação inicial de risco.

Segundo o ACSM (2009, citado por Heyward 2010) “a triagem inicial dos participantes em atividades físicas organizadas, serve para: identificação e exclusão dos indivíduos com contraindicações médicas em relação ao exercício físico; Identificação dos indivíduos com sintomas de doença e fatores de risco para o desenvolvimento de doenças e que devem receber avaliação médica antes de começarem um programa de exercício físico”

Para determinar o perfil de risco, ou seja, a estratificação de risco, foram utilizadas as Guidelines do ACSM (2010) que se encontra na tabela seguinte:

Tabela 12: Estratificação dos fatores de riscos (ACSM, 2014)

Nível Linhas orientadoras

Baixo Homens e mulheres assintomáticos que tem ≤ 1 fator de risco Moderado Homens e mulher assintomáticos que tem ≥ 2 fator de risco

Alto Indivíduos que possuem doença cardiovascular, pulmonar e/ou metabólica diagnosticada e/ou ≥ 1 fator de risco

(39)

Após avaliar e classificar o nível de saúde e do estilo de vida do cliente, o profissional de exercício deve realizar as avaliações da composição corporal, capacidade cardiovascular e aptidão muscular.

Para determinar a composição corporal foi utilizada uma balança de bioimpedância “Tanita” que é um equipamento portátil que permite medir de maneira mais precisa a massa gorda total e ainda segmentar cada parte do corpo, os braços, as pernas, o tronco, os diferentes parâmetros.

As avaliações efetuadas no ginásio FFitness Woman & Spa têm duração aproximada de 30 minutos e são realizadas pelos próprios instrutores.

A avaliação é feita em duas partes, a primeira é realizado um questionário de Par-Q, este contém questões acerca do historial médico, do historial familiar, doenças ou intervenções cirúrgicas que possa ter sido intervencionado, sintomas e outras informações relevantes. Este questionário serve também para identificar indivíduos com contraindicações para a prática de exercício físico, com doenças relevantes/crónicas, deteção de riscos acrescidos de doença devido à idade e sinais/sintomas que devem ser avaliados anteriormente por um médico antes de iniciar o exercício físico.

Na segunda parte é realizada uma avaliação de um conjunto de padrões biométricos dos clientes (idade, altura, peso, IMC, % de massa gorda, massa magra e de água, perímetros, entre outros).

É de referir que o ginásio não realiza a avaliação da aptidão muscular e nem da capacidade cardiovascular.

1.4.2 Prescrição do exercício físico

Segundo o ACSM (1995, citado por Heyward 2010) prescrição do exercício entende-se por “todo o processo através do qual o estabelecimento de recomendações para um regime de atividade física é concebido de forma sistemática e individualizada”.

Para planificarmos e prescrevermos exercício físico devemos ter em atenção alguns princípios do treino. O princípio de sobrecarga, o exercício de treino só poderá provocar modificações no organismo se for executado numa duração e intensidade suficiente para provocar uma ativação ótima dos mecanismos informacionais, energéticos e afetivos (Roux Arndt-Schultz s.d); O princípio da especificidade, a concentração de tempo e esforço numa determinada modalidade desportiva é uma

(40)

condição objetiva e necessária para se poder alcançar resultados elevados (Castelo et al, 1996, citado por Tavares 2008); O princípio da individualização diz que não existem duas pessoas iguais, segundo (Bompa, 2003, citado por Tavares 2008) E por último o princípio da variabilidade, é a variação que suporta a necessidade de alterações numa ou mais variáveis nos programas de treino ao longo do tempo, permitindo que os estímulos se mantenham ótimos, (ACSM, 2002, citado por Tavares 2008).

É ainda relevante ter em atenção as variáveis do treino. Segundo ACSM (2014, citado por Heyward 2010) as 4 dimensões são: a frequência, a intensidade, a duração e o tipo de atividade/exercício.

Segundo ACSM (2014, citado por Heyward 2010), a frequência de treino aconselhado é de 3 a 5 vezes por semana; A intensidade é a variável quantitativa do treino que determina a exigência do treino que vai ser realizado e de cada exercício presente no plano de treino; A duração está relacionada com a intensidade da atividade, sendo que cada individuo deve realizar 20 a 30 minutos de atividade física moderada; E por último o tipo de atividade/exercício que é qualquer atividade que recrute grandes grupos musculares de forma continua e de natureza rítmica e aeróbica.

Segundo ACSM (2010, citado por Heyward 2010), cada indivíduo deve realizar pelo menos 30 minutos de atividade física de intensidade moderada em cada dia da semana.

4.4.2.1 Estudo do individuo A

Individuo do sexo feminino com 25 anos de idade e o seu objetivo era perder massa gorda e aumentar força muscular.

Relativamente à prescrição de exercício para perder peso, os estudos apresentam resultados contraditórios quanto aos tipos de exercício.

De acordo que (Pereira 2008, citado por Tavares 2008), o exercício aeróbio tem como objetivo aumentar a aptidão cardiorrespiratório, ou seja, a capacidade de levar maior quantidade de oxigénio aos músculos induzindo um maior consumo de energia.

O treino de força induz um aumento da taxa metabólica de repouso (TMR), o que obriga um gasto calórico em repousa e um aumento de consumo de gordura (Van

(41)

Também é defendido por autores, o treino combinado, ou seja, exercícios de componente de força e aeróbio.

O Excess Post-Exercise Oxigen Consumption (EPOC) é, cada vez mais, uma componente do dispêndio energético que deve ser tida em conta no gasto calórico.

O estímulo de alta intensidade e baixo volume promove o músculo e a capacidade de aumentar em grandes proporções a síntese proteica nas miofibras, induzindo com que o músculo consiga manter-se em estado anabólico após o treino.

Isso é conveniente, tanto para o ganho de massa muscular, quanto para a redução de massa gorda.

De acordo com a literatura consultada foi elaborado um plano de treino composta pela componente de treino aeróbio e a componente de treino de força muscular.

Para o exercício aeróbio foi tido em conta o método contínuo.

No treino de força elaborei treino em circuito pois considerei uma boa opção para aumentar o dispêndio energético dado que os intervalos devem ser de curta duração.

Analisando os resultados das avaliações verifica-se que o individuo A obteve uma melhoria significativa desde o primeiro momento de avaliação. O objetivo da cliente era perder massa gorda e verificou-se uma perda de 4% M.G. Aumentou 3,5Kg de massa muscular. E teve uma melhoria significativa na % de M.G. nos membros superiores sendo um dos objetivos da cliente (gráfico 1 e 2)

Tendo em conta a avaliação dos perímetros musculares foram observados alterações significativas entre os momentos da avaliação. Com um aumento de massa muscular em todo o corpo e diminuição do índice cintura-anca.

A diferença de valores da penúltima avaliação para a última deve-se ao fato da cliente ter tido uma lesão denominada por inflamação no tibial posterior.

A tendinite do tibial posterior é um tipo de lesão que pode ser causada por “overuse”, isto é, devido ao excesso de esforço e, por isso, é bastante frequente entre praticantes de corrida. Além disso, outras causas comuns desse tipo de tendinite incluem desgaste do tendão e pronação excessiva.

O plano de treino encontra-se em anexo como a sua respetivamente avaliação (Anexo 10).

(42)

Gráfico 1: Individuo A (%Massa Gorda) Gráfico 2: Individuo A (Massa Muscular)

4.4.2.2 Estudo do individuo B

Individuo do sexo feminino com 50 anos de idade e o objetivo de perder peso e massa gorda.

Relativamente à prescrição de exercício para perda de peso e como já foi anteriormente mencionado passo a descrever todo o processo inerente a esta cliente.

De acordo do que foi mencionado anteriormente o plano foi prescrito pelos instrutores da instituição. O treino da cliente era ter que realizar o “treino do dia”, ou seja, o treino diário era orientado pelo instrutor que estava presente no período da manhã. O “treino do dia” consistia em 6 voltas com 5/6 exercícios. As repetições do exercício variavam consoante os dias. Um exemplo de um “treino do dia” (tabela 13):

Tabela 13: Exemplo do "Treino do dia"

Treino do dia 1- High Pull c/barra

2- Burpess

3- Peso morto c/barra

4- Push Up dinamic bosu 5- Wall Ball shots

6- Abd. Com bola à parede 10* 20* 30* 40*

Por norma, este tipo de treino contem uma componente aeróbio e uma

24,00% 26,00% 28,00% 30,00% 32,00% 1 2 3 4 5 6 7 8 9

% de Massa Gorda

% de Massa Gorda 38,00% 40,00% 42,00% 44,00% 46,00% 1 2 3 4

Massa Muscular

Massa Muscular

(43)

Analisando os resultados das avaliações verifica-se que o individuo B obteve uma melhoria significativa desde o primeiro momento de avaliação. O objetivo da cliente era perder massa gorda e como tal perdeu 1.5% M.G. Contudo, aumentou 0.5 o valor do IMC. No que diz respeito à massa muscular aumentou 1.2 kg (gráfico 3).

Gráfico 3: Individuo B (% Massa Gorda)

Tendo em conta a avaliação dos perímetros musculares não foram observados alterações significativas entre os momentos da avaliação.

O plano de treino encontra-se em anexo como a sua respetivamente avaliação (Anexo11).

4.4.2.5 Estudo do individuo C

Individuo do sexo feminino com 35 anos de idade com o objetivo de perder peso e massa gorda.

No mês de janeiro em conversa com a cliente, acabei por saber que esta iria ser acompanhada por um PT. Não podendo alterar esse facto simplesmente tentei acompanhar todo o seu processo e opinar sempre que possível sobre o seu treino. Também consegui ter acesso a todos os planos de treino de ordem cardiovascular, já que o PT é o diretor técnico do ginásio o que me ajudou no seu acompanhamento. Quanto ao seu treino de força resistente foi prescrito pelo próprio mas no qual estive presente e pude ajudar.

Analisando os resultados das avaliações verifica-se que o individuo C obteve uma melhoria notável desde o primeiro momento de avaliação. O objetivo da cliente era perder massa gorda e perdeu 10% M.G. e cerca de 5kg de massa muscular.

Segundo o ACSM (2010), “a classificação do risco de doença com base no IMC encontra-se dividido na seguinte escala: Peso Inferior ao Normal/Insuficiente (<18.5; Normal (18.5 - 24.9); Sobrepeso (25.0 - 29.9 “risco moderado”); Nível I Obesidade

20,00% 30,00% 40,00% 1 2 3 4

% Massa Gorda

% Massa Gorda

(44)

(30.0 – 34.9 “risco elevado”); Nível II Obesidade (35.0 – 39.9 “risco muito elevado);Nível III Obesidade ( >40 “risco extremamente elevado”)”.

Analisando esses dados, o individuo C na sua primeira avaliação encontrava-se em obesidade grau II, sendo um risco muito elevado, segundo ACSM (2010). No último momento de avaliação verifica-se uma diminuição notável (25,90 IMC) e consequentemente uma diminuição de risco. Quanto à massa muscular já seria de esperar uma diminuição devido à carga de treino cardiorrespiratório que a cliente teve (gráfico 4).

Tendo em conta a avaliação dos perímetros musculares foram observados alterações significativas entre os momentos da avaliação como era de prever. Pode-se observar uma diminuição da % M.G. em todo o corpo.

O plano de treino encontra-se em anexo como a sua respetivamente avaliação (Anexo12).

Gráfico 4: Individuo C (% Massa Gorda)

0,00% 20,00% 40,00% 60,00% 1 2 3 4

% Massa Gorda

% Massa Gorda

(45)

4.4.2.4 Estudo do individuo D

Individuo do sexo feminino com 36 anos de idade e o objetivo de aumentar massa muscular, ou seja hipertrofia I (principiante).

Segundo Tavares (2008), a hipertrofia muscular é, “basicamente, o aumento da secção transversal do músculo. Esta é um importante meio de desenvolver a força muscular. O principal objetivo do treino de hipertrofia é máxima ativação do catabolismo proteico, o que estimula a síntese de proteínas (anabolismo proteico) durante o período de repouso.

Bompa (2003), citado por Tavares 2008 afirma que o elemento chave no treino de hipertrofia é o efeito cumulativo de exaustão conseguido no total de séries e não apenas na exaustão de séries. Segundo este mesmo autor, é através do efeito cumulativo de exaustão que vai estimular as reações químicas e o metabolismo proteico necessário para uma hipertrofia.

Para a prescrição de treino de hipertrofia é necessário pensar na depleção das reservas energéticas de ATP/CP. Através de intervalos de recuperação curtos entres as séries.

Existem vários métodos de treino de hipertrofia, nomeadamente, o método “repetições forçadas”, o método da “Série Gigantes”, método da “série combinada”, método “super -séries” e o método de treino “super-lentas”.

O método utilizado na prescrição do treino e de acordo com a literatura foi o método “série gigantes”. Este método tem a vantagem de proporcionar uma redução da carga quando surge a incapacidade para realizar mais repetições. Para que o individuo consiga realizar mais uma série retira-se cerca de 10% da carga. Em alguns casos não foi possível retirar 10%, pois as cargas destas máquinas não possuem os kgs necessários para corresponder aos 10%.

Analisando os resultados das avaliações verificamos que o individuo D obteve uma melhoria desde o primeiro momento de avaliação. O objetivo da cliente era aumentar a massa muscular e como tal aumentou quase 1Kg de massa muscular e perdeu massa gorda cerca de 0,10% M.G (gráfico 5).

Tendo em conta a avaliação dos perímetros musculares foram observados alterações entre os momentos da avaliação. Nos membros inferiores foi onde se notou mais alterações, tendo uma aumento de 3cm.

(46)

O plano de treino encontra-se em anexo como a sua respetivamente avaliação (Anexo13).

Gráfico 5: Individuo D (Massa Muscular) 36 37 38 39 40 1 2 3 4

Massa Muscular

Massa Muscular

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2. Atividades Desenvolvidas – Projeto para a Promoção da

Atividade Física

2.1 Projeto “FFitness Games”

No âmbito da unidade curricular estágio em Exercício Físico e Bem-Estar estava previsto a organização de um projeto que tivesse como objetivo a promoção da atividade física. O tema escolhido do meu projeto foi os “FFitness Games” (Anexo 14).

Apresentei o projeto à direção do ginásio, ao diretor técnico Ricardo Simão, à minha supervisora na instituição Ângela Saraiva e à minha professora orientadora Bernardete Jorge.

Após o projeto ter sido aprovado, foi escolhido o dia e o local para a sua realização, que se realiza no dia 6 de junho de 2016 no interior do ginásio e no parque exterior.

Este projeto é baseado no conceito “CrossFit Games” um evento realizado a nível internacional e nacional que tem como objetivo promover a prática de exercício físico e proporcionar competição saudável de cada atleta de forma segura e levando o atleta ao limite das suas capacidades físicas e psicológicas. O meu projeto foi adequado ao conceito de ginásio, no qual houve competição entre os cliente do FFitness e que tinham como objetivo superarem-se a eles próprios de maneira a realizar os exercícios em menor tempo possível, de forma eficaz e controlada. Contudo, este evento teve uma grande diferença do evento original, uma vez que, os exercícios foram todos adaptados (a carga, a velocidade e o tempo). A minha maior preocupação foi não haver lesões e a saúde das clientes. Este foi realizado exclusivamente no ginásio, mas seria também ao ar livre, sendo um objetivo promover o ginásio na cidade.

A atividade decorreu no dia previsto, 6 de junho de 2016 entre as 18h e as 21h. Todavia, devido a uma situação interna não foi possível a realização ao ar livre. Ambas as “Wod´s” decorreram no interior do ginásio.

(48)

2.2 Reflexão do Projeto

Após a realização do projeto alguns aspetos que considero importantes de salientar. Tanto em aspetos positivos como aspetos a melhor para uma próxima iniciativa de género.

Aspetos positivos:

 Feedback´s dos/as clientes a felicitar pelo Projeto;

 Reconhecimento da parte técnica pelo evento;

 Uma iniciativa nova que motivou de forma inteligente e positiva os atletas;

 Os/as clientes pediram para existir mais projetos e iniciativas deste género;

 A alegria e satisfação de todos terem conseguido ultrapassar os seus limites.

Aspetos a melhorar:

 Melhor a organização e controlo dos exercícios;

(49)

3. Atividades complementares

No último ano do curso de Desporto participei num congresso e em atividades complementares, considerando uma mais-valia para a minha formação pois foram adquiridos novos conhecimentos e experiencias.

 Desporto Integrado (28 de Outubro de 2015, na cidade da Guarda);

(50)

Reflexão Final

O estágio curricular, na minha opinião, é fulcral numa licenciatura em Desporto, uma vez que este permite ao aluno um contato com o mundo profissional.

Como uma futura Técnica Superior de Desporto, é importante promover uma prática de exercício físico, uma vida ativa e uma alimentação saudável. Logo, é essencial que existem cada vez mais profissionais, nesta área, devidamente qualificados.

Iniciei o meu estágio com a observação e registo das sessões de algumas aulas. A observação das aulas, ajudou-me a perceber qual a metodologia utilizada pelos instrutores da instituição. Após esta fase, e com a supervisão da minha tutora iniciei a coorientação das aulas de grupo e sala de circuito. Por último, a fase de orientação em aulas de grupo, na sala de exercício e sala de circuito foi um complementar de todos os conhecimentos práticos adquiridos no decorrer do estágio e a resultante de todas as aulas observadas ao longo desse período, colocando em prática as minhas competências técnicas.

Finalizado o estágio curricular no ginásio FFitness Woman e Spa durante este 3º ano da Licenciatura em Desporto, é necessária uma reflexão final do mesmo, onde menciono o percurso, as aprendizagens realizadas, as dificuldades e os objetivos definidos no início desta etapa foram alcançados.

Este relatório expõe todo o meu percurso enquanto estagiário, sendo complementado pelo dossier onde se encontra todo o trabalho desenvolvido ao longo do estágio, planos de aula, reflexões críticas, planos de observação, etc.

Em relação aos objetivos propostos nas diferentes áreas efetuadas foram atingidos. Na sala de exercício, apesar de não ter tido muito tempo de contato, foram atingidos na sua totalidade. Em relação às atividades de grupo, não atingi completamente todos os objetivos que pretendia, pois apesar de ter orientado aulas, sinto que podia ter tido mais oportunidades da parte da intuição. Por último, na sala de circuito, foram atingidos e até ultrapassados todos os objetivos.

A adaptação foi rápida e fácil, tendo desde o início o apoio de todo o corpo técnico e das clientes o que ajudou muito na fase inicial.

(51)

explicar-me sempre que necessário todas as metodologias do ginásio. A sua ajuda foi prescindível no meu ginásio, pois deu-me sempre conselhos importantes para melhorar e tornar-me cada vez melhor no estágio.

Em relação às competências adquiridas foi constante a aprendizagem ao longo da realização de estágio. Adquiri capacidade de empenhamento, dedicação, pontualidade, organização, autonomia, iniciativa, transferibilidade de conhecimento adquiridos no curso do saber ser (em relação à técnica), do saber estar (em relação à postura) e do saber executar as atividades propostas no estágio. A nível académico, permitiu-me reforçar conhecimentos sobre questões associadas à avaliação e prescrição de exercício físico e atividades de academia.

O meu estágio transpôs na prática os conhecimentos e técnicas que obtive no decorrer do curso de Desporto, conseguindo ter resposta a diversas situações com que fui deparada ao longo do estágio curricular.

Em suma, faço um balanço positivo de todo o meu percurso como estagiária do ginásio FFitness, que veio superar os meus objetivos e expectativas iniciais relativamente ao estágio.

(52)

Bibliografia

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Pereira, H. V. (2008). Transforme-se no seu Personal Trainer (1ª ed.) Lisboa: edições Silabo.

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(54)
(55)
(56)
(57)

Planeamento e Calendarização

Dia Setembro Outubro Novembro Dezembro Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho

1 Ano Novo Circuito Feriado Sala de Exercício

2 Reunião Circuito Circuito

3 Circuito Circuito Aula de Grupo

4 Circuito Circuito

5 Inicio Circuito

6 Circuito Congresso de Psicologia

Circuito Aula de Grupo

7 Circuito Circuito

8 Circuito Carnaval Sala de

Exercício

9 Circuito

10 Circuito Circuito

11 Aula de Grupo Circuito Circuito Sala de Exercício Sala de Exercício 12 Aula de Grupo Circuito Aula de Grupo Circuito

13 Aula de Grupo Sala de

Exercício

Aula de Grupo 14 Circuito Circuito Aula de Grupo

15 Circuito Aula de Grupo Sala de Exercício 16 Circuito Aula de Grupo Circuito

17 Circuito Aula de Grupo Circuito

18 Circuito Aula de Grupo Sala de Exercício Feriado Sala de Exercício

19 Aula de Grupo Circuito

20 Aula de grupo Circuito Sala de Exercício

Aula de Grupo 21 Circuito Circuito Sala de Exercício Circuito

22 Circuito Circuito Aula de Grupo

23 Circuito Circuito

24 Reunião Natal Circuito

25 Natal Circuito Feriado Sala de Exercício 26 Aula de Grupo Aula de Grupo Feriado 27 Aula de Grupo Circuito Avaliação Física Sala de

Exercício

Aula de Grupo 28 Desporto Integrado Circuito Circuito

29 Circuito Circuito Aula de Grupo 30 Circuito Sala de Exercício

31 Ano Novo Circuito

Reunião com Tutora Observação Sala de Exercício

Reunião com Orientadora Coorientação Feriado

(58)
(59)

Nome da estagiária: Sofia Carvalho

Dias da semana Quarta-feira Quinta-Feira Sexta-Feira Hora de entrada 18:00h 09:30h/ 18:00h 18:00h

Hora de saída 21:00h 12:30/21:00h 21:00

Irei estagiar 12 horas semanais, divididas em 3 dias.

 À Quarta-Feira entro às 18:00h e acabo às 21:00h.;

 À Quinta-Feira entro às 09:30 e paro ao 12:30h. Volto entrar às 18:00 e acabo às 21:00h;

 À Sexta-Feira entro às 18:00 e acabo às 21:00h.

Nota: A carga horária semanal estabelecida é de 12 horas, sendo que a estagiária poderá realizar mais devido a reuniões ou assuntos internos do ginásio.

(60)

Anexo 4- Ficha de Observação e Reflexão da aula de

grupo de “Pump”

(61)

ELEMENTOS A OBSERVAR Sim Não Não

Observado COMENTÁRIOS SUGESTÕES

INÍCIO Cumprimento aos alunos no início da

aula X Cumprimentou todas as alunas.

Apresentação do instrutor aos novos alunos e breve conhecimento acerca destes (se existirem) e enquadramento

X Presença de uma nova aluna.

Apresentação do conteúdo da aula (contexto e objetivos) no início X Apresenta extensão dos conteúdos (para a

aula seguinte) no final da aula X

Não houve diálogo acerca da continuação da aula seguinte.

Aula de Grupo: Pump DATA: 12-11-2015

OBJETIVOS: Aumentar a massa muscular

HORA: 18:30h

T’ DE SÉRIE: 45’’

MATERIAL:

(62)

PLANO E DOMÍNIO DA AULA

Aula preparada e treinada X Aula treinada e com presença de um plano Capacidade de adequação a imprevistos

(se houver) X

Confiança e segurança durante o ensino X Ensino simples e bastante claro. Capacidade de recuperação rápida após

enganos x Não foram observados.

GESTÃO E ORGANIZAÇÃO DA AULA

Tempo de organização (alunos e materiais)

reduzido X

A instrutora chegou primeiro à sala, e colocou os materias

Utilização de pausas e prática não específica

só quando apropriado X

COMUNICAÇÃO

Comunicação de forma clara e precisa X

Comunicação com lógica sequencial e com

(63)

espaço e sons existentes no espaço Ajuste da entoação da voz ao ênfase que pretende apresentar, utilizando inflexões de voz

Utilização de tom de voz agradável e

percetível X

Utilização de linguagem apropriada ao nível

de compreensão dos alunos X

Demonstração de entusiasmo nos momentos

específicos do exercício X

Utilização específica de vocabulário X

Utilização de vários canais de comunicação

(verbal e não-verbal) X

Contacto visual (olhar nos olhos) durante a

comunicação com os alunos X

DISPOSIÇÃO DOS ALUNOS E DO INSTRUTOR DE CONTROLO

Colocação adequada dos alunos na sala X

Disposição adequada do instrutor em relação aos

(64)

Ter todos os alunos do campo de visão, variando

o foco da atenção X

Utilização de comunicação gestual não-verbal X

INSTRUÇÃO

Apresentação do exercício a realizar (nome do

exercício) X

Descrição de como realizar o exercício,

apresentando as componentes críticas X

Apresentação de cuidados de segurança e higiene X

Apresentação do objetivo do exercício X

Demonstração sempre que necessária, com técnica correcta, com planos de movimento virados para os alunos

X

Utilização adequada e atempada das ordens de

comando descritivas, regressivas e antecipativas X

Correção da Postura Corporal X

Referências

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